aqui estou depois de 1 ANO de descanso1 http://www.poringa.net/posts/relatos/2457321/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-1-para-18.html
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- Como foi, mãe? – perguntei, assim que saímos da oficina do pai da Sara. Caminhando pela rua, acompanhando minha mãe como um bom filho.
- Bom, não foi ruim. Ele é um homem educado. Curtiu bastante comigo.
- Tenho certeza que ele te curtiu, mãe. Foi muito difícil fazer isso?
- Bom, você sabe, filho, essas coisas são como são, mas estou feliz de ter servido para a sua moto.
- Ele estava obcecado por você. Você é um símbolo sexual pra ele. Que tesão. Você fez ela gozar bem?
- Sua mãe foi uma boa puta. Gozou bem. Como você queria.
- Eu adoro, você é minha mãe, toda fodida que nem uma puta qualquer. Melhor, acabou de ser comida.
- Gostou, hein? – ela me olhou – faço de puta por você, sou o que você quer que eu seja – sorriu.
- Me excita ter minha mãe bem fodida, sim. E você faz de puta porque gosta de ser – eu estava ficando excitado de falar com ela assim – ele mamou seus peitos?
- Ele deixou eles um pouco doloridos de tanto apertar e chupar, enquanto sussurrava: “caralho, que tetas, finalmente tenho as tetas da Catarina”.
- A fantasia comum de todos os pais do colégio, chupar as tetas da “Melancia”. Esse era um dos poucos que faltavam – ela me olhou com a testa um pouco franzida – me diz que não é verdade, vai, seus peitos passaram por todas as mãos de lá.
- Filho… – sempre me excitava falar com minha mãe assim.
- Te morderam o leite e te ordenharam, Puta – ela evitava meu olhar direto, fiz uma pausa – uma experiência única pra eles. E você gosta que mexam nos seus peitos.
- Uffff filho… é que eu tinha muito leite, sempre ficava vazando pelos mamilos e todo mundo percebia, ficavam muito excitados, me dava tesão… me excitava.
- …e, claro, de quebra te comiam. Te usavam. E você gozando.
- É que eles ficavam tão duros… não sei… Todos diferentes, uns tímidos outros agressivos, paus grandes, pequenos, gozadores precoce, um pouco de tudo…
Chegamos no ponto de ônibus que nos levava pra casa. Eu estava com o pau durão. O ônibus veio lotado como sempre. Empurrei ela, apertando a gente contra as pessoas e a coloquei na frente de um cara mais velho de uns 50 anos, vestido de trabalho, tipo operário da luz ou da água. Eu fiquei atrás dela, apertando meu pau contra a bunda dela e ela contra o cara. Falei baixinho.
- Como ele te comeu? Você gozou, com certeza. – O decote generoso da minha mãe a pouca distância do cara, até roçando nele. E eu empurrando com os movimentos os solavancos do ônibus.
- Ele tava com vontade de me foder feito uma puta de quatro, foi bom, eu gostei – ela falava baixinho também.
- Ele gostou de ver seus peitos balançando – passei minha mão na frente dela, pelo ventre e subi até o estômago, o cara deve ter notado minha mão.
- Ele pegou neles enquanto me penetrava – subi a mão acariciando o início do seio por baixo, o cara me olhou e eu sorri, cúmplice. Ele olhou pra minha mãe mas ela tava olhando pra janela, a gente era empurrado por todos os lados. - aí eu sentei na pica dele, por cima, enquanto ele apertava meus peitos.
- E você gozou – subi a mão e acariciei suavemente por cima do mamilo. O cara olhou pro decote dela, que deixava ver boa parte da teta e também viu minha mão, me olhou e eu fiz uma piscadela e um leve movimento com a cabeça confirmando.
- É que eu fico excitada na hora, você sabe, tive um orgasmo com ele assim. – eu já tava com o pau duro contra a bunda dela. O cara olhava o decote dela, me olhava e notei que ele levantou a mão em direção à outra teta da minha mãe. Comecei a apertar com os dedos suavemente, tomando cuidado pra ele ver. Notei que minha mãe respirava mais agitada. Vi que a mão do cara já estava sobre a outra teta da minha mãe.
- Onde ele gozou, mãe? – o cara já apertava a teta sem disfarçar.
- Na boca – ela gemeu baixinho – engoli a porra dele. – Agora o cara conseguia ouvir o que a gente dizia.
- Muita? – agora a gente apertava os dois peitos – e você gostou?
- Uf, sim, muita porra e eu gostei – ela soltou um gemido baixo mas audível – Aaah…
- O que foi, mãe?
- Meu Deus, filho, esse tá me apalpando lá embaixo… uff – olhei pra ele, a expressão dele era um poema, tava excitado com os olhos brilhando olhando pra minha mãe.
- Você gosta – me aproximei do ouvido dela – você gosta que um desconhecido qualquer te apalpe. Te excita…
- Uff filho… aaah – ela gemía baixinho, eu apertava meu pau contra a bunda dela. Baixei a mão pra apalpar a coxa dela, o cara tava apalpando por cima da roupa. Sem pensar no porquê, só se Aconteceu de eu levantar o vestido dela, o cara entendeu na hora.
- Uuuug, meu Deus – gemeu minha mãe. Sabia que estava esfregando direto na buceta, minha mãe deu um salto – uuuugff…aaah – soube que estava enfiando algum dedo.
- Chegamos no nosso ponto – falei alto. Tudo voltou ao normal, dentro do possível. Pedindo licença, descemos do ônibus.
- Se continuasse mais dois pontos você gozava, mãe.
- Você é um safadão, filho. – Caminhamos um pouco em silêncio – que tesão.
- Não me diga que você nunca fez isso com desconhecidos.
- Não digo tanto, mas assim, entregue pelo meu próprio filho, não. É muito obsceno.
- Vamos repetir, mãe, e muito melhor. – Não queria, mas ela me explicou que na lua de mel com meu pai, tinha transado com um completo desconhecido. Tinham ficado em uns bangalôs, na região da Andaluzia. Parece que transavam muito.
- Você sabe que quanto mais eu tenho, mais eu quero, não consigo evitar.
Uma tarde meu pai foi se banhar no mar e ela ficou cochilando na cama. No bangalô ao lado tinham dois italianos jovens. Naquela tarde os dois comeram ela, um atrás do outro.
- Caralho, mãe, recém-casada… por que você fez isso?
- Nada, filho, não sei… entrou um, parece que seu pai tinha deixado a porta mal fechada, abri os olhos e vi ele na minha frente, sorrindo, era bonito… pelado… me olhando… ele já estava bem duro… ele disse que me queria… eu estava nua e quente… sonolenta… de repente me vi penetrada… muito tesão… gozei muito. Depois entrou o outro… não sei… quase sem dizer nada.
- Você ainda está saindo com o pai da Sara?
- Vou pagar mais algumas prestações. Ele não é desagradável nem difícil. E você já tem sua moto. Está contente com sua mãe prostituta?
- Eu adoro minha mãe prostituta. Mais um pau pra te comer. Gosto de ter a mãe mais comida. E mais esfregada…
Íamos conversando tranquilamente, qualquer um diria que era uma conversa banal entre mãe e filho. Minha mãe era assim, fascinante. Chegando em casa, ela tomou um banho e se vestiu como uma dona de casa, mas nada sem graça, minha mãe sempre estava gostosa e sempre provocando, dando vontade de fazer algo com ela. Entrei na cozinha com ela e comecei a apalpar.
- Me excita que você esteja recém fodida, mãe.
- Uffff, para agora, filho, que seu pai e seu irmão estão pra chegar, não dá tempo – ela tinha razão. Paciência – ela acariciou meu pacote e apertou minhas bolas por cima da roupa – quero essa porra bem dentro.
- Ummmmmmm, porra, é? - Ela riu e não disse nada. E eu pensei como seria excitante se ela estivesse grávida.
- Aliás, mãe, meu irmão precisa de ajuda, ele se mata na punheta e é tão tímido e covarde que não tem coragem com nenhuma garota. Talvez você possa fazer algo por ele. Com uma punheta ou um boquete já bastaria.
- De jeito nenhum, filho, seu irmão não é como você, é como seu pai, um artista sensível, um amor, eles despertam ternura, você não. Acho que faria mais mal do que bem. Você é um filho da puta desde que nasceu, já dava pra ver, eu já intuía que você era perigoso. Seu irmão é um anjo, uma pessoa querida, me preocupa vê-lo assim mas não vou fazer nada. Ele não entenderia.
Ela tinha toda a razão. Algo me ocorreria.
Liguei pro meu avô, fazia dias que não nos víamos e queria propor uma sessão com a Pilar. Ele tinha o detalhe de me deixar o apartamento dele pra mim e minhas gozadas e eu queria retribuir com o cu da Pilar. Até sugeri se ele tinha algum amigo precisando de mulher jovem.
- Porra, sim, tenho um amigo viúvo que tá desesperado, faz meses sem mulher.
- Ofereço pra vocês uma mulher jovem que não chega aos 40, uma gostosa que eu como de vez em quando. Casada, adúltera, safada, tarada, mas com discrição porque o marido é um corno sem saber.
- Ele vai ficar louco, aliás, como tá sua mãe?
- Como sempre, vô, você conhece ela, cada dia mais gata.
- Faz tempo que não temos uma "sessão familiar" nós três, temos que estreitar laços emocionais, neto. Principalmente por ela. - Sim, temos que cuidar da sua neném querida e fazer ela se sentir bem. Ficou combinado. Um dia de sessão com a Pilar e outro, íntimo, com a nossa garota, mãe e filha ao mesmo tempo. A sessão com a Pilar foi fantástica. Fiz ela vestir uma saia plissada de colegial, uma camisa branca, uma gravatinha e meias brancas. Tinha certeza que iam adorar comer o cu de uma colegialinha. E as pernas dela eram perfeitas, por sinal. As tetas dela eram realmente diferentes, estreitas na base e redondas no final, achatadas na área da aréola, de onde saía um mamilão comprido. Pensei que apertar as tetas dela na base e exagerar o formato de pera daria muito tesão. Tinha certeza também que ela ia gostar daquela dorzinha leve, e que esticar a pele da aréola e do mamão estreito e comprido, junto com a excitação dela de levar tapas nas tetas, ia aumentar ainda mais o prazer. - Fica de quatro na cama, com as tetas balançando. Você vai ver que putinha você vai ser pros meus clientes – ela estava vestida de colegial, mas com a camisa desabotoada, me dando acesso às tetas pela frente. Ela obedeceu sem questionar nada. Só gemeu um pouco enquanto eu amarrei as tetas dela com tiras de lenço de seda. Quando terminei, me afastei pra olhar. O formato realmente estava exagerado. - Essas sim são duas peras, Pilar. Tá doendo? - Uffff, um pouco, mas é excitante, como elas ficaram duras. Me sinto estranha com essas tetas. - É porque você gosta de ser uma puta. Se olha no espelho, de frente. Você é uma adúltera indecente. De quatro, semi vestida de vagabunda e à mercê do amigo do seu filho – me coloquei ao lado dela e meti a mão nas tetas balançando, acariciando e balançando elas – Gosta? – dei uns tapas. - Aaaaay…Ummm, sim, gosto. Eu gosto de mim. - Seu filho diz que você é uma freira, se ele soubesse que a mãe dele é uma puta – ela se mexia sensual, as tetas balançavam de um jeito excitante – que durinhas elas ficam assim, sua putinha – agarrei os mamilos dela e puxei, ela gemeu entre prazer e dor – eu te vendi para uns caras que vão te montar pelo cu, se comporte bem com seus clientes. E eu trarei mais, como você mesma pediu, você precisa de prazer de vagabunda –com seus mamilos longos e finos nos meus dedos continuei puxando em várias direções
- AAAih…sim, sim, querido, eu vou me comportar bem, traz mais…aaaiii…mais homens, preciso de prazer…aaaah…recuperar tempo perdido… prazer de vagabunda- me excitava muito ouvi-la dizer, dei duas palmadas nos peitos dela – Aaaaaaaaihhh… ufffff…me deixa com tesão…me dá - a deixei quente como brasa, abri suas pernas e dei na buceta, ela se contorcia de prazer – aaaaaaaaah… uffffff… me bate - dei na xota e nos peitos – aaaaaaaaaaaaaa siiiiiii…por deusss…aaaaah… me fode…me fode…aaai…siii…aaaah...me fode como uma vagabunda…aaaaaaaaiii
No momento bateram na porta.
- Vou abrir para eles, você arruma a roupa e espera que eu te chame. Lembre que você é a Putette.
Foi tudo tesão e sexo sujo. O amigo do meu avô queria intimidade então entraram sozinhos, Pilar e ele para foder. Meu avô e eu fomos para o quartinho ao lado para poder ver sem que eles soubessem.
Uma vagabunda autêntica. Ela curtia. O cara estava um pouco nervoso no começo, mas ela teve paciência, chupou o pau dele um bom tempo, de joelhos, ele sentado na cama, deixou seus peitos de pera para que ele curtisse tudo o que quisesse, sentada sobre seus joelhos e enfiando eles na boca, sussurrando para ele, acariciando seu pau enquanto se escanchou na cama para que ele comesse a buceta quanto quisesse também. Finalmente, com um pau duro, ele a colocou sobre a cama com os joelhos no chão e enfiou no cu dela.
Nós vimos o espetáculo maravilhosamente, estavam de frente para o espelho que por trás dava para o quartinho escuro e vimos bem a montada e seus rostos. Ele não era muito falador, mas sim tarado e quis saber se o marido dela enfiava no cu.
- Ummmm não querido, pro meu marido eu não deixo, mas pra você sim. Ummmmmm, eu gosto…e você?
- Minha mulher nunca deixou – ele bombava o cu dela e ela gemia alto – siiiii…ah…sim…eu gosto…posso gozar dentro do seu cu?
- Ummmm sim, querido, sim, aproveita, goza, enche meu cu de porra…– uma puta excelente – eu fico excitada com sêmen…siiiiiii
Ele saiu encantado e me pagou generosamente. Agradeceu ao meu avô.
- Que mulher boa, caralho. Vamos ver quando repetimos.
Meu avô e eu comemos ela juntos, como bons colegas. Putette estava tomando banho.
- Estou com vontade de enfiar meu pau no cu dessa garota enquanto você come a buceta dela.
- Ela é uma tarada sem controle, você vai ver. Primeiro vamos brincar um pouco. Ela adora ser obscena, em casa é uma santinha. Putette! Vem aqui por favor
- Melhor nua, Putette, querida, só deixe as meias. – meu avô disse – vamos ver o material que você tem pra gente – Ela se despiu sem hesitar, pensei, caralho se o filho dela visse – hmm linda, e pernas lindas – ela estava de pé na frente dele – dá uma volta, por favor – ela mostrou a bunda, meu avô deu um tapa suave – bela bunda, vou gostar de comer um cu como o seu, Putette. Você é gostosa. E parece que você é muito puta e curte uma putaria, né?
- Ummm sim, sou muito puta e curto putaria, vai ser um prazer ter meu cu comido.
- O cu dilatado, meu amigo te deu no cu, hein?
- hmm, sim, e ele gostou muito…
. Muito mesmo. Melhor, assim eu entro mais fácil. Você gosta de chupar rola?
- hmm sim, gosto de chupar rola – ela ficava excitada ao dizer.
- Chupa a do meu neto. Dá pra ela, Roger, me faz o favor. – claro, fiquei na frente, tirei pela abertura da calça e dei na boca dela.
- Chupa meu pau, puta – ela fez com gosto, enquanto meu avô dedava a buceta e o cu dela – devagar, Putette, devagar – ela estava descontrolada, rebolando a buceta e engolindo meu pau – caralho, eu falei devagar – tirei e dei um tapa nela, ela gemeu, toda quente.
- Aaay – os olhos dela brilhavam.
- Não se mexe – meu avô se levantou e ficou na frente dela, tirou o pau roxo e colocou nos lábios dela – já que você gosta de chupar Rabão, abre essa boquitona, Putette – ele enfiou – ummmm que boquinha boa - me olhou – você tem uma vadia excelente, neto, ela me deixou duro na hora.
- Há pouco tempo ela nem sabia o que era chupar um pau.
- Agora chupa aos pares, hahaha. – ela chupava com vontade – caralhooo como essa sua vadia engole!
Me levantei e amarrei os peitos dela de novo enquanto ela chupava o pau do meu avô. Aproveitei para dar umas palmadas que ecoaram e a fizeram gemer com a boca cheia de pau.
- Você gosta de comer o pau do meu avô, Putette?
- Ummm sim, gosto de comer o pau grosso do seu avô, um – continuou chupando. Meu avô entrava e saía da boca dela. Fiquei atrás e enfiei no boceta até as bolas. Ela gritou.- Aaayyyyy…você me fode…
- Vamos ver se você é tão boa quanto parece, Putette, aguenta que vou enfiar inteiro – ele enfiou – caralhooo, até as bolas ufff… – tirou – uma chupadora foda. Leva ela pra cama, neto, que vou meter com gosto.
- Vamos vadia, você já ouviu, hora de foder esse cu. – ela se levantou, de quebra dei duas palmadas nos peitos inchados dela – toma sua putona.
- Aaay sim, sim, Ummmm, sou uma indecente – fez uma pausa – quero que me montem, sim, ser montada como uma vadia.
Deitei na cama de barriga pra cima.
- Enfia essa putona.
- Assim, bem enfiada no meu neto, vou te comer o cu, Putette – logo meu avô já estava metendo forte lá dentro – toma dois pauszões.
Ela ficou louca de prazer, gemia, gritava, e gozou escandalosamente. Nós metíamos sem dó, ela caiu em cima de mim, mole, os peitos esmagados, só recebendo os dois paus.
- Vou encher seu boceta de porra, puta, vou te engravidar, grávida e com o cu comido.
Enchemos ela de porra quase ao mesmo tempo. Ela gemia de prazer.
Depois do banho, meu avô ficou carinhoso com ela antes de ir embora.
- Você é um amor, Putette. A gente se vê de novo.
Ela também beijou ele.
- Foi muito bom ficar com vocês dois.
Naquela tarde ela apareceu, logo depois de Ter encontrado com meu avô, meu amigo Sebas. Nem imaginava que pouco antes ele tinha combinado que a mãe dele a gente ia comer pelo cu, três caras. Minha mãe o atendeu de forma gentil, mas um pouco distante, não queria que ele pensasse que podia comer ela sempre. Ele só tinha olhos para minha mãe, então eu falei.
- Porra. Cara, tá na cara demais que você gosta da minha mãe, quer foder ela, é?
- Hã? Ah não, nada a ver, que coisa que você fala, é sua mãe.
- Buceta, sim, mas é uma gostosa de bandeira, além do mais, não tem problema, eu também queria comer a sua.
- Nem fode, se ela não tem nenhum atrativo, é sem graça e chata e não é gostosa – Esse cara é idiota, pensei – A sua sim é uma mulher bonita.
- Você nunca viu sua mãe pelada?
- Nem fode, ela é uma freira, nem pelada nem nada. Nada mesmo.
- Hmmmm, pensei, tô tendo uma ideia perversa, muito perversa. Talvez eu arme um esquema para que um dia você coma sua mãe sem saber. E até dar nela pelo cu com seu pau gordo e curto.
- Então ela deve ter uns peitinhos durinhos e um mamilo delicioso.
- Pô, cara, eu sei lá, nada a ver, a sua sim tem um par de bons melões bem duros e um mamilão bom.
- Buceta! Você viu os mamilos da minha mãe? – ele ficou vermelho – Como você sabe que os peitos dela são duros?
- Porra… não sei… – ele estava encurralado – eu imagino… dá pra perceber… tipo, com certeza ela deve ter eles duros…
- Ah, porra, eu tinha me preocupado, pensei que talvez você tivesse comido ela e eu sem saber. E o que é pior, sem comer a sua.
- Não, porra, nada a ver. – Eu estava me divertindo.
- Tenho uma loirinha francesa que talvez você goste. Uma mina casada que curte uma putaria. Bem gostosa, daquelas que fazem de tudo sem problema. Tem um marido que não dá muita atenção pra ela e ela precisa de sexo. Bom, depois você me diz.
- Porra, cara, claro que me interessa. Preciso meter o pau, tô louco.
- Eu te aviso quando der e ela se livrar do marido e dos filhos. Mas vai te custar 2 verdinhas. Tenho que comprar coisas pra ela. – Me pareceu das coisas mais taradas, me pagar pra foder a mãe dele. - Dois verdes? - A tia vale, tá gostosa pra caralho e é muito puta, com certeza deixa meter no cu. - Porra, com que vontade de experimentar um cu. Me disseram que é uma delícia, mas que as minas não deixam. - Junta a grana que eu vou te entregar de bandeja o cu de uma tia madura gostosa –, uffff que tesão, pensei, você vai me pagar pra meter no cu da sua própria mãe. Por enquanto ele foi embora com o rabo entre as pernas, minha mãe não topou. Se fosse diferente ele poderia ter na própria casa o cu que tanto queria. Tudo estava indo bem. Liguei pra Sara pra convidar pra dar uma volta na moto. Sugeri que depois a gente podia vir pra minha casa, ela ficar pra jantar e, se quisesse, dormir comigo. - E seus pais? Eles não vão achar legal - Vão achar ótimo, não se preocupa, só se você tiver vontade. A gente nunca dormiu junto, talvez você goste. Não somos namorados mas todo mundo acha que somos. - Bom, pelo resto do plano, tô com vontade de ir na sua casa e jantar com vocês. Vamos ver essa motoca que você tem. Como disse. Tudo certo, adorei levar uma gostosa como a Sara na moto, ela vestiu minissaia, um espetáculo lindo. Suas pernas e suas coxas. E claro, toda vez que subia e descia dava uma visão da calcinha minúscula, com seu bundão excitante e sua buceta marcada. Realmente ela tinha mudado, mas acho que era mais por falta de noção do que por vontade, era mais inocente do que seu exibicionismo indicava. Dava alegria ver uma mulherzinha assim. E eu estava com ela. Em casa, meu irmão ficou pasmo de ver a Sara tão sexy, ficou babando quando ela cumprimentou com dois beijos, muito carinhosa e alegre. Claro, meu pai também, os dois deram uma olhada nela. Minha mãe ria do impacto que ela causava, obviamente, pra ela era familiar causar esse impacto quando queria. Ficamos conversando sobre assuntos normais, Sara estava contente e um pouco atordoada pela sensualidade da minha mãe, que estava usando apenas um vestidinho leve de ficar em casa, de ficar em casa não significa nem feio nem sem graça, aberto com botões na frente, curto, deixando entrever seus lindos seios e suas coxas. Levei ela para o meu quarto.
- Gosto muito da sua mãe, mano. É a coisa mais sensual e volumosa em mulher que existe. Você sabe que eu curto mais as minas, ufff que mãe você tem…
- Sim, minha mãe é uma boa gata. Na verdade, eu percebi que você era lésbica por ver como olhava pra ela, mano. Você quer ela?
- Caralho. Mano, que sonho pra mim transar com sua mãe. Me dá muito tesão. Mas acho difícil.
- Tudo é possível, mano. Tudo pode ser conversado.
- Caralho mano, isso seria o máximo pra mim, mesmo que fosse só uma vez, que peitos tão… tão… uff, mas você tá me zoando.
- Tô falando sério, mano, talvez eu possa conversar com ela, temos muita intimidade – você não sabe até que ponto – mas você teria que me fazer um favor.
- Ufffff se você conseguir, faço o que você mandar – ela me olhou, excitada – fico excitada só de pensar em acariciar esses peitos da sua mãe e deslizar sobre ela – a abracei e beijei na boca.
- Me comprometo a conseguir. Mas preciso que você ajude meu irmão, ele é um cara muito inseguro, tímido demais, tem medo de chegar nas minas. Você pode fazer algo por ele, vai aumentar muito a autoestima dele se a garota que ele acha que é a namorada do irmão se sentir atraída por ele.
- Caralho cara, o que você quer, que eu transe com seu irmãozinho? Ufff não sei…
- Não mano, não tanto, bastaria você fazê-lo se sentir seguro, com uma punheta já basta, e que ele pudesse apalpar você, ele ainda não conhece a pele de uma garota, que saiba o que são uns peitos e uma buceta. E uma boca sensual. Você seria a primeira garota do meu irmão, ele lembraria de você pra sempre e mais ainda se você deixar ele chupar esses peitões gostosos.
- Ufffff você é um demônio, mano, sabe como me excitar – ela fez uma pausa – mas não prometo nada.
- Você vai sim, eu vou conseguir que você fique com minha mãe, nós três, ela, você e eu. Além disso, também não vai te custar muito, mano, se ele não passa de um garoto tímido, afinal, uma esfregada e uma punheta não são grande coisa pra você.
Sugeri ao meu irmão que mostrasse para Sara os desenhos que ele fazia. A verdade é que ele era um artista de verdade, desenhava como um profissional. Ele ficou encantado, levou ela pro quarto dele e ficaram um bom tempo, Sara soltava expressões de admiração de vez em quando e ria, alegre.
Meu pai estava lendo um livro na sala e eu fui com minha mãe pra cozinha. Levantei o vestido dela e acariciei sua bunda, ela me olhou com cara de reprovação.
— Não, não, filho, pelo amor de Deus — sem ligar, puxei sua calcinha pra baixo e tirei — por favor, filho…
Inclinei ela pra frente, nem precisei abrir suas coxas, ela mesma separou as pernas, sem dizer mais nada, tirei meu pau e enfiei na buceta dela de uma só vez, ela mordeu os lábios pra não gritar.
— Deus, mãe, que tesão me dá estar te fodendo com a casa cheia — sussurrei pra ela.
Bombeei forte algumas vezes e tirei. Tudo voltou ao normal, exceto a respiração da minha mãe e meu pau duro. Sem mais, dei um tapa na bunda dela antes de sair da cozinha.
— Você é minha putinha. Entro por onde saí quando quiser.
— Ufff, mas toma cuidado, filho.
Meu pai continuava lendo e do quarto do meu irmão saíam as vozes de Sara e dele.
Fui ver como estava, ela estava sentada na cama do meu irmão olhando os desenhos. A primeira coisa que vi foi sua calcinha fio-dental, ela estava com as pernas dobradas e não se preocupava em se cobrir, ocupada olhando os desenhos, oferecendo ao meu irmão a bela vista de suas pernas nuas e sua buceta mal coberta, despreocupada. Meu irmão devorava ela com os olhos, mas se mantinha afastado. Acho que ele devia estar de pau duro.
— Seu irmão é um artista incrível, como ele desenha bem, eu adoro, que sorte ter essa habilidade.
— Por que você não faz um desenho bom pra ele, cara, vai.
— Um retrato? — disse ela.
— Melhor um desenho do corpo. inteiro.
- Ooooh sim, você gostaria de fazer isso comigo?
- Claro, eu gosto de desenhar a figura humana, você já viu.
- Você é um amor - ela se levantou e o abraçou para dar um beijo na bochecha, ao se afastar olhou para a braguilha dele, era evidente que tinha notado sua ereção - você está feliz em me ver - ela sorriu, meu irmão ficou completamente vermelho.
- Normal, Sara - eu disse, tentando acalmá-lo - você estava muito sexy ali na cama dele, qualquer um ficaria - dei um tapinha no ombro do meu irmão e pisquei para ele - não incomoda nem a mim também, cara, somos irmãos. Vai, Sara, dá um beijo no seu cunhado, mas de verdade, você o envergonhou - Sara olhou para mim, depois olhou para ele e sorriu.
- Desculpa, cunhado, não queria te constranger - ela se aproximou dele, passou os braços pelo pescoço dele e pressionou os lábios nos dele, é claro se esfregando contra sua ereção, afastou um pouco a boca sem deixar de ficar abraçada - você não vai me abraçar, cunhado? - meu irmão passou as mãos por trás dela, obediente, alucinado - beija sua cunhada com carinho - eles juntaram suavemente os lábios, por mais tempo do que seria adequado para um par de cunhados, embora não estivessem usando língua, meu irmão não sabia, eles eram quase da mesma altura, então o pau do meu irmão estava bem contra o púbis da Sara, que se mexia um pouco, depois de um minuto ela se afastou, mas ficou perto, embora sem se abraçar mais.
- Uuuauuu, como você beija bem, eu adoro beijar - ela olhou para mim e sorriu - seu irmão beija maravilhosamente - ela mentia - paramos porque eu ficaria a tarde toda - ela veio até mim e também me beijou, mas desta vez eu coloquei um pouco de língua - ufff, que par de irmãos.
Meu irmão estava como petrificado, sem acreditar no que estava acontecendo. Era seu primeiro beijo em uma garota e era a "namorada" do seu irmão, e ele tinha conseguido esfregar o pau.
- Bom, você não vai fazer um primeiro esboço do desenho dela? Ainda falta para o jantar.
- Bom, não sei - disse meu irmão olhando para mim - eu teria que me preparar...
- Vai, cara, isso se prepara rapidinho, além disso tem que achar bem a posição e tal, assim você começa e continua outro dia.
- Como eu devo ficar? Sentada, de pé...
- Tem que experimentar várias posições pra ver qual fica melhor – disse meu irmão – vamos tentar deitada, como a Maja de Goya
- No caso, a Maja Desnuda, né? – falei
- DESNUDA? – disse meu irmão
- Claro, não acha, Sara? Melhor assim, você vai ter uma lembrança pra sempre.
- Hmm, acho que é bem melhor mesmo. Mas não sei se seu irmão vai achar legal – olhou pra ele – o que ele vai pensar se no primeiro dia que venho na sua casa, eu fico nua.
- Bom, ele vai pensar que você é muito gostosa, e vai curtir desenhar um nu feminino – olhei pra ela – Né? Não vai ser nada desagradável pra ele, Sara.
- Nããão, nada desagradável. Como vocês quiserem, mas não sei se vai ficar bom. Já fiz uns esboços, mas não de modelo ao vivo, só de fotos.
- Não quer tentar? Acho que a Sara pode posar bem.
- Beeem... ééé isso, ok.
- Onde eu tiro a roupa?
- Vai no meu quarto e coloca meu roupão e volta.
Quando a Sara saiu, eu falei.
- Ela é muito gostosa, hein? E é muito alegre e liberal. Você vai se fartar de ver ela pelada. Hehehe, já ficou durão, né?
- Porra, mano, que mina. Não te incomoda...
- Nem pensar, somos irmãos, e você já viu como ela gosta de beijar. Gostou de beijar ela?
- Uffff Incrível, é a primeira mina que me beija assim, caralho. Quer mesmo que eu desenhe ela nua?
- Sim, peladona, e que você desenhe bem os peitos e a buceta dela, põe pra dar pra ver a xana. E se ela quiser te beijar, deixa. Eu sei que você ainda não ficou com nenhuma mina, não acho que ela vai fazer cerimônia se você pegar um pouco, ela tem uma pele fina, fina.
A Sara entrou com meu roupão por cima, estava enorme nela mas saber que por baixo estava nua era um tesão da porra.
- Como eu fico? – estávamos os três em pé bem perto, o espaço não era muito grande
- Ali na cama, deitada – a cama estava junto à Parei, olhei para ela – sem o roupão, claro – ela desabotoou o roupão, lentamente, depois olhou para meu irmão e deixou ele escorregar até ficar totalmente nua, de frente para ele, a menos de um metro, nós dois sentimos o cheiro dos seios dela, uma boneca linda, com uns peitões e a buceta depilada. Meu irmão só tinha olhos para ela, ela olhava para ele, seus mamilos ficaram duros. – Você está linda, vai ver como ele vai te desenhar bem.
- Ufffff, espera um pouco, me sinto um pouco desconfortável assim nessa situação, nua, tenho que me acostumar – ela sorriu. A abracei com carinho, acariciei seu cabelo e ombros
- Você está em família Sara, fica tranquila – levantei seu queixo e a beijei suavemente, ela abriu a boca e dei um pouco da minha língua, o suficiente para meu irmão ver bem – você é uma princesa.
- Estou um pouco nervosa, a gente quase não se conhece.
- Eu… eu… um pouco também, nunca vi uma garota tão de perto.
- Calma vocês dois, é só questão de se acostumar um pouco – acariciei a buceta da Sara – e de relaxar, não é um drama. Principalmente você, mano, porque senão não vai sair nem um traço direito. Naturalidade acima de tudo. E tudo fica na família.
- Gosto do seu irmão – ela me disse – é um amor – sem parar de se olharem – te deixo nervoso, cunhado, está desconfortável? Eu estou um pouco nervosa – ela pegou a mão dele, carinhosa, vi meu irmão engolir em seco.
- Se familiariza com a Sara. Acaricia ela que não tem problema – ri – não queima nem morde.
- Dessa vez meu irmão a abraçou, ela se colou nele, seus mamilos contra o peito dele e seu púbis nu contra o pau dele, boa puta, pensei, juntaram os lábios mas dessa vez Sara abriu a boca e ele deu língua, igual tinha me visto fazer, e meu irmão acariciava suas costas, ávido por sensações, pela pele dela, sem se atrever a descer até sua bunda. Eu continuava com meu pau duro desde que tinha metido na minha mãe, isso ainda deixava mais, eles estavam se comendo. Interrompi.
- Ei, você tem que desenhá-la – ri, Eles pararam de se beijar com a respiração ofegante, mas ela não soltava o abraço, e ele também não, continuou acariciando as costas dela – agora vocês estão mais relaxados.
- Sim, agora muito melhor – disse Sara – beijo muito gostoso, tem que ganhar confiança, e que mãos tão macias, eu gosto – ela se virou mas ficou colada no meu irmão, agora a bunda dela contra o pau dele – gosto das suas mãos – ela me olhou – são mãos de artista – pegou as mãos dele e colocou na sua barriga – não se importa, né col… digo Roger?
- Claro que não, tem que relaxar e ganhar confiança – ela levantou os braços para trás e os enlaçou atrás do pescoço do meu irmão, realmente ela estava mandando bem. Meu irmão acariciava timidamente a barriga e o estômago dela, até o limite dos peitos.
- Ummmmmm que delícia de mãos… sobe mais…
Ela se recostou, meu irmão disse que ela devia ficar mais de frente para ele.
- Coloca ela como deve ficar – eu falei.
Ele posicionou as pernas dela entreabertas, os braços atrás da cabeça, os seios dela em seu esplendor, mesmo assim ele não começou a apalpar abertamente, decidi deixá-los sozinhos.
- Bom, daqui a pouco volto pra ver como vai o desenho – ao sair, pisquei pro meu irmão.
Me deu tesão ter visto aquilo, mas tinha certeza que meu irmão não teria coragem de fazer nada comigo ali, seria como me dar chifre. Tesão.
Fui pra sala, meu pai tinha adormecido na poltrona. Fui pra cozinha, minha mãe estava finalizando o jantar, sobre o mármor, cortando salada.
- Acho que minha "namorada" pode ajudar meu irmão nisso de perder o medo das garotas.
- É? Que bom porque ele precisa de segurança e autoestima – me aproximei e apalpei a bunda dela – não começa de novo, você já teve o bastante.
- Papai tá dormindo e aqueles dois vão ficar ocupados um tempinho, ele tá fazendo um desenho de corpo inteiro dela – levantei o vestido dela e toquei a boceta por trás, ela tinha tirado a calcinha antes – que clitóris gordinho você tem, mãe – ela se abriu um pouco – você Gosta da Sara? - Ummmmmm, você é um demônio…sim, eu gosto, ela é uma garota lindíssima e muito natural, aaaah…deixa meu clitóris em paz…uffffff…seu pai pode acordar…- não só não parei como ainda tirei meu pau pra fora - Sabe, mãe? Vamos ter que fazer um trio com a Sara, eu adoraria foder vocês duas ao mesmo tempo – afastei as pernas dela – amo foder minha mãe – encostei meu pau na buceta - ela gosta muito de você, já sabe que ela é bem lésbica – empurrei e entrei parte do pau – deussss mãe, como você aguenta bem, você é de buceta fácil – enfiei tudo - e fácil de buceta. -Uffffffff filho…não sei se vou aguentar mas se você quiser…uffff me deixa pelo amor de deus…ooooooooooooo. que delícia deusssss…se seu pai acordar…ufffff…que duro você está, filho… - Minha “namorada” está pelada com meu irmão no quarto dele, preciso ter meu pau na sua buceta, mãe, ela está estourando. – fiquei bombando – até meu pai ficava olhando pra Sara…uff mãe…toma pau…toma pau, mãe… - Ufffff…Sara é muito sexy…aaaaaahhh filho…ummmmmmmmm…me dá pau, querido, fode sua mãe, meu menino… - vi que ia demorar pra gozar e achei melhor não arriscar, então tirei – uffffff… que indecente isso, meu filho… - arrumou a saia e foi ver meu pai. Ele ainda estava cochilando – vamos que tenho que terminar o jantar, ufffff…foder assim do nada…então um trio com a Sara…não sei, não sou especialmente fã de mulheres, você sabe… - Tá, mas ela está batendo uma pro meu irmão só pra poder transar com você, eu falei pra ela. Não custa tanto, além do mais eu vou estar lá pra te dar pau. E pra ela também vou dar. Nas duas, e vou comer o cu de vocês. As duas gostam. - Você é perverso, filho…ufff. Vamos, põe a mesa que o jantar está quase pronto e avisa aqueles dois. Cheguei perto do quarto do meu irmão e bati na porta sem entrar. - Jantar, vamos, vão se apressando. Montei a mesa e ouvi a Sara indo pro meu quarto se vestir. O jantar foi uma alegria, todo mundo feliz, meu pai especialmente simpático e meu irmão como se estivesse no nirvana, com um sorriso que não saía do rosto dele.
Na hora do café, minha mãe se ofereceu para fazer e eu fui ajudá-la. A Sara entrou na cozinha com a desculpa de trazer alguns pratos.
- Obrigada pelo jantar, Catalina, estava uma delícia – ela se aproximou.
- Não é nada, Sara, você é uma garota muito simpática – minha mãe virou-se para ela – e além disso está muito gata.
A Sara estava nervosa, mas o desejo da minha mãe lhe dava força.- Você é mesmo gostosa, muito gostosa – ele me olhou – eu gostaria...
(CONTINUARÁ...)
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- Como foi, mãe? – perguntei, assim que saímos da oficina do pai da Sara. Caminhando pela rua, acompanhando minha mãe como um bom filho.
- Bom, não foi ruim. Ele é um homem educado. Curtiu bastante comigo.
- Tenho certeza que ele te curtiu, mãe. Foi muito difícil fazer isso?
- Bom, você sabe, filho, essas coisas são como são, mas estou feliz de ter servido para a sua moto.
- Ele estava obcecado por você. Você é um símbolo sexual pra ele. Que tesão. Você fez ela gozar bem?
- Sua mãe foi uma boa puta. Gozou bem. Como você queria.
- Eu adoro, você é minha mãe, toda fodida que nem uma puta qualquer. Melhor, acabou de ser comida.
- Gostou, hein? – ela me olhou – faço de puta por você, sou o que você quer que eu seja – sorriu.
- Me excita ter minha mãe bem fodida, sim. E você faz de puta porque gosta de ser – eu estava ficando excitado de falar com ela assim – ele mamou seus peitos?
- Ele deixou eles um pouco doloridos de tanto apertar e chupar, enquanto sussurrava: “caralho, que tetas, finalmente tenho as tetas da Catarina”.
- A fantasia comum de todos os pais do colégio, chupar as tetas da “Melancia”. Esse era um dos poucos que faltavam – ela me olhou com a testa um pouco franzida – me diz que não é verdade, vai, seus peitos passaram por todas as mãos de lá.
- Filho… – sempre me excitava falar com minha mãe assim.
- Te morderam o leite e te ordenharam, Puta – ela evitava meu olhar direto, fiz uma pausa – uma experiência única pra eles. E você gosta que mexam nos seus peitos.
- Uffff filho… é que eu tinha muito leite, sempre ficava vazando pelos mamilos e todo mundo percebia, ficavam muito excitados, me dava tesão… me excitava.
- …e, claro, de quebra te comiam. Te usavam. E você gozando.
- É que eles ficavam tão duros… não sei… Todos diferentes, uns tímidos outros agressivos, paus grandes, pequenos, gozadores precoce, um pouco de tudo…
Chegamos no ponto de ônibus que nos levava pra casa. Eu estava com o pau durão. O ônibus veio lotado como sempre. Empurrei ela, apertando a gente contra as pessoas e a coloquei na frente de um cara mais velho de uns 50 anos, vestido de trabalho, tipo operário da luz ou da água. Eu fiquei atrás dela, apertando meu pau contra a bunda dela e ela contra o cara. Falei baixinho.
- Como ele te comeu? Você gozou, com certeza. – O decote generoso da minha mãe a pouca distância do cara, até roçando nele. E eu empurrando com os movimentos os solavancos do ônibus.
- Ele tava com vontade de me foder feito uma puta de quatro, foi bom, eu gostei – ela falava baixinho também.
- Ele gostou de ver seus peitos balançando – passei minha mão na frente dela, pelo ventre e subi até o estômago, o cara deve ter notado minha mão.
- Ele pegou neles enquanto me penetrava – subi a mão acariciando o início do seio por baixo, o cara me olhou e eu sorri, cúmplice. Ele olhou pra minha mãe mas ela tava olhando pra janela, a gente era empurrado por todos os lados. - aí eu sentei na pica dele, por cima, enquanto ele apertava meus peitos.
- E você gozou – subi a mão e acariciei suavemente por cima do mamilo. O cara olhou pro decote dela, que deixava ver boa parte da teta e também viu minha mão, me olhou e eu fiz uma piscadela e um leve movimento com a cabeça confirmando.
- É que eu fico excitada na hora, você sabe, tive um orgasmo com ele assim. – eu já tava com o pau duro contra a bunda dela. O cara olhava o decote dela, me olhava e notei que ele levantou a mão em direção à outra teta da minha mãe. Comecei a apertar com os dedos suavemente, tomando cuidado pra ele ver. Notei que minha mãe respirava mais agitada. Vi que a mão do cara já estava sobre a outra teta da minha mãe.
- Onde ele gozou, mãe? – o cara já apertava a teta sem disfarçar.
- Na boca – ela gemeu baixinho – engoli a porra dele. – Agora o cara conseguia ouvir o que a gente dizia.
- Muita? – agora a gente apertava os dois peitos – e você gostou?
- Uf, sim, muita porra e eu gostei – ela soltou um gemido baixo mas audível – Aaah…
- O que foi, mãe?
- Meu Deus, filho, esse tá me apalpando lá embaixo… uff – olhei pra ele, a expressão dele era um poema, tava excitado com os olhos brilhando olhando pra minha mãe.
- Você gosta – me aproximei do ouvido dela – você gosta que um desconhecido qualquer te apalpe. Te excita…
- Uff filho… aaah – ela gemía baixinho, eu apertava meu pau contra a bunda dela. Baixei a mão pra apalpar a coxa dela, o cara tava apalpando por cima da roupa. Sem pensar no porquê, só se Aconteceu de eu levantar o vestido dela, o cara entendeu na hora.
- Uuuug, meu Deus – gemeu minha mãe. Sabia que estava esfregando direto na buceta, minha mãe deu um salto – uuuugff…aaah – soube que estava enfiando algum dedo.
- Chegamos no nosso ponto – falei alto. Tudo voltou ao normal, dentro do possível. Pedindo licença, descemos do ônibus.
- Se continuasse mais dois pontos você gozava, mãe.
- Você é um safadão, filho. – Caminhamos um pouco em silêncio – que tesão.
- Não me diga que você nunca fez isso com desconhecidos.
- Não digo tanto, mas assim, entregue pelo meu próprio filho, não. É muito obsceno.
- Vamos repetir, mãe, e muito melhor. – Não queria, mas ela me explicou que na lua de mel com meu pai, tinha transado com um completo desconhecido. Tinham ficado em uns bangalôs, na região da Andaluzia. Parece que transavam muito.
- Você sabe que quanto mais eu tenho, mais eu quero, não consigo evitar.
Uma tarde meu pai foi se banhar no mar e ela ficou cochilando na cama. No bangalô ao lado tinham dois italianos jovens. Naquela tarde os dois comeram ela, um atrás do outro.
- Caralho, mãe, recém-casada… por que você fez isso?
- Nada, filho, não sei… entrou um, parece que seu pai tinha deixado a porta mal fechada, abri os olhos e vi ele na minha frente, sorrindo, era bonito… pelado… me olhando… ele já estava bem duro… ele disse que me queria… eu estava nua e quente… sonolenta… de repente me vi penetrada… muito tesão… gozei muito. Depois entrou o outro… não sei… quase sem dizer nada.
- Você ainda está saindo com o pai da Sara?
- Vou pagar mais algumas prestações. Ele não é desagradável nem difícil. E você já tem sua moto. Está contente com sua mãe prostituta?
- Eu adoro minha mãe prostituta. Mais um pau pra te comer. Gosto de ter a mãe mais comida. E mais esfregada…
Íamos conversando tranquilamente, qualquer um diria que era uma conversa banal entre mãe e filho. Minha mãe era assim, fascinante. Chegando em casa, ela tomou um banho e se vestiu como uma dona de casa, mas nada sem graça, minha mãe sempre estava gostosa e sempre provocando, dando vontade de fazer algo com ela. Entrei na cozinha com ela e comecei a apalpar.
- Me excita que você esteja recém fodida, mãe.
- Uffff, para agora, filho, que seu pai e seu irmão estão pra chegar, não dá tempo – ela tinha razão. Paciência – ela acariciou meu pacote e apertou minhas bolas por cima da roupa – quero essa porra bem dentro.
- Ummmmmmm, porra, é? - Ela riu e não disse nada. E eu pensei como seria excitante se ela estivesse grávida.
- Aliás, mãe, meu irmão precisa de ajuda, ele se mata na punheta e é tão tímido e covarde que não tem coragem com nenhuma garota. Talvez você possa fazer algo por ele. Com uma punheta ou um boquete já bastaria.
- De jeito nenhum, filho, seu irmão não é como você, é como seu pai, um artista sensível, um amor, eles despertam ternura, você não. Acho que faria mais mal do que bem. Você é um filho da puta desde que nasceu, já dava pra ver, eu já intuía que você era perigoso. Seu irmão é um anjo, uma pessoa querida, me preocupa vê-lo assim mas não vou fazer nada. Ele não entenderia.
Ela tinha toda a razão. Algo me ocorreria.
Liguei pro meu avô, fazia dias que não nos víamos e queria propor uma sessão com a Pilar. Ele tinha o detalhe de me deixar o apartamento dele pra mim e minhas gozadas e eu queria retribuir com o cu da Pilar. Até sugeri se ele tinha algum amigo precisando de mulher jovem.
- Porra, sim, tenho um amigo viúvo que tá desesperado, faz meses sem mulher.
- Ofereço pra vocês uma mulher jovem que não chega aos 40, uma gostosa que eu como de vez em quando. Casada, adúltera, safada, tarada, mas com discrição porque o marido é um corno sem saber.
- Ele vai ficar louco, aliás, como tá sua mãe?
- Como sempre, vô, você conhece ela, cada dia mais gata.
- Faz tempo que não temos uma "sessão familiar" nós três, temos que estreitar laços emocionais, neto. Principalmente por ela. - Sim, temos que cuidar da sua neném querida e fazer ela se sentir bem. Ficou combinado. Um dia de sessão com a Pilar e outro, íntimo, com a nossa garota, mãe e filha ao mesmo tempo. A sessão com a Pilar foi fantástica. Fiz ela vestir uma saia plissada de colegial, uma camisa branca, uma gravatinha e meias brancas. Tinha certeza que iam adorar comer o cu de uma colegialinha. E as pernas dela eram perfeitas, por sinal. As tetas dela eram realmente diferentes, estreitas na base e redondas no final, achatadas na área da aréola, de onde saía um mamilão comprido. Pensei que apertar as tetas dela na base e exagerar o formato de pera daria muito tesão. Tinha certeza também que ela ia gostar daquela dorzinha leve, e que esticar a pele da aréola e do mamão estreito e comprido, junto com a excitação dela de levar tapas nas tetas, ia aumentar ainda mais o prazer. - Fica de quatro na cama, com as tetas balançando. Você vai ver que putinha você vai ser pros meus clientes – ela estava vestida de colegial, mas com a camisa desabotoada, me dando acesso às tetas pela frente. Ela obedeceu sem questionar nada. Só gemeu um pouco enquanto eu amarrei as tetas dela com tiras de lenço de seda. Quando terminei, me afastei pra olhar. O formato realmente estava exagerado. - Essas sim são duas peras, Pilar. Tá doendo? - Uffff, um pouco, mas é excitante, como elas ficaram duras. Me sinto estranha com essas tetas. - É porque você gosta de ser uma puta. Se olha no espelho, de frente. Você é uma adúltera indecente. De quatro, semi vestida de vagabunda e à mercê do amigo do seu filho – me coloquei ao lado dela e meti a mão nas tetas balançando, acariciando e balançando elas – Gosta? – dei uns tapas. - Aaaaay…Ummm, sim, gosto. Eu gosto de mim. - Seu filho diz que você é uma freira, se ele soubesse que a mãe dele é uma puta – ela se mexia sensual, as tetas balançavam de um jeito excitante – que durinhas elas ficam assim, sua putinha – agarrei os mamilos dela e puxei, ela gemeu entre prazer e dor – eu te vendi para uns caras que vão te montar pelo cu, se comporte bem com seus clientes. E eu trarei mais, como você mesma pediu, você precisa de prazer de vagabunda –com seus mamilos longos e finos nos meus dedos continuei puxando em várias direções
- AAAih…sim, sim, querido, eu vou me comportar bem, traz mais…aaaiii…mais homens, preciso de prazer…aaaah…recuperar tempo perdido… prazer de vagabunda- me excitava muito ouvi-la dizer, dei duas palmadas nos peitos dela – Aaaaaaaaihhh… ufffff…me deixa com tesão…me dá - a deixei quente como brasa, abri suas pernas e dei na buceta, ela se contorcia de prazer – aaaaaaaaah… uffffff… me bate - dei na xota e nos peitos – aaaaaaaaaaaaaa siiiiiii…por deusss…aaaaah… me fode…me fode…aaai…siii…aaaah...me fode como uma vagabunda…aaaaaaaaiii
No momento bateram na porta.
- Vou abrir para eles, você arruma a roupa e espera que eu te chame. Lembre que você é a Putette.
Foi tudo tesão e sexo sujo. O amigo do meu avô queria intimidade então entraram sozinhos, Pilar e ele para foder. Meu avô e eu fomos para o quartinho ao lado para poder ver sem que eles soubessem.
Uma vagabunda autêntica. Ela curtia. O cara estava um pouco nervoso no começo, mas ela teve paciência, chupou o pau dele um bom tempo, de joelhos, ele sentado na cama, deixou seus peitos de pera para que ele curtisse tudo o que quisesse, sentada sobre seus joelhos e enfiando eles na boca, sussurrando para ele, acariciando seu pau enquanto se escanchou na cama para que ele comesse a buceta quanto quisesse também. Finalmente, com um pau duro, ele a colocou sobre a cama com os joelhos no chão e enfiou no cu dela.
Nós vimos o espetáculo maravilhosamente, estavam de frente para o espelho que por trás dava para o quartinho escuro e vimos bem a montada e seus rostos. Ele não era muito falador, mas sim tarado e quis saber se o marido dela enfiava no cu.
- Ummmm não querido, pro meu marido eu não deixo, mas pra você sim. Ummmmmm, eu gosto…e você?
- Minha mulher nunca deixou – ele bombava o cu dela e ela gemia alto – siiiii…ah…sim…eu gosto…posso gozar dentro do seu cu?
- Ummmm sim, querido, sim, aproveita, goza, enche meu cu de porra…– uma puta excelente – eu fico excitada com sêmen…siiiiiii
Ele saiu encantado e me pagou generosamente. Agradeceu ao meu avô.
- Que mulher boa, caralho. Vamos ver quando repetimos.
Meu avô e eu comemos ela juntos, como bons colegas. Putette estava tomando banho.
- Estou com vontade de enfiar meu pau no cu dessa garota enquanto você come a buceta dela.
- Ela é uma tarada sem controle, você vai ver. Primeiro vamos brincar um pouco. Ela adora ser obscena, em casa é uma santinha. Putette! Vem aqui por favor
- Melhor nua, Putette, querida, só deixe as meias. – meu avô disse – vamos ver o material que você tem pra gente – Ela se despiu sem hesitar, pensei, caralho se o filho dela visse – hmm linda, e pernas lindas – ela estava de pé na frente dele – dá uma volta, por favor – ela mostrou a bunda, meu avô deu um tapa suave – bela bunda, vou gostar de comer um cu como o seu, Putette. Você é gostosa. E parece que você é muito puta e curte uma putaria, né?
- Ummm sim, sou muito puta e curto putaria, vai ser um prazer ter meu cu comido.
- O cu dilatado, meu amigo te deu no cu, hein?
- hmm, sim, e ele gostou muito…
. Muito mesmo. Melhor, assim eu entro mais fácil. Você gosta de chupar rola?
- hmm sim, gosto de chupar rola – ela ficava excitada ao dizer.
- Chupa a do meu neto. Dá pra ela, Roger, me faz o favor. – claro, fiquei na frente, tirei pela abertura da calça e dei na boca dela.
- Chupa meu pau, puta – ela fez com gosto, enquanto meu avô dedava a buceta e o cu dela – devagar, Putette, devagar – ela estava descontrolada, rebolando a buceta e engolindo meu pau – caralho, eu falei devagar – tirei e dei um tapa nela, ela gemeu, toda quente.
- Aaay – os olhos dela brilhavam.
- Não se mexe – meu avô se levantou e ficou na frente dela, tirou o pau roxo e colocou nos lábios dela – já que você gosta de chupar Rabão, abre essa boquitona, Putette – ele enfiou – ummmm que boquinha boa - me olhou – você tem uma vadia excelente, neto, ela me deixou duro na hora.
- Há pouco tempo ela nem sabia o que era chupar um pau.
- Agora chupa aos pares, hahaha. – ela chupava com vontade – caralhooo como essa sua vadia engole!
Me levantei e amarrei os peitos dela de novo enquanto ela chupava o pau do meu avô. Aproveitei para dar umas palmadas que ecoaram e a fizeram gemer com a boca cheia de pau.
- Você gosta de comer o pau do meu avô, Putette?
- Ummm sim, gosto de comer o pau grosso do seu avô, um – continuou chupando. Meu avô entrava e saía da boca dela. Fiquei atrás e enfiei no boceta até as bolas. Ela gritou.- Aaayyyyy…você me fode…
- Vamos ver se você é tão boa quanto parece, Putette, aguenta que vou enfiar inteiro – ele enfiou – caralhooo, até as bolas ufff… – tirou – uma chupadora foda. Leva ela pra cama, neto, que vou meter com gosto.
- Vamos vadia, você já ouviu, hora de foder esse cu. – ela se levantou, de quebra dei duas palmadas nos peitos inchados dela – toma sua putona.
- Aaay sim, sim, Ummmm, sou uma indecente – fez uma pausa – quero que me montem, sim, ser montada como uma vadia.
Deitei na cama de barriga pra cima.
- Enfia essa putona.
- Assim, bem enfiada no meu neto, vou te comer o cu, Putette – logo meu avô já estava metendo forte lá dentro – toma dois pauszões.
Ela ficou louca de prazer, gemia, gritava, e gozou escandalosamente. Nós metíamos sem dó, ela caiu em cima de mim, mole, os peitos esmagados, só recebendo os dois paus.
- Vou encher seu boceta de porra, puta, vou te engravidar, grávida e com o cu comido.
Enchemos ela de porra quase ao mesmo tempo. Ela gemia de prazer.
Depois do banho, meu avô ficou carinhoso com ela antes de ir embora.
- Você é um amor, Putette. A gente se vê de novo.
Ela também beijou ele.
- Foi muito bom ficar com vocês dois.
Naquela tarde ela apareceu, logo depois de Ter encontrado com meu avô, meu amigo Sebas. Nem imaginava que pouco antes ele tinha combinado que a mãe dele a gente ia comer pelo cu, três caras. Minha mãe o atendeu de forma gentil, mas um pouco distante, não queria que ele pensasse que podia comer ela sempre. Ele só tinha olhos para minha mãe, então eu falei.
- Porra. Cara, tá na cara demais que você gosta da minha mãe, quer foder ela, é?
- Hã? Ah não, nada a ver, que coisa que você fala, é sua mãe.
- Buceta, sim, mas é uma gostosa de bandeira, além do mais, não tem problema, eu também queria comer a sua.
- Nem fode, se ela não tem nenhum atrativo, é sem graça e chata e não é gostosa – Esse cara é idiota, pensei – A sua sim é uma mulher bonita.
- Você nunca viu sua mãe pelada?
- Nem fode, ela é uma freira, nem pelada nem nada. Nada mesmo.
- Hmmmm, pensei, tô tendo uma ideia perversa, muito perversa. Talvez eu arme um esquema para que um dia você coma sua mãe sem saber. E até dar nela pelo cu com seu pau gordo e curto.
- Então ela deve ter uns peitinhos durinhos e um mamilo delicioso.
- Pô, cara, eu sei lá, nada a ver, a sua sim tem um par de bons melões bem duros e um mamilão bom.
- Buceta! Você viu os mamilos da minha mãe? – ele ficou vermelho – Como você sabe que os peitos dela são duros?
- Porra… não sei… – ele estava encurralado – eu imagino… dá pra perceber… tipo, com certeza ela deve ter eles duros…
- Ah, porra, eu tinha me preocupado, pensei que talvez você tivesse comido ela e eu sem saber. E o que é pior, sem comer a sua.
- Não, porra, nada a ver. – Eu estava me divertindo.
- Tenho uma loirinha francesa que talvez você goste. Uma mina casada que curte uma putaria. Bem gostosa, daquelas que fazem de tudo sem problema. Tem um marido que não dá muita atenção pra ela e ela precisa de sexo. Bom, depois você me diz.
- Porra, cara, claro que me interessa. Preciso meter o pau, tô louco.
- Eu te aviso quando der e ela se livrar do marido e dos filhos. Mas vai te custar 2 verdinhas. Tenho que comprar coisas pra ela. – Me pareceu das coisas mais taradas, me pagar pra foder a mãe dele. - Dois verdes? - A tia vale, tá gostosa pra caralho e é muito puta, com certeza deixa meter no cu. - Porra, com que vontade de experimentar um cu. Me disseram que é uma delícia, mas que as minas não deixam. - Junta a grana que eu vou te entregar de bandeja o cu de uma tia madura gostosa –, uffff que tesão, pensei, você vai me pagar pra meter no cu da sua própria mãe. Por enquanto ele foi embora com o rabo entre as pernas, minha mãe não topou. Se fosse diferente ele poderia ter na própria casa o cu que tanto queria. Tudo estava indo bem. Liguei pra Sara pra convidar pra dar uma volta na moto. Sugeri que depois a gente podia vir pra minha casa, ela ficar pra jantar e, se quisesse, dormir comigo. - E seus pais? Eles não vão achar legal - Vão achar ótimo, não se preocupa, só se você tiver vontade. A gente nunca dormiu junto, talvez você goste. Não somos namorados mas todo mundo acha que somos. - Bom, pelo resto do plano, tô com vontade de ir na sua casa e jantar com vocês. Vamos ver essa motoca que você tem. Como disse. Tudo certo, adorei levar uma gostosa como a Sara na moto, ela vestiu minissaia, um espetáculo lindo. Suas pernas e suas coxas. E claro, toda vez que subia e descia dava uma visão da calcinha minúscula, com seu bundão excitante e sua buceta marcada. Realmente ela tinha mudado, mas acho que era mais por falta de noção do que por vontade, era mais inocente do que seu exibicionismo indicava. Dava alegria ver uma mulherzinha assim. E eu estava com ela. Em casa, meu irmão ficou pasmo de ver a Sara tão sexy, ficou babando quando ela cumprimentou com dois beijos, muito carinhosa e alegre. Claro, meu pai também, os dois deram uma olhada nela. Minha mãe ria do impacto que ela causava, obviamente, pra ela era familiar causar esse impacto quando queria. Ficamos conversando sobre assuntos normais, Sara estava contente e um pouco atordoada pela sensualidade da minha mãe, que estava usando apenas um vestidinho leve de ficar em casa, de ficar em casa não significa nem feio nem sem graça, aberto com botões na frente, curto, deixando entrever seus lindos seios e suas coxas. Levei ela para o meu quarto.
- Gosto muito da sua mãe, mano. É a coisa mais sensual e volumosa em mulher que existe. Você sabe que eu curto mais as minas, ufff que mãe você tem…
- Sim, minha mãe é uma boa gata. Na verdade, eu percebi que você era lésbica por ver como olhava pra ela, mano. Você quer ela?
- Caralho. Mano, que sonho pra mim transar com sua mãe. Me dá muito tesão. Mas acho difícil.
- Tudo é possível, mano. Tudo pode ser conversado.
- Caralho mano, isso seria o máximo pra mim, mesmo que fosse só uma vez, que peitos tão… tão… uff, mas você tá me zoando.
- Tô falando sério, mano, talvez eu possa conversar com ela, temos muita intimidade – você não sabe até que ponto – mas você teria que me fazer um favor.
- Ufffff se você conseguir, faço o que você mandar – ela me olhou, excitada – fico excitada só de pensar em acariciar esses peitos da sua mãe e deslizar sobre ela – a abracei e beijei na boca.
- Me comprometo a conseguir. Mas preciso que você ajude meu irmão, ele é um cara muito inseguro, tímido demais, tem medo de chegar nas minas. Você pode fazer algo por ele, vai aumentar muito a autoestima dele se a garota que ele acha que é a namorada do irmão se sentir atraída por ele.
- Caralho cara, o que você quer, que eu transe com seu irmãozinho? Ufff não sei…
- Não mano, não tanto, bastaria você fazê-lo se sentir seguro, com uma punheta já basta, e que ele pudesse apalpar você, ele ainda não conhece a pele de uma garota, que saiba o que são uns peitos e uma buceta. E uma boca sensual. Você seria a primeira garota do meu irmão, ele lembraria de você pra sempre e mais ainda se você deixar ele chupar esses peitões gostosos.
- Ufffff você é um demônio, mano, sabe como me excitar – ela fez uma pausa – mas não prometo nada.
- Você vai sim, eu vou conseguir que você fique com minha mãe, nós três, ela, você e eu. Além disso, também não vai te custar muito, mano, se ele não passa de um garoto tímido, afinal, uma esfregada e uma punheta não são grande coisa pra você.
Sugeri ao meu irmão que mostrasse para Sara os desenhos que ele fazia. A verdade é que ele era um artista de verdade, desenhava como um profissional. Ele ficou encantado, levou ela pro quarto dele e ficaram um bom tempo, Sara soltava expressões de admiração de vez em quando e ria, alegre.
Meu pai estava lendo um livro na sala e eu fui com minha mãe pra cozinha. Levantei o vestido dela e acariciei sua bunda, ela me olhou com cara de reprovação.
— Não, não, filho, pelo amor de Deus — sem ligar, puxei sua calcinha pra baixo e tirei — por favor, filho…
Inclinei ela pra frente, nem precisei abrir suas coxas, ela mesma separou as pernas, sem dizer mais nada, tirei meu pau e enfiei na buceta dela de uma só vez, ela mordeu os lábios pra não gritar.
— Deus, mãe, que tesão me dá estar te fodendo com a casa cheia — sussurrei pra ela.
Bombeei forte algumas vezes e tirei. Tudo voltou ao normal, exceto a respiração da minha mãe e meu pau duro. Sem mais, dei um tapa na bunda dela antes de sair da cozinha.
— Você é minha putinha. Entro por onde saí quando quiser.
— Ufff, mas toma cuidado, filho.
Meu pai continuava lendo e do quarto do meu irmão saíam as vozes de Sara e dele.
Fui ver como estava, ela estava sentada na cama do meu irmão olhando os desenhos. A primeira coisa que vi foi sua calcinha fio-dental, ela estava com as pernas dobradas e não se preocupava em se cobrir, ocupada olhando os desenhos, oferecendo ao meu irmão a bela vista de suas pernas nuas e sua buceta mal coberta, despreocupada. Meu irmão devorava ela com os olhos, mas se mantinha afastado. Acho que ele devia estar de pau duro.
— Seu irmão é um artista incrível, como ele desenha bem, eu adoro, que sorte ter essa habilidade.
— Por que você não faz um desenho bom pra ele, cara, vai.
— Um retrato? — disse ela.
— Melhor um desenho do corpo. inteiro.
- Ooooh sim, você gostaria de fazer isso comigo?
- Claro, eu gosto de desenhar a figura humana, você já viu.
- Você é um amor - ela se levantou e o abraçou para dar um beijo na bochecha, ao se afastar olhou para a braguilha dele, era evidente que tinha notado sua ereção - você está feliz em me ver - ela sorriu, meu irmão ficou completamente vermelho.
- Normal, Sara - eu disse, tentando acalmá-lo - você estava muito sexy ali na cama dele, qualquer um ficaria - dei um tapinha no ombro do meu irmão e pisquei para ele - não incomoda nem a mim também, cara, somos irmãos. Vai, Sara, dá um beijo no seu cunhado, mas de verdade, você o envergonhou - Sara olhou para mim, depois olhou para ele e sorriu.
- Desculpa, cunhado, não queria te constranger - ela se aproximou dele, passou os braços pelo pescoço dele e pressionou os lábios nos dele, é claro se esfregando contra sua ereção, afastou um pouco a boca sem deixar de ficar abraçada - você não vai me abraçar, cunhado? - meu irmão passou as mãos por trás dela, obediente, alucinado - beija sua cunhada com carinho - eles juntaram suavemente os lábios, por mais tempo do que seria adequado para um par de cunhados, embora não estivessem usando língua, meu irmão não sabia, eles eram quase da mesma altura, então o pau do meu irmão estava bem contra o púbis da Sara, que se mexia um pouco, depois de um minuto ela se afastou, mas ficou perto, embora sem se abraçar mais.
- Uuuauuu, como você beija bem, eu adoro beijar - ela olhou para mim e sorriu - seu irmão beija maravilhosamente - ela mentia - paramos porque eu ficaria a tarde toda - ela veio até mim e também me beijou, mas desta vez eu coloquei um pouco de língua - ufff, que par de irmãos.
Meu irmão estava como petrificado, sem acreditar no que estava acontecendo. Era seu primeiro beijo em uma garota e era a "namorada" do seu irmão, e ele tinha conseguido esfregar o pau.
- Bom, você não vai fazer um primeiro esboço do desenho dela? Ainda falta para o jantar.
- Bom, não sei - disse meu irmão olhando para mim - eu teria que me preparar...
- Vai, cara, isso se prepara rapidinho, além disso tem que achar bem a posição e tal, assim você começa e continua outro dia.
- Como eu devo ficar? Sentada, de pé...
- Tem que experimentar várias posições pra ver qual fica melhor – disse meu irmão – vamos tentar deitada, como a Maja de Goya
- No caso, a Maja Desnuda, né? – falei
- DESNUDA? – disse meu irmão
- Claro, não acha, Sara? Melhor assim, você vai ter uma lembrança pra sempre.
- Hmm, acho que é bem melhor mesmo. Mas não sei se seu irmão vai achar legal – olhou pra ele – o que ele vai pensar se no primeiro dia que venho na sua casa, eu fico nua.
- Bom, ele vai pensar que você é muito gostosa, e vai curtir desenhar um nu feminino – olhei pra ela – Né? Não vai ser nada desagradável pra ele, Sara.
- Nããão, nada desagradável. Como vocês quiserem, mas não sei se vai ficar bom. Já fiz uns esboços, mas não de modelo ao vivo, só de fotos.
- Não quer tentar? Acho que a Sara pode posar bem.
- Beeem... ééé isso, ok.
- Onde eu tiro a roupa?
- Vai no meu quarto e coloca meu roupão e volta.
Quando a Sara saiu, eu falei.
- Ela é muito gostosa, hein? E é muito alegre e liberal. Você vai se fartar de ver ela pelada. Hehehe, já ficou durão, né?
- Porra, mano, que mina. Não te incomoda...
- Nem pensar, somos irmãos, e você já viu como ela gosta de beijar. Gostou de beijar ela?
- Uffff Incrível, é a primeira mina que me beija assim, caralho. Quer mesmo que eu desenhe ela nua?
- Sim, peladona, e que você desenhe bem os peitos e a buceta dela, põe pra dar pra ver a xana. E se ela quiser te beijar, deixa. Eu sei que você ainda não ficou com nenhuma mina, não acho que ela vai fazer cerimônia se você pegar um pouco, ela tem uma pele fina, fina.
A Sara entrou com meu roupão por cima, estava enorme nela mas saber que por baixo estava nua era um tesão da porra.
- Como eu fico? – estávamos os três em pé bem perto, o espaço não era muito grande
- Ali na cama, deitada – a cama estava junto à Parei, olhei para ela – sem o roupão, claro – ela desabotoou o roupão, lentamente, depois olhou para meu irmão e deixou ele escorregar até ficar totalmente nua, de frente para ele, a menos de um metro, nós dois sentimos o cheiro dos seios dela, uma boneca linda, com uns peitões e a buceta depilada. Meu irmão só tinha olhos para ela, ela olhava para ele, seus mamilos ficaram duros. – Você está linda, vai ver como ele vai te desenhar bem.
- Ufffff, espera um pouco, me sinto um pouco desconfortável assim nessa situação, nua, tenho que me acostumar – ela sorriu. A abracei com carinho, acariciei seu cabelo e ombros
- Você está em família Sara, fica tranquila – levantei seu queixo e a beijei suavemente, ela abriu a boca e dei um pouco da minha língua, o suficiente para meu irmão ver bem – você é uma princesa.
- Estou um pouco nervosa, a gente quase não se conhece.
- Eu… eu… um pouco também, nunca vi uma garota tão de perto.
- Calma vocês dois, é só questão de se acostumar um pouco – acariciei a buceta da Sara – e de relaxar, não é um drama. Principalmente você, mano, porque senão não vai sair nem um traço direito. Naturalidade acima de tudo. E tudo fica na família.
- Gosto do seu irmão – ela me disse – é um amor – sem parar de se olharem – te deixo nervoso, cunhado, está desconfortável? Eu estou um pouco nervosa – ela pegou a mão dele, carinhosa, vi meu irmão engolir em seco.
- Se familiariza com a Sara. Acaricia ela que não tem problema – ri – não queima nem morde.
- Dessa vez meu irmão a abraçou, ela se colou nele, seus mamilos contra o peito dele e seu púbis nu contra o pau dele, boa puta, pensei, juntaram os lábios mas dessa vez Sara abriu a boca e ele deu língua, igual tinha me visto fazer, e meu irmão acariciava suas costas, ávido por sensações, pela pele dela, sem se atrever a descer até sua bunda. Eu continuava com meu pau duro desde que tinha metido na minha mãe, isso ainda deixava mais, eles estavam se comendo. Interrompi.
- Ei, você tem que desenhá-la – ri, Eles pararam de se beijar com a respiração ofegante, mas ela não soltava o abraço, e ele também não, continuou acariciando as costas dela – agora vocês estão mais relaxados.
- Sim, agora muito melhor – disse Sara – beijo muito gostoso, tem que ganhar confiança, e que mãos tão macias, eu gosto – ela se virou mas ficou colada no meu irmão, agora a bunda dela contra o pau dele – gosto das suas mãos – ela me olhou – são mãos de artista – pegou as mãos dele e colocou na sua barriga – não se importa, né col… digo Roger?
- Claro que não, tem que relaxar e ganhar confiança – ela levantou os braços para trás e os enlaçou atrás do pescoço do meu irmão, realmente ela estava mandando bem. Meu irmão acariciava timidamente a barriga e o estômago dela, até o limite dos peitos.
- Ummmmmm que delícia de mãos… sobe mais…
Ela se recostou, meu irmão disse que ela devia ficar mais de frente para ele.
- Coloca ela como deve ficar – eu falei.
Ele posicionou as pernas dela entreabertas, os braços atrás da cabeça, os seios dela em seu esplendor, mesmo assim ele não começou a apalpar abertamente, decidi deixá-los sozinhos.
- Bom, daqui a pouco volto pra ver como vai o desenho – ao sair, pisquei pro meu irmão.
Me deu tesão ter visto aquilo, mas tinha certeza que meu irmão não teria coragem de fazer nada comigo ali, seria como me dar chifre. Tesão.
Fui pra sala, meu pai tinha adormecido na poltrona. Fui pra cozinha, minha mãe estava finalizando o jantar, sobre o mármor, cortando salada.
- Acho que minha "namorada" pode ajudar meu irmão nisso de perder o medo das garotas.
- É? Que bom porque ele precisa de segurança e autoestima – me aproximei e apalpei a bunda dela – não começa de novo, você já teve o bastante.
- Papai tá dormindo e aqueles dois vão ficar ocupados um tempinho, ele tá fazendo um desenho de corpo inteiro dela – levantei o vestido dela e toquei a boceta por trás, ela tinha tirado a calcinha antes – que clitóris gordinho você tem, mãe – ela se abriu um pouco – você Gosta da Sara? - Ummmmmm, você é um demônio…sim, eu gosto, ela é uma garota lindíssima e muito natural, aaaah…deixa meu clitóris em paz…uffffff…seu pai pode acordar…- não só não parei como ainda tirei meu pau pra fora - Sabe, mãe? Vamos ter que fazer um trio com a Sara, eu adoraria foder vocês duas ao mesmo tempo – afastei as pernas dela – amo foder minha mãe – encostei meu pau na buceta - ela gosta muito de você, já sabe que ela é bem lésbica – empurrei e entrei parte do pau – deussss mãe, como você aguenta bem, você é de buceta fácil – enfiei tudo - e fácil de buceta. -Uffffffff filho…não sei se vou aguentar mas se você quiser…uffff me deixa pelo amor de deus…ooooooooooooo. que delícia deusssss…se seu pai acordar…ufffff…que duro você está, filho… - Minha “namorada” está pelada com meu irmão no quarto dele, preciso ter meu pau na sua buceta, mãe, ela está estourando. – fiquei bombando – até meu pai ficava olhando pra Sara…uff mãe…toma pau…toma pau, mãe… - Ufffff…Sara é muito sexy…aaaaaahhh filho…ummmmmmmmm…me dá pau, querido, fode sua mãe, meu menino… - vi que ia demorar pra gozar e achei melhor não arriscar, então tirei – uffffff… que indecente isso, meu filho… - arrumou a saia e foi ver meu pai. Ele ainda estava cochilando – vamos que tenho que terminar o jantar, ufffff…foder assim do nada…então um trio com a Sara…não sei, não sou especialmente fã de mulheres, você sabe… - Tá, mas ela está batendo uma pro meu irmão só pra poder transar com você, eu falei pra ela. Não custa tanto, além do mais eu vou estar lá pra te dar pau. E pra ela também vou dar. Nas duas, e vou comer o cu de vocês. As duas gostam. - Você é perverso, filho…ufff. Vamos, põe a mesa que o jantar está quase pronto e avisa aqueles dois. Cheguei perto do quarto do meu irmão e bati na porta sem entrar. - Jantar, vamos, vão se apressando. Montei a mesa e ouvi a Sara indo pro meu quarto se vestir. O jantar foi uma alegria, todo mundo feliz, meu pai especialmente simpático e meu irmão como se estivesse no nirvana, com um sorriso que não saía do rosto dele.
Na hora do café, minha mãe se ofereceu para fazer e eu fui ajudá-la. A Sara entrou na cozinha com a desculpa de trazer alguns pratos.
- Obrigada pelo jantar, Catalina, estava uma delícia – ela se aproximou.
- Não é nada, Sara, você é uma garota muito simpática – minha mãe virou-se para ela – e além disso está muito gata.
A Sara estava nervosa, mas o desejo da minha mãe lhe dava força.- Você é mesmo gostosa, muito gostosa – ele me olhou – eu gostaria...
(CONTINUARÁ...)
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