O acaso fez com que eu transasse com meu próprio pai, e ele me deu a melhor foda da minha vida.
Meu nome é María, mas desde pequena sempre me chamaram de Marieta, primeiro meus pais e meus irmãos, e depois todo mundo que me conhecia.
Sei que essa história pode parecer pesada, mas é verdadeira. Por acaso, ou coisa do destino, eu transei com meu próprio pai, e isso deu início a um relacionamento cheio de sexo e paixão com ele.
Eu sempre fui uma garota liberal. Assim que meu corpo começou a mudar, me senti atraída pelo sexo oposto, pelo prazer que era transar com alguém, e logo virei uma viciada em masturbação. Aos 16 anos perdi a virgindade, não foi nada que valesse a pena lembrar, mas depois melhorou, e eu também me tornei ativa na hora da foda.
Posso garantir que o que mais excita meus rolos é meu corpo. Curiosamente, apesar de ter acabado de fazer 18 anos, meu corpo é de menina: peitos pequenos mas durinhos, quadril estreito e uma bunda também estreita. Minha boca de lábios grossos deixa os homens loucos quando eu faço um boquete, porque eu logo decidi ser aberta, nunca melhor dizendo, na parte sexual. Minha buceta, boca e cu já tinham sido comidos muitas vezes na noite em que aconteceu o que vou contar.
Fazia meses que, talvez por acaso, eu não transava com ninguém, e, convenhamos, eu tava mais que tarada, pronta pra comer quem aparecesse. Apesar de ter muitas amigas, só minha amiga Maite é da minha total confiança, minha melhor amiga, e não demorei pra contar pra ela o que tava rolando.
— Se você não transa, é porque não quer — ela disse.
— Eu sei — falei — Mas os pivetes da nossa idade não sabem me comer do jeito que eu quero. Eu quero um homem que saiba me dar o que é meu!
Minha amiga chegou perto de mim e baixou a voz, porque a gente tava num parque.
— Eu conheço um lugar — ela disse — Onde rolam orgias a noite toda.
Eu fiquei chocada.
— É mesmo? — perguntei — Onde?
— Só pra constar, eu nunca fui — disse Maite — Mas Dizem que você entra e pode foder com quem quiser.
— Mas você não sabe onde é…
— Dizem que é neste endereço.
Ela me deu o endereço, eu não falei nada, por mais que estivesse com vontade de foder, não estava disposta a entrar lá. E se me passassem alguma doença? E se fosse mentira e um truque para atrair garotas inocentes?
Passaram-se vários dias e eu também não consegui foder, apesar de ter me masturbado pra caralho, queria mais, sentia falta do toque de um pau dentro de todos os meus buracos fodidos, o gosto de uma boa rola dentro da minha boca e a surpresa gostosa do gozo nela. Então, uma noite, criei coragem e decidi pelo menos chegar perto do lugar.
Minha mãe trabalhava como enfermeira e naquela noite estava no turno da noite, meu pai disse que ia sair com uns amigos, então eu podia falar que ia ficar em casa e depois sair, descobrir sobre aquele lugar e voltar antes que eles chegassem. E foi o que fiz.
Coloquei um vestido curto, porque era um verão quente, estava usando uma calcinha branca de renda, bem sexy, e decidi não usar sutiã, já que meus peitinhos podiam ficar soltos por serem pequenos.
Dentro de uma bolsinha pequena eu levava minhas coisas, além de uma caixa com seis camisinhas, algo que sempre carregava ali, porque nunca se sabe quando vai aparecer uma transa.
O lugar era muito longe de casa, numa cidade vizinha, atravessando uma estrada que cortava o campo, num distrito industrial, num bairro bem perigoso. Quase desisti. Como é que eu ia? Ainda estava tirando a carteira de motorista e não tinha carro. Fui até a estação de ônibus e perguntei se tinha um ônibus que fosse para aquela cidade. Por sorte, em meia hora saía um.
Vi o ônibus, subi e vinte minutos depois me deixou na praça da cidade. Durante todo esse tempo fiquei muito nervosa, tentando não pensar no que faria ao chegar lá.
Não foi difícil chegar ao distrito industrial de onde o ônibus me deixou, apesar de o bairro ser perigoso. Logo cheguei a uma fila de gente que Eu estava reunida na frente de um depósito, sem dúvida era aquele o lugar.
Fiquei enrolando, sem querer chegar muito perto, uma porta se abriu e saiu um segurança, era forte e gostoso, foi pedindo o documento de todo mundo, com certeza não queriam que menores entrassem e se metessem em encrenca. Quando toda a gente entrou, que devia ser umas vinte e cinco pessoas, ele me olhou, eu olhei pra ele e quase morri de vergonha. Aí ele fez um sinal pra eu ir, e eu me aproximei.
— Vai entrar ou eu fecho? — ele me disse.
Aquele momento foi decisivo na minha vida. Por que eu não falei não? Fácil, eu tava super tarada, tanto que teria dado até pro babuíno daquele gorila.
— Sim — eu disse.
Entreguei meu documento e entrei, enquanto me perguntava que porra eu tinha feito. Caminhei por um corredor até um balcão onde tinha uma mulher.
— São cinquenta euros — ela me disse.
Achei super caro, mas aceitei como uma pessoa hipnotizada, tudo pra aliviar minha putaria selvagem. Quando entreguei o dinheiro, ela me deu uma máscara que cobria o rosto todo e que servia pra manter o anonimato, e uma chave pequena com um número, o 3, que depois descobri ser de um armário.
— Tenho que usar o tempo todo? — perguntei, me referindo à máscara.
— Faz o que quiser — ela disse — Desde que pague…
Entrei pela única porta que tinha e vi uns vestiários, eram separados por sexo, mas só tinha mulheres. Fui até meu armário e abri, comecei a me despir.
Enquanto fazia isso, as mulheres conversavam ao meu redor, e ali descobri que naquele lugar não tinha regra nenhuma.
— Pretendo foder cinco — disse uma — Vou bater meu recorde.
— Quer se amassar comigo daqui a pouco? — perguntou uma pra outra.
— Claro — ela respondeu.
Curiosamente, essas palavras me excitaram. Que lugar! As mulheres saíram por uma porta dupla e eu, já completamente pelada, coloquei a máscara, guardei minha roupa no armário, fechei e deixei a chave pendurada, como todas tinham feito. Segui elas e todas saímos pra uma sala grande que estava em... Nas penumbras, tinha uns sofás grandes encostados nas paredes e música lounge, muita gente já tava fodendo. As mulheres, sem dizer nada, se aproximaram de vários caras e começaram a apalpar eles. Naquela hora, eu soube que ia foder tudo que pudesse e mais, porque minha buceta já ficou molhada só de pisar ali.
Milhares de homens nus fodendo, eu fiquei parada. Era só chegar num cara e foder sem mais? Não tive coragem.
Aí alguém tocou minha bunda, me virei. Um cara alto, meio grosso e careca, me olhava pela máscara.
Ele era forte, musculoso. Olhei pro pau dele, era grosso e cheio de veias, me surpreendi com o tamanho, porque até então eu só tinha provado as rolas dos meus ficantes, que não eram ruins mas também não eram boas. Aquele pauzão me fez querer ele só de olhar.
— É nova? — ele perguntou.
— Sim — falei.
— Você é muito gostosa.
— E você — respondi, sem saber bem o que dizer.
Ele não falou mais nada, pegou minha mão direita e levou até o pau dele. Eu apalpei, quente, pulsando entre meus dedos. Só de sentir ele assim, como um bicho vivo, minha buceta começou a ficar molhada sozinha. Aí ele levou a mão até lá e eu senti os dedos dele acariciando minha xereca, comecei a gemer, sentindo os dedos esfregando minha vulva. Com a outra mão, ele começou a apertar meu peito esquerdo, beliscando o mamilo e esfregando.
— Que gostosa que você é — ele disse — Gostou do meu pau?
— Gostei muito — falei, quase sem conseguir falar — Que grosso que ele é.
Ele parou de me tocar e me puxou de repente pra perto dele.
— Vem cá — disse — Não aguento mais, vou te foder.
Ele me abraçou forte e esfregou minha bunda, eu senti o corpo quente dele, louco pra me penetrar.
Ele me levantou com força e eu me agarrei nele com os braços e as pernas. Ali, de pé, ele abriu minha buceta com os dedos e eu procurei o pau dele com a mão, coloquei ele na entrada da minha xereca molhada, e ele me deixou cair.
Nós dois gritamos de prazer como dois porcos no cio. O pau entrou na minha xereca quase forçando, porque nunca tinha entrado um pau daquele tamanho ali. —Ahaaaa —eu gritei— Que gorda, porra, você tá rasgando minha buceta.
Mas ele não parou, pelo contrário, começou a me rebolar enquanto se mexia, sem dúvida sabia como foder uma novinha inexperiente como eu. Eu me desmanchava de dor, mas adorava estar ali e não queria estar em outro lugar. Ali começou a melhor noite, sexualmente falando, da minha vida.
Em cima daquele desconhecido, comecei a gemer sem nenhuma vergonha, porque ao nosso redor também gemiam e gritavam de prazer. Todas as mulheres eram fodidas pelos homens como putas vulgares, eu inclusa, e essa ideia me excitava, junto com aquela pica que me fodia sem parar, sem parar, chegando até o fundo do meu ser. Enquanto me penetrava tão selvagemente, eu gritava por baixo da minha máscara, o roçar do pau dele com o interior da minha bocetinha me fazia ter orgasmos quase seguidos, minha buceta escorria de gosto.
—Ahaaaa, ahaaaa —eu gritava.
Eu estava quase desmaiada de prazer. O cara gritava enquanto me penetrava, me balançando com as mãos que apertavam minha bunda.
Entre todos os gemidos e gritos de estranhos, se ouviam barbaridades que excitariam até o papa de Roma, incluindo as minhas e as do meu amante.
—Ohooo, isso —ele dizia— Sente minha pica, que gostoso é te foder, sua putinha.
—Oh —eu gritava— Não para, não para, vou gozar contigo, vai, me fode, me fode mais.
Por fim, senti que ia ter um orgasmo incrível, melhor que todos os pequenos que tive sendo aberta por aquele pauzão. Quase exausta, minha vergonha tinha ido embora. Muitas mulheres e homens tinham tirado suas máscaras, algo que atrapalhava na hora de fazer um boquete. Sabia que queria chupar um bom pau, então tirei a máscara. O cara tirou a dele também, sem parar de nos foder como animais.
Quando vi quem era, não soube como reagir.
—Papai!
Meu pai me olhou, todo suado, estava me fodendo! Sentia o rabo dele me abrindo depressa. O acaso fez com que eu transasse com meu próprio pai. —Marieta! —exclamou ele.
Talvez o certo fosse ter nos separado naquele momento, mas não fizemos isso. Quem é que ia interromper uma foda daquelas?
Tentei me afastar, mas meu pai não tava a fim de me soltar. Me puxou com força pra perto dele, a gente se olhou de frente, ele parou de se mexer e eu também. Parecia que ele tava me perguntando ou pedindo permissão. Aí eu comecei a me mexer sem saber bem por quê, embora agora eu saiba: eu queria o pau dele, a gozada dele dentro de mim.
Meu pai então começou a me mover de novo enquanto se mexia também, e a gente tava transando igual bicho.
Ver ele ali, com aquele olhar de tesão por mim, pela própria filha, me excitou como nunca. Por que aquilo me deixava com tanto tesão? Não sei, mas a ideia de que o pau do meu pai tava arrombando minha bucetinha me fez subir aos céus.
— Nãooo, ahaaa — eu gemia enquanto sentia a vara dele me furando — Não para agora, não para...
Me agarrei nele sabendo que ia me encher de esperma. Nos olhando de frente, gozamos juntos. Eu de boca aberta, toda suada, ele sem tirar os olhos de mim.
— Siim! — gritei — Tô gozandooo!
— Ahaaaa! Siim! Marieta!
Um jato enorme de porra me encheu. Me agarrei nele quase desmaiada, até lágrima de prazer escorreu. Depois senti outro jato, tão violento quanto o primeiro, e mais um.
Aí ele continuou me movendo, me dando as últimas gotas da gozada dele. Minha buceta escorria, sujando o chão.
— Me fode — sussurrei no ouvido dele, morrendo de vontade de mais sexo.
— Que ninguém nos descubra — ele disse — Senão a gente se ferra.
Me carregou no colo, com o pau ainda dentro de mim, até um dos futons. Lá tinha dois casais transando. Meu pai me largou de costas no meio deles e se deitou em cima de mim. O pau dele precisava de um tempo pra ficar duro de novo, então começou a acariciar meus peitos. Eu não aguentei e beijei ele. Queria provar a saliva do papai, sentir a língua dele na minha. E foi o que fiz. Papai respondeu gostoso ao beijo, nossas bocas babavam uma na outra. e a língua dela brincava com a minha, nunca tinham me beijado de um jeito tão profissional.
Levei minha mão até o pau dela e senti ele quente e pegajoso, comecei a acariciar, sentindo cada veia, a cabeça coroando o tronco de carne, senti vontade de enfiar ele dentro de mim de novo.
Papai baixou a cabeça, começou a beijar meu peito e depois lambeu meu mamilo direito, me fazendo sentir um choque de prazer.
Eu comecei a gemer enquanto ele chupava meus peitos.
—Ahaaa, sim, chupa eles.
Eu me contorcia enquanto meu pai fazia maravilhas com meus peitinhos, como ele brincava com o mamilo, como beijava o seio e acariciava com dois dedos a auréola rosada, sem dúvida ele sabia como fazer, não consegui evitar imaginá-lo fodendo minha mãe, será que ele chupava os peitos dela igual a mim? Não tinha dúvida, porque tava claro que ele era um profissional.
—Ohoo, sim, são seus—eu gemia.
Os beijos desceram pela minha barriga devagar e logo senti os lábios no meu púbis, ele era meio peludinho, mas não o suficiente pra ser desagradável, olhei pra ele impressionada.
—O que... o que você vai fazer?—perguntei confusa.
Meu pai olhou pra mim de lá da minha buceta, sorriu e abriu a boca, senti uma lambida em toda a minha rachinha e um arrepio me percorreu de cima a baixo, apesar de ninguém poder me ensinar mais nada sobre sexo, nunca tinham me chupado a buceta.
—Ahaa—eu gemia me agarrando aos lençóis—Minha buceta.
Imediatamente papai começou a chupar ela, ele rodeava com os lábios, enfiava a língua dentro de mim e mexia, fazendo eu sentir pequenos choques orgásmicos, lambia meu clitóris enquanto as mãos dele apertavam meus peitos, eu só gemia.
—Ahaaaa, siiiim, Ohoooo.
Por vários minutos eu fiquei naquela glória sexual, os melhores da minha vida, sentindo pequenos orgasmos enquanto a língua do meu pai devorava meu sexo molhado, mal conseguia falar uma palavra do prazer que sentia.
Até que finalmente veio um orgasmo imenso.
—Oh—olhei pra ele—Sim, vou gozar, to gozando na Sua boca.
Meu pai, em vez de parar, acelerou aquele cunnilingus, levou as mãos pra minha bunda e apertou minha buceta contra a boca dele, eu comecei a gritar de prazer enquanto gozava.
--Siim, Ahaaaaa.
Meu líquido se espalhou pelo queixo do papai, com certeza ele engoliu muito e saboreou, depois se levantou e me olhou, o pau dele já tava duro de novo, eu abri as pernas o máximo que pude e ele veio na minha direção, mesmo eu tendo gozado, minhas coxas estavam encharcadas do meu orgasmo, queria mais e mais sexo, não reconhecia a puta em que eu tinha me transformado.
Papai se deitou sobre mim e eu peguei o pau quente e pulsante dele, coloquei na entrada da minha buceta e ele enfiou de uma vez, de novo senti a cabeça abrindo minha xereca, sem parar de olhar na cara um do outro ele me penetrou de novo.
--Ahaaaa—gritei—Sim, enfia até o fundo.
--Siim, toma, gostosa—gemeu ele.
Começou uma nova fodida, no meio daqueles dois casais, que como nós gemiam de prazer, meu pai me fodia de um jeito bestial, sem se importar se eu gostava ou não, e curiosamente isso me excitava de um jeito incrível, o pau dele chegava até o fundo da minha buceta, entrando a toda velocidade, eu tentava gemer, mas a cada estocada esse gemido era interrompido, ele me empurrava pra frente e nossos corpos colidiam naquela cópula selvagem. "Chop, chop".
--Ahaaaa--gritei entrecortada—Para, que você vai me destruir.
Mas papai não parava, e essas palavras talvez excitassem ele ainda mais.
Eu tava quase desmaiada, ele empurrou uma última vez e parou, o jato enorme de porra me encheu de novo, senti fundo, gostei, olhei na cara dele e nos beijamos de novo enquanto outro jato, e depois outro, me enchiam.
Depois ficamos assim, parados, uns minutos, nos beijando e nos acariciando.
--Escuta—ouvimos de repente.
Nós dois olhamos pro casal que fodava do lado, eram jovens, o cara tinha cabelo loiro e era bem bonito, a mulher tinha, tenho que admitir, o corpo melhor que o meu, com peitos maiores e melhor rabo.
—Vamos mudar um pouco?
—Sim —disse meu pai sem pensar duas vezes.
Ele se afastou de mim e eu fiquei deitada, quase desfalecida. A mulher foi até ele e meu pai a colocou de quatro no chão, a menos de um metro de mim, de onde eu podia ver tudo perfeitamente, tanto eu quanto o loiro. A mulher se deixou fazer, porque estava claro que, assim como eu, ela tinha aceitado ser um objeto sexual.
Meu pai enfiou no cu dela de uma vez, fazendo-a gemer.
—Ahu.
O loiro se posicionou sobre mim, eu olhei pro rosto dele e senti o corpo suado contra o meu, e não consegui evitar ficar excitada. Nenhum de nós quatro disse nada. Eu sentia o pau alheio me abrindo, era mais comprido, embora não mais grosso que o do papai.
Começamos a foder. Eu, quando não olhava e beijava aquele homem, olhava pro papai, que metia com violência naquela mulher enquanto me encarava.
—Ahaaa —eu gemia —Sim, mais, não para.
Só se ouviam gemidos naquela sala, onde não existia vergonha. Não demorei pra gozar de novo, embora aquele orgasmo não fosse nada comparado aos que meu pai tinha me dado. O loiro gozou dentro de mim depois e se afastou. A mulher começou a gritar junto com o papai.
—Toma, siiiim —gritou papai.
—Sim —gritou a mulher —Enche meu cu.
Nós dois vimos eles gozarem. Depois, o casal foi pro outro lado do quarto, onde tinha outros casais.
Eu não me mexi. Tava dolorida, exausta, suada, fodida e bem fodida. Meu pai se mandou, começou a conversar com uma mulher mais velha que tava sozinha.
Dois homens vieram até mim e me colocaram de pé. Eu me deixava levar. Os dois já não usavam máscaras, não eram lá muito bonitos, os corpos eram normais e os paus também, mas ali não existiam gostos nem regras. Aquela orgia era uma anarquia de sexo e suor.
Os dois começaram a me tocar pelo corpo todo. Um ficou atrás de mim e começou a pegar no meu cu e nos meus peitos. Eu peguei nas pirocas deles, duras e quentes, e comecei a acariciar e masturbar, sentindo as Veias e suas batidas, loucas pra entrar em mim. O cara na minha frente tava passando a mão na minha buceta, esfregando com força, eu gemia de tesão, meu pai começou a foder a mulher no chão ali mesmo.
O cara que tava mexendo na minha buceta me puxou pra perto dele, eu pulei e me agarrei no torso nu dele, ele segurou minha bunda com as mãos e me deixou cair, enfiou de uma vez, igual meu pai tinha feito antes, eu soltei um grito de prazer ao me sentir aberta de novo.
— Ahaaaa.
Ele começou a me foder violentamente, eu gemia agarrada no pescoço dele, mergulhada num prazer intenso, meu pai continuava metendo com força naquela mulher, empurrando ela violentamente pra frente.
Não tinha tesão melhor do que ver a gente fodendo.
O outro cara chegou por trás de mim e separou minhas nádegas com as mãos, eu adivinhei que ia arrebentar meu cu com o pau dele duro, claro que não era a primeira vez que me abriam o rabo, mas tive medo de doer.
Senti a ponta da pica no meu buraquinho, tava melada, ele empurrou e me abriu sem hesitar, doeu como sempre dói quando te entram por trás.
Me agarrei ainda mais no homem e senti a pica entrando no meu cu, abrindo as paredes do meu ânus até não caber mais e eu sentir os pelos da boceta dele contra minha entrada.
— Ahaaa — gemi — Meu cu, meu rabo, que dor.
Os dois caras começaram a me foder ritmadamente, as picas entravam ao mesmo tempo e me davam cãibras de dor, mas também de prazer, era uma dor que me excitava, igual quando me davam uns tapas na bunda antes de foder e puxavam meu cabelo pra eu chupar uma pica.
— Ugh, ugh — gemia — Isso, mais, mais.
A mulher que meu pai tava fodendo gozou, gritando por baixo da máscara, depois se levantou e foi embora, com certeza atrás de outro pau, meu pai se levantou sem tirar os olhos de mim, eu olhava pra ele enquanto era fodida pelos meus dois buracos.
Me fodiam com tanta violência que os corpos batiam no meu, eu sentia que as picas iam me encontrar dentro de mim, rompendo as barreiras entre minhas tripas e meu útero.
—Ohoo—eu gemia—Ohoo, ahaa.
Senti um orgasmo sublime enquanto aqueles caras me fodiam rápido, minha buceta gotejava no chão como se eu tivesse mijado e minha boca babava de prazer.
—Ahaaa, siiiii.
Depois começaram a me foder, se é que cabia, mais forte, como se eu fosse uma puta que eles estavam usando, como animais, nunca tinham me fodido daquele jeito! Meu pai olhava atento enquanto penetravam a filha dele, o pau dele continuava duro e eu sabia que ele estava se guardando pra mim, ele se masturbava enquanto assistia ao espetáculo.
Ver ele ali, querendo me foder de novo, me excitou ainda mais, se é que cabia, quando os dois caras gozaram eu senti outro orgasmo muito mais forte que o anterior, dessa vez quase desmaiei de prazer.
—Ohoooo, siii—eu gritei como uma verdadeira gostosa—Tô gozandooooo! Siii! Me fodam mais, mais.
Os homens gemeram quase ao mesmo tempo e primeiro senti minha buceta se encher de esperma desconhecido, quente e violento, depois minhas tripas foram surpreendidas por outra gozada, não pararam por aí, porque continuaram me penetrando, deixando os últimos restos dentro de mim, quando se separaram foram embora, já tinham me usado, não precisavam mais de mim.
Eu fiquei sentada no chão, atordoada e com porra escapando dos meus pobres buracos, estava suada e saciada como nunca, meu pai me olhou e eu olhei pra ele, sorri pra ele, o pau dele pulsava duro e eu entendi o que ele queria, o que nós dois queríamos, eu queria que a primeira vara que eu chupasse ali fosse a do papai e ele queria me dar uma boa dose de leite.
Engatinhei até ele e fiquei de joelhos, olhei pra ele enquanto pegava o pau dele e masturbava, estava ardente, era duro, grosso e cheio de veias, ereto, quase na horizontal, pronto pra ser engolido.
Abri a boca e chupei ele de uma vez, decidida, envolvi ele com meus lábios e ouvi papai gemer.
—Ohoo.
Comecei a chupar ele, a mamar, já tinha mamado muitos rabos e me considerava boa nisso, senti a mão do papai na minha nuca, ele me empurrou e eu engoli a pica toda, chegava até o fundo, eu gostava, papai começou a marcar o ritmo, procurei as bolas e acariciei devagar, ele gemia deliciosamente.
— Mmmhmmm, mammmamm.
— Vou gozar na sua boca — papai me disse.
Me sentia privilegiada por estar ali, chupando o pau do meu pai, queria dar muito prazer pra ele, que ele ficasse orgulhoso de mim.
Fios de saliva escapavam daquela mamada, sujando meu queixo e minha mão, o pinto do papai era grosso e gostoso, invadindo cada canto da minha boca sedenta de porra.
Senti a veia inchar e enfiei até o fundo da minha boca, pude sentir o precum saindo na minha garganta, escorreu dentro de mim, depois acelerei a mamada o máximo que pude e ouvi o gemido que me avisava que eu ia engolir a porra dele.
— Aqui vai, ahaaa.
A porra saiu em jatos, violentamente, nunca tinha provado uma gozada tão rápida, encheu minha boca e engoli gostoso, o sabor era meio doce, gelatinoso, quase gozei ao sentir, depois outro jato escapou safado, outro saiu ao mesmo tempo que eu tirava a pica da boca e molhou meus lábios, meu queixo, olhei pra ele enquanto batia uma pro pinto e outro jato molhou minha cara, depois outro, a cada um deles papai gemia.
— Ahaa, Ohoo.
Quando não tinha mais porra, me afastei dele, lambendo a gozada dele, papai me olhava satisfeito.
Me levantei com as pernas tremendo de tanto prazer, saí da sala e entrei no vestiário, onde tinha uns chuveiros, lá, algumas pessoas estavam tomando banho, como eu, já não queriam mais sexo, era tarde e eu sabia que tinha que ir pra casa pra minha mãe não desconfiar de nada.
Tomei banho e no vestiário vesti minha roupa, devolvi a chave e saí pra rua, tudo parecia deserto, ia indo pra estação quando alguém me chamou. Papai? Não, era o gorila, o segurança, tava a poucos passos da porta.Caminhei até ele e, enquanto fazia isso, vi que ele me olhava de cima a baixo com um olhar que só podia significar "quem dera poder te comer".
(CONTINUA)
Meu nome é María, mas desde pequena sempre me chamaram de Marieta, primeiro meus pais e meus irmãos, e depois todo mundo que me conhecia.
Sei que essa história pode parecer pesada, mas é verdadeira. Por acaso, ou coisa do destino, eu transei com meu próprio pai, e isso deu início a um relacionamento cheio de sexo e paixão com ele.
Eu sempre fui uma garota liberal. Assim que meu corpo começou a mudar, me senti atraída pelo sexo oposto, pelo prazer que era transar com alguém, e logo virei uma viciada em masturbação. Aos 16 anos perdi a virgindade, não foi nada que valesse a pena lembrar, mas depois melhorou, e eu também me tornei ativa na hora da foda.
Posso garantir que o que mais excita meus rolos é meu corpo. Curiosamente, apesar de ter acabado de fazer 18 anos, meu corpo é de menina: peitos pequenos mas durinhos, quadril estreito e uma bunda também estreita. Minha boca de lábios grossos deixa os homens loucos quando eu faço um boquete, porque eu logo decidi ser aberta, nunca melhor dizendo, na parte sexual. Minha buceta, boca e cu já tinham sido comidos muitas vezes na noite em que aconteceu o que vou contar.
Fazia meses que, talvez por acaso, eu não transava com ninguém, e, convenhamos, eu tava mais que tarada, pronta pra comer quem aparecesse. Apesar de ter muitas amigas, só minha amiga Maite é da minha total confiança, minha melhor amiga, e não demorei pra contar pra ela o que tava rolando.
— Se você não transa, é porque não quer — ela disse.
— Eu sei — falei — Mas os pivetes da nossa idade não sabem me comer do jeito que eu quero. Eu quero um homem que saiba me dar o que é meu!
Minha amiga chegou perto de mim e baixou a voz, porque a gente tava num parque.
— Eu conheço um lugar — ela disse — Onde rolam orgias a noite toda.
Eu fiquei chocada.
— É mesmo? — perguntei — Onde?
— Só pra constar, eu nunca fui — disse Maite — Mas Dizem que você entra e pode foder com quem quiser.
— Mas você não sabe onde é…
— Dizem que é neste endereço.
Ela me deu o endereço, eu não falei nada, por mais que estivesse com vontade de foder, não estava disposta a entrar lá. E se me passassem alguma doença? E se fosse mentira e um truque para atrair garotas inocentes?
Passaram-se vários dias e eu também não consegui foder, apesar de ter me masturbado pra caralho, queria mais, sentia falta do toque de um pau dentro de todos os meus buracos fodidos, o gosto de uma boa rola dentro da minha boca e a surpresa gostosa do gozo nela. Então, uma noite, criei coragem e decidi pelo menos chegar perto do lugar.
Minha mãe trabalhava como enfermeira e naquela noite estava no turno da noite, meu pai disse que ia sair com uns amigos, então eu podia falar que ia ficar em casa e depois sair, descobrir sobre aquele lugar e voltar antes que eles chegassem. E foi o que fiz.
Coloquei um vestido curto, porque era um verão quente, estava usando uma calcinha branca de renda, bem sexy, e decidi não usar sutiã, já que meus peitinhos podiam ficar soltos por serem pequenos.
Dentro de uma bolsinha pequena eu levava minhas coisas, além de uma caixa com seis camisinhas, algo que sempre carregava ali, porque nunca se sabe quando vai aparecer uma transa.
O lugar era muito longe de casa, numa cidade vizinha, atravessando uma estrada que cortava o campo, num distrito industrial, num bairro bem perigoso. Quase desisti. Como é que eu ia? Ainda estava tirando a carteira de motorista e não tinha carro. Fui até a estação de ônibus e perguntei se tinha um ônibus que fosse para aquela cidade. Por sorte, em meia hora saía um.
Vi o ônibus, subi e vinte minutos depois me deixou na praça da cidade. Durante todo esse tempo fiquei muito nervosa, tentando não pensar no que faria ao chegar lá.
Não foi difícil chegar ao distrito industrial de onde o ônibus me deixou, apesar de o bairro ser perigoso. Logo cheguei a uma fila de gente que Eu estava reunida na frente de um depósito, sem dúvida era aquele o lugar.
Fiquei enrolando, sem querer chegar muito perto, uma porta se abriu e saiu um segurança, era forte e gostoso, foi pedindo o documento de todo mundo, com certeza não queriam que menores entrassem e se metessem em encrenca. Quando toda a gente entrou, que devia ser umas vinte e cinco pessoas, ele me olhou, eu olhei pra ele e quase morri de vergonha. Aí ele fez um sinal pra eu ir, e eu me aproximei.
— Vai entrar ou eu fecho? — ele me disse.
Aquele momento foi decisivo na minha vida. Por que eu não falei não? Fácil, eu tava super tarada, tanto que teria dado até pro babuíno daquele gorila.
— Sim — eu disse.
Entreguei meu documento e entrei, enquanto me perguntava que porra eu tinha feito. Caminhei por um corredor até um balcão onde tinha uma mulher.
— São cinquenta euros — ela me disse.
Achei super caro, mas aceitei como uma pessoa hipnotizada, tudo pra aliviar minha putaria selvagem. Quando entreguei o dinheiro, ela me deu uma máscara que cobria o rosto todo e que servia pra manter o anonimato, e uma chave pequena com um número, o 3, que depois descobri ser de um armário.
— Tenho que usar o tempo todo? — perguntei, me referindo à máscara.
— Faz o que quiser — ela disse — Desde que pague…
Entrei pela única porta que tinha e vi uns vestiários, eram separados por sexo, mas só tinha mulheres. Fui até meu armário e abri, comecei a me despir.
Enquanto fazia isso, as mulheres conversavam ao meu redor, e ali descobri que naquele lugar não tinha regra nenhuma.
— Pretendo foder cinco — disse uma — Vou bater meu recorde.
— Quer se amassar comigo daqui a pouco? — perguntou uma pra outra.
— Claro — ela respondeu.
Curiosamente, essas palavras me excitaram. Que lugar! As mulheres saíram por uma porta dupla e eu, já completamente pelada, coloquei a máscara, guardei minha roupa no armário, fechei e deixei a chave pendurada, como todas tinham feito. Segui elas e todas saímos pra uma sala grande que estava em... Nas penumbras, tinha uns sofás grandes encostados nas paredes e música lounge, muita gente já tava fodendo. As mulheres, sem dizer nada, se aproximaram de vários caras e começaram a apalpar eles. Naquela hora, eu soube que ia foder tudo que pudesse e mais, porque minha buceta já ficou molhada só de pisar ali.
Milhares de homens nus fodendo, eu fiquei parada. Era só chegar num cara e foder sem mais? Não tive coragem.
Aí alguém tocou minha bunda, me virei. Um cara alto, meio grosso e careca, me olhava pela máscara.
Ele era forte, musculoso. Olhei pro pau dele, era grosso e cheio de veias, me surpreendi com o tamanho, porque até então eu só tinha provado as rolas dos meus ficantes, que não eram ruins mas também não eram boas. Aquele pauzão me fez querer ele só de olhar.
— É nova? — ele perguntou.
— Sim — falei.
— Você é muito gostosa.
— E você — respondi, sem saber bem o que dizer.
Ele não falou mais nada, pegou minha mão direita e levou até o pau dele. Eu apalpei, quente, pulsando entre meus dedos. Só de sentir ele assim, como um bicho vivo, minha buceta começou a ficar molhada sozinha. Aí ele levou a mão até lá e eu senti os dedos dele acariciando minha xereca, comecei a gemer, sentindo os dedos esfregando minha vulva. Com a outra mão, ele começou a apertar meu peito esquerdo, beliscando o mamilo e esfregando.
— Que gostosa que você é — ele disse — Gostou do meu pau?
— Gostei muito — falei, quase sem conseguir falar — Que grosso que ele é.
Ele parou de me tocar e me puxou de repente pra perto dele.
— Vem cá — disse — Não aguento mais, vou te foder.
Ele me abraçou forte e esfregou minha bunda, eu senti o corpo quente dele, louco pra me penetrar.
Ele me levantou com força e eu me agarrei nele com os braços e as pernas. Ali, de pé, ele abriu minha buceta com os dedos e eu procurei o pau dele com a mão, coloquei ele na entrada da minha xereca molhada, e ele me deixou cair.
Nós dois gritamos de prazer como dois porcos no cio. O pau entrou na minha xereca quase forçando, porque nunca tinha entrado um pau daquele tamanho ali. —Ahaaaa —eu gritei— Que gorda, porra, você tá rasgando minha buceta.
Mas ele não parou, pelo contrário, começou a me rebolar enquanto se mexia, sem dúvida sabia como foder uma novinha inexperiente como eu. Eu me desmanchava de dor, mas adorava estar ali e não queria estar em outro lugar. Ali começou a melhor noite, sexualmente falando, da minha vida.
Em cima daquele desconhecido, comecei a gemer sem nenhuma vergonha, porque ao nosso redor também gemiam e gritavam de prazer. Todas as mulheres eram fodidas pelos homens como putas vulgares, eu inclusa, e essa ideia me excitava, junto com aquela pica que me fodia sem parar, sem parar, chegando até o fundo do meu ser. Enquanto me penetrava tão selvagemente, eu gritava por baixo da minha máscara, o roçar do pau dele com o interior da minha bocetinha me fazia ter orgasmos quase seguidos, minha buceta escorria de gosto.
—Ahaaaa, ahaaaa —eu gritava.
Eu estava quase desmaiada de prazer. O cara gritava enquanto me penetrava, me balançando com as mãos que apertavam minha bunda.
Entre todos os gemidos e gritos de estranhos, se ouviam barbaridades que excitariam até o papa de Roma, incluindo as minhas e as do meu amante.
—Ohooo, isso —ele dizia— Sente minha pica, que gostoso é te foder, sua putinha.
—Oh —eu gritava— Não para, não para, vou gozar contigo, vai, me fode, me fode mais.
Por fim, senti que ia ter um orgasmo incrível, melhor que todos os pequenos que tive sendo aberta por aquele pauzão. Quase exausta, minha vergonha tinha ido embora. Muitas mulheres e homens tinham tirado suas máscaras, algo que atrapalhava na hora de fazer um boquete. Sabia que queria chupar um bom pau, então tirei a máscara. O cara tirou a dele também, sem parar de nos foder como animais.
Quando vi quem era, não soube como reagir.
—Papai!
Meu pai me olhou, todo suado, estava me fodendo! Sentia o rabo dele me abrindo depressa. O acaso fez com que eu transasse com meu próprio pai. —Marieta! —exclamou ele.
Talvez o certo fosse ter nos separado naquele momento, mas não fizemos isso. Quem é que ia interromper uma foda daquelas?
Tentei me afastar, mas meu pai não tava a fim de me soltar. Me puxou com força pra perto dele, a gente se olhou de frente, ele parou de se mexer e eu também. Parecia que ele tava me perguntando ou pedindo permissão. Aí eu comecei a me mexer sem saber bem por quê, embora agora eu saiba: eu queria o pau dele, a gozada dele dentro de mim.
Meu pai então começou a me mover de novo enquanto se mexia também, e a gente tava transando igual bicho.
Ver ele ali, com aquele olhar de tesão por mim, pela própria filha, me excitou como nunca. Por que aquilo me deixava com tanto tesão? Não sei, mas a ideia de que o pau do meu pai tava arrombando minha bucetinha me fez subir aos céus.
— Nãooo, ahaaa — eu gemia enquanto sentia a vara dele me furando — Não para agora, não para...
Me agarrei nele sabendo que ia me encher de esperma. Nos olhando de frente, gozamos juntos. Eu de boca aberta, toda suada, ele sem tirar os olhos de mim.
— Siim! — gritei — Tô gozandooo!
— Ahaaaa! Siim! Marieta!
Um jato enorme de porra me encheu. Me agarrei nele quase desmaiada, até lágrima de prazer escorreu. Depois senti outro jato, tão violento quanto o primeiro, e mais um.
Aí ele continuou me movendo, me dando as últimas gotas da gozada dele. Minha buceta escorria, sujando o chão.
— Me fode — sussurrei no ouvido dele, morrendo de vontade de mais sexo.
— Que ninguém nos descubra — ele disse — Senão a gente se ferra.
Me carregou no colo, com o pau ainda dentro de mim, até um dos futons. Lá tinha dois casais transando. Meu pai me largou de costas no meio deles e se deitou em cima de mim. O pau dele precisava de um tempo pra ficar duro de novo, então começou a acariciar meus peitos. Eu não aguentei e beijei ele. Queria provar a saliva do papai, sentir a língua dele na minha. E foi o que fiz. Papai respondeu gostoso ao beijo, nossas bocas babavam uma na outra. e a língua dela brincava com a minha, nunca tinham me beijado de um jeito tão profissional.
Levei minha mão até o pau dela e senti ele quente e pegajoso, comecei a acariciar, sentindo cada veia, a cabeça coroando o tronco de carne, senti vontade de enfiar ele dentro de mim de novo.
Papai baixou a cabeça, começou a beijar meu peito e depois lambeu meu mamilo direito, me fazendo sentir um choque de prazer.
Eu comecei a gemer enquanto ele chupava meus peitos.
—Ahaaa, sim, chupa eles.
Eu me contorcia enquanto meu pai fazia maravilhas com meus peitinhos, como ele brincava com o mamilo, como beijava o seio e acariciava com dois dedos a auréola rosada, sem dúvida ele sabia como fazer, não consegui evitar imaginá-lo fodendo minha mãe, será que ele chupava os peitos dela igual a mim? Não tinha dúvida, porque tava claro que ele era um profissional.
—Ohoo, sim, são seus—eu gemia.
Os beijos desceram pela minha barriga devagar e logo senti os lábios no meu púbis, ele era meio peludinho, mas não o suficiente pra ser desagradável, olhei pra ele impressionada.
—O que... o que você vai fazer?—perguntei confusa.
Meu pai olhou pra mim de lá da minha buceta, sorriu e abriu a boca, senti uma lambida em toda a minha rachinha e um arrepio me percorreu de cima a baixo, apesar de ninguém poder me ensinar mais nada sobre sexo, nunca tinham me chupado a buceta.
—Ahaa—eu gemia me agarrando aos lençóis—Minha buceta.
Imediatamente papai começou a chupar ela, ele rodeava com os lábios, enfiava a língua dentro de mim e mexia, fazendo eu sentir pequenos choques orgásmicos, lambia meu clitóris enquanto as mãos dele apertavam meus peitos, eu só gemia.
—Ahaaaa, siiiim, Ohoooo.
Por vários minutos eu fiquei naquela glória sexual, os melhores da minha vida, sentindo pequenos orgasmos enquanto a língua do meu pai devorava meu sexo molhado, mal conseguia falar uma palavra do prazer que sentia.
Até que finalmente veio um orgasmo imenso.
—Oh—olhei pra ele—Sim, vou gozar, to gozando na Sua boca.
Meu pai, em vez de parar, acelerou aquele cunnilingus, levou as mãos pra minha bunda e apertou minha buceta contra a boca dele, eu comecei a gritar de prazer enquanto gozava.
--Siim, Ahaaaaa.
Meu líquido se espalhou pelo queixo do papai, com certeza ele engoliu muito e saboreou, depois se levantou e me olhou, o pau dele já tava duro de novo, eu abri as pernas o máximo que pude e ele veio na minha direção, mesmo eu tendo gozado, minhas coxas estavam encharcadas do meu orgasmo, queria mais e mais sexo, não reconhecia a puta em que eu tinha me transformado.
Papai se deitou sobre mim e eu peguei o pau quente e pulsante dele, coloquei na entrada da minha buceta e ele enfiou de uma vez, de novo senti a cabeça abrindo minha xereca, sem parar de olhar na cara um do outro ele me penetrou de novo.
--Ahaaaa—gritei—Sim, enfia até o fundo.
--Siim, toma, gostosa—gemeu ele.
Começou uma nova fodida, no meio daqueles dois casais, que como nós gemiam de prazer, meu pai me fodia de um jeito bestial, sem se importar se eu gostava ou não, e curiosamente isso me excitava de um jeito incrível, o pau dele chegava até o fundo da minha buceta, entrando a toda velocidade, eu tentava gemer, mas a cada estocada esse gemido era interrompido, ele me empurrava pra frente e nossos corpos colidiam naquela cópula selvagem. "Chop, chop".
--Ahaaaa--gritei entrecortada—Para, que você vai me destruir.
Mas papai não parava, e essas palavras talvez excitassem ele ainda mais.
Eu tava quase desmaiada, ele empurrou uma última vez e parou, o jato enorme de porra me encheu de novo, senti fundo, gostei, olhei na cara dele e nos beijamos de novo enquanto outro jato, e depois outro, me enchiam.
Depois ficamos assim, parados, uns minutos, nos beijando e nos acariciando.
--Escuta—ouvimos de repente.
Nós dois olhamos pro casal que fodava do lado, eram jovens, o cara tinha cabelo loiro e era bem bonito, a mulher tinha, tenho que admitir, o corpo melhor que o meu, com peitos maiores e melhor rabo.
—Vamos mudar um pouco?
—Sim —disse meu pai sem pensar duas vezes.
Ele se afastou de mim e eu fiquei deitada, quase desfalecida. A mulher foi até ele e meu pai a colocou de quatro no chão, a menos de um metro de mim, de onde eu podia ver tudo perfeitamente, tanto eu quanto o loiro. A mulher se deixou fazer, porque estava claro que, assim como eu, ela tinha aceitado ser um objeto sexual.
Meu pai enfiou no cu dela de uma vez, fazendo-a gemer.
—Ahu.
O loiro se posicionou sobre mim, eu olhei pro rosto dele e senti o corpo suado contra o meu, e não consegui evitar ficar excitada. Nenhum de nós quatro disse nada. Eu sentia o pau alheio me abrindo, era mais comprido, embora não mais grosso que o do papai.
Começamos a foder. Eu, quando não olhava e beijava aquele homem, olhava pro papai, que metia com violência naquela mulher enquanto me encarava.
—Ahaaa —eu gemia —Sim, mais, não para.
Só se ouviam gemidos naquela sala, onde não existia vergonha. Não demorei pra gozar de novo, embora aquele orgasmo não fosse nada comparado aos que meu pai tinha me dado. O loiro gozou dentro de mim depois e se afastou. A mulher começou a gritar junto com o papai.
—Toma, siiiim —gritou papai.
—Sim —gritou a mulher —Enche meu cu.
Nós dois vimos eles gozarem. Depois, o casal foi pro outro lado do quarto, onde tinha outros casais.
Eu não me mexi. Tava dolorida, exausta, suada, fodida e bem fodida. Meu pai se mandou, começou a conversar com uma mulher mais velha que tava sozinha.
Dois homens vieram até mim e me colocaram de pé. Eu me deixava levar. Os dois já não usavam máscaras, não eram lá muito bonitos, os corpos eram normais e os paus também, mas ali não existiam gostos nem regras. Aquela orgia era uma anarquia de sexo e suor.
Os dois começaram a me tocar pelo corpo todo. Um ficou atrás de mim e começou a pegar no meu cu e nos meus peitos. Eu peguei nas pirocas deles, duras e quentes, e comecei a acariciar e masturbar, sentindo as Veias e suas batidas, loucas pra entrar em mim. O cara na minha frente tava passando a mão na minha buceta, esfregando com força, eu gemia de tesão, meu pai começou a foder a mulher no chão ali mesmo.
O cara que tava mexendo na minha buceta me puxou pra perto dele, eu pulei e me agarrei no torso nu dele, ele segurou minha bunda com as mãos e me deixou cair, enfiou de uma vez, igual meu pai tinha feito antes, eu soltei um grito de prazer ao me sentir aberta de novo.
— Ahaaaa.
Ele começou a me foder violentamente, eu gemia agarrada no pescoço dele, mergulhada num prazer intenso, meu pai continuava metendo com força naquela mulher, empurrando ela violentamente pra frente.
Não tinha tesão melhor do que ver a gente fodendo.
O outro cara chegou por trás de mim e separou minhas nádegas com as mãos, eu adivinhei que ia arrebentar meu cu com o pau dele duro, claro que não era a primeira vez que me abriam o rabo, mas tive medo de doer.
Senti a ponta da pica no meu buraquinho, tava melada, ele empurrou e me abriu sem hesitar, doeu como sempre dói quando te entram por trás.
Me agarrei ainda mais no homem e senti a pica entrando no meu cu, abrindo as paredes do meu ânus até não caber mais e eu sentir os pelos da boceta dele contra minha entrada.
— Ahaaa — gemi — Meu cu, meu rabo, que dor.
Os dois caras começaram a me foder ritmadamente, as picas entravam ao mesmo tempo e me davam cãibras de dor, mas também de prazer, era uma dor que me excitava, igual quando me davam uns tapas na bunda antes de foder e puxavam meu cabelo pra eu chupar uma pica.
— Ugh, ugh — gemia — Isso, mais, mais.
A mulher que meu pai tava fodendo gozou, gritando por baixo da máscara, depois se levantou e foi embora, com certeza atrás de outro pau, meu pai se levantou sem tirar os olhos de mim, eu olhava pra ele enquanto era fodida pelos meus dois buracos.
Me fodiam com tanta violência que os corpos batiam no meu, eu sentia que as picas iam me encontrar dentro de mim, rompendo as barreiras entre minhas tripas e meu útero.
—Ohoo—eu gemia—Ohoo, ahaa.
Senti um orgasmo sublime enquanto aqueles caras me fodiam rápido, minha buceta gotejava no chão como se eu tivesse mijado e minha boca babava de prazer.
—Ahaaa, siiiii.
Depois começaram a me foder, se é que cabia, mais forte, como se eu fosse uma puta que eles estavam usando, como animais, nunca tinham me fodido daquele jeito! Meu pai olhava atento enquanto penetravam a filha dele, o pau dele continuava duro e eu sabia que ele estava se guardando pra mim, ele se masturbava enquanto assistia ao espetáculo.
Ver ele ali, querendo me foder de novo, me excitou ainda mais, se é que cabia, quando os dois caras gozaram eu senti outro orgasmo muito mais forte que o anterior, dessa vez quase desmaiei de prazer.
—Ohoooo, siii—eu gritei como uma verdadeira gostosa—Tô gozandooooo! Siii! Me fodam mais, mais.
Os homens gemeram quase ao mesmo tempo e primeiro senti minha buceta se encher de esperma desconhecido, quente e violento, depois minhas tripas foram surpreendidas por outra gozada, não pararam por aí, porque continuaram me penetrando, deixando os últimos restos dentro de mim, quando se separaram foram embora, já tinham me usado, não precisavam mais de mim.
Eu fiquei sentada no chão, atordoada e com porra escapando dos meus pobres buracos, estava suada e saciada como nunca, meu pai me olhou e eu olhei pra ele, sorri pra ele, o pau dele pulsava duro e eu entendi o que ele queria, o que nós dois queríamos, eu queria que a primeira vara que eu chupasse ali fosse a do papai e ele queria me dar uma boa dose de leite.
Engatinhei até ele e fiquei de joelhos, olhei pra ele enquanto pegava o pau dele e masturbava, estava ardente, era duro, grosso e cheio de veias, ereto, quase na horizontal, pronto pra ser engolido.
Abri a boca e chupei ele de uma vez, decidida, envolvi ele com meus lábios e ouvi papai gemer.
—Ohoo.
Comecei a chupar ele, a mamar, já tinha mamado muitos rabos e me considerava boa nisso, senti a mão do papai na minha nuca, ele me empurrou e eu engoli a pica toda, chegava até o fundo, eu gostava, papai começou a marcar o ritmo, procurei as bolas e acariciei devagar, ele gemia deliciosamente.
— Mmmhmmm, mammmamm.
— Vou gozar na sua boca — papai me disse.
Me sentia privilegiada por estar ali, chupando o pau do meu pai, queria dar muito prazer pra ele, que ele ficasse orgulhoso de mim.
Fios de saliva escapavam daquela mamada, sujando meu queixo e minha mão, o pinto do papai era grosso e gostoso, invadindo cada canto da minha boca sedenta de porra.
Senti a veia inchar e enfiei até o fundo da minha boca, pude sentir o precum saindo na minha garganta, escorreu dentro de mim, depois acelerei a mamada o máximo que pude e ouvi o gemido que me avisava que eu ia engolir a porra dele.
— Aqui vai, ahaaa.
A porra saiu em jatos, violentamente, nunca tinha provado uma gozada tão rápida, encheu minha boca e engoli gostoso, o sabor era meio doce, gelatinoso, quase gozei ao sentir, depois outro jato escapou safado, outro saiu ao mesmo tempo que eu tirava a pica da boca e molhou meus lábios, meu queixo, olhei pra ele enquanto batia uma pro pinto e outro jato molhou minha cara, depois outro, a cada um deles papai gemia.
— Ahaa, Ohoo.
Quando não tinha mais porra, me afastei dele, lambendo a gozada dele, papai me olhava satisfeito.
Me levantei com as pernas tremendo de tanto prazer, saí da sala e entrei no vestiário, onde tinha uns chuveiros, lá, algumas pessoas estavam tomando banho, como eu, já não queriam mais sexo, era tarde e eu sabia que tinha que ir pra casa pra minha mãe não desconfiar de nada.
Tomei banho e no vestiário vesti minha roupa, devolvi a chave e saí pra rua, tudo parecia deserto, ia indo pra estação quando alguém me chamou. Papai? Não, era o gorila, o segurança, tava a poucos passos da porta.Caminhei até ele e, enquanto fazia isso, vi que ele me olhava de cima a baixo com um olhar que só podia significar "quem dera poder te comer".
(CONTINUA)
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