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Compêndio IComo curiosidade, na quinta à tarde, Lizzie e Marisol me convenceram a ir comemorar o Dia de São Patrício, mesmo nenhuma de nós tendo ascendência irlandesa.
Na real, a gente não participa muito das festividades que rolam na Austrália, mas queríamos celebrar a prática de Marisol e a volta às aulas de Lizzie.
As pequenas se divertiram pra caramba com o desfile e as cores das ruas. Marisol e eu decidimos experimentar a cerveja de raiz, já que Lizzie insistia pra gente provar a de verdade, mas com minhas recusas constantes, ela acabou bebendo dois copos sozinha.
O mais engraçado pra Marisol foi que, quando fica bêbada, Lizzie vira um amorzinho e não parava de me abraçar, fazer carinho, me dar beijos intermináveis na boca e soltar discursos sem fim sobre o quanto me amava e me admirava.
Já tinha passado por isso na minha terra, na noite em que a levei praquele bar e quase rolou sexo ao ar livre, mas não achei certo fazer isso com ela naquele estado.
Pedi pra Marisol sentar atrás e cuidar das nossas filhas, enquanto nossa babá incapacitada ia no banco do carona. Não demorou nem eu apertar o cinto dela e dar a volta no carro pra um ronco poderoso me receber quando eu ia ligar o motor.
Como se fosse mais uma filha, cuidei de levá-la pro quarto, tirar a roupa dela e cobri-la, situação que de manhã cobrou o preço, porque ela achou errado que Marisol tinha feito aquilo, mas no fim me agradeceu toda envergonhada por ter cuidado e respeitado ela naquele estado, e que não muitos homens na minha situação teriam feito o mesmo.
Mas, mesmo achando lindo o que escrevi sobre nós, Marisol queria que eu continuasse com o que rolou entre Hannah e eu.
“Conta como você viveu aquilo…” ela me pediu, com aqueles olhos verdes lindos e brilhantes, e por isso resolvi imitar um pouco o título dela. Marisol soube desde o começo e eu não quis ouvir: que Hannah queria ficar comigo.
Eu não acreditava nela, porque, sinceramente, via a Hannah como se fosse uma amiga naqueles momentos, nem sentia ciúmes do Douglas e achava que esses sentimentos eram correspondidos pela minha amante.
No entanto, a intuição da minha esposa estava certa e, com o passar dos dias, comecei a me convencer também.
Na terça-feira, Hannah nos pediu, muito irritada no café da manhã, que fôssemos mais discretos se fossemos transar. Dan achava tudo muito engraçado e não parava de rir, e Iris parecia concordar com a dona da casa.
Depois de me desculpar com sincero arrependimento, entendendo que os sobrinhos dela são impressionáveis e que fomos inconvenientes, Hannah pareceu se recuperar do desaforo e nos mostrou, muito mais animada, o programa que tinha preparado para nós.
Talvez essa seja uma das grandes diferenças com a Marisol. Hannah, de um jeito muito parecido com o meu, tenta cobrir todos os imprevistos possíveis e tinha vários planos para conhecermos a cidade.
Entre eles, estava o Discovery Centre, que é uma espécie de museu interativo e, como a Marisol mencionou, tinha um planetário.
Os sobrinhos de Hannah nos olharam aflitos, porque amam demais a tia deles e, como esse tipo de passeio em família é melhor aproveitado em grupo, ofereci para eles nos acompanharem.
No museu, Hannah se comportou quase como uma guia turística, mostrando cada exposição mais para mim do que para os sobrinhos dela.
Mas, apesar de tudo, eu queria compartilhar a experiência mais com minha esposa e minhas pequenas, e os sobrinhos de Hannah eram muito inquietos, exceto o Lucca, por negligência dos pais.
Timmy tem 5 anos e é um mimado malcriado, e Mark, de 7, um chorão incorrigível e inconsolável. Até minhas pequenas olhavam confusas para os surtos estridentes deles.
Por isso, quando vi a exposição do planetário, me vi numa tremenda encruzilhada, já que uma oportunidade como isso não se repetiria num futuro próximo.
Marisol, com seu coração doce, soube me entender e ficou cuidando das pequenas, acompanhada pelo Lucca, enquanto Hannah e os garotos entravam comigo.
As poltronas eram bem confortáveis. Mark e Timmy sentaram do lado esquerdo da tia deles, enquanto eu fiquei do direito.
As luzes se apagaram e, enquanto o teto se iluminava, a mão de Hannah encontrou a minha, apoiada no encosto.
Olhei pra ela na penumbra e ela me deu um sorriso, entrelaçando os dedos dela com os meus, e aquele gesto passou completamente despercebido pra mim naquele momento. Pouco depois, os sobrinhos de Hannah começaram a chorar porque tinham se machucado, e tivemos que tirar eles pra não atrapalhar o resto dos visitantes.
Saí um pouco decepcionado, porque era um desejo que eu tinha há anos e não consegui ver por mais de 2 minutos. Mas, diferente de nós, Dan e Iris têm suas próprias preocupações, e essas são as maneiras que os filhos deles usam pra chamar a atenção, por isso me enchi de amor das minhas pequenas.
Mas me recompus e levei todo mundo pra tomar sorvete, pra espantar o mau humor.
Quando voltamos pra mansão, o Douglas já tinha chegado, e uma das empregadas disse que ele estava com a Iris no escritório.
Não faço ideia de quanto tempo eles ficaram lá, e nem desconfiei de nada estranho, já que a Iris ia confessar pra Marisol o jeito dela de ver a vida no dia seguinte, e eu tinha ficado com a primeira impressão de que a Iris era uma esposa apaixonada e fiel ao marido.
Mas o que mais me chamou a atenção foi que, além de encontrá-los levemente nervosos e sentados nas duas pontas do sofá, a camisa do Douglas estava desabotoada nos dois últimos botões de cima.
Meu pai foi militar, e era comum pra mim vê-lo de camisa e gravata. Mas, às vezes, mesmo quando chegava em casa e podia relaxar de boa, ele continuava quase tão impecável quanto quando saiu.
Diante do meu escrutínio constante, a Iris o Ele se desculpou, dizendo que tinha tido um dia exaustivo e que, quando chegamos, ele estava dando uma massagem nela. Douglas não ousava me olhar…
Mas Hannah estava radiante. Ela contou, com muita alegria, como tinha se divertido no museu, e eu percebia ela suspirar e se exaltar levemente quando me olhava. E, embora o marido dela tentasse demonstrar interesse, o cansaço físico dele era evidente.
Sugeri que saíssemos para dançar, para aliviar as tensões e quebrar a rotina, mas Douglas, bem educado, respondeu que “Aquilo não era o estilo dele” e que preferia se retirar para descansar no quarto.
Iris, por sua vez, argumentou que precisava cuidar das filhas (algo que Marisol e eu nunca vimos fisicamente) e que também aproveitaria para ir dormir cedo.
Condescendente com o entusiasmo da esposa, Douglas aceitou que ele a levasse para dançar…
“Se ela quisesse…” — um gesto que a encheu de alegria e que Hannah retribuiu com beijos quentes nas bochechas.
Assim, acabamos indo parar numa casa noturna que Hannah frequentava quando ela e Douglas eram namorados, o “Ambar”.
No entanto, nós três nos sentimos deslocados, porque, embora a maioria dos frequentadores fosse tão jovem quanto Marisol, estávamos mais a fim de conversar, e a música era alta.
Foi nesse momento que minha esposa sugeriu que eu tirasse Hannah para dançar. Ela ficou bem envergonhada, mas Marisol se desculpou dizendo que eu sempre a tiro para dançar quando lavo a louça — algo que também faço com Hannah.
Teve músicas rápidas, onde nós dois tivemos que improvisar. Mas também teve músicas lentas, e Marisol, com um sorrisão, não perdia detalhe do jeito que Hannah se segurava na minha cintura e enterrava os cabelos dourados na altura do meu peito.
Claro, também dancei algumas músicas com Marisol. Mas, apesar de eu tentar beijar os lábios dela de vez em quando, minha esposa se recusava, já que Hannah também estava nos observando.
Quando vi que a ponta do nariz da minha esposa estava brilhando de suor, decidi ir… Pedir umas bebidas e, enquanto esperava o pedido, umas mulheres comentavam super animadas que ia começar a competição de dança masculina. Perguntei pra bartender como eu podia me inscrever, porque queria dar uma surpresa pra elas, e ela disse que era com o DJ, mas que eu tinha que me apressar, porque as vagas eram limitadas e o prêmio principal era 150 dólares. Por isso, mal deixei as bebidas com elas e já me mandei.
Por sorte, a maioria dos "participantes" que se inscreve nesse concurso (a Marisol fica brava se eu escrevo que são jovens, já que ela não me considera velho) são uns caras que querem se exibir pras mulheres, com passos de dança sofisticados e corpos definidos, esquecendo que as minas também gostam de homens que fazem elas rirem e que não têm vergonha de passar vergonha.
Escolhi "Love me again", do John Newman, pra dançar, porque desde que vi o filme com a Hannah na fazenda (um onde o protagonista era obrigado a morrer todo dia pra impedir uma invasão alienígena), a música ficou na minha cabeça. E a escolha foi sortuda, porque meus movimentos duros conseguiram se coordenar com o ritmo e acabei tirando um nada desprezível terceiro lugar.
A Marisol e a Hannah não paravam de sorrir pra mim e perguntar de onde eu tinha tirado aqueles passos ou quando eu tinha praticado, mas as duas me olhavam com a mesma tensão sexual e safadeza.
E foi só quando voltei pra mansão que vi o quanto minha esposa estava certa sobre os sentimentos da minha amante. Notei um sorrisinho gelado no rosto pálido dela enquanto nos despedíamos no corredor do segundo andar. Ela sabia que a Marisol não ia me deixar em paz naquela noite e que, provavelmente, a gente ia transar até tarde, enquanto ela tinha que voltar pro marido cansado dela.
Tentei falar alguma coisa, mas a Marisol literalmente me arrastou quase que no chão pro quarto e tirou minha roupa num piscar de olhos. Nesse aspecto, reconheço que sou um que sortudo, porque desde a primeira vez que a Marisol me fez um boquete, meu pau passou a ser um apêndice dela.
Ainda lembro da excitação que senti naquela noite, na casa dos pais dela, enquanto a Marisol me masturbava sem parar e como ela, com sua inocência característica, decidiu que o melhor jeito de esconder minha gozada iminente era usando a boca dela.
Assim que senti os lábios dela coroarem com muita ternura a minha glande, gozei toda a minha carga e fiquei besta vendo ela engolir tudo.
A partir daquele momento, a Marisol me dava boquetes descomunais. Virou quase um ritual que, antes de eu começar a dar aula pra ela, ela me chupasse "pra se concentrar melhor" ou "pra acalmar os nervos" e, cada vez, me fazia gozar mais e mais.
Até hoje, ela continua me dando todas as manhãs que a gente fica junto. Quando ela tem aula na faculdade e está atrasada, me dá uns boquetes tempestivos e devastadores que acabam comigo.
Mas se ela tem tempo, vai provando devagar, metendo e tirando como se fosse uma chupeta, enquanto tenta acordar mais calma.
E nas tardes preguiçosas de domingo, antes de voltar ao trabalho e sempre que não preciso me despedir da Lizzie, a gente deita no quarto e ela fica bem tranquila, desabotoando minha calça e colocando meu pau na boca dela por umas 2 horas.
Mas aquela noite foi particularmente espetacular. O olhar dela era cheio de tesão e o jeito que ela tirou meu cinto foi praticamente desesperado.
Fiquei nervoso, porque quando minha esposa fica assim, não importa a resistência que eu ganhei nesse tempo. A Marisol sabe perfeitamente quais pontos morder, beijar, lamber e pegar com as mãos pra fazer qualquer esforço meu de me segurar ser completamente inútil.
E eu tinha que fechar meus olhos e tentar não pensar muito no prazer que ela tava me dando, enquanto ela, com olhos safados e cheios de alegria, via minha indefensão diante de uma prática tão foda.
Com maestria, ela chupou até a base do Eu peguei no meu pau com força, com muita violência, puxei ele pra fora, deixando pendurado um fiozinho fino misturado com saliva e líquido pré-seminal. Depois, senti os lábios dela pressionarem com muita ternura a parte de baixo do meu pau, deslizando suavemente como se fosse uma gaita. Mas aí, ela continuou com a técnica de sucção de aspirador: colocou ele de volta na boca, com a minha cabeça a centímetros de encostar na úvula dela e criou um vácuo sem igual, dando pra ver as covinhas fofas do jeito que as bochechas dela se contraíam.
Era difícil resistir, porque os olhos verdes dela brilhavam de luxúria e ela suspirava sem controle, tentando não ceder com tanta facilidade. Mas a Marisol pouco se importou e eu perdi essa batalha de forma deplorável. Contente, ela chupou todo o meu leite de novo e tratou de beijar ele e deixar limpinho, pronto pra segunda rodada.
Foi nesses momentos, enquanto minha esposa e melhor amiga lambia as próprias mãos, feito a gata que ela gosta de ser, que ela me perguntou: "Então foi só improvisação?" com um tom alegre e safado, enquanto descobria os peitos dela.
Essa revelação ainda me impressiona, porque como eu contei pra quem leu "seis por oito", minha esposa não era a mais sortuda nos peitos e agora, depois da gravidez e uns traços genéticos herdados da mãe dela, os peitos dela estão generosos e enormes. Então ver como eles aumentavam de volume, uma vez soltos, fazia a cabeça do meu pau coçar de novo e ainda mais, se ela, sabendo do meu gosto por esse tipo de atributo, colocava meu brinquedo entre eles, me dando um paizuri ou uma cubana de parar o coração.
E é que qualquer um que vê a Marisol na rua, pode imaginar ela como uma garota inocente e virginal, que não tem consciência da sensualidade do corpo dela e desperta todo tipo de fantasia nesse estilo, quando a verdade é que comigo ela já praticou grande parte delas, algumas mais elaboradas, e ela tá sempre disposta a experimentar sensações novas. O mais excitante era ver os bicos dos peitos dela durinhos, erguidos como diamantes, enquanto minha esposa, com muito mais carinho do que antes, beijava a ponta com os lábios, balançando os peitos dela bem devagar.
A língua dela subia pela parte de baixo da minha glande, se alongando como se lambesse um sorvete suculento e descia de novo com a mesma ternura detalhada, seguindo o traço das minhas veias e eu podia sentir a respiração do nariz dela enquanto fazia isso.
Aí, ela virava pra me olhar, sorria pra mim e com as mãos dela, sufocava meu pau apertando ele com os peitões enormes dela, me fazendo suspirar de satisfação e ela beijava ele de novo, como se estivesse apaixonada.
Mas a Marisol ainda queria mais de mim e do mesmo jeito que me faz sofrer e me deixa na expectativa, completamente indefeso, soltou os peitos dela e segurou a ponta do meu pau pra lamber, beijar e mordiscar minhas bolas.
Eu já começava a soltar mais porra na ponta e os dedos dela começavam a sentir, mas ela não tava nem aí.
Eu olhava pra ela e o olho felino dela continuava safado e no controle, enquanto o resto da cara dela se escondia atrás do meu pau dilatado e como se quisesse que eu não olhasse daquele jeito, lambia minha bola como se quisesse me distrair.
Eu já não aguentava mais, mas a Marisol insistia fazendo anéis apertados com os dedos dela, como se precisasse de mais incentivos pra soltar minha gozada rápida com essas atenções todas.
E é que ela lambia com malícia a base, com os dedos dela se mexendo rápido e sem parar.
Eu contraí minhas pernas, tentando me segurar e foi quando mais uma vez, a boca ardente da minha amada esposa vinha me salvar, mergulhando ele no manto quente e babado dela e com a língua fazendo cócegas na ponta da minha glande, como se quisesse dizer que tava tudo bem.
Minha segunda descarga foi ainda mais violenta que a primeira, chegando a sentir uma leve dor na minha glande pela pressão da descarga.
Mais uma vez, as bochechas da Marisol inchavam, como se fosse um esquilo e algumas lágrimas, com uma Olhar de surpresa. Mas, igual da outra vez e como se os líquidos que tinha nos lábios fossem solenes, ela os engolia de novo, saboreando com as bochechas coradas.
Eu não queria mais guerra, porque a Marisol já tinha me feito gozar 2 vezes em menos de meia hora e continuava balançando minha glande, batendo ela nas bochechas dela com muito entusiasmo e brincadeira.
As lambidas dela subiam uma e outra vez e eu podia sentir que, mais uma vez, eu tava ficando duro de novo, mas já sem muito mais pra dar.
Por isso, a primeira semana de férias eu tava praticamente sofrendo, porque sou bom na cama, mas quando me deixam levar no meu ritmo.
Com minha esposa me dando 2 boquetes seguidos de manhã, a Lizzie me dando mais 2 depois do almoço, mais uma hora de trepar na cozinha e terminar à noite trepando outras 3 vezes com minha mulher, na quinta-feira eu me sentia vazio e devorava tudo que achava na geladeira, com um cansaço que ia dos meus ombros até meus tornozelos.
Mas voltando àquela noite, a Marisol não tava nem aí se eu tava vazio e, segundo ela, o gosto da minha glande também é bem gostoso pra ela, junto com o cheiro que sai dela.
Os olhos dela estavam desafiadores e o sorriso, ainda mais safado, como se dissesse “Tem mais pra me dar?”, quando ela sabe bem que preciso de uns 15 minutos de descanso pra recarregar.
Mesmo assim, aquele terceiro boquete era pra aproveitar por completo. E é que minha glande inteira vibrava com a boca dela, o sorriso e os olhos.
Ela lambia com carinho e bastante paixão, mas sem mostrar muito a vontade de provar meu recheio.
No fundo, ela se contentava em ver minha cara de bobo, enquanto curtia chupar ela dentro da bochecha, marcando o formato da minha ponta; lambendo safadamente pelos lados e, de vez em quando, batendo uma freneticamente com os anéis apertados que fazia com os dedos, quando a impaciência começava a tomar conta.
Finalmente, quando senti os espasmos característicos Antes da última gozada que eu podia dar naquela noite, ela me beijou de novo na ponta, deslizou a boca até a base, me deu um boquete perfeito e, lendo direitinho meu corpo, aplicou a técnica de sucção no momento exato da minha descarga, me causando uma sensação que dava pra classificar como quando o espírito sai do corpo.
Satisfeita e com muito carinho, ela se aninhou do meu lado, me deu um beijo suave e, com a carinha de menina, apoiada no meu peito, disse “Lindo!” antes de cair no sono.Seguinte post
1 comentários - Sete por sete (142): Minha esposa, minha amante e eu (I)