Minha sobrinha e a Azul

Já tinham se passado vários meses daquela tarde quente, em que o êxtase do corpo da minha sobrinha me encheu completamente de prazer, e em que nós dois explodimos num grande orgasmo. Passaram-se meses e nós dois íamos e vinhamos com nossas ocupações, praticamente não nos encontrávamos no apartamento, era só oi e tchau, nem nos fins de semana a gente compartilhava tempo livre. Umas semanas depois, quando os períodos de exames estavam chegando, notei que uma garota linda, muito sexy e jovem, estudava com a minha sobrinha, até ficou para o almoço, depois para dormir e assim por diante. Numa dessas noites, cheguei em casa muito tarde, abri a porta bem devagar porque já era tarde demais, e fui até a cozinha beber água. Parecia não ter ninguém em casa, mas como o quarto da minha sobrinha estava fechado, supus que ela estivesse lá... Fui para o meu quarto, me despi completamente e tomei banho por vários minutos. Naquela noite, me sentia bem excitado depois de várias semanas de muito trabalho. Tive várias ereções enquanto tomava banho, mas não sentia vontade de me masturbar. Me sequei e relaxei, deitado na cama. Depois de alguns minutos vendo TV, desliguei. Enquanto a brisa do ventilador, misturada com o ar, acariciava todo o meu corpo nu, dormia de barriga para cima, com as pernas abertas, bem tranquilamente. Umas duas da manhã, acordo entre sonhos. Me pareceu ouvir, entre risadinhas suaves e gemidos de prazer misturados com dor, a voz da minha sobrinha. Não dei muita atenção, mas sentia meu pau explodir numa ereção tremenda, como não sentia há muito tempo. Era tão intensa que quase não conseguia me virar de bruços para continuar meu sono. Continuei de barriga para cima enquanto, com carícias, acalmava ou pelo menos tentava abaixar a ereção... Quando ouço de novo um gemido feminino prazeroso e suave, banhado de um êxtase profundo, quase roçando o orgasmo. O quarto da minha sobrinha, vizinho ao meu, separado só pelo banheiro. Decido me levantar e saio para o corredor. Nu, como eu tava pelado, fui andando pra cozinha e notei a porta da minha sobrinha entreaberta. Quando parei na frente, com a luz do abajur da escrivaninha dela, vi minha sobrinha e a Azul, a amiga dela, completamente peladas e besuntadas de óleo da cabeça aos pés. Os corpos delas brilhavam com o óleo. Minha sobrinha tava toda recostada sobre os peitos, segurando a própria bunda com as duas mãos, abrindo as nádegas, e a Azul por trás, mordendo e lambendo a buceta dela enquanto metia um consolo... era fantástico ver como aqueles corpos dançavam no ritmo do prazer.

Aliás, a Azul, mesmo sendo magrinha, tem uma bunda linda e avantajada que, de quatro como ela tava, quase te obrigava a comer ela. Meio tímido e sem querer interromper, dei uns passos pra trás e sentei na cadeira do corredor, de pernas abertas, de frente pro espetáculo que eu via, e com a música dos gemidos da minha sobrinha, comecei a me masturbar bem devagar, mas firme. Era tanto prazer que em pouco tempo eu já tava brincando com minha própria lubrificação, o que deixava o vai e vem da punheta ainda mais gostoso.

De repente, ouço minha sobrinha gritar: TIO!!! Longe de parar, continuei enquanto olhava pra elas. Nessa altura, já tavam num 69, as duas gemendo e se penetrando num ritmo invejável. Minha sobrinha continuava gemendo, agora acompanhada pela Azul, que entre risadas e olhares me convidava pra chegar mais perto. Claro que ninguém ia cortar aquele prazer, e eu gozei. Me aproximei enquanto ainda brincava com meu pau duríssimo naquele momento. Elas nunca pararam. A única coisa que disseram, quase ao mesmo tempo, foi: "Bem-vindo". Elas tiveram uns dois orgasmos, enquanto eu espalhava porra sobre os corpos e bocas delas, já que as duas disputavam o troféu. Enquanto alternava beijos e carícias com uma e outra, foi tanto êxtase que dormimos até quase dez horas, os três mergulhados em abraços e roçando aqueles corpos virginais... continua.

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