A noite se tornou interminável para cada um dos personagens.
Depois do jantar, Sebastián e Juan voltaram direto pro jogo, e mais uma vez coube ao Carlos ajudar a Rebeca a levantar a mesa.
Já na cozinha, Rebeca tentou descobrir o que eles planejavam fazer. Como única resposta, recebeu um beijo molhado de Carlos e, de novo, carícias íntimas.
— Tá tudo planejado, fica tranquila — ele sussurrou no ouvido dela.
Enquanto lavavam a louça, Rebeca não conseguia parar de olhar pro volume que o calção do Carlos marcava, e aquela imagem a deixava toda mexida. As mãos dela tremiam, e tudo quase caía no chão.
— Cê tá muito nervosa, foxy. Vamos fazer uma coisa. Vou pro banheiro e te espero lá. Vou gozar dentro de você assim cê fica sossegada — disse Carlos, largando o pano de prato e saindo da cozinha.
O corredor que dava no banheiro também levava pros quartos. Sebastián viu a manobra do Carlos e, com uma jogada, distraiu o Juan, que não percebeu nada. Uns minutos depois, foi a vez da Rebeca seguir o caminho, e mais uma vez Sebastián fez a cobertura.
Ao entrar no banheiro, ela se deparou com Carlos completamente pelado e com o pau duro apontando pra frente. Ela se aproximou devagar e pegou ele na mão.
— Tira a roupa — mandou o safado.
Rebeca, como uma escrava, tirou o vestido, que era a única peça que vestia, e caiu de joelhos na frente daquele ídolo de carne que precisava adorar. Enfiou ele na boca com desespero. Ficaram assim por um bom tempo, até que Carlos fez ela se levantar e se ajoelhar na tampa do vaso. Ele se posicionou atrás dela. O silêncio do momento era interrompido pelos gritos do Juan, empolgado com o jogo.
— Vai lá! Vamos! Dá tudo! Tá esperando o quê? — e Carlos, como se os gritos de incentivo fossem pra ele, enfiou até o talo dentro da Rebeca, que recebeu com um suspiro de prazer.
O silêncio dos amantes permitia acompanhar as reviravoltas do jogo.
— Continua assim! Vamos, acelera! Com vontade, com Gostosa!, e Carlos, diante da perversidade da situação, aproveitava pra aprofundar e acelerar as estocadas. Até que não aguentou mais.
— Vou te encher toda, putinha, você não faz ideia de como eu tô cheio de porra. Tô juntando desde a última vez, te garanto que vou te afogar — ele dizia enquanto acelerava, já na reta final.
— Agora sim! Finalmente! Goooool! Tudo dentro! Bem dentro! — gritava João.
— Em homenagem ao seu marido, putinha, aí vai tudo dentro — ele disse enquanto começava a jorrar leite como uma máquina. Rebeca sentiu que queimava, que era inundada por uma mangueira, e só conseguiu ter outro orgasmo tão poderoso quanto o anterior. E depois se sentiu ainda mais tesuda do que antes. Será que era uma ninfomaníaca e nunca tinha percebido? Queria mais, mais, mais.
Carlos saiu do banheiro e sentou ao lado dos jogadores. Ofereceu um uísque pra João, que aceitou sem tirar os olhos da tela. Quando Rebeca saiu do banheiro, viu Carlos servir o uísque. O que ela não viu foram os dois soníferos que ele colocou no copo.
E foi mamão com açúcar. Depois de meia hora, João já mal conseguia manusear os controles, e Carlos substituiu Sebastião, que só observava eles jogarem. Quando Rebeca trouxe o café, Sebastião se aproximou dela como se fosse ajudar.
— Daqui a 10 minutos quero você no seu quarto, e se arruma bem gostosa. Sei que você é uma putinha que tem roupas pra esquentar os homens — ele disse, fingindo ajudar.
— Não posso fazer isso, meu marido vai me ver.
— Daqui a 10 minutos seu marido não vai ver mais nada. Confia em mim — ele disse, acariciando disfarçadamente a rabeta dela ao passar.
Rebeca ficou parada ao lado da mesa e começou a notar como seu marido tinha cada vez mais dificuldade pra coordenar os movimentos. Lentamente, foi pro quarto dela.
Lá, escolheu cuidadosamente as melhores peças íntimas. Uma calcinha fio dental preta transparente, uma camisola curta combinando, se penteou, se maquiou e se perfumou. Quando se olhou no espelho, gostou do que viu. Esperava que Sebastião também gostasse. Se olhou de novo e tirou. A calcinha fio dental. Nem precisava. Não ia usar ela, nem ficar com ela por muito tempo.
De repente, começou a ouvir o som da televisão. Já não estavam mais jogando, ela espiou timidamente e viu Sebastião vindo em direção ao quarto.
— Cadê o João? — perguntou.
— Vem — disse Sebastião. Ela se aproximou e, ao chegar no sofá, lá estava o marido dela, profundamente dormido e roncando igual um porco.
— Finalmente sozinhos — disse Sebastião, olhando pra ela com lascívia. Carlos, sentado ao lado de João, só sorria.
— Vão, pombinhos, que eu fico de vigia. Com o que demos pra ele, não vai acordar até amanhã ao meio-dia, mas por via das dúvidas, tô aqui. Divirtam-se muito — disse ele, acenando com a mão.
Sebastião pegou ela pela mão e levou pro quarto. Lá dentro, fez ela andar várias vezes de um lado pro outro no cômodo, apreciando a sexualidade da Rebeca. Por fim, pediu que ela o despisse.
Rebeca se aproximou sensualmente e começou a tirar a roupa dele, até ter toda a pele do macho diante dos olhos. Continuava impressionada com o poder do pau dele. Era enorme e duro. Continuava sendo o melhor que já tinha visto na vida, e hoje queria aproveitar ele por completo. As sessões anteriores com Carlos mal tinham esquentado ela.
Quando o deixou pelado, se aproximou pra beijá-lo e a mão dela tomou posse daquela lança, começando a masturbá-lo devagar.
— Hoje vamos gozar pra valer, gostosa. Vamos ver como crescem os chifrinhos do teu marido, devagar, bem devagar. — E começou a beijar ela no rosto e no pescoço, enquanto ela não parava de trabalhar o pau dele.
Ele puxou as alças da camisola dela pra baixo, deixando os peitos dela livres e expostos às carícias e beijos dele, e continuou por ali com o tratamento.
Depois de um tempo, empurrou ela suavemente até que ela caísse na cama e ficasse com as pernas penduradas. Ele se ajoelhou e foi a vez da língua dele percorrer a buceta dela com maestria. Rebeca apertou a cabeça do macho e se deixou levar, alucinando com aquilo. língua que brincava com o clitóris e os lábios da buceta dela. Ela sentiu que se molhava toda.
Quando o macho se levantou, ela sabia o que vinha e tava morrendo de vontade. Queria enfiar aquela pica bem fundo, onde ninguém nunca tinha chegado. Recuou com os cotovelos na cama e ficou ali de pernas abertas, às ordens do guri. Devagar, Sebastião subiu na cama, se posicionou e, pegando a pica com a mão, pelou ela e separou os lábios da buceta da mulher, que rapidamente enlaçou os rins dele com as pernas. Sebastião foi talhando devagar, entrando e saindo até a junção ser total. E aí começou uma dança lasciva que submeteu a mulher por completo, ao prazer dela.
Rebeca gemia e suspirava. Gemia quando entrava, suspirava quando saía, e era que em cada viagem, quase toda a pica abandonava ela pra depois voltar a encher ela por completo.
Depois de uns 15 minutos em que Rebeca ficou várias vezes à beira do orgasmo e Sebastião conseguia se segurar e deixar ela no limite, ele acelerou e se deixou ir dentro da mulher, e aí sim, o orgasmo da Rebeca foi absoluto, total, destruidor. Ela pensou que ia morrer. Pela primeira vez entendeu por que chamavam aquilo de pequena morte.
Ficaram ali um tempão, se beijando e falando putaria no ouvido, e quando Sebastião desmontou, avançou sobre ela e deu a pica morecilhona e melada pra ela chupar, coisa que Rebeca fez sem dizer nada.
Ela sentiu crescer na boca, até que não aguentou mais.
— Monta em mim — suplicou ela, tirando a pica da boca.
— O que eu te falei da última vez? — perguntou Sebastião.
— Não lembro — disse a mulher, mais que tesuda.
— Já vai lembrar. Fica de quatro — falou o jovem.
Rápido ela obedeceu, precisava ter aquela pica dentro e já.
Sebastião se levantou da cama e revirou os bolsos da calça atrás de um saquinho. Rebeca estranhou. Era tarde pra ele usar camisinha. Já tinham se esparramado todo.
Quando Sebastião Ela se posicionou na garupa dele, foi questão de segundos para que ele a empalasse até o fundo, e é que Rebeca já estava mais do que preparada. Mas para o que ela não estava preparada foi para as carícias possessivas que o macho começou a dar no cu dela. Sentiu derramarem um líquido oleoso sobre ela e, aos poucos, os dedos do macho foram penetrando no buraco traseiro dela e relaxando, tudo sem parar de bombar na boceta dela com a ferramenta poderosa dele. Depois de um tempo, ele tirou a pica da buceta dela.
— Vou realizar meu sonho, e o seu — disse ele enquanto encostava a cabeça da vara no esfíncter do cu dela e começava a empurrar devagar.
— Vai doer — disse Rebeca, tentando resistir.
— Nada disso. Você tá bem lubrificada e vou ser bem suave, aliás já sinto a cabeça entrando — disse Sebastião enquanto, com um empurrãozinho, conseguia abrir as portas desse novo prazer para Rebeca. A sensação foi um pouco dolorida e ela deu um pulo, mas depois de um tempo, aquele calor novo no corpo dela ficou muito gostoso e ela se deixou levar.
Levou vários minutos até conseguir um encaixe completo, mas no final os corpos deles se chocaram numa cópula contra a natureza, quente e erótica. Uma vez lá no fundo, Sebastião beijou o pescoço e a nuca dela, enquanto as mãos dele brincavam com os peitos quentes dela e os bicos duros como pedrinhas, tamanha era a sensação de prazer que a sodomia dava pra mulher.
Depois, começou um vai e vem lento que completou o prazer dos dois, e eles aguentaram assim por um bom tempo, até que Rebeca gozou fundo. Nunca tinham dado prazer pra ela pelo cu, mas não seria a última vez. Ela se sentiu mais mulher e mais puta do que nunca.
— Que cena, pelo amor de Deus, que cena — Rebeca ouviu atrás dela e, ao se virar, viu Carlos pelado se masturbando devagar.
— Eu também quero provar ela, Seba, me arruma um espacinho.
E Sebastião se retirou. A saída dele fez um barulho como se estivessem destampando uma garrafa, e ele se deitou ao lado de Rebeca. convidando ela a montar, coisa que ela fez. Ela passou a perna por cima do corpo do cara, pegou aquela rola dura e quente e ajeitou pra enfiar inteira na boceta dela. Foi nesse momento que Carlos subiu na cama e, mirando no cu dela, meteu até o fundo. Como a rola dele era menor que a do Sebastião, entrou sem problemas e Rebeca se viu transformada no recheio de um sanduíche de sexo e luxúria, como nunca tinha vivido.
Ficaram nessa por um bom tempo até que, finalmente, Carlos gozou gritando de prazer e caiu em cima dela. Depois de alguns minutos, ele se retirou e deixou ela sozinha com quem a possuía pela buceta, que, depois de mais alguns minutos, também gozou dentro dela, fazendo o corpo dela transbordar de porra quente.
Depois que todos levaram João pra cama e que Rebeca usou o desodorante de ambiente pra disfarçar o cheiro de sexo que tomava o quarto, ela acompanhou os caras até a porta.
Ali, do lado da porta, teve que fazer um boquete até o fim nos dois, que, mostrando as vantagens da juventude, encheram de novo a boca dela com esperma quente e grumoso, que ela engoliu com prazer.
Desde aquele dia, Rebeca sabe que, quando o marido viaja, os amigos do filho vêm visitá-la, e enquanto um deles leva o filho dela pra passear, o outro a atende como uma senhora. Mais tarde, os papéis se invertem, e assim os dois aproveitam os encantos dela por toda a casa, que não deixaram um canto onde não tenham metido.
Quando é o filho que não está, os amigos vêm brincar com o marido, que sempre acaba dormindo profundamente, e a festa se repete com variações.
Mas o melhor é quando o marido e o filho coincidem de não estar em casa. Aí a festa dura a noite inteira, e no dia seguinte Rebeca sente como se um caminhão tivesse passado por cima dela. E não é verdade. Normalmente são dois caminhões. E a vida de casada dela vai de vento em popa.
Depois do jantar, Sebastián e Juan voltaram direto pro jogo, e mais uma vez coube ao Carlos ajudar a Rebeca a levantar a mesa.
Já na cozinha, Rebeca tentou descobrir o que eles planejavam fazer. Como única resposta, recebeu um beijo molhado de Carlos e, de novo, carícias íntimas.
— Tá tudo planejado, fica tranquila — ele sussurrou no ouvido dela.
Enquanto lavavam a louça, Rebeca não conseguia parar de olhar pro volume que o calção do Carlos marcava, e aquela imagem a deixava toda mexida. As mãos dela tremiam, e tudo quase caía no chão.
— Cê tá muito nervosa, foxy. Vamos fazer uma coisa. Vou pro banheiro e te espero lá. Vou gozar dentro de você assim cê fica sossegada — disse Carlos, largando o pano de prato e saindo da cozinha.
O corredor que dava no banheiro também levava pros quartos. Sebastián viu a manobra do Carlos e, com uma jogada, distraiu o Juan, que não percebeu nada. Uns minutos depois, foi a vez da Rebeca seguir o caminho, e mais uma vez Sebastián fez a cobertura.
Ao entrar no banheiro, ela se deparou com Carlos completamente pelado e com o pau duro apontando pra frente. Ela se aproximou devagar e pegou ele na mão.
— Tira a roupa — mandou o safado.
Rebeca, como uma escrava, tirou o vestido, que era a única peça que vestia, e caiu de joelhos na frente daquele ídolo de carne que precisava adorar. Enfiou ele na boca com desespero. Ficaram assim por um bom tempo, até que Carlos fez ela se levantar e se ajoelhar na tampa do vaso. Ele se posicionou atrás dela. O silêncio do momento era interrompido pelos gritos do Juan, empolgado com o jogo.
— Vai lá! Vamos! Dá tudo! Tá esperando o quê? — e Carlos, como se os gritos de incentivo fossem pra ele, enfiou até o talo dentro da Rebeca, que recebeu com um suspiro de prazer.
O silêncio dos amantes permitia acompanhar as reviravoltas do jogo.
— Continua assim! Vamos, acelera! Com vontade, com Gostosa!, e Carlos, diante da perversidade da situação, aproveitava pra aprofundar e acelerar as estocadas. Até que não aguentou mais.
— Vou te encher toda, putinha, você não faz ideia de como eu tô cheio de porra. Tô juntando desde a última vez, te garanto que vou te afogar — ele dizia enquanto acelerava, já na reta final.
— Agora sim! Finalmente! Goooool! Tudo dentro! Bem dentro! — gritava João.
— Em homenagem ao seu marido, putinha, aí vai tudo dentro — ele disse enquanto começava a jorrar leite como uma máquina. Rebeca sentiu que queimava, que era inundada por uma mangueira, e só conseguiu ter outro orgasmo tão poderoso quanto o anterior. E depois se sentiu ainda mais tesuda do que antes. Será que era uma ninfomaníaca e nunca tinha percebido? Queria mais, mais, mais.
Carlos saiu do banheiro e sentou ao lado dos jogadores. Ofereceu um uísque pra João, que aceitou sem tirar os olhos da tela. Quando Rebeca saiu do banheiro, viu Carlos servir o uísque. O que ela não viu foram os dois soníferos que ele colocou no copo.
E foi mamão com açúcar. Depois de meia hora, João já mal conseguia manusear os controles, e Carlos substituiu Sebastião, que só observava eles jogarem. Quando Rebeca trouxe o café, Sebastião se aproximou dela como se fosse ajudar.
— Daqui a 10 minutos quero você no seu quarto, e se arruma bem gostosa. Sei que você é uma putinha que tem roupas pra esquentar os homens — ele disse, fingindo ajudar.
— Não posso fazer isso, meu marido vai me ver.
— Daqui a 10 minutos seu marido não vai ver mais nada. Confia em mim — ele disse, acariciando disfarçadamente a rabeta dela ao passar.
Rebeca ficou parada ao lado da mesa e começou a notar como seu marido tinha cada vez mais dificuldade pra coordenar os movimentos. Lentamente, foi pro quarto dela.
Lá, escolheu cuidadosamente as melhores peças íntimas. Uma calcinha fio dental preta transparente, uma camisola curta combinando, se penteou, se maquiou e se perfumou. Quando se olhou no espelho, gostou do que viu. Esperava que Sebastião também gostasse. Se olhou de novo e tirou. A calcinha fio dental. Nem precisava. Não ia usar ela, nem ficar com ela por muito tempo.
De repente, começou a ouvir o som da televisão. Já não estavam mais jogando, ela espiou timidamente e viu Sebastião vindo em direção ao quarto.
— Cadê o João? — perguntou.
— Vem — disse Sebastião. Ela se aproximou e, ao chegar no sofá, lá estava o marido dela, profundamente dormido e roncando igual um porco.
— Finalmente sozinhos — disse Sebastião, olhando pra ela com lascívia. Carlos, sentado ao lado de João, só sorria.
— Vão, pombinhos, que eu fico de vigia. Com o que demos pra ele, não vai acordar até amanhã ao meio-dia, mas por via das dúvidas, tô aqui. Divirtam-se muito — disse ele, acenando com a mão.
Sebastião pegou ela pela mão e levou pro quarto. Lá dentro, fez ela andar várias vezes de um lado pro outro no cômodo, apreciando a sexualidade da Rebeca. Por fim, pediu que ela o despisse.
Rebeca se aproximou sensualmente e começou a tirar a roupa dele, até ter toda a pele do macho diante dos olhos. Continuava impressionada com o poder do pau dele. Era enorme e duro. Continuava sendo o melhor que já tinha visto na vida, e hoje queria aproveitar ele por completo. As sessões anteriores com Carlos mal tinham esquentado ela.
Quando o deixou pelado, se aproximou pra beijá-lo e a mão dela tomou posse daquela lança, começando a masturbá-lo devagar.
— Hoje vamos gozar pra valer, gostosa. Vamos ver como crescem os chifrinhos do teu marido, devagar, bem devagar. — E começou a beijar ela no rosto e no pescoço, enquanto ela não parava de trabalhar o pau dele.
Ele puxou as alças da camisola dela pra baixo, deixando os peitos dela livres e expostos às carícias e beijos dele, e continuou por ali com o tratamento.
Depois de um tempo, empurrou ela suavemente até que ela caísse na cama e ficasse com as pernas penduradas. Ele se ajoelhou e foi a vez da língua dele percorrer a buceta dela com maestria. Rebeca apertou a cabeça do macho e se deixou levar, alucinando com aquilo. língua que brincava com o clitóris e os lábios da buceta dela. Ela sentiu que se molhava toda.
Quando o macho se levantou, ela sabia o que vinha e tava morrendo de vontade. Queria enfiar aquela pica bem fundo, onde ninguém nunca tinha chegado. Recuou com os cotovelos na cama e ficou ali de pernas abertas, às ordens do guri. Devagar, Sebastião subiu na cama, se posicionou e, pegando a pica com a mão, pelou ela e separou os lábios da buceta da mulher, que rapidamente enlaçou os rins dele com as pernas. Sebastião foi talhando devagar, entrando e saindo até a junção ser total. E aí começou uma dança lasciva que submeteu a mulher por completo, ao prazer dela.
Rebeca gemia e suspirava. Gemia quando entrava, suspirava quando saía, e era que em cada viagem, quase toda a pica abandonava ela pra depois voltar a encher ela por completo.
Depois de uns 15 minutos em que Rebeca ficou várias vezes à beira do orgasmo e Sebastião conseguia se segurar e deixar ela no limite, ele acelerou e se deixou ir dentro da mulher, e aí sim, o orgasmo da Rebeca foi absoluto, total, destruidor. Ela pensou que ia morrer. Pela primeira vez entendeu por que chamavam aquilo de pequena morte.
Ficaram ali um tempão, se beijando e falando putaria no ouvido, e quando Sebastião desmontou, avançou sobre ela e deu a pica morecilhona e melada pra ela chupar, coisa que Rebeca fez sem dizer nada.
Ela sentiu crescer na boca, até que não aguentou mais.
— Monta em mim — suplicou ela, tirando a pica da boca.
— O que eu te falei da última vez? — perguntou Sebastião.
— Não lembro — disse a mulher, mais que tesuda.
— Já vai lembrar. Fica de quatro — falou o jovem.
Rápido ela obedeceu, precisava ter aquela pica dentro e já.
Sebastião se levantou da cama e revirou os bolsos da calça atrás de um saquinho. Rebeca estranhou. Era tarde pra ele usar camisinha. Já tinham se esparramado todo.
Quando Sebastião Ela se posicionou na garupa dele, foi questão de segundos para que ele a empalasse até o fundo, e é que Rebeca já estava mais do que preparada. Mas para o que ela não estava preparada foi para as carícias possessivas que o macho começou a dar no cu dela. Sentiu derramarem um líquido oleoso sobre ela e, aos poucos, os dedos do macho foram penetrando no buraco traseiro dela e relaxando, tudo sem parar de bombar na boceta dela com a ferramenta poderosa dele. Depois de um tempo, ele tirou a pica da buceta dela.
— Vou realizar meu sonho, e o seu — disse ele enquanto encostava a cabeça da vara no esfíncter do cu dela e começava a empurrar devagar.
— Vai doer — disse Rebeca, tentando resistir.
— Nada disso. Você tá bem lubrificada e vou ser bem suave, aliás já sinto a cabeça entrando — disse Sebastião enquanto, com um empurrãozinho, conseguia abrir as portas desse novo prazer para Rebeca. A sensação foi um pouco dolorida e ela deu um pulo, mas depois de um tempo, aquele calor novo no corpo dela ficou muito gostoso e ela se deixou levar.
Levou vários minutos até conseguir um encaixe completo, mas no final os corpos deles se chocaram numa cópula contra a natureza, quente e erótica. Uma vez lá no fundo, Sebastião beijou o pescoço e a nuca dela, enquanto as mãos dele brincavam com os peitos quentes dela e os bicos duros como pedrinhas, tamanha era a sensação de prazer que a sodomia dava pra mulher.
Depois, começou um vai e vem lento que completou o prazer dos dois, e eles aguentaram assim por um bom tempo, até que Rebeca gozou fundo. Nunca tinham dado prazer pra ela pelo cu, mas não seria a última vez. Ela se sentiu mais mulher e mais puta do que nunca.
— Que cena, pelo amor de Deus, que cena — Rebeca ouviu atrás dela e, ao se virar, viu Carlos pelado se masturbando devagar.
— Eu também quero provar ela, Seba, me arruma um espacinho.
E Sebastião se retirou. A saída dele fez um barulho como se estivessem destampando uma garrafa, e ele se deitou ao lado de Rebeca. convidando ela a montar, coisa que ela fez. Ela passou a perna por cima do corpo do cara, pegou aquela rola dura e quente e ajeitou pra enfiar inteira na boceta dela. Foi nesse momento que Carlos subiu na cama e, mirando no cu dela, meteu até o fundo. Como a rola dele era menor que a do Sebastião, entrou sem problemas e Rebeca se viu transformada no recheio de um sanduíche de sexo e luxúria, como nunca tinha vivido.
Ficaram nessa por um bom tempo até que, finalmente, Carlos gozou gritando de prazer e caiu em cima dela. Depois de alguns minutos, ele se retirou e deixou ela sozinha com quem a possuía pela buceta, que, depois de mais alguns minutos, também gozou dentro dela, fazendo o corpo dela transbordar de porra quente.
Depois que todos levaram João pra cama e que Rebeca usou o desodorante de ambiente pra disfarçar o cheiro de sexo que tomava o quarto, ela acompanhou os caras até a porta.
Ali, do lado da porta, teve que fazer um boquete até o fim nos dois, que, mostrando as vantagens da juventude, encheram de novo a boca dela com esperma quente e grumoso, que ela engoliu com prazer.
Desde aquele dia, Rebeca sabe que, quando o marido viaja, os amigos do filho vêm visitá-la, e enquanto um deles leva o filho dela pra passear, o outro a atende como uma senhora. Mais tarde, os papéis se invertem, e assim os dois aproveitam os encantos dela por toda a casa, que não deixaram um canto onde não tenham metido.
Quando é o filho que não está, os amigos vêm brincar com o marido, que sempre acaba dormindo profundamente, e a festa se repete com variações.
Mas o melhor é quando o marido e o filho coincidem de não estar em casa. Aí a festa dura a noite inteira, e no dia seguinte Rebeca sente como se um caminhão tivesse passado por cima dela. E não é verdade. Normalmente são dois caminhões. E a vida de casada dela vai de vento em popa.
4 comentários - Os amigos do filho dela (final)