As férias em La Serena foram muito boas, a gente ia andando até a praia, comia frutos do mar, bom, eu comia fruto do mar cru também kkkkk. A gente se dedicou a passear, fomos pra Vicuña e Monte Grande, a terra de Gabriela Mistral, também fomos pra Andacollo, a terra do ouro.
Essas férias foram inesquecíveis, com a tia Elena a gente saía pra caminhar de tarde, meus velhos não aguentavam andar muito, então eu podia passear com ela de mãos dadas ou abraçados, ninguém nos conhecia, então não era estranho ver uma mulher e o "filho" dela se pegando.
Quando não tinha ninguém por perto, a gente podia se beijar, até dar uns amassos, éramos como namorados, tínhamos muitos anos de diferença, mas naquele momento isso pouco importava, a gente trocava beijos intermináveis e até um pouco mais.
Tia Elena me convidou pra acompanhar ela numa visita a uma colega do Hospital de La Serena (tia Alejandra), elas tinham sido colegas na faculdade e depois de duas horas conversando, ela a convidou pra passar o dia na casa dela. No dia seguinte, a gente foi cedo de coletivo pro Vale do Elqui e ficou num sítio muito bonito, com piscina e cavalos. A amiga da tia Elena tinha uma filha da minha idade, muito gostosa, andava de biquíni o dia inteiro, tinha um corpo pequeno, peitos pequenos mas bem durinhos, uma bunda linda, redondinha, também tava de férias. Mesmo sendo simpática e querendo conversar comigo, ela não me chamou a atenção, eu só tinha olhos pra tia Elena.
Depois de avisar meus velhos, a gente ficou dois dias naquela casa, as tias conversavam o dia inteiro. A viuvez recente dela ainda fazia com que, ao lembrar do marido, minha tia chorasse como uma menininha, mas mesmo assim ela dizia que tava feliz, que meus velhos gostavam muito dela e que ela tinha um sobrinho muito especial. A filha da tia Alejandra me convidou pra subir nos cavalos e dar uma volta pelo sítio, no setor de Punta Piedra o terreno dela fazia divisa com os morros do vale e a gente conseguiu cavalgar umas 2 horas. Era uma menina muito Divertida e gente boa, a galera que mora longe da cidade quase sempre é assim. A gente conversou sobre os planos dela de estudar, ir pra universidade fazer medicina como a mãe dela ou engenharia como o pai, na real eu nunca tinha pensado em estudar e essa conversa eu nunca tinha imaginado, me deixou a cabeça a mil sobre o assunto, o que fazer, o que estudar, mas eu via aquilo tão longe que não me preocupava muito.
Na tarde do dia que a gente voltava pra La Serena, a tia Alejandra convidou a tia Elena pra morar lá com ela, que tinha muito trabalho e um salário bom, não aquela miséria que ela ganhava no sul, parecia bem convincente e a tia Elena ficou super na dúvida com tudo que ela dizia, tava igual uma folha ao vento, não sabia o que fazer com o resto da vida dela.
Os dias seguintes a essa conversa ela ficou muito calada, e mais ainda quando a gente voltou pra Curicó, o verão passou voando e as aulas de março me trouxeram de volta à realidade, a rotina de escola e ver meus colegas, eu tava entediado pra caralho.
No começo de abril, chegando da escola, encontrei minha tia Elena conversando com a mamãe, bom, a tia Elena falava e a mamãe chorava, eu me assustei, pensei que ela tava contando sobre nossos encontros ou algo assim, mas era outra coisa que elas conversavam, chamaram ela de La Serena e ela ia pra lá, a tia Elena ia embora, minha mulher ia embora, não conseguia acreditar no que tava rolando, porque pra mim, eu amava aquela mulher.
No final de maio ela tinha data de partida, foram umas semanas muito tristes tanto pra ela quanto pra mim, ela tinha a chance de ter um trabalho melhor, ser independente de novo, uma qualidade de vida melhor, além de que La Serena é uma cidade muito linda pra morar, enfim.
Ela arrumou as poucas coisas que tinha em casa, no sábado antes de ir embora ela foi convidada pra um casamento, então me chamou pra ser o acompanhante dela, me levou pra comprar roupa adequada pra ocasião, eu de terno e gravata parecia ter mais de 20, o casamento foi na catedral de Curicó. e a festa em Los Niches foi numa casa enorme, meu pai emprestou o carro pra gente ir mais tranquilo. Dançamos como nunca e nos divertimos pra caralho, conversamos muito e ela ficava dizendo que ia sentir minha falta, que eu era o menino mais lindo do mundo e que nunca ia me esquecer, que entraria em contato assim que tivesse telefone. Lá pelas 2 da manhã, ela falou que a gente tinha que ir embora, se despediu de todo mundo, disse que precisava sair cedo porque no dia seguinte ia viajar e que precisava descansar. Subimos no carro sem falar nada, eu super pra baixo, triste, nem reparei por onde a gente tava indo, mas tava demorando muito pra chegar em casa, até que percebi que não tava indo pra casa, mas sim pro sul. Tia Elena ficava de olho nas saídas da estrada até que apareceu uma placa escrito "Motel Ensueño"... aí eu acordei kkkkk.
Chegamos na portaria, dava pra ver que tia Elena tava muito nervosa, o porteiro olhou pra nós dois e na hora de cobrar quase enfiou meio corpo dentro do carro. Depois de pagar, ele nos deu uma cabana e fomos embora. Nunca tinha ido num motel, tinha cheiro de incenso, o quarto tinha uma cama enorme, uma TV que passava filme pornô e o banheiro era gigante, maior que a sala da minha casa. No meio tinha uma banheira redonda, que minha tia chamou de jacuzzi. Ela não demorou pra tirar meu terno aos beijos e arranhões, o jacuzzi ligava com um botão e em poucos minutos já tava pronto. Tia Elena tirou o vestido e por baixo não tava de calcinha, tava linda, já quase não tinha mais vestígios do verão na pele dela, as nádegas e os peitos um pouco mais brancos que o resto do corpo. Entramos abraçados e nos beijando entre a espuma e a água quente, era uma delícia a sensação de acariciar ela na água quente e perfumada.
Como sempre, as mãos dela agarraram minha pica e minhas bolas pagaram o pato, ela apertava com força e soltava sem parar de me beijar, os peitos dela flutuavam entre as bolhas e mal a espuma cobria eles. Quando ela sentiu que minha pica tava no máximo, ela Sentou-se montada em cima de mim e, devagar, me deixou penetrar ela. Os peitos dela batiam no meu rosto enquanto ela subia e descia. Os mamilos estavam bem durinhos, e eu chupei eles primeiro, depois mordi, do jeito que ela me ensinou. Não demorou muito pra gente gozar quase ao mesmo tempo — senti quando enchi a bucetinha dela de esperma. Ficamos abraçados, sem nos soltar. Eu não queria me separar dela nunca, e, com ela assim, sentia que ela também não queria ir embora.
Depois de um tempão, ela se levantou e me pegou pela mão pra gente se lavar. Com a toalha, ela me secava e me beijava em cada parte do corpo. Depois, foi minha vez de fazer o mesmo. Dediquei muita atenção aos peitos dela, à bunda e à buceta, que deixei por último. Sequei ela primeiro, depois beijei e lambi cada milímetro daquela entreperna deliciosa. Levei ela pra cama e a gente se deitou. Continuei lambendo a buceta dela e me apossei do clitóris. Os fluidos gostosos dela estavam ainda melhores do que nunca. Ela se virou, e a gente ficou num 69 inesquecível — meu primeiro 69 e o último com ela. Sem pressa, fiz questão de que ela me lembrasse pra sempre do jeito que a gente se amava. Aproveitei pra lamber a buceta e também um pouco do cu dela. Ela se contorcia toda vez que minha língua passava por ali. Com ajuda dos meus dedos, comecei a acariciar ele. Tia Elena não se afastava nem evitava meus dedos; pelo contrário, ela buscava que eu enfiasse mais fundo. Depois de um tempo, ela virou de costas e me pediu pra fazer amor bem forte, bem duro, que eu não me preocupasse, que ela adorava assim. Abri aquelas pernas lindas e meti o pau com toda a minha força. Ela gemia e quase gritava cada vez que eu ia até o fundo. Se mexia deliciosamente e levantava o quadril pedindo mais pra dentro. Ela me pediu pra deixar ela virar pra eu pegar por trás. A bunda linda dela me convidava a penetrar com a mesma força. As nádegas redondas se separavam por uma faixa branca que o sol não tinha conseguido bronzear. Na minha frente, o cu redondo e macio dela se abria, e a buceta molhada tinha banhado de fluidos as nádegas e o cu. que me chamavam pra tentar pelo buraquinho pequeno. Voltei a colocar a pica na entrada da buceta e "sem querer" escorreguei pro cu dela, ela deu um pulo quando sentiu a ponta bem na entrada do rabo, não liguei e continuei passando da buceta pro cu como se estivesse pintando com um pincel, tia Elena soltava uns gemidinhos baixos quando eu tirava de lá, até que decidi apontar pro rabo e deixar ali, pra ver se ela deixava. Ela ficou parada, levantando a bunda o máximo que podia, esperando eu continuar, e bom, como senti que o cu dela tava dilatando, fui empurrando bem devagar, tirando um pouco e metendo de novo, um pouco de cuspe ajudou mais e consegui que dilatasse o suficiente pra cabeça entrar. Eu suava de esforço e tia Elena também, os gemidos dela aumentavam cada vez que eu empurrava e entrava mais um pouco, sentia o cu dela apertar minha pica bem forte e depois soltar, era aí que eu empurrava de novo até entrar até a metade. Ela se agarrou nos lençóis e mexia a bunda dela, muito gostosa, não dava mais pra aguentar tanta excitação, avisei que tava perto de gozar, ela pediu pra eu terminar na bucetinha dela, então rapidamente enfiei até o fundo e gozei como nunca dentro dela. Os fluidos escorriam pelas pernas dela até os joelhos, quente, molhado e aquele cheiro que eu amava surgiu como perfume inundando o quarto, caí em cima dela quando relaxei as pernas dela e ficamos assim um bom tempo, depois nos abraçamos e dormimos umas meia hora.
Quando acordamos, tava amanhecendo, ela levantou e foi tomar banho, depois de um tempo saiu vestida e eu fiz o mesmo, voltamos pra casa em silêncio, ela só segurava minha mão e lágrimas caíam dos olhos dela. Minha mãe tava nos esperando acordada com café da manhã, um café e biscoitos que a véia tinha preparado, comemos bem rápido, depois fui pro meu quarto dormir, tia Elena fez o mesmo. Lá pelas quatro da tarde fomos os quatro pro terminal de ônibus deixar ela, minha mãe e minha tia choravam, eu e meu velho em silêncio, me Abraço como nunca, chorando, as lágrimas dela escorreram pelo meu rosto e nos despedimos.
Até sempre, querido Melo, se cuida muito, nunca esquece o que te ensinei…
Até sempre, tia Elena, nunca vou te esquecer.
O ônibus partiu rápido, ficamos os três vazios, nada mais seria igual…
Continua…
Essas férias foram inesquecíveis, com a tia Elena a gente saía pra caminhar de tarde, meus velhos não aguentavam andar muito, então eu podia passear com ela de mãos dadas ou abraçados, ninguém nos conhecia, então não era estranho ver uma mulher e o "filho" dela se pegando.
Quando não tinha ninguém por perto, a gente podia se beijar, até dar uns amassos, éramos como namorados, tínhamos muitos anos de diferença, mas naquele momento isso pouco importava, a gente trocava beijos intermináveis e até um pouco mais.
Tia Elena me convidou pra acompanhar ela numa visita a uma colega do Hospital de La Serena (tia Alejandra), elas tinham sido colegas na faculdade e depois de duas horas conversando, ela a convidou pra passar o dia na casa dela. No dia seguinte, a gente foi cedo de coletivo pro Vale do Elqui e ficou num sítio muito bonito, com piscina e cavalos. A amiga da tia Elena tinha uma filha da minha idade, muito gostosa, andava de biquíni o dia inteiro, tinha um corpo pequeno, peitos pequenos mas bem durinhos, uma bunda linda, redondinha, também tava de férias. Mesmo sendo simpática e querendo conversar comigo, ela não me chamou a atenção, eu só tinha olhos pra tia Elena.
Depois de avisar meus velhos, a gente ficou dois dias naquela casa, as tias conversavam o dia inteiro. A viuvez recente dela ainda fazia com que, ao lembrar do marido, minha tia chorasse como uma menininha, mas mesmo assim ela dizia que tava feliz, que meus velhos gostavam muito dela e que ela tinha um sobrinho muito especial. A filha da tia Alejandra me convidou pra subir nos cavalos e dar uma volta pelo sítio, no setor de Punta Piedra o terreno dela fazia divisa com os morros do vale e a gente conseguiu cavalgar umas 2 horas. Era uma menina muito Divertida e gente boa, a galera que mora longe da cidade quase sempre é assim. A gente conversou sobre os planos dela de estudar, ir pra universidade fazer medicina como a mãe dela ou engenharia como o pai, na real eu nunca tinha pensado em estudar e essa conversa eu nunca tinha imaginado, me deixou a cabeça a mil sobre o assunto, o que fazer, o que estudar, mas eu via aquilo tão longe que não me preocupava muito.
Na tarde do dia que a gente voltava pra La Serena, a tia Alejandra convidou a tia Elena pra morar lá com ela, que tinha muito trabalho e um salário bom, não aquela miséria que ela ganhava no sul, parecia bem convincente e a tia Elena ficou super na dúvida com tudo que ela dizia, tava igual uma folha ao vento, não sabia o que fazer com o resto da vida dela.
Os dias seguintes a essa conversa ela ficou muito calada, e mais ainda quando a gente voltou pra Curicó, o verão passou voando e as aulas de março me trouxeram de volta à realidade, a rotina de escola e ver meus colegas, eu tava entediado pra caralho.
No começo de abril, chegando da escola, encontrei minha tia Elena conversando com a mamãe, bom, a tia Elena falava e a mamãe chorava, eu me assustei, pensei que ela tava contando sobre nossos encontros ou algo assim, mas era outra coisa que elas conversavam, chamaram ela de La Serena e ela ia pra lá, a tia Elena ia embora, minha mulher ia embora, não conseguia acreditar no que tava rolando, porque pra mim, eu amava aquela mulher.
No final de maio ela tinha data de partida, foram umas semanas muito tristes tanto pra ela quanto pra mim, ela tinha a chance de ter um trabalho melhor, ser independente de novo, uma qualidade de vida melhor, além de que La Serena é uma cidade muito linda pra morar, enfim.
Ela arrumou as poucas coisas que tinha em casa, no sábado antes de ir embora ela foi convidada pra um casamento, então me chamou pra ser o acompanhante dela, me levou pra comprar roupa adequada pra ocasião, eu de terno e gravata parecia ter mais de 20, o casamento foi na catedral de Curicó. e a festa em Los Niches foi numa casa enorme, meu pai emprestou o carro pra gente ir mais tranquilo. Dançamos como nunca e nos divertimos pra caralho, conversamos muito e ela ficava dizendo que ia sentir minha falta, que eu era o menino mais lindo do mundo e que nunca ia me esquecer, que entraria em contato assim que tivesse telefone. Lá pelas 2 da manhã, ela falou que a gente tinha que ir embora, se despediu de todo mundo, disse que precisava sair cedo porque no dia seguinte ia viajar e que precisava descansar. Subimos no carro sem falar nada, eu super pra baixo, triste, nem reparei por onde a gente tava indo, mas tava demorando muito pra chegar em casa, até que percebi que não tava indo pra casa, mas sim pro sul. Tia Elena ficava de olho nas saídas da estrada até que apareceu uma placa escrito "Motel Ensueño"... aí eu acordei kkkkk.
Chegamos na portaria, dava pra ver que tia Elena tava muito nervosa, o porteiro olhou pra nós dois e na hora de cobrar quase enfiou meio corpo dentro do carro. Depois de pagar, ele nos deu uma cabana e fomos embora. Nunca tinha ido num motel, tinha cheiro de incenso, o quarto tinha uma cama enorme, uma TV que passava filme pornô e o banheiro era gigante, maior que a sala da minha casa. No meio tinha uma banheira redonda, que minha tia chamou de jacuzzi. Ela não demorou pra tirar meu terno aos beijos e arranhões, o jacuzzi ligava com um botão e em poucos minutos já tava pronto. Tia Elena tirou o vestido e por baixo não tava de calcinha, tava linda, já quase não tinha mais vestígios do verão na pele dela, as nádegas e os peitos um pouco mais brancos que o resto do corpo. Entramos abraçados e nos beijando entre a espuma e a água quente, era uma delícia a sensação de acariciar ela na água quente e perfumada.
Como sempre, as mãos dela agarraram minha pica e minhas bolas pagaram o pato, ela apertava com força e soltava sem parar de me beijar, os peitos dela flutuavam entre as bolhas e mal a espuma cobria eles. Quando ela sentiu que minha pica tava no máximo, ela Sentou-se montada em cima de mim e, devagar, me deixou penetrar ela. Os peitos dela batiam no meu rosto enquanto ela subia e descia. Os mamilos estavam bem durinhos, e eu chupei eles primeiro, depois mordi, do jeito que ela me ensinou. Não demorou muito pra gente gozar quase ao mesmo tempo — senti quando enchi a bucetinha dela de esperma. Ficamos abraçados, sem nos soltar. Eu não queria me separar dela nunca, e, com ela assim, sentia que ela também não queria ir embora.
Depois de um tempão, ela se levantou e me pegou pela mão pra gente se lavar. Com a toalha, ela me secava e me beijava em cada parte do corpo. Depois, foi minha vez de fazer o mesmo. Dediquei muita atenção aos peitos dela, à bunda e à buceta, que deixei por último. Sequei ela primeiro, depois beijei e lambi cada milímetro daquela entreperna deliciosa. Levei ela pra cama e a gente se deitou. Continuei lambendo a buceta dela e me apossei do clitóris. Os fluidos gostosos dela estavam ainda melhores do que nunca. Ela se virou, e a gente ficou num 69 inesquecível — meu primeiro 69 e o último com ela. Sem pressa, fiz questão de que ela me lembrasse pra sempre do jeito que a gente se amava. Aproveitei pra lamber a buceta e também um pouco do cu dela. Ela se contorcia toda vez que minha língua passava por ali. Com ajuda dos meus dedos, comecei a acariciar ele. Tia Elena não se afastava nem evitava meus dedos; pelo contrário, ela buscava que eu enfiasse mais fundo. Depois de um tempo, ela virou de costas e me pediu pra fazer amor bem forte, bem duro, que eu não me preocupasse, que ela adorava assim. Abri aquelas pernas lindas e meti o pau com toda a minha força. Ela gemia e quase gritava cada vez que eu ia até o fundo. Se mexia deliciosamente e levantava o quadril pedindo mais pra dentro. Ela me pediu pra deixar ela virar pra eu pegar por trás. A bunda linda dela me convidava a penetrar com a mesma força. As nádegas redondas se separavam por uma faixa branca que o sol não tinha conseguido bronzear. Na minha frente, o cu redondo e macio dela se abria, e a buceta molhada tinha banhado de fluidos as nádegas e o cu. que me chamavam pra tentar pelo buraquinho pequeno. Voltei a colocar a pica na entrada da buceta e "sem querer" escorreguei pro cu dela, ela deu um pulo quando sentiu a ponta bem na entrada do rabo, não liguei e continuei passando da buceta pro cu como se estivesse pintando com um pincel, tia Elena soltava uns gemidinhos baixos quando eu tirava de lá, até que decidi apontar pro rabo e deixar ali, pra ver se ela deixava. Ela ficou parada, levantando a bunda o máximo que podia, esperando eu continuar, e bom, como senti que o cu dela tava dilatando, fui empurrando bem devagar, tirando um pouco e metendo de novo, um pouco de cuspe ajudou mais e consegui que dilatasse o suficiente pra cabeça entrar. Eu suava de esforço e tia Elena também, os gemidos dela aumentavam cada vez que eu empurrava e entrava mais um pouco, sentia o cu dela apertar minha pica bem forte e depois soltar, era aí que eu empurrava de novo até entrar até a metade. Ela se agarrou nos lençóis e mexia a bunda dela, muito gostosa, não dava mais pra aguentar tanta excitação, avisei que tava perto de gozar, ela pediu pra eu terminar na bucetinha dela, então rapidamente enfiei até o fundo e gozei como nunca dentro dela. Os fluidos escorriam pelas pernas dela até os joelhos, quente, molhado e aquele cheiro que eu amava surgiu como perfume inundando o quarto, caí em cima dela quando relaxei as pernas dela e ficamos assim um bom tempo, depois nos abraçamos e dormimos umas meia hora.
Quando acordamos, tava amanhecendo, ela levantou e foi tomar banho, depois de um tempo saiu vestida e eu fiz o mesmo, voltamos pra casa em silêncio, ela só segurava minha mão e lágrimas caíam dos olhos dela. Minha mãe tava nos esperando acordada com café da manhã, um café e biscoitos que a véia tinha preparado, comemos bem rápido, depois fui pro meu quarto dormir, tia Elena fez o mesmo. Lá pelas quatro da tarde fomos os quatro pro terminal de ônibus deixar ela, minha mãe e minha tia choravam, eu e meu velho em silêncio, me Abraço como nunca, chorando, as lágrimas dela escorreram pelo meu rosto e nos despedimos.
Até sempre, querido Melo, se cuida muito, nunca esquece o que te ensinei…
Até sempre, tia Elena, nunca vou te esquecer.
O ônibus partiu rápido, ficamos os três vazios, nada mais seria igual…
Continua…
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