Fala, galera! Como vocês tão se comportando? Espero que mal... kkk. Faz um tempão desde meu último relato, mas nem tanto desde minha última trepada. Na real, acabei de dar uma com o Alfredo. Mas quem é Alfredo? Vocês devem estar se perguntando. Bom, pra isso tenho que voltar pros primeiros dias desse ano que acabou de começar.
De tarde, quando o dia tá bonito, costumo levar o Ro na praça perto de casa. Foi assim que conheci o Alfredo, já que ele também leva o filho dele, que tem a mesma idade que o meu. No começo, a gente só sentava perto e se olhava de vez em quando enquanto os moleques brincavam, mas com o tempo, e com a amizade que rolou entre os nossos primogênitos, fomos nos aproximando cada vez mais. Assim fui descobrindo que a esposa dele é comissária de bordo de uma companhia aérea internacional e, quando ela tá viajando, ele cuida do Benjamin, que é o nome do filho dele.
Ele é escritor, mais precisamente roteirista, então trabalha em casa e pode administrar o tempo dele com mais liberdade. Até me falou de uns programas que escreveu, vários que eu já tinha visto e, sinceramente, tinha adorado.
— Não acredito que você escreveu... — falei quando ele contou sobre o trampo dele, citando aquele programa que tanto me marcou.
— Sim, é meu, e fico feliz que você tenha gostado — respondeu, claramente lisonjeado com minha empolgação.
— É minha novela favorita de todos os tempos — insisti, sem acreditar que tava diante do criador de momentos tão emocionantes.
— Sempre fantasiei em ter o roteiro do último capítulo, sabe? — comentei — Tipo um souvenir.
Claro que sabia que tava abrindo uma porta que depois ia ser foda de fechar, mas fazer o quê, sou uma expert em abrir portas que deviam ficar fechadas.
— Que tal você vir comigo lá em casa? Enquanto o Benja e o Rodrigo brincam, posso te mostrar todos os roteiros daquele programa... e te dar o do último capítulo — me disse. sugere.
—Autografado? — me empolgo como uma groupie diante do seu RockStar favorito.
—Óbvio, autografado e dedicado — ele acena.
—Mas, e sua esposa? — pergunto preocupada.
—A essa hora ela deve estar chegando na Nova Zelândia — ele me tranquiliza — Além disso, você só vai dar uma olhada nuns roteiros, não é? — acrescenta com um olhar suspeito.
—Claro, só os roteiros — confirmo, devolvendo o olhar com igual ou maior intensidade.
Pegamos nossos respectivos filhos e vamos pra casa dele. O Ro já fica todo empolgado com a chance de brincar com os brinquedos do novo amigo, então não reclama quando tiro ele do tanque de areia.
Benja, como o pai chama, tem um quarto de brincadeiras com todas as medidas de segurança pra uma criança de 3 anos, então não precisamos nos preocupar com eles enquanto estão lá. Mas, mesmo que isso não fosse suficiente, uma câmera nos deixa ver o que nossos filhos estão fazendo o tempo todo que não estamos com eles. O monitor da câmera tá no escritório do Alfredo, que é pra onde ele me leva depois de deixar os garotos no mundinho deles de jogos e brinquedos.
—Quer beber alguma coisa? — ele pergunta enquanto entramos no que seria nosso mundinho por um tempo.
—O que você for beber tá bom — confirmo.
Ele vai até o bar que fica num canto e serve duas taças de uma bebida que, pela garrafa, deve ser bem cara.
—Pela gente ter se conhecido — ele diz, me entregando a taça e batendo na minha.
Depois do brinde e de tomar o que é um conhaque bem envelhecido, ele abre um armário e tira uma caixa etiquetada com o nome do programa que a gente já tinha mencionado antes, aquele que eu tinha amado fazia só alguns anos. Lá estão os roteiros da temporada inteira. Abro a caixa e folheio fascinada. Enquanto procuro o do último episódio, a mente por trás daquela obra se coloca atrás de mim, só que agora não é só uma mente, mas também um corpo (o dele) atraído por outro corpo (o meu).
Acho o livro daquele Último capítulo, bem quando ele encosta o volume da virilha no meio das minhas nádegas, então não sei se meu gemido de prazer é por ter encontrado ele ou por sentir aquilo. Do mesmo jeito, ao sentir aquela roçada forte, minha reação natural é jogar a raba pra trás, pra deixar a sensação ainda mais nítida e gostosa..., a sensação de que tão me apoiando, claro.
Olho por um momento o monitor que mostra o quarto de brinquedos onde tá meu filho, entretido com os brinquedos do amiguinho, sem ainda se perguntar cadê a mãe dele. Não tenho com o que me preocupar, então deixo o livro dentro da caixa, me viro e passo os braços em volta do pescoço dele.
— Cê sabe que não vim só pelos roteiros, né? — falo num sussurro.
— Claro que sei — ele concorda e me beija.
Melhor dizendo, a gente se beija, já que sou eu quem abre a boca e recebe a língua dele pra enroscar na minha, misturando saliva e gemidos como a prova fiel do que a gente vinha guardando há um tempão. A gente se curtia e ali tava confirmando.
— Não costumo fazer isso — ele fala depois daquele primeiro beijo cheio de tesão.
— O quê? Beijar uma mulher? — brinco, sentindo ainda a maciez dos lábios dele nos meus.
— Não, tô falando de... enganar minha mulher, não pensa que aproveito as viagens dela pra trazer mulheres e botar chifre nela na minha própria casa — ele explica.
— Eu também não costumo ir com os pais dos amiguinhos do Rodrigo, e mesmo assim tô aqui — falo, beijando ele de novo, dessa vez sendo eu quem procura a boca dele pra devorar sem dó.
Já não tem mais recriminação nem justificativa, a gente vai botar chifre nos nossos parceiros, e vai botar bem botado.
Já sem freio, Alfredo levanta minha blusa, afasta o sutiã e chupa meus peitos, morde meus bicos com uma paixão contida, prende eles entre os dentes e estica, como se quisesse testar a elasticidade deles. Sem parar de chupar, desliza uma mão por baixo da saia do meu vestido, Primeiro, ele me acaricia por cima da calcinha, depois enfia a mão por dentro e começa a explorar minha buceta. Tem dedos longos e macios, então ele chega bem fundo, bem onde as sensações são mais intensas e avassaladoras.
No auge do êxtase, ele tira os dedos encharcados do meu mel e chupa.
— Que delícia que você tá! — exclama encantado.
Aproveitar não basta (nem pra ele, nem pra mim), então ele me senta na escrivaninha, abre minhas pernas e, afastando o elástico da calcinha, começa a me chupar com uma devoção safada. Minha buceta se abre toda pra ele, recebendo gostosa aquela língua comprida e afiada que descreve arabescos deliciosos por todo meu interior carnudo. Jogo a cabeça pra trás e solto um suspiro calmo, mordendo os lábios pra não gritar, mesmo que as crianças não possam me ouvir. Alfredo se empolga com minhas demonstrações de prazer e, tirando minha calcinha, parte pra cima, literalmente me comendo a buceta. Ele tá de joelhos no chão, com a cabeça entre minhas pernas, a língua bem dentro de mim e a barba de três dias fazendo cócegas na parte interna das minhas coxas. Coloco uma mão atrás da cabeça dele e empurro ainda mais pra perto de mim, mexendo a bunda em círculos em volta da boca dele. É... "too much", eu gozo entre os lábios dele, me molhando com tanta intensidade que minhas pernas tremem furiosamente.
Me deito de costas na escrivaninha, me deixando levar pelas sensações gostosas do orgasmo. Nem percebo o momento em que ele coloca a camisinha e começa a me foder, ali mesmo, na escrivaninha, de pé entre minhas pernas e com a calça arriada.
Quando volto a mim, ele já tá me bombando gostoso, meus tornozelos nos ombros dele, garantindo com cada estocada chegar até o fundo.
— Ahhhh..., ahhhh..., ahhhh..., ahhhh! — cada um dos meus gemidos marca cada uma das enfiadas dele, penetrações profundas e poderosas que me sacodem até a alma. As tetas balançam frenéticas no ritmo dessas estocadas, cada vez mais fortes e certeiras. Sem parar de me foder, ele pega elas e aperta, como se quisesse moldá-las do jeito dele. A gente tá em chamas, loucos por sexo, prontos pra nos queimar na nossa própria luxúria.
Com aquele olhar que revela ideias mais que indecentes, Alfredo tira o pau de dentro de mim e me levanta da escrivaninha.
— Desde que te vi pela primeira vez na praça, soube que ia acabar te comendo — ele fala enquanto me beija loucamente.
Depois do beijo, ele me vira, me debruça sobre a escrivaninha e mete de novo, dessa vez por trás, começando um novo vai e vem, agora amassando minha bunda. Por um momento, sem parar de sentir porrada atrás de porrada, dei uma olhada no monitor. Nossos filhos continuavam brincando como se nada, felizes e entretidos, completamente alheios ao que os pais faziam no quarto ao lado.
— Me fode... me fode...! — peço com a voz rouca de tesão, desviando o olhar dessa vez.
Não precisei repetir, porque ele partiu pra cima com tudo, fazendo uso e abuso de um vigor sexual por demais impetuoso e implacável. Mas, mesmo me tendo ali, submetida à virilidade dele, não sou do tipo que fica quieta e deixa fazer; gosto de me mexer, rebolando, subindo, descendo, pulando, e todas essas coisas gostosas que dá pra fazer quando se tem uma boa rola como ponto de inflexão. Então fui empurrando ele com minha bunda até que ele caiu sentado no sofá que tínhamos atrás, eu em cima dele, com a rola toda dentro, pedindo mais ação ainda. Começo a me mexer em círculos primeiro, sentindo ela com toda intensidade, pra depois me apoiar nos braços do sofá e me mover pra cima e pra baixo, deslizando por todo o comprimento dessa rola suculenta que não para de rugir e tremer. E eu também não paro, não paro de rugir e tremer, pulando em cima dela, enfiando bem até as entranhas, desejando que o pai do amiguinho do Ro aguente até eu ter gozado a foda pela qual tô ali naquele momento. Quero gozo, me molhar, explodir e me despedaçar, preciso disso, é mais urgente que qualquer outra coisa. Meu filho está no outro quarto, brincando inocente, e eu ali, a poucos metros, dando como uma desenfreada com alguém que conheci na praça onde levava ele pra brincar. Mas isso é o de menos, o que mais importa é ficar satisfeita, que a traição valha a pena. Porque se você mete chifre no seu marido, pelo menos que te comam bem gostoso, né?
Depois de anos de infidelidade, aprendi a lidar com a culpa e a agonia que sinto depois de transar com outro homem. Não pensem que depois de dar pra outro volto pra casa assobiando e com um sorriso de orelha a orelha... bom, o sorriso de orelha a orelha até pode ser, quem não fica assim depois de uma foda boa? Mesmo assim, a felicidade nem sempre é completa. Por mais boa que a foda tenha sido, sempre fica aquela sensação de traição e arrependimento, embora no meu caso seja algo mínimo, já que aprendi a ignorar esses sentimentos há anos, quando percebi que seria impossível manter qualquer pingo de fidelidade.
Por trás, Alfredo amassa meus peitos, aperta eles, segurando aquela massa volumosa de carne que balança pra cima e pra baixo por causa dos meus movimentos enérgicos e descontrolados. Mesmo eu metendo com força suficiente pra deslocar a pica dele, Alfredo não reclama, só geme e ofega no ritmo que eu imponho com meus pulos ornamentais. Tô ensopada, molhada pra caralho, pelo interior das minhas coxas escorre o fluxo que sai de dentro de mim, pura seiva vaginal, o condensado vivificante de prazer e luxúria no qual quero me afogar.
Os dois estamos perto, quase lá, só mais um pouco..., um pouquinho e... AHHHHHH...! SIIIIIIIIIM...! Gozamos juntos! Assim vale a pena a infidelidade. Quem consegue se sentir culpada depois de uma foda dessa? Eu não, com certeza. E Alfredo menos ainda, as exclamações de prazer dele e até os gritos de Júbilo são provas mais que irrefutáveis.
Fico um bom tempo grudada nele, sentindo como aquela explosão inicial vai diminuindo devagar e calmamente, e o que antes era paixão e loucura, agora vira um delicioso relaxamento.
Quando me levanto, a pica sai de dentro de mim com um sonoro PLOP! Mesmo depois da trepada, continua dura e ereta, o que é uma tentação quase impossível de ignorar. Os meninos continuam brincando numa boa, então me preparo pra dar uma "mamada gostosa" nele. Me aninho entre as pernas dele, de joelhos no chão, e vou tocando ela aos poucos, na ponta primeiro, nos lados depois, deslizando meus dedos como se fossem penas, só roçando de leve. Mas, mesmo sendo só um toque, a pica treme nele como se tivesse levado um choque.
Por causa do orgasmo recente, a camisinha tá cheia de porra, que escorre como um rio vivo quando tiro ela. Pego a pica dele pelas bolas e dou uma mamada de respeito, chupando carne e porra juntos, uma combinação deliciosa, tenho que dizer. Se até aquele momento ele não tinha perdido nada daquela rigidez admirável, com a camisinha tirada fica ainda mais dura. Pra variar e dar um descanso pros meus lábios, faço um boob fuck que deixa ele até vesgo de prazer. Depois ele me disse que a esposa dele tem peitos pequenos, então fazer uma punheta com eles é impossível, mas com meus peitões GG, tamanho mais que adequado pra essas paradas, ele pôde aproveitar o que, até então, era só uma fantasia. Seria a segunda que eu realizava naquela tarde; a primeira, como ele mesmo disse, foi comer a mãe gostosa da praça.
Chupei ele até ficar pronto pra outra descarga, aí engoli tudo que ele soltou, curtindo com o maior prazer essa sobremesa tão preciosa.
Nessa hora, os meninos já estavam inquietos, tinham ficado tempo demais sozinhos, então me vesti, corri pra enxaguar a boca no Tomei banho e fui buscar meu filho.
Agradeci ao Alfredo pela hospitalidade (e pela transa, claro) e fui pra casa com o Ro. Obviamente, aquela não seria a única vez com o pai do amiguinho dele, mas sim a primeira de uma longa série que continua até hoje.
P.S.: Dias depois, aproveitando outra viagem da esposa dele, voltei pra pegar o libreto que tinha esquecido. Autografado e dedicado, exatamente como ele me prometeu.
De tarde, quando o dia tá bonito, costumo levar o Ro na praça perto de casa. Foi assim que conheci o Alfredo, já que ele também leva o filho dele, que tem a mesma idade que o meu. No começo, a gente só sentava perto e se olhava de vez em quando enquanto os moleques brincavam, mas com o tempo, e com a amizade que rolou entre os nossos primogênitos, fomos nos aproximando cada vez mais. Assim fui descobrindo que a esposa dele é comissária de bordo de uma companhia aérea internacional e, quando ela tá viajando, ele cuida do Benjamin, que é o nome do filho dele.
Ele é escritor, mais precisamente roteirista, então trabalha em casa e pode administrar o tempo dele com mais liberdade. Até me falou de uns programas que escreveu, vários que eu já tinha visto e, sinceramente, tinha adorado.
— Não acredito que você escreveu... — falei quando ele contou sobre o trampo dele, citando aquele programa que tanto me marcou.
— Sim, é meu, e fico feliz que você tenha gostado — respondeu, claramente lisonjeado com minha empolgação.
— É minha novela favorita de todos os tempos — insisti, sem acreditar que tava diante do criador de momentos tão emocionantes.
— Sempre fantasiei em ter o roteiro do último capítulo, sabe? — comentei — Tipo um souvenir.
Claro que sabia que tava abrindo uma porta que depois ia ser foda de fechar, mas fazer o quê, sou uma expert em abrir portas que deviam ficar fechadas.
— Que tal você vir comigo lá em casa? Enquanto o Benja e o Rodrigo brincam, posso te mostrar todos os roteiros daquele programa... e te dar o do último capítulo — me disse. sugere.
—Autografado? — me empolgo como uma groupie diante do seu RockStar favorito.
—Óbvio, autografado e dedicado — ele acena.
—Mas, e sua esposa? — pergunto preocupada.
—A essa hora ela deve estar chegando na Nova Zelândia — ele me tranquiliza — Além disso, você só vai dar uma olhada nuns roteiros, não é? — acrescenta com um olhar suspeito.
—Claro, só os roteiros — confirmo, devolvendo o olhar com igual ou maior intensidade.
Pegamos nossos respectivos filhos e vamos pra casa dele. O Ro já fica todo empolgado com a chance de brincar com os brinquedos do novo amigo, então não reclama quando tiro ele do tanque de areia.
Benja, como o pai chama, tem um quarto de brincadeiras com todas as medidas de segurança pra uma criança de 3 anos, então não precisamos nos preocupar com eles enquanto estão lá. Mas, mesmo que isso não fosse suficiente, uma câmera nos deixa ver o que nossos filhos estão fazendo o tempo todo que não estamos com eles. O monitor da câmera tá no escritório do Alfredo, que é pra onde ele me leva depois de deixar os garotos no mundinho deles de jogos e brinquedos.
—Quer beber alguma coisa? — ele pergunta enquanto entramos no que seria nosso mundinho por um tempo.
—O que você for beber tá bom — confirmo.
Ele vai até o bar que fica num canto e serve duas taças de uma bebida que, pela garrafa, deve ser bem cara.
—Pela gente ter se conhecido — ele diz, me entregando a taça e batendo na minha.
Depois do brinde e de tomar o que é um conhaque bem envelhecido, ele abre um armário e tira uma caixa etiquetada com o nome do programa que a gente já tinha mencionado antes, aquele que eu tinha amado fazia só alguns anos. Lá estão os roteiros da temporada inteira. Abro a caixa e folheio fascinada. Enquanto procuro o do último episódio, a mente por trás daquela obra se coloca atrás de mim, só que agora não é só uma mente, mas também um corpo (o dele) atraído por outro corpo (o meu).
Acho o livro daquele Último capítulo, bem quando ele encosta o volume da virilha no meio das minhas nádegas, então não sei se meu gemido de prazer é por ter encontrado ele ou por sentir aquilo. Do mesmo jeito, ao sentir aquela roçada forte, minha reação natural é jogar a raba pra trás, pra deixar a sensação ainda mais nítida e gostosa..., a sensação de que tão me apoiando, claro.
Olho por um momento o monitor que mostra o quarto de brinquedos onde tá meu filho, entretido com os brinquedos do amiguinho, sem ainda se perguntar cadê a mãe dele. Não tenho com o que me preocupar, então deixo o livro dentro da caixa, me viro e passo os braços em volta do pescoço dele.
— Cê sabe que não vim só pelos roteiros, né? — falo num sussurro.
— Claro que sei — ele concorda e me beija.
Melhor dizendo, a gente se beija, já que sou eu quem abre a boca e recebe a língua dele pra enroscar na minha, misturando saliva e gemidos como a prova fiel do que a gente vinha guardando há um tempão. A gente se curtia e ali tava confirmando.
— Não costumo fazer isso — ele fala depois daquele primeiro beijo cheio de tesão.
— O quê? Beijar uma mulher? — brinco, sentindo ainda a maciez dos lábios dele nos meus.
— Não, tô falando de... enganar minha mulher, não pensa que aproveito as viagens dela pra trazer mulheres e botar chifre nela na minha própria casa — ele explica.
— Eu também não costumo ir com os pais dos amiguinhos do Rodrigo, e mesmo assim tô aqui — falo, beijando ele de novo, dessa vez sendo eu quem procura a boca dele pra devorar sem dó.
Já não tem mais recriminação nem justificativa, a gente vai botar chifre nos nossos parceiros, e vai botar bem botado.
Já sem freio, Alfredo levanta minha blusa, afasta o sutiã e chupa meus peitos, morde meus bicos com uma paixão contida, prende eles entre os dentes e estica, como se quisesse testar a elasticidade deles. Sem parar de chupar, desliza uma mão por baixo da saia do meu vestido, Primeiro, ele me acaricia por cima da calcinha, depois enfia a mão por dentro e começa a explorar minha buceta. Tem dedos longos e macios, então ele chega bem fundo, bem onde as sensações são mais intensas e avassaladoras.
No auge do êxtase, ele tira os dedos encharcados do meu mel e chupa.
— Que delícia que você tá! — exclama encantado.
Aproveitar não basta (nem pra ele, nem pra mim), então ele me senta na escrivaninha, abre minhas pernas e, afastando o elástico da calcinha, começa a me chupar com uma devoção safada. Minha buceta se abre toda pra ele, recebendo gostosa aquela língua comprida e afiada que descreve arabescos deliciosos por todo meu interior carnudo. Jogo a cabeça pra trás e solto um suspiro calmo, mordendo os lábios pra não gritar, mesmo que as crianças não possam me ouvir. Alfredo se empolga com minhas demonstrações de prazer e, tirando minha calcinha, parte pra cima, literalmente me comendo a buceta. Ele tá de joelhos no chão, com a cabeça entre minhas pernas, a língua bem dentro de mim e a barba de três dias fazendo cócegas na parte interna das minhas coxas. Coloco uma mão atrás da cabeça dele e empurro ainda mais pra perto de mim, mexendo a bunda em círculos em volta da boca dele. É... "too much", eu gozo entre os lábios dele, me molhando com tanta intensidade que minhas pernas tremem furiosamente.
Me deito de costas na escrivaninha, me deixando levar pelas sensações gostosas do orgasmo. Nem percebo o momento em que ele coloca a camisinha e começa a me foder, ali mesmo, na escrivaninha, de pé entre minhas pernas e com a calça arriada.
Quando volto a mim, ele já tá me bombando gostoso, meus tornozelos nos ombros dele, garantindo com cada estocada chegar até o fundo.
— Ahhhh..., ahhhh..., ahhhh..., ahhhh! — cada um dos meus gemidos marca cada uma das enfiadas dele, penetrações profundas e poderosas que me sacodem até a alma. As tetas balançam frenéticas no ritmo dessas estocadas, cada vez mais fortes e certeiras. Sem parar de me foder, ele pega elas e aperta, como se quisesse moldá-las do jeito dele. A gente tá em chamas, loucos por sexo, prontos pra nos queimar na nossa própria luxúria.
Com aquele olhar que revela ideias mais que indecentes, Alfredo tira o pau de dentro de mim e me levanta da escrivaninha.
— Desde que te vi pela primeira vez na praça, soube que ia acabar te comendo — ele fala enquanto me beija loucamente.
Depois do beijo, ele me vira, me debruça sobre a escrivaninha e mete de novo, dessa vez por trás, começando um novo vai e vem, agora amassando minha bunda. Por um momento, sem parar de sentir porrada atrás de porrada, dei uma olhada no monitor. Nossos filhos continuavam brincando como se nada, felizes e entretidos, completamente alheios ao que os pais faziam no quarto ao lado.
— Me fode... me fode...! — peço com a voz rouca de tesão, desviando o olhar dessa vez.
Não precisei repetir, porque ele partiu pra cima com tudo, fazendo uso e abuso de um vigor sexual por demais impetuoso e implacável. Mas, mesmo me tendo ali, submetida à virilidade dele, não sou do tipo que fica quieta e deixa fazer; gosto de me mexer, rebolando, subindo, descendo, pulando, e todas essas coisas gostosas que dá pra fazer quando se tem uma boa rola como ponto de inflexão. Então fui empurrando ele com minha bunda até que ele caiu sentado no sofá que tínhamos atrás, eu em cima dele, com a rola toda dentro, pedindo mais ação ainda. Começo a me mexer em círculos primeiro, sentindo ela com toda intensidade, pra depois me apoiar nos braços do sofá e me mover pra cima e pra baixo, deslizando por todo o comprimento dessa rola suculenta que não para de rugir e tremer. E eu também não paro, não paro de rugir e tremer, pulando em cima dela, enfiando bem até as entranhas, desejando que o pai do amiguinho do Ro aguente até eu ter gozado a foda pela qual tô ali naquele momento. Quero gozo, me molhar, explodir e me despedaçar, preciso disso, é mais urgente que qualquer outra coisa. Meu filho está no outro quarto, brincando inocente, e eu ali, a poucos metros, dando como uma desenfreada com alguém que conheci na praça onde levava ele pra brincar. Mas isso é o de menos, o que mais importa é ficar satisfeita, que a traição valha a pena. Porque se você mete chifre no seu marido, pelo menos que te comam bem gostoso, né?
Depois de anos de infidelidade, aprendi a lidar com a culpa e a agonia que sinto depois de transar com outro homem. Não pensem que depois de dar pra outro volto pra casa assobiando e com um sorriso de orelha a orelha... bom, o sorriso de orelha a orelha até pode ser, quem não fica assim depois de uma foda boa? Mesmo assim, a felicidade nem sempre é completa. Por mais boa que a foda tenha sido, sempre fica aquela sensação de traição e arrependimento, embora no meu caso seja algo mínimo, já que aprendi a ignorar esses sentimentos há anos, quando percebi que seria impossível manter qualquer pingo de fidelidade.
Por trás, Alfredo amassa meus peitos, aperta eles, segurando aquela massa volumosa de carne que balança pra cima e pra baixo por causa dos meus movimentos enérgicos e descontrolados. Mesmo eu metendo com força suficiente pra deslocar a pica dele, Alfredo não reclama, só geme e ofega no ritmo que eu imponho com meus pulos ornamentais. Tô ensopada, molhada pra caralho, pelo interior das minhas coxas escorre o fluxo que sai de dentro de mim, pura seiva vaginal, o condensado vivificante de prazer e luxúria no qual quero me afogar.
Os dois estamos perto, quase lá, só mais um pouco..., um pouquinho e... AHHHHHH...! SIIIIIIIIIM...! Gozamos juntos! Assim vale a pena a infidelidade. Quem consegue se sentir culpada depois de uma foda dessa? Eu não, com certeza. E Alfredo menos ainda, as exclamações de prazer dele e até os gritos de Júbilo são provas mais que irrefutáveis.
Fico um bom tempo grudada nele, sentindo como aquela explosão inicial vai diminuindo devagar e calmamente, e o que antes era paixão e loucura, agora vira um delicioso relaxamento.
Quando me levanto, a pica sai de dentro de mim com um sonoro PLOP! Mesmo depois da trepada, continua dura e ereta, o que é uma tentação quase impossível de ignorar. Os meninos continuam brincando numa boa, então me preparo pra dar uma "mamada gostosa" nele. Me aninho entre as pernas dele, de joelhos no chão, e vou tocando ela aos poucos, na ponta primeiro, nos lados depois, deslizando meus dedos como se fossem penas, só roçando de leve. Mas, mesmo sendo só um toque, a pica treme nele como se tivesse levado um choque.
Por causa do orgasmo recente, a camisinha tá cheia de porra, que escorre como um rio vivo quando tiro ela. Pego a pica dele pelas bolas e dou uma mamada de respeito, chupando carne e porra juntos, uma combinação deliciosa, tenho que dizer. Se até aquele momento ele não tinha perdido nada daquela rigidez admirável, com a camisinha tirada fica ainda mais dura. Pra variar e dar um descanso pros meus lábios, faço um boob fuck que deixa ele até vesgo de prazer. Depois ele me disse que a esposa dele tem peitos pequenos, então fazer uma punheta com eles é impossível, mas com meus peitões GG, tamanho mais que adequado pra essas paradas, ele pôde aproveitar o que, até então, era só uma fantasia. Seria a segunda que eu realizava naquela tarde; a primeira, como ele mesmo disse, foi comer a mãe gostosa da praça.
Chupei ele até ficar pronto pra outra descarga, aí engoli tudo que ele soltou, curtindo com o maior prazer essa sobremesa tão preciosa.
Nessa hora, os meninos já estavam inquietos, tinham ficado tempo demais sozinhos, então me vesti, corri pra enxaguar a boca no Tomei banho e fui buscar meu filho.
Agradeci ao Alfredo pela hospitalidade (e pela transa, claro) e fui pra casa com o Ro. Obviamente, aquela não seria a única vez com o pai do amiguinho dele, mas sim a primeira de uma longa série que continua até hoje.
P.S.: Dias depois, aproveitando outra viagem da esposa dele, voltei pra pegar o libreto que tinha esquecido. Autografado e dedicado, exatamente como ele me prometeu.
Comentários em Destaque
34 comentários - O pai do amiguinho do Ro...
Te dejo puntos!!
Va punto
Que bueno que hayas vuelto a P!
Besos Misko
Ah...me encanta como definis los tags : "casada puta", "putita"
Mortal lo tuyo
la Reina, gracias por tu relato.
que alegria que hayas vuelto.. y cuanta fantasia me despertas a mi leyendote..
excelente relato cmo todos los anteriores.
y la calentura que me agarro esta para que te tomes una buena lechita desde el envase
buenisima como siempre!
Como siempre GRACIAS Y FELICITACIONES QUERIDA, por tan excelente trabajo "literario", y ojalá que el próximo encuentro con Alfredo, o algún otro de tus "afortunados amigos" no demore tanto tiempo en aparecer por acá linda!!
Besos querida!! +10