Primeiramente, olá a todos
Meu nome é Sharon e em algum momento da minha vida quero ser sexóloga.. acabei no P! por acasos da vida e bom.. aí vai meu primeiro post
A primeira vez nunca se esquece...
Que frase mais clichê, né?
Posso garantir que não se esquece mesmo, seja ela "perfeita" com velas, pétalas de flores e toda a melosidade, ou de verdade, como aconteceu comigo, lá vai...
Foi num 14 de fevereiro, data difícil de esquecer, né?, corriam os últimos meses dos meus amados 17 anos, tinha terminado o colégio com uma média excelente e vivia uma "história de amor dos sonhos".
Vocês devem estar se perguntando por que escrevo essa frase entre aspas, fácil! Porque como toda história desse tipo, terminou mal, pior que mal, terrível...
Último ano do ensino médio, pré-vestibular e tudo mais, zero vida social além do meu círculo, vocês imaginam minha situação naquela época. O boom das redes sociais, a salvação da minha pobre vida social...
Uma tarde-noite como qualquer outra, cheguei da escola quase oito horas da noite, criei uma conta num site onde a galera podia ver seus dados, mas você conversava com anônimos. E foi assim que encontrei ele, ou melhor, ele me encontrou. Um cara de 20 anos, de outra cidade que eu não conhecia, como vocês podem imaginar, trocamos números, e mensagem vai, mensagem vem, a gente se apaixonou, ficamos de namorico e nos conhecemos pessoalmente.
Pois é, ficamos de namorico e três meses depois a gente se viu, coisa de jovem, né?
Passaram-se seis meses de relacionamento e nós dois éramos virgens, só pra constar, não porque eu quisesse, hahaha. Eu sempre tive um puta interesse por sexualidade humana, o erótico, o proibido... sempre li sobre o assunto e me instruí o suficiente graças a todos os meios que tive ao meu alcance, então, resumindo, eu sabia muita teoria e tava doida pra botar em prática.
A cena rolou na casa dela, a gente tinha tido nosso "jantar romântico de Dia dos Namorados" num restaurante bem caro, eu preferia ter ido direto ao assunto, mas fazer o quê, ela fez aquela noite típica de filme, jantar, champanhe, sobremesa, caminhada sob o luar e depois de esperar quase cinco horas vendo a cara de felicidade dela e ouvindo como a noite era perfeita e blá blá blá... chegou o momento que eu esperava a noite inteira.
Cama de casal, só nós dois no quarto, os pais dela dormindo, era MINHA hora.
Depois de uns vinte minutos tentando convencer ele a consumar o ato sexual, começou a melhor parte, a preliminar... beijos vão, beijos vêm, o quarto foi se enchendo aos poucos do clímax que a gente exalava, os beijos começaram a ficar cada vez mais intensos. Eu já tava pronta antes mesmo de ele colocar um dedo em mim. Ele apoiou a mão na minha nuca e foi descendo devagar com as duas mãos pelas minhas costas, os dedos dele pareciam seda, seda fria deslizando numa mesa de vidro, cada ponta dos dedos marcava sua dança por toda a minha coluna, e minha buceta respondia àquela dança se apertando cada vez mais no ritmo daquele bailado frenético que chegava à glória do fundo de mim.
Já estávamos no auge do clímax quando uma urgência tomou conta de mim, eu precisava, queria agora, já! Dentro de mim, derrubei ele de costas e montei em cima, a escuridão total do quarto não me deixava ver a expressão dele, mas o corpo dele, o corpo dele tremia de pânico e pedia aos berros que aquilo acabasse logo. Peguei o pau dele nas minhas mãos e guiei pra cumprir a função primitiva que tanto tinha sido negada. Começou entrando devagar, sentia meu hímen se rasgando aos poucos, mas era tamanho o estado de êxtase que eu tava que não sentia dor, só prazer e alívio quando o membro dele conseguiu se abrir caminho entre minhas coxas. Foram só dez estocadas rápidas, sim, eu contei. Ele me segurou pelas cadeiras antes de terminar e me levantou pra cima. Quando a gente se deu conta, os dois tavam encharcados de sangue, meu, dele, quem sabe?
Depois do "grande momento da vida de uma mulher", fomos nos higienizar e, ao voltar pra cama, ninguém disse uma palavra. Ela virou de costas e dormiu, e de brinde, não me tocou por umas duas semanas... A tesão que eu aguentei é inexplicável, haha. E não sei se fiz ou falei algo errado, a única coisa que sei é que minha primeira vez foi a coisa mais vergonhosa e frustrante que já aconteceu na minha vida.

Espero que vocês tenham gostado da minha humilde história, essa foi a minha primeira vez... me sigam no @SharonStar e compartilhem se curtiram meu relato.
Besiii :*
Meu nome é Sharon e em algum momento da minha vida quero ser sexóloga.. acabei no P! por acasos da vida e bom.. aí vai meu primeiro post
A primeira vez nunca se esquece...
Que frase mais clichê, né?
Posso garantir que não se esquece mesmo, seja ela "perfeita" com velas, pétalas de flores e toda a melosidade, ou de verdade, como aconteceu comigo, lá vai...
Foi num 14 de fevereiro, data difícil de esquecer, né?, corriam os últimos meses dos meus amados 17 anos, tinha terminado o colégio com uma média excelente e vivia uma "história de amor dos sonhos".
Vocês devem estar se perguntando por que escrevo essa frase entre aspas, fácil! Porque como toda história desse tipo, terminou mal, pior que mal, terrível...
Último ano do ensino médio, pré-vestibular e tudo mais, zero vida social além do meu círculo, vocês imaginam minha situação naquela época. O boom das redes sociais, a salvação da minha pobre vida social...
Uma tarde-noite como qualquer outra, cheguei da escola quase oito horas da noite, criei uma conta num site onde a galera podia ver seus dados, mas você conversava com anônimos. E foi assim que encontrei ele, ou melhor, ele me encontrou. Um cara de 20 anos, de outra cidade que eu não conhecia, como vocês podem imaginar, trocamos números, e mensagem vai, mensagem vem, a gente se apaixonou, ficamos de namorico e nos conhecemos pessoalmente. Pois é, ficamos de namorico e três meses depois a gente se viu, coisa de jovem, né?
Passaram-se seis meses de relacionamento e nós dois éramos virgens, só pra constar, não porque eu quisesse, hahaha. Eu sempre tive um puta interesse por sexualidade humana, o erótico, o proibido... sempre li sobre o assunto e me instruí o suficiente graças a todos os meios que tive ao meu alcance, então, resumindo, eu sabia muita teoria e tava doida pra botar em prática.
A cena rolou na casa dela, a gente tinha tido nosso "jantar romântico de Dia dos Namorados" num restaurante bem caro, eu preferia ter ido direto ao assunto, mas fazer o quê, ela fez aquela noite típica de filme, jantar, champanhe, sobremesa, caminhada sob o luar e depois de esperar quase cinco horas vendo a cara de felicidade dela e ouvindo como a noite era perfeita e blá blá blá... chegou o momento que eu esperava a noite inteira.
Cama de casal, só nós dois no quarto, os pais dela dormindo, era MINHA hora. Depois de uns vinte minutos tentando convencer ele a consumar o ato sexual, começou a melhor parte, a preliminar... beijos vão, beijos vêm, o quarto foi se enchendo aos poucos do clímax que a gente exalava, os beijos começaram a ficar cada vez mais intensos. Eu já tava pronta antes mesmo de ele colocar um dedo em mim. Ele apoiou a mão na minha nuca e foi descendo devagar com as duas mãos pelas minhas costas, os dedos dele pareciam seda, seda fria deslizando numa mesa de vidro, cada ponta dos dedos marcava sua dança por toda a minha coluna, e minha buceta respondia àquela dança se apertando cada vez mais no ritmo daquele bailado frenético que chegava à glória do fundo de mim.
Já estávamos no auge do clímax quando uma urgência tomou conta de mim, eu precisava, queria agora, já! Dentro de mim, derrubei ele de costas e montei em cima, a escuridão total do quarto não me deixava ver a expressão dele, mas o corpo dele, o corpo dele tremia de pânico e pedia aos berros que aquilo acabasse logo. Peguei o pau dele nas minhas mãos e guiei pra cumprir a função primitiva que tanto tinha sido negada. Começou entrando devagar, sentia meu hímen se rasgando aos poucos, mas era tamanho o estado de êxtase que eu tava que não sentia dor, só prazer e alívio quando o membro dele conseguiu se abrir caminho entre minhas coxas. Foram só dez estocadas rápidas, sim, eu contei. Ele me segurou pelas cadeiras antes de terminar e me levantou pra cima. Quando a gente se deu conta, os dois tavam encharcados de sangue, meu, dele, quem sabe?
Depois do "grande momento da vida de uma mulher", fomos nos higienizar e, ao voltar pra cama, ninguém disse uma palavra. Ela virou de costas e dormiu, e de brinde, não me tocou por umas duas semanas... A tesão que eu aguentei é inexplicável, haha. E não sei se fiz ou falei algo errado, a única coisa que sei é que minha primeira vez foi a coisa mais vergonhosa e frustrante que já aconteceu na minha vida.
Espero que vocês tenham gostado da minha humilde história, essa foi a minha primeira vez... me sigam no @SharonStar e compartilhem se curtiram meu relato.
Besiii :*
14 comentários - Poringa Girl Nova - Minha Primeira Vez
BIENVENIDA Y FELIZ AÑO
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