Oi!! Bom, aqui está a segunda parte e espero que vocês se divirtam muito se entenderem do que eu tô falando hahaha,
o capítulo um tá no meu perfil :phttp://www.poringa.net/posts/relatos/2828169/Hermanos-sin-tabu.htmlMeu irmão chegou pontualmente no dia seguinte, bem cedo enquanto estávamos tomando café da manhã. Mamãe foi abrir a porta e quando o vimos entrar, fui a primeira a me jogar nos braços dele e sentir aquela musculatura impressionante. Ele me envolveu com força e deu um beijo carinhoso no meu pescoço.
— Alec! Que bom que você chegou!
— Como você cresceu, Andrea. Tudo em você cresceu.
Fiz uma piscadinha com um certo ar de provocação. Mesmo sendo meu irmão, não dava pra negar que ele era extremamente gostoso como homem. Depois de mim, ele abraçou minha gêmea, e depois a Estefy, que não perdeu tempo e esfregou os peitos no peito dele.
— Mamãe, papai, que bom estar de volta. Pelo menos só nas férias.
— Fique o quanto quiser, Alec — disse minha mãe, dando um beijinho de selinho nos lábios dele —. Já deixamos seu quarto pronto.
— E de quebra estamos pensando em ir pra praia — acrescentou meu pai —. Imagino que você esteja morrendo de fome. Vem comer.
Meu pai levou as malas dele pro quarto e meu irmão se sentou com a gente. Mamãe, faladeira como sempre, pediu pra ele contar como estavam indo as coisas na escola, e enquanto ele conversava, percebi que tanto a Estefy quanto a Ângela não tiravam os olhos dele. Nos olhos delas tinha algo tipo um brilho de luxúria, o que não podia ser possível porque as duas sabiam que ele era nosso irmão e que não podíamos fazer nada com ele, por mais vontade que a gente tivesse. Além do mais, ele cuidou da gente quando éramos crianças e era a pessoa mais especial depois dos nossos pais.
— A comida estava deliciosa, mamãe.
— Vai descansar. Mais tarde a gente vai fazer umas compras.
Minhas irmãs e eu o seguimos até o quarto, e assim que ele entrou, se jogou na cama. Antecipando as outras, me deitei ao lado dele e ele colocou um braço debaixo do meu pescoço. Quando éramos crianças, costumávamos dormir juntos e foi nessa época que desenvolvi um gosto de verdade por ele. Me sentia tão protegida naquela força toda.
— Nossa. Eu saio por um ano e as três ficam uma gostosuras, irmãs.
Assim era o Alec. Não perdia tempo elogiando as irmãs.
— Comigo eles têm... —As tetas cresceram mais —disse Estefy enquanto Ângela trançava seus cabelos loiros.
—Não seria ruim dar uma olhada nelas.
—Bobo. Eu sou só uma garotinha inocente.
—Você é meio putinha —comentou Ângela com um sorriso malicioso.
—E alguma de vocês já tem namorado? Se tiver, tô morrendo de vontade de conhecê-los.
—Eu tenho uma namorada —contou Ângela com total naturalidade. Estefy e eu tivemos que admitir que ainda estávamos solteiras.
Mais tarde, a família foi ao shopping comprar roupas e coisas para a viagem à praia. Acontece que um dos amigos do meu irmão tinha uma casinha de veraneio e não iam usá-la por enquanto. Isso caiu como uma luva, porque poderíamos ficar lá em vez de num hotel. Assim, teríamos mais dinheiro pra gastar.
Alec e meu pai foram para outro lado enquanto minhas irmãs e minha mãe compravam biquínis. Como eu não queria ficar com elas, mas sim com meu irmão, segui eles e me pendurei no braço dele como se fosse… sua namorada. Ele me deu um beijo sonoro na bochecha.
—Vocês dois continuam grudados como sempre —disse meu pai rindo.
—Bom, se alguém puser uma mão na minha irmã, eu quebro a cara.
—Acho que já puseram mais mãos do que você imagina.
—Pai! —reclamei. Quando se tratava de me envergonhar, ele era o melhor.
—Não me diga que já não é mais virgem, Andrea.
—Só faço anal.
—Que delícia —completou meu pai e soltou uma gargalhada. Alec ficou corado. —Filhos, vão comer alguma coisa ali. Eu fico aqui na loja de ferramentas. Vou precisar de algumas coisas.
Ele nos deu dinheiro, e Alec e eu fomos tomar um café. Era exatamente o que eu queria. Ficar a sós com meu irmão. Nos sentamos frente a frente numa mesinha com nossas bebidas geladas na frente. Ele não parava de me olhar, especialmente as tetas, pois eu estava com uma blusa meio decotada e uma minissaia bonita.
—Você vai me engravidar com esse olhar, Alec.
—Bom, você também tem me olhado desde que cheguei.
Fiquei corada e acariciei seu braço.
—Você gosta de mim, Manozinho?
— Já vi melhores.
— Ah! Vai se foder. Eu tô mais gostosa que a Estefy e a Ângela.
— Bom, não vou negar. Com esse rabão você já deve ter se divertido muito... sério que ainda é virgem?
— A Estefy também é.
— Como você sabe?
— Hmm... — eu ri, cheia de graça —. A mamãe me deixou responsável pela educação sexual dela. Ela já não é mais criança, mas não sabe se masturbar, então como irmã mais velha, a responsabilidade é minha.
— Ensina ela a fazer sexo oral.
— Não tem pau disponível.
O Alec quase se engasgou com o café e me olhou com desejo. Eu sabia o que ele estava pensando: dar de mamar na nossa irmã mais nova. Mas só a ideia já me encheu de ciúmes.
— Você ficou toda vermelha, Andrea.
— Cala a boca. Se a Estefy quiser mamar, ela arruma alguma coisa.
— Vem. Tenho uma ideia.
Ele pegou minha mão e entramos numa sex shop. Fiquei com um pouco de vergonha porque nunca tinha estado num lugar daqueles. Tinha de tudo, desde filmes pornô até uns brinquedos estranhos que eu nunca tinha visto. Minha mãe tinha um dildo enorme só pra ela, que ela usava quando meu pai viajava por algum motivo. Eu também tinha um, e até a Estefy tinha. Só que minha irmã mais nova preferia chupar e esfregar do que enfiar.
— O que você vai comprar?
— Algo pra Estefy e pra Ângela.
Não deu pra negar. Quando vi aqueles consolos enormes, fiquei excitada. Enquanto o Alec escolhia algo pras irmãs, eu não conseguia parar de pensar em como me divertiria com ele se a gente acabasse ficando sério. Essa ideia me deixou envergonhada, porque até aquele dia eu nunca tinha tido pensamentos sexuais com meu próprio irmão. Claro que eu desejava ele às vezes, mas tentava esconder esses sentimentos.
— Esse pra Estefy — ele disse, apontando pra umas bolinhas chinesas —, e esse pra Ângela e a namorada dela — pra elas ele comprou um dildo duplo, especialmente pra lésbicas. Eu sabia que minha irmã ia se divertir porque meus pais tinham convidado a namorada dela, a Lorena, pra vir com a gente.
— E pra mim não tem nada?
— Bom, o que você quer?
— Deixa eu ver... — logo escolhi algo que eu ia adorar: umas algemas, um um chicotinho, umas bolinhas chinesas e lubrificante vaginal sabor uva.
—Isso vai sair bem caro —meu irmão, rindo, pagou e saímos da sexshop.
Tempo depois fomos ao cinema pra nos divertir. Meus pais foram até a parte mais afastada da sala, bem lá no escuro pra provavelmente se pegarem. Eu sentei do lado da Estefy, cuja minissaia subiu e mostrou um belo par de pernas longas. Ela as cruzou, meio sem graça, porque ainda era meio recatada e só por pressão minha e da Ângela aceitou se vestir mais de acordo com a feminilidade dela. Do meu lado estava o Alec, e logo depois minha irmã gêmea. Meu irmão nos abraçou as duas e ambas encostamos a cabeça nele.
—Não que muito lésbica —sussurrou a Estefy.
—Cala a boca, baixinha.
Nós rimos. O Alec era muito sortudo de ter nós três, porque a gente adorava ele. Elas iam gostar ainda mais quando vissem os brinquedos gostosos que ele tinha comprado.
No fim, voltamos pra casa em boa hora pro jantar. Meus pais pediram pizza e depois entraram os dois no chuveiro. A Estefy, que tinha um certo gosto por espiar as pessoas, estava na porta do banheiro com o ouvido colado e um sorriso malandro no rosto.
—O que você tá fazendo? —perguntei.
—Shh. Acho que eles tão transando no chuveiro.
—Voyeur.
Ouvi umas risadas. Não estavam transando. Só brincando com os corpos enquanto se banhavam como um casal de recém-casados. Mas isso já era o bastante pra excitar a Estefy. O Alec chegou por trás dela e deu uma palmada alta na bunda. A garota se assustou.
—Ai! Alec!
—Gente? —perguntou minha mãe e os três corremos pra entrar no meu quarto, mortos de rir.
Apesar de liberais que nossos pais eram, a gente respeitava a intimidade deles e nunca tínhamos visto eles transando, nem nos interessava até o momento em que a Estefy teve a ideia.
Os três nos sentamos no chão do meu quarto. O Alec, por sinal, estava sem camisa e mostrava uns abdominais fortes. Nossa irmã mais nova ficou com água na boca. Ela estava vestida com shorts minúsculos e uma blusa de alcinhas. Eu só estava com um camisola e meu fio dental.
— Eu digo que eles transam — disse Estefy —. Eles são uma delícia juntos.
— Ah, sim, claro — respondi cética —. Só nas suas fantasias, boba.
— É verdade. Eu vi quando o papai gozou na boca dela.
Fiquei corada.
— Acho que ela está falando a verdade — Alec deu um tapinha no joelho da minha irmã e depois moveu minha mesa que estava encostada na parede —. Olhem isso.
Nos aproximamos e vimos um pequeno buraco que perfurava a parede e saía do outro lado, bem no quarto dos meus pais.
— Eles não sabem?
— Não. O buraco já estava quando compraram a casa. Dá pra ver de tudo.
Para Estefy aquilo era o paraíso, e enquanto observávamos, vimos meus pais entrarem. Por instinto nos afastamos, mas não demorou muito para nos aproximarmos de novo. Eu fui a primeira. Vi minha mãe enrolada em uma toalha e meu pai de cueca. De um momento para o outro ela se despiu e seus peitões enormes ficaram à mostra. Imediatamente ela se pôs de quatro como uma putinha e ofereceu a bunda para o marido.
— Deixa eu ver! — Estefy me empurrou justo quando nosso pai ia encostar a boca na bunda da mulher.
— O que você está vendo?
— Ah, é. Era disso que eu estava falando.
Alec e eu a deixamos olhar e subimos na beliche de cima. Eu não tirava os olhos do corpo imponente dele, malhado, e ele também não parava de olhar minhas pernas.
— A mamãe está chupando ele — anunciou Estefy, que para ver melhor ficou de quatro e levantou a bunda. Alec a devorou com o olhar e depois, limpando a garganta, olhou para mim.
— Senti sua falta, Andrea.
— Eu também, irmão. Sem você tem sido horrível. Saudades. Aliás, que gostoso você está sem camisa.
— É. Percebi que até a Ângela me deu uma olhada.
— Ela diz que é lésbica, mas ainda gosta de paus.
— A mamãe sabe fazer um deep throat!
Estefy estava super animada espiando nossos pais, e eu também comecei a ficar excitada. Alec, cujo pau já estava aparecendo por baixo do short, ele também ficou excitado. E três irmãos assim num único quarto não pode dar certo. De repente, coloquei minha mão no joelho dele e olhei com o que imaginei ser um ar provocante. Alec sorriu e deixou minha mão percorrer sua perna forte, subindo muito mais até que quase, quase consegui enfiar minha mão na virilha dele.
—Venham ver isso — disse Estefy, e Alec, que estava mais excitado com nossos pais, me deixou na vontade. Agora era a vez dele de espiar e ele se ajeitou. Estefy subiu na minha beliche. Ela estava vermelha e animada. Me abraçou e sussurrou no meu ouvido: — Me masturba um pouquinho, vai?
—Boba. Faz você mesma.
—Não, você.
Fiz cara de desdém.
—O Alec está aqui — sussurrei para ela. — Você não quer que ele te veja.
—E daí?
A travessa Estefy baixou o shorts e se cobriu com os lençóis para que o irmão não a visse. Bom, Alec estava mais excitado vendo nossos pais transarem. Como eu era incapaz de deixar minha irmã sem prazer, e além disso estava excitada com tudo, aceitei masturbá-la um pouquinho. Deitei ao lado dela e levei uma mão até sua buceta, que já estava tão molhada que minha mão deslizou sobre seu clitóris. Ela fechou os olhos e colocou as mãos atrás da cabeça.
Comecei com movimentos circulares dentro da vagina da minha irmãzinha. Suas bochechas ficaram coradas. Ela abriu as pernas um pouco para me dar espaço. Eu tomei cuidado para que Alec não nos visse, mas ele estava mais concentrado no que acontecia do outro lado da porta.
Estefy soltou um gemido quando belisquei seus lábios, e isso chamou a atenção de Alec, que se virou imediatamente.
—O que vocês estão fazendo?
—Ehm… nada.
Meu irmão arqueou a sobrancelha.
—O que vocês estão fazendo? — perguntou de novo e, num pulo, se levantou e tirou o lençol da Estefy. — Ai, Deus!
Nossa irmã mais nova ficou nua, com as pernas bem abertas. Alec riu. Nós ficamos coradas.
—Acho que a lésbica não é só a Ángela. Eu fico um ano fora e vocês já começam a ficar entre si.
—É diferente — Estefy sentou na beirada da beliche, suas perninhas ainda separadas —. Ela está me ensinando a me masturbar.
—O que você precisa é de outra coisa —Alec baixou o olhar até a buceta da irmã. Eu dei uma olhada severa nele.
—Tira essa ideia da cabeça, mano.
—Eu não tava pensando em nada.
—Tava sim —Estefy, com as pernas abertas e expondo sua xotinha, não ajudava muito a acalmar Alec —quer me experimentar?
—Não, ele não quer —me apressei a puxar Estefy para perto de mim, e antes que eu percebesse, já estávamos nos agarrando como duas garotinhas na cama. De algum jeito consegui tirar a blusa dela, e seus peitos ficaram à mercê de qualquer um.
Ela, dando risada, começou a apertar meus seios e a fazer cócegas por baixo da roupa. Alec também se meteu entre a gente pra tentar nos separar, e no meio da confusão, as mãos dele nos tocavam. Tudo ficou mais explícito quando ele deitou e Estefy subiu em cima dele. Eu, de lado, recuperava o fôlego e arrumava a calcinha que quase tinha caído.
—Ah, é assim que eu gosto de ficar —disse Estefy, arqueando as costas para que seus seios saltassem mais. As mãos de Alec foram para seus quadris e, de repente, ele a puxou para perto e prendeu seu mamilo pequeno com a boca.
Isso disparou calor por todo o meu corpo. Ver seu irmão mais velho chupando os peitos da mais nova é sem dúvida a coisa mais excitante do mundo. Além disso, Estefy já não era uma garotinha, mesmo ainda agindo como uma. Uma parte de mim queria pará-los, mas outra queria continuar assistindo. Meu irmão apertava os seios dela e passava a língua ao mesmo tempo. Eu engoli em seco e toquei as costas da minha irmãzinha, cuja pele estava ardendo de calor. Vi como ela começou a esfregar sua xotinha na pica do meu irmão.
—Nossa, como tá ficando dura.
—Você que deixa assim.
Alec fez menção de abaixar o shorts, e já estava quase fazendo isso. Achei que vi a cabeça da pica dele, quando minha mãe entrou no quarto.
—O que vocês estão fazendo?!
Estefy deu um grito de susto. Alec ficou duro, e eu, aterrorizada. Mamãe aguentava que a gente se tocasse entre nós, as meninas, mas nunca tinha visto nosso irmão daquele jeito. Vi o rosto dele ficando vermelho.
— Alec, vai pro seu quarto. Estefy, você dorme com a gente e a Ângela vem pra cá — ela falou com severidade.
A pobre da Estefy pegou seu shorts curtinho e vestiu. Minha mãe aproveitou pra dar uma palmada na bunda dela. Depois fulminou o Alec com o olhar, e a mim também.
— Cuidado, Andrea. Cuidado.
— Des…culpa. A gente tava brincando.
Minha mãe suspirou, um pouco mais tranquila.
— Ai, gente. Que isso não se repita.
Eu concordei com a cabeça e, quando ela saiu, fiquei deitada na beliche, com o tesão no limite e imaginando como a Estefy ficaria sendo penetrada no cu pelo pau do Marco. Só a ideia já foi suficiente pra me deixar molhada.
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xD até queria ter um irmão assim pra brincar comigo. Bom, espero que tenham gostado e comentem coisinhas pra eu ver o que acharam do capítulo de hoje. Se não tiverem pontos não importa, galera, com um comentário já tá ótimo e sobra hehe, saudações e beijinhos!
— Alec! Que bom que você chegou!
— Como você cresceu, Andrea. Tudo em você cresceu.
Fiz uma piscadinha com um certo ar de provocação. Mesmo sendo meu irmão, não dava pra negar que ele era extremamente gostoso como homem. Depois de mim, ele abraçou minha gêmea, e depois a Estefy, que não perdeu tempo e esfregou os peitos no peito dele.
— Mamãe, papai, que bom estar de volta. Pelo menos só nas férias.
— Fique o quanto quiser, Alec — disse minha mãe, dando um beijinho de selinho nos lábios dele —. Já deixamos seu quarto pronto.
— E de quebra estamos pensando em ir pra praia — acrescentou meu pai —. Imagino que você esteja morrendo de fome. Vem comer.
Meu pai levou as malas dele pro quarto e meu irmão se sentou com a gente. Mamãe, faladeira como sempre, pediu pra ele contar como estavam indo as coisas na escola, e enquanto ele conversava, percebi que tanto a Estefy quanto a Ângela não tiravam os olhos dele. Nos olhos delas tinha algo tipo um brilho de luxúria, o que não podia ser possível porque as duas sabiam que ele era nosso irmão e que não podíamos fazer nada com ele, por mais vontade que a gente tivesse. Além do mais, ele cuidou da gente quando éramos crianças e era a pessoa mais especial depois dos nossos pais.
— A comida estava deliciosa, mamãe.
— Vai descansar. Mais tarde a gente vai fazer umas compras.
Minhas irmãs e eu o seguimos até o quarto, e assim que ele entrou, se jogou na cama. Antecipando as outras, me deitei ao lado dele e ele colocou um braço debaixo do meu pescoço. Quando éramos crianças, costumávamos dormir juntos e foi nessa época que desenvolvi um gosto de verdade por ele. Me sentia tão protegida naquela força toda.
— Nossa. Eu saio por um ano e as três ficam uma gostosuras, irmãs.
Assim era o Alec. Não perdia tempo elogiando as irmãs.
— Comigo eles têm... —As tetas cresceram mais —disse Estefy enquanto Ângela trançava seus cabelos loiros.
—Não seria ruim dar uma olhada nelas.
—Bobo. Eu sou só uma garotinha inocente.
—Você é meio putinha —comentou Ângela com um sorriso malicioso.
—E alguma de vocês já tem namorado? Se tiver, tô morrendo de vontade de conhecê-los.
—Eu tenho uma namorada —contou Ângela com total naturalidade. Estefy e eu tivemos que admitir que ainda estávamos solteiras.
Mais tarde, a família foi ao shopping comprar roupas e coisas para a viagem à praia. Acontece que um dos amigos do meu irmão tinha uma casinha de veraneio e não iam usá-la por enquanto. Isso caiu como uma luva, porque poderíamos ficar lá em vez de num hotel. Assim, teríamos mais dinheiro pra gastar.
Alec e meu pai foram para outro lado enquanto minhas irmãs e minha mãe compravam biquínis. Como eu não queria ficar com elas, mas sim com meu irmão, segui eles e me pendurei no braço dele como se fosse… sua namorada. Ele me deu um beijo sonoro na bochecha.
—Vocês dois continuam grudados como sempre —disse meu pai rindo.
—Bom, se alguém puser uma mão na minha irmã, eu quebro a cara.
—Acho que já puseram mais mãos do que você imagina.
—Pai! —reclamei. Quando se tratava de me envergonhar, ele era o melhor.
—Não me diga que já não é mais virgem, Andrea.
—Só faço anal.
—Que delícia —completou meu pai e soltou uma gargalhada. Alec ficou corado. —Filhos, vão comer alguma coisa ali. Eu fico aqui na loja de ferramentas. Vou precisar de algumas coisas.
Ele nos deu dinheiro, e Alec e eu fomos tomar um café. Era exatamente o que eu queria. Ficar a sós com meu irmão. Nos sentamos frente a frente numa mesinha com nossas bebidas geladas na frente. Ele não parava de me olhar, especialmente as tetas, pois eu estava com uma blusa meio decotada e uma minissaia bonita.
—Você vai me engravidar com esse olhar, Alec.
—Bom, você também tem me olhado desde que cheguei.
Fiquei corada e acariciei seu braço.
—Você gosta de mim, Manozinho?
— Já vi melhores.
— Ah! Vai se foder. Eu tô mais gostosa que a Estefy e a Ângela.
— Bom, não vou negar. Com esse rabão você já deve ter se divertido muito... sério que ainda é virgem?
— A Estefy também é.
— Como você sabe?
— Hmm... — eu ri, cheia de graça —. A mamãe me deixou responsável pela educação sexual dela. Ela já não é mais criança, mas não sabe se masturbar, então como irmã mais velha, a responsabilidade é minha.
— Ensina ela a fazer sexo oral.
— Não tem pau disponível.
O Alec quase se engasgou com o café e me olhou com desejo. Eu sabia o que ele estava pensando: dar de mamar na nossa irmã mais nova. Mas só a ideia já me encheu de ciúmes.
— Você ficou toda vermelha, Andrea.
— Cala a boca. Se a Estefy quiser mamar, ela arruma alguma coisa.
— Vem. Tenho uma ideia.
Ele pegou minha mão e entramos numa sex shop. Fiquei com um pouco de vergonha porque nunca tinha estado num lugar daqueles. Tinha de tudo, desde filmes pornô até uns brinquedos estranhos que eu nunca tinha visto. Minha mãe tinha um dildo enorme só pra ela, que ela usava quando meu pai viajava por algum motivo. Eu também tinha um, e até a Estefy tinha. Só que minha irmã mais nova preferia chupar e esfregar do que enfiar.
— O que você vai comprar?
— Algo pra Estefy e pra Ângela.
Não deu pra negar. Quando vi aqueles consolos enormes, fiquei excitada. Enquanto o Alec escolhia algo pras irmãs, eu não conseguia parar de pensar em como me divertiria com ele se a gente acabasse ficando sério. Essa ideia me deixou envergonhada, porque até aquele dia eu nunca tinha tido pensamentos sexuais com meu próprio irmão. Claro que eu desejava ele às vezes, mas tentava esconder esses sentimentos.
— Esse pra Estefy — ele disse, apontando pra umas bolinhas chinesas —, e esse pra Ângela e a namorada dela — pra elas ele comprou um dildo duplo, especialmente pra lésbicas. Eu sabia que minha irmã ia se divertir porque meus pais tinham convidado a namorada dela, a Lorena, pra vir com a gente.
— E pra mim não tem nada?
— Bom, o que você quer?
— Deixa eu ver... — logo escolhi algo que eu ia adorar: umas algemas, um um chicotinho, umas bolinhas chinesas e lubrificante vaginal sabor uva.
—Isso vai sair bem caro —meu irmão, rindo, pagou e saímos da sexshop.
Tempo depois fomos ao cinema pra nos divertir. Meus pais foram até a parte mais afastada da sala, bem lá no escuro pra provavelmente se pegarem. Eu sentei do lado da Estefy, cuja minissaia subiu e mostrou um belo par de pernas longas. Ela as cruzou, meio sem graça, porque ainda era meio recatada e só por pressão minha e da Ângela aceitou se vestir mais de acordo com a feminilidade dela. Do meu lado estava o Alec, e logo depois minha irmã gêmea. Meu irmão nos abraçou as duas e ambas encostamos a cabeça nele.
—Não que muito lésbica —sussurrou a Estefy.
—Cala a boca, baixinha.
Nós rimos. O Alec era muito sortudo de ter nós três, porque a gente adorava ele. Elas iam gostar ainda mais quando vissem os brinquedos gostosos que ele tinha comprado.
No fim, voltamos pra casa em boa hora pro jantar. Meus pais pediram pizza e depois entraram os dois no chuveiro. A Estefy, que tinha um certo gosto por espiar as pessoas, estava na porta do banheiro com o ouvido colado e um sorriso malandro no rosto.
—O que você tá fazendo? —perguntei.
—Shh. Acho que eles tão transando no chuveiro.
—Voyeur.
Ouvi umas risadas. Não estavam transando. Só brincando com os corpos enquanto se banhavam como um casal de recém-casados. Mas isso já era o bastante pra excitar a Estefy. O Alec chegou por trás dela e deu uma palmada alta na bunda. A garota se assustou.
—Ai! Alec!
—Gente? —perguntou minha mãe e os três corremos pra entrar no meu quarto, mortos de rir.
Apesar de liberais que nossos pais eram, a gente respeitava a intimidade deles e nunca tínhamos visto eles transando, nem nos interessava até o momento em que a Estefy teve a ideia.
Os três nos sentamos no chão do meu quarto. O Alec, por sinal, estava sem camisa e mostrava uns abdominais fortes. Nossa irmã mais nova ficou com água na boca. Ela estava vestida com shorts minúsculos e uma blusa de alcinhas. Eu só estava com um camisola e meu fio dental.
— Eu digo que eles transam — disse Estefy —. Eles são uma delícia juntos.
— Ah, sim, claro — respondi cética —. Só nas suas fantasias, boba.
— É verdade. Eu vi quando o papai gozou na boca dela.
Fiquei corada.
— Acho que ela está falando a verdade — Alec deu um tapinha no joelho da minha irmã e depois moveu minha mesa que estava encostada na parede —. Olhem isso.
Nos aproximamos e vimos um pequeno buraco que perfurava a parede e saía do outro lado, bem no quarto dos meus pais.
— Eles não sabem?
— Não. O buraco já estava quando compraram a casa. Dá pra ver de tudo.
Para Estefy aquilo era o paraíso, e enquanto observávamos, vimos meus pais entrarem. Por instinto nos afastamos, mas não demorou muito para nos aproximarmos de novo. Eu fui a primeira. Vi minha mãe enrolada em uma toalha e meu pai de cueca. De um momento para o outro ela se despiu e seus peitões enormes ficaram à mostra. Imediatamente ela se pôs de quatro como uma putinha e ofereceu a bunda para o marido.
— Deixa eu ver! — Estefy me empurrou justo quando nosso pai ia encostar a boca na bunda da mulher.
— O que você está vendo?
— Ah, é. Era disso que eu estava falando.
Alec e eu a deixamos olhar e subimos na beliche de cima. Eu não tirava os olhos do corpo imponente dele, malhado, e ele também não parava de olhar minhas pernas.
— A mamãe está chupando ele — anunciou Estefy, que para ver melhor ficou de quatro e levantou a bunda. Alec a devorou com o olhar e depois, limpando a garganta, olhou para mim.
— Senti sua falta, Andrea.
— Eu também, irmão. Sem você tem sido horrível. Saudades. Aliás, que gostoso você está sem camisa.
— É. Percebi que até a Ângela me deu uma olhada.
— Ela diz que é lésbica, mas ainda gosta de paus.
— A mamãe sabe fazer um deep throat!
Estefy estava super animada espiando nossos pais, e eu também comecei a ficar excitada. Alec, cujo pau já estava aparecendo por baixo do short, ele também ficou excitado. E três irmãos assim num único quarto não pode dar certo. De repente, coloquei minha mão no joelho dele e olhei com o que imaginei ser um ar provocante. Alec sorriu e deixou minha mão percorrer sua perna forte, subindo muito mais até que quase, quase consegui enfiar minha mão na virilha dele.
—Venham ver isso — disse Estefy, e Alec, que estava mais excitado com nossos pais, me deixou na vontade. Agora era a vez dele de espiar e ele se ajeitou. Estefy subiu na minha beliche. Ela estava vermelha e animada. Me abraçou e sussurrou no meu ouvido: — Me masturba um pouquinho, vai?
—Boba. Faz você mesma.
—Não, você.
Fiz cara de desdém.
—O Alec está aqui — sussurrei para ela. — Você não quer que ele te veja.
—E daí?
A travessa Estefy baixou o shorts e se cobriu com os lençóis para que o irmão não a visse. Bom, Alec estava mais excitado vendo nossos pais transarem. Como eu era incapaz de deixar minha irmã sem prazer, e além disso estava excitada com tudo, aceitei masturbá-la um pouquinho. Deitei ao lado dela e levei uma mão até sua buceta, que já estava tão molhada que minha mão deslizou sobre seu clitóris. Ela fechou os olhos e colocou as mãos atrás da cabeça.
Comecei com movimentos circulares dentro da vagina da minha irmãzinha. Suas bochechas ficaram coradas. Ela abriu as pernas um pouco para me dar espaço. Eu tomei cuidado para que Alec não nos visse, mas ele estava mais concentrado no que acontecia do outro lado da porta.
Estefy soltou um gemido quando belisquei seus lábios, e isso chamou a atenção de Alec, que se virou imediatamente.
—O que vocês estão fazendo?
—Ehm… nada.
Meu irmão arqueou a sobrancelha.
—O que vocês estão fazendo? — perguntou de novo e, num pulo, se levantou e tirou o lençol da Estefy. — Ai, Deus!
Nossa irmã mais nova ficou nua, com as pernas bem abertas. Alec riu. Nós ficamos coradas.
—Acho que a lésbica não é só a Ángela. Eu fico um ano fora e vocês já começam a ficar entre si.
—É diferente — Estefy sentou na beirada da beliche, suas perninhas ainda separadas —. Ela está me ensinando a me masturbar.
—O que você precisa é de outra coisa —Alec baixou o olhar até a buceta da irmã. Eu dei uma olhada severa nele.
—Tira essa ideia da cabeça, mano.
—Eu não tava pensando em nada.
—Tava sim —Estefy, com as pernas abertas e expondo sua xotinha, não ajudava muito a acalmar Alec —quer me experimentar?
—Não, ele não quer —me apressei a puxar Estefy para perto de mim, e antes que eu percebesse, já estávamos nos agarrando como duas garotinhas na cama. De algum jeito consegui tirar a blusa dela, e seus peitos ficaram à mercê de qualquer um.
Ela, dando risada, começou a apertar meus seios e a fazer cócegas por baixo da roupa. Alec também se meteu entre a gente pra tentar nos separar, e no meio da confusão, as mãos dele nos tocavam. Tudo ficou mais explícito quando ele deitou e Estefy subiu em cima dele. Eu, de lado, recuperava o fôlego e arrumava a calcinha que quase tinha caído.
—Ah, é assim que eu gosto de ficar —disse Estefy, arqueando as costas para que seus seios saltassem mais. As mãos de Alec foram para seus quadris e, de repente, ele a puxou para perto e prendeu seu mamilo pequeno com a boca.
Isso disparou calor por todo o meu corpo. Ver seu irmão mais velho chupando os peitos da mais nova é sem dúvida a coisa mais excitante do mundo. Além disso, Estefy já não era uma garotinha, mesmo ainda agindo como uma. Uma parte de mim queria pará-los, mas outra queria continuar assistindo. Meu irmão apertava os seios dela e passava a língua ao mesmo tempo. Eu engoli em seco e toquei as costas da minha irmãzinha, cuja pele estava ardendo de calor. Vi como ela começou a esfregar sua xotinha na pica do meu irmão.
—Nossa, como tá ficando dura.
—Você que deixa assim.
Alec fez menção de abaixar o shorts, e já estava quase fazendo isso. Achei que vi a cabeça da pica dele, quando minha mãe entrou no quarto.
—O que vocês estão fazendo?!
Estefy deu um grito de susto. Alec ficou duro, e eu, aterrorizada. Mamãe aguentava que a gente se tocasse entre nós, as meninas, mas nunca tinha visto nosso irmão daquele jeito. Vi o rosto dele ficando vermelho.
— Alec, vai pro seu quarto. Estefy, você dorme com a gente e a Ângela vem pra cá — ela falou com severidade.
A pobre da Estefy pegou seu shorts curtinho e vestiu. Minha mãe aproveitou pra dar uma palmada na bunda dela. Depois fulminou o Alec com o olhar, e a mim também.
— Cuidado, Andrea. Cuidado.
— Des…culpa. A gente tava brincando.
Minha mãe suspirou, um pouco mais tranquila.
— Ai, gente. Que isso não se repita.
Eu concordei com a cabeça e, quando ela saiu, fiquei deitada na beliche, com o tesão no limite e imaginando como a Estefy ficaria sendo penetrada no cu pelo pau do Marco. Só a ideia já foi suficiente pra me deixar molhada.
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xD até queria ter um irmão assim pra brincar comigo. Bom, espero que tenham gostado e comentem coisinhas pra eu ver o que acharam do capítulo de hoje. Se não tiverem pontos não importa, galera, com um comentário já tá ótimo e sobra hehe, saudações e beijinhos!
32 comentários - Irmãos sem Tabu - Cap 2
Voy a disfrutar leerlo
gracias y saludos 🙂
Gracias por compartir y llenarnos de tanto placer