Tudo começou numa noite em que eu tinha acabado de dar aula. Vou contar pra vocês: sou professor universitário de um curso de humanas, tenho 34 anos, sou casado há bastante tempo e, de aparência física, sou bem normal: moreno, cabelo curto, olhos castanhos. No fim, não me acho muito bonito, mas tenho meu estilo e minha vibe. Naquela noite, depois de uma aula bem participativa com os alunos, que acabou sendo muito boa, eu estava saindo da sala quando um aluno — que sinceramente eu não lembrava direito — me pediu o e-mail, dizendo que tinha umas dúvidas sobre uns textos. Sem problemas, eu disse: "Sim, claro! Além disso, se me adicionar no MSN à noite, pode perguntar à vontade" (algo muito comum pra mim). A partir daí, comecei a reparar mais nele nas aulas seguintes, porque ele lia bastante e participava, então eu achava legal citar os exemplos ou as dúvidas dele e analisar em sala. Com o passar das aulas, a química foi aumentando, tanto nas aulas quanto no MSN. A gente começou a falar de coisas além dos textos. Um dia, ele me encontra no bandejão da universidade tomando um café, senta e a gente começa a conversar. Enquanto a gente falava, umas alunas me cumprimentam. Quando elas vão embora, ele diz: "A loirinha é gostosa e tá afim de você, hein?" Eu rio e falo: "Mas ela é muito nova, deve ter 20 ou 21 anos. Eu tenho 34, já sou velho, hahaha. Ela é mais pra você." E ele responde: "Pra mim? Não, nem a pau, não curto mulheres!" O comentário me chamou a atenção, eu não tinha notado. Percebendo minha surpresa, ele diz: "Não curte viado?" Falo: "Não, não, relaxa, pra mim é tudo igual." Me despedi e fui começar a aula. Quando cheguei em casa, umas 12 da noite, costumo entrar no MSN. Assim que conectei, Diego me cumprimentou. A gente começou a conversar, e entre uma piada e outra, ele perguntou como seria meu dia seguinte. Contei, e ele disse que também ia estar perto da área onde eu dava aula. Aí me chamou pra tomar algo depois, pra ver umas coisas do trabalho prático dele. Falei: "Beleza, tranquilo, sem problema."
Preciso admitir que esse cara me atraía, eu tava me divertindo com ele. Quando a gente tava no bar, na área de Palermo, a gente falou sobre um monte de coisa, e ele me pergunta: "Você nunca ficou com um homem?" Eu dei uma risada nervosa e falei: "Não, não, verdade que não" (preciso confessar que a situação toda tava me agradando e começando a me excitar, porque ele era bem definido fisicamente, muito gostoso). E ele: "E você gostaria?" Hahaha (risada nervosa) "Sei lá, cara, nunca diga nunca." Mudei de assunto, a conversa seguiu por outro lado. Quando eu tava indo embora, falei: "Quer que eu te deixe em algum lugar, por aqui?" Ele disse que sim, que morava perto. Falei: "Beleza, então vamos." No carro, a gente começou a conversar e perguntei: "Você é gay ou bi?" "Versátil", ele respondeu. A situação tava mais que excitante pra mim, mas eu também não tava com coragem de dar esse passo. Já no carro, de vez em quando ele passava a mão na minha perna por causa de alguma piada ou pra me contar algo, o que me deixava excitado. Depois de umas dez quadras, a gente chegou e o papo foi mais ou menos assim:
Diego: "Pra onde você vai?"
Eu: "Pra casa, dormir um pouco."
Diego: "Trabalha hoje?"
Eu: "Não, vou dormir e tenho que preparar umas aulas, de boa."
Diego: "Sua mulher já tá te esperando?"
Eu: "Não, ela vem só à noite."
Diego: "Ah, não quer subir um pouquinho? Tenho umas cervejinhas importadas" (ele já tinha me falado dessas cervejas).
Eu: "Beleza, vou ficar só um pouquinho."
Preciso confessar que, enquanto subia no elevador, era óbvio que algo ia rolar, porque eu sempre tive vontade de experimentar ficar com um homem, era algo que me deixava intrigado e me excitava pra caralho.
Enquanto a gente subia no elevador, meu nervosismo aumentava cada vez mais. Acho que ele já tinha percebido e começou a falar de futebol pra me deixar mais tranquilo.
Quando a gente entrou no apartamento, peguei uma cerveja e a gente falou sobre o trabalho prático que eu tinha passado pra ele. Ele me disse, da cozinha, pra olhar o PC e ver o que eu achava do progresso. Sentei, comecei a olhar, e ele veio por trás, tocou meu ombro e se abaixou. No meu nível, expliquei algumas coisas pra corrigir e me levantei. Nesse instante, ele segurou meu rosto com uma mão e me beijou. Virei o rosto e olhei pra ele surpreso, e com as duas mãos ele segurou minhas bochechas e disse: "Cê é muito gostoso, professor", e me beijou de novo. Eu também transei com ele, falei que nunca tinha ficado com um homem e que tava nervoso. Ele disse pra eu ficar tranquilo, e começou a passar a mão na minha barriga, desabotoando minha calça e começando a beijar minha pica. Eu não acreditava, como ele fazia bem e a situação que tinha rolado. Ele tirou a roupa e me levou pra cama dele. Eu já tava pelado com a pica duríssima, do jeito que nunca tinha ficado. Ele lambia minha pica e, de repente, sinto ele tocar minha bunda com os dedos e a língua, abrindo minhas pernas e começando a lamber minha bunda pra caralho, enquanto me masturbava com as mãos. Eu já tava muito excitado, e ele perguntava: "Tá gostando, professor?" (claramente a situação com o professor excitava ele, mas eu ficava mais excitado ainda com o aluno, hahaha). Ele enfiou um dedo na minha bunda e eu amei. Aproveitando que eu tava muito excitado, ele colocou a pica dele na minha cara e ordenou: "Chupa!" Nessa hora, eu vi: era impressionante, as veias bem marcadas e os abdominais também trincados. Adorava passar a mão e lamber tudo. Então aproveitei e meti a boca, chupei ela toda. Ele se ajeitou de um jeito que ficamos no 69, e foi foda. Adorava como ele chupava minha pica e brincava com minha bunda, hummm, que delícia, só de lembrar já me excito. Ele pediu pra eu comer ele, e ficou de quatro. Comecei a penetrar devagar e, quando entrou, meti com tudo. Ele gritava: "Mete tudo, professor!", o que me excitava mais e mais, e adorei gozar dentro da bunda dele. Pra terminar, ele chupou minha pica de novo e brincou com minha bunda, enfiando dois dedos e me fazendo ter um gozo incrível na boca dele, com os dedos dele dentro de mim!
Preciso admitir que esse cara me atraía, eu tava me divertindo com ele. Quando a gente tava no bar, na área de Palermo, a gente falou sobre um monte de coisa, e ele me pergunta: "Você nunca ficou com um homem?" Eu dei uma risada nervosa e falei: "Não, não, verdade que não" (preciso confessar que a situação toda tava me agradando e começando a me excitar, porque ele era bem definido fisicamente, muito gostoso). E ele: "E você gostaria?" Hahaha (risada nervosa) "Sei lá, cara, nunca diga nunca." Mudei de assunto, a conversa seguiu por outro lado. Quando eu tava indo embora, falei: "Quer que eu te deixe em algum lugar, por aqui?" Ele disse que sim, que morava perto. Falei: "Beleza, então vamos." No carro, a gente começou a conversar e perguntei: "Você é gay ou bi?" "Versátil", ele respondeu. A situação tava mais que excitante pra mim, mas eu também não tava com coragem de dar esse passo. Já no carro, de vez em quando ele passava a mão na minha perna por causa de alguma piada ou pra me contar algo, o que me deixava excitado. Depois de umas dez quadras, a gente chegou e o papo foi mais ou menos assim:
Diego: "Pra onde você vai?"
Eu: "Pra casa, dormir um pouco."
Diego: "Trabalha hoje?"
Eu: "Não, vou dormir e tenho que preparar umas aulas, de boa."
Diego: "Sua mulher já tá te esperando?"
Eu: "Não, ela vem só à noite."
Diego: "Ah, não quer subir um pouquinho? Tenho umas cervejinhas importadas" (ele já tinha me falado dessas cervejas).
Eu: "Beleza, vou ficar só um pouquinho."
Preciso confessar que, enquanto subia no elevador, era óbvio que algo ia rolar, porque eu sempre tive vontade de experimentar ficar com um homem, era algo que me deixava intrigado e me excitava pra caralho.
Enquanto a gente subia no elevador, meu nervosismo aumentava cada vez mais. Acho que ele já tinha percebido e começou a falar de futebol pra me deixar mais tranquilo.
Quando a gente entrou no apartamento, peguei uma cerveja e a gente falou sobre o trabalho prático que eu tinha passado pra ele. Ele me disse, da cozinha, pra olhar o PC e ver o que eu achava do progresso. Sentei, comecei a olhar, e ele veio por trás, tocou meu ombro e se abaixou. No meu nível, expliquei algumas coisas pra corrigir e me levantei. Nesse instante, ele segurou meu rosto com uma mão e me beijou. Virei o rosto e olhei pra ele surpreso, e com as duas mãos ele segurou minhas bochechas e disse: "Cê é muito gostoso, professor", e me beijou de novo. Eu também transei com ele, falei que nunca tinha ficado com um homem e que tava nervoso. Ele disse pra eu ficar tranquilo, e começou a passar a mão na minha barriga, desabotoando minha calça e começando a beijar minha pica. Eu não acreditava, como ele fazia bem e a situação que tinha rolado. Ele tirou a roupa e me levou pra cama dele. Eu já tava pelado com a pica duríssima, do jeito que nunca tinha ficado. Ele lambia minha pica e, de repente, sinto ele tocar minha bunda com os dedos e a língua, abrindo minhas pernas e começando a lamber minha bunda pra caralho, enquanto me masturbava com as mãos. Eu já tava muito excitado, e ele perguntava: "Tá gostando, professor?" (claramente a situação com o professor excitava ele, mas eu ficava mais excitado ainda com o aluno, hahaha). Ele enfiou um dedo na minha bunda e eu amei. Aproveitando que eu tava muito excitado, ele colocou a pica dele na minha cara e ordenou: "Chupa!" Nessa hora, eu vi: era impressionante, as veias bem marcadas e os abdominais também trincados. Adorava passar a mão e lamber tudo. Então aproveitei e meti a boca, chupei ela toda. Ele se ajeitou de um jeito que ficamos no 69, e foi foda. Adorava como ele chupava minha pica e brincava com minha bunda, hummm, que delícia, só de lembrar já me excito. Ele pediu pra eu comer ele, e ficou de quatro. Comecei a penetrar devagar e, quando entrou, meti com tudo. Ele gritava: "Mete tudo, professor!", o que me excitava mais e mais, e adorei gozar dentro da bunda dele. Pra terminar, ele chupou minha pica de novo e brincou com minha bunda, enfiando dois dedos e me fazendo ter um gozo incrível na boca dele, com os dedos dele dentro de mim!
2 comentários - Primera Vez (relato gay)