Era pra época de fim de ano. Fazia 25 anos que a gente tinha terminado o ensino médio. O colégio organizou uma reunião de ex-alunos e me convidaram. Não tava muito afim, então fui meio na contragosto.
Era uma sexta. Cedo. Fui.
Os cabelos brancos, as carecas, os quilos a mais. Tudo me mostrava a passagem do tempo em mim mesmo, refletido nos outros. Não socializei muito nos primeiros momentos. Não tava com vontade de conversar, o evento me parecia meio decadente.
Tava quase indo embora quando o Federico me cumprimenta. A gente não tinha sido colegas de turma, mas viramos amigos nos anos seguintes e saímos juntos várias vezes.
– Léo, quanto tempo! Tá igual, filho da puta!
– Pra mim você fala a mesma coisa pra todo mundo, otário... – respondi, dando um abraço sincero.
Federico é mais baixo que eu e tava um pouco acima do peso. Isso, junto com o nariz adunco, dava a ele um visual parecido com o Pinguim do Tim Burton. No mais, fiquei muito feliz de ver uma cara conhecida e de quem guardava ótimas lembranças.
– Isso aqui é um tédio – ele disse. – Por que a gente não vai tomar um café por aí e colocar o papo em dia?
– Bora, tô entediado pra caralho.
Fomos até a esquina e sentamos num bar. Em vez de café, pedimos uma cerveja e uma porção de frios.
Contei sobre meu relacionamento com a Luciana, que no trampo tava indo bem e que não tínhamos filhos por opção. A gente se sentia mais livre assim.
Ele me contou que tinha três filhos do primeiro casamento. Que tinha se separado há três anos pra começar com a atual mulher, Sabrina, com quem tinha uma menina de um ano e meio. Reclamou que não dormia, mas parecia feliz. Disse que tinha ido muito bem no emprego anterior, mas que largou pra ficar mais de boa no atual.
– Sabrina parece que mudou sua vida – falei.
– Sim, me deixou louco desde o começo e me virou do avesso.
Ele pegou o celular e me mostrou uma foto dela. Ela sorria radiante. Tava via ela da cintura pra cima de biquíni, do lado de uma piscina. Uma mulher bem gordinha mas gostosa, com uns peitões importantes. Me deixaram com tesão. Ela carregava no braço esquerdo uma bebê linda.
— As duas são muito lindas. — e devolvi o celular pra ela. — A piscina é na sua casa?
— Sim, não é tão grande quanto parece na foto. Fazemos uns churrascos no quincho... Vocês têm que vir uma noite...
Aceitei o convite. Continuamos conversando e relembrando histórias, lugares e minas dos velhos tempos de estudante. Passaram umas duas horas de papo muito divertido, acompanhado de umas três cervejas a mais. Um pouco tonto, Federico olhou o relógio e disse que tinha que ir porque a Sabrina estava esperando. Ele lembrou de novo o convite pra comer, trocamos números e nos despedimos com um abraço.
Quando cheguei, a Luciana já tava dormindo. Ela tava deitada e sem coberta, de fio dental branco e uma camiseta por cima. Dormia de lado, de um jeito que eu via a bunda dela inteirinha. Me despi olhando pra ela. Pelado, abracei ela por trás, encostando a pica na bunda dela. Ela acordou sorrindo com o contato que sentiu.
— Como foi a reunião? Pelo visto suas coleguinhas te deixaram com tesão...
— Um porre, mas por sorte o Federico me salvou e fomos tomar umas cervejas. — falei enquanto beijava o pescoço dela. Ela jogava a cabeça pra trás, se deixando fazer.
— Certeza que não encontrou nenhuma ex?
— Tinha algumas, mas nenhuma é tão gostosa quanto você.
— Mmmmm, ficou dura. Assim, passa ela no meu cu. — disse se mexendo pra pica entrar entre as nádegas dela.
Eu puxei o fio dental dela e ajustei pra cabeça ir acariciando o cu devagar.
— Isso, assim, pega nos meus peitos. — falou e levantou a camiseta. Os bicos dela estavam duros. Agarrei eles com força e comecei a massagear. Ela mexia a bunda em círculos. Eu sentia a pica ficando cada vez mais dura.
De repente, ela se levantou, tirou a camiseta e me colocou de barriga pra cima. Puxando o fio dental pro lado... thong enfiou a rola na minha buceta e me segurou pelas duas mãos. Me cavalgou com fúria. Ela aproximava os peitos da minha boca pra eu chupar.
- Hoje quem vai te foder sou eu. Vou espremer essa sua rola até a última gota. Você vai ver.
- Ela dizia enquanto me comia e ofegava. Mantinha minhas mãos imobilizadas, segurando elas na altura da cabeça. Sentia os fluidos dela escorrendo pela minha rola. Gozamos juntos.
Ela se deitou do meu lado e se encostou no meu peito. Antes de dormir, me disse:
- Antes, eu me toquei pensando que você tava pegando alguma ex sua. Fiquei com um tesão danado.
- Devia ter me falado, que eu tentava algo. - respondi.
Nos beijamos entre risadas e dormimos.
Dois dias depois, chegou a primeira mensagem do Federico.
"No fim de semana, deixamos a pequena com a avó. Venham comer um churrascão."
Isso se repetiu mais algumas vezes. Como não tínhamos muito o que fazer no sábado, aceitamos. Luciana ficou na dúvida. Achava que a Sabrina ia encher o saco com as histórias de cocô da filha e não queria saber disso. Insisti um pouco porque tava afim de ver o Federico, mas entendia a situação. Combinamos que, se ficasse muito chato, ela fingia um mal-estar e a gente vazava na hora pra dar uma trepadinha em algum lugar.
"Lembrem que tem piscina. Tragam maiô." foi a mensagem de sexta à noite. Rimos um tempão pensando que, em vez de maiô, íamos levar um inca.
- Rola bem grande pra mamãe. - completou Luciana, com um certo desdém.
Então, no sábado às 7 da noite, estávamos em casa discutindo qual maiô a Luciana levaria na casa do Federico. Acabamos decidindo que ela usaria o que quisesse, então ela vestiu um vermelho furioso, com a parte de cima em triângulos e a de baixo booty less, bem enfiada no rabo, daquelas que amarram nas laterais do quadril. Por cima, colocou uma saída de praia bem curta e solta, que eu não resisti em levantar pra foder ela no banheiro, de pé, ela apoiada na pia e eu por trás metendo forte. Nos olhávamos. fixamente através do espelho. Terminamos e nos vestimos de novo pra sair. Um rapidinho pra aliviar as tensões.
A gente ficou de levar a sobremesa e o vinho. Escolhemos duas garrafas da nossa reserva e pedimos um tiramisu. A história de bordel da sobremesa era a nossa cara e a gente não deixava de levar pra qualquer lugar.
Tava um calorão.
Chegamos e quem veio abrir foi o Federico. Ele tava pelado e descalço. O short dele tava molhado, claramente tinha acabado de sair da piscina. Ele veio com um copo de fernet na mão. Cumprimentou a Luciana com entusiasmo, me deu um abraço forte e nos guiou pra dentro. A casa era grande e no fundo tinha a tal piscina no meio de um jardim enorme. A gente ficou surpreso que naquela área da cidade ainda existiam terrenos tão grandes. Era tipo um oásis no meio da cidade grande.
A Sabrina tava deitada numa espreguiçadeira. Ela é bem baixinha e cheinha. Cabelo comprido e um sorriso que conquista. Ela tava usando uma parte de cima de biquíni sem alças que deixava os peitões enormes à mostra e, embaixo, uma fio-dental ainda menor que a que a Luciana tinha escolhido, quase um fio dental enfiado na bunda. Ela cumprimentou a gente com carinho. Os peitos dela me deixaram com tesão. A Luciana percebeu e me deu um sorriso de aprovação.
Eles nos convidaram pra entrar na água. A gente aceitou. Nos deram um copo pra cada.
— Que sorte poder parar de falar de coisas de bebê por um tempo — disse a Sabrina. — Adoro, mas tô com vontade de me sentir mulher de novo por um tempo, e não tanto mãe. Às vezes preciso ficar um pouco livre e curtir.
A Luciana piscou um olho pra mim. Sabia que não tinha risco de mal-estar repentino.
A noite foi passando com alegria. Do lado da churrasqueira, a gente contava casos antigos e aventuras novas. Como eles se conheceram. Como a gente. A Sabrina se mostrou uma ótima anfitriã e o Federico o mesmo personagem que eu lembrava. A gente bebeu pra caralho.
Na hora das sobremesas, a gente já tava rindo de qualquer coisa e com o tiramisu começamos a subir o tom da conversa. A história de bordel levou a contar intimidades. Que onde foi o lugar mais estranho onde a gente transou. Que se sexo anal sim ou não. Sabrina disse que sim, claro. Que se a gente gostaria de espiar, que de amarrar na cama, que os brinquedos. Aos poucos, entre o álcool, a conversa e os peitos da Sabrina que balançavam na minha frente do outro lado da mesa, meu pau ficou duro. Luciana percebeu e colocou a mão nele por baixo da toalha. Ficou acariciando por cima da calça enquanto continuava falando.
— E vocês gostariam de fazer swing alguma vez? — perguntou Sabrina.
— A gente já fez. — respondeu Luciana, inocente, e calou na hora, pensando que tinha metido os pés pelas mãos.
Sabrina e Federico se olharam sem entender direito. Primeiro acharam que era brincadeira, mas depois caíram na real que era verdade. Eu não falava nada. Esperava a reação deles.
E foi a Sabrina quem quebrou o gelo.
— Não me diga! Sério? Trocaram casal? Isso é bem degenerado. — disse, mas tava rindo e quase começou a bater palmas.
— Conta pra gente! Quero saber tudo! — continuava meio excitada pelo álcool e pela novidade.
Perguntou primeiro onde a gente conhecia o pessoal. Como era. Se a gente já tinha tido alguma experiência ruim. Dava pra ver que tava esquentando ela. Federico, por sua vez, não falava nada e só escutava, meio pasmo. Ela seguiu com as pessoas. Se teve mulheres e homens. Sobre homossexualidade ou bissexualidade. Sobre se a gente sentia vergonha.
— E vocês transam com qualquer um? Tanto faz a pessoa?
— Não, óbvio que não, também não somos doentes. É igual com casais únicos. Se rolar uma química, vai fundo, mas se não, não acontece nada. — respondi eu, querendo amenizar um pouco.
— E eu seria comida? — disse Sabrina sem vergonha, quase mostrando os peitos pra fora.
— Fala você. — me disse Luciana, jogando a responsa pra mim.
— A verdade é que, com todo respeito ao Federico e sempre no plano objetivo e sem ofender...
— Fala, responde pra ela. — disse Federico com um sorriso.
— Sim, com certeza. — falei, dizendo a pura verdade, que era que queria chupar esses peitos desde o primeiro momento que entrei naquela casa.
Sabrina corou mais do que podia e ficou sem palavras.
- É que vocês dois são muito gostosos. - Completou Luciana, que naquele momento já me segurava pela pica que saía por um lado do short.
- E você tá que racha o chão, Lu. - Disse Federico.
- Essa conversa tá me dando calor. Vamos pra piscina? Tomar um champanhe lá? - Convidou Sabrina.
- Bora. - Disse Luciana e se levantou. No caminho, fez uma daquelas coisas que eu amo na personalidade dela. Foi tirando a parte de cima do biquíni e mergulhou sem pensar, de peitos de fora.
- Vem que tá uma delícia - nos convidou, levantando os braços e mostrando os peitos de propósito.
Eu me aproximei da borda e sentei com as pernas dentro d'água. Federico disse que já voltava, que ia buscar o champanhe.
Sabrina ficou parada no pé da escada da piscina, meio travada, sem saber bem o que fazer.
- Entra, Sabri, e tira o sutiã, vai, que tá linda. -
Meio hesitando, ela se virou e tirou a parte de cima do biquíni pela cabeça. Se escondendo os peitos com os braços cruzados, foi descendo os degraus. Tinha cara de quem tava fazendo uma travessura e adorando. Quando a água bateu na cintura, ela soltou aquele par lindo e vimos tudo em todo esplendor. Eram grandes, um pouco caídos, com mamilos redondos e rosados. Tavam meio durinhos por causa da excitação e da água.
- Tô com um pouco de vergonha. - Disse ela.
- Qual é, não tem problema. Além do mais, com esse peitoral, olha pra mim com meu par de passas caídas. - Exagerou Luciana pra soltar ela.
- Os teus são ótimos. Os meus caíram bastante com a amamentação. -
- Mas não, você tá muito bem. Ou não, Leo? - Me perguntou Luciana.
- A verdade é que são lindos. - Falei.
Luciana me puxou pra dentro d'água me segurando pelos pés. Lá dentro, começou a tentar tirar meu short de banho.
- Já que estamos, vamos ficar todos pelados. Vai, Leo, se liberta do tela.-
- Sim! – disse Sabrina, e vi ela jogar a tanga por cima da cabeça, caindo na borda da piscina. – Com o Fede, a gente sempre entra pelados. É alucinante de noite, ver as estrelas e sentir a água te acariciando.
Luciana fez o mesmo e também jogou meu short na borda. Federico apareceu e ficou pasmo, nos vendo rir como adolescentes pelados e tesudos. Com uma garrafa de champanhe numa mão e umas taças na outra, ele fez a única coisa que restava naquele momento. Largou tudo no chão, tirou a sunga e nos mostrou, em toda sua dimensão humana, a piroquinha depilada dele. Se jogou de bombinha no meio da gente, e nós quatro nos abraçamos em roda e dançamos algo parecido com uma cumbia da moda.
Eu sentia os peitos da Sabrina balançando do meu lado. Apertei ela contra mim, ela se deixou levar e eu beijei ela. Ela se agarrou em mim que nem carrapato na minha perna debaixo d'água. A mão dela foi direto na minha pica, que já tava na mão da Luciana. Juntas começaram a me punhetar subaquaticamente e a beijar meu pescoço. Federico se ajeitou atrás delas e começou a apalpar a bunda das duas, como se tivesse pesando. Dava pra ver a cara de tesão dele, decidindo qual cu tocar melhor e primeiro.
Abracei os três e nos beijamos. As línguas se juntaram numa só putaria, onde não importava quem era quem. Éramos quatro gozando.
– Vamos sair, nos secar e foder – disse Sabrina, na mais estrita ordem de prioridades.
– Vocês têm camisinha? A gente não trouxe – falou Luciana.
– Não, a gente usa pílula, faz anos que não compro uma camisinha – disse Federico.
– Então vamo, rápido, num kiosque, urgente – falei, e saí da piscina na hora, vestindo o short. Federico fez o mesmo. Assim, do jeito que estávamos, bêbados, descalços e sem camisa, saímos na rua com uma nota de cem na mão até o kiosque da esquina, que, por um desses acasos da vida, tava aberto naquela hora.
– Tô com um tesão que não baixa a pica, Leo – ele disse, mostrando a protuberância que se formava. debaixo do short.
— E como a gente faz?
— O quê?
— A gente fode todo mundo? A gente olha? Como é?
Peguei ele pelo pescoço e falei:
— Do jeito que você quiser, Fede...
— E entre nós?
— Do jeito que o Fede quiser!
Chegamos no kiosque, compramos umas caixas de camisinha daquelas que vêm com gel e voltamos. Ele estava calado, parecia querer me dizer algo. Antes de abrir a porta, ele se animou.
— Tenho fantasias de chupar um pau algum dia.
— Vamos ver como tudo rola, Fede. Eu não tenho problema nenhum com nada. — respondi.
Ao entrar na sala, Federico parou e me segurou pelo braço. Se abaixou e começou a chupar meu pau. Fez de um jeito desajeitado, claramente era a primeira vez que fazia, mas com uma tesão tão grande que me deixou de pau duro. Ele queria enfiar tudo e não conseguia. Depois peguei ele pela cabeça e comecei a bombar um pouco. A respiração dele mostrava que tava esquentando.
— Tá afim de chupar meu pau! — falei levantando ele.
— Vamos ver o que as minas tão fazendo. Não vamos ficar só nós dois, o melhor é todo mundo junto. — falei. E entramos em casa.
— Chegamos! — gritou Federico pro ar.
— No quarto... — ouviu-se a voz da Luciana do andar de cima.
Subimos bem acelerados. Ao entrar no quarto, vimos a Sabrina deitada de barriga pra cima na cama de casal, pelada, com as pernas abertas e sendo chupada pela Luciana. Os peitos dela caíam pros lados, enormes. Ela tava com as mãos atrás da nuca.
— Alguém com pau pra foder essa mulher, que não aguenta mais de tesão! — disse Luciana se levantando.
— Vem, Fede, enfia em mim, papai, vai! — disse Sabrina apertando os próprios bicos.
Federico tirou o short e se jogou em cima da mulher dele. Já falei que o pau dele era bem pequeno e depilado. Depilada também tava a buceta da Sabrina. Ele enfiou e começou a bombar bem rápido em cima dela, que gemia quase gritando e segurando ele pelos ombros. Eu e a Luciana sentamos na beira da cama vendo eles. Ela encostou as costas no meu peito. e eu comecei a acariciar o clitóris dela por trás. Devagar. Mais do que tudo, a gente curtiu ver eles fodendo. São claramente um casal estabelecido. Têm um ritmo que é obviamente conhecido pros dois. Ela olhava nos olhos dele. Ele, de vez em quando, olhava pra gente vendo eles. Luciana começou a molhar a buceta de tesão. Ela se mexia devagar. Num momento, ela pega a mão da Sabrina e aperta forte. Ela olha pra ela com uma cara muito safada. Fecha os olhos.
Vejo os peitos dela balançando pra cima e pra baixo com a bombada e fico de pau duro. Não quero interromper o Federico, mas a única coisa que me interessa naquele momento é meter em Sabrina e chupar os peitos dela.
Federado goza ruidosamente dentro dela. Ele goza e me convida.
- Vai Leo, continua você, ela ainda não gozou.
- Vai Leo, me dá essa pica - completou Sabrina.
Coloquei uma camisinha e penetrei ela sem esperar mais. A buceta dela tava ultra molhada. Senti como ela apertou quando entrei. Vi finalmente os peitos dela entre minhas mãos e comecei a foder ela forte. Ela ofegava e gemia alto. Ainda tava com a mão da Luciana segurando. Fechou os olhos e gozou num orgasmo longo e forte. Senti a buceta dela pulsando em volta do meu pau.
- Continua, não para. - ela me disse.
E eu continuei, claro. Vi o Federico deitado do nosso lado. Ele tava segurando a porra do pau que já tava duro de novo. Luciana começou a chupar ele. Via a pica lisinha entrando e saindo da boca da minha mulher. Ela fazia com habilidade, segurando os ovos dele. Federico tava gozando igual um louco. Eu também tava gozando de foder a Sabrina, que pedia mais e mais. Debaixo de mim, ela mexia a cintura toda safada de novo. Depois de uns minutos, ela gozou de novo. Dessa vez um pouco mais calma.
Com os peitões da Sabrina nas mãos e vendo a Luciana chupar meu amigo, gozei dentro dela quase junto.
Saí de dentro dela, tirei a camisinha e limpei o pau com uns rolos de papel toalha que a Luciana com certeza trouxe pra isso.
Sabrina tinha virado, e Deitada de bruços, ela olhava com estranheza enquanto o marido era chupado. Vi a bunda dela e a da minha mulher, que também estava de bruços, e meu pau endureceu de novo. Preferi a Luciana e comecei a chupá-la. Ela abriu um pouco as pernas pra minha língua chegar melhor no destino, que era exatamente enfiar no cu dela com gosto. Adoro sentir o ânus dela. Comecei primeiro passando a língua suavemente, aproveitando as dobras e os cantinhos do buraco. Depois, fui pressionando aos poucos pra dentro, sentindo o caminho se abrir. Ela foi relaxando devagar pra facilitar. Enquanto fazia isso, ouvia os gemidos do Federico, que parecia não acreditar no que tava rolando. Quando olhei, vi que a Sabrina também tinha entrado na brincadeira e tava chupando os ovos dele e a área embaixo, antes do cu. A Luciana agarrou as pernas dele, levantou e falou pra Sabrina:
— Chupa a bunda dele.
Ela hesitou um instante. Dava pra ver que nunca tinha feito aquilo. Depois se decidiu e mergulhou de cabeça no rabo. Via a cabeça dela se mexendo de um lado pro outro violentamente. Federico tava alucinando com a nova experiência. Luciana sentou na cara dele e fez ele chupar a buceta dela enquanto continuava segurando as pernas dele levantadas e abertas.
Depois de uns minutos, soltou as pernas e se preparou pra comer ele. Pegou uma camisinha e colocou. Abriu um sachê de gel e, derramando no pau, me disse:
— Vou aproveitar esse pau médio gostoso pra enfiar no meu cu. — dito isso, foi enfiando devagar. Em pouco tempo já tava cavalgando forte.
— Viu que é especial pra bunda? — disse a Sabrina.
— É uma delícia — respondeu Luciana, gozando.
Via o pau entrando no cu e ela se movendo em cima dele. Sabrina olhava extasiada. Agarrei a cintura dela por trás pra colocá-la de quatro.
— Posso? — perguntei.
Ela hesitou um momento e concordou com a cabeça, não muito convencida. Coloquei a camisinha e comecei a acariciar a buceta dela com a mão. Tava bem molhada. Aproximei A pica e eu fui enfiando de pouquinho. Ela não falava nada. Comecei a comer ela, mas logo ela se soltou. Me olhou com um sorriso triste e disse:
— Me desculpa, mas prefiro foder com o Fede.
— Tudo bem, sem problemas.
— Mas se quiser chupar meus peitos, eu adoraria.
Claro que aceitei. Ela deitou de barriga pra cima, com a cabeça bem perto da do Federico. Começou a beijar ele na boca. Eu chupava os peitos dela com gosto enquanto batia uma pra ela com a mão direita. Via os dois se beijando. Luciana me segurou pelo braço, me afastando dos peitos da Sabrina pra deixar eles sozinhos. Assim, deitados um do lado do outro, continuaram se beijando. Federico passou a mão sobre ela e começou a tocar ela. Ela, por sua vez, pegou na pica dele e juntos começaram a gozar sem a gente.
Do lado da cama tinha um sofá pequeno. Sentei lá e Luciana sentou em cima de mim, de costas, enfiando a pica na buceta. Ela me comeu naquela posição enquanto eu via os nossos anfitriões gozando, tão envolvidos no que estavam fazendo que acho que esqueceram da nossa presença. Minha mulher se virou e me comeu até gozarmos juntos.
Quando olhamos de novo pra ver o que eles estavam fazendo, continuavam na mesma. Agarrados nas virilhas um do outro, se beijando de olhos fechados. Então saímos do quarto, descemos pro quintal pra refrescar um pouco na piscina. O champanhe ainda estava no mesmo lugar onde o Federico tinha deixado. Abrimos e entramos na água com as taças. A noite estava terminando. As primeiras luzes do amanhecer começavam a aparecer. Brindamos. Ficamos em silêncio por um tempo, curtindo o amanhecer e os pássaros.
Pouco depois eles desceram. Vinham de mãos dadas. Sentaram na borda da piscina.
— Que delícia, galera! — disse Sabrina. — Adorei. A gente tava precisando de sexo. Valeu.
Agradecemos eles por nos deixarem entrar na vida deles.
Voltamos de táxi com o sol já bem alto. Naquele dia, dormimos até o fim da tarde.
Era uma sexta. Cedo. Fui.
Os cabelos brancos, as carecas, os quilos a mais. Tudo me mostrava a passagem do tempo em mim mesmo, refletido nos outros. Não socializei muito nos primeiros momentos. Não tava com vontade de conversar, o evento me parecia meio decadente.
Tava quase indo embora quando o Federico me cumprimenta. A gente não tinha sido colegas de turma, mas viramos amigos nos anos seguintes e saímos juntos várias vezes.
– Léo, quanto tempo! Tá igual, filho da puta!
– Pra mim você fala a mesma coisa pra todo mundo, otário... – respondi, dando um abraço sincero.
Federico é mais baixo que eu e tava um pouco acima do peso. Isso, junto com o nariz adunco, dava a ele um visual parecido com o Pinguim do Tim Burton. No mais, fiquei muito feliz de ver uma cara conhecida e de quem guardava ótimas lembranças.
– Isso aqui é um tédio – ele disse. – Por que a gente não vai tomar um café por aí e colocar o papo em dia?
– Bora, tô entediado pra caralho.
Fomos até a esquina e sentamos num bar. Em vez de café, pedimos uma cerveja e uma porção de frios.
Contei sobre meu relacionamento com a Luciana, que no trampo tava indo bem e que não tínhamos filhos por opção. A gente se sentia mais livre assim.
Ele me contou que tinha três filhos do primeiro casamento. Que tinha se separado há três anos pra começar com a atual mulher, Sabrina, com quem tinha uma menina de um ano e meio. Reclamou que não dormia, mas parecia feliz. Disse que tinha ido muito bem no emprego anterior, mas que largou pra ficar mais de boa no atual.
– Sabrina parece que mudou sua vida – falei.
– Sim, me deixou louco desde o começo e me virou do avesso.
Ele pegou o celular e me mostrou uma foto dela. Ela sorria radiante. Tava via ela da cintura pra cima de biquíni, do lado de uma piscina. Uma mulher bem gordinha mas gostosa, com uns peitões importantes. Me deixaram com tesão. Ela carregava no braço esquerdo uma bebê linda.
— As duas são muito lindas. — e devolvi o celular pra ela. — A piscina é na sua casa?
— Sim, não é tão grande quanto parece na foto. Fazemos uns churrascos no quincho... Vocês têm que vir uma noite...
Aceitei o convite. Continuamos conversando e relembrando histórias, lugares e minas dos velhos tempos de estudante. Passaram umas duas horas de papo muito divertido, acompanhado de umas três cervejas a mais. Um pouco tonto, Federico olhou o relógio e disse que tinha que ir porque a Sabrina estava esperando. Ele lembrou de novo o convite pra comer, trocamos números e nos despedimos com um abraço.
Quando cheguei, a Luciana já tava dormindo. Ela tava deitada e sem coberta, de fio dental branco e uma camiseta por cima. Dormia de lado, de um jeito que eu via a bunda dela inteirinha. Me despi olhando pra ela. Pelado, abracei ela por trás, encostando a pica na bunda dela. Ela acordou sorrindo com o contato que sentiu.
— Como foi a reunião? Pelo visto suas coleguinhas te deixaram com tesão...
— Um porre, mas por sorte o Federico me salvou e fomos tomar umas cervejas. — falei enquanto beijava o pescoço dela. Ela jogava a cabeça pra trás, se deixando fazer.
— Certeza que não encontrou nenhuma ex?
— Tinha algumas, mas nenhuma é tão gostosa quanto você.
— Mmmmm, ficou dura. Assim, passa ela no meu cu. — disse se mexendo pra pica entrar entre as nádegas dela.
Eu puxei o fio dental dela e ajustei pra cabeça ir acariciando o cu devagar.
— Isso, assim, pega nos meus peitos. — falou e levantou a camiseta. Os bicos dela estavam duros. Agarrei eles com força e comecei a massagear. Ela mexia a bunda em círculos. Eu sentia a pica ficando cada vez mais dura.
De repente, ela se levantou, tirou a camiseta e me colocou de barriga pra cima. Puxando o fio dental pro lado... thong enfiou a rola na minha buceta e me segurou pelas duas mãos. Me cavalgou com fúria. Ela aproximava os peitos da minha boca pra eu chupar.
- Hoje quem vai te foder sou eu. Vou espremer essa sua rola até a última gota. Você vai ver.
- Ela dizia enquanto me comia e ofegava. Mantinha minhas mãos imobilizadas, segurando elas na altura da cabeça. Sentia os fluidos dela escorrendo pela minha rola. Gozamos juntos.
Ela se deitou do meu lado e se encostou no meu peito. Antes de dormir, me disse:
- Antes, eu me toquei pensando que você tava pegando alguma ex sua. Fiquei com um tesão danado.
- Devia ter me falado, que eu tentava algo. - respondi.
Nos beijamos entre risadas e dormimos.
Dois dias depois, chegou a primeira mensagem do Federico.
"No fim de semana, deixamos a pequena com a avó. Venham comer um churrascão."
Isso se repetiu mais algumas vezes. Como não tínhamos muito o que fazer no sábado, aceitamos. Luciana ficou na dúvida. Achava que a Sabrina ia encher o saco com as histórias de cocô da filha e não queria saber disso. Insisti um pouco porque tava afim de ver o Federico, mas entendia a situação. Combinamos que, se ficasse muito chato, ela fingia um mal-estar e a gente vazava na hora pra dar uma trepadinha em algum lugar.
"Lembrem que tem piscina. Tragam maiô." foi a mensagem de sexta à noite. Rimos um tempão pensando que, em vez de maiô, íamos levar um inca.
- Rola bem grande pra mamãe. - completou Luciana, com um certo desdém.
Então, no sábado às 7 da noite, estávamos em casa discutindo qual maiô a Luciana levaria na casa do Federico. Acabamos decidindo que ela usaria o que quisesse, então ela vestiu um vermelho furioso, com a parte de cima em triângulos e a de baixo booty less, bem enfiada no rabo, daquelas que amarram nas laterais do quadril. Por cima, colocou uma saída de praia bem curta e solta, que eu não resisti em levantar pra foder ela no banheiro, de pé, ela apoiada na pia e eu por trás metendo forte. Nos olhávamos. fixamente através do espelho. Terminamos e nos vestimos de novo pra sair. Um rapidinho pra aliviar as tensões.
A gente ficou de levar a sobremesa e o vinho. Escolhemos duas garrafas da nossa reserva e pedimos um tiramisu. A história de bordel da sobremesa era a nossa cara e a gente não deixava de levar pra qualquer lugar.
Tava um calorão.
Chegamos e quem veio abrir foi o Federico. Ele tava pelado e descalço. O short dele tava molhado, claramente tinha acabado de sair da piscina. Ele veio com um copo de fernet na mão. Cumprimentou a Luciana com entusiasmo, me deu um abraço forte e nos guiou pra dentro. A casa era grande e no fundo tinha a tal piscina no meio de um jardim enorme. A gente ficou surpreso que naquela área da cidade ainda existiam terrenos tão grandes. Era tipo um oásis no meio da cidade grande.
A Sabrina tava deitada numa espreguiçadeira. Ela é bem baixinha e cheinha. Cabelo comprido e um sorriso que conquista. Ela tava usando uma parte de cima de biquíni sem alças que deixava os peitões enormes à mostra e, embaixo, uma fio-dental ainda menor que a que a Luciana tinha escolhido, quase um fio dental enfiado na bunda. Ela cumprimentou a gente com carinho. Os peitos dela me deixaram com tesão. A Luciana percebeu e me deu um sorriso de aprovação.
Eles nos convidaram pra entrar na água. A gente aceitou. Nos deram um copo pra cada.
— Que sorte poder parar de falar de coisas de bebê por um tempo — disse a Sabrina. — Adoro, mas tô com vontade de me sentir mulher de novo por um tempo, e não tanto mãe. Às vezes preciso ficar um pouco livre e curtir.
A Luciana piscou um olho pra mim. Sabia que não tinha risco de mal-estar repentino.
A noite foi passando com alegria. Do lado da churrasqueira, a gente contava casos antigos e aventuras novas. Como eles se conheceram. Como a gente. A Sabrina se mostrou uma ótima anfitriã e o Federico o mesmo personagem que eu lembrava. A gente bebeu pra caralho.
Na hora das sobremesas, a gente já tava rindo de qualquer coisa e com o tiramisu começamos a subir o tom da conversa. A história de bordel levou a contar intimidades. Que onde foi o lugar mais estranho onde a gente transou. Que se sexo anal sim ou não. Sabrina disse que sim, claro. Que se a gente gostaria de espiar, que de amarrar na cama, que os brinquedos. Aos poucos, entre o álcool, a conversa e os peitos da Sabrina que balançavam na minha frente do outro lado da mesa, meu pau ficou duro. Luciana percebeu e colocou a mão nele por baixo da toalha. Ficou acariciando por cima da calça enquanto continuava falando.
— E vocês gostariam de fazer swing alguma vez? — perguntou Sabrina.
— A gente já fez. — respondeu Luciana, inocente, e calou na hora, pensando que tinha metido os pés pelas mãos.
Sabrina e Federico se olharam sem entender direito. Primeiro acharam que era brincadeira, mas depois caíram na real que era verdade. Eu não falava nada. Esperava a reação deles.
E foi a Sabrina quem quebrou o gelo.
— Não me diga! Sério? Trocaram casal? Isso é bem degenerado. — disse, mas tava rindo e quase começou a bater palmas.
— Conta pra gente! Quero saber tudo! — continuava meio excitada pelo álcool e pela novidade.
Perguntou primeiro onde a gente conhecia o pessoal. Como era. Se a gente já tinha tido alguma experiência ruim. Dava pra ver que tava esquentando ela. Federico, por sua vez, não falava nada e só escutava, meio pasmo. Ela seguiu com as pessoas. Se teve mulheres e homens. Sobre homossexualidade ou bissexualidade. Sobre se a gente sentia vergonha.
— E vocês transam com qualquer um? Tanto faz a pessoa?
— Não, óbvio que não, também não somos doentes. É igual com casais únicos. Se rolar uma química, vai fundo, mas se não, não acontece nada. — respondi eu, querendo amenizar um pouco.
— E eu seria comida? — disse Sabrina sem vergonha, quase mostrando os peitos pra fora.
— Fala você. — me disse Luciana, jogando a responsa pra mim.
— A verdade é que, com todo respeito ao Federico e sempre no plano objetivo e sem ofender...
— Fala, responde pra ela. — disse Federico com um sorriso.
— Sim, com certeza. — falei, dizendo a pura verdade, que era que queria chupar esses peitos desde o primeiro momento que entrei naquela casa.
Sabrina corou mais do que podia e ficou sem palavras.
- É que vocês dois são muito gostosos. - Completou Luciana, que naquele momento já me segurava pela pica que saía por um lado do short.
- E você tá que racha o chão, Lu. - Disse Federico.
- Essa conversa tá me dando calor. Vamos pra piscina? Tomar um champanhe lá? - Convidou Sabrina.
- Bora. - Disse Luciana e se levantou. No caminho, fez uma daquelas coisas que eu amo na personalidade dela. Foi tirando a parte de cima do biquíni e mergulhou sem pensar, de peitos de fora.
- Vem que tá uma delícia - nos convidou, levantando os braços e mostrando os peitos de propósito.
Eu me aproximei da borda e sentei com as pernas dentro d'água. Federico disse que já voltava, que ia buscar o champanhe.
Sabrina ficou parada no pé da escada da piscina, meio travada, sem saber bem o que fazer.
- Entra, Sabri, e tira o sutiã, vai, que tá linda. -
Meio hesitando, ela se virou e tirou a parte de cima do biquíni pela cabeça. Se escondendo os peitos com os braços cruzados, foi descendo os degraus. Tinha cara de quem tava fazendo uma travessura e adorando. Quando a água bateu na cintura, ela soltou aquele par lindo e vimos tudo em todo esplendor. Eram grandes, um pouco caídos, com mamilos redondos e rosados. Tavam meio durinhos por causa da excitação e da água.
- Tô com um pouco de vergonha. - Disse ela.
- Qual é, não tem problema. Além do mais, com esse peitoral, olha pra mim com meu par de passas caídas. - Exagerou Luciana pra soltar ela.
- Os teus são ótimos. Os meus caíram bastante com a amamentação. -
- Mas não, você tá muito bem. Ou não, Leo? - Me perguntou Luciana.
- A verdade é que são lindos. - Falei.
Luciana me puxou pra dentro d'água me segurando pelos pés. Lá dentro, começou a tentar tirar meu short de banho.
- Já que estamos, vamos ficar todos pelados. Vai, Leo, se liberta do tela.-
- Sim! – disse Sabrina, e vi ela jogar a tanga por cima da cabeça, caindo na borda da piscina. – Com o Fede, a gente sempre entra pelados. É alucinante de noite, ver as estrelas e sentir a água te acariciando.
Luciana fez o mesmo e também jogou meu short na borda. Federico apareceu e ficou pasmo, nos vendo rir como adolescentes pelados e tesudos. Com uma garrafa de champanhe numa mão e umas taças na outra, ele fez a única coisa que restava naquele momento. Largou tudo no chão, tirou a sunga e nos mostrou, em toda sua dimensão humana, a piroquinha depilada dele. Se jogou de bombinha no meio da gente, e nós quatro nos abraçamos em roda e dançamos algo parecido com uma cumbia da moda.
Eu sentia os peitos da Sabrina balançando do meu lado. Apertei ela contra mim, ela se deixou levar e eu beijei ela. Ela se agarrou em mim que nem carrapato na minha perna debaixo d'água. A mão dela foi direto na minha pica, que já tava na mão da Luciana. Juntas começaram a me punhetar subaquaticamente e a beijar meu pescoço. Federico se ajeitou atrás delas e começou a apalpar a bunda das duas, como se tivesse pesando. Dava pra ver a cara de tesão dele, decidindo qual cu tocar melhor e primeiro.
Abracei os três e nos beijamos. As línguas se juntaram numa só putaria, onde não importava quem era quem. Éramos quatro gozando.
– Vamos sair, nos secar e foder – disse Sabrina, na mais estrita ordem de prioridades.
– Vocês têm camisinha? A gente não trouxe – falou Luciana.
– Não, a gente usa pílula, faz anos que não compro uma camisinha – disse Federico.
– Então vamo, rápido, num kiosque, urgente – falei, e saí da piscina na hora, vestindo o short. Federico fez o mesmo. Assim, do jeito que estávamos, bêbados, descalços e sem camisa, saímos na rua com uma nota de cem na mão até o kiosque da esquina, que, por um desses acasos da vida, tava aberto naquela hora.
– Tô com um tesão que não baixa a pica, Leo – ele disse, mostrando a protuberância que se formava. debaixo do short.
— E como a gente faz?
— O quê?
— A gente fode todo mundo? A gente olha? Como é?
Peguei ele pelo pescoço e falei:
— Do jeito que você quiser, Fede...
— E entre nós?
— Do jeito que o Fede quiser!
Chegamos no kiosque, compramos umas caixas de camisinha daquelas que vêm com gel e voltamos. Ele estava calado, parecia querer me dizer algo. Antes de abrir a porta, ele se animou.
— Tenho fantasias de chupar um pau algum dia.
— Vamos ver como tudo rola, Fede. Eu não tenho problema nenhum com nada. — respondi.
Ao entrar na sala, Federico parou e me segurou pelo braço. Se abaixou e começou a chupar meu pau. Fez de um jeito desajeitado, claramente era a primeira vez que fazia, mas com uma tesão tão grande que me deixou de pau duro. Ele queria enfiar tudo e não conseguia. Depois peguei ele pela cabeça e comecei a bombar um pouco. A respiração dele mostrava que tava esquentando.
— Tá afim de chupar meu pau! — falei levantando ele.
— Vamos ver o que as minas tão fazendo. Não vamos ficar só nós dois, o melhor é todo mundo junto. — falei. E entramos em casa.
— Chegamos! — gritou Federico pro ar.
— No quarto... — ouviu-se a voz da Luciana do andar de cima.
Subimos bem acelerados. Ao entrar no quarto, vimos a Sabrina deitada de barriga pra cima na cama de casal, pelada, com as pernas abertas e sendo chupada pela Luciana. Os peitos dela caíam pros lados, enormes. Ela tava com as mãos atrás da nuca.
— Alguém com pau pra foder essa mulher, que não aguenta mais de tesão! — disse Luciana se levantando.
— Vem, Fede, enfia em mim, papai, vai! — disse Sabrina apertando os próprios bicos.
Federico tirou o short e se jogou em cima da mulher dele. Já falei que o pau dele era bem pequeno e depilado. Depilada também tava a buceta da Sabrina. Ele enfiou e começou a bombar bem rápido em cima dela, que gemia quase gritando e segurando ele pelos ombros. Eu e a Luciana sentamos na beira da cama vendo eles. Ela encostou as costas no meu peito. e eu comecei a acariciar o clitóris dela por trás. Devagar. Mais do que tudo, a gente curtiu ver eles fodendo. São claramente um casal estabelecido. Têm um ritmo que é obviamente conhecido pros dois. Ela olhava nos olhos dele. Ele, de vez em quando, olhava pra gente vendo eles. Luciana começou a molhar a buceta de tesão. Ela se mexia devagar. Num momento, ela pega a mão da Sabrina e aperta forte. Ela olha pra ela com uma cara muito safada. Fecha os olhos.
Vejo os peitos dela balançando pra cima e pra baixo com a bombada e fico de pau duro. Não quero interromper o Federico, mas a única coisa que me interessa naquele momento é meter em Sabrina e chupar os peitos dela.
Federado goza ruidosamente dentro dela. Ele goza e me convida.
- Vai Leo, continua você, ela ainda não gozou.
- Vai Leo, me dá essa pica - completou Sabrina.
Coloquei uma camisinha e penetrei ela sem esperar mais. A buceta dela tava ultra molhada. Senti como ela apertou quando entrei. Vi finalmente os peitos dela entre minhas mãos e comecei a foder ela forte. Ela ofegava e gemia alto. Ainda tava com a mão da Luciana segurando. Fechou os olhos e gozou num orgasmo longo e forte. Senti a buceta dela pulsando em volta do meu pau.
- Continua, não para. - ela me disse.
E eu continuei, claro. Vi o Federico deitado do nosso lado. Ele tava segurando a porra do pau que já tava duro de novo. Luciana começou a chupar ele. Via a pica lisinha entrando e saindo da boca da minha mulher. Ela fazia com habilidade, segurando os ovos dele. Federico tava gozando igual um louco. Eu também tava gozando de foder a Sabrina, que pedia mais e mais. Debaixo de mim, ela mexia a cintura toda safada de novo. Depois de uns minutos, ela gozou de novo. Dessa vez um pouco mais calma.
Com os peitões da Sabrina nas mãos e vendo a Luciana chupar meu amigo, gozei dentro dela quase junto.
Saí de dentro dela, tirei a camisinha e limpei o pau com uns rolos de papel toalha que a Luciana com certeza trouxe pra isso.
Sabrina tinha virado, e Deitada de bruços, ela olhava com estranheza enquanto o marido era chupado. Vi a bunda dela e a da minha mulher, que também estava de bruços, e meu pau endureceu de novo. Preferi a Luciana e comecei a chupá-la. Ela abriu um pouco as pernas pra minha língua chegar melhor no destino, que era exatamente enfiar no cu dela com gosto. Adoro sentir o ânus dela. Comecei primeiro passando a língua suavemente, aproveitando as dobras e os cantinhos do buraco. Depois, fui pressionando aos poucos pra dentro, sentindo o caminho se abrir. Ela foi relaxando devagar pra facilitar. Enquanto fazia isso, ouvia os gemidos do Federico, que parecia não acreditar no que tava rolando. Quando olhei, vi que a Sabrina também tinha entrado na brincadeira e tava chupando os ovos dele e a área embaixo, antes do cu. A Luciana agarrou as pernas dele, levantou e falou pra Sabrina:
— Chupa a bunda dele.
Ela hesitou um instante. Dava pra ver que nunca tinha feito aquilo. Depois se decidiu e mergulhou de cabeça no rabo. Via a cabeça dela se mexendo de um lado pro outro violentamente. Federico tava alucinando com a nova experiência. Luciana sentou na cara dele e fez ele chupar a buceta dela enquanto continuava segurando as pernas dele levantadas e abertas.
Depois de uns minutos, soltou as pernas e se preparou pra comer ele. Pegou uma camisinha e colocou. Abriu um sachê de gel e, derramando no pau, me disse:
— Vou aproveitar esse pau médio gostoso pra enfiar no meu cu. — dito isso, foi enfiando devagar. Em pouco tempo já tava cavalgando forte.
— Viu que é especial pra bunda? — disse a Sabrina.
— É uma delícia — respondeu Luciana, gozando.
Via o pau entrando no cu e ela se movendo em cima dele. Sabrina olhava extasiada. Agarrei a cintura dela por trás pra colocá-la de quatro.
— Posso? — perguntei.
Ela hesitou um momento e concordou com a cabeça, não muito convencida. Coloquei a camisinha e comecei a acariciar a buceta dela com a mão. Tava bem molhada. Aproximei A pica e eu fui enfiando de pouquinho. Ela não falava nada. Comecei a comer ela, mas logo ela se soltou. Me olhou com um sorriso triste e disse:
— Me desculpa, mas prefiro foder com o Fede.
— Tudo bem, sem problemas.
— Mas se quiser chupar meus peitos, eu adoraria.
Claro que aceitei. Ela deitou de barriga pra cima, com a cabeça bem perto da do Federico. Começou a beijar ele na boca. Eu chupava os peitos dela com gosto enquanto batia uma pra ela com a mão direita. Via os dois se beijando. Luciana me segurou pelo braço, me afastando dos peitos da Sabrina pra deixar eles sozinhos. Assim, deitados um do lado do outro, continuaram se beijando. Federico passou a mão sobre ela e começou a tocar ela. Ela, por sua vez, pegou na pica dele e juntos começaram a gozar sem a gente.
Do lado da cama tinha um sofá pequeno. Sentei lá e Luciana sentou em cima de mim, de costas, enfiando a pica na buceta. Ela me comeu naquela posição enquanto eu via os nossos anfitriões gozando, tão envolvidos no que estavam fazendo que acho que esqueceram da nossa presença. Minha mulher se virou e me comeu até gozarmos juntos.
Quando olhamos de novo pra ver o que eles estavam fazendo, continuavam na mesma. Agarrados nas virilhas um do outro, se beijando de olhos fechados. Então saímos do quarto, descemos pro quintal pra refrescar um pouco na piscina. O champanhe ainda estava no mesmo lugar onde o Federico tinha deixado. Abrimos e entramos na água com as taças. A noite estava terminando. As primeiras luzes do amanhecer começavam a aparecer. Brindamos. Ficamos em silêncio por um tempo, curtindo o amanhecer e os pássaros.
Pouco depois eles desceram. Vinham de mãos dadas. Sentaram na borda da piscina.
— Que delícia, galera! — disse Sabrina. — Adorei. A gente tava precisando de sexo. Valeu.
Agradecemos eles por nos deixarem entrar na vida deles.
Voltamos de táxi com o sol já bem alto. Naquele dia, dormimos até o fim da tarde.
7 comentários - Fodendo com os amigos
Mañana los puntos...