Partimos rumbo ao shopping, em vez de entrar numa loja geral, depois de muito tempo nos demos ao luxo de entrar numa de roupas de banho exclusivas. Pra ser sincero, já tinha esquecido como era aquela sensação. Enquanto as meninas procuravam, fui escolhendo umas havaianas que tava precisando mesmo, e de quebra peguei uma sunga que fosse mais a cara dos novos tempos, porque a minha parecia dos anos 80. As meninas riam e comentavam sobre os modelos, cada uma pegou uma e notei que a Naty parecia meio envergonhada. Perguntei pro Nico qual era a dele, e ele disse que não fazia ideia do que tava rolando. Criei coragem e perguntei o que tinha, ela ficou vermelha e falou que tava com vergonha da sunga dela comparada com as que as meninas escolheram. Tomei a liberdade sem consultar meu sobrinho e falei: "Escolhe uma, vamos". Ela ficou sem graça, e como minha mulher ouviu, incentivou ela a procurar uma. De quebra, estendi o convite pro Nico, mas ele se desculpou dizendo que a que ele tinha era nova e queria estrear. Sem mais, as três entraram nos provadores. Por falta de espaço, a Viqui e minha mulher entraram num só, e a Naty em outro. Depois de uns minutos, as meninas me chamaram e eu me aproximei. Era um espetáculo digno de ver: estavam simplesmente deliciosas. Dois biquínis bem pequenininhos: minha mulher num branco que destacava a silhueta dela, e a Viqui num rosa muito lindo. Na verdade, era o mesmo modelo, só que de cor diferente. Quase não cobria os peitos, e a parte de baixo era um triângulo minúsculo que sumia por trás na bunda, porque era só uma tirinha. Se se abaixassem, dava pra ver o buraquinho que eu conheço tão bem e já comi. E de quebra, levaram outro modelo azul clarinho e amarelo suave, aproveitaram como quem não quer nada. Faltava a Naty, que tava no provador ao lado. Ela abriu a cortina e me encontrou de frente, já que o Nico, como sempre, tava vagando por aí. Então ela me perguntou como tava. Tava muito gostosa, era um conjunto de crochê bem pequenininho, muito parecido com o das meninas. Adorei como ficou nela, destacava muito a juventude dela. tetas e adivinhava uma buceta linda, mas o problema é que enquanto ela me perguntava, as duas vadias das minhas mulheres abriam as fio-dentais e me mostravam as conas delas enquanto se tocavam entre si pra me deixar de pau duro, sabendo que a jovem estava do lado e me perguntando minha opinião. Então, pra sair dessa e da tesão que elas tavam me dando, chamei o Nico pra dar a opinião dele pra mina dele e, de quebra, eu sair pra ajeitar a pica que tava mal colocada e doía pra caralho.
E assim fomos embora, nem testei minha sunga, só levei ela. Subimos na caminhonete, no caminho passamos num supermercado e compramos mais um pouco de comida, já que o lugar pra onde íamos era no meio do mato, com uma floresta linda do lado, então estávamos bem sozinhos. Depois de duas horas de estrada, chegamos no local. A verdade é que era chique pra caralho: uma piscina enorme, a floresta que me falaram tinha trilhas pra caminhar ou pedalar, acho que uns dez minutos tinha um lago pequeno, e tudo muito pitoresco. A casa atendia todas as expectativas do preço combinado: dois quartos no andar de cima, um banheiro enorme pra compartilhar com uma hidromassagem que parecia uma janela gigante com vista pra floresta, a sala era muito bonita e espaçosa.
Nos acomodamos nos quartos, a pergunta era como íamos nos dividir. Como não tinha planejado ninguém, não pensei nessa parada de divisão, mas aí minha mulher tomou as rédeas. Agindo como uma tia gente boa, cedeu o quarto menor pros meninos, com a desculpa de que já tínhamos dividido espaço, e ficamos nós três no maior. Ambos tinham só uma cama. Pra não levantar suspeitas, ela explicou que já tínhamos dividido barracas e tudo mais, então ninguém perguntou nada. A viagem tinha me deixado cansado, mais pelo calor do que qualquer outra coisa, então não demorei nada pra sair pra piscina de chinelo e sunga nova.
Me joguei na espreguiçadeira pra aproveitar o sol que restava e talvez testar aquela piscina linda, e entrei. num sonho leve mas reconfortante, ouvi uns passos e alguém me perguntou se eu queria uma bebida gelada, olhei mas o sol batia direto no meu rosto então só vi a silhueta, e era de uma mulher, sorri agradeci e estendi a mão pra pegar o copo que ela me oferecia, quando me sentei soube quem era, a atenciosa Naty me servia uma taça de bebida porque percebeu que eu tava cansado, perguntei pelo Nico e ela disse que ele tinha deitado um pouco porque também tava cansado, papeamos um tempo sobre qualquer besteira, perguntei se ela não tava com calor já que o sol tava forte, ela respondeu que sim e se levantou tirando o vestidinho que tava usando por cima da cabeça deixando ver o lindo conjunto de biquíni de crochê que eu dei pra ela, me olhou e perguntou como tava ficando nela, tava uma delícia a putinha, se aproximou e me deu um beijo na bochecha porque não tinha me agradecido pelo presente, cheirava a frescor a gostosa, se virou me deixando ver a raba enorme que ela tinha e mergulhou na piscina me convidando pra entrar já que a água tava incrível, não demorei muito pra me juntar a ela dentro da piscina, parecia um otário, me jogava água e eu respondia, tentava me fazer cócegas e eu afundava ela e entre tanta brincadeira mais de uma vez roçei a bunda ou peguei um peito de passagem, sem falar de como tava a pica naquela altura e tenho certeza que a menina percebia, mas continuávamos com o joguinho e na minha mente só tava a ideia de que ela é a namorada do meu sobrinho e o cara vale mais do que a ideia de partir essa criatura gostosa.
Ainda bem que justo apareceu minha mulher pra salvar o pouco decoro que já me restava, saiu com a tanga branca que ficava pintada a óleo nela e atrás a Viqui rebolando o quadril com uma caminhada de gata que me mata, as duas não demoraram pra entrar na água e de passagem a Viqui pegou na minha pica e me disse, como cê tá, neném.
Brincamos um tempo até que o Nico apareceu e convidou a Naty pra dar uma volta, calculamos nós três que ele queria ir transar em algum lugar, quando as duas vadias foram embora Elas riam e zoavam com a "sweet girl", tentei bancar o sério e me afastar, mas não foi muito convincente porque me conhecem bem demais. "A vontade de comer aquela mina dá pra ver de longe", falavam, e eu ria e respondia que já tava satisfeito com as duas belezas que tinha. Aí a Viqui perguntou: "E a Jesy, ela não tá com a gente não?" Respondi meio sem graça, mas foi natural minha negativa. O motivo era simples: ela só transou com a gente uma vez, e pra mim é daquele tipo "se rolar, rola, se não, já era". Já passamos da fase de ficar esperando ela se decidir. Elas se olharam, se aproximaram, e foi minha mulher quem tomou a iniciativa: "Olha, era sobre isso que queríamos falar. A gente conversou e fiz uma proposta pra Viqui. Talvez você não tope, mas queria que pensasse." Olhei meio estranhado pra ela, com tanta volta. Ela explicou que convidou a Viqui pra morar com a gente, mas como namorada oficial. Perguntei o que a Viqui achou, e elas riam, pareciam felizes. Fiquei meio gelado, porque sempre sonhamos com isso, mas agora tava ali na minha frente. Elas me encaravam esperando resposta. Aí eu sorri e falei que sim. Elas se jogaram em cima de mim, me beijando com muito carinho. Só ouvi um "te amo" das duas, enquanto eu ficava ali feito um idiota, atordoado com tanta informação.
Claro, o dia foi espetacular. Todo mundo feliz, energia boa no ar. Pensar que uma semana atrás eu tava afundado em problemas por não ter trabalho parecia cada vez mais distante. Meu sobrinho tava cada vez mais vidrado na Viqui, que andava de fio dental, e eu sabia o quanto ele gostava. Disfarçava, mas não aguentava. Eu achava engraçado, porque não podia falar pra ele não ficar excitado com a nova tia, já que era tudo segredo. Mas a Naty percebia e só deixava rolar. Por outro lado, ela devolvia o favor pro Nico, olhando pra namorada espetacular dele, que com o conjuntinho que tava usando... Ela estava simplesmente linda.
E assim passou o primeiro dia. Quando a noite chegou, todos trocamos de roupa depois de nos lavarmos, jantamos enquanto acompanhávamos tudo com uma boa rodada de vinhos que trouxemos pra animar as ceias ou refeições, dependendo da ocasião. Depois veio uma deliciosa rodada de drinks preparados que deixou tudo muito agradável. Estávamos bem soltos, falando de esportes sociais, da vida e, como sempre, tudo acabou em sexo. Nico, que na verdade não bebia uma gota, não quis ficar de fora e se mandou uns bons drinks, o que fez com que, na hora dos drinks preparados, ele já estivesse bem bêbado. Como todo bêbado, sempre faz besteira, e isso nos deixava todos felizes. Dava pra ver que o cara, com tanto papo de sexo e ainda por cima tendo a Viqui na frente com um conjunto de saia bem curta na cor branca, estava de pau duro, e imagino que queria meter, mas como não estava acostumado a beber, a Naty mandou ele dormir pra não fazer papelão. Nessa altura, ele já passava a mão na Naty na frente de todo mundo, e acho que a garota não tava achando graça porque ele já tava passando dos limites. Ela acompanhou ele até o quarto e acabou ficando com ele, nos deixando só nós três com nossos drinks e felizes da vida.
Assim que eles sumiram, propus um brinde pra celebrar a proposta que me fizeram mais cedo. Pra ser sincero, não conseguia tirar aquilo da cabeça e queria explorar quais eram minhas novas fronteiras. Ou seja, embora a gente transasse de boa, estávamos mais acostumados a uma intimidade intensa, mas uma rotina meio seca. Então, sem mais delongas, depois do tradicional "saúde" pelo que viria, aproximei a boca pra beijar minha mulher, mas ela colocou um dedo na minha boca e pediu que dessa vez eu começasse pela nossa nova parceira, pra dar um nome. Então peguei a Viqui e a beijei com toda a vontade que guardei o dia inteiro. A língua dela brincava com a minha com uma vontade enlouquecida. Ela segurou minha cabeça e parecia que ia sugar minha alma naquele beijo. Eu a segurava pela cintura, quase na metade da bunda. cintura média, me afastei da boca dela sem soltar ela pela cintura e fui comer a boca da minha mulher, ela veio pra cima de mim e me comeu a boca como não fazia há muito tempo, segurei ela pela cintura sem soltar a Viqui enquanto massageava a bunda da minha mulher, nisso entrou a Naty que, por sorte, me viu beijando minha mulher, mas imagino que suspeitou de algo ao ver que eu segurava a Viqui pela cintura.
Perguntei pra Naty o que aconteceu com o Nico e ela respondeu que ele tinha dormido e ela pensou em passar mais um tempinho com a gente, mas se atrapalhasse, ia dormir. Foi bem claro que ela suspeitava de algo, mas não demos muita importância, sentamos pra conversar enquanto continuávamos bebendo, mas a essa altura já era só champanhe.
As línguas, por causa do álcool, estavam bem enroladas, as minhas estavam deitadas juntas, como se apoiassem uma na outra, eu sentado à direita delas e a Naty na minha frente, ela mais jogada naquela altura, falando meio balbuciando, e eu já não modulava muito bem, era de cair na risada. O negócio é que, no meio disso, a Naty jogada na minha frente me dava uma vista incrível da buceta da mina, que, bêbada, não fechava as pernas, era demais, ela usava uma tanga transparente que deixava à mostra toda a buceta depilada, uma delícia. Como não tava 100% sóbrio, pensei que tava vendo merda, mas era real, e isso, mesmo bêbadas, as minhas perceberam, chegaram do meu lado e sussurraram no meu ouvido pra eu fechar a boca porque tava babando. A Viqui me perguntou: "Como você comeria a garota? Seu safado." Me defendi dizendo que era culpa do álcool e que ela era namorada do Nico, elas riam e falavam putaria, mas o ponto é que a Naty tinha dormido ali no sofá e as minhas aproveitaram pra encher minha cabeça falando todo tipo de sacanagem, tipo: "olha que buceta, ela tem uma linda, olha como tá molhadinha, não quer tocar nela?" Eu tava feito uma moto e a pica tava dura pra caralho. Viqui se agachou, baixou minha calça e começou a me chupar ali mesmo, engolia inteiro, então se queria guerra, eu não tinha problema. Peguei ela pelo cabelo e enfiei até a garganta, que ela engasgue, pensei. Minha mulher se jogou pra beijar minha boca, chupava minha língua como se quisesse arrancar. Eu continuava enfiando a pica em Viqui até onde dava, e ela só saía pra tomar ar. Foi tão brutal minha gozada que quase afoguei ela com porra, já joguei tudo na garganta dela. Ela fazia ânsia, mas não reclamou, só me olhava com cara de puta safada. Peguei as duas pela mão e guiei pro quarto, dando a última olhadinha pra buceta da Naty. Minha surpresa foi que ela tava com a calcinha tão molhada que dava pra ver escorrendo fluido da buceta dela. Pensei: será que nos viu ou é só a tesão que o Nico deixou? Tampei ela com uma jaqueta e a gente foi pro quarto. Joguei minha mulher de quatro na cama, coloquei Viqui embaixo na buceta dela pra chupar a buceta enquanto eu metia. Reconheço que tava com a imagem da buceta da Naty na cabeça e a vontade de comer aquele manjar, então somando tudo e o trio gostoso que a gente tava fazendo, mas já oficialmente, foi bestial demais. Depois de umas metidas onde minha mulher gritava que nem louca com as enfiadas e chupadas ao mesmo tempo, ela gozou com um grito forte que me deu medo de acordar todo mundo em casa. Aí peguei Viqui pela cintura, arranquei o vestido dela em dois segundos, já que era a única que ainda tava vestida. A calcinha quem arrancou foi minha mulher, e repetimos a mesma posição: ela embaixo de Viqui e eu metendo nela de quatro. Quando comecei o vai e vem, era descomunal a quantidade de fluido que ela tinha. Tava tão tesudo que não aguentei e coloquei na entrada do cu dela. Ela não reclamou, pelo contrário, se ajeitou e enfiou até o fundo. Era realmente delicioso como ela engolia toda minha pica, se mexia que nem uma louca. e minha mulher tinha se agarrado no clitóris dela como uma louca, num momento a Viqui começou a convulsionar e se espalhou gozando estrepitosamente, a bunda dela pulsava e eu continuava bombando, quando senti que ia gozar avisei, nessa hora minha mulher já tinha saído e beijava ela, rápidas as duas pegaram minha pica e me sentaram pra chupar, eu sentia que saía toda minha descarga e elas chupavam como loucas até que minha explosão saiu, foi uma experiência toda, como banhei elas de porra, tava há muito tempo sem explodir assim, molhei cara bocas e cabelo delas, foi um puta prazer, mas enquanto eu explodia tinha certeza que vi uma carinha de menina pela porta, acho que tavam nos espionando e não sabia desde quando tavam nos observando, mas o que era certo é que a gente tinha tido uma espectadora de tudo e eu não sabia se ela contaria tudo pro Nico ou guardaria o segredo.
E assim fomos embora, nem testei minha sunga, só levei ela. Subimos na caminhonete, no caminho passamos num supermercado e compramos mais um pouco de comida, já que o lugar pra onde íamos era no meio do mato, com uma floresta linda do lado, então estávamos bem sozinhos. Depois de duas horas de estrada, chegamos no local. A verdade é que era chique pra caralho: uma piscina enorme, a floresta que me falaram tinha trilhas pra caminhar ou pedalar, acho que uns dez minutos tinha um lago pequeno, e tudo muito pitoresco. A casa atendia todas as expectativas do preço combinado: dois quartos no andar de cima, um banheiro enorme pra compartilhar com uma hidromassagem que parecia uma janela gigante com vista pra floresta, a sala era muito bonita e espaçosa.
Nos acomodamos nos quartos, a pergunta era como íamos nos dividir. Como não tinha planejado ninguém, não pensei nessa parada de divisão, mas aí minha mulher tomou as rédeas. Agindo como uma tia gente boa, cedeu o quarto menor pros meninos, com a desculpa de que já tínhamos dividido espaço, e ficamos nós três no maior. Ambos tinham só uma cama. Pra não levantar suspeitas, ela explicou que já tínhamos dividido barracas e tudo mais, então ninguém perguntou nada. A viagem tinha me deixado cansado, mais pelo calor do que qualquer outra coisa, então não demorei nada pra sair pra piscina de chinelo e sunga nova.
Me joguei na espreguiçadeira pra aproveitar o sol que restava e talvez testar aquela piscina linda, e entrei. num sonho leve mas reconfortante, ouvi uns passos e alguém me perguntou se eu queria uma bebida gelada, olhei mas o sol batia direto no meu rosto então só vi a silhueta, e era de uma mulher, sorri agradeci e estendi a mão pra pegar o copo que ela me oferecia, quando me sentei soube quem era, a atenciosa Naty me servia uma taça de bebida porque percebeu que eu tava cansado, perguntei pelo Nico e ela disse que ele tinha deitado um pouco porque também tava cansado, papeamos um tempo sobre qualquer besteira, perguntei se ela não tava com calor já que o sol tava forte, ela respondeu que sim e se levantou tirando o vestidinho que tava usando por cima da cabeça deixando ver o lindo conjunto de biquíni de crochê que eu dei pra ela, me olhou e perguntou como tava ficando nela, tava uma delícia a putinha, se aproximou e me deu um beijo na bochecha porque não tinha me agradecido pelo presente, cheirava a frescor a gostosa, se virou me deixando ver a raba enorme que ela tinha e mergulhou na piscina me convidando pra entrar já que a água tava incrível, não demorei muito pra me juntar a ela dentro da piscina, parecia um otário, me jogava água e eu respondia, tentava me fazer cócegas e eu afundava ela e entre tanta brincadeira mais de uma vez roçei a bunda ou peguei um peito de passagem, sem falar de como tava a pica naquela altura e tenho certeza que a menina percebia, mas continuávamos com o joguinho e na minha mente só tava a ideia de que ela é a namorada do meu sobrinho e o cara vale mais do que a ideia de partir essa criatura gostosa.
Ainda bem que justo apareceu minha mulher pra salvar o pouco decoro que já me restava, saiu com a tanga branca que ficava pintada a óleo nela e atrás a Viqui rebolando o quadril com uma caminhada de gata que me mata, as duas não demoraram pra entrar na água e de passagem a Viqui pegou na minha pica e me disse, como cê tá, neném.
Brincamos um tempo até que o Nico apareceu e convidou a Naty pra dar uma volta, calculamos nós três que ele queria ir transar em algum lugar, quando as duas vadias foram embora Elas riam e zoavam com a "sweet girl", tentei bancar o sério e me afastar, mas não foi muito convincente porque me conhecem bem demais. "A vontade de comer aquela mina dá pra ver de longe", falavam, e eu ria e respondia que já tava satisfeito com as duas belezas que tinha. Aí a Viqui perguntou: "E a Jesy, ela não tá com a gente não?" Respondi meio sem graça, mas foi natural minha negativa. O motivo era simples: ela só transou com a gente uma vez, e pra mim é daquele tipo "se rolar, rola, se não, já era". Já passamos da fase de ficar esperando ela se decidir. Elas se olharam, se aproximaram, e foi minha mulher quem tomou a iniciativa: "Olha, era sobre isso que queríamos falar. A gente conversou e fiz uma proposta pra Viqui. Talvez você não tope, mas queria que pensasse." Olhei meio estranhado pra ela, com tanta volta. Ela explicou que convidou a Viqui pra morar com a gente, mas como namorada oficial. Perguntei o que a Viqui achou, e elas riam, pareciam felizes. Fiquei meio gelado, porque sempre sonhamos com isso, mas agora tava ali na minha frente. Elas me encaravam esperando resposta. Aí eu sorri e falei que sim. Elas se jogaram em cima de mim, me beijando com muito carinho. Só ouvi um "te amo" das duas, enquanto eu ficava ali feito um idiota, atordoado com tanta informação.
Claro, o dia foi espetacular. Todo mundo feliz, energia boa no ar. Pensar que uma semana atrás eu tava afundado em problemas por não ter trabalho parecia cada vez mais distante. Meu sobrinho tava cada vez mais vidrado na Viqui, que andava de fio dental, e eu sabia o quanto ele gostava. Disfarçava, mas não aguentava. Eu achava engraçado, porque não podia falar pra ele não ficar excitado com a nova tia, já que era tudo segredo. Mas a Naty percebia e só deixava rolar. Por outro lado, ela devolvia o favor pro Nico, olhando pra namorada espetacular dele, que com o conjuntinho que tava usando... Ela estava simplesmente linda.
E assim passou o primeiro dia. Quando a noite chegou, todos trocamos de roupa depois de nos lavarmos, jantamos enquanto acompanhávamos tudo com uma boa rodada de vinhos que trouxemos pra animar as ceias ou refeições, dependendo da ocasião. Depois veio uma deliciosa rodada de drinks preparados que deixou tudo muito agradável. Estávamos bem soltos, falando de esportes sociais, da vida e, como sempre, tudo acabou em sexo. Nico, que na verdade não bebia uma gota, não quis ficar de fora e se mandou uns bons drinks, o que fez com que, na hora dos drinks preparados, ele já estivesse bem bêbado. Como todo bêbado, sempre faz besteira, e isso nos deixava todos felizes. Dava pra ver que o cara, com tanto papo de sexo e ainda por cima tendo a Viqui na frente com um conjunto de saia bem curta na cor branca, estava de pau duro, e imagino que queria meter, mas como não estava acostumado a beber, a Naty mandou ele dormir pra não fazer papelão. Nessa altura, ele já passava a mão na Naty na frente de todo mundo, e acho que a garota não tava achando graça porque ele já tava passando dos limites. Ela acompanhou ele até o quarto e acabou ficando com ele, nos deixando só nós três com nossos drinks e felizes da vida.
Assim que eles sumiram, propus um brinde pra celebrar a proposta que me fizeram mais cedo. Pra ser sincero, não conseguia tirar aquilo da cabeça e queria explorar quais eram minhas novas fronteiras. Ou seja, embora a gente transasse de boa, estávamos mais acostumados a uma intimidade intensa, mas uma rotina meio seca. Então, sem mais delongas, depois do tradicional "saúde" pelo que viria, aproximei a boca pra beijar minha mulher, mas ela colocou um dedo na minha boca e pediu que dessa vez eu começasse pela nossa nova parceira, pra dar um nome. Então peguei a Viqui e a beijei com toda a vontade que guardei o dia inteiro. A língua dela brincava com a minha com uma vontade enlouquecida. Ela segurou minha cabeça e parecia que ia sugar minha alma naquele beijo. Eu a segurava pela cintura, quase na metade da bunda. cintura média, me afastei da boca dela sem soltar ela pela cintura e fui comer a boca da minha mulher, ela veio pra cima de mim e me comeu a boca como não fazia há muito tempo, segurei ela pela cintura sem soltar a Viqui enquanto massageava a bunda da minha mulher, nisso entrou a Naty que, por sorte, me viu beijando minha mulher, mas imagino que suspeitou de algo ao ver que eu segurava a Viqui pela cintura.
Perguntei pra Naty o que aconteceu com o Nico e ela respondeu que ele tinha dormido e ela pensou em passar mais um tempinho com a gente, mas se atrapalhasse, ia dormir. Foi bem claro que ela suspeitava de algo, mas não demos muita importância, sentamos pra conversar enquanto continuávamos bebendo, mas a essa altura já era só champanhe.
As línguas, por causa do álcool, estavam bem enroladas, as minhas estavam deitadas juntas, como se apoiassem uma na outra, eu sentado à direita delas e a Naty na minha frente, ela mais jogada naquela altura, falando meio balbuciando, e eu já não modulava muito bem, era de cair na risada. O negócio é que, no meio disso, a Naty jogada na minha frente me dava uma vista incrível da buceta da mina, que, bêbada, não fechava as pernas, era demais, ela usava uma tanga transparente que deixava à mostra toda a buceta depilada, uma delícia. Como não tava 100% sóbrio, pensei que tava vendo merda, mas era real, e isso, mesmo bêbadas, as minhas perceberam, chegaram do meu lado e sussurraram no meu ouvido pra eu fechar a boca porque tava babando. A Viqui me perguntou: "Como você comeria a garota? Seu safado." Me defendi dizendo que era culpa do álcool e que ela era namorada do Nico, elas riam e falavam putaria, mas o ponto é que a Naty tinha dormido ali no sofá e as minhas aproveitaram pra encher minha cabeça falando todo tipo de sacanagem, tipo: "olha que buceta, ela tem uma linda, olha como tá molhadinha, não quer tocar nela?" Eu tava feito uma moto e a pica tava dura pra caralho. Viqui se agachou, baixou minha calça e começou a me chupar ali mesmo, engolia inteiro, então se queria guerra, eu não tinha problema. Peguei ela pelo cabelo e enfiei até a garganta, que ela engasgue, pensei. Minha mulher se jogou pra beijar minha boca, chupava minha língua como se quisesse arrancar. Eu continuava enfiando a pica em Viqui até onde dava, e ela só saía pra tomar ar. Foi tão brutal minha gozada que quase afoguei ela com porra, já joguei tudo na garganta dela. Ela fazia ânsia, mas não reclamou, só me olhava com cara de puta safada. Peguei as duas pela mão e guiei pro quarto, dando a última olhadinha pra buceta da Naty. Minha surpresa foi que ela tava com a calcinha tão molhada que dava pra ver escorrendo fluido da buceta dela. Pensei: será que nos viu ou é só a tesão que o Nico deixou? Tampei ela com uma jaqueta e a gente foi pro quarto. Joguei minha mulher de quatro na cama, coloquei Viqui embaixo na buceta dela pra chupar a buceta enquanto eu metia. Reconheço que tava com a imagem da buceta da Naty na cabeça e a vontade de comer aquele manjar, então somando tudo e o trio gostoso que a gente tava fazendo, mas já oficialmente, foi bestial demais. Depois de umas metidas onde minha mulher gritava que nem louca com as enfiadas e chupadas ao mesmo tempo, ela gozou com um grito forte que me deu medo de acordar todo mundo em casa. Aí peguei Viqui pela cintura, arranquei o vestido dela em dois segundos, já que era a única que ainda tava vestida. A calcinha quem arrancou foi minha mulher, e repetimos a mesma posição: ela embaixo de Viqui e eu metendo nela de quatro. Quando comecei o vai e vem, era descomunal a quantidade de fluido que ela tinha. Tava tão tesudo que não aguentei e coloquei na entrada do cu dela. Ela não reclamou, pelo contrário, se ajeitou e enfiou até o fundo. Era realmente delicioso como ela engolia toda minha pica, se mexia que nem uma louca. e minha mulher tinha se agarrado no clitóris dela como uma louca, num momento a Viqui começou a convulsionar e se espalhou gozando estrepitosamente, a bunda dela pulsava e eu continuava bombando, quando senti que ia gozar avisei, nessa hora minha mulher já tinha saído e beijava ela, rápidas as duas pegaram minha pica e me sentaram pra chupar, eu sentia que saía toda minha descarga e elas chupavam como loucas até que minha explosão saiu, foi uma experiência toda, como banhei elas de porra, tava há muito tempo sem explodir assim, molhei cara bocas e cabelo delas, foi um puta prazer, mas enquanto eu explodia tinha certeza que vi uma carinha de menina pela porta, acho que tavam nos espionando e não sabia desde quando tavam nos observando, mas o que era certo é que a gente tinha tido uma espectadora de tudo e eu não sabia se ela contaria tudo pro Nico ou guardaria o segredo.
0 comentários - As coisas da vida IV: Tudo muda, transformação