Relato 100% real
Depois que terminei com minha namorada, fiquei muito, mas muito mal mesmo. Por isso, não tinha nenhum interesse em me envolver com nenhuma garota.
O que ficava martelando na minha cabeça era o seguinte: se foi graças a ela que eu tinha levado uma pirocada e como eu gostei!! Fui um idiota por não ter tocado e chupado a buceta dela....
No trabalho, tinha um colega, o Juanca, que sempre que eu falava alguma coisa, respondia "chupa minha pica". Nunca tinha dado atenção pra isso, mas agora, como eu não estava bem, comecei a prestar atenção, e muita.
Um dia, como tantos outros, falo algo pra ele e a resposta foi a de sempre. Aí eu falo: "vou chupar ela, dá licença" e tento tocar. Ele fez cara feia e foi embora. Durante uns 10 ou 15 dias, ele tentava me evitar e, quando eu falava alguma coisa, nunca respondia "chupa minha pica".
Passaram esses dias e eu falo que precisava fazer alguma coisa (eu era o encarregado), e ele responde "chupa minha pica" e dá um sorriso. Falo: "vai lá no mezanino do segundo setor e empilha todas as caixas que puder na parte da frente, que eu passo daqui a pouco pra ver que espaço livre tem atrás".
Meia hora depois, vou pro mezanino, subo e o Juanca já tinha arrumado tudo como eu pedi. "Perfeito", falei, "sobrou espaço suficiente pra mercadoria que vai chegar nos próximos dias. Juanca, preciso falar com você", falei enquanto me sentava. "O que foi?", ele perguntou. "Nada grave, só queria esclarecer que o que te falei outro dia era sério." Juanca quis ir embora, mas consegui que ele ficasse até eu terminar de explicar. Continuei dizendo que, como trabalhávamos juntos há anos, confiava que ele não contaria pra ninguém, e eu, claro, muito menos.
Passaram uns dias e o Juanca me disse: "Te espero no mezanino, não demora, por favor." Senti uma alegria imensa. Em 5 minutos, estava subindo. Encontro o Juanca nu da cintura pra baixo, com a pica dura. "Me mostra como você chupa", ele disse. Me ajoelhei e comecei a acariciar, e depois, devagar, fui... passando a língua primeiro na cabeça, depois por todo o comprimento até chegar nos ovos dele, que também beijei e chupei. "Mete na boca", ele pediu. Devagar fui chupando até ter quase tudo dentro da minha boca, ia e vinha, ia e vinha. "Mais rápido, tô muito tesudo", ele disse, e eu aumentei o ritmo até ele gozar. "Que lindo, nunca me chuparam assim". "Que sorte que você gostou", eu falei. "É a primeira vez que chupo uma pica". Que tempos bons aqueles, dava pra chupar uma pica, engolir o leite, foder tudo sem camisinha. Tô falando de uns vinte e poucos anos atrás, não existia AIDS.
Do Juanca eu chupava duas ou três vezes por semana. Um dia tava chupando ele e ele fala: "Para, para, não quer foder?" "Sim, mas primeiro brinca um pouco na portinha e depois vai metendo devagar", eu falei. Eu tinha sido comido uma vez só e tinha gostado. Eu tava comendo minha namorada e também fui comido. "Sim, eu faço o que você pedir", ele disse, e começamos a foder. No começo doeu um pouco, mas depois eu implorava pra ele meter tudo. Num momento eu falo: "Mete tudo e mexe mais rápido", pedi. Assim ele começou a fazer e acho que gozamos juntos. Fiz uma punheta da porra enquanto o Juanca me comia.
Umas semanas depois, recebo uma notícia péssima. Juanca fala: "Vou sair desse trampo, tenho que pegar trem e ônibus". Falei com o dono do lugar onde a gente trabalhava pra ver se dava pra aumentar o salário dele pra ele não ir embora, pra ele não ir embora... mas não deu sorte, Juanca pediu demissão.
No lugar do Juanca entrou o Enrique, um guri de 19 anos, Henry desde o primeiro dia. Percebi que nessa altura já não tava mais pensando na minha ex-namorada nem em nenhuma mulher... "Será que virei viado?", pensei. Peguei uma colega de trabalho que tinha fama de fácil e sim, a gente fodeu um monte de vezes sem problema. Dúvida dissipada.
Depois de ter chupado a pica do Juanca por mais de um mês, tinha pegado o gosto, e o único que tava por perto era o Henry. Com quem não tinha muita confiança e não sabia como encarar, um dia me deu na telha perguntar: "você gosta de scalectrix?" ele sempre dizia, "legal". falei: "amanhã vamos pra uma pista que tem em Ciudadela". "vamos nessa", ele respondeu.
Um baita avanço, pensei. Fomos pra pista, emprestei meu carrinho, tomamos algo e falamos: "melhor ir embora, tá ficando muito tarde". Quando saímos, como a rua tava bem escura, falei: "Henry, me dá a caixa onde eu trouxe o carrinho?" "tá, me dá", ele disse. Quando peguei, aproveitei e toquei bem na cock dele. "Que porra você tá fazendo, idiota?", ele falou. "Nada", respondi, "eu sempre começo zoando e termino comendo!!!" Caminhamos as duas quadras até a avenida sem falar nada.
No outro dia, pergunto: "e aí, gostou da noite passada?" "foi boa", ele disse. "Pra mim, a curva tinha que ser mais fechada", falei. "Eu não tava falando disso", ele respondeu...
Diante dessa resposta, falo: "que bom, depois a gente conversa". Era um dia cheio de trabalho e não achei o momento pra gente conversar tranquilo. Quando surgiu uma brecha, falei: "vai pro segundo mezanino que eu já vou".
Quando subi, Henry tava sentado me esperando. "O que você realmente quer?", ele perguntou. "Primeiro, que isso seja um segredo entre nós dois e, aconteça o que acontecer, ninguém pode saber. Você concorda?", perguntei. "Confia em mim", ele disse. "Legal", pensei, "se entregou!!!" "Bom, o que você quer fazer?" "Chupar sua cock, com certeza, depois a gente vê." "Como sei que não é uma zoeira?", ele perguntou. Abaixei a calça e a cueca e falei: "vai, me apoia pra ver que é sério". Ele me apoiou sem abaixar as dele. "Não, assim não, apoia sua cock no meu cu." Ele aceitou e se convenceu de que era sério. Naquele dia não rolou nada, tínhamos muito trabalho.
No outro dia, pergunto: "Henry, já comeu alguém?" "Uma vez", ele disse, tímido. "Bom, a gente vê se dá pra fazer alguma coisa", falei.
Dois dias depois, falo: "chegou a hora, vai pro mezanino e me espera". Quando cheguei, ele tava esperando em pé. Não aguentei e comecei a tocar a cock dele, fui sentindo que tava endurecendo. "Fica mais confortável", falei. Ele abaixou as calças e... O slip e ali deixei ela livre pra eu aproveitar, era grande tipo a minha, uns 15 cm mais ou menos, chupei ela com tanta vontade que em dois ou três minutos ela fala: "não aguento mais, vem tranquilo", eu disse.
Fim da primeira parte
Depois que terminei com minha namorada, fiquei muito, mas muito mal mesmo. Por isso, não tinha nenhum interesse em me envolver com nenhuma garota.
O que ficava martelando na minha cabeça era o seguinte: se foi graças a ela que eu tinha levado uma pirocada e como eu gostei!! Fui um idiota por não ter tocado e chupado a buceta dela....
No trabalho, tinha um colega, o Juanca, que sempre que eu falava alguma coisa, respondia "chupa minha pica". Nunca tinha dado atenção pra isso, mas agora, como eu não estava bem, comecei a prestar atenção, e muita.
Um dia, como tantos outros, falo algo pra ele e a resposta foi a de sempre. Aí eu falo: "vou chupar ela, dá licença" e tento tocar. Ele fez cara feia e foi embora. Durante uns 10 ou 15 dias, ele tentava me evitar e, quando eu falava alguma coisa, nunca respondia "chupa minha pica".
Passaram esses dias e eu falo que precisava fazer alguma coisa (eu era o encarregado), e ele responde "chupa minha pica" e dá um sorriso. Falo: "vai lá no mezanino do segundo setor e empilha todas as caixas que puder na parte da frente, que eu passo daqui a pouco pra ver que espaço livre tem atrás".
Meia hora depois, vou pro mezanino, subo e o Juanca já tinha arrumado tudo como eu pedi. "Perfeito", falei, "sobrou espaço suficiente pra mercadoria que vai chegar nos próximos dias. Juanca, preciso falar com você", falei enquanto me sentava. "O que foi?", ele perguntou. "Nada grave, só queria esclarecer que o que te falei outro dia era sério." Juanca quis ir embora, mas consegui que ele ficasse até eu terminar de explicar. Continuei dizendo que, como trabalhávamos juntos há anos, confiava que ele não contaria pra ninguém, e eu, claro, muito menos.
Passaram uns dias e o Juanca me disse: "Te espero no mezanino, não demora, por favor." Senti uma alegria imensa. Em 5 minutos, estava subindo. Encontro o Juanca nu da cintura pra baixo, com a pica dura. "Me mostra como você chupa", ele disse. Me ajoelhei e comecei a acariciar, e depois, devagar, fui... passando a língua primeiro na cabeça, depois por todo o comprimento até chegar nos ovos dele, que também beijei e chupei. "Mete na boca", ele pediu. Devagar fui chupando até ter quase tudo dentro da minha boca, ia e vinha, ia e vinha. "Mais rápido, tô muito tesudo", ele disse, e eu aumentei o ritmo até ele gozar. "Que lindo, nunca me chuparam assim". "Que sorte que você gostou", eu falei. "É a primeira vez que chupo uma pica". Que tempos bons aqueles, dava pra chupar uma pica, engolir o leite, foder tudo sem camisinha. Tô falando de uns vinte e poucos anos atrás, não existia AIDS.
Do Juanca eu chupava duas ou três vezes por semana. Um dia tava chupando ele e ele fala: "Para, para, não quer foder?" "Sim, mas primeiro brinca um pouco na portinha e depois vai metendo devagar", eu falei. Eu tinha sido comido uma vez só e tinha gostado. Eu tava comendo minha namorada e também fui comido. "Sim, eu faço o que você pedir", ele disse, e começamos a foder. No começo doeu um pouco, mas depois eu implorava pra ele meter tudo. Num momento eu falo: "Mete tudo e mexe mais rápido", pedi. Assim ele começou a fazer e acho que gozamos juntos. Fiz uma punheta da porra enquanto o Juanca me comia.
Umas semanas depois, recebo uma notícia péssima. Juanca fala: "Vou sair desse trampo, tenho que pegar trem e ônibus". Falei com o dono do lugar onde a gente trabalhava pra ver se dava pra aumentar o salário dele pra ele não ir embora, pra ele não ir embora... mas não deu sorte, Juanca pediu demissão.
No lugar do Juanca entrou o Enrique, um guri de 19 anos, Henry desde o primeiro dia. Percebi que nessa altura já não tava mais pensando na minha ex-namorada nem em nenhuma mulher... "Será que virei viado?", pensei. Peguei uma colega de trabalho que tinha fama de fácil e sim, a gente fodeu um monte de vezes sem problema. Dúvida dissipada.
Depois de ter chupado a pica do Juanca por mais de um mês, tinha pegado o gosto, e o único que tava por perto era o Henry. Com quem não tinha muita confiança e não sabia como encarar, um dia me deu na telha perguntar: "você gosta de scalectrix?" ele sempre dizia, "legal". falei: "amanhã vamos pra uma pista que tem em Ciudadela". "vamos nessa", ele respondeu.
Um baita avanço, pensei. Fomos pra pista, emprestei meu carrinho, tomamos algo e falamos: "melhor ir embora, tá ficando muito tarde". Quando saímos, como a rua tava bem escura, falei: "Henry, me dá a caixa onde eu trouxe o carrinho?" "tá, me dá", ele disse. Quando peguei, aproveitei e toquei bem na cock dele. "Que porra você tá fazendo, idiota?", ele falou. "Nada", respondi, "eu sempre começo zoando e termino comendo!!!" Caminhamos as duas quadras até a avenida sem falar nada.
No outro dia, pergunto: "e aí, gostou da noite passada?" "foi boa", ele disse. "Pra mim, a curva tinha que ser mais fechada", falei. "Eu não tava falando disso", ele respondeu...
Diante dessa resposta, falo: "que bom, depois a gente conversa". Era um dia cheio de trabalho e não achei o momento pra gente conversar tranquilo. Quando surgiu uma brecha, falei: "vai pro segundo mezanino que eu já vou".
Quando subi, Henry tava sentado me esperando. "O que você realmente quer?", ele perguntou. "Primeiro, que isso seja um segredo entre nós dois e, aconteça o que acontecer, ninguém pode saber. Você concorda?", perguntei. "Confia em mim", ele disse. "Legal", pensei, "se entregou!!!" "Bom, o que você quer fazer?" "Chupar sua cock, com certeza, depois a gente vê." "Como sei que não é uma zoeira?", ele perguntou. Abaixei a calça e a cueca e falei: "vai, me apoia pra ver que é sério". Ele me apoiou sem abaixar as dele. "Não, assim não, apoia sua cock no meu cu." Ele aceitou e se convenceu de que era sério. Naquele dia não rolou nada, tínhamos muito trabalho.
No outro dia, pergunto: "Henry, já comeu alguém?" "Uma vez", ele disse, tímido. "Bom, a gente vê se dá pra fazer alguma coisa", falei.
Dois dias depois, falo: "chegou a hora, vai pro mezanino e me espera". Quando cheguei, ele tava esperando em pé. Não aguentei e comecei a tocar a cock dele, fui sentindo que tava endurecendo. "Fica mais confortável", falei. Ele abaixou as calças e... O slip e ali deixei ela livre pra eu aproveitar, era grande tipo a minha, uns 15 cm mais ou menos, chupei ela com tanta vontade que em dois ou três minutos ela fala: "não aguento mais, vem tranquilo", eu disse.
Fim da primeira parte
2 comentários - Meu debut como bi (matéria pendente)