Esta é a história da minha primeira vez, um pouco modificada porque a original foi deletada por causa da idade que eu tinha na época. Espero que vocês curtam.O único nome que uso aqui é o meu, o resto é inventado.
Como já tinha comentado no meu relato anterior, meu nome é Alejandro, tenho 20 anos, sou cozinheiro do meu próprio restaurante. Essa é a história da minha primeira vez, modificando a idade que eu tinha na época porque era menor de idade e não são permitidas histórias com menores de idade.
A história começa nas noites de Natal. A família toda estava reunida, vieram parentes também do exterior, entre eles uma prima chamada Alexa, de 21 anos, que vinha da Argentina com o pai. Naquela época, eu tinha 19 anos. A gente não se via desde que éramos uns pirralhos de 7 anos. Quando a vi, era perfeita. Tinha uma bunda enorme e os peitos faziam contrapeso. Era de olhos castanhos e pele morena, uma deusa comparada com as outras mulheres que eu já tinha pegado. Chegada a noite de Natal, minha mãe convidou o pai dela e a Alexa pra ficarem dormindo na minha casa. Eles aceitaram. A festa era na minha casa e teve muito álcool. Todo mundo tava ligado e alguns estavam bêbados a ponto de nem falar direito. Depois de um tempo, pedi permissão pra minha mãe pra ir encontrar uns amigos e terminar de celebrar a noite com eles. Minha mãe aceitou, com a condição de levar a Alexa, porque ela tava entediada. Eu falei que tava de boa. Me aproximei dela pra perguntar se queria me acompanhar. Ela, sem pensar, levantou de onde tava sentada e disse que sim. Saímos de casa e no caminho começamos a falar das nossas vidas:
— E aí, o que você estuda agora? — me perguntou Alexa.
— Tô estudando culinária e penso em abrir meu próprio restaurante.
— Que legal. Eu vou cuidar de crianças.
— Deve ser bem interessante.
Continuamos conversando por um tempo sobre nossas vidas, e aí começou a parte quente.
— E você tem namorada?
— No momento não, só transo casualmente — falei com um tom de sarcasmo e flerte. A gente riu, e eu devolvi a pergunta.
— E você, também transa casualmente ou tem namorado?
— Nenhum dos dois — respondeu enquanto se Ria.
—Sério, você transa casualmente, Lejo?
—Não, como assim? Eu ainda não perdi minha inocência.
—Sério? Para de falar merda.
Nesse momento, a gente parou de conversar porque tinha chegado no nosso destino. Quando entramos, todos os olhares se voltaram pra ela e pro corpo espetacular dela. Apresentei ela pros meus amigos, e eles olhavam com tesão, como se estivessem despindo ela com os olhos. Ofereci uma bebida pra ela e sentamos longe de todo mundo, mas dava pra ver um ou outro olhar direcionado a ela. Continuamos nossa conversa:
—Sério que você é virgem?
—Sim, sou um filho de Deus.
—Hahaha, não tô acreditando.
—E você, é virgem?
—Hahaha, nunca. Sexo é uma delícia.
—Hahaha, você é bem piranha, né?
—Hahaha, me excita quando me chamam de piranha — ela falou num tom quente, se apalpando os peitos.
Naquela hora, vendo ela se esfregar nos peitos, fiquei de pau duro. Ela se levantou e sentou no meu colo, ou melhor, na minha virilha. Com o meu pau marcando na calça, me senti meio desconfortável.
—Tá bem durão, não é, idiota?
Eu fiquei vermelho, e ela começou a fazer movimentos com a bunda, esfregando ela toda na minha virilha. Ninguém tinha percebido, porque além de a gente estar afastado deles, todo mundo tava bêbado e o lugar tava meio escuro. Ela se levantou e me deu um beijo no canto da boca.
—Aqui não tem um quarto disponível? — ela perguntou pro dono da casa, que eu tinha apresentado antes.
—Tem, sim. Lá em cima, no fundo, pra vocês ficarem mais longe da bagunça, caso queiram dormir.
—Valeu — e deu um beijo na bochecha dele.
—Você é bem piranja, né? — falei pra ela.
—Vem comigo pro quarto?
—Pra quê? O que você vai fazer?
—Vou te fazer um favor.
—Ok, vou contigo.
Já sabendo o que a gente ia fazer, terminei minha bebida e levantei. Ela pegou na minha mão e a gente foi pro quarto. Ao entrar, ela fechou a porta e trancou pra não correr risco.
—Hoje você vai deixar de ser um filho de Deus — ela disse com uma risadinha. coquete - hoje você vai perder sua virgindade
ela começou a se despir e eu só observava, me fez sentar na beira da cama, e continuou se despindo, tirou a blusa e a calça jeans, ficando só de lingerie, se aproximou de mim e começou a me beijar, e me jogou na cama e começou a tirar minha camisa, e continuou me beijando, depois de nos beijarmos um tempo, desabotoou minha calça e começou a tirá-la, os sapatos não deixaram a calça sair completamente, mas ela não ligou e começou a me tocar por cima da cueca, e lambia
- que grande que você tem, mano - sem mentira, eu tinha ou tenho 20 cm
ela continuou o trabalho por cima da cueca e começou a abaixá-la, enquanto me dava beijos dos lados, quando terminou de abaixar, começou a me masturbar e dava beijos na ponta, depois enfiou quase tudo na boca, mostrando a profissional que era, eu já não aguentava mais porque ela fazia um puta trabalho oral, gozei na boca dela e ela engoliu tudo, me dizendo como era gostoso, minha ereção não baixava
- gostou?
- amei
- bom, então agora é sua vez
ela se deitou na cama e tirou a pouca roupa que ainda tinha, enquanto isso eu tirava os sapatos, para conseguir tirar a calça e a cueca de vez, quando terminei ela estava pronta com as pernas abertas me mostrando a buceta, comecei a beijá-la de cima até chegar nos peitos e me deliciar um pouco com tanto prazer, depois desci passando minha língua pela barriga dela até a buceta, comecei a mexer minha língua por todos os lados, já sabia por ver vídeos pornô na internet, ela gemia de prazer, já estava com a buceta toda molhada da minha saliva e dos fluidos dela
- me come inteira e me deixa sem nada, quero que me trate como sua putinha
- claro, você vai ser minha putinha, putinha suja
me levantei e rocei toda minha pica na buceta dela e finalmente enfiei, ela deu um grito de prazer e de dor, porque apesar de não ser virgem, nunca tinha tido uma pica tão grande dentro dela, comecei a meter Movimentos de dentro pra fora e ela gemia, até que explodiu num orgasmo enorme, jorrando os fluidos dela. Ela se levantou e ficou de quatro.
— Faz meu cu.
— Se você é bem vadia, vou te arrebentar o cu.
Dei umas mamadas nela e, como vi nos vídeos, comecei a lamber todo o orifício dela, que tava bem fechado. Fui enfiando dedo por dedo pra ir dilatando. Quando vi a oportunidade, comecei a roçar minha pica e enfiei só a ponta. Ela deu um gemido de dor e agarrou os lençóis da cama com toda força. Continuei enfiando o resto da minha pica, e ela me parou no meio, porque a dor não deixava. Aí comecei a fazer movimentos pra frente e pra trás. Ela reclamava de dor, mas também soltava gemidos de prazer. Continuei nessa, e cada vez minha pica entrava mais fundo nas entranhas dela, até que de uma vez só enfiei tudo. Ela deu um grito enorme. Eu segui com os movimentos, já não aguentava mais, e avisei que ia gozar.
— Vou tirar.
— Não, idiota, quero que goze dentro.
Continuei por mais um minuto e explodi dentro dela. Depois, ela se ajoelhou e começou a chupar minha pica pra limpar. Pegou um guardanapo que tinha e limpou o cu, que tava bem vermelho. Exausto, me deitei na cama sem roupa nem nada, e ela se deitou do meu lado.
— Pra ser a primeira vez, foi incrível. Além disso, você tem uma pica bem grande.
Caímos no sono, e uma hora depois ela me acordou: o pai dela tinha ligado pra gente ir pra casa. Nos vestimos os dois e fomos pra minha casa. No caminho todo, ela me contou as experiências sexuais dela. Chegamos na minha casa e fomos pro meu quarto, porque ela ia dormir no meu quarto, que tinha duas camas, mas dormimos na minha juntos.
Bom, poringa boys e poringa girls, essa foi a história da minha primeira vez, com a idade modificada. Se gostaram, comentem. Em breve vou postar outra história.
A história começa nas noites de Natal. A família toda estava reunida, vieram parentes também do exterior, entre eles uma prima chamada Alexa, de 21 anos, que vinha da Argentina com o pai. Naquela época, eu tinha 19 anos. A gente não se via desde que éramos uns pirralhos de 7 anos. Quando a vi, era perfeita. Tinha uma bunda enorme e os peitos faziam contrapeso. Era de olhos castanhos e pele morena, uma deusa comparada com as outras mulheres que eu já tinha pegado. Chegada a noite de Natal, minha mãe convidou o pai dela e a Alexa pra ficarem dormindo na minha casa. Eles aceitaram. A festa era na minha casa e teve muito álcool. Todo mundo tava ligado e alguns estavam bêbados a ponto de nem falar direito. Depois de um tempo, pedi permissão pra minha mãe pra ir encontrar uns amigos e terminar de celebrar a noite com eles. Minha mãe aceitou, com a condição de levar a Alexa, porque ela tava entediada. Eu falei que tava de boa. Me aproximei dela pra perguntar se queria me acompanhar. Ela, sem pensar, levantou de onde tava sentada e disse que sim. Saímos de casa e no caminho começamos a falar das nossas vidas:
— E aí, o que você estuda agora? — me perguntou Alexa.
— Tô estudando culinária e penso em abrir meu próprio restaurante.
— Que legal. Eu vou cuidar de crianças.
— Deve ser bem interessante.
Continuamos conversando por um tempo sobre nossas vidas, e aí começou a parte quente.
— E você tem namorada?
— No momento não, só transo casualmente — falei com um tom de sarcasmo e flerte. A gente riu, e eu devolvi a pergunta.
— E você, também transa casualmente ou tem namorado?
— Nenhum dos dois — respondeu enquanto se Ria.
—Sério, você transa casualmente, Lejo?
—Não, como assim? Eu ainda não perdi minha inocência.
—Sério? Para de falar merda.
Nesse momento, a gente parou de conversar porque tinha chegado no nosso destino. Quando entramos, todos os olhares se voltaram pra ela e pro corpo espetacular dela. Apresentei ela pros meus amigos, e eles olhavam com tesão, como se estivessem despindo ela com os olhos. Ofereci uma bebida pra ela e sentamos longe de todo mundo, mas dava pra ver um ou outro olhar direcionado a ela. Continuamos nossa conversa:
—Sério que você é virgem?
—Sim, sou um filho de Deus.
—Hahaha, não tô acreditando.
—E você, é virgem?
—Hahaha, nunca. Sexo é uma delícia.
—Hahaha, você é bem piranha, né?
—Hahaha, me excita quando me chamam de piranha — ela falou num tom quente, se apalpando os peitos.
Naquela hora, vendo ela se esfregar nos peitos, fiquei de pau duro. Ela se levantou e sentou no meu colo, ou melhor, na minha virilha. Com o meu pau marcando na calça, me senti meio desconfortável.
—Tá bem durão, não é, idiota?
Eu fiquei vermelho, e ela começou a fazer movimentos com a bunda, esfregando ela toda na minha virilha. Ninguém tinha percebido, porque além de a gente estar afastado deles, todo mundo tava bêbado e o lugar tava meio escuro. Ela se levantou e me deu um beijo no canto da boca.
—Aqui não tem um quarto disponível? — ela perguntou pro dono da casa, que eu tinha apresentado antes.
—Tem, sim. Lá em cima, no fundo, pra vocês ficarem mais longe da bagunça, caso queiram dormir.
—Valeu — e deu um beijo na bochecha dele.
—Você é bem piranja, né? — falei pra ela.
—Vem comigo pro quarto?
—Pra quê? O que você vai fazer?
—Vou te fazer um favor.
—Ok, vou contigo.
Já sabendo o que a gente ia fazer, terminei minha bebida e levantei. Ela pegou na minha mão e a gente foi pro quarto. Ao entrar, ela fechou a porta e trancou pra não correr risco.
—Hoje você vai deixar de ser um filho de Deus — ela disse com uma risadinha. coquete - hoje você vai perder sua virgindade
ela começou a se despir e eu só observava, me fez sentar na beira da cama, e continuou se despindo, tirou a blusa e a calça jeans, ficando só de lingerie, se aproximou de mim e começou a me beijar, e me jogou na cama e começou a tirar minha camisa, e continuou me beijando, depois de nos beijarmos um tempo, desabotoou minha calça e começou a tirá-la, os sapatos não deixaram a calça sair completamente, mas ela não ligou e começou a me tocar por cima da cueca, e lambia
- que grande que você tem, mano - sem mentira, eu tinha ou tenho 20 cm
ela continuou o trabalho por cima da cueca e começou a abaixá-la, enquanto me dava beijos dos lados, quando terminou de abaixar, começou a me masturbar e dava beijos na ponta, depois enfiou quase tudo na boca, mostrando a profissional que era, eu já não aguentava mais porque ela fazia um puta trabalho oral, gozei na boca dela e ela engoliu tudo, me dizendo como era gostoso, minha ereção não baixava
- gostou?
- amei
- bom, então agora é sua vez
ela se deitou na cama e tirou a pouca roupa que ainda tinha, enquanto isso eu tirava os sapatos, para conseguir tirar a calça e a cueca de vez, quando terminei ela estava pronta com as pernas abertas me mostrando a buceta, comecei a beijá-la de cima até chegar nos peitos e me deliciar um pouco com tanto prazer, depois desci passando minha língua pela barriga dela até a buceta, comecei a mexer minha língua por todos os lados, já sabia por ver vídeos pornô na internet, ela gemia de prazer, já estava com a buceta toda molhada da minha saliva e dos fluidos dela
- me come inteira e me deixa sem nada, quero que me trate como sua putinha
- claro, você vai ser minha putinha, putinha suja
me levantei e rocei toda minha pica na buceta dela e finalmente enfiei, ela deu um grito de prazer e de dor, porque apesar de não ser virgem, nunca tinha tido uma pica tão grande dentro dela, comecei a meter Movimentos de dentro pra fora e ela gemia, até que explodiu num orgasmo enorme, jorrando os fluidos dela. Ela se levantou e ficou de quatro.
— Faz meu cu.
— Se você é bem vadia, vou te arrebentar o cu.
Dei umas mamadas nela e, como vi nos vídeos, comecei a lamber todo o orifício dela, que tava bem fechado. Fui enfiando dedo por dedo pra ir dilatando. Quando vi a oportunidade, comecei a roçar minha pica e enfiei só a ponta. Ela deu um gemido de dor e agarrou os lençóis da cama com toda força. Continuei enfiando o resto da minha pica, e ela me parou no meio, porque a dor não deixava. Aí comecei a fazer movimentos pra frente e pra trás. Ela reclamava de dor, mas também soltava gemidos de prazer. Continuei nessa, e cada vez minha pica entrava mais fundo nas entranhas dela, até que de uma vez só enfiei tudo. Ela deu um grito enorme. Eu segui com os movimentos, já não aguentava mais, e avisei que ia gozar.
— Vou tirar.
— Não, idiota, quero que goze dentro.
Continuei por mais um minuto e explodi dentro dela. Depois, ela se ajoelhou e começou a chupar minha pica pra limpar. Pegou um guardanapo que tinha e limpou o cu, que tava bem vermelho. Exausto, me deitei na cama sem roupa nem nada, e ela se deitou do meu lado.
— Pra ser a primeira vez, foi incrível. Além disso, você tem uma pica bem grande.
Caímos no sono, e uma hora depois ela me acordou: o pai dela tinha ligado pra gente ir pra casa. Nos vestimos os dois e fomos pra minha casa. No caminho todo, ela me contou as experiências sexuais dela. Chegamos na minha casa e fomos pro meu quarto, porque ela ia dormir no meu quarto, que tinha duas camas, mas dormimos na minha juntos.
Bom, poringa boys e poringa girls, essa foi a história da minha primeira vez, com a idade modificada. Se gostaram, comentem. Em breve vou postar outra história.
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