SEI QUE NÃO É O CERTO, MAS A GENTE ÀS VEZES CEDE À TENTAÇÃO!!!Eu devia ter uns 28, minha irmã uns 20. Ela era uma mina realmente gostosa, alta, magra, um peitão bonito e cara de puta. Sempre me dei muito bem com ela, a gente brincava junto e compartilhava todos os segredos, mas já fazia quase um ano que eu notava ela diferente, tinha virado uma mulherão, e na minha opinião, até demais. Ela sempre se vestia de um jeito ousado, e eu sempre via ela com algum cara, sempre diferentes e mais velhos que ela. Claramente, ela tava se divertindo pra caralho. Nunca me falou nada, mas um dia encontrei um pacote de camisinha meio vazio na bolsa dela. Parecia que ela transava igual uma louca, e isso me irritava. Eu, com meus vinte anos, ainda era virgem, e olha que eu tinha um pau de tamanho considerável, mas claro, você não vai sair por aí falando isso pras minas. Naquela época, eu era muito tímido.
Tudo começou um dia, eu tava tomando banho. Saí do chuveiro como sempre, me secando na frente do espelho, pelado, assobiando uma música distraído, quando percebi que a porta estava entreaberta. Quando fui fechar, me deparei com minha irmã atrás, me olhando. Na hora, me cobri com a toalha e fiquei vermelho que nem um pimentão.
— Mas o que você tá fazendo aí? — falei.
— Não sabia que você tinha um tão grande — ela disse. Aquilo me fez ficar ainda mais envergonhado. Não lembro o que eu gaguejei e fechei a porta correndo, enquanto ouvia minha irmã rindo atrás.
Por uns dois dias, tentei evitar ela, tava muito envergonhado, mas notei que ela cada vez me dava mais atenção, sempre queria falar comigo, e bom, passava mais tempo em casa. Uma semana depois, quando achei que tudo já tinha sido esquecido, era sexta à noite, nossos pais tinham saído pra passar o fim de semana fora. Eu tava no meu quarto estudando, terminando um trabalho no computador. Aí ela entrou. Era verão, então ela só tava usando uma camiseta de manga curta que chegava na metade da coxa, era minha. Fazia tempo que não dava as caras, vinha descalça e quase não ouvi ela entrar.
— O que você tá fazendo? — me perguntou. Me pegou meio desprevenido. Olhei pra ela, tava uma gostosa, as coxas brilhando na luz artificial e os peitos marcando na camiseta, dois biquinhos no meio daquelas duas montanhas.
— Terminando um trampo — falei, voltando pro computador.
— Você tem acesso à internet, né?
— Tenho — respondi sem tirar os olhos do serviço, precisava terminar logo.
— Por que você não me explica como funciona, por favorzinho? — pediu.
— Não tenho tempo, preciso acabar isso.
— Qual é, maninho, só um pouquinho, nunca vi como funciona — disse ela, mas era mentira óbvia, acho que ninguém da nossa idade nunca entrou na internet, mas ela se aproximou, senti o calor do corpo dela, bagunçou meu cabelo com carinho, do jeito que fazia quando queria me pedir algo.
— Tá bom, mas só um pouquinho, depois você vai e me deixa terminar isso — falei. Ela ficou atrás de mim, quase dava pra sentir os peitos dela pairando sobre meus ombros, e olha, comecei a ficar meio excitado. Pensei: "É minha irmã!", mas ela é muito gostosa. Mostrei uns sites de busca e umas páginas curiosas, queria que ela fosse embora logo.
— Bom, isso é legal, mas sei que tem páginas mais divertidas — ela disse. Olhei pra ela surpreso.
— Páginas mais divertidas? Do que você tá falando?
— Qual é, não se faz de bobo, aposto que você já viu um monte de vezes, páginas eróticas, páginas pornô, sei que tem um monte, me mostra uma, vai.
— Mas cara, o que você tá dizendo, como vou te mostrar isso? — falei.
— Qual é, não seja idiota, se você pode ver, eu também posso, vai, me mostra uma e eu te deixo terminar esse trampo importante.
— Tá, mais uma e você vai — falei, mas meu pulso tava tremendo. Ia mostrar porno pra minha irmãzinha, tava louco ou o quê? Bom, naquele momento eu faria qualquer coisa pra ficar sozinho, de qualquer jeito, do jeito que tava excitado, ia entrar um pouco mais tarde pra bater uma punheta. Já ia esquentando.
Entramos nessa página, tinha um monte de fotos organizadas, comecei pelas de nu feminino, como sempre fazia. Depois de olhar umas quantas fotos, ela me disse:
— Bom, e não tem caras? — verdade que eu não sabia, nunca tinha olhado, mas lá estavam, uns caras enormes, com umas pirocas enormes, aquilo pareceu interessar ela mais. Aí ela virou minha cadeira e sentou no meu colo, eu tava de bermuda, então dava pra sentir o calor pela minha perna. Ela sentou só numa das minhas coxas, abrindo as pernas, e eu pude sentir o calor e a dureza da bunda dela, tava me deixando louco. Meu pau começou a crescer por baixo do shorts, e cada vez ficava mais evidente, mas minha irmã continuava vidrada na tela.
— Que interessante, me deixa o mouse agora, por favor — ela pediu. Verdade que, do jeito que tava, quase não alcançava o mouse, deixei com ela. Quase apoiei uma mão na coxa dela, mas no último segundo me toquei e coloquei no braço da cadeira. Sinceramente, pra quem nunca tinha entrado no site, ela se virava muito bem. Depois de ver a pasta de caras, passou pra de hardcore, aí a coisa começou a esquentar de verdade.
— Uff — ela dizia. — Que absurdo! — eu já não conseguia falar, meu pau tava apertado na bermuda como mil demônios. Aí ela abriu o link de hardcore-teenagers, começaram a aparecer fotos de minas não muito mais velhas que minha irmã transando como umas loucas. — Já viu o suficiente, por favor, amadurece — falei, ela me olhou com um sorriso.
— Só mais um pouquinho, por favor! — aí ela olhou pra minha virilha, meu pau lutava pra sair do cativeiro e o volume era inacreditável. Vi ela passar a língua no lábio e voltar pra tela. Antes, ela se levantou um pouco pra levantar a camiseta, agora ela caía pros lados da minha perna, e minha coxa tava em contato direto com a virilha dela. Pude sentir que ela tava de fio dental, daqueles que entram no meio da bunda. pernas, e que ela estava muito excitada, muito quente. Ela continuava olhando as fotos, enquanto começou a se mexer um pouco entre minhas pernas, esfregando-se na minha coxa, primeiro bem devagar, depois foi acelerando. Eu estava prestes a estourar a calça.
—Irmãozinho, você acha que eu sou mais gostosa que essas garotas? — Ela disse, eu não sabia o que responder, então algo dentro de mim que não era eu disse: —Bom, elas estão peladas… — Nesse momento eu tapei a boca, tentei me corrigir — Quer dizer, não é a mesma coisa… — Ela mordeu um pouco o lábio inferior, como se estivesse pensando. Levantou-se. —Isso se resolve fácil — disse enquanto tirava a camiseta na minha frente, não usava sutiã, como eu já imaginava, e os peitos dela começaram a balançar, estavam brilhando, fazia muito calor e tinha algumas gotas de suor nas tetas, o que as deixava ainda mais desejáveis. Fiquei de boca aberta, sem saber o que dizer.
—Claro, essas garotas devem parecer mais gostosas pra você, fazendo o que fazem e te deixando tão excitado — disse ela enquanto se sentava em cima de mim, agora sentia a buceta dela bem em cima do meu pau, ela se encostou em mim e começou a passar os peitos na minha cara. —Você me deseja, né? Me deseja! Eu te desejo igual uma louca, desde que te vi pelado não pensei em outra coisa senão te fazer meu, irmãozinho, e hoje à noite não passa — disse, enquanto se abaixava e ficava entre meus joelhos, afrouxou o cordão da minha calça e puxou meu pau pra fora, ele saltou feito uma mola.
—Aaaah, é grande mesmo. Irmãozinho, você é um egoísta, como não me disse que tinha isso tão incrível entre as pernas? — disse enquanto começou a bater uma pra mim, eu estava sem fala, então senti os lábios dela pousarem na ponta da minha cabecinha, ela começou a chupar, eu continuei parado enquanto minha irmã me fazia o primeiro boquete, aquilo era muito melhor do que eu jamais imaginei.
—Para, para — falei — Nunca fiz isso, sou virgem — falei. —Cara, com esse troço que você tem e ainda não comeu ninguém? Tia? Suas amigas são umas idiotas, ou será que você é que é?
— Não, não, eu gosto de garotas, gosto muito, mas. — Então vou ser a primeira. Vou descabaçar meu irmãozinho, ai! isso me deixa ainda mais excitada — ela disse enquanto tirava a tanga, agora eu conseguia ver a bucetinha dela, a tia depilava, só tinha um restinho de pelo na parte de cima, eu não conseguia parar de olhar, os peitos dela, a buceta dela.
— Você gosta de mim? — ela perguntou. Eu balancei a cabeça.
— Quer chupar minha bucetinha? — eu disse que sim, então ela me pegou pela mão e me levou até a cama, quase caí, estava com a calça no tornozelo, tirei e fiquei pelado. Ela se deitou na cama e abriu as pernas, eu me coloquei entre elas, tinha um cheiro estranho, a coisa mais excitante que já tinha cheirado, comecei a lamber a buceta dela, a chupar, depois comecei a lembrar das fotos e dos vídeos que tinha visto, abri os lábios da buceta dela e passei a língua por eles, senti que estavam muito molhados, separei mais e enfiei a língua toda, até onde dava, minha irmãzinha se contorcia na cama gemendo.
— Ahhh irmão, como você é bom, continua enfiando a língua, continua! — ela gritava, eu continuei com a língua, mas agora também usei um dedo, que enfiava e tirava da buceta dela, ela pareceu perder o controle naquele momento, senti uma onda molhada e quente jorrando na minha boca, ela começou a gritar e a gemer que nem uma louca.
— Ahhhhhhhh, ela tinha gozado na minha cara, a piranha. — Me fode, me fode — ela começou a gritar, eu estava alucinando, ali estava minha irmã deitada na minha cama, pelada, me pedindo para foder ela, e o pior é que eu queria fazer, era o que eu mais desejava. Então me joguei nela, obviamente na primeira tentativa não consegui nem enfiar, esmaguei contra a virilha dela e pensei que ia quebrar, ela se levantou um pouco, me olhou enquanto gemia.
— Olha só o que uma irmãzinha tem que fazer pelo irmão mais velho — ela disse enquanto colocava a ponta na entrada da buceta dela, então eu... Empurrei, e quase toda a minha pica deslizou pra dentro da buceta dela. Tava tão molhada que não foi difícil.
-Ahhhhh- ela gritou, mas ainda faltava um bom pedaço. Comecei a empurrar até enfiar tudo, e pelo grito que ela deu, nunca tinha entrado um calibre igual ao meu naquela buceta.
-Aaaaaaahhhhhhhhhh, siiiiiiiim, ohhhhhhhhhhhhhh, que delícia ahhhhhhhhhhh- ela gritava e ofegava, se contorcendo igual uma cobra. Eu comecei a furar ela, devagar no começo, mas aos poucos fui esquentando. Parei de pensar que era minha irmã, era a primeira mina que eu tava comendo, e virei um bicho. Metia nela igual um louco, mas ela parecia gostar mais do que eu. Apertava os peitos dela, ou me jogava por cima pra morder eles. Fiquei ali, curtindo ela, parecia que tava no paraíso. Aí senti que ia gozar, e bateu um medo.
-Vou gozar, vou gozar- falei. Ela me segurou e apertou as pernas. -Goza dentro, goza dentro, quero seu leite, ahhh- gritava. Eu não aguentei mais e descarreguei todo o meu sêmen dentro dela. Tava lá, esvaziando a mangueira que parecia que nunca ia parar de jorrar porra, e ela gritando igual uma louca. No fim, caí exausto em cima dela.
-Foi incrível- falei. Ela me olhou e a gente se beijou.
-Eu tirei sua virgindade, mas agora quero que você seja o primeiro- ela disse. Não entendi direito. -Como assim?
-Como você sabe, já transei antes, mas nunca deram pra mim pelo cu. E quero que você seja o primeiro. Tô com um pouco de medo, porque você tem uma pica muito grande, mas eu desejo tanto isso... Então quero que você arrebente meu cuzinho, irmãozinho- eu olhei pra ela, alucinado. Se foder já me deixava a mil, a ideia de comer o cu de uma mina era a coisa mais luxuriosa que eu já tinha imaginado.
Primeiro, precisava recuperar minha pobre pica. Então me deitei, e ela se ajeitou em cima da cama. Dava pra ver o sêmen escorrendo da buceta dela e descendo pelas pernas. Ela percebeu, pegou um pouco com os dedos e levou à boca, depois começou a acariciar o próprio corpo. contra o meu, ela acabou colocando os peitos no meu pau, que começava a crescer e crescer de novo, pra terminar o serviço ela me chupou como sempre tinha visto nos filmes, até que começou a ficar difícil enfiar o pau todo, eu já tava durasso.
- Espera aí um pouco - ela falou, enquanto pulava da cama e saía do quarto, eu comecei a bater uma enquanto esperava, ela voltou depois de um tempo com um pote, era vaselina, me deu e ficou de quatro em cima da cama. - Beleza, cê sabe o que tem que fazer, né? - ela disse, me olhando com cara de safada. Eu abri o pote, passei bem nos meus dedos e fiquei atrás dela.
- Tomei um banho caprichado - ela falou, isso soou como "chupa aqui", então comecei fazendo um dedinho, depois comecei a passar a língua pra umedecer, sentia o esfíncter dela abrindo e fechando com a minha língua. - Ahhhhhhh, ela gritava, aí comecei a passar vaselina no cu inteiro dela, passei mais um pouco em mim, verdade é que olhava pro meu pau e praquela abertura e pensava que nunca ia conseguir meter, passei um pouco no meu pau também.
- Vai logo, não aguento mais esperar, tô gozando igual uma louca só de pensar - então abri as pernas dela, coloquei o pau na entrada da bunda dela, e comecei a meter, no começo foi fácil, tava bem lubrificada e a cabeça do meu pau entrou sem muito problema.
- Aaaayyyyyyyy, ela gritou, mas só tinha a ponta dentro, o resto foi mais complicado, era tão apertadinha, fui empurrando e empurrando cada vez mais forte pra enfiar o pau todo, ela não parava de gritar o tempo inteiro.
- Aahhhhhhhhh, que dor, como eu gosto, continua, quero ele todo na minha bunda, quero ahhhhhhh tudo - gritava minha irmãzinha enquanto eu sodomizava ela, não sei quanto tempo demorei, mas no final consegui empalar ela toda, minha irmã tava muito tensa, as costas arrepiadas, gritava igual uma possessa, aí comecei a foder a bunda dela, empalava pra dentro e pra fora uma vez e outra, ela perdeu completamente o controle. - Arrebenta meu cu, Me arrebenta, aaaaauuuuggggggg que delícia, como eu gooozooo, ela gritava, eu também perdi completamente o controle, metia nela como se fosse uma plataforma de petróleo, sem piedade, me agarrei nos peitos dela pra enfiar mais fundo, e sentir o toque mais gostoso, cada vez ficava mais fácil meter e tirar, e sinceramente, como tinha acabado de gozar, minha resistência tava incrível, pensei que íamos desmaiar os dois.
- Espera, aggg, espera, quero ficar por cima, quero ficar por cima: ela disse ofegante, então eu me deitei na cama, com as costas apoiadas na cabeceira, ela montou em mim, apoiou as pernas nos meus joelhos e se deixou empalar, acho que foi ainda mais fundo, ela tremia enquanto eu metia de novo, continuou ofegando, agora eu me agarrei nos peitos dela e não soltava mais, ela pulava em cima de mim, cada vez que descia eu empurrava ela pra cima pra furar mais fundo.
- Aaahhhhhhhhhhhhhh - eram os gritos dela a cada estocada, estávamos completamente encharcados de suor, ela com uma mão começou a se estimular a buceta, era como uma fonte de fluidos, aí eu não aguentei mais, dessa vez nem perguntei, descarreguei toda a minha carga no cu dela, ela arqueou as costas, eu me apertei contra ela e agarrei os peitos dela com mais força, ela virou a cabeça e nossas línguas se fundiram enquanto minhas últimas gotas de porra saíam dentro do cu sodomizado da minha irmãzinha.
Tudo começou um dia, eu tava tomando banho. Saí do chuveiro como sempre, me secando na frente do espelho, pelado, assobiando uma música distraído, quando percebi que a porta estava entreaberta. Quando fui fechar, me deparei com minha irmã atrás, me olhando. Na hora, me cobri com a toalha e fiquei vermelho que nem um pimentão.
— Mas o que você tá fazendo aí? — falei.
— Não sabia que você tinha um tão grande — ela disse. Aquilo me fez ficar ainda mais envergonhado. Não lembro o que eu gaguejei e fechei a porta correndo, enquanto ouvia minha irmã rindo atrás.
Por uns dois dias, tentei evitar ela, tava muito envergonhado, mas notei que ela cada vez me dava mais atenção, sempre queria falar comigo, e bom, passava mais tempo em casa. Uma semana depois, quando achei que tudo já tinha sido esquecido, era sexta à noite, nossos pais tinham saído pra passar o fim de semana fora. Eu tava no meu quarto estudando, terminando um trabalho no computador. Aí ela entrou. Era verão, então ela só tava usando uma camiseta de manga curta que chegava na metade da coxa, era minha. Fazia tempo que não dava as caras, vinha descalça e quase não ouvi ela entrar.
— O que você tá fazendo? — me perguntou. Me pegou meio desprevenido. Olhei pra ela, tava uma gostosa, as coxas brilhando na luz artificial e os peitos marcando na camiseta, dois biquinhos no meio daquelas duas montanhas.
— Terminando um trampo — falei, voltando pro computador.
— Você tem acesso à internet, né?
— Tenho — respondi sem tirar os olhos do serviço, precisava terminar logo.
— Por que você não me explica como funciona, por favorzinho? — pediu.
— Não tenho tempo, preciso acabar isso.
— Qual é, maninho, só um pouquinho, nunca vi como funciona — disse ela, mas era mentira óbvia, acho que ninguém da nossa idade nunca entrou na internet, mas ela se aproximou, senti o calor do corpo dela, bagunçou meu cabelo com carinho, do jeito que fazia quando queria me pedir algo.
— Tá bom, mas só um pouquinho, depois você vai e me deixa terminar isso — falei. Ela ficou atrás de mim, quase dava pra sentir os peitos dela pairando sobre meus ombros, e olha, comecei a ficar meio excitado. Pensei: "É minha irmã!", mas ela é muito gostosa. Mostrei uns sites de busca e umas páginas curiosas, queria que ela fosse embora logo.
— Bom, isso é legal, mas sei que tem páginas mais divertidas — ela disse. Olhei pra ela surpreso.
— Páginas mais divertidas? Do que você tá falando?
— Qual é, não se faz de bobo, aposto que você já viu um monte de vezes, páginas eróticas, páginas pornô, sei que tem um monte, me mostra uma, vai.
— Mas cara, o que você tá dizendo, como vou te mostrar isso? — falei.
— Qual é, não seja idiota, se você pode ver, eu também posso, vai, me mostra uma e eu te deixo terminar esse trampo importante.
— Tá, mais uma e você vai — falei, mas meu pulso tava tremendo. Ia mostrar porno pra minha irmãzinha, tava louco ou o quê? Bom, naquele momento eu faria qualquer coisa pra ficar sozinho, de qualquer jeito, do jeito que tava excitado, ia entrar um pouco mais tarde pra bater uma punheta. Já ia esquentando.
Entramos nessa página, tinha um monte de fotos organizadas, comecei pelas de nu feminino, como sempre fazia. Depois de olhar umas quantas fotos, ela me disse:
— Bom, e não tem caras? — verdade que eu não sabia, nunca tinha olhado, mas lá estavam, uns caras enormes, com umas pirocas enormes, aquilo pareceu interessar ela mais. Aí ela virou minha cadeira e sentou no meu colo, eu tava de bermuda, então dava pra sentir o calor pela minha perna. Ela sentou só numa das minhas coxas, abrindo as pernas, e eu pude sentir o calor e a dureza da bunda dela, tava me deixando louco. Meu pau começou a crescer por baixo do shorts, e cada vez ficava mais evidente, mas minha irmã continuava vidrada na tela.
— Que interessante, me deixa o mouse agora, por favor — ela pediu. Verdade que, do jeito que tava, quase não alcançava o mouse, deixei com ela. Quase apoiei uma mão na coxa dela, mas no último segundo me toquei e coloquei no braço da cadeira. Sinceramente, pra quem nunca tinha entrado no site, ela se virava muito bem. Depois de ver a pasta de caras, passou pra de hardcore, aí a coisa começou a esquentar de verdade.
— Uff — ela dizia. — Que absurdo! — eu já não conseguia falar, meu pau tava apertado na bermuda como mil demônios. Aí ela abriu o link de hardcore-teenagers, começaram a aparecer fotos de minas não muito mais velhas que minha irmã transando como umas loucas. — Já viu o suficiente, por favor, amadurece — falei, ela me olhou com um sorriso.
— Só mais um pouquinho, por favor! — aí ela olhou pra minha virilha, meu pau lutava pra sair do cativeiro e o volume era inacreditável. Vi ela passar a língua no lábio e voltar pra tela. Antes, ela se levantou um pouco pra levantar a camiseta, agora ela caía pros lados da minha perna, e minha coxa tava em contato direto com a virilha dela. Pude sentir que ela tava de fio dental, daqueles que entram no meio da bunda. pernas, e que ela estava muito excitada, muito quente. Ela continuava olhando as fotos, enquanto começou a se mexer um pouco entre minhas pernas, esfregando-se na minha coxa, primeiro bem devagar, depois foi acelerando. Eu estava prestes a estourar a calça.
—Irmãozinho, você acha que eu sou mais gostosa que essas garotas? — Ela disse, eu não sabia o que responder, então algo dentro de mim que não era eu disse: —Bom, elas estão peladas… — Nesse momento eu tapei a boca, tentei me corrigir — Quer dizer, não é a mesma coisa… — Ela mordeu um pouco o lábio inferior, como se estivesse pensando. Levantou-se. —Isso se resolve fácil — disse enquanto tirava a camiseta na minha frente, não usava sutiã, como eu já imaginava, e os peitos dela começaram a balançar, estavam brilhando, fazia muito calor e tinha algumas gotas de suor nas tetas, o que as deixava ainda mais desejáveis. Fiquei de boca aberta, sem saber o que dizer.
—Claro, essas garotas devem parecer mais gostosas pra você, fazendo o que fazem e te deixando tão excitado — disse ela enquanto se sentava em cima de mim, agora sentia a buceta dela bem em cima do meu pau, ela se encostou em mim e começou a passar os peitos na minha cara. —Você me deseja, né? Me deseja! Eu te desejo igual uma louca, desde que te vi pelado não pensei em outra coisa senão te fazer meu, irmãozinho, e hoje à noite não passa — disse, enquanto se abaixava e ficava entre meus joelhos, afrouxou o cordão da minha calça e puxou meu pau pra fora, ele saltou feito uma mola.
—Aaaah, é grande mesmo. Irmãozinho, você é um egoísta, como não me disse que tinha isso tão incrível entre as pernas? — disse enquanto começou a bater uma pra mim, eu estava sem fala, então senti os lábios dela pousarem na ponta da minha cabecinha, ela começou a chupar, eu continuei parado enquanto minha irmã me fazia o primeiro boquete, aquilo era muito melhor do que eu jamais imaginei.
—Para, para — falei — Nunca fiz isso, sou virgem — falei. —Cara, com esse troço que você tem e ainda não comeu ninguém? Tia? Suas amigas são umas idiotas, ou será que você é que é?
— Não, não, eu gosto de garotas, gosto muito, mas. — Então vou ser a primeira. Vou descabaçar meu irmãozinho, ai! isso me deixa ainda mais excitada — ela disse enquanto tirava a tanga, agora eu conseguia ver a bucetinha dela, a tia depilava, só tinha um restinho de pelo na parte de cima, eu não conseguia parar de olhar, os peitos dela, a buceta dela.
— Você gosta de mim? — ela perguntou. Eu balancei a cabeça.
— Quer chupar minha bucetinha? — eu disse que sim, então ela me pegou pela mão e me levou até a cama, quase caí, estava com a calça no tornozelo, tirei e fiquei pelado. Ela se deitou na cama e abriu as pernas, eu me coloquei entre elas, tinha um cheiro estranho, a coisa mais excitante que já tinha cheirado, comecei a lamber a buceta dela, a chupar, depois comecei a lembrar das fotos e dos vídeos que tinha visto, abri os lábios da buceta dela e passei a língua por eles, senti que estavam muito molhados, separei mais e enfiei a língua toda, até onde dava, minha irmãzinha se contorcia na cama gemendo.
— Ahhh irmão, como você é bom, continua enfiando a língua, continua! — ela gritava, eu continuei com a língua, mas agora também usei um dedo, que enfiava e tirava da buceta dela, ela pareceu perder o controle naquele momento, senti uma onda molhada e quente jorrando na minha boca, ela começou a gritar e a gemer que nem uma louca.
— Ahhhhhhhh, ela tinha gozado na minha cara, a piranha. — Me fode, me fode — ela começou a gritar, eu estava alucinando, ali estava minha irmã deitada na minha cama, pelada, me pedindo para foder ela, e o pior é que eu queria fazer, era o que eu mais desejava. Então me joguei nela, obviamente na primeira tentativa não consegui nem enfiar, esmaguei contra a virilha dela e pensei que ia quebrar, ela se levantou um pouco, me olhou enquanto gemia.
— Olha só o que uma irmãzinha tem que fazer pelo irmão mais velho — ela disse enquanto colocava a ponta na entrada da buceta dela, então eu... Empurrei, e quase toda a minha pica deslizou pra dentro da buceta dela. Tava tão molhada que não foi difícil.
-Ahhhhh- ela gritou, mas ainda faltava um bom pedaço. Comecei a empurrar até enfiar tudo, e pelo grito que ela deu, nunca tinha entrado um calibre igual ao meu naquela buceta.
-Aaaaaaahhhhhhhhhh, siiiiiiiim, ohhhhhhhhhhhhhh, que delícia ahhhhhhhhhhh- ela gritava e ofegava, se contorcendo igual uma cobra. Eu comecei a furar ela, devagar no começo, mas aos poucos fui esquentando. Parei de pensar que era minha irmã, era a primeira mina que eu tava comendo, e virei um bicho. Metia nela igual um louco, mas ela parecia gostar mais do que eu. Apertava os peitos dela, ou me jogava por cima pra morder eles. Fiquei ali, curtindo ela, parecia que tava no paraíso. Aí senti que ia gozar, e bateu um medo.
-Vou gozar, vou gozar- falei. Ela me segurou e apertou as pernas. -Goza dentro, goza dentro, quero seu leite, ahhh- gritava. Eu não aguentei mais e descarreguei todo o meu sêmen dentro dela. Tava lá, esvaziando a mangueira que parecia que nunca ia parar de jorrar porra, e ela gritando igual uma louca. No fim, caí exausto em cima dela.
-Foi incrível- falei. Ela me olhou e a gente se beijou.
-Eu tirei sua virgindade, mas agora quero que você seja o primeiro- ela disse. Não entendi direito. -Como assim?
-Como você sabe, já transei antes, mas nunca deram pra mim pelo cu. E quero que você seja o primeiro. Tô com um pouco de medo, porque você tem uma pica muito grande, mas eu desejo tanto isso... Então quero que você arrebente meu cuzinho, irmãozinho- eu olhei pra ela, alucinado. Se foder já me deixava a mil, a ideia de comer o cu de uma mina era a coisa mais luxuriosa que eu já tinha imaginado.
Primeiro, precisava recuperar minha pobre pica. Então me deitei, e ela se ajeitou em cima da cama. Dava pra ver o sêmen escorrendo da buceta dela e descendo pelas pernas. Ela percebeu, pegou um pouco com os dedos e levou à boca, depois começou a acariciar o próprio corpo. contra o meu, ela acabou colocando os peitos no meu pau, que começava a crescer e crescer de novo, pra terminar o serviço ela me chupou como sempre tinha visto nos filmes, até que começou a ficar difícil enfiar o pau todo, eu já tava durasso.
- Espera aí um pouco - ela falou, enquanto pulava da cama e saía do quarto, eu comecei a bater uma enquanto esperava, ela voltou depois de um tempo com um pote, era vaselina, me deu e ficou de quatro em cima da cama. - Beleza, cê sabe o que tem que fazer, né? - ela disse, me olhando com cara de safada. Eu abri o pote, passei bem nos meus dedos e fiquei atrás dela.
- Tomei um banho caprichado - ela falou, isso soou como "chupa aqui", então comecei fazendo um dedinho, depois comecei a passar a língua pra umedecer, sentia o esfíncter dela abrindo e fechando com a minha língua. - Ahhhhhhh, ela gritava, aí comecei a passar vaselina no cu inteiro dela, passei mais um pouco em mim, verdade é que olhava pro meu pau e praquela abertura e pensava que nunca ia conseguir meter, passei um pouco no meu pau também.
- Vai logo, não aguento mais esperar, tô gozando igual uma louca só de pensar - então abri as pernas dela, coloquei o pau na entrada da bunda dela, e comecei a meter, no começo foi fácil, tava bem lubrificada e a cabeça do meu pau entrou sem muito problema.
- Aaaayyyyyyyy, ela gritou, mas só tinha a ponta dentro, o resto foi mais complicado, era tão apertadinha, fui empurrando e empurrando cada vez mais forte pra enfiar o pau todo, ela não parava de gritar o tempo inteiro.
- Aahhhhhhhhh, que dor, como eu gosto, continua, quero ele todo na minha bunda, quero ahhhhhhh tudo - gritava minha irmãzinha enquanto eu sodomizava ela, não sei quanto tempo demorei, mas no final consegui empalar ela toda, minha irmã tava muito tensa, as costas arrepiadas, gritava igual uma possessa, aí comecei a foder a bunda dela, empalava pra dentro e pra fora uma vez e outra, ela perdeu completamente o controle. - Arrebenta meu cu, Me arrebenta, aaaaauuuuggggggg que delícia, como eu gooozooo, ela gritava, eu também perdi completamente o controle, metia nela como se fosse uma plataforma de petróleo, sem piedade, me agarrei nos peitos dela pra enfiar mais fundo, e sentir o toque mais gostoso, cada vez ficava mais fácil meter e tirar, e sinceramente, como tinha acabado de gozar, minha resistência tava incrível, pensei que íamos desmaiar os dois.
- Espera, aggg, espera, quero ficar por cima, quero ficar por cima: ela disse ofegante, então eu me deitei na cama, com as costas apoiadas na cabeceira, ela montou em mim, apoiou as pernas nos meus joelhos e se deixou empalar, acho que foi ainda mais fundo, ela tremia enquanto eu metia de novo, continuou ofegando, agora eu me agarrei nos peitos dela e não soltava mais, ela pulava em cima de mim, cada vez que descia eu empurrava ela pra cima pra furar mais fundo.
- Aaahhhhhhhhhhhhhh - eram os gritos dela a cada estocada, estávamos completamente encharcados de suor, ela com uma mão começou a se estimular a buceta, era como uma fonte de fluidos, aí eu não aguentei mais, dessa vez nem perguntei, descarreguei toda a minha carga no cu dela, ela arqueou as costas, eu me apertei contra ela e agarrei os peitos dela com mais força, ela virou a cabeça e nossas línguas se fundiram enquanto minhas últimas gotas de porra saíam dentro do cu sodomizado da minha irmãzinha.
3 comentários - Sexo com minha irmã!!!!