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Compêndio I“Vamos! Vem passar uns dias!” insistiu Hannah, toda melosa no telefone. “Não tenho mais amigos e temos lugar pra te hospedar…”
A ligação dela na quinta à noite me pegou de surpresa. Ela estava nos convidando — eu, a Marisol e as pequenas — pra comemorar o primeiro aniversário de casamento dela.
Na real, o que mais me perturbou foi que quem ligou foi o próprio Douglas, e a Hannah pegou o telefone depois das minhas recusas constantes.
Como já falei, aquela semana as garotas estavam acabando comigo, e a ideia de viajar pra Perth parecia um “salva-vidas de chumbo”. Ou, em outras palavras, cair da frigideira no fogo.
Mas a situação tava insustentável, e se eu não tivesse aceitado, podia ter piorado ainda mais. Pela voz melódica dela, percebi que a Hannah tava feliz e ainda frisou que eu “não fosse tão sem noção de ir de caminhonete”.
Admito que pensei nessa possibilidade, mas já que Perth é ainda mais longe que Ayers Rock e as pequenas, apesar de se comportarem bem em viagens longas, ia ser uma odisseia desgraçada pra todo mundo.
Por isso, na sexta, na hora do almoço, pedi uma trégua pra Lizzie e pra Marisol. Queria avisar, principalmente a Lizzie, que a gente ia viajar uns dias e que ela ia ficar de olho na nossa casa.
Implorei pra ela aproveitar pra sair. Que se conhecesse um cara de quem gostasse, trouxesse pra casa e que, inclusive, podia usar nosso quarto, se a situação pedisse.
A resposta dela foi simples: pediu pra Marisol me emprestar na noite de sábado. Claro, a Marisol não teve problema, já que ia aproveitar pra terminar de escrever sobre nossa viagem pra cutie.
Mas a Lizzie ainda me preocupa. Como já comentei, minha deliciosa babá e amante tá prestes a fazer 23 anos. Com o sorriso e o olhar provocante, um cabelo castanho uns tons mais escuros que o da minha rouxinol, os olhos pretos vivos e safados e aquelas sardas que realçam ainda mais o ar travesso dela, completada com uma A personalidade jovial como a da minha mulher e uma figura sedutora, com umas nádegas macias e redondas e uns peitos um par de tamanhos menores que os da minha esposa, fazem dela um verdadeiro tesão de mulher, difícil de resistir.
E esse é o meu problema, porque, embora ela não tenha dito, pressinto que está levemente apaixonada por mim, já que tem momentos, como quando nos beijamos na cozinha, depois de lavar a louça, ou os abraços que ela me dá quando eu presenteio ela com uma planta, ela me olha com um brilho tão parecido com o que a Marisol me dava quando eu ia dar aula pra ela.
Por isso, me complica quando a Marisol quer que eu conheça alguma amiga dela, porque tenho que inventar desculpas ou literalmente obrigá-la a sair pra tirar os dias de folga que realmente são dela.
No entanto, a Lizzie sabe bem que não sou a única amante que tenho e que a Marisol me empresta pra qualquer garota ou parente que simpatize comigo, e esse é o principal motivo pelo qual eu gostaria que ela conhecesse outro homem.
Naquela noite, dormi no quarto dela. Foi uma tempestade de tesão que começou assim que cruzei a porta, e a Lizzie irradiava felicidade.
Ela vestia de forma provocante, com uma blusa curta, sem mangas nem gola, que expôs a tarde inteira sua cintura e umbigo tentadores, com uns shorts jeans que marcavam a bunda dela e, como já é costume das duas, ela não hesitava em rebolá-la na minha pélvis quando passava por mim.
Os beijos dela, quentes, doces, molhados e fogosos, com uma língua que faz verdadeiras chaves com a minha, pra eu não tirar a boca, me deixavam completamente besta. As mãozinhas dela se agarravam nos meus braços, pra impedir que eu afastasse minha boca da dela, e ela realmente estava aproveitando pra extravasar os dias que passaríamos fora.
Quase por mágica, a gente desviava de vasos, flores e alguns sapatos e roupas femininas jogados no chão. Enquanto eu olhava pra calcinha rosa dela no chão, enquanto ela beijava desesperadamente meu pescoço e orelha, eu pensava... no erótico que seria cheirá-los, com seu maravilhoso aroma de mulher no cio.
De alguma forma, caiu na cama dela e, se agarrando forte no meu pescoço, me levou junto. Aquele olhar, com sorriso safado, olhinhos brilhantes e bochechas coradas, escondendo suas sardas fofas e infantis, confirmava mais uma vez minhas suspeitas de um leve apaixonamento ou, se a sorte me acompanha, um caso sério de tesão.
Seus peitos, claro, ainda presos dentro da blusa, balançavam de um jeito macio e ela os olhava, sorrindo, como se esperasse que eu os apalpasse e beijasse de novo.
Novamente, meus lábios grudaram nos dela, enquanto minhas mãos, sem conseguir conter os impulsos, deslizaram até a cintura dela. Ao sentir o tecido se amontoando e minhas mãos subindo, acariciando suavemente suas costelas, gemidinhos isolados eram abafados pelos nossos beijos sem fim.
Eu encostava minha cintura na dela, sugando suspiros gostosos na minha boca, ao sentir que meu corpo a desejava ardentemente e ela fechava os olhos com luxúria, se deixando gozar.
Ao roçar o sutiã, no entanto, um gemido sofrido conseguiu escapar, sabendo que ele tinha virado um obstáculo pra nós.
Seria impossível desabotoá-lo do jeito normal, já que fechava atrás e ela estava debaixo de mim. Mas a luxúria e a vontade de chupá-los me fizeram levantar o sutiã por cima dos bojos.
Nessa altura, ela já estava toda entregue. Os biquinhos estavam duros e bem empinados, com auréolas enormes e rosadas que pediam pra serem mamadas.
Passei a língua devagar e outro suspiro, mais abafado, escapou com os olhos dela fechados. Embora eu goste de chupar, percebi que os pezões rosados da Lizzie são muito sensíveis, então basta passar a língua na altura do biquinho e fazê-la girar, pra já dar um prazer indescritível de cara.
Mas se quero deixá-la literalmente louquinha, tenho que beliscar o mamilo dela suavemente e torcer um pouquinho. até fazê-la gemer um pouco. É aí que eu preciso colocar meus lábios nos peitos dela e continuar acariciando o peito dela, pra ela relaxar a cabeça e se entregar de vez, com um gemido de relaxamento e prazer imenso.
Por isso, quando já foco em um deles e depois de começar a chupar, os braços dela forçam minha cabeça a não sair do lugar e uma das minhas mãos desliza descendo pela barriga dela, acariciando o umbigo e o ventre.
Com o objetivo de que ela me sinta, pressiono suavemente os dedos na pele dela, como se minha mão fosse uma aranha. Por causa disso, ela solta um suspiro forte e estremece, tendo uma ideia muito boa do que vai acontecer quando eu chegar na altura do short dela.
Já que minha coordenação motora fina é uma bosta, o trabalho de desabotoar a calça com uma mão demora mais do que o esperado e ela geme mais forte, em desespero e desejo. Mas, pra acalmá-la, do anelar ao mindinho, eles se apoiam suavemente onde mora a feminilidade dela, como se fosse um aperitivo do meu verdadeiro destino.
Finalmente, o botão cede e em alguns segundos, meus dedos fazem contato com a pele dela de novo, roubando outro gemido agradecido, ao sentir o jeito que meu anelar se infiltra na calcinha dela.
Com toda a propriedade, vou trabalhando pela pélvis dela, sentindo alguns pelinhos pubianos, até chegar no santo graal dela, que tá transbordando de sucos pegajosos. Deslizo meus dedos pra dentro, arrancando outro gemido extra e um forte tremor nas costas dela, enquanto tateio a cavidade libidinosa e extremamente sensível.
Em suspiros longos e acelerados, Lizzie vai sentindo minha língua deslizar no meio dos peitos dela e descer rápido, na altura do umbigo e ventre.
Um vago e sofrido “Nãoo!” me pede pra parar, mas as pernas dela já estão completamente abertas e ansiosas pra eu chegar.
A respiração dela corta de novo quando sente minha língua e minha boca chupando ali. Pele viva e brilhante. Os espasmos esticam ela completamente, enquanto minhas mãos percorrem sua cintura suave e sinuosa.
Sorrio por dentro ao ver como ela se depilou. Nunca disse a ela se gosto ou não dos pelinhos dela, mas é óbvio que pra ela isso é motivo de preocupação, já que sou o único homem que toca ela desse jeito.
Ela tenta resistir com dificuldade aos impulsos do corpo, já que minha língua e boca provam ser rivais implacáveis na hora de lamber. Pra piorar, pra aumentar o "tormento" (ou prazer, como preferir), eu chupo apaixonadamente o botãozinho dela, enquanto ela clama aos céus um desesperado "Não!... Aí não!".
É nesses momentos que os gemidos dela mudam. A Lizzie não percebe, mas o corpo inteiro dela começa a se mexer, favorecendo a eficiência das minhas lambidas e em algum momento, quando os neurônios dela disparam pra liberar aquela endorfina viciante, as mãos dela pousam na minha cabeça, arrancando um gemido magnífico.
Espio por uns segundos o rosto dela e contemplo os olhos dilatados e a boca aberta num "O" gigante, que se despreocupa completamente de se conter e acaricia com muita suavidade e ternura minhas orelhas, sempre serpenteando pra explorar melhor o interior.
Provo os sabores dela, intoxicado e sem precisar que ela me diga, deslizo minha língua o máximo que posso na rachinha dela, arrancando gemidos que sobem num crescendo maravilhoso, culminando quando o orgasmo dela acaba estrepitosamente no meu rosto.
Lambo com muito detalhe cada resto dos sucos dela, enquanto a transformação no rosto dela e no sorriso fazem ela parecer tão linda quanto um anjo e ela continua suspirando, agitada e desejosa.
"Você... vai meter?" ela pergunta atordoada depois de rastejar devagar sobre o corpo dela, pra chegar na altura do rosto.
Beijo ela suavemente e ela sorri como a menina travessa que ainda é, incapaz de soltar a mão do meu bastão de carne.
Vendo isso Suas ânsias, beijo ela com mais profundidade e me encarrego pessoalmente de me despir.
Sinto a glande na entrada dela e ela me olha sorrindo, com seus olhinhos negros brilhantes. Nos beijamos mais uma vez e aquele lindo suspiro sofrido aparece enquanto vou avançando.
Às vezes, me pergunto que outros homens ela deve ter conhecido no restaurante, já que continua tão apertada. Talvez tenha feito amor com frequência com o Fred, mas, assim como acontece com a minha esposa, cada vez parece que estou alargando ela, mesmo que a gente faça quase todo dia e mais de uma vez.
Vou sentindo os tecidos dela se tensionarem e se alargarem, enquanto a Lizzie fecha os olhinhos com força e tenta se esticar mais uma vez para receber tudo.
Depois de uns 2 minutos de esforço, consigo enfiar o suficiente para começar. Quando paro, ela me olha serena e sorrindo.
Vou balançando com suavidade e devagar, pra ela curtir. Na minha cabeça, passam mil coisas, porque, acima de tudo, sou o mais velho dos 3 e tanto a Marisol quanto ela me deram o papel de "Pai adotivo".
"Tenta conhecer um cara!" falo, enquanto vou avançando dentro dela. "Aproveita esses dias pra sair… ou pra dançar…"
"Siim!" responde ela, num tom mais de prazer do que de obediência.
"Sei lá! Sai com algum dos seus amigos do curso de Ikebana…" sugiro.
"Não posso!" responde, com outro gemido gostoso. "Somos… 20 garotas…"
"E o seu professor?"
Ela sorri, abre os olhos e me olha com aquele jeito provocante de sempre.
"Ele… é japonês…" responde, dando a entender que acredita no que se fala dos orientais… e segurando minha cintura, desejosa que eu avance mais.
"E seus amigos do colégio?" perguntei, abraçando a cintura dela sem perceber, com insistência.
Ela geme de novo, satisfeita…
"De férias!… Ah!… Todos!…"
A frustração começa a me tomar e, sem querer, meus movimentos ficam cada vez mais fortes.
"E amigos do restaurante? Ou algum outro cliente? Interrogo, quando a frustração começa a se transformar numa desesperação sem fim.
“Ahhh!... Ahhh!... Não sei!... Não sei!... Ahh! Ahhh!... Não tô nem aí!... Não tô nem aí!... Continua assim!... Continua assim!... Ahh!... Ahh!... Você é o melhor!...”
Nessa altura, nem percebia que tava metendo com raiva e violência. Sentia de leve minhas bolas se apertando contra o corpo dela, mas tava tão puto que ela não tivesse outro, que enfiava com força no meu pau, segurando firme na cintura dela e massageando aquela bunda gostosa.
Claro, pra aumentar meu desgosto, a Lizzie tava adorando cada movimento meu e demorei pra perceber o quanto tava fundo e como minhas bolas batiam com força naquele corpo rosado, vibrante e suado dela.
Foi um bagulho do caralho e eu foquei em fazer aquela pedaço de mulher gritar sem controle, agarrando os bicos dos peitos dela com bastante violência, até gozar completamente agitado dentro dela.
A gente respirava como se tivesse corrido vários quilômetros e nos olhamos, sem nenhum segundo o sorriso sair dos nossos lábios. Nos beijamos e eu tava bem confuso com meus sentimentos.
“O que você tá pensando?” ela perguntou, intuitiva e me olhando com ternura nos olhos.
“Nada. Que eu queria te ver com outro cara…” respondi na sinceridade.
Ela sorriu, surpresa.
“Por quê?”
Arrisquei um argumento rápido.
“Porque isso não é normal.” Falei. “Eu sou casado e sou pai… e não é certo a gente fazer isso.”
Ela aceitou pela metade. Era o que ela também pensava quando a gente começou a se envolver…
Mas por dentro, eu me sentia perturbado e não queria confessar pra ela minhas verdadeiras preocupações de que ela tivesse se apaixonando por mim.Seguinte post
0 comentários - Sete por Sete (139): A Noite com a Lizzie Gostosa