Estava em 2010 trabalhando com um grupo de professores e professoras numa piscina duas tardes por semana, e vinham crianças de 10 a 12 anos uma vez por hora. O grupo era uma professora e quatro professores; em idade e tempo de magistério, eu era o mais velho, com 51 anos. A professora era casada, uns 35 anos; um cara uns dois anos mais novo que eu; outro de aproximadamente 40 anos; e o mais novo, de 30 ou 31 anos. O problema é que nunca acontecia nada fora do normal...
A partir das 13h até as 17h, os grupos de alunos iam se sucedendo em vários horários, e cada um pegava as crianças de acordo com as habilidades e aprendizados delas. No fim da jornada, íamos os quatro homens para o vestiário, tomávamos banho pra tirar o cloro, nos vestíamos e cada um seguia com suas obrigações. Todos iam para outro trabalho, ou eu era o único que voltava pra casa. Isso fazia com que, muitas vezes, principalmente no inverno, eu ficasse mais tempo no chuveiro quente que os outros e geralmente fosse o último a sair...
Um dia, no começo de agosto, aconteceu que Maximiliano (assim se chamava o professor de 30 anos) começou a ficar também mais tempo. No primeiro dia que ele fez isso, perguntei:
— Não vai se atrasar pro outro trampo?
— Não, pedi demissão porque briguei com o dono da academia...
Até aí, tudo normal. A área dos chuveiros tinha 4 boxes de um lado e outros 4 chuveiros de frente. Por costume, cada um tomava banho no mesmo chuveiro, todos do mesmo lado. Quando Maximiliano começou a ficar até mais tarde, decidiu mudar e, a partir daquele dia, usava o chuveiro que ficava de frente pro meu...
No começo, não prestei muita atenção, mas depois comecei a reparar e notei que, enquanto se ensaboava, ele não parava de olhar pra minha piroca e ainda me mostrava a bunda de um jeito provocante. Eu tentava não dar muita importância, mas a verdade é que o Maximiliano tinha um Bunda muito bonita. Parecia a bunda de uma mulher de tão redondinha e empinada que era. Nunca tinha passado pela minha cabeça fazer nada a respeito, mas ao mesmo tempo que me incomodava, me deixava com muito tesão pensar que ele estava tentando me seduzir...
Foi assim durante os dois dias da semana seguinte, e quando íamos para o vestiário, ele sempre tentava se trocar perto de mim e descaradamente me mostrava a bunda, e era muito claro que não parava de olhar pra minha pica e não se importava que eu percebesse que estava observando ele. Claro, eu tentava fazer de conta que não tava vendo nada. O problema é que no caminho de carro pra casa, eu não parava de pensar no que tinha rolado no chuveiro e no vestiário, e sempre descia do carro com uma meia-pau que tentava disfarçar na frente da minha esposa. Eu tava tão excitado com o que tava acontecendo que nesses dias sempre acabava comendo ela à noite. Ela nunca quis dar o cu (a gente tentou várias vezes no começo do casamento, mas ela nunca gostou), e eu comecei a ficar obcecado em enfiar minha pica no cu do Maximiliano. Na real, eu só fantasiava com a ideia...
Na semana seguinte, enquanto eu tava tomando banho, fecho os olhos pra sentir a água escorrendo pelo meu corpo e relaxar um pouco, e sinto alguém pegar na minha pica. Abri os olhos e era o Maximiliano segurando minha pica na mão direita dele. Eu briguei com ele e falei:
- "Cê tá louco, vão nos expulsar do clube..."
- "Tô, tô louco por você, faz tempo que quero chupar sua pica, faz tempo que quero que você me dê uma boa fodida..."
- "Para com essa merda, talvez você não se importe de ser expulso porque é relativamente jovem, mas eu não posso fazer loucura e ficar sem trabalho na minha idade..."
- "Vamos foder em outro lugar..."
- "Não me enche o saco, não quero problema..."
- "Sua pica não diz a mesma coisa, olha como ela tá dura, e eu já soltei ela da minha mão faz tempo..."
Eu tava morrendo de vergonha. Era evidente que minha pica me entregava, que realmente tava morrendo de vontade de chupar ele e de comer ele. A gente começou a se vestir e ele, sem vergonha, ficava passando a mão no meu volume sempre que podia, sem ninguém perceber. Saímos juntos e cada um subiu no seu carro. Quando eu vou dar a partida, ele aparece na minha janela e fala:
- "Na próxima aula vou vir sem meu carro pra ir com você pra minha casa e você me comer bem comido..."
- "E que desculpa vou dar pra minha esposa por chegar tarde...? Não, de jeito nenhum, se a gente for tentar alguma coisa, a gente faz com todo cuidado, tanto no trabalho quanto na vida pessoal..."
- "Ok, como você quiser..."
Passaram 10 dias e aconteceu algo inesperado. Chegamos no trabalho como sempre, lá pelas 12h30, e ficamos sabendo que tinha um problema com a caldeira da piscina e a temperatura da água tava fria, então aquela tarde as aulas iam ser suspensas. Percebi que os olhos do Maximiliano brilharam e entendi o que ele tava bolando. Todos os professores saímos bem na hora que começava a primeira aula (13h00). A gente se despediu até a próxima e cruzamos olhares com o Maximiliano, e sem falar nada, a gente já tinha dito tudo. Ele ligou o carro dele e eu segui ele no meu até chegar no apartamento de solteiro dele...
Subimos no elevador até o 10º andar e ele já começou a passar a mão na minha pica por cima da calça. Assim que entramos no apartamento dele (dois cômodos e varanda), e quando ele fechou a porta, me deu um beijo tentando enfiar a língua na minha boca. Eu tava morrendo de vontade de corresponder, mas segurei ele e perguntei:
- "O que foi que você viu em mim, já que não sou jovem e com certeza conhece gente com pica melhor e maior que a minha..."
- "Sempre gostei de coroas grisalhos como você, e mais do que o tamanho da sua pica, o que me interessa é a sua experiência..."
Esclarecimento necessário: minha pica não passa de 15/16 cm quando tá dura...
- "Aí você se ferrou, nunca estive Com outro homem, vai ser minha primeira vez..."
- "Me interessa sua experiência como amante, se faz quase 25 anos que você é casado, sabe muito bem como é transar..."
- "Sim, mas minha esposa sempre recusou sexo anal, então minha experiência nesse aspecto é quase nula..."
- "Eu vou te ensinar como me comer..."
E ele calou minha boca com um beijo que, claro, devolvi, e nossas línguas se enroscaram por minutos intermináveis, enquanto meu pau ficou duro como há muito tempo não lembrava. Nos acomodamos num sofá de dois lugares da sala de jantar e continuamos nos beijando, enquanto ele, desesperado, tentava não só apalpar meu pau, mas abrir o zíper da calça para libertar meu pau da prisão. Quando conseguiu, agarrou meu pau e, ao perceber que estava duro o suficiente, enfiou ele inteiro na boca. Tenho que confessar que ele sabia muito bem o que estava fazendo. Eu curtia muito mais do que quando minha esposa chupa meu pau. Ele brincava com minha rola dentro da boca, usando a língua e o céu da boca de um jeito que avisei:
- "Se continuar assim, não vou aguentar muito tempo sem gozar..."
Ele tira meu pau da boca e diz:
- "Estou esperando toda sua porra para beber até a última gota..."
E engole de novo. Não passaram mais de dois minutos e eu derramei toda minha porra dentro da boca dele, que engoliu sem desperdiçar nada. Foi tanta porra que meu pau ficou tão mole que eu achava muito difícil conseguir comer o cu do Maximiliano. Ele percebeu e perguntou:
- "O que aconteceu com seu pau...?"
- "Vamos ter que esperar um pouco até eu recuperar as forças..."
- "Não se preocupa, ainda temos umas horas, vamos pro quarto..."
Nos deitamos na cama de casal que tinha lá e deixei ele fazer o que quisesse. Enquanto me acariciava e beijava meu corpo todo, foi me despindo enquanto ele também se despia. O pau dele pulsava e eu me animei a tocar e agarrar com minha mão. esquerda. Era a primeira vez que eu tinha na mão um pau que não era o meu. Comecei a fazer uma punheta suave nele, o pau dele era uns dois centímetros mais comprido que o meu. Enquanto batia uma pra ele, perguntei:
- "Você usa ele pra comer...?"
- "Não, sou 100% passivo..."
Continuei batendo uma e, como num passe de mágica, à medida que o pau dele endurecia, o meu voltava a crescer. Quando ele viu que meu pau tava duro de novo, se jogou pra chupar ele, e então pedi:
- "Vai com calma com a boca, porque na minha idade e depois da gozada anterior, se eu gozar de novo, vai ser missão impossível ficar duro pela terceira vez tão rápido..."
- "Não se preocupa, só quero a dureza necessária pra você enfiar no meu cu..."
E ele completou:
- "Solta meu pau agora, porque o meu não vai amolecer assim tão fácil, quero que você bata uma pra mim enquanto me come..."
Quando ele achou que meu pau tava pronto, se colocou de quatro perto da borda da cama pra eu penetrar ele por trás, em pé no chão. Ele foi guiando meu pau até que consegui enfiar a cabeça toda. Foi uma sensação única e maravilhosa sentir o esfíncter apertando pra não deixar meu pau escapar. Devagar, fui enfiando mais e mais até que meus 16 cm desapareceram dentro do cu dele. Perguntei:
- "Tá confortável...?"
- "Tô..."
- "Começa quando quiser e não para até encher meu cu de porra..."
- "Olha que depois de como você me fez gozar agora pouco, vai demorar pra sair minha porra pela segunda vez..."
- "Melhor, assim você vai me comer por muito tempo..."
E comecei a bombar ele. Devagar até que nós dois achamos o ritmo mais confortável. Minha mão esquerda tava apoiada no quadril dele, e com a direita peguei o pau dele e comecei a bater uma no ritmo das minhas estocadas. Durou pra caralho. Depois de 5 minutos, Maximiliano gozou, e minha mão ficou toda melada, mas eu não queria soltar o pau dele porque, mesmo depois de ter gozado, o O pau dele continuava duro. Ele me pede, quase implorando:
- "Continua me batendo uma, por favor..."
A verdade é que, com a porra derramada por ele, minha pica estava tão lubrificada que ficou até mais fácil continuar batendo uma pra ele. Devem ter sido entre 10 e 15 minutos até eu gozar pela segunda vez e sentir minha porra inundando as tripas dele. Quase ao mesmo tempo, ele goza pela segunda vez...
Nem preciso dizer que meu pau já não aguentava mais, embora tenha sido uma das melhores fodas da minha vida. Me deito na cama pra me recuperar, e ele chupa minha pica com a intenção de deixá-la limpa e brilhando. Até pega minha mão direita cheia da porra dele e lambe até engolir tudo. Eu digo:
- "Você é um guloso e um glutão..."
- "Por isso gosto dos mais velhos, porque gozam pra caralho e a porra geralmente é grossa como a sua..."
Ele me deixou tomar um banho, e esperou eu sair do chuveiro pra nos vestirmos um ao outro. Tomamos um café e, entre uma conversa e outra, chegou a hora em que normalmente saímos do clube pra ir cada um pra sua casa. Ele me acompanhou até a rua e, no elevador, nos perdemos num beijo de língua interminável durante os 10 andares que durou a viagem, enquanto ele continuava apalpando meu pau por cima da calça. Quando estou prestes a entrar no carro, ele diz:
- "Isso aí a gente tem que repetir..."
- "Vamos ver, hoje tivemos sorte que as aulas foram suspensas, nem sempre vai ser assim e te aviso: não tenta nada nos chuveiros e no vestiário, porque aí sim que não vou ter mais vontade do teu cu..."
Perto do fim do ano, surgiu outra oportunidade. As aulas de natação na piscina coberta terminaram em novembro porque o clube preparava a piscina pra temporada de verão, que começaria em meados de dezembro. Temos uma reunião de avaliação de toda a equipe de trabalho com as autoridades do clube, e nos informam que ela teria horário de início às 13h, mas sem horário de término; já que até que todos tivéssemos ido embora... Avaliados primeiro em grupo e depois individualmente, ninguém podia ir embora. Liguei no celular pra minha esposa e avisei que não sabia que horas voltaria, mas que com certeza pra hora do jantar (21h) estaria em casa...
A avaliação em grupo não durou mais de 45 minutos, e a individual seria por ordem alfabética do sobrenome pra ninguém se sentir ofendido. Maximiliano seria o primeiro e eu o segundo. Nos informaram que depois da avaliação individual poderíamos ir embora. Quando terminei minha avaliação e fui buscar meu carro no estacionamento, vi Maximiliano encostado na porta do motorista do meu veículo. Aconteceu o seguinte diálogo:
- "O que cê tá fazendo aqui, ainda não foi embora...?"
- "Imaginei que a gente ia sair cedo e não trouxe meu carro, me leva até em casa...?"
- "Cê é um pilantra, há quanto tempo cê planejou tudo isso...?"
- "Quando soube que a avaliação seria em ordem alfabética..."
- "Cê já sabia disso...?"
- "Eu sugeri pro Presidente da Subcomissão, te incomoda...?"
- "Não, mas cê é um putinho; sobe e vamos logo..."
Assim que liguei o carro, ele disse:
- "Enquanto cê usa a alavanca de câmbio do carro, deixa eu usar essa outra alavanca..."
E puxou minha pica pra fora da calça e começou a bater uma punheta pra mim. Respondi:
- "Lembra que no melhor dos casos eu só tenho duas gozadas..."
- "Então a gente vai usar na minha casa..."
O que rolou na casa dele foi bem parecido com nosso primeiro encontro, com a diferença que, apesar de ele ter chupado minha paca um monte de vezes, todas as minhas gozadas foram dentro do cu dele. Ele me perguntou:
- "Até que horas cê vai ficar...?"
- "No máximo até 20h30..."
- "Perfeito, são 15h30, temos 5 horas..."
Comi ele duas vezes, enchendo o cu dele de muita porra. Ele chupou minha paca um monte de vezes pra endurecer, pra limpar, porque tava com vontade, porque eu pedia, etc. Me despedi dele e voltei pra minha casa. casa... Mesmo que a gente se veja em algumas reuniões de professores que rolam durante o ano, no ano seguinte a gente não voltou a trabalhar junto. Eu fui trampar em outro clube como Coordenador de Natação e ele continuou lá como professor...
A partir das 13h até as 17h, os grupos de alunos iam se sucedendo em vários horários, e cada um pegava as crianças de acordo com as habilidades e aprendizados delas. No fim da jornada, íamos os quatro homens para o vestiário, tomávamos banho pra tirar o cloro, nos vestíamos e cada um seguia com suas obrigações. Todos iam para outro trabalho, ou eu era o único que voltava pra casa. Isso fazia com que, muitas vezes, principalmente no inverno, eu ficasse mais tempo no chuveiro quente que os outros e geralmente fosse o último a sair...
Um dia, no começo de agosto, aconteceu que Maximiliano (assim se chamava o professor de 30 anos) começou a ficar também mais tempo. No primeiro dia que ele fez isso, perguntei:
— Não vai se atrasar pro outro trampo?
— Não, pedi demissão porque briguei com o dono da academia...
Até aí, tudo normal. A área dos chuveiros tinha 4 boxes de um lado e outros 4 chuveiros de frente. Por costume, cada um tomava banho no mesmo chuveiro, todos do mesmo lado. Quando Maximiliano começou a ficar até mais tarde, decidiu mudar e, a partir daquele dia, usava o chuveiro que ficava de frente pro meu...
No começo, não prestei muita atenção, mas depois comecei a reparar e notei que, enquanto se ensaboava, ele não parava de olhar pra minha piroca e ainda me mostrava a bunda de um jeito provocante. Eu tentava não dar muita importância, mas a verdade é que o Maximiliano tinha um Bunda muito bonita. Parecia a bunda de uma mulher de tão redondinha e empinada que era. Nunca tinha passado pela minha cabeça fazer nada a respeito, mas ao mesmo tempo que me incomodava, me deixava com muito tesão pensar que ele estava tentando me seduzir...
Foi assim durante os dois dias da semana seguinte, e quando íamos para o vestiário, ele sempre tentava se trocar perto de mim e descaradamente me mostrava a bunda, e era muito claro que não parava de olhar pra minha pica e não se importava que eu percebesse que estava observando ele. Claro, eu tentava fazer de conta que não tava vendo nada. O problema é que no caminho de carro pra casa, eu não parava de pensar no que tinha rolado no chuveiro e no vestiário, e sempre descia do carro com uma meia-pau que tentava disfarçar na frente da minha esposa. Eu tava tão excitado com o que tava acontecendo que nesses dias sempre acabava comendo ela à noite. Ela nunca quis dar o cu (a gente tentou várias vezes no começo do casamento, mas ela nunca gostou), e eu comecei a ficar obcecado em enfiar minha pica no cu do Maximiliano. Na real, eu só fantasiava com a ideia...
Na semana seguinte, enquanto eu tava tomando banho, fecho os olhos pra sentir a água escorrendo pelo meu corpo e relaxar um pouco, e sinto alguém pegar na minha pica. Abri os olhos e era o Maximiliano segurando minha pica na mão direita dele. Eu briguei com ele e falei:
- "Cê tá louco, vão nos expulsar do clube..."
- "Tô, tô louco por você, faz tempo que quero chupar sua pica, faz tempo que quero que você me dê uma boa fodida..."
- "Para com essa merda, talvez você não se importe de ser expulso porque é relativamente jovem, mas eu não posso fazer loucura e ficar sem trabalho na minha idade..."
- "Vamos foder em outro lugar..."
- "Não me enche o saco, não quero problema..."
- "Sua pica não diz a mesma coisa, olha como ela tá dura, e eu já soltei ela da minha mão faz tempo..."
Eu tava morrendo de vergonha. Era evidente que minha pica me entregava, que realmente tava morrendo de vontade de chupar ele e de comer ele. A gente começou a se vestir e ele, sem vergonha, ficava passando a mão no meu volume sempre que podia, sem ninguém perceber. Saímos juntos e cada um subiu no seu carro. Quando eu vou dar a partida, ele aparece na minha janela e fala:
- "Na próxima aula vou vir sem meu carro pra ir com você pra minha casa e você me comer bem comido..."
- "E que desculpa vou dar pra minha esposa por chegar tarde...? Não, de jeito nenhum, se a gente for tentar alguma coisa, a gente faz com todo cuidado, tanto no trabalho quanto na vida pessoal..."
- "Ok, como você quiser..."
Passaram 10 dias e aconteceu algo inesperado. Chegamos no trabalho como sempre, lá pelas 12h30, e ficamos sabendo que tinha um problema com a caldeira da piscina e a temperatura da água tava fria, então aquela tarde as aulas iam ser suspensas. Percebi que os olhos do Maximiliano brilharam e entendi o que ele tava bolando. Todos os professores saímos bem na hora que começava a primeira aula (13h00). A gente se despediu até a próxima e cruzamos olhares com o Maximiliano, e sem falar nada, a gente já tinha dito tudo. Ele ligou o carro dele e eu segui ele no meu até chegar no apartamento de solteiro dele...
Subimos no elevador até o 10º andar e ele já começou a passar a mão na minha pica por cima da calça. Assim que entramos no apartamento dele (dois cômodos e varanda), e quando ele fechou a porta, me deu um beijo tentando enfiar a língua na minha boca. Eu tava morrendo de vontade de corresponder, mas segurei ele e perguntei:
- "O que foi que você viu em mim, já que não sou jovem e com certeza conhece gente com pica melhor e maior que a minha..."
- "Sempre gostei de coroas grisalhos como você, e mais do que o tamanho da sua pica, o que me interessa é a sua experiência..."
Esclarecimento necessário: minha pica não passa de 15/16 cm quando tá dura...
- "Aí você se ferrou, nunca estive Com outro homem, vai ser minha primeira vez..."
- "Me interessa sua experiência como amante, se faz quase 25 anos que você é casado, sabe muito bem como é transar..."
- "Sim, mas minha esposa sempre recusou sexo anal, então minha experiência nesse aspecto é quase nula..."
- "Eu vou te ensinar como me comer..."
E ele calou minha boca com um beijo que, claro, devolvi, e nossas línguas se enroscaram por minutos intermináveis, enquanto meu pau ficou duro como há muito tempo não lembrava. Nos acomodamos num sofá de dois lugares da sala de jantar e continuamos nos beijando, enquanto ele, desesperado, tentava não só apalpar meu pau, mas abrir o zíper da calça para libertar meu pau da prisão. Quando conseguiu, agarrou meu pau e, ao perceber que estava duro o suficiente, enfiou ele inteiro na boca. Tenho que confessar que ele sabia muito bem o que estava fazendo. Eu curtia muito mais do que quando minha esposa chupa meu pau. Ele brincava com minha rola dentro da boca, usando a língua e o céu da boca de um jeito que avisei:
- "Se continuar assim, não vou aguentar muito tempo sem gozar..."
Ele tira meu pau da boca e diz:
- "Estou esperando toda sua porra para beber até a última gota..."
E engole de novo. Não passaram mais de dois minutos e eu derramei toda minha porra dentro da boca dele, que engoliu sem desperdiçar nada. Foi tanta porra que meu pau ficou tão mole que eu achava muito difícil conseguir comer o cu do Maximiliano. Ele percebeu e perguntou:
- "O que aconteceu com seu pau...?"
- "Vamos ter que esperar um pouco até eu recuperar as forças..."
- "Não se preocupa, ainda temos umas horas, vamos pro quarto..."
Nos deitamos na cama de casal que tinha lá e deixei ele fazer o que quisesse. Enquanto me acariciava e beijava meu corpo todo, foi me despindo enquanto ele também se despia. O pau dele pulsava e eu me animei a tocar e agarrar com minha mão. esquerda. Era a primeira vez que eu tinha na mão um pau que não era o meu. Comecei a fazer uma punheta suave nele, o pau dele era uns dois centímetros mais comprido que o meu. Enquanto batia uma pra ele, perguntei:
- "Você usa ele pra comer...?"
- "Não, sou 100% passivo..."
Continuei batendo uma e, como num passe de mágica, à medida que o pau dele endurecia, o meu voltava a crescer. Quando ele viu que meu pau tava duro de novo, se jogou pra chupar ele, e então pedi:
- "Vai com calma com a boca, porque na minha idade e depois da gozada anterior, se eu gozar de novo, vai ser missão impossível ficar duro pela terceira vez tão rápido..."
- "Não se preocupa, só quero a dureza necessária pra você enfiar no meu cu..."
E ele completou:
- "Solta meu pau agora, porque o meu não vai amolecer assim tão fácil, quero que você bata uma pra mim enquanto me come..."
Quando ele achou que meu pau tava pronto, se colocou de quatro perto da borda da cama pra eu penetrar ele por trás, em pé no chão. Ele foi guiando meu pau até que consegui enfiar a cabeça toda. Foi uma sensação única e maravilhosa sentir o esfíncter apertando pra não deixar meu pau escapar. Devagar, fui enfiando mais e mais até que meus 16 cm desapareceram dentro do cu dele. Perguntei:
- "Tá confortável...?"
- "Tô..."
- "Começa quando quiser e não para até encher meu cu de porra..."
- "Olha que depois de como você me fez gozar agora pouco, vai demorar pra sair minha porra pela segunda vez..."
- "Melhor, assim você vai me comer por muito tempo..."
E comecei a bombar ele. Devagar até que nós dois achamos o ritmo mais confortável. Minha mão esquerda tava apoiada no quadril dele, e com a direita peguei o pau dele e comecei a bater uma no ritmo das minhas estocadas. Durou pra caralho. Depois de 5 minutos, Maximiliano gozou, e minha mão ficou toda melada, mas eu não queria soltar o pau dele porque, mesmo depois de ter gozado, o O pau dele continuava duro. Ele me pede, quase implorando:
- "Continua me batendo uma, por favor..."
A verdade é que, com a porra derramada por ele, minha pica estava tão lubrificada que ficou até mais fácil continuar batendo uma pra ele. Devem ter sido entre 10 e 15 minutos até eu gozar pela segunda vez e sentir minha porra inundando as tripas dele. Quase ao mesmo tempo, ele goza pela segunda vez...
Nem preciso dizer que meu pau já não aguentava mais, embora tenha sido uma das melhores fodas da minha vida. Me deito na cama pra me recuperar, e ele chupa minha pica com a intenção de deixá-la limpa e brilhando. Até pega minha mão direita cheia da porra dele e lambe até engolir tudo. Eu digo:
- "Você é um guloso e um glutão..."
- "Por isso gosto dos mais velhos, porque gozam pra caralho e a porra geralmente é grossa como a sua..."
Ele me deixou tomar um banho, e esperou eu sair do chuveiro pra nos vestirmos um ao outro. Tomamos um café e, entre uma conversa e outra, chegou a hora em que normalmente saímos do clube pra ir cada um pra sua casa. Ele me acompanhou até a rua e, no elevador, nos perdemos num beijo de língua interminável durante os 10 andares que durou a viagem, enquanto ele continuava apalpando meu pau por cima da calça. Quando estou prestes a entrar no carro, ele diz:
- "Isso aí a gente tem que repetir..."
- "Vamos ver, hoje tivemos sorte que as aulas foram suspensas, nem sempre vai ser assim e te aviso: não tenta nada nos chuveiros e no vestiário, porque aí sim que não vou ter mais vontade do teu cu..."
Perto do fim do ano, surgiu outra oportunidade. As aulas de natação na piscina coberta terminaram em novembro porque o clube preparava a piscina pra temporada de verão, que começaria em meados de dezembro. Temos uma reunião de avaliação de toda a equipe de trabalho com as autoridades do clube, e nos informam que ela teria horário de início às 13h, mas sem horário de término; já que até que todos tivéssemos ido embora... Avaliados primeiro em grupo e depois individualmente, ninguém podia ir embora. Liguei no celular pra minha esposa e avisei que não sabia que horas voltaria, mas que com certeza pra hora do jantar (21h) estaria em casa...
A avaliação em grupo não durou mais de 45 minutos, e a individual seria por ordem alfabética do sobrenome pra ninguém se sentir ofendido. Maximiliano seria o primeiro e eu o segundo. Nos informaram que depois da avaliação individual poderíamos ir embora. Quando terminei minha avaliação e fui buscar meu carro no estacionamento, vi Maximiliano encostado na porta do motorista do meu veículo. Aconteceu o seguinte diálogo:
- "O que cê tá fazendo aqui, ainda não foi embora...?"
- "Imaginei que a gente ia sair cedo e não trouxe meu carro, me leva até em casa...?"
- "Cê é um pilantra, há quanto tempo cê planejou tudo isso...?"
- "Quando soube que a avaliação seria em ordem alfabética..."
- "Cê já sabia disso...?"
- "Eu sugeri pro Presidente da Subcomissão, te incomoda...?"
- "Não, mas cê é um putinho; sobe e vamos logo..."
Assim que liguei o carro, ele disse:
- "Enquanto cê usa a alavanca de câmbio do carro, deixa eu usar essa outra alavanca..."
E puxou minha pica pra fora da calça e começou a bater uma punheta pra mim. Respondi:
- "Lembra que no melhor dos casos eu só tenho duas gozadas..."
- "Então a gente vai usar na minha casa..."
O que rolou na casa dele foi bem parecido com nosso primeiro encontro, com a diferença que, apesar de ele ter chupado minha paca um monte de vezes, todas as minhas gozadas foram dentro do cu dele. Ele me perguntou:
- "Até que horas cê vai ficar...?"
- "No máximo até 20h30..."
- "Perfeito, são 15h30, temos 5 horas..."
Comi ele duas vezes, enchendo o cu dele de muita porra. Ele chupou minha paca um monte de vezes pra endurecer, pra limpar, porque tava com vontade, porque eu pedia, etc. Me despedi dele e voltei pra minha casa. casa... Mesmo que a gente se veja em algumas reuniões de professores que rolam durante o ano, no ano seguinte a gente não voltou a trabalhar junto. Eu fui trampar em outro clube como Coordenador de Natação e ele continuou lá como professor...
3 comentários - Maxi (Conto Gay)