Arrombando a buceta da minha cunhada

Saí do trabalho numa sexta sem nada pra fazer, sem compromisso porque tava sozinho, minha mina tinha viajado e só voltava no domingo. Cheguei em casa, tomei um banho e fiz umas ligações. Marquei com uns amigos em Madrid pra tomar umas cervejas, jantar alguma coisa e, se rolasse, umas doses. A noite começou bem, risada com as cervejas, um jantar maneiro e depois um bar de drinks daqueles que tão na moda em Madrid pra se divertir.

Pedimos umas doses, o pub tava lotado, um monte de gente, mas principalmente um monte de mina, minas com vestidos provocantes pra alegrar a vista de qualquer cara. Num descuido, fiquei sozinho no balcão, peguei meu copo e comecei a procurar os amigos quando, de repente, num canto do pub, entre um grupo de gente, minha cunhada, rodeada de vários caras e minas que eu não conhecia. O trato com ela é cordial, mas não tava a fim de cumprimentar, então virei as costas e fui pro outro lado do pub, procurando um lugar onde ela não me visse, mas eu pudesse vê-la.

Pra situar vocês melhor, minha cunhada é de um bairro operário de Madrid e caiu, porque casou, numa família bem de grana, como quem diz, e isso subiu à cabeça dela, ela se acha melhor que os outros, ficou meio insuportável.

Voltando ao pub, tava encostado num dos balcões, virei pra pedir uma dose, de repente uns peitos encostam nas minhas costas e pensei, já me viu. Viro e não é ela, é uma das minas que tava no grupo que vi do lado dela. Ela se joga em cima de mim, se apresenta e, com toda cara de pau, me pede pra pagar uma dose pra ela. Aceitei pagar, tava a fim de me divertir já que fiquei sozinho e não sei onde tão meus parças, além disso queria tirar umas informações da mina, que já tava bem bêbada, e pensei que não seria difícil. Fiquei sabendo o que elas tinham feito antes e ela disse que entraram ali pra ver se pegavam alguém. Aí ela começou a dar em cima de mim. procurando algo mais até que eu disse que sentia muito, que não tava atrás de nada além de tomar um drink de boa e ele me deixou lá sozinho.

Terminei meu drink e meus colegas não davam sinal de vida, já passava das 4 da manhã, mandei um zap pra eles falando que ia pra casa, levantei o olhar procurando minha cunhada e não vi ela por lá, então vazei. O que aconteceu na saída eu não esperava. Ao virar a esquina, lá estava ela, empurrada contra a parede, com um cara enfiando a mão por baixo da saia dela, a calcinha no chão e um peito de fora. Ela tava super bêbada. Fiquei pasmo observando a cena. De repente, ela dá um empurrão no cara, se ajeita toda e sai andando pro lado oposto da rua de onde eu tava.

Resolvi segui-la, pensando que podia acontecer algo com ela no estado de embriaguez que tava, mantendo uma distância suficiente pra ela não perceber que eu tava seguindo. Uns 20 minutos depois de seguir ela, ela tropeça e cai no chão. Chego perto, estendo a mão e ajudo ela a levantar. A princípio, ela não percebe quem sou, até que olha pra mim e sorri. Ela solta: "O que você tá fazendo por aqui?" E eu respondo: "A mesma coisa que você, mas mais tranquilo. Vamo, te acompanho." Ela se agarra em mim, toda bêbada, e praticamente carrego ela no colo. Ela diz: "Sinto que você tenha me visto assim." E eu respondo: "Te vi faz um tempão." Ela fica branca, a expressão muda e pergunta: "Quanto tempo?" "O suficiente. Vamo, anda." respondo. No caminho pra casa, não falamos mais. Chegamos no prédio dela, pego as chaves e acompanho ela até a porta do apartamento. Damos dois beijos e nos despedimos.

O tempo passa e a gente se vê um par de vezes, mesmo sendo quase vizinhos. Um mês depois, meu cunhado vai pra um congresso acompanhado pela irmã dele, minha parceira, ficando nós dois sozinhos em casa o fim de semana inteiro. Volto do trabalho pra casa e fico confortável, confortável demais, como Deus me trouxe ao mundo. Pô, tô abrindo uma cerveja e de repente toca o telefone fixo, é ela, diz que precisa falar comigo, e eu falo pra ela vir aqui em casa. Visto alguma coisa pra não abrir a porta pelado, embora ela saiba que curto nudismo porque já deixei isso escapar uma vez, e minha mina sabe que faço quando tô a fim. Uma camiseta e uma cueca box justa, não sou bombado, tenho minha barriguinha de chope e não fui abençoado com um pauzão como dizem, mas a cueca marca bem o pacote. A campainha toca e eu abro, surpresa, solto: "Pô, entra, não vai ver nada que já não tenha visto." Ela topa, ofereço um lugar e uma cerveja, ela aceita. Vou pegar a dela e sentamos no sofá.

— Preciso te perguntar uma coisa, o que você viu naquela noite?
— Sinceramente.
— É... — entre soluços.
— O suficiente.
— E você contou pra alguém?
— Não. — Demoro pra responder enquanto vejo a cara de pânico dela.
— Valeu — ela fala, suspirando e ficando mais tranquila.
— Fica fria, da minha boca não sai nada, pode ficar sossegada.
— Mas... sério? Não quer nada em troca do seu silêncio?

Nessa hora, percebo que ela reparou no meu pacote, que tá duro desde que ela entrou pela porta, e com o olhar eu primeiro olho pro meu pau e depois pra ela, dizendo com os olhos que não me importaria se rolasse algo naquele momento.

Ela dá um gole na cerveja e se joga em cima de mim, me beija e fala: "Isso é pra compensar você não falar nada." Ela puxa um pouco minha cueca e meu pau salta igual mola, ela se abaixa e mete ele na boca dela. Tô quase afastando ela, mas me deixo levar, ela enfia ele inteiro na boca, fica um tempão chupando sem parar, gosto do jeito que ela faz e parece que ela curte fazer isso, não conhecia esse lado da minha cunhada. Falo: "Por que você não fica mais confortável?" Ela topa, com cara de surpresa mas sem nenhum problema.

Ela tira a roupa, enquanto eu tiro a pouca roupa que tava vestindo, ela tem Uns peitinho pequenininho daqueles que são gostosos de chupar porque cabem inteiros na boca, o coelhinho totalmente depilado e quentinho, e uma bunda deliciosa que sempre gostei desde que a conheci e sempre que pude, passei a mão sem ela perceber, só pra meu prazer.

Sentado no sofá, e ela de quatro, enfia meu pau de novo na boca dela. Minhas mãos vão: uma na cabeça dela pra não levantar de onde tá, e a outra procurando a entrada do coelhinho ou da bunda dela. Enquanto ela chupa e chupa, começo a deslizar meus dedos na buceta molhada dela, cada vez mais molhada, e de vez em quando tento no cu dela, o que faz ela gemer e se mexer, tentando recusar.

Levanto a cabeça dela do meu pau, olho na cara dela e, com um olhar de safada, ela tá me pedindo pra foder ela. Pego ela no colo, levo pra cama, deito ela e começo a chupar os peitos dela. Uma das minhas mãos volta pra buceta dela, cada vez mais molhada. "Me fode", ela diz. "Ainda não", respondo. Enfio a cabeça na buceta dela e meto a língua até dentro. Ela se contorce de prazer, minha boca é invadida pelos sucos dela e parece que ela chega num primeiro orgasmo porque se contorce entre meus braços. Eu continuo no que tô fazendo e ela continua se contorcendo. "Mete", ela solta entre gemidos. "Vou meter, mas não por onde você quer". Ela me olha e eu sei que tá pensando. Digo pra ela: "Sou sim, sou um filho da puta que vai foder teu cu, e o melhor é que você vai deixar sem reclamar, não vai?". Ela não responde porque sabe que vou fazer e não pode fazer nada pra evitar.

Levanto e ela sozinha fica de quatro, me oferecendo aquela bunda que sempre gostei. "Você é o primeiro, não me machuca", ela diz. "Não se preocupa, não vou", respondo.

Passo meus dedos e enfio primeiro na buceta, molho nos sucos dela e tiro, levo pro cu dela e começo a meter um devagar. Ela se contorce um pouco e geme de dor, mas não ligo e empurro um pouco mais pra dentro do cu dela, que vai se adaptando ao tamanho do meu dedo. Tiro e agora tento com dois. Dois, ela geme de novo, agora vou mais devagar, não quero machucar ela e não poder foder depois. Vou enfiando cada vez mais até que estão inteiros dentro dela. Deixo um tempo pra ela se acostumar mais um pouco.

"Pronta?"

"Acho que sim."

Pego um pote de vaselina e passo um pouco na minha pica pra facilitar, aponto pro buraco dela e enfio a ponta devagar, enquanto ela respira ofegante pra aguentar a dor.

Como no começo ela não reclama, empurro de novo pra entrar mais um pouco, enquanto ela percebe que tô fodendo ela no pelo. "Seu filho da puta", ela fala, meio gemendo entre dor e prazer, quando já tenho mais da metade da pica dentro. Dou o último empurrão e enfio tudo, ela solta um gritinho de dor.

Espero um pouco até o cu dela se acostumar com minha pica e falo:

"Agora é que vou te foder. Se doer, me fala." Ela balança a cabeça, entendendo o que vai rolar. Começo a meter devagar, num ritmo calmo, curtindo a situação. Ela resmunga e geme, não sei se de dor ou prazer, mas aguenta minhas estocadas suaves.

Puxo ela pelo cabelo, viro ela pra mim, beijo ela na boca enquanto dou uma estocada mais forte. A cara que ela fez foi mais de dor do que prazer, mas não fala nada. Como não reclama, começo a meter cada vez com mais força. Os gemidos dela ficam mais altos, o que me excita, e vou metendo mais forte. Uma e outra vez, minhas bolas batendo na buceta dela, minha pica já entra e sai sozinha do cu dela. Paro um pouco pra não gozar rápido e poder continuar curtindo, e ela solta: "Não para, filho da puta, continua, enche meu cu de porra." Isso me excita mais, e começo a meter forte pra gozar dentro dela. Cada vez mais, ela grita, geme, e minha pica começa a tremer na gozada, e eu tiro.

"Que isso, viado, não para."

"Quero gozar na sua boca."

Fico na frente dela, que ainda tá de quatro, ela me olha com uma cara... Olhar safado, ela abre a boca, eu meto e começo a foder até gozar dentro dela. Fazia tempo que não gozava tanto, sai pelos lados porque deixei meu pau dentro até sair toda a minha porra.

Exausto, me deixo cair na cama e ela vai pro banheiro, ouço ela lavando a boca e cuspindo minha porra. Volta pra cama, se abraça em mim e pergunta: "Você não vai contar nada, né?" Eu aceno com a cabeça e a gente dorme.

Na manhã seguinte, a gente acorda, preparo o café da manhã pra ela, comemos juntos, eu pelado e ela com uma camiseta minha de camisola. Não falamos nada sobre o que rolou no dia anterior. Ela tomou banho, se vestiu e foi embora.

Até agora não surgiu outra oportunidade de ficar sozinho pra ligar pra ela e conversar sobre o que aconteceu, mas acho que vai ser algo que a gente vai guardar só pra nós.

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