A prof de matemática (2) - 4ª história

Oi de novo, fazia meses que não postava nada e hoje trouxe isso aqui.
Como já tinha contado, tive um rolo com minha prof de matemática, foram vários encontros e já faz quase dois anos que tô na faculdade e a gente continua se falando e, quando dá, a gente se vê.
Esse seria nosso segundo encontro depois daquela sexta-feira chuvosa na casa dela.

Segunda-feira, 16h, muuuuuito calor, saí da faculdade, justo da aula de matemática haha. Chego em casa e minha mãe não tava, deixou um bilhete dizendo que voltava mais tarde da casa da minha tia, tomei banho e deitei um pouco na cama. Em 5 minutos chegou um WhatsApp dela assim... (vou transcrever o mais importante)
-******** :) - ela gosta de me chamar pelo sobrenome
-Oi prof, quanto tempo ;) -
-O que cê tá fazendo? Tá ocupado? -
-Tô deitado. Acabei de chegar da facul. E a senhora? -
-Acabei de sair do colégio -
...
-Quer que a gente se veja, pra bater um papo e colocar o papo em dia? Faz tempo que a gente não se vê - sempre trato ela de senhora, até pessoalmente kkk.
-É, bora, que tal na sua casa mesmo? Não tô muito afim de sair -
-É, sem problema, em uns 30, 40 minutos mais ou menos eu saio -
-Beijo, te aviso quando chegar em casa também -
-Fechou -
Fiquei deitado uns 15 minutos a mais e levantei, me troquei, lavei o rosto e escovei os dentes, avisei minha mãe que ia sair um pouco (pra caso ela me encontre quando voltar kkk), dei uma olhada se tava tudo em ordem em casa, peguei o capacete e as chaves da moto, a carteira e fui. Primeiro passei numa farmácia pra comprar camisinha porque com certeza vou precisar kkkk. Quando saí da farmácia, ela avisou que já tinha chegado e respondi que tava saindo.
Demorei uns 25 minutos pra chegar. Cheguei, toquei a campainha, ela abriu a porta, a gente se cumprimentou com um beijo na bochecha e entrei, quando ela fechou a porta a gente não se segurou e começou a se beijar de língua como se o mundo fosse acabar amanhã kkkk 😃. Enquanto a gente se beijava, fomos andando pela casa até chegar na sala e começamos a nos apalpar tudo, tiramos a roupa e Pouco antes de continuar com a preliminar, ela já tava durinha. Não aguentei, puxei a calça dela pra baixo, tirei a calcinha de lado, coloquei a camisinha e meti de uma vez. A buceta dela já tava bem molhada. Ela soltou um gemido muito sexy e forte. Comecei a meter sem parar por uns meia hora até nós dois gozarmos.

Terminamos de tirar a roupa, tirei a camisinha e ela começou a chupar meu pau como nunca. Primeiro eu em pé e ela sentada, depois ela me fez sentar no sofá e continuou chupando de joelhos até se levantar, subiu na minha frente pra eu chupar a buceta dela enquanto eu batia uma. Ficamos um tempinho assim, coloquei outra camisinha e ela começou a cavalgar igual uma louca. A gente se falava putaria e, conforme conversávamos, os gemidos iam ficando cada vez mais fortes até virarem gritos e nós dois gozarmos de novo. Ela ficou largada em cima de mim por um tempo enquanto eu acariciava a bunda dela.

— Sua filha da puta, tava com vontade, hein? haha
— Shhh, mais respeito comigo.
— Desculpa. Dona professora filha da puta, parece que tava morrendo de vontade de dar, hahahaha.
— Hahahaha, infeliz.

Levantamos e, do jeito que estávamos, fomos pra cozinha beber água. Não tinha nenhuma janela aberta, então não tava rolando problema. A gente começou a conversar, coisas da escola, da faculdade e outros assuntos que não são tão importantes agora, haha.

Passou um tempo até eu chegar perto e beijar ela, mas dessa vez mais devagar e sensual. Foi um beijo muito apaixonado. Levantei ela e chupei os peitos dela, mordi de leve, percorri cada peito com minha língua e lábios, enfiei o pau na buceta dela e ela soltou um gemido meio suave. Assim, com ela no colo e o pau dentro, fui pro quarto, subi as escadas, entrei no quarto, deitei ela na cama e, sem camisinha, comecei a meter. Comecei devagar e fui aumentando aos poucos. A gente foi ficando cada vez mais excitado, trocamos de posição, coloquei ela de lado e meti mais forte do que antes enquanto segurava o peito dela. e beijo o pescoço dela. Até que ela para e pega uma garrafa de lubrificante e me fala:
— ******, quero que você arrombe minha bunda.
— Sim, professora.
Coloco ela de quatro, passo o lubrificante e começo com um dedo, depois dois, e em seguida com minha pica. Devagar, vou enfiando a ponta e começo a meter, bem devagar porque ela disse que tava doendo. Aos poucos, vou aumentando o ritmo, os sons de dor viram gemidos que terminam em gritos.
— Aaaahhhh aaahhhhhh ahhhhh, continua assim, me dá duro.
Vou metendo até não aguentar mais e gozo dentro do cu dela. Gozamos quase ao mesmo tempo dessa vez. Fiquei com toda minha porra escorrendo pela bunda que eu deixei pra ela, hahaha, e um pouco ao redor também. Deito do lado dela, ela se aninha no meu peito e a gente dorme, ficamos muito cansados, haha.
Quando acordo, vejo ela chupando minha pica como se não tivesse feito isso a tarde inteira, haha. Falo pra gente tomar banho junto e a gente faz mais uma vez no chuveiro. Dessa vez, ela queria que eu gozasse na boca dela, e foi o que aconteceu. Ela engoliu tudo, a putinha, hahaha.
Ajudei ela a arrumar tudo, tomamos um café, conversamos mais um pouco e fui embora. Eram umas 19:50, mais ou menos.
À noite, ela me manda um WhatsApp (isso é um spoiler pra próxima história, haha), um vídeo dela se masturbando com um vibrador e me fala:
— Na próxima, a gente usa esse ;)
E eu não me segurei, acabei me masturbando depois de ver o vídeo, hahaha.
É isso, até a próxima 🙂

3 comentários - A prof de matemática (2) - 4ª história

Hot-Ice +1
Que buen relato, muy bien contado y caliente...
Podrías subir el video para la próxima!!!
Dejo puntos maestro
Gracias!