CONTINUA AS HISTÓRIAS ANTERIORES1 http://www.poringa.net/posts/relatos/2457321/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-1-para-18.html
2 http://www.poringa.net/posts/relatos/2461664/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-2-para-18.html
3 http://www.poringa.net/posts/relatos/2464293/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-3-para-18.html
4 http://www.poringa.net/posts/relatos/2465770/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-4-para-18.html
5 http://www.poringa.net/posts/relatos/2466746/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-5-para-18.html
6 http://www.poringa.net/posts/relatos/2469607/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-6-para-18.html
7 http://www.poringa.net/posts/relatos/2472629/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-7-para-18.html
8 http://www.poringa.net/posts/relatos/2475301/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-8-para-18.html
9 http://www.poringa.net/posts/relatos/2479502/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-9-para-18.html
10 http://www.poringa.net/posts/relatos/2483800/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-10-para-18.html
11 http://www.poringa.net/posts/relatos/2493449/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-11-para-18.html
12 http://www.poringa.net/posts/relatos/2498486/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-12-para-18.html
13 http://www.poringa.net/posts/relatos/2503286/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-13-para-18.html
14 http://www.poringa.net/posts/relatos/2556970/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-14-para-18.html
15 http://www.poringa.net/posts/relatos/2587198/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-15-para-18.html
16 http://www.poringa.net/posts/relatos/2818394/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-16-para-18.html
17 http://www.poringa.net/posts/relatos/2834715/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-17-para-18.html
Minha mãe comigo e o pai dela de novo, com a Anna de testemunha. A Anna, aquela casadinha recatada do povoado, me surpreende pedindo algo incomum e passa a fazer parte das minhas putinhas, completamente.
- Ah, papai, senti tanto a sua falta – minha mãe se abraçou no meu avô, as mãos no pescoço, assim que chegou no apartamento dele.
- E eu senti sua falta também, minha filha – ele abraçou ela com carinho.
Até aí, tudo normal. entre um pai e sua filha, mas depois suas bocas se juntaram, primeiro num beijo suave e terno e depois num grande jogo obsceno de línguas, nada apropriado para pai e filha – hummm cada dia mais gostoso – minha mãe sorriu.
Finalmente íamos nos reencontrar os três.
- Fazia dias que não estávamos juntos – eu disse.
- Você está linda, filha, cada dia mais gostosa e sexy. – ele sorriu – dá pra ver que seu filho cuida bem de você. Ainda abraçada pelo pai, que já passava a mão na bunda dela, me aproximei e ela me beijou de língua, adorava o jogo safado, dar linguada no pai e no filho em sequência, então me beijava enquanto o pai amassava a bunda dela – você continua com a melhor bunda de Barcelona.
- Você que me olha com bons olhos – ela se separou dele e deu uma voltinha rebolando pela sala, usava um vestido fino azul que destacava a pele morena, a saia com um pouco de balanço não muito curta, mas bem decotada. Não passou despercebido que os mamilos já estavam duros, marcando o tecido – e você cada dia mais sedutor, papai. Faz muitos anos que me excita só de me tocar – ela se aproximou dele de novo e colocou a mãozinha no volume dele – muitos anos que me faz feliz – meu avô acariciou suavemente o decote dela com os dedos.
Por alguma razão, eu adorava ver minha mãe se derretendo pelo meu avô, uma sensação estranha mas excitante. Pensava que, antes mesmo de eu nascer, quando minha mãe era adolescente, ela já dava pro pai.
- Ufa, filha, faz muitos anos que só de te ver eu fico duro – então minha mãe abaixou a braguilha dele e a mãozinha desapareceu lá dentro, o movimento indicou que tinha encontrado o que procurava e que estava batendo uma com habilidade. Sem parar de bater uma pra ele, minha mãe, como sempre, mestra na sacanagem, comentava situações familiares.
- Aliás, vocês têm que vir, mamãe e você, almoçar com a gente num domingo – ela fez uma pausa – hummm cada dia gosto mais do seu pau, papai – outra pausa – você sabe que ela adora a reunião em família e meu marido Também. E ela ama muito os meninos.
- Uhum, sim, filha, é verdade, faz tempo que não nos reunimos todos – com os dedos, ele puxou a alça do vestido dela para baixo e pôs um peitão pra fora, o bico tava duro e rijo, com cuidado beliscou – que peitões gostosos você sempre teve, filha, até quando era criança, maiores que as outras meninas – fez uma pausa sem parar de mexer no peito dela – Vou falar com sua mãe pra irmos domingo almoçar na casa de vocês, sim, tô afim de bater um papo com meu genro, seu marido é um cara muito bom, é inteligente e a gente se entende bem, principalmente com sua mãe – se abaixou pra chupar o bico dela – Uffff, filha, como você sabe deixar minha pica dura. Dá o peito do melhor pra mim, gostosa.
- Toma, pai, toma peito. Sempre foi um orgulho pra mim te dar peito, pai, ufff pro meu próprio pai, principalmente quando era adolescente…lembra como você gozava, e sempre me excita como você mama – fez uma pausa – vou falar com meu marido pra ver se esse domingo dá pra todo mundo e vocês virem, mãe e você. Que ele faça uma paellinha, que vocês gostam.
Ver como minha mãe gozava sempre era um espetáculo, mas ver como meu avô mamava nela me dava uma sensação de ciúme e excitação. E era aquela cumplicidade de anos de incesto entre eles.
- Seu avô gostava muito da minha porra – ela me disse uma vez.
- Sua porra?
- Sim, foi ele quem me mostrou o quanto é sexual dar de mamar minha porra pros caras. Ele adorava, aprendi que podia gozar só de trabalhar os peitos.
- Porra, mãe, e você dando de mamar pro seu pai…
- E te garanto que ele mamava, e mamava pra caralho. E não só mamava, me ordenhava como uma vaca. Deixava meus peitos moles e murchos, vazios, ainda bem que enchiam rápido de novo pra você, e depois pro seu irmão. Ele diz que a porra de mulher mantém jovem.
- Buceta, vou anotar isso. Talvez por isso você seja tão peituda.
- Kkkkk, verdade, cresceram cedo e mais que as outras meninas, mas com certeza seu avô é parte da razão deles serem assim. grandes. Do que eu sou responsável mesmo é de como meus mamilos ficam excitados.
A verdade é que meu avô era um entusiasta de peitos. E gostava de trabalhá-los por um bom tempo. Sempre é importante aprender, eu dizia pra mim mesma.
- Filha, claro que lembro que quando era pequena você enfiava meus peitos na sua boca, e com certeza você tem os melhores peitos do mundo, melhorados – Agora ela puxou o outro e chupou. O que meu avô fazia era colocar na boca uma boa porção de peito e realmente chupava, sugava, praticamente devorava.
- Ummmmmm e você é o melhor pai do mundo – ela continuava mexendo na rola dentro da braguilha – Ummmm essa rola tá ficando no ponto – ela puxou pra fora – olha que rola que a gente tem, Anna.
A presença da Anna era a novidade. Fazia umas semanas que ela tinha me ligado.
Quase nem lembrava mais dela, era a loirinha de 30 anos recém-casada que a gente tinha encontrado no camping, em barracas vizinhas. Ela tava com o marido e ficou subjugada pela frescura da minha mãe, pela liberdade absoluta com que meus amigos tinham comido ela e fascinada pela falta de pudor dela. Contei isso nos capítulos 11 e 12.
Sem querer mas querendo, acabei comendo ela com o marido perto e a gente se virou nós três, minha mãe, ela e eu, alucinada pela personalidade da minha mãe, que quebrava todos os tabus até transando com o filho. E claro, seduzida pela minha rola, pelo prazer que ela teve e a perspectiva de fazer coisas novas que o clássico do marido não fazia.
Ela tinha me ligado porque queria me ver. O marido dela, agricultor num povoado do interior, tinha que passar o dia em Barcelona, num treinamento sobre cultivos. Ela acompanhava ele e ia ficar sozinha em Barcelona.
- Falei pro meu marido que ia aproveitar pra fazer compras, sabe, roupa e tal, mas se você não se importar de me acompanhar.
- Hum, adoro que você lembrou de mim, Anna, pra se entreter um pouco depois de tanto tempo.
- Bom, não conheço ninguém Ninguém mais por aí que valha a pena pra me mostrar Barcelona direito, você é muito divertido e pensei: por que não? Não tenho muitas chances de vir e quero aproveitar essa.
- Claro, Anna, isso é ótimo. Espero te divertir tanto quanto você puder e quiser.
Aquele dia foi memorável em todos os sentidos. A primeira coisa que fiz com ela foi comprar roupas, ela veio do interior com uma jeans e uma camisa xadrez.
- Você vai se vestir como mulher, Anna.
Ela experimentou alguns vestidos, todos pareciam exageradamente sexuais e ousados, só porque eram curtos e decotados.
- Umm, que vestidos lindos, mas no interior todo mundo diria que sou uma puta. O primeiro, meu marido, ufa, olha só, se mostro a coxa inteira.
- E além disso, dá pra ver que você tem um par de peras, diferente da camisa que você tava.
- E como aparecem, se o decote quase chega nos meus mamilos… que vergonha…
- Vergonha? – me aproximei por trás dela e puxei o decote um pouco mais pra baixo, realmente, as aréolas e os mamilos apareceram na hora – orgulho você sentiria em mostrar esse par de frutas apetitosas – encostei a boca no ouvido dela – no fundo, você adoraria que eles aparecessem assim, insinuando as aréolas escurinhas, que num descuido pudessem ver bem esses mamilos que todo mundo chuparia, sabendo que você vai despertando desejo em todos, desejo de te ter, de "comer essa gostosa dos mamilos", que é o que comentariam – beijei o pescoço dela, ela gemeu, quente – é o que você gostaria de fazer…
- Uffff, pelo amor de deus, Roger… isso é… muito indecente… mas tão excitante…
- Seu marido não sabe aproveitar a mulher que tem. Se olhe bem, Anna. Não me diga que você não se gosta? Assim é como você se vê mais natural, do jeito que deseja se ver.
- Uff, você é muito gentil.
- Não é gentileza, é que você tá me deixando de pau duro, Anna. Vê se me deixa meter entre essas coxas – ela ficou vermelha até o talo – fica com esse vestidinho. Se seu marido não sabe apreciar essa puta, eu sei.
- Um pouco à vontade – ela me olhou – mas vou ficar com ele, porque você gosta.
Foi especialmente excitante escolher a roupa íntima. Na verdade, fiz com que ela ficasse só de tanguinha e sem sutiã.
- Seus peitos não caem, Anna, e você está linda assim.
- Mas dá pra ver que não estou de sutiã.
- E daí? Melhor. É muito sexy o movimento dos seus peitos soltos, marcando o bico – cheguei perto do ouvido dela – gosto dessa putinha.
- Agora vou te levar pra tomar um negócio, coloca o capacete – obviamente eu estava na minha moto nova, que minha mãe estava pagando com a buceta dela. Ela colocou – vou exibir minha mina. Agora ninguém sabe quem você é. Nem seu marido te reconheceria. Olha como os caras te olham. Pensando em como seria gostoso te comer.
- Ufa, sim, eu gosto.
- Claro. Ninguém recusa um doce e você não é a freira que te obrigam a ser. Você sabe que com esse vestidinho vai mostrar a calcinha quando subir na moto, então vai, aproveita e seja um pouco puta.
- Hum, igual sua mãe. – eu ri.
Eu ia forçando as coisas aos poucos, ou pelo menos era o que eu pensava, mas ela queria aquilo, queria viver essas sensações que na cidade dela eram proibidas e até impossíveis. E ela me mostrou mais tarde que não era nenhuma santinha.
Passei com ela na moto mostrando as pernas, nem preciso dizer que os caras olhavam com desejo, principalmente os motoristas nos semáforos, que ficavam perto dela. Ela percebia e era novidade pra ela.
Levei ela num bar perto do apartamento do meu avô, queria comer ela, claro, mas antes queria exibi-la um pouco e que ela se sentisse exibida.
No bar me conheciam, claro, sempre ia tomar alguma coisa e às vezes levava a Sara ou alguma outra mina. Bar de bairro com clientes fixos que me cumprimentaram e examinaram a Anna de cima a baixo. Levei ela até o balcão, sentadinha num banco alto mostrava ainda mais, mal cobria a calcinha, o que foi bem recebido pelos clientes, naquele momento três homens mais velhos, obviamente desempregados, passando o tempo. O balcão fazia um L e Levei ela pro cantinho do fundo, mandei ela sentar de frente pro salão.
Ela sabia que era o centro das atenções.
— Que tal, Anna, gosta de ser uma mulher desejada? Todos esses caras acham que sou um sortudo filho da puta e que adorariam estar perto de você. Aposto que não tocam numa pele jovem e fina como a sua há anos.
— Ufffff, nunca passei por isso, meu Deus… que vergonha, se me vissem na cidade… mas admito que gosto um pouco… mas me deixa nervosa.
— Calma, aos poucos, relaxa e aproveita, você agora é o centro do desejo sexual. Se imagine andando provocativamente pelo bar, depois sentando numa mesa e abrindo as pernas devagar, mostrando o que todo mundo quer. Sente a sensação.
— Uffffffff, que pesado… não consigo…
— Mas você gosta de imaginar, seria uma situação muito excitante. Dá pra pensar que todo mundo pagaria pra te ver, e olha, se pudessem te tocar, ou mais, te foder. Um atrás do outro.
— Ummmmm… que canalha você é… uffff… é excitante imaginar… uma fantasia, sim.
— Além disso, seria um ato de generosidade da sua parte, faz anos que eles não provam uma mulher jovem. E não seria nada demais pra você, se deixasse, em dez minutos tava tudo resolvido e pronto. Aquele ali, por exemplo, aquele que fica te olhando de canto, é viúvo há anos.
— Pô, Roger, não continua não…
— Te deixa com tesão, né? Vou chamar ele.
— Não, pelo amor de Deus, Roger!!! Nem pensar.
— Só pra ele ficar perto de você, mulher, não custa nada ele ficar aqui conversando, só deixar ele te olhar de perto. Ei, Pedro, vem aqui um instante — claro que ele veio — te apresento a Anna, uma amiga minha — Pedro era um homem de uns 65 anos, baixinho, magro, careca, nada elegante e sem atrativos. Tava limpo, isso sim, bem barbeado.
Claro, cumprimentos e dois beijinhos. Ele devorava ela com os olhos.
— O que achou, é gostosa, né?
— Uff, linda demais, que sorte que você tem, ladrão — Anna ficou levemente corada.
— Tenho certeza que você também Você está fazendo das suas agora que está solto.
— Uai, que nada. Já nem lembro como é uma mulher, faz anos que fiquei viúvo e desde então, nada de nada.
— Não me fode! — fiz que estava surpreso — então você não lembra como é macia uma pele igual a dessa garota?
— Só nos sonhos! Kkkk...
— Pois é, não sei se você sabe o que está perdendo — acompanhei as palavras acariciando o ombro e o braço de Anna. — Vamos, Pedro, acho que a Anna não se importa se você tocar um pouco nela. — Ela me olhou com um olhar de protesto — Anna, o que custa? Assim você dá um prazer pro meu amigo. Não te apetece, Pedro?
— Pô, demais, mas não queria incomodar a moça.
— Um carinho nunca incomoda. — Vi que Anna estava lutando com as próprias contradições, mas não dizia nada. Pedro se aproximou pelo lado de Anna e acariciou a pele do ombro dela, igual eu tinha feito.
— Uffff, que macia, não se importa, moça?
— Ahn... — teve uma pausa em que ela me olhava fixamente — não, não me importo — disse finalmente sem tirar os olhos de mim, pensei que ela já tinha decidido.
Pedro não parava de acariciar a pele dos ombros dela, se animando cada vez mais.
— Você é uma gostosa, moça — ela sorriu pra ele — tô apaixonado em você. Tô grato, me emociona sentir essa maciez de novo — o olhar dele ia do decote dela até as coxas enquanto acariciava cada vez mais pedaço, descendo pelas costas e tocando o pescoço dela.
Os outros fregueses não conseguiam nos ver direito porque eu estava tampando a Anna e o Pedro estava do lado dela. Anna recebia os carinhos sem se mexer. Resolvi ir mais longe.
— Viu que coxas? Quanto tempo faz que você não acaricia umas coxas assim?
— Ufff kkkk, acho que nunca, de tanto tempo que faz.
— Vamos, Anna, deixa meu amigo te tocar um pouco mais, pra você não é nada e pra ele você faz feliz.
— Bom, mas... é que...
— Se não é nada, Anna, vai, deixa — ela concordou. Pedro colocou a outra mão na coxa dela e foi percorrendo inteira, ávido, bêbado de pele, a mão dele chegava bem até as calcinhas. Tava me dando um tesão do caralho, Pedro chegou tão perto que já tava praticamente colado na Anna, a mão direita dele já descia pelo decote sondando o terreno. Anna tava entregue ou resignada, então quando Pedro desceu um pouco mais a mão direita acariciando o começo dos peitos, ela não falou nada. Era óbvio pra todo mundo, inclusive pra Anna, que Pedro pretendia descer a mão ainda mais até conseguir pegar bem nas tetas dela. Principalmente porque o decote era tão largo que os bicos, já duros e marcando por baixo do pano, ficavam bem perto.
Eu tava adorando, tava ficando com o cu na mão de ver ela. Não parava de pensar numa mulherzinha casada do interior, com o marido num curso, sem fazer ideia que a esposa querida tá se deixando apalpar num bar qualquer. Não sabia até onde podia ir, mas resolvi tentar.
- Pô, cê tá gostando da minha amiga, hein?
- Ela é uma delícia, uma coisa de louco, cê não tem noção da emoção que é poder tocar uma mulher de novo. Ela não sabe o quanto eu sou grato, senhorita – a mão esquerda acariciava as coxas dela com gana, Anna mantinha as pernas juntas mas a mão do Pedro já tinha ido um par de vezes até a calcinha dela, fazendo ela suspirar quase sem ninguém ouvir
A mão direita tava na beirada do decote, acariciando com os dedos a parte de cima dos peitos, sem se atrever a percorrer os centímetros que faltavam pra chegar nos bicos. Achei que Anna tava doida pra ele fazer isso.
Estiquei minha mão e afastei o pano do decote, e aí deu pra ver bem as tetinhas redondas e durinhas dela, com os bicos empinados
- Olha que tetinha boa que ela tem - claro, ele olhou.
- Umas tetas lindas de morrer, hummm
- E uma pele jovem e macia. Cheiram a mulher nova – Anna deixou ele se aproximar pra cheirar ela e ver bem de pertinho. Ela tava numa vibe entre desejo e recusa, tensa mas complacente, mas não falou nada, sabendo o que viria a seguir.
- Hummm, que cheiro gostoso do caralho – ele tava babando os olhos saindo das órbitas.
- E firmes – A respiração meio ofegante da Anna fazia subir e descer – eu digo que ela não precisa de sutiã, o que você acha?
- Não, de jeito nenhum, elas se seguram sozinhas, tá na cara.
- Viu, Anna? É o que eu falo, faz um favor pra ela, Pedro, verifica a consistência e dá sua opinião.
- Com todo prazer. Posso, senhorita?
- N-não – ela disse hesitante. Claramente, tava ficando com tesão na situação.
Pedro meteu a mão, amassando um peito e depois o outro. Eu mantinha o decote aberto, adorava ver como eu tinha conseguido colocar os peitinhos dela nas mãos daquele cara. Certeza que ela nunca imaginou que estaria assim, nem o marido dela poderia acreditar no que a esposa tava fazendo.
- E aí? – falei
- Firmes e durinhas… não precisa de sutiã – ele tava se esbaldando apalpando os peitos da Anna – Uff, e como a senhorita é gostosa! – os dedos dele acariciaram e beliscaram de leve os mamilos dela, fazendo ela gemer.
- E mamilo duro, como você tá vendo, mesmo não tendo nada a ver com consistência e uso de sutiã.
- O conjunto é o que eu tava olhando. Os mamilos são muito importantes. E esses peitos são de primeira, senhorita.
Quase na hora, Pedro encostou o volume na coxa da Anna, pra ver o que rolava. Como ela não falou nada, ele começou a se esfregar.
- Ei, cara, isso aí é que você tá ficando duro com a minha amiga.
- Porra, desculpa, mas é que faz anos que não fico assim, achei que tinha ficado broxa, e uma mina como essa há muito tempo que não… tipo… que não apalpo peito.
- Então você tá se vingando, hein, que esfregação que você tá dando. Ainda bem que minha amiga é generosa e entende. Né verdade, Anna?
- Hã? Bom… s-sim, claro.
- Você ficou duro de verdade, Pedro, depois de anos?
- Porra, ops, desculpa senhorita, sim, muito duro, cara.
- Não me diga, quer ver, Anna?
Pedro abaixou a braguilha.
- Não tô mentindo, senhorita, a senhora mesma vai ver que não. Ufff…mas…
Anna com um certo receio, pensando bem, me olhando com uma expressão de reprovação, aproximou a mãozinha e finalmente enfiou a mão na braguilha dele. Pedro continuava apalpando os peitos e as coxas dela.
Me dava um tesão do caralho ver a mão da Anna dentro da braguilha, sempre foi uma das cenas que mais me excita, não dá pra ver nada mas você sabe que a mãozinha encontrou uma rola e tá segurando.
- Uffff…sim…tá dura… - Anna continuava com a mãozinha lá dentro.
- Porra, mas que barbaridade, meu deus, mocinha, que delícia… - sem parar de apalpar ela – faz anos que não me sinto assim…uma mulher assim…segurando meu pau…desculpa… - Anna mexia a mãozinha, claramente fascinada.
Pedro subiu a mão da coxa até tocar a calcinha dela, já tava embalado.
- Mocinha…seria pedir demais… - Anna abriu as coxas pra ele tocar a buceta dela, já tava entregue ao jogo – ufffff…isso sim que é um sonho – Pedro não se contentou em tocar por cima da calcinha, enfiou os dedos por baixo e ela gemeu – pelo amor de deus, mocinha…que buceta…mas pelo amor de deus…que delícia de buceta…
Anna masturbou ele devagar por uns dois minutos, até ele gemer e gozar sem que Anna parasse de bater uma o tempo todo, sem se importar de sujar a mão de porra, e Pedro apalpava a buceta e os peitos dela.
Eu tava a mil. Finalmente Anna tirou a mão melada de gozo, e Pedro se apressou pra limpar ela.
- Foi a experiência mais emocionante da minha vida, mocinha, muito obrigado – ela olhou pra ele e deu um sorriso fraco. Pedro beijou a mão dela.
- Não merecem, senhor – inacreditável – mas foi uma vez e nunca mais.
Pedro saiu flutuando. Eu olhei pra ela.
- Agora você é uma punheteira de boteco.
- Ah, pelo amor de deus, que expressão “punheteira”. Uff…sim…não…na minha cidade…ufff…Você é um porco filho da puta.
- Você ficou com tesão igual uma cadela no cio, não nega.
- Nem eu mesma acredito no que fiz, pelo amor de deus, que sujo e porco o que eu fiz…nunca imaginei que faria isso…ele me apalpou inteira… um desconhecido… lambuzei a mão toda de porra.
- Muito sujo e muito porco, mas ninguém vai perceber, e você não ficou marcada nem nada, quando se lavar, fica como nova, só eu e você sabemos que você gostou de ser punheteira de buteco.
Ainda me guardava uma grande surpresa. Levei ela pro apartamento do meu avô, que era ao lado.
- Onde você tá me levando?
- Vou te mostrar uma coisa, gostosa – entramos – É o apê do meu avô, venho aqui com minha mãe de vez em quando. Sei que você gosta e queria que visse onde. E além disso tenho que tirar esse tesão de você.
- É bem charmosinho – ela disse. Peguei na mão dela e a girei, apertei ela contra mim.
- Te desejo, me excita pra caralho, punheteira de buteco – beijei ela e ela respondeu abrindo a boca – sê minha puta, você também quer isso. Ficou com muito tesão.
- Ooooh Roger… você é um filho da puta, me obrigou a fazer uma punheta pra um desconhecido, não consigo esquecer como você me comeu… um mundo novo… mas… você é tão novo… e eu sou casada… tenho que voltar essa tarde pro meu marido…
- Você vai voltar pro seu marido… mas bem comida, Anna, sendo a puta de um garoto novo sim… obscena e muito mais mulher… topa o plano?
- Ummm me excita… sua puta… me faz sua… mas… – ela ficou séria – tem uma coisa… não sei se posso te pedir
- O que você quiser, fala.
- Ufffff, ensaiei muito o que queria te dizer mas não sei se consigo – estávamos de pé abraçados – quero dizer… além da parada de ser puta… é que… tô confusa… não sei, melhor não… ou sim…
- Tudo pode ser, Anna, puta, sem problemas. Você não tá a fim… tá grávida ou algo assim? Eu entendo tudo.
- É que… não, ai não, grávida não, era disso que se trat… ai é que… olha, apesar de tentar não engravido, e… ufff… não é problema meu… consultei…
- Então fala pro seu marido fazerem fertilização in vitro ou sei lá… hoje em dia tem métodos.
- Uff, ele é quadrado. É que ele não reconhece nada, diz que não tem nada, que é tão homem quanto qualquer um e que uma hora eu engravido. Pra ele é como se eu tivesse insultado ele… ele não quer nem ouvir falar que pode ter algum problema no esperma. E tá ficando estranho e de mau humor. E eu tenho que resolver isso…
- Porra, que idiota, o que é que tem a ver… - de repente, entendi – Anna…
- Ufa, o quê? – ela me olhou nos olhos
- Cê tá me dizendo que pode ser que você engravide de mim?
Ficaram uns segundos de silêncio.
- Bom… não sei, é difícil… mas pensei muito… e não vejo outra saída… e não conheço muitos homens… daqui da vila não pode, iam ficar sabendo… você me atrai muito… é jovem e saudável… tem um monte de esperma… claro que você não tem obrigação… talvez seja pedir demais… vou entender…
- Hum, nunca me pediram uma coisa assim, ter um filho mas o marido achar que é dele… Tem certeza?
- Me surpreendeu e me deu muito tesão a quantidade de porra que você jorrou em mim… meu marido não goza nem um terço disso… pensei… ufff… você é um cara legal… o segredo ia ficar seguro… posso confiar que você não ia me cobrar nada… e me excita tanto transar com você… você me faz sentir tão mulher, tão puta… mas vejo que não é boa ideia, não posso fazer isso com você… você não tem obrigação…
- Olha pra mim - ela me encarou, corada, meio acuada – me fala com calma o que você deseja. Relaxa, só me diz e se ouve falando.
- Roger…
- O que você quer, gostosa?
- Quero que… me coma muito, que… goze dentro e me engravide. É isso que eu quero. Pronto.
- Mas você quer continuar com ele? Fazer seu marido acreditar que o filho é dele?
- Sim, é que eu amo muito ele, de verdade, quero ficar com ele, ele quer ser pai e eu vou dar um filho pra ele… você acha que sou muito ruim?
- Você é linda e esperta – fiz uma pausa, beijei ela – Vou te comer muito, encher de porra e fazer você ficar barriguda. Vou dar pro seu marido o filho que ele deseja da esposa dele.
A gente se beijou com uma paixão e eu com um tesão do caralho.
- Vou te tratar como a puta que você é. Ajoelha na frente do meu pau e chupa ele. – que tesão doido ter ali uma mulher feita, na casa dos trinta, que era a primeira vez que se ajoelhava diante de uma pica – ummm você gosta…
- Uff você é o único cara que eu chupo a pica… eu gosto de você… ajoelhada na frente de um garoto tão novinho… ufff… mas que pica enorme… me sinto muito Promíscua… ufff… mas não consigo parar… eu gosto…
- Anna, pega nas minhas bolas, segura elas – ela fez, senti sua mãozinha ávida – sente elas cheias… ummmm… ali tá o seu futuro filho, sua puta.
Eu já tava muito excitado, então sem mais a levei pra cama, empurrei ela, levantei o vestido e rasguei a calcinha fio dental.
- Você vai me receber entre suas coxas, Anna, pra te foder bem fodida, pra chegar tão fundo quanto seu marido nunca vai chegar, sua vadiazinha.
- Oooh, Roger, que suja e puta você me faz sentir… que vergonha… não deveria… ufffff… me fode com sua pica enorme, eu gosto de ser sua puta, igual sua mãe – ela abriu as pernas me mostrando uma bucetinha molhada, eu toquei nela, o clitóris inchado, ela tava realmente excitada – uuuaaa já Roger, JÁ! Por favor… ME FODE LOGO!
- Toma pica, puta, até o saco vai entrar.
- AAAAAAAAAAAAAAhhhhh, siiiiiiiiiiiii, é o dobro do meu marido… – comecei a meter e tirar devagar – mais… mais… me dá pica… ufff… que Promíscua… bem fundo… até o saco… uff que linguagem… sim, até o saco!!!..ffff… forte… sou sua putinhaaaaaaaaa…
- Minha puta, uma vagabunda de verdade… ufff… toma pica, puta, uma casada decente que adora encher a buceta de pau grande que seu marido não tem… toma, toma pica enorme, gostosa, até as bolas, você quer seu marido mas se deixa montar e engravidar por mim, sua Promíscua… – enfiei o pau até o fundo e parei – Você é linda, Anna, que prazer te ter com o pau tão dentro… minha puta… – beijei ela na boca, quente, ela me deu a língua com paixão.
- Ummmmm siiii… sua puta… adoro ter você… ooohhh… – beijei e mordi os mamilos dela – aaaah siiiiii… me chupa, amor… você me fode… sua puta… siiiiiiii
- Tô quase enchendo você de porra, linda,… tiro?
- Uffff, nãooooooooooo, não tira, nãooooo… enche de pau grande, siiiiiiiii, Caralhooooo, que transa gostosa… me enche de porra… me deixa grávida… faz um filho em mim, Roger… me beija, amor – eu beijava ela enquanto metia – AAAAAAAAAAAAAhhh, goza dentro, caralho, faz um filho em mim, siiiiiiiiiii…vou gozar, vou gozar, ai, caralhoooo…
Não pude evitar gozar naquele momento, sabendo que meu esperma tava dentro dela procurando o óvulo, um tesão do caralho e ao mesmo tempo senti algo especial pela Anna, uma mulher que pedia um filho meu, que tinha decidido parir um filho meu, uma garota meiga e carinhosa, e uma putinha gostosa, tendo um dos melhores orgasmos da vida dela…o corpinho dela tremendo de prazer e luxúria…as pernas dela me envolvendo, me apertando contra ela, mexendo a buceta freneticamente.
- Ummm, Roger, você é um anjo…obrigada.
- Obrigada?
- Sim, por essa foda, como nunca… – ela fez uma pausa – e também pela porra, você me inundou, obrigada por me engravidar, amor. Tô no meu período fértil…que delícia você deixar seu sêmen dentro de mim…obrigada, amor – ela me beijou com carinho.
Ela ficou esticada na cama, se recuperando do orgasmo e mantendo meu esperma dentro. Eu fui pegar duas taças de espumante e levei pra ela.
- Vamos brindar, Anna.
- Ummm sim, por…pelo seu filho dentro de mim – ela brindou, passando a mão na barriga. Eu olhei pra ela quase sem acreditar no que ouvia.
- Ummm sim, – me inclinei pra beijar a barriga dela, juro que esse gesto mexeu com meus ovos e me deu mais vontade ainda dessa mulher – pelo bebê que você vai dar pro seu marido. E também pela putinha punheteira do bar, a mais gostosa de todas as garotas.
- Olha o que eu vou fazer – ela me deixou de boca aberta. Ela ficou de frente pra parede, apoiou as mãos no chão e levantou o corpo com os pés contra a parede, se segurando com os braços, um pino, saca – assim seu esperma fica bem dentro. Já fiz isso com meu marido, mas não deu certo. Espero que com você dê.
Eu olhei pra ela, linda e excitante assim. Pra completar, ela abriu as pernas, deixando eu ver a buceta molhada de gozo e porra, e toda depilada.
- Eu faço ginástica desde pequenininha – ela abria e fechava as pernas um jeito que achei muito sensual.
Agora ela tava com uma atitude relaxada, alegre. Tive a sensação de que ela veio buscar um filho e era isso que tava levando.
– O que mais você sabe fazer?
Ela desceu e, apoiada nos pés, abriu bem as pernas. Uma gota de porra caiu no chão, ela se dobrou pra frente tanto que passou os braços por trás das pernas, segurando os tornozelos. Meu pau pulou. Me ajoelhei na frente dela, a buceta dela na altura da minha boca e meu pau na altura da dela. Segurei ela pra não levantar.
– Chupa meu pau, puta prenha – enquanto eu lambia a buceta e o cu dela, sem me importar nem com o fluxo nem com minha porra escorrendo – Assim, sua promíscua, como você aprendeu, vagabunda chupadora… me deixa louco… precisa de um pau gordo e grande… fala, puta
– Hummm, preciso de um pau gordo e grande… preciso que me foda como uma puta…
Joguei ela em cima da cama de bruços.
– De quatro, puta!! Assim, boa puta, vou foder minha puta, é isso que você quer…
– Hummm, sim… me fode como uma puta…
– Puta prenha… – enfiei o pau na buceta dela até o fundo, mas tirei bem lubrificado e apontei pro cu dela – vou te comer pelo cu, raposa
– Meu Deus… nãooooo – segurei ela firme e empurrei – AAAAAAAAI, seu filho da puta… tá me machucando… nãooo, nunca me… aaaai… que é virgem… Roger… nãooo… pelo cu nãooooo… meu cu… aaaaaai… nãooooo…
– Minhas putas eu como pelo cu, sua vagabunda – empurrei forte – toma pau, puta, enrabada, puta prenha… – dei dois tapas na bunda dela – engole, porca, engole pelo cu, você leva seu filho e eu te desvirgino o cu… hummm, que delícia meter nesse cu virgem… é o primeiro pau que entra em você…
– AAAAAAAI, Roger, pelo amor de Deus… aaaahhh… é muito grosso… aaaai… meu cu… não é natural pelo cu… é humilhante… tá doendo… aaai… não mete mais no meu cu… aaaaaaai
– Vou devolver pro seu corno de marido uma esposa comida pelo cu, puta de verdade – ela se mexia pra frente, então coloquei um pé na cabeça dela – vai ficar quieta enquanto enrabo minha puta… toma pau até o saco no seu cu… agora você já é uma puta de cu… minha puta. Não gostava de se sentir suja? Então toma, sente bem dentro do seu cu de porca minha pica de filho da puta
- AAAAaaaayyy… – ela gritava, gemia, suspirava, eu metia forte, quase violento, estava muito excitado – PELO AMOR DE DEUS, ROGER, você tá rasgando meu cu…
- Promíscua, vagabunda, puta… que cu apertado você tinha… vou deixar ele igual ao das putas de cu – dei dois tapas – largo e cheio da minha porra… vou gozar no seu cu, assim você vai ser uma das minhas putas…
- AAaaaaaaaaaahhh, pelo amor de deus… uma das suas putas… aaay…
- Sim, sua vadia… uma das minhas putas, seu marido vai estar casado com uma das minhas putas… toma rabo, porca… igual à minha mãe… ela também é minha puta… toma pica no seu cu… agora é um cu de puta… bem fodido… não gosta?
- Ufffff… nãooo. Tá doendo, você é um filho da puta… por que isso? Pra me humilhar… aaaaaay
- Porque eu gosto pra caralho e quero que você me dê prazer, seu cu me dá muito prazer na pica… por isso você é minha puta… pra me dar prazer… toma pica… toma… uso seu cu pra me dar prazer… relaxa… vou te foder no cu até eu gozar, querendo ou não…
- aaaaaahhhhhhhh… meu cu… meu pobre cu…
- uaaau que gostoso, sua porca… usada pelo cu… engole, cadela… sente minha pica abrindo esse cu de esposa decente… usada pro meu prazer…
Foi assim que Anna voltou pro marido depois, totalmente diferente de como ele a tinha trazido, enculada e prenha, mas sem que ele pudesse sequer imaginar o quanto eu tinha me divertido com a mulher dele e o presentinho que ela levava na barriga, o que me dava um tesão do caralho. Com a camisa xadrez e a calça jeans, bonita mas pouco sexy.
Antes de ir encontrar ele, ela hesitava se ele notaria alguma coisa.
- Não dá pra notar nada que você volta feita uma mulher de verdade, Anna. Daqui a pouco você não vai sentir mais nada no cu também, então vai tranquila. Por sorte ele também não percebe os chifres que a gente colocou nele hoje. Mas espero que logo você sinta sua barriga crescendo.
- Você foi um filho da puta integral – ela sorriu pra mim – mas não me arrependo de nada – nos beijamos – espero voltar logo…falo por via das dúvidas…talvez eu precise de mais esperma…
Decidi que era perversa e gostosa o suficiente pra ficar com a gente, pra oferecer participação, claramente ela era fascinada pela minha mãe e tinha uma inveja saudável, admirava ela.
Ela hesitou um pouco quando propus ficarmos nós três. Mas a perversão atraía ela demais, então quando o marido dela foi fazer outro curso, montamos um encontro peculiar. Pra gente também deu um tesão ela estar ali. Claro que ela tava com o vestidinho curto. E antes ela tinha me confessado no ouvido que não tinha menstruado, mas que podia ser só um atraso normal.
E lá estava ela, olhando meio escandalizada enquanto minha mãe batia uma pro pau do pai dela enquanto ele chupava as tetonas dela.
- Olha que pauzão, Anna – ela puxou o rabo duro do pai dela pra fora com a mãozinha – vê por que me entreguei a ele quando era quase uma menina?
- Uffffff que delícia…quase uma menina?
- Muito novinha, meu pai arrebentou minha buceta, uma loucura de prazer.
- Você já era uma putinha – disse meu avô – você me provocou.
- Não é verdade que você adoraria ver meus machos pelados, Anna? – minha mãe era uma expert.
- Ufff, siim, tô meio nervosa, nunca na minha vida me meti numa parada assim – ela sorriu – mas adoro estar aqui. Que puta tesão, Catalina, seus machos…ufff seu pai e seu filho…me intimida um pouco
- Vou foder com meu pai e com meu filho, meus machos favoritos. E você, relaxa, curte sem mais.
- Gosto que você esteja aqui, e veja isso, Anna – falei, já peladão e com meu pau morenão. Ela me olhou inteiro e também meu avô.
- Isso é inacreditável, Catalina. Que…que…uff… machos deliciosos – ela disse e ficou vermelha. Rimos.
- São seus, querida. Fiquem na frente da Anna – ela tava sentada no sofá e nós dois ficamos de frente pra ela, minha mãe se aproximou por trás. Começou a acariciar nossas costas, peitorais, barriga – gosto dos meus garotos – Anna arregalou os olhos, claramente excitada, os paus pulavam um pouco, mas minha mãe ainda não nos tocava – são todos nossos.
Era muito excitante e sacana a situação, meu avô e eu nos olhamos, como sempre, minha mãe era uma mestra do tesão. Nós pelados, elas duas vestidas e nos tratando como garanhões ou gigolôs, ou como putinhos, sei lá.
- Olha como o pau deles cresce, Anna – ela enfiou a mão por trás, entre as coxas do meu avô e agarrou as bolas dele, o pau do meu avô dançava a pouca distância do rosto da Anna – primeiro meu pai, meu primeiro macho de verdade – assim, por trás, ela balançava o pau dele que, claro, não demorou a crescer e ficar duro – o que você acha, Anna?
- É enorme, ufff, que tesão.
- E agora o do meu filho – ela fez o mesmo comigo – hummm, vou comer os dois ao mesmo tempo.
- Ufffff, nunca imaginei isso assim, que excitante, dois paus grossos tão perto.
- São seus, o que você quer?
- É que não sei… me sinto envergonhada… não consigo… – entre a educação clássica e a falta de costume, Anna estava tímida. Ela me olhou e eu sorri – é que quase nunca fiz isso… seu pai… é… é… quase um estranho pra mim…
- Vai, coloca o pau do meu pai na boca – disse minha mãe – É seu, Anna, o pau do meu pai é seu. – Anna estava indecisa – Pai, ajuda ela, ela ainda é tímida, enfia o pau na boquinha dela – meu avô acariciou a cabeça dela e suavemente aproximou ela da pica enorme dele, passou a glande nos lábios, no rosto dela.
- Abre essa boca de puta e chupa, vai ver que você gosta – disse meu avô, Anna relaxou um pouco e ele aproveitou pra enfiar o pau, segurando a cabeça dela. Que tesão me deu ela me olhar nos olhos, era a imagem da inocência violada, com aquele pedaço de pau entre os lábios – hummm uma boquinha quase nova pra estrear… chupa gostosa, chupa, que seu marido não tem uma igual – Anna se entregou, fechou os olhos e começou a chupar o pau – Porraaaaa que boquete bom —enquanto minha mãe batia uma pra mim por trás—essa mina tem jeito de puta…come ela toda, Anna…siim, engole…—meu avô enfiava e tirava o pau na boca dela, ela engasgava mas continuava chupando cada vez com mais tesão.
—Gosto do pau do seu pai, ufff—minha mãe se ajoelhou do lado do meu avô e começaram a chupar ele a dois, e também misturando as línguas—deusss, Catalina…isso é…uffff
Meu avô rugia.
—Que putas boas—comiam tudo até os ovos—porraaaa,—agarrou as duas pelo cabelo e ia metendo alternadamente—toma rabo, Anna…ufff, assim, chupa, gostosa, chupa…troca de boca, agora você, filha, mama o pau do seu pai…porra, neto…é foda…que boquinhas dessas putas…
Eu tava com o pau estourando, me dava um tesão doentio ver aquilo. Em algum momento, Anna se fundiu num beijo com minha mãe, mas sem muito tempo, logo voltavam pro pau do meu avô.
Demos umas surras na Anna de fazer história, mas merece detalhar em outro capítulo, ela engoliu tudo e por todos os buracos, minha mãe teve a fineza de deixar a gente comer ela primeiro.
Mas ficou muito excitada, então reivindicou a parte dela.
Totalmente fodida, gozada e devidamente leitada, Anna se desmanchava numa poltrona olhando pra gente. Minha mãe em ação.
—Você vai ver uma puta de verdade, Anna.
Minha mãe veio até mim e pegou meu pau, batendo uma suavemente. Mantinha o vestido, mas os peitos de fora, uma das coisas que mais gosto na minha mãe pelo obsceno e indecente, mais do que nua.
—Ummmm, me beija, amor, quero que você curta a mamãe e me faça gozar muito—claro que beijei ela na boca, abraçando e apertando os peitos dela contra mim—me tira a roupa, filho.
Desci o vestido dela e também a calcinha, ufa, uma mulherão. Ela se deitou na cama.
—Vamos, meus machos vão foder a puta de vocês. Faz tempo que não me tratam como puta de vocês e tô com vontade.
Meu avô se ajoelhou entre as pernas dela.
—Vou comer essa bucetona de Promíscua – ele separou os joelhos dela e encaixou a boca na buceta inteira, chupando e lambendo. Minha mãe gemeu alto. Eu me ajoelhei atrás da cabeça dela e bati umas rolas na cara dela. Ela abriu a boca.
– Adoro suas bolas, filho da puta – então eu enfiei elas na boca dela, ela gemia e chupava com dedicação – porra, que tesão vocês me dão, seus safados.
Aí minha mãe ficou de quatro. Sem mais, meu avô meteu de uma vez.
– Aproveita, pai, goza nas suas putas – ela me olhou com cara de safada enquanto meu avô se encaixava por trás.
– Você é uma puta, minha filha… porra, que buceta… que gostoso, porra… como entra bem nessa bucetona… mas que quente que você tá, toma, puta – meu avô metia com vontade, os peitões da minha mãe balançavam pra caralho – toma, toma, toma, puta… toma o pau, Promíscua, adoro sua bucetona de puta, minha filha… toma, toma o pau, filha gostosa – Anna olhava de olhos arregalados – porra, garoto, que prazer meter na sua mãe puta.
– Seu próprio pai tá te fodendo… – Anna estava extasiada olhando a meteção violenta que meu avô dava na minha mãe.
– AAAAAAASSIM, pai, assim, como você sempre me fodeu bem… que puta você me fez… vem cá, meu filho, me fode também… quero meus dois homens… ao mesmo tempo.
Eu tava com o pau duríssimo, me deitei de costas.
– Vamos, vô, divide, que eu também quero foder sua filha – minha mãe sentou de uma vez no meu pau e me beijou na boca – hum, que gostosa você tá, mãe, minha mãe, minha puta de buceta quente.
– Meu filho, meu homem e meu gostoso – ela subia e descia no meu pau. Meu avô encostou o pau na buceta já ocupada dela e começou a empurrar – AAAAAAAAAAAAAAA, deussssssssss, vocês vão rasgar minha buceta…
– Meu Deus – disse Anna – os dois paus ao mesmo tempo! Seu pai e seu filho… e ao mesmo tempo…
– Isso que é ser uma mulher de verdade, hein, Anna? – eu falei.
Meu avô empurrava e empurrava, minha mãe gritava, aos poucos o pau do meu avô também ia entrando.
– AAAAAAAAAAAAAhhhh, que prazer deusssssss... me deixam louca, seus safados... fodam essa filha da puta... tão rasgando minha buceta... aaaaaaaaaaaaaaahhh
- Até o saco, vô, fode a minha mãe. Cabe tudo nessa boceta enorme da puta da sua filha... seu pau e o meu... bem enfiados, vô – começamos a bombar os dois – toma, toma, toma pau, mamãe, que molhada você tá, vagabunda, sente bem os dois paus...
- Toma, toma pau, filha, porraaaaa neto, como entram bem os dois, que puta é essa que você tem de mãe...
- AAAAhhh siiiim... sinto os dois paus na minha buceta... meu filho... papai... siiiim... continuem mais... mais... aaaauuuu... que duros... ooooghh... sou a puta de vocês, a mulher de vocês... aaaaaa que bestas... te amo, papai... te amo, filho... aaauuuuuuuu... ufffff... minha buceta... – Olhou pra Anna, que estava ali mesmo, sem perder um detalhe – É muito nojento... aaaaaaugggg... mas dou prazer pros meus dois caras ao mesmo tempo... aaaaaaaaaarrrfff... seus safados... tão me rasgando...
- É terrivelmente excitante, Catalina, você é uma deusa... quero ser igual a você.
- Por enquanto me beija enquanto fodo minha mãe – falei, ela me beijou de língua e eu senti ela quente de novo. Fiquei a mil apertando os peitinhos de Anna enquanto bombava minha mãe sentindo a buceta dela forçada no meu pau, uma sensação única, apertada entre a boceta da minha mãe e o pau do meu avô – coloca os peitos na minha boca – bestial, o biquinho de Anna e depois o peitão da minha mãe.
Meu avô tava louco, a gente dava mete e tira selvagem na minha mãe e em ritmos diferentes, a sensação no pau era intensa, a gente não ia demorar pra gozar e o tesão da Anna olhando. E a excitação de encher de novo a boceta da minha mãe com os dois espermas, totalmente incestuosos, e com o tremendo poder de engravidar ela.
- Como essa filha da puta fode! Toma, toma, toma... sua gostosa...
- AAAAAAAAAAAAaahhh... deusssssss... como eu tô fodida... vou gozar como nunca, seus safados... filho... deus... filho da puta... como você fode... tô gozandooooo... aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaasiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
- Você me pariu, seu filho da puta fodedor, sua vadia, e já tava dando pra seu pai, goza puta…
- Você é a tia mais vadia que tem, gostosa, toma pica, toma, goza minha filha
- AAAAAAAAAAAhhhh siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii…Arrrggggfffff…to gozandooooo…oooooooooooooooouuughhhhh…- minha mãe teve um daqueles orgasmos brutais – sim, sim…papai…uaaaaaaaaaaa – a buceta dela se contraía nas nossas picas em espasmos de prazer.
Sabíamos que ela precisava de mais, então tiramos as picas e mudamos de posição. Meu avô deitou de costas e coloquei minha mãe sentada na pica dele, olhando pra mim de frente, vi a boceta enorme dela aberta, dilatada, ocupada pela pica do pai dela e ela toda escarrapachada.
Enfiei a minha também até o talo, devagar. Sentia os ovos do meu avô contra os meus.
-Aaaahhhhhh…bestas…- beijei ela na boca, sabíamos que ela precisava de um tempinho pra se aquecer de novo, então agíamos com calma ainda, deixamos as duas picas dentro quase sem mexer.
- Anna, vem, pega nos 4 ovos – Anna chegou e pegou nos nossos ovos – hummmm, nunca segurou dois caras pelos ovos ao mesmo tempo.
-É-é…incrível
Minha mãe estava mole, o corpo todo quente, meu avô massageava os peitos dela. Em alguns dias ela estaria de anfitriã na casa dela com meu pai, mãe, filha e esposa amantíssima, com os mesmos que agora estávamos fodendo ela, enfiados na virilha dela, dilatando ela como nunca.
- Bestas…como me fodem bem…e que orgulho de dar prazer pra vocês dois…- ela começou a mexer a pélvis de novo, sinal que tava acendendo outra vez, então queria a metida selvagem de novo.
- Vadia – beijei ela.
- Vadia – disse meu avô.
- Aaaaaaaaaaaahh siiiii…continuem seus filhos da puta…porcos…fodam bem a vadia
- Vadia, vadia, toma
Não demorou pra ela engatar outro orgasmo brutal
-Aaaaaaaaaaaaaaa…porra…filhos da puta…mais mais….aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhh
- Vou encher você de porra, minha filha…aaaaaaaaaaaaa…to esvaziando os ovossss…tomaaaaaaa
- Toma minha Gozou também, mamãe…porraaaaaa, que gozadaaaa…toma, toma, toma, mamãe…mamãe…toooomaaaaaa
-Siiiiim…meu filho, siiiiiim…goza com a mamãe…siiiiiiim…
Foi uma sessão monumental. Ficamos os três exaustos e suados, minha mãe escarrapachada em cima do meu avô, ofegando forte, as picas amoleceram e saíram da buceta materno-filial.
Minha mãe se levantou depois de um tempo, vimos o sêmen escorrendo saindo da buceta dela, dilatada pelas duas picas.
- Meu Deus, quanto sêmen, nunca encontrei homens que gozassem tanto quanto esses dois – disse pra Anna – me excita muito – chegava até os tornozelos – a vagina inundada de porra…
- Você não se preocupa em engravidar do seu pai…ou do seu filho, né?
- Ou dos dois ao mesmo tempo. Sei lá, tudo pode ser. É muito erótico. Você ainda não teve filhos, não é?
- Estou nessa.
- Ummm, qualquer um desses dois te serviria bem.
Fomos tomar banho e minha mãe serviu espumante gelado. Todos nus.
Embora no chuveiro não coubéssemos os 4, foi quase um banho coletivo. Minha mãe foi a primeira e a olhávamos enquanto bebíamos o espumante gelado. Ela ensaboava a buceta. Meu avô acariciava sem parar a Anna, a abraçava por trás e passava a mão nos peitos, na barriga, nos ombros, estava encantado com ela. Anna se sentia à vontade assim e eu gostava que meu avô aproveitasse tanto da minha puta.
- Ufff, vocês me deixaram dilatada, muito dilatada, que brutos…- disse minha mãe
- Claro, como se você não tivesse gostado nada…é incrível que caibam as duas ao mesmo tempo, mamãe.
- Mais incrível é que você coubesse quando saiu, isso sim é dilatação…- isso me excitou muito.
- Deixa eu te ensaboar – entrei na banheira com ela e comecei a ensaboar suas costas – que pele macia, mamãe – claro, ensaboei os peitos dela, acariciei a barriga – aqui fiquei 9 meses – continuei ensaboando e acariciando até chegar na sua bunda enorme – que bunda que você tem, hein? – me dirigindo à Anna e meu avô.
- E como ela mexe bem – disse ele —mas nunca me deixou comer o cu dela
Eu já estava com o pau durasso de novo.
— Vamos ver como você mexe essa raba, mamãe — nem preciso dizer que ela mexeu daquele jeito que já me deixou de pau duro na hora — uf, mamãe, não deve existir outra mãe que deixe o pau do filho assim.
— Nem outro filho que tenha tanta perversão de querer foder a própria mãe toda hora — a bunda ensaboada dela se esfregava no meu pau duro, então ensaboei bem o pau, agarrei os peitos dela.
— E ainda mais comer seu cu igual eu faço com você.
— Uf, filho da puta, na frente do meu pai?
— Claro, olha vovô como eu como o cu da sua filhinha querida — encostei o pau no cu dela, ela reclamou mas se abriu e deslizei suavemente pra dentro do cu dela — adoro uma bunda, mas comer o cu da minha mãe é muito melhor — enfiei tudo.
Meu avô e a Anna não acreditavam no que viam.
— Porra, neto, isso sim é perversão, um filho comendo o cu da própria mãe, ufff — eu metia de boa — claro que sua mãe não é igual as outras, é uma puta de verdade. Mas filha, se você nunca tinha deixado ninguém te comer o cu…
— Esse filho filho da puta é um demônio… — empurrei forte — Aaaaaahhh…meu deeeus…mas eu gosto, sim…gosto que meu filho coma meu cu…aaaaaaahhh — ela se inclinou e se apoiou na borda da banheira — me come o cu, filho da puta…
— Toma, mamãe puta, toma pau…
Fiquei metendo um tempão, até gozar.
Olhei pra Anna.Minha mãe é uma das minhas putas.
(CONTINUA...)
2 http://www.poringa.net/posts/relatos/2461664/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-2-para-18.html
3 http://www.poringa.net/posts/relatos/2464293/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-3-para-18.html
4 http://www.poringa.net/posts/relatos/2465770/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-4-para-18.html
5 http://www.poringa.net/posts/relatos/2466746/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-5-para-18.html
6 http://www.poringa.net/posts/relatos/2469607/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-6-para-18.html
7 http://www.poringa.net/posts/relatos/2472629/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-7-para-18.html
8 http://www.poringa.net/posts/relatos/2475301/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-8-para-18.html
9 http://www.poringa.net/posts/relatos/2479502/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-9-para-18.html
10 http://www.poringa.net/posts/relatos/2483800/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-10-para-18.html
11 http://www.poringa.net/posts/relatos/2493449/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-11-para-18.html
12 http://www.poringa.net/posts/relatos/2498486/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-12-para-18.html
13 http://www.poringa.net/posts/relatos/2503286/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-13-para-18.html
14 http://www.poringa.net/posts/relatos/2556970/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-14-para-18.html
15 http://www.poringa.net/posts/relatos/2587198/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-15-para-18.html
16 http://www.poringa.net/posts/relatos/2818394/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-16-para-18.html
17 http://www.poringa.net/posts/relatos/2834715/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-17-para-18.html
Minha mãe comigo e o pai dela de novo, com a Anna de testemunha. A Anna, aquela casadinha recatada do povoado, me surpreende pedindo algo incomum e passa a fazer parte das minhas putinhas, completamente.
- Ah, papai, senti tanto a sua falta – minha mãe se abraçou no meu avô, as mãos no pescoço, assim que chegou no apartamento dele.
- E eu senti sua falta também, minha filha – ele abraçou ela com carinho.
Até aí, tudo normal. entre um pai e sua filha, mas depois suas bocas se juntaram, primeiro num beijo suave e terno e depois num grande jogo obsceno de línguas, nada apropriado para pai e filha – hummm cada dia mais gostoso – minha mãe sorriu.
Finalmente íamos nos reencontrar os três.
- Fazia dias que não estávamos juntos – eu disse.
- Você está linda, filha, cada dia mais gostosa e sexy. – ele sorriu – dá pra ver que seu filho cuida bem de você. Ainda abraçada pelo pai, que já passava a mão na bunda dela, me aproximei e ela me beijou de língua, adorava o jogo safado, dar linguada no pai e no filho em sequência, então me beijava enquanto o pai amassava a bunda dela – você continua com a melhor bunda de Barcelona.
- Você que me olha com bons olhos – ela se separou dele e deu uma voltinha rebolando pela sala, usava um vestido fino azul que destacava a pele morena, a saia com um pouco de balanço não muito curta, mas bem decotada. Não passou despercebido que os mamilos já estavam duros, marcando o tecido – e você cada dia mais sedutor, papai. Faz muitos anos que me excita só de me tocar – ela se aproximou dele de novo e colocou a mãozinha no volume dele – muitos anos que me faz feliz – meu avô acariciou suavemente o decote dela com os dedos.
Por alguma razão, eu adorava ver minha mãe se derretendo pelo meu avô, uma sensação estranha mas excitante. Pensava que, antes mesmo de eu nascer, quando minha mãe era adolescente, ela já dava pro pai.
- Ufa, filha, faz muitos anos que só de te ver eu fico duro – então minha mãe abaixou a braguilha dele e a mãozinha desapareceu lá dentro, o movimento indicou que tinha encontrado o que procurava e que estava batendo uma com habilidade. Sem parar de bater uma pra ele, minha mãe, como sempre, mestra na sacanagem, comentava situações familiares.
- Aliás, vocês têm que vir, mamãe e você, almoçar com a gente num domingo – ela fez uma pausa – hummm cada dia gosto mais do seu pau, papai – outra pausa – você sabe que ela adora a reunião em família e meu marido Também. E ela ama muito os meninos.
- Uhum, sim, filha, é verdade, faz tempo que não nos reunimos todos – com os dedos, ele puxou a alça do vestido dela para baixo e pôs um peitão pra fora, o bico tava duro e rijo, com cuidado beliscou – que peitões gostosos você sempre teve, filha, até quando era criança, maiores que as outras meninas – fez uma pausa sem parar de mexer no peito dela – Vou falar com sua mãe pra irmos domingo almoçar na casa de vocês, sim, tô afim de bater um papo com meu genro, seu marido é um cara muito bom, é inteligente e a gente se entende bem, principalmente com sua mãe – se abaixou pra chupar o bico dela – Uffff, filha, como você sabe deixar minha pica dura. Dá o peito do melhor pra mim, gostosa.
- Toma, pai, toma peito. Sempre foi um orgulho pra mim te dar peito, pai, ufff pro meu próprio pai, principalmente quando era adolescente…lembra como você gozava, e sempre me excita como você mama – fez uma pausa – vou falar com meu marido pra ver se esse domingo dá pra todo mundo e vocês virem, mãe e você. Que ele faça uma paellinha, que vocês gostam.
Ver como minha mãe gozava sempre era um espetáculo, mas ver como meu avô mamava nela me dava uma sensação de ciúme e excitação. E era aquela cumplicidade de anos de incesto entre eles.
- Seu avô gostava muito da minha porra – ela me disse uma vez.
- Sua porra?
- Sim, foi ele quem me mostrou o quanto é sexual dar de mamar minha porra pros caras. Ele adorava, aprendi que podia gozar só de trabalhar os peitos.
- Porra, mãe, e você dando de mamar pro seu pai…
- E te garanto que ele mamava, e mamava pra caralho. E não só mamava, me ordenhava como uma vaca. Deixava meus peitos moles e murchos, vazios, ainda bem que enchiam rápido de novo pra você, e depois pro seu irmão. Ele diz que a porra de mulher mantém jovem.
- Buceta, vou anotar isso. Talvez por isso você seja tão peituda.
- Kkkkk, verdade, cresceram cedo e mais que as outras meninas, mas com certeza seu avô é parte da razão deles serem assim. grandes. Do que eu sou responsável mesmo é de como meus mamilos ficam excitados.
A verdade é que meu avô era um entusiasta de peitos. E gostava de trabalhá-los por um bom tempo. Sempre é importante aprender, eu dizia pra mim mesma.
- Filha, claro que lembro que quando era pequena você enfiava meus peitos na sua boca, e com certeza você tem os melhores peitos do mundo, melhorados – Agora ela puxou o outro e chupou. O que meu avô fazia era colocar na boca uma boa porção de peito e realmente chupava, sugava, praticamente devorava.
- Ummmmmm e você é o melhor pai do mundo – ela continuava mexendo na rola dentro da braguilha – Ummmm essa rola tá ficando no ponto – ela puxou pra fora – olha que rola que a gente tem, Anna.
A presença da Anna era a novidade. Fazia umas semanas que ela tinha me ligado.
Quase nem lembrava mais dela, era a loirinha de 30 anos recém-casada que a gente tinha encontrado no camping, em barracas vizinhas. Ela tava com o marido e ficou subjugada pela frescura da minha mãe, pela liberdade absoluta com que meus amigos tinham comido ela e fascinada pela falta de pudor dela. Contei isso nos capítulos 11 e 12.
Sem querer mas querendo, acabei comendo ela com o marido perto e a gente se virou nós três, minha mãe, ela e eu, alucinada pela personalidade da minha mãe, que quebrava todos os tabus até transando com o filho. E claro, seduzida pela minha rola, pelo prazer que ela teve e a perspectiva de fazer coisas novas que o clássico do marido não fazia.
Ela tinha me ligado porque queria me ver. O marido dela, agricultor num povoado do interior, tinha que passar o dia em Barcelona, num treinamento sobre cultivos. Ela acompanhava ele e ia ficar sozinha em Barcelona.
- Falei pro meu marido que ia aproveitar pra fazer compras, sabe, roupa e tal, mas se você não se importar de me acompanhar.
- Hum, adoro que você lembrou de mim, Anna, pra se entreter um pouco depois de tanto tempo.
- Bom, não conheço ninguém Ninguém mais por aí que valha a pena pra me mostrar Barcelona direito, você é muito divertido e pensei: por que não? Não tenho muitas chances de vir e quero aproveitar essa.
- Claro, Anna, isso é ótimo. Espero te divertir tanto quanto você puder e quiser.
Aquele dia foi memorável em todos os sentidos. A primeira coisa que fiz com ela foi comprar roupas, ela veio do interior com uma jeans e uma camisa xadrez.
- Você vai se vestir como mulher, Anna.
Ela experimentou alguns vestidos, todos pareciam exageradamente sexuais e ousados, só porque eram curtos e decotados.
- Umm, que vestidos lindos, mas no interior todo mundo diria que sou uma puta. O primeiro, meu marido, ufa, olha só, se mostro a coxa inteira.
- E além disso, dá pra ver que você tem um par de peras, diferente da camisa que você tava.
- E como aparecem, se o decote quase chega nos meus mamilos… que vergonha…
- Vergonha? – me aproximei por trás dela e puxei o decote um pouco mais pra baixo, realmente, as aréolas e os mamilos apareceram na hora – orgulho você sentiria em mostrar esse par de frutas apetitosas – encostei a boca no ouvido dela – no fundo, você adoraria que eles aparecessem assim, insinuando as aréolas escurinhas, que num descuido pudessem ver bem esses mamilos que todo mundo chuparia, sabendo que você vai despertando desejo em todos, desejo de te ter, de "comer essa gostosa dos mamilos", que é o que comentariam – beijei o pescoço dela, ela gemeu, quente – é o que você gostaria de fazer…
- Uffff, pelo amor de deus, Roger… isso é… muito indecente… mas tão excitante…
- Seu marido não sabe aproveitar a mulher que tem. Se olhe bem, Anna. Não me diga que você não se gosta? Assim é como você se vê mais natural, do jeito que deseja se ver.
- Uff, você é muito gentil.
- Não é gentileza, é que você tá me deixando de pau duro, Anna. Vê se me deixa meter entre essas coxas – ela ficou vermelha até o talo – fica com esse vestidinho. Se seu marido não sabe apreciar essa puta, eu sei.
- Um pouco à vontade – ela me olhou – mas vou ficar com ele, porque você gosta.
Foi especialmente excitante escolher a roupa íntima. Na verdade, fiz com que ela ficasse só de tanguinha e sem sutiã.
- Seus peitos não caem, Anna, e você está linda assim.
- Mas dá pra ver que não estou de sutiã.
- E daí? Melhor. É muito sexy o movimento dos seus peitos soltos, marcando o bico – cheguei perto do ouvido dela – gosto dessa putinha.
- Agora vou te levar pra tomar um negócio, coloca o capacete – obviamente eu estava na minha moto nova, que minha mãe estava pagando com a buceta dela. Ela colocou – vou exibir minha mina. Agora ninguém sabe quem você é. Nem seu marido te reconheceria. Olha como os caras te olham. Pensando em como seria gostoso te comer.
- Ufa, sim, eu gosto.
- Claro. Ninguém recusa um doce e você não é a freira que te obrigam a ser. Você sabe que com esse vestidinho vai mostrar a calcinha quando subir na moto, então vai, aproveita e seja um pouco puta.
- Hum, igual sua mãe. – eu ri.
Eu ia forçando as coisas aos poucos, ou pelo menos era o que eu pensava, mas ela queria aquilo, queria viver essas sensações que na cidade dela eram proibidas e até impossíveis. E ela me mostrou mais tarde que não era nenhuma santinha.
Passei com ela na moto mostrando as pernas, nem preciso dizer que os caras olhavam com desejo, principalmente os motoristas nos semáforos, que ficavam perto dela. Ela percebia e era novidade pra ela.
Levei ela num bar perto do apartamento do meu avô, queria comer ela, claro, mas antes queria exibi-la um pouco e que ela se sentisse exibida.
No bar me conheciam, claro, sempre ia tomar alguma coisa e às vezes levava a Sara ou alguma outra mina. Bar de bairro com clientes fixos que me cumprimentaram e examinaram a Anna de cima a baixo. Levei ela até o balcão, sentadinha num banco alto mostrava ainda mais, mal cobria a calcinha, o que foi bem recebido pelos clientes, naquele momento três homens mais velhos, obviamente desempregados, passando o tempo. O balcão fazia um L e Levei ela pro cantinho do fundo, mandei ela sentar de frente pro salão.
Ela sabia que era o centro das atenções.
— Que tal, Anna, gosta de ser uma mulher desejada? Todos esses caras acham que sou um sortudo filho da puta e que adorariam estar perto de você. Aposto que não tocam numa pele jovem e fina como a sua há anos.
— Ufffff, nunca passei por isso, meu Deus… que vergonha, se me vissem na cidade… mas admito que gosto um pouco… mas me deixa nervosa.
— Calma, aos poucos, relaxa e aproveita, você agora é o centro do desejo sexual. Se imagine andando provocativamente pelo bar, depois sentando numa mesa e abrindo as pernas devagar, mostrando o que todo mundo quer. Sente a sensação.
— Uffffffff, que pesado… não consigo…
— Mas você gosta de imaginar, seria uma situação muito excitante. Dá pra pensar que todo mundo pagaria pra te ver, e olha, se pudessem te tocar, ou mais, te foder. Um atrás do outro.
— Ummmmm… que canalha você é… uffff… é excitante imaginar… uma fantasia, sim.
— Além disso, seria um ato de generosidade da sua parte, faz anos que eles não provam uma mulher jovem. E não seria nada demais pra você, se deixasse, em dez minutos tava tudo resolvido e pronto. Aquele ali, por exemplo, aquele que fica te olhando de canto, é viúvo há anos.
— Pô, Roger, não continua não…
— Te deixa com tesão, né? Vou chamar ele.
— Não, pelo amor de Deus, Roger!!! Nem pensar.
— Só pra ele ficar perto de você, mulher, não custa nada ele ficar aqui conversando, só deixar ele te olhar de perto. Ei, Pedro, vem aqui um instante — claro que ele veio — te apresento a Anna, uma amiga minha — Pedro era um homem de uns 65 anos, baixinho, magro, careca, nada elegante e sem atrativos. Tava limpo, isso sim, bem barbeado.
Claro, cumprimentos e dois beijinhos. Ele devorava ela com os olhos.
— O que achou, é gostosa, né?
— Uff, linda demais, que sorte que você tem, ladrão — Anna ficou levemente corada.
— Tenho certeza que você também Você está fazendo das suas agora que está solto.
— Uai, que nada. Já nem lembro como é uma mulher, faz anos que fiquei viúvo e desde então, nada de nada.
— Não me fode! — fiz que estava surpreso — então você não lembra como é macia uma pele igual a dessa garota?
— Só nos sonhos! Kkkk...
— Pois é, não sei se você sabe o que está perdendo — acompanhei as palavras acariciando o ombro e o braço de Anna. — Vamos, Pedro, acho que a Anna não se importa se você tocar um pouco nela. — Ela me olhou com um olhar de protesto — Anna, o que custa? Assim você dá um prazer pro meu amigo. Não te apetece, Pedro?
— Pô, demais, mas não queria incomodar a moça.
— Um carinho nunca incomoda. — Vi que Anna estava lutando com as próprias contradições, mas não dizia nada. Pedro se aproximou pelo lado de Anna e acariciou a pele do ombro dela, igual eu tinha feito.
— Uffff, que macia, não se importa, moça?
— Ahn... — teve uma pausa em que ela me olhava fixamente — não, não me importo — disse finalmente sem tirar os olhos de mim, pensei que ela já tinha decidido.
Pedro não parava de acariciar a pele dos ombros dela, se animando cada vez mais.
— Você é uma gostosa, moça — ela sorriu pra ele — tô apaixonado em você. Tô grato, me emociona sentir essa maciez de novo — o olhar dele ia do decote dela até as coxas enquanto acariciava cada vez mais pedaço, descendo pelas costas e tocando o pescoço dela.
Os outros fregueses não conseguiam nos ver direito porque eu estava tampando a Anna e o Pedro estava do lado dela. Anna recebia os carinhos sem se mexer. Resolvi ir mais longe.
— Viu que coxas? Quanto tempo faz que você não acaricia umas coxas assim?
— Ufff kkkk, acho que nunca, de tanto tempo que faz.
— Vamos, Anna, deixa meu amigo te tocar um pouco mais, pra você não é nada e pra ele você faz feliz.
— Bom, mas... é que...
— Se não é nada, Anna, vai, deixa — ela concordou. Pedro colocou a outra mão na coxa dela e foi percorrendo inteira, ávido, bêbado de pele, a mão dele chegava bem até as calcinhas. Tava me dando um tesão do caralho, Pedro chegou tão perto que já tava praticamente colado na Anna, a mão direita dele já descia pelo decote sondando o terreno. Anna tava entregue ou resignada, então quando Pedro desceu um pouco mais a mão direita acariciando o começo dos peitos, ela não falou nada. Era óbvio pra todo mundo, inclusive pra Anna, que Pedro pretendia descer a mão ainda mais até conseguir pegar bem nas tetas dela. Principalmente porque o decote era tão largo que os bicos, já duros e marcando por baixo do pano, ficavam bem perto.
Eu tava adorando, tava ficando com o cu na mão de ver ela. Não parava de pensar numa mulherzinha casada do interior, com o marido num curso, sem fazer ideia que a esposa querida tá se deixando apalpar num bar qualquer. Não sabia até onde podia ir, mas resolvi tentar.
- Pô, cê tá gostando da minha amiga, hein?
- Ela é uma delícia, uma coisa de louco, cê não tem noção da emoção que é poder tocar uma mulher de novo. Ela não sabe o quanto eu sou grato, senhorita – a mão esquerda acariciava as coxas dela com gana, Anna mantinha as pernas juntas mas a mão do Pedro já tinha ido um par de vezes até a calcinha dela, fazendo ela suspirar quase sem ninguém ouvir
A mão direita tava na beirada do decote, acariciando com os dedos a parte de cima dos peitos, sem se atrever a percorrer os centímetros que faltavam pra chegar nos bicos. Achei que Anna tava doida pra ele fazer isso.
Estiquei minha mão e afastei o pano do decote, e aí deu pra ver bem as tetinhas redondas e durinhas dela, com os bicos empinados
- Olha que tetinha boa que ela tem - claro, ele olhou.
- Umas tetas lindas de morrer, hummm
- E uma pele jovem e macia. Cheiram a mulher nova – Anna deixou ele se aproximar pra cheirar ela e ver bem de pertinho. Ela tava numa vibe entre desejo e recusa, tensa mas complacente, mas não falou nada, sabendo o que viria a seguir.
- Hummm, que cheiro gostoso do caralho – ele tava babando os olhos saindo das órbitas.
- E firmes – A respiração meio ofegante da Anna fazia subir e descer – eu digo que ela não precisa de sutiã, o que você acha?
- Não, de jeito nenhum, elas se seguram sozinhas, tá na cara.
- Viu, Anna? É o que eu falo, faz um favor pra ela, Pedro, verifica a consistência e dá sua opinião.
- Com todo prazer. Posso, senhorita?
- N-não – ela disse hesitante. Claramente, tava ficando com tesão na situação.
Pedro meteu a mão, amassando um peito e depois o outro. Eu mantinha o decote aberto, adorava ver como eu tinha conseguido colocar os peitinhos dela nas mãos daquele cara. Certeza que ela nunca imaginou que estaria assim, nem o marido dela poderia acreditar no que a esposa tava fazendo.
- E aí? – falei
- Firmes e durinhas… não precisa de sutiã – ele tava se esbaldando apalpando os peitos da Anna – Uff, e como a senhorita é gostosa! – os dedos dele acariciaram e beliscaram de leve os mamilos dela, fazendo ela gemer.
- E mamilo duro, como você tá vendo, mesmo não tendo nada a ver com consistência e uso de sutiã.
- O conjunto é o que eu tava olhando. Os mamilos são muito importantes. E esses peitos são de primeira, senhorita.
Quase na hora, Pedro encostou o volume na coxa da Anna, pra ver o que rolava. Como ela não falou nada, ele começou a se esfregar.
- Ei, cara, isso aí é que você tá ficando duro com a minha amiga.
- Porra, desculpa, mas é que faz anos que não fico assim, achei que tinha ficado broxa, e uma mina como essa há muito tempo que não… tipo… que não apalpo peito.
- Então você tá se vingando, hein, que esfregação que você tá dando. Ainda bem que minha amiga é generosa e entende. Né verdade, Anna?
- Hã? Bom… s-sim, claro.
- Você ficou duro de verdade, Pedro, depois de anos?
- Porra, ops, desculpa senhorita, sim, muito duro, cara.
- Não me diga, quer ver, Anna?
Pedro abaixou a braguilha.
- Não tô mentindo, senhorita, a senhora mesma vai ver que não. Ufff…mas…
Anna com um certo receio, pensando bem, me olhando com uma expressão de reprovação, aproximou a mãozinha e finalmente enfiou a mão na braguilha dele. Pedro continuava apalpando os peitos e as coxas dela.
Me dava um tesão do caralho ver a mão da Anna dentro da braguilha, sempre foi uma das cenas que mais me excita, não dá pra ver nada mas você sabe que a mãozinha encontrou uma rola e tá segurando.
- Uffff…sim…tá dura… - Anna continuava com a mãozinha lá dentro.
- Porra, mas que barbaridade, meu deus, mocinha, que delícia… - sem parar de apalpar ela – faz anos que não me sinto assim…uma mulher assim…segurando meu pau…desculpa… - Anna mexia a mãozinha, claramente fascinada.
Pedro subiu a mão da coxa até tocar a calcinha dela, já tava embalado.
- Mocinha…seria pedir demais… - Anna abriu as coxas pra ele tocar a buceta dela, já tava entregue ao jogo – ufffff…isso sim que é um sonho – Pedro não se contentou em tocar por cima da calcinha, enfiou os dedos por baixo e ela gemeu – pelo amor de deus, mocinha…que buceta…mas pelo amor de deus…que delícia de buceta…
Anna masturbou ele devagar por uns dois minutos, até ele gemer e gozar sem que Anna parasse de bater uma o tempo todo, sem se importar de sujar a mão de porra, e Pedro apalpava a buceta e os peitos dela.
Eu tava a mil. Finalmente Anna tirou a mão melada de gozo, e Pedro se apressou pra limpar ela.
- Foi a experiência mais emocionante da minha vida, mocinha, muito obrigado – ela olhou pra ele e deu um sorriso fraco. Pedro beijou a mão dela.
- Não merecem, senhor – inacreditável – mas foi uma vez e nunca mais.
Pedro saiu flutuando. Eu olhei pra ela.
- Agora você é uma punheteira de boteco.
- Ah, pelo amor de deus, que expressão “punheteira”. Uff…sim…não…na minha cidade…ufff…Você é um porco filho da puta.
- Você ficou com tesão igual uma cadela no cio, não nega.
- Nem eu mesma acredito no que fiz, pelo amor de deus, que sujo e porco o que eu fiz…nunca imaginei que faria isso…ele me apalpou inteira… um desconhecido… lambuzei a mão toda de porra.
- Muito sujo e muito porco, mas ninguém vai perceber, e você não ficou marcada nem nada, quando se lavar, fica como nova, só eu e você sabemos que você gostou de ser punheteira de buteco.
Ainda me guardava uma grande surpresa. Levei ela pro apartamento do meu avô, que era ao lado.
- Onde você tá me levando?
- Vou te mostrar uma coisa, gostosa – entramos – É o apê do meu avô, venho aqui com minha mãe de vez em quando. Sei que você gosta e queria que visse onde. E além disso tenho que tirar esse tesão de você.
- É bem charmosinho – ela disse. Peguei na mão dela e a girei, apertei ela contra mim.
- Te desejo, me excita pra caralho, punheteira de buteco – beijei ela e ela respondeu abrindo a boca – sê minha puta, você também quer isso. Ficou com muito tesão.
- Ooooh Roger… você é um filho da puta, me obrigou a fazer uma punheta pra um desconhecido, não consigo esquecer como você me comeu… um mundo novo… mas… você é tão novo… e eu sou casada… tenho que voltar essa tarde pro meu marido…
- Você vai voltar pro seu marido… mas bem comida, Anna, sendo a puta de um garoto novo sim… obscena e muito mais mulher… topa o plano?
- Ummm me excita… sua puta… me faz sua… mas… – ela ficou séria – tem uma coisa… não sei se posso te pedir
- O que você quiser, fala.
- Ufffff, ensaiei muito o que queria te dizer mas não sei se consigo – estávamos de pé abraçados – quero dizer… além da parada de ser puta… é que… tô confusa… não sei, melhor não… ou sim…
- Tudo pode ser, Anna, puta, sem problemas. Você não tá a fim… tá grávida ou algo assim? Eu entendo tudo.
- É que… não, ai não, grávida não, era disso que se trat… ai é que… olha, apesar de tentar não engravido, e… ufff… não é problema meu… consultei…
- Então fala pro seu marido fazerem fertilização in vitro ou sei lá… hoje em dia tem métodos.
- Uff, ele é quadrado. É que ele não reconhece nada, diz que não tem nada, que é tão homem quanto qualquer um e que uma hora eu engravido. Pra ele é como se eu tivesse insultado ele… ele não quer nem ouvir falar que pode ter algum problema no esperma. E tá ficando estranho e de mau humor. E eu tenho que resolver isso…
- Porra, que idiota, o que é que tem a ver… - de repente, entendi – Anna…
- Ufa, o quê? – ela me olhou nos olhos
- Cê tá me dizendo que pode ser que você engravide de mim?
Ficaram uns segundos de silêncio.
- Bom… não sei, é difícil… mas pensei muito… e não vejo outra saída… e não conheço muitos homens… daqui da vila não pode, iam ficar sabendo… você me atrai muito… é jovem e saudável… tem um monte de esperma… claro que você não tem obrigação… talvez seja pedir demais… vou entender…
- Hum, nunca me pediram uma coisa assim, ter um filho mas o marido achar que é dele… Tem certeza?
- Me surpreendeu e me deu muito tesão a quantidade de porra que você jorrou em mim… meu marido não goza nem um terço disso… pensei… ufff… você é um cara legal… o segredo ia ficar seguro… posso confiar que você não ia me cobrar nada… e me excita tanto transar com você… você me faz sentir tão mulher, tão puta… mas vejo que não é boa ideia, não posso fazer isso com você… você não tem obrigação…
- Olha pra mim - ela me encarou, corada, meio acuada – me fala com calma o que você deseja. Relaxa, só me diz e se ouve falando.
- Roger…
- O que você quer, gostosa?
- Quero que… me coma muito, que… goze dentro e me engravide. É isso que eu quero. Pronto.
- Mas você quer continuar com ele? Fazer seu marido acreditar que o filho é dele?
- Sim, é que eu amo muito ele, de verdade, quero ficar com ele, ele quer ser pai e eu vou dar um filho pra ele… você acha que sou muito ruim?
- Você é linda e esperta – fiz uma pausa, beijei ela – Vou te comer muito, encher de porra e fazer você ficar barriguda. Vou dar pro seu marido o filho que ele deseja da esposa dele.
A gente se beijou com uma paixão e eu com um tesão do caralho.
- Vou te tratar como a puta que você é. Ajoelha na frente do meu pau e chupa ele. – que tesão doido ter ali uma mulher feita, na casa dos trinta, que era a primeira vez que se ajoelhava diante de uma pica – ummm você gosta…
- Uff você é o único cara que eu chupo a pica… eu gosto de você… ajoelhada na frente de um garoto tão novinho… ufff… mas que pica enorme… me sinto muito Promíscua… ufff… mas não consigo parar… eu gosto…
- Anna, pega nas minhas bolas, segura elas – ela fez, senti sua mãozinha ávida – sente elas cheias… ummmm… ali tá o seu futuro filho, sua puta.
Eu já tava muito excitado, então sem mais a levei pra cama, empurrei ela, levantei o vestido e rasguei a calcinha fio dental.
- Você vai me receber entre suas coxas, Anna, pra te foder bem fodida, pra chegar tão fundo quanto seu marido nunca vai chegar, sua vadiazinha.
- Oooh, Roger, que suja e puta você me faz sentir… que vergonha… não deveria… ufffff… me fode com sua pica enorme, eu gosto de ser sua puta, igual sua mãe – ela abriu as pernas me mostrando uma bucetinha molhada, eu toquei nela, o clitóris inchado, ela tava realmente excitada – uuuaaa já Roger, JÁ! Por favor… ME FODE LOGO!
- Toma pica, puta, até o saco vai entrar.
- AAAAAAAAAAAAAAhhhhh, siiiiiiiiiiiii, é o dobro do meu marido… – comecei a meter e tirar devagar – mais… mais… me dá pica… ufff… que Promíscua… bem fundo… até o saco… uff que linguagem… sim, até o saco!!!..ffff… forte… sou sua putinhaaaaaaaaa…
- Minha puta, uma vagabunda de verdade… ufff… toma pica, puta, uma casada decente que adora encher a buceta de pau grande que seu marido não tem… toma, toma pica enorme, gostosa, até as bolas, você quer seu marido mas se deixa montar e engravidar por mim, sua Promíscua… – enfiei o pau até o fundo e parei – Você é linda, Anna, que prazer te ter com o pau tão dentro… minha puta… – beijei ela na boca, quente, ela me deu a língua com paixão.
- Ummmmm siiii… sua puta… adoro ter você… ooohhh… – beijei e mordi os mamilos dela – aaaah siiiiii… me chupa, amor… você me fode… sua puta… siiiiiiii
- Tô quase enchendo você de porra, linda,… tiro?
- Uffff, nãooooooooooo, não tira, nãooooo… enche de pau grande, siiiiiiiii, Caralhooooo, que transa gostosa… me enche de porra… me deixa grávida… faz um filho em mim, Roger… me beija, amor – eu beijava ela enquanto metia – AAAAAAAAAAAAAhhh, goza dentro, caralho, faz um filho em mim, siiiiiiiiiii…vou gozar, vou gozar, ai, caralhoooo…
Não pude evitar gozar naquele momento, sabendo que meu esperma tava dentro dela procurando o óvulo, um tesão do caralho e ao mesmo tempo senti algo especial pela Anna, uma mulher que pedia um filho meu, que tinha decidido parir um filho meu, uma garota meiga e carinhosa, e uma putinha gostosa, tendo um dos melhores orgasmos da vida dela…o corpinho dela tremendo de prazer e luxúria…as pernas dela me envolvendo, me apertando contra ela, mexendo a buceta freneticamente.
- Ummm, Roger, você é um anjo…obrigada.
- Obrigada?
- Sim, por essa foda, como nunca… – ela fez uma pausa – e também pela porra, você me inundou, obrigada por me engravidar, amor. Tô no meu período fértil…que delícia você deixar seu sêmen dentro de mim…obrigada, amor – ela me beijou com carinho.
Ela ficou esticada na cama, se recuperando do orgasmo e mantendo meu esperma dentro. Eu fui pegar duas taças de espumante e levei pra ela.
- Vamos brindar, Anna.
- Ummm sim, por…pelo seu filho dentro de mim – ela brindou, passando a mão na barriga. Eu olhei pra ela quase sem acreditar no que ouvia.
- Ummm sim, – me inclinei pra beijar a barriga dela, juro que esse gesto mexeu com meus ovos e me deu mais vontade ainda dessa mulher – pelo bebê que você vai dar pro seu marido. E também pela putinha punheteira do bar, a mais gostosa de todas as garotas.
- Olha o que eu vou fazer – ela me deixou de boca aberta. Ela ficou de frente pra parede, apoiou as mãos no chão e levantou o corpo com os pés contra a parede, se segurando com os braços, um pino, saca – assim seu esperma fica bem dentro. Já fiz isso com meu marido, mas não deu certo. Espero que com você dê.
Eu olhei pra ela, linda e excitante assim. Pra completar, ela abriu as pernas, deixando eu ver a buceta molhada de gozo e porra, e toda depilada.
- Eu faço ginástica desde pequenininha – ela abria e fechava as pernas um jeito que achei muito sensual.
Agora ela tava com uma atitude relaxada, alegre. Tive a sensação de que ela veio buscar um filho e era isso que tava levando.
– O que mais você sabe fazer?
Ela desceu e, apoiada nos pés, abriu bem as pernas. Uma gota de porra caiu no chão, ela se dobrou pra frente tanto que passou os braços por trás das pernas, segurando os tornozelos. Meu pau pulou. Me ajoelhei na frente dela, a buceta dela na altura da minha boca e meu pau na altura da dela. Segurei ela pra não levantar.
– Chupa meu pau, puta prenha – enquanto eu lambia a buceta e o cu dela, sem me importar nem com o fluxo nem com minha porra escorrendo – Assim, sua promíscua, como você aprendeu, vagabunda chupadora… me deixa louco… precisa de um pau gordo e grande… fala, puta
– Hummm, preciso de um pau gordo e grande… preciso que me foda como uma puta…
Joguei ela em cima da cama de bruços.
– De quatro, puta!! Assim, boa puta, vou foder minha puta, é isso que você quer…
– Hummm, sim… me fode como uma puta…
– Puta prenha… – enfiei o pau na buceta dela até o fundo, mas tirei bem lubrificado e apontei pro cu dela – vou te comer pelo cu, raposa
– Meu Deus… nãooooo – segurei ela firme e empurrei – AAAAAAAAI, seu filho da puta… tá me machucando… nãooo, nunca me… aaaai… que é virgem… Roger… nãooo… pelo cu nãooooo… meu cu… aaaaaai… nãooooo…
– Minhas putas eu como pelo cu, sua vagabunda – empurrei forte – toma pau, puta, enrabada, puta prenha… – dei dois tapas na bunda dela – engole, porca, engole pelo cu, você leva seu filho e eu te desvirgino o cu… hummm, que delícia meter nesse cu virgem… é o primeiro pau que entra em você…
– AAAAAAAI, Roger, pelo amor de Deus… aaaahhh… é muito grosso… aaaai… meu cu… não é natural pelo cu… é humilhante… tá doendo… aaai… não mete mais no meu cu… aaaaaaai
– Vou devolver pro seu corno de marido uma esposa comida pelo cu, puta de verdade – ela se mexia pra frente, então coloquei um pé na cabeça dela – vai ficar quieta enquanto enrabo minha puta… toma pau até o saco no seu cu… agora você já é uma puta de cu… minha puta. Não gostava de se sentir suja? Então toma, sente bem dentro do seu cu de porca minha pica de filho da puta
- AAAAaaaayyy… – ela gritava, gemia, suspirava, eu metia forte, quase violento, estava muito excitado – PELO AMOR DE DEUS, ROGER, você tá rasgando meu cu…
- Promíscua, vagabunda, puta… que cu apertado você tinha… vou deixar ele igual ao das putas de cu – dei dois tapas – largo e cheio da minha porra… vou gozar no seu cu, assim você vai ser uma das minhas putas…
- AAaaaaaaaaaahhh, pelo amor de deus… uma das suas putas… aaay…
- Sim, sua vadia… uma das minhas putas, seu marido vai estar casado com uma das minhas putas… toma rabo, porca… igual à minha mãe… ela também é minha puta… toma pica no seu cu… agora é um cu de puta… bem fodido… não gosta?
- Ufffff… nãooo. Tá doendo, você é um filho da puta… por que isso? Pra me humilhar… aaaaaay
- Porque eu gosto pra caralho e quero que você me dê prazer, seu cu me dá muito prazer na pica… por isso você é minha puta… pra me dar prazer… toma pica… toma… uso seu cu pra me dar prazer… relaxa… vou te foder no cu até eu gozar, querendo ou não…
- aaaaaahhhhhhhh… meu cu… meu pobre cu…
- uaaau que gostoso, sua porca… usada pelo cu… engole, cadela… sente minha pica abrindo esse cu de esposa decente… usada pro meu prazer…
Foi assim que Anna voltou pro marido depois, totalmente diferente de como ele a tinha trazido, enculada e prenha, mas sem que ele pudesse sequer imaginar o quanto eu tinha me divertido com a mulher dele e o presentinho que ela levava na barriga, o que me dava um tesão do caralho. Com a camisa xadrez e a calça jeans, bonita mas pouco sexy.
Antes de ir encontrar ele, ela hesitava se ele notaria alguma coisa.
- Não dá pra notar nada que você volta feita uma mulher de verdade, Anna. Daqui a pouco você não vai sentir mais nada no cu também, então vai tranquila. Por sorte ele também não percebe os chifres que a gente colocou nele hoje. Mas espero que logo você sinta sua barriga crescendo.
- Você foi um filho da puta integral – ela sorriu pra mim – mas não me arrependo de nada – nos beijamos – espero voltar logo…falo por via das dúvidas…talvez eu precise de mais esperma…
Decidi que era perversa e gostosa o suficiente pra ficar com a gente, pra oferecer participação, claramente ela era fascinada pela minha mãe e tinha uma inveja saudável, admirava ela.
Ela hesitou um pouco quando propus ficarmos nós três. Mas a perversão atraía ela demais, então quando o marido dela foi fazer outro curso, montamos um encontro peculiar. Pra gente também deu um tesão ela estar ali. Claro que ela tava com o vestidinho curto. E antes ela tinha me confessado no ouvido que não tinha menstruado, mas que podia ser só um atraso normal.
E lá estava ela, olhando meio escandalizada enquanto minha mãe batia uma pro pau do pai dela enquanto ele chupava as tetonas dela.
- Olha que pauzão, Anna – ela puxou o rabo duro do pai dela pra fora com a mãozinha – vê por que me entreguei a ele quando era quase uma menina?
- Uffffff que delícia…quase uma menina?
- Muito novinha, meu pai arrebentou minha buceta, uma loucura de prazer.
- Você já era uma putinha – disse meu avô – você me provocou.
- Não é verdade que você adoraria ver meus machos pelados, Anna? – minha mãe era uma expert.
- Ufff, siim, tô meio nervosa, nunca na minha vida me meti numa parada assim – ela sorriu – mas adoro estar aqui. Que puta tesão, Catalina, seus machos…ufff seu pai e seu filho…me intimida um pouco
- Vou foder com meu pai e com meu filho, meus machos favoritos. E você, relaxa, curte sem mais.
- Gosto que você esteja aqui, e veja isso, Anna – falei, já peladão e com meu pau morenão. Ela me olhou inteiro e também meu avô.
- Isso é inacreditável, Catalina. Que…que…uff… machos deliciosos – ela disse e ficou vermelha. Rimos.
- São seus, querida. Fiquem na frente da Anna – ela tava sentada no sofá e nós dois ficamos de frente pra ela, minha mãe se aproximou por trás. Começou a acariciar nossas costas, peitorais, barriga – gosto dos meus garotos – Anna arregalou os olhos, claramente excitada, os paus pulavam um pouco, mas minha mãe ainda não nos tocava – são todos nossos.
Era muito excitante e sacana a situação, meu avô e eu nos olhamos, como sempre, minha mãe era uma mestra do tesão. Nós pelados, elas duas vestidas e nos tratando como garanhões ou gigolôs, ou como putinhos, sei lá.
- Olha como o pau deles cresce, Anna – ela enfiou a mão por trás, entre as coxas do meu avô e agarrou as bolas dele, o pau do meu avô dançava a pouca distância do rosto da Anna – primeiro meu pai, meu primeiro macho de verdade – assim, por trás, ela balançava o pau dele que, claro, não demorou a crescer e ficar duro – o que você acha, Anna?
- É enorme, ufff, que tesão.
- E agora o do meu filho – ela fez o mesmo comigo – hummm, vou comer os dois ao mesmo tempo.
- Ufffff, nunca imaginei isso assim, que excitante, dois paus grossos tão perto.
- São seus, o que você quer?
- É que não sei… me sinto envergonhada… não consigo… – entre a educação clássica e a falta de costume, Anna estava tímida. Ela me olhou e eu sorri – é que quase nunca fiz isso… seu pai… é… é… quase um estranho pra mim…
- Vai, coloca o pau do meu pai na boca – disse minha mãe – É seu, Anna, o pau do meu pai é seu. – Anna estava indecisa – Pai, ajuda ela, ela ainda é tímida, enfia o pau na boquinha dela – meu avô acariciou a cabeça dela e suavemente aproximou ela da pica enorme dele, passou a glande nos lábios, no rosto dela.
- Abre essa boca de puta e chupa, vai ver que você gosta – disse meu avô, Anna relaxou um pouco e ele aproveitou pra enfiar o pau, segurando a cabeça dela. Que tesão me deu ela me olhar nos olhos, era a imagem da inocência violada, com aquele pedaço de pau entre os lábios – hummm uma boquinha quase nova pra estrear… chupa gostosa, chupa, que seu marido não tem uma igual – Anna se entregou, fechou os olhos e começou a chupar o pau – Porraaaaa que boquete bom —enquanto minha mãe batia uma pra mim por trás—essa mina tem jeito de puta…come ela toda, Anna…siim, engole…—meu avô enfiava e tirava o pau na boca dela, ela engasgava mas continuava chupando cada vez com mais tesão.
—Gosto do pau do seu pai, ufff—minha mãe se ajoelhou do lado do meu avô e começaram a chupar ele a dois, e também misturando as línguas—deusss, Catalina…isso é…uffff
Meu avô rugia.
—Que putas boas—comiam tudo até os ovos—porraaaa,—agarrou as duas pelo cabelo e ia metendo alternadamente—toma rabo, Anna…ufff, assim, chupa, gostosa, chupa…troca de boca, agora você, filha, mama o pau do seu pai…porra, neto…é foda…que boquinhas dessas putas…
Eu tava com o pau estourando, me dava um tesão doentio ver aquilo. Em algum momento, Anna se fundiu num beijo com minha mãe, mas sem muito tempo, logo voltavam pro pau do meu avô.
Demos umas surras na Anna de fazer história, mas merece detalhar em outro capítulo, ela engoliu tudo e por todos os buracos, minha mãe teve a fineza de deixar a gente comer ela primeiro.
Mas ficou muito excitada, então reivindicou a parte dela.
Totalmente fodida, gozada e devidamente leitada, Anna se desmanchava numa poltrona olhando pra gente. Minha mãe em ação.
—Você vai ver uma puta de verdade, Anna.
Minha mãe veio até mim e pegou meu pau, batendo uma suavemente. Mantinha o vestido, mas os peitos de fora, uma das coisas que mais gosto na minha mãe pelo obsceno e indecente, mais do que nua.
—Ummmm, me beija, amor, quero que você curta a mamãe e me faça gozar muito—claro que beijei ela na boca, abraçando e apertando os peitos dela contra mim—me tira a roupa, filho.
Desci o vestido dela e também a calcinha, ufa, uma mulherão. Ela se deitou na cama.
—Vamos, meus machos vão foder a puta de vocês. Faz tempo que não me tratam como puta de vocês e tô com vontade.
Meu avô se ajoelhou entre as pernas dela.
—Vou comer essa bucetona de Promíscua – ele separou os joelhos dela e encaixou a boca na buceta inteira, chupando e lambendo. Minha mãe gemeu alto. Eu me ajoelhei atrás da cabeça dela e bati umas rolas na cara dela. Ela abriu a boca.
– Adoro suas bolas, filho da puta – então eu enfiei elas na boca dela, ela gemia e chupava com dedicação – porra, que tesão vocês me dão, seus safados.
Aí minha mãe ficou de quatro. Sem mais, meu avô meteu de uma vez.
– Aproveita, pai, goza nas suas putas – ela me olhou com cara de safada enquanto meu avô se encaixava por trás.
– Você é uma puta, minha filha… porra, que buceta… que gostoso, porra… como entra bem nessa bucetona… mas que quente que você tá, toma, puta – meu avô metia com vontade, os peitões da minha mãe balançavam pra caralho – toma, toma, toma, puta… toma o pau, Promíscua, adoro sua bucetona de puta, minha filha… toma, toma o pau, filha gostosa – Anna olhava de olhos arregalados – porra, garoto, que prazer meter na sua mãe puta.
– Seu próprio pai tá te fodendo… – Anna estava extasiada olhando a meteção violenta que meu avô dava na minha mãe.
– AAAAAAASSIM, pai, assim, como você sempre me fodeu bem… que puta você me fez… vem cá, meu filho, me fode também… quero meus dois homens… ao mesmo tempo.
Eu tava com o pau duríssimo, me deitei de costas.
– Vamos, vô, divide, que eu também quero foder sua filha – minha mãe sentou de uma vez no meu pau e me beijou na boca – hum, que gostosa você tá, mãe, minha mãe, minha puta de buceta quente.
– Meu filho, meu homem e meu gostoso – ela subia e descia no meu pau. Meu avô encostou o pau na buceta já ocupada dela e começou a empurrar – AAAAAAAAAAAAAAA, deussssssssss, vocês vão rasgar minha buceta…
– Meu Deus – disse Anna – os dois paus ao mesmo tempo! Seu pai e seu filho… e ao mesmo tempo…
– Isso que é ser uma mulher de verdade, hein, Anna? – eu falei.
Meu avô empurrava e empurrava, minha mãe gritava, aos poucos o pau do meu avô também ia entrando.
– AAAAAAAAAAAAAhhhh, que prazer deusssssss... me deixam louca, seus safados... fodam essa filha da puta... tão rasgando minha buceta... aaaaaaaaaaaaaaahhh
- Até o saco, vô, fode a minha mãe. Cabe tudo nessa boceta enorme da puta da sua filha... seu pau e o meu... bem enfiados, vô – começamos a bombar os dois – toma, toma, toma pau, mamãe, que molhada você tá, vagabunda, sente bem os dois paus...
- Toma, toma pau, filha, porraaaaa neto, como entram bem os dois, que puta é essa que você tem de mãe...
- AAAAhhh siiiim... sinto os dois paus na minha buceta... meu filho... papai... siiiim... continuem mais... mais... aaaauuuu... que duros... ooooghh... sou a puta de vocês, a mulher de vocês... aaaaaa que bestas... te amo, papai... te amo, filho... aaauuuuuuuu... ufffff... minha buceta... – Olhou pra Anna, que estava ali mesmo, sem perder um detalhe – É muito nojento... aaaaaaugggg... mas dou prazer pros meus dois caras ao mesmo tempo... aaaaaaaaaarrrfff... seus safados... tão me rasgando...
- É terrivelmente excitante, Catalina, você é uma deusa... quero ser igual a você.
- Por enquanto me beija enquanto fodo minha mãe – falei, ela me beijou de língua e eu senti ela quente de novo. Fiquei a mil apertando os peitinhos de Anna enquanto bombava minha mãe sentindo a buceta dela forçada no meu pau, uma sensação única, apertada entre a boceta da minha mãe e o pau do meu avô – coloca os peitos na minha boca – bestial, o biquinho de Anna e depois o peitão da minha mãe.
Meu avô tava louco, a gente dava mete e tira selvagem na minha mãe e em ritmos diferentes, a sensação no pau era intensa, a gente não ia demorar pra gozar e o tesão da Anna olhando. E a excitação de encher de novo a boceta da minha mãe com os dois espermas, totalmente incestuosos, e com o tremendo poder de engravidar ela.
- Como essa filha da puta fode! Toma, toma, toma... sua gostosa...
- AAAAAAAAAAAAaahhh... deusssssss... como eu tô fodida... vou gozar como nunca, seus safados... filho... deus... filho da puta... como você fode... tô gozandooooo... aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaasiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
- Você me pariu, seu filho da puta fodedor, sua vadia, e já tava dando pra seu pai, goza puta…
- Você é a tia mais vadia que tem, gostosa, toma pica, toma, goza minha filha
- AAAAAAAAAAAhhhh siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii…Arrrggggfffff…to gozandooooo…oooooooooooooooouuughhhhh…- minha mãe teve um daqueles orgasmos brutais – sim, sim…papai…uaaaaaaaaaaa – a buceta dela se contraía nas nossas picas em espasmos de prazer.
Sabíamos que ela precisava de mais, então tiramos as picas e mudamos de posição. Meu avô deitou de costas e coloquei minha mãe sentada na pica dele, olhando pra mim de frente, vi a boceta enorme dela aberta, dilatada, ocupada pela pica do pai dela e ela toda escarrapachada.
Enfiei a minha também até o talo, devagar. Sentia os ovos do meu avô contra os meus.
-Aaaahhhhhh…bestas…- beijei ela na boca, sabíamos que ela precisava de um tempinho pra se aquecer de novo, então agíamos com calma ainda, deixamos as duas picas dentro quase sem mexer.
- Anna, vem, pega nos 4 ovos – Anna chegou e pegou nos nossos ovos – hummmm, nunca segurou dois caras pelos ovos ao mesmo tempo.
-É-é…incrível
Minha mãe estava mole, o corpo todo quente, meu avô massageava os peitos dela. Em alguns dias ela estaria de anfitriã na casa dela com meu pai, mãe, filha e esposa amantíssima, com os mesmos que agora estávamos fodendo ela, enfiados na virilha dela, dilatando ela como nunca.
- Bestas…como me fodem bem…e que orgulho de dar prazer pra vocês dois…- ela começou a mexer a pélvis de novo, sinal que tava acendendo outra vez, então queria a metida selvagem de novo.
- Vadia – beijei ela.
- Vadia – disse meu avô.
- Aaaaaaaaaaaahh siiiii…continuem seus filhos da puta…porcos…fodam bem a vadia
- Vadia, vadia, toma
Não demorou pra ela engatar outro orgasmo brutal
-Aaaaaaaaaaaaaaa…porra…filhos da puta…mais mais….aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhh
- Vou encher você de porra, minha filha…aaaaaaaaaaaaa…to esvaziando os ovossss…tomaaaaaaa
- Toma minha Gozou também, mamãe…porraaaaaa, que gozadaaaa…toma, toma, toma, mamãe…mamãe…toooomaaaaaa
-Siiiiim…meu filho, siiiiiim…goza com a mamãe…siiiiiiim…
Foi uma sessão monumental. Ficamos os três exaustos e suados, minha mãe escarrapachada em cima do meu avô, ofegando forte, as picas amoleceram e saíram da buceta materno-filial.
Minha mãe se levantou depois de um tempo, vimos o sêmen escorrendo saindo da buceta dela, dilatada pelas duas picas.
- Meu Deus, quanto sêmen, nunca encontrei homens que gozassem tanto quanto esses dois – disse pra Anna – me excita muito – chegava até os tornozelos – a vagina inundada de porra…
- Você não se preocupa em engravidar do seu pai…ou do seu filho, né?
- Ou dos dois ao mesmo tempo. Sei lá, tudo pode ser. É muito erótico. Você ainda não teve filhos, não é?
- Estou nessa.
- Ummm, qualquer um desses dois te serviria bem.
Fomos tomar banho e minha mãe serviu espumante gelado. Todos nus.
Embora no chuveiro não coubéssemos os 4, foi quase um banho coletivo. Minha mãe foi a primeira e a olhávamos enquanto bebíamos o espumante gelado. Ela ensaboava a buceta. Meu avô acariciava sem parar a Anna, a abraçava por trás e passava a mão nos peitos, na barriga, nos ombros, estava encantado com ela. Anna se sentia à vontade assim e eu gostava que meu avô aproveitasse tanto da minha puta.
- Ufff, vocês me deixaram dilatada, muito dilatada, que brutos…- disse minha mãe
- Claro, como se você não tivesse gostado nada…é incrível que caibam as duas ao mesmo tempo, mamãe.
- Mais incrível é que você coubesse quando saiu, isso sim é dilatação…- isso me excitou muito.
- Deixa eu te ensaboar – entrei na banheira com ela e comecei a ensaboar suas costas – que pele macia, mamãe – claro, ensaboei os peitos dela, acariciei a barriga – aqui fiquei 9 meses – continuei ensaboando e acariciando até chegar na sua bunda enorme – que bunda que você tem, hein? – me dirigindo à Anna e meu avô.
- E como ela mexe bem – disse ele —mas nunca me deixou comer o cu dela
Eu já estava com o pau durasso de novo.
— Vamos ver como você mexe essa raba, mamãe — nem preciso dizer que ela mexeu daquele jeito que já me deixou de pau duro na hora — uf, mamãe, não deve existir outra mãe que deixe o pau do filho assim.
— Nem outro filho que tenha tanta perversão de querer foder a própria mãe toda hora — a bunda ensaboada dela se esfregava no meu pau duro, então ensaboei bem o pau, agarrei os peitos dela.
— E ainda mais comer seu cu igual eu faço com você.
— Uf, filho da puta, na frente do meu pai?
— Claro, olha vovô como eu como o cu da sua filhinha querida — encostei o pau no cu dela, ela reclamou mas se abriu e deslizei suavemente pra dentro do cu dela — adoro uma bunda, mas comer o cu da minha mãe é muito melhor — enfiei tudo.
Meu avô e a Anna não acreditavam no que viam.
— Porra, neto, isso sim é perversão, um filho comendo o cu da própria mãe, ufff — eu metia de boa — claro que sua mãe não é igual as outras, é uma puta de verdade. Mas filha, se você nunca tinha deixado ninguém te comer o cu…
— Esse filho filho da puta é um demônio… — empurrei forte — Aaaaaahhh…meu deeeus…mas eu gosto, sim…gosto que meu filho coma meu cu…aaaaaaahhh — ela se inclinou e se apoiou na borda da banheira — me come o cu, filho da puta…
— Toma, mamãe puta, toma pau…
Fiquei metendo um tempão, até gozar.
Olhei pra Anna.Minha mãe é uma das minhas putas.
(CONTINUA...)
0 comentários - Minha mãe virou minha mulher (18+)