Uma Secretária Muito Atenta 3.2
(Juan): – Entra, Débora, bem-vinda à minha humilde morada. Como vê, não precisei aceitar as humilhações daquele maldito pra seguir em frente. Na verdade, saí ganhando.
Disse Juan em tom irônico e sarcástico para sua mãe. Débora percebeu o tom hostil do filho e notou que ele ainda estava puto com ela por tudo que aconteceu com Marcos.
(Juan): – Entra, Débora, senta, fica à vontade. Quer beber alguma coisa?
(Débora): – Não, obrigada, tá bom, filho. Disse Débora sentando na sala da casa luxuosa do filho.
(Juan): – Então, Débora, queria falar? Tô aqui, pode falar.
Disse Juan em tom sério e frio.
(Débora): – Bom, filho, eu queria falar com você pra você voltar pra casa e não abandonar sua família. Eu preciso de você sempre na hora do jantar, quando preparo pro seu pai e pra mim, ponho seu prato também. Não me acostumo com sua ausência e não quero me acostumar. Eu te amo e preciso de você.
Disse Débora quase segurando o choro. Juan ficou em silêncio por um momento e depois disse:
(Juan): – Eu abandonar minha família? Se foram vocês que me abandonaram por dinheiro e sexo sujo e podre.
Respondeu o jovem com rancor.
(Débora): – O que você tá dizendo, filho? Isso já passou, deixa pra trás. Eu pedi demissão no mesmo dia que você foi embora. Não aguentei perder você por causa desse filho da puta, você é o que eu mais amo no mundo.
Disse ela de novo.
(Juan): – Você não pensava assim quando Marcos te fazia me humilhar. Parecia que você curtia minha humilhação com ele. E com certeza você não sabe o que essa merda me fez viver em toda a minha vida.
(Débora): – Não, filho, eu também não sabia quem ele era de verdade.
(Juan): – Então vou te descrever, pra você ver o estrago que me fez, e não sei se você consegue consertar.
(Débora): – Tá bom, filho, me conta, desabafa. Respondeu Débora.
(Juan): – Por favor, não me chama assim. Me chama de Juan. (Débora): –Por favor, filho, não me trate assim, não me despreze me tratando como uma estranha.
Ela disse isso chorando desconsolada ao sentir o tratamento frio de Juan desde que ele chegou em casa.
(Juan): –Bom, vou começar pela primeira: cada mulher que eu desejava ou com quem me envolvia sentimentalmente, ele se metia usando os luxos dele para me roubar a mulher que eu queria ou amava. Como um dia antes de você começar a trabalhar, eu tinha ido na casa da minha namorada, lembra? Eu pensava em passar a noite lá. Bom, quando chego, a primeira coisa que vejo é o carrão do Marcos estacionado na calçada da entrada da casa dela. E agora tive que viver a pior humilhação que ele já me fez sentir na vida: quando a pessoa que eu mais amava e em quem confiava cegamente, meu amor platônico desde os 12 anos, a musa de todas as minhas fantasias, a que despertou o desejo sexual na minha mente e no meu ser, não só virou a cara pra mim indo embora com o Marcos, como me humilhou junto com ele, e parecia até gostar disso, do lado dele.
Débora ficou em silêncio ao ouvir o breve relato de Juan, que era só o começo do que ele sofreu por causa do Marcos. Ela ficou calada, sem saber o que dizer. Juan tinha toda razão de estar furioso com ela, mas ela também se surpreendeu ao saber que o filho sentia coisas por ela e a desejava carnalmente, a ponto de ela ser a musa dos sonhos molhados e eróticos dele. E parecia que esses desejos e sentimentos não tinham ido embora depois da puberdade, mas continuavam no coração e no corpo dele. E ela se sentiu vil e nojenta ao saber como machucou o ser que mais amava no mundo.
(Débora): –Não sei o que dizer, filho. Sei que o que fiz te machucou muito, mas se estou aqui é porque quero consertar esse dano, pra que você não sofra e me culpe pelo resto das nossas vidas.
Respondeu Débora depois do longo silêncio.
(Débora): –Como eu te disse, Débora, não sei se você consegue curar as feridas que me causou.
Disse Juan, firme na posição dele.
(Débora): –Mas vou Vamos tentar, filho. Vou fazer de tudo pra curar suas feridas.
Ela respondeu, e um breve silêncio se fez, parecendo a calmaria que antecede o furacão.
(Juan): – Bom, vamos ver. O que você faria pra curar minhas feridas?
Disse Juan.
(Débora): – Me diz o que você quer que eu faça.
Respondeu Débora. Outro breve silêncio, e então Juan, já decidido a se vingar da mãe antes de perdoá-la, disse:
(Juan): – Bom, a partir de agora, você vai ter que ser minha puta e ser tão servil ou mais do que era com o Marcos.
Débora ficou petrificada, de boca aberta de espanto, e depois baixou a cabeça, sabendo que se conseguisse o perdão do filho, não seria de graça. Ela respondeu:
(Débora): – Ah, então sua vingança contra mim é me humilhar igual o Marcos fez? E depois que você se divertir me humilhando e me machucando, o que vai acontecer?
(Juan): – Primeiro, Débora, abaixa esse tom e esses ares, porque aqui quem manda sou eu. Segundo, Débora, você vai notar a enorme diferença entre mim e aquele lixo miserável que só tem o dinheiro pra se destacar. E terceiro, encara como quiser, se acha que é uma vingança minha contra você. Mas a grande diferença é que você vai ser minha puta, e só minha. A única condição inegociável que eu imponho é que você só pode transar comigo ou com o papai, se eu quiser. E se você violar essa condição, não só vai me perder e nunca mais me ver, como você e o papai vão ficar arruinados, e você vai acabar sozinha, como a puta que é, porque pretendo contar toda a verdade pro papai, e também vou dizer que ele perdeu o emprego por sua causa. Me diz uma coisa: o que você acha que o Marcos e o Pedro fizeram quando souberam da sua demissão? – Não sei, filho, não sei. Respondeu Débora. – Ok, você vai saber quando voltar pra casa.
Respondeu Juan.
(Débora): – Ok, filho, aceito. E juro que vai ser como você pede.
(Juan): – Ok, Débora. E a partir de agora, você está terminantemente proibida de me chamar de filho. Além disso, quando veja que pode confiar mesmo em mim, você vai saber algumas coisas minhas e como meu plano funciona e como cheguei nessa casa.
(Débora): –Ok Juan, mas você precisa confiar em mim, juro que vou fazer de tudo pra curar suas feridas.
Disse Débora quase chorando
(Juan): –Ok, se eu puder confiar em você e você não me decepcionar com isso, eu prometo que papai não vai sofrer nada e vai ter um emprego melhor, com gente que trate ele muito melhor do que esses infelizes.
O rosto de Débora se iluminou ao ouvir isso da boca do filho, embora fosse difícil pra ela ser a puta do filho
(Débora): –Sério, filho? Perdão, Juan, você poderia fazer isso por nós?
(Juan): –Faria pelo papai, ele não tem culpa e não tem nada a ver com todo o dano que você me causou, só foi um pouco permissivo com Pedro e Marcos.
(Débora): –Ok Juan, vejo que continua hostil comigo. Posso te perguntar uma coisa?
Ela respondeu
(Juan): –Sim, o que você quiser, Débora, estamos aqui pra conversar.
Juan respondeu
(Débora): –Bom, Juan tem razão. O que eu queria perguntar é: você me odeia por tudo que aconteceu?
(Juan): –Não, Débora, não te odeio. Só estou muito magoado e quero fazer você sentir a dor que me causou.
Respondeu Juan sinceramente
(Débora): –Bom, fico feliz em ouvir que não me odeia e saber que tenho uma chance de reparar o dano que te causei.
Disse Débora
(Juan): –Só uma. Se perder essa chance, me perde pra sempre.
Disse Juan
(Débora): –Bom, ok Juan.
(Juan): –Pronto, tá tudo conversado e esclarecido. Pode começar agora a me fazer um boquete.
Juan disse, completamente seguro de si, com atitude dominante. Débora ficou quieta e depois disse
(Débora): –Aqui?
(Juan): –Sim, aqui. Algum problema ou já se arrependeu? Acho que pro Marcos você não fez tantas perguntas, né?
(Débora): –Não, não me arrependi.
Disse Débora, levantando do sofá que Ela tava sentada, mas se levantou pra ir até onde o Juan tava sentado. Quando chegou na frente dele, colocou um dedo na boca, bem sensual, e perguntou:
(Débora): — Então, Juan, como você gosta dos boquetes? Tô perguntando porque quero caprichar no serviço, jijijiji.
Falou a Débora, toda safada.
(Juan): — Com vontade, com sentimento e desejo, não igual uma puta vazia que só quer se livrar logo. Minha pika tem que mexer com você por dentro.
Respondeu ele.
(Juan): — Com uns joguinhos antes, tudo bem sensual.
Completou o Juan.
(Débora): — Mmmm... Bom, vou ver o que consigo fazer.
Falou a Débora, sem saber no que ia se meter entre as pernas do seu Juan. Ela se levantou, caminhou até ele, que tava sentado no sofá, e quando chegou bem na frente, se ajoelhou entre as pernas dele. Passou a mão no volume que a pika ereta do Juan formava e só disse:
(Débora): — Uau, o que temos aqui, papai? Isso parece uma pika bem interessante.
Falou a Débora, passando a mão por todo o contorno daquele volume. Ela tava fascinada com a pika do seu Juan, e não fazia nada como fazia com o Marcos, por obrigação. No rosto dela, a cada movimento da mão, dava pra ver o desejo carnal. E os dois nem perceberam que, depois de consumar aquele ato, as vidas e os corpos deles iam ficar entrelaçados pra sempre. Ela olhava com uma cara de tesão o volume enorme que crescia entre as pernas do Juan. Passava a língua nos lábios enquanto encarava aquele volume, que dizia que por trás da calça tinha uma pika descomunal. A Débora continuava acariciando a pika dele por cima da calça até que não aguentou mais de tesão. Mordendo o lábio, esticou as mãos pra afrouxar o cinto, depois desabotoou o botão e, por fim, abaixou o zíper da calça do Juan. Enfiou uma das mãos delicadas e sensuais dentro da cueca dele, em busca daquela porra grande. Segurou pelo tronco e sentiu que era enorme. e quando eu tiro pra fora, a expressão dela foi dizer com a boca bem aberta de espanto
(Débora): –Uauuu Meu Deus Juan, tudo isso é seu Mmmmm.
Diante dos olhos dela tinha uma pica enormíssima de 24cm de comprimento por 8cm de largura, era imensa, ela olhava com admiração e desejo extremo e disse em voz alta
(Débora): –Mmmmm quanto tempo perdi com esses infelizes tendo em casa uma tranca dessas pra me saciar até me fartar. Uy, desculpa Juan pelo dano que te causei, sei que posso remediar engolindo sua pica até você gozar na minha boquinha de puta.
Disse dando um beijo no contorno do tronco da pica pra depois esticar a língua e lamber todo o tronco desde a base até a ponta pra dar outro beijo, mas dessa vez na ponta da pica
(Débora): –Mmmm Juan, ainda por cima tem um gostinho delicioso. Juan, posso te pedir uma coisa?
Perguntou Débora pro Juan
(Juan): –O quê? Fala, Débora.
Respondeu ele
(Débora): –Bom, eu queria saber se você estaria disposto a me saciar com essa maravilha sempre. Eu te ajudaria a reconstruir tudo e a se vingar de quem nos machucou tanto.
(Juan): –Fechado, Débora. Agora se sacia e tira toda a porra com essa boca de puta.
Respondeu Juan. Ela, em silêncio, sem dizer nada, abriu o máximo que pôde a boca e engoliu a pica do seu Juan, começando um boquete de campeonato. Ela chupava como se fosse o marido dela, ou muito melhor que o marido, mal cabia dentro da boca dela e Juan pegou a nuca dela e empurrou pra dentro, tentando fazer a mãe dele devorar mais daquele falo enorme. E quando a pica chegou na garganta da Débora, ela engasgou e Juan continuou fazendo pressão, como se quisesse atravessar ela. E ao dar um último empurrão mais forte, a garganta da mãe dele cedeu e a pica de Juan atravessou, e o queixo da Débora bateu na pélvis do Juan que, não aguentando aquele prazer enorme, começou a esvaziar os ovos dele dentro da boca da Débora que, não conseguindo engolir toda aquela descarga abundante, tossiu e começou a escorrer a porra pelos cantos da boca dela como cachoeiras de esperma quente e grosso, e ela vai tirando devagar a pica da boca, quando chega a ter só a cabeça dentro da boca, ela volta a enfiar ela inteira de novo, e depois pega com uma mão e continua chupando. Ficou uns minutos assim até que consegue fazer o Juan gozar outra vez dentro da boca dela, dessa vez como a pica não tava tão enfiada na boca, a porra transbordou toda a boca dela e jorros longos saíam da cavidade oral, e ela continua chupando, limpa ela bem e, olhando nos olhos dele, diz:
(Débora): –Mmmm, love, muita carga armazenada que a gente tinha nesses ovinhos de garanhão macho.
Ela disse e deu um beijo na pica e continuou chupando um pouco mais, depois se levantou, ficou de pé e foi sentar no colo do Juan.
(Débora): –Juan, quero ficar pra você me foder.
(Juan): –Não, Débora, amanhã a gente vê se você se comportar bem, capaz que eu te recompense.
Respondeu Juan.
(Juan): –Além disso, papai não sabe que você está aqui, e se você demorar ou não for pra casa, ele vai desconfiar de você e vai te seguir quando você vier aqui, ou comentar algo com o Marcos ou o Pedro.
(Débora): –Ok, Juan, tem razão. Amanhã te ligo no celular.
Disse Débora, pegando o rosto de Juan e dando um beijo sensual, enfiando a língua, juntando com a dele.
(Juan): –Pronto, Débora, você vai de táxi ou te levo até em casa?
(Débora): –Não, Juan, não se incomoda, pego um táxi.
(Juan): –Ok, Débora, outra coisa: quero que você me informe tudo o que acontece com você e com papai, se eles tomaram represálias com ele ou com você por causa da nossa decisão.
(Débora): –Ok, Juan.
Ela disse, deu outro beijo, se levantou, arrumou a roupa, e o mais sexy foi quando ela ajeitou a calcinha fio dental que tinha puxado pro lado pra se tocar enquanto chupava a pica grande do Juan, com intenção de transar, mas não deu certo. Também arrumou um pouco o cabelo e a maquiagem, pegou a bolsinha e saiu. A porta de casa se abre, e lá está o abatido Esteban, esperando com as notícias terríveis que Débora ainda não sabia. Ele se torturava, sem saber como ia pagar as contas, a hipoteca e sobreviver o mês inteiro, porra.
Na hora, Esteban sente a porta de casa se abrir e entra Débora, radiante e feliz. Quando chega na sala, encontra o marido destruído emocionalmente, sentado no sofá.
(Débora): — Amor, o que foi? Por que você tá assim? Embora já desconfiasse do que tinha acontecido.
(Esteban): — Oi, meu amor. Me suspenderam por 15 dias e vou perder metade do meu salário. Não vamos conseguir pagar as contas do dia a dia nem a hipoteca. Tamos ferrados.
O marido disse isso e desabou a chorar que nem um bebê. Débora corre até ele, abraça pra consolar e fala:
(Débora): — Calma, calma, meu Corn… digo, meu amor.
E dá um beijo carinhoso nele, dizendo:
(Débora): — Deixa que eu cuido disso, pode ser?
(Esteban): — Você? Como é que vai fazer?
(Débora): — Não se preocupa. Além disso, trouxe uma boa notícia.
(Esteban): — Que notícia? Pelo menos uma coisa boa.
(Débora): — Sim, uma bem boa. Olha, acabei de voltar da casa do Juan e a gente conversou. Consegui uma aproximação.
(Esteban): — O quê? Que aproximação?
“Fiquei chupando a pica enorme que você não tem, corno. Chupei até secar os ovos dele, engoli todo o leite dele e quase sentei na vara. Quero a pica do meu Juan, a sua já não serve nem pra me fazer cócegas, Cornudoooo! Hahahaha”, pensou Débora, maquiavelicamente. Parece que a humilhação do Marcos e do Pedro, e o prazer que ela descobriu ao virar a puta do filho com aquela tranca, tinha mudado radicalmente a personalidade dela, os pensamentos e sentimentos. Mas no fim, ela disse:
(Débora): — Bom, a gente resolveu as tretas e tem uma pequena chance de reconciliação. E não se preocupa com o dinheiro, eu cuido disso. Vou falar com minha família e ver o que posso fazer. Agora vou tomar um banho e preparar o jantar. Cena.
Disse Débora subindo para o quarto dela. Quando chegou no quarto, pegou o celular e entrou nas mensagens pra mandar um recado pro Juan contando o que tinha rolado, e se deparou com uma mensagem do Marcos que dizia:
(Mensagem do Marcos): "Me escuta, sua puta. Pelo que você e o fracassado do seu filho fizeram, você vai ver o que vou fazer. Dá uma olhada no seu e-mail e você vai ficar sabendo." Débora tremeu e, já no quarto, trancou a porta com chave, pegou o notebook e abriu o e-mail. Encontrou o do Marcos e viu que ele mandou junto um anexo: era o vídeo completo de quando ele fez ela chupar a rola dele e comeu ela no escritório. No e-mail, dizia o seguinte:
(E-mail do Marcos): "Me escuta, se você não entrar em contato comigo o mais rápido possível, isso vai rodar na internet e você vai virar piada mundial. Você decide o que fazer, sua puta mimada."
Débora ficou branca de medo e, rapidinho, entrou no banheiro e discou direto o número do Juan pra contar o que tinha acontecido. Ligou e o Juan atendeu.
(Débora): – Juan, meu amor, preciso te ver urgente. Preciso que me ajude, tô apavorada.
(Juan): – O que foi?
Débora: – Aconteceu o que a gente mais temia. As represálias começaram contra seu pai e contra mim.
(Juan): – Ok, Débora, vamos fazer o seguinte: dá um jeito de despistar o papai e vem pra cá. Fala que vai passar a noite aqui, que a gente vai conversar até tarde sobre nossos problemas, e amanhã você volta.
(Débora): – Ok, Juan, já vou me arrumar e ir praí.
Assim que desligou, abriu o guarda-roupa e procurou roupa. Pegou um conjunto minúsculo de lingerie e escolheu um vestido inteiro com saia solta e bem curta, laranja com detalhes de flores brancas. Pegou as peças e entrou no banheiro pensando:
"Juan, essa noite você me come, nem que seja na marra. Vou chupar essa rola de qualquer jeito, pela minha buceta."
E entrou no banheiro. Depois de 15 minutos, saiu toda tomada banho, perfumada e vestida com a roupa escolhida. No quarto, pegou a bolsa e saiu. Rápido em direção à porta e na sala cruza com o marido (Esteban):
–Aonde você vai, Débora, a essa hora? Perguntou o marido, surpreso.
(Débora): –Vou ver o Juan, ele me ligou e disse que queria me ver.
–Que bom, amor, vê se convence ele a voltar, sinto muita falta dele e nesse momento tão difícil, não sabe como faz falta ter meu Juan por perto pra me consolar.
(Débora): –Não se preocupa, amor, hoje eu convenço ele. Disse ela com um sorriso radiante e saiu pela porta. Foi até a esquina e esperou um táxi. Quando um livre passou, parou, entrou e partiu pra casa do Juan. Meia hora, quase 40 minutos depois, chegou na entrada da casa do Juan, pagou e saiu do táxi rumo ao portão de acesso. Lá estava o Juan. Ele abriu, ela entrou na casa e foram pra sala.
(Débora): –Juan, meu amor, o que eu mais temia aconteceu, meu Deus, tô com muito medo. Disse ela aterrorizada.
(Juan): –Bem, Débora, senta e me conta tudo sem esconder nada.
(Débora): –Ok, Juan. Acontece que quando eu tava trabalhando como secretária do Marcos, ele me obrigou a fazer várias coisas, tipo boquetes e me comeu, e tudo isso ficou filmado no sistema de monitoramento da empresa. Agora ele tá me ameaçando de publicar esses vídeos na internet.
(Juan): –Ok, Débora, espero que você tenha deixado isso no passado.
(Débora): –Sim, claro, Juan, isso agora tá à sua disposição, como combinamos há pouco. Respondeu ela.
(Juan): –Ok, Débora, deixa eu fazer uns telefonemas e vejo como a gente resolve isso.
(Débora): –Ok, Juan, ah, quase me esqueci, suspenderam seu pai, segundo me disseram, por um erro nas faturas dele que gerou prejuízo pra empresa.
(Juan): –Malditos filhos da puta! Papai pode errar em qualquer coisa, mas em algo que ele é muito cuidadoso é com números. Disse Juan furioso, porque conhecia bem o pai.
(Débora): –Foi o que eu pensei também.
(Juan): –Ok, deixa eu ver e vejo como resolvo isso também.
Juan levantou do sofá e pegou o celular. Uma autoconfiança que hipnotizava a Débora. Ele fez umas ligações, voltou a sentar e falou:
(Juan): – Ok, Débora, já já chega alguém que vai nos ajudar, e vou te contar umas paradas que tô planejando.
(Débora): – Ok, Juan.
(Juan): – Quer algo gelado ou algo mais forte pra beber?
(Débora): – Bom, vendo a situação, me dá um copo de rum com gelo.
Ela falou. Juan foi até o frigobar, serviu a bebida pra mãe dele e, pouco depois, a campainha tocou. Juan entregou o copo pra mãe e foi atender a porta.
(Juan): – Ah, oi, valeu por vir. Entra. Quer beber algo?
(Belén): – Não, obrigada. Mais tarde, quem sabe.
(Juan): – Ok, como quiser. Entra, fica à vontade.
Juan falou, chegando na sala com Belén. A cara fechada de Débora ficou evidente ao ver a jovem de rosto bonito, cabelos dourados e um corpo voluptuoso esculpido na perfeição.
(Juan): – Belén, ela é a Débora. Débora, ela é a Belén.
Juan falou, apresentando as duas mulheres.
(Juan): – Não sei se você tá por dentro de tudo que rolou hoje, mas vou te explicar um problema. A raiz você já conhece: é o Marcos.
(Belén): – Imaginei. Me conta o que aconteceu, o que esse miserável fez.
Belén falou.
(Juan): – Ela é a Débora, era a secretária anterior do Pedro e do Marcos. E, bom, você já sabe o que eles fazem com elas. O negócio é que tão com ele filmado no servidor das câmeras. E, bom, ela acabou de ligar pra obrigar ela a voltar pra empresa. Ela pediu demissão e, como ameaça, disse que ia publicar esses vídeos na internet.
(Belén): – Maldito filho da puta. Se entendi o que você quer, acho que posso ajudar. Vem comigo, vou fazer umas ligações.
(Juan): – Ok, mas cê sabe se o Marcos ou o Pedro já tiveram acesso a esses vídeos?
(Belén): – Acho que ainda não. E hoje ele não tava por perto, então ainda dá tempo. Mas não tô muito segura se mandei um e-mail com o vídeo. Acho que deve ter uma cópia editada em algum computador pessoal ou um laptop, mas olha, isso é muito arriscado e não vai ser de graça.
Disse a jovem
(Juan): –O que você quer em troca.
(Belén): –Bom, olha, faz mais de um mês que briguei com meu namorado e, bem, você sabe.
Ela disse, tirando uma camisinha da bolsa
(Juan): –Entendo, acho que não vai ser difícil.
Ela chamou um amigo fiel dela, que também estava infiltrado na empresa e é responsável pela parte de informática, e combinou com ele para apagar todas as gravações de um terminal remoto
(Belén): –Pronto, já foi. E esse cara vai invadir todos os computadores que o Marcos tiver e apagar tudo. Agora é hora do pagamento.
Disse Belén, pegando Juan pela camisa e levando ele para o banheiro principal, tudo na frente dos olhos de Débora, que ardia de raiva e ciúmes. Os dois entraram no banheiro e a porta se fechou. Débora estava explodindo de raiva, se aproximou da porta e olhou pelo buraco da fechadura para ver se conseguia ver alguma coisa, mas não conseguiu. Teve que se contentar em encostar o ouvido na porta e escutar. E ouviu a voz do seu Juan quando ele suspira e diz: –Uhhhhh! Deus, como você chupa, puta! Isso! Ahhhhhh! Ela ouvia o prazer do seu Juan, explodia de raiva e ciúmes porque sabia que aquela jovem estava chupando o Juan. (Débora): –Ela tá chupando ele, a puta! Deus, que raiva, nunca fiquei tão puta na minha vida. E de repente, ouve de novo a voz de Juan dizendo: –Espera, agora se apoia na pia, sobe que agora vou te foder, seu pagamento, puta. Depois de ouvir seu Juan, sente Belén gritar:
(Belén): –Ayyyyyyyyyy! Ayyyyyyyyyy! Ayyyyyyyyyy! Deeeus, é Enorme e Grossa! Ayyyyyyyyyy! Ayyyyyyyyyy! Ayyyyyyyyyy! Ayyyyyyyyyy!
–Você gosta, puta? Gosta do meu pau, puta de merda?
(Belén): –Ayyyyyyyyyy! Ayyyyyyyyyy! Ayyyyyyyyyy! Deeeus, Nãoooo Tão Forteee Tá Dooendo Mas Me Esquenta Muito Seu Pau. Cogemeee Siimmm Cogemeee Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Aiiiiiiii!
A garota gritava, embora a Debora tenha ficado surpresa com o jeito que o Juan começou a tratar mal as mulheres, e pensou que talvez fosse por causa do que ela fez que ele passou a ter uma atitude de desprezo pelas mulheres.
(Belén): -Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Deeeus Siimmm Assiiimmm Minha buceta já acostumou com seu pauzão, papai, agora me come bem comida, me come que eu gozo contigo, papai, me come como sua putinha Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Aiiiiiiii!
(Debora): -Meu Deus, que pedaço de puta comer meu Juan antes de mim, maldita puta, filha da puta. Dizia a Debora consumida pelo ciúme e sua fúria irada.
(Juan): -Aiiiiiiii! Deeeus Voooou Gozaaaar Putaaa Tomaaa Sua Putaaa De Meeerdaaa Tomaaaaa Aiiiiiiii!
Gemia o Juan descontrolado à beira do orgasmo. A Debora estava furiosa porque, além de ouvir os gritos e gemidos, também dava pra ouvir o som do choque das duas pelves quando o Juan enfiava com fúria naquela novinha.
(Belén): -Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Siimmm Papaiiiii Sinto Como Você Vai Gozaaaar Me Dááá Sua Porraaaa Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Aiiiiiiii!
(Juan): -Uhhhhhh! Cadela Tomaaa Aí Vai Meu Leite Putaaa Aiiiiiiii!
(Belén): -Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Siimmm Siimmm Assiiimmm Siimmm Me Enche Assiiimmm Papaiiiii Siimmm Me Esquenta Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Aiiiiiiii!
Os dois orgasmos foram cessando e aquele banheiro foi se calando. Uns 15 minutos depois, o Juan sai já vestido e atrás sai a Belén arrumando o vestido, abotoando a parte que cobre os peitos. O olhar de punhal da Debora se cravou nela, e ela, pela primeira vez, pôde sentir a ira assassina que aquela mulher sentia por ela. Ela termina de se arrumar e, indo em direção à porta, se vira, olha pra Debora e diz com voz debochada, se sentindo dona da situação. Situação
(Belén): –Querida, pode ficar tranquila, seus problemas vão ser só um gole amargo pra esquecer.
Ela se aproxima de Debora e sussurra no ouvido dela:
(Belén): –Não se preocupa, não vou roubar ele de você, só queria dar uma trepada nele, só isso. Então agora que eu tô indo, pega ele se quiser e não fica com essa cara de ódio. Sei que tá com ciúme porque comi seu filhinho antes de você, mas tem que entender que precisa pagar por toda a humilhação que fez ele passar. Jijijiji.
Ela ri na cara de Debora, se afasta e, virando-se, diz:
(Belén): –E pra você, Juan, é a última vez que a gente se vê aqui. É muito perigoso.
Falou isso enquanto fazia um sinal com o olhar na direção de Debora, pra ele ver como ela tava fervendo de raiva. Juan percebeu a ira da mãe e riu, entendendo que ela tava com ciúme, e disse:
(Juan): –Não se preocupa, Belu, eu resolvo isso daqui a pouco. Por ela, pode ficar tranquila.
(Belén): –Beleza, ok. Te ligo na semana pra combinar a primeira entrega daquele pacote que o chefe falou.
Disse Belén.
(Juan): –Ok, pode deixar. Tô esperando, Bombom.
Falou Juan, dando um beijo nos lábios dela, que a jovem correspondeu, antes de subir no carro e ir embora. Juan fechou a porta e foi até Debora. Quando ficou de frente pra ela, disse:
(Juan): –Pode me dizer que porra que tá acontecendo com você? – Falou Juan num tom bem alto e autoritário.
(Debora): –Primeiro, não levanta a voz pra mim, Juan. E segundo, não fala comigo nesse tom.
Disse Debora num tom sério.
(Juan): –Eu falo com você do jeito que eu quiser, sua puta. Ou você esqueceu quem manda aqui, ou eu tenho que refrescar sua memória pra ver se você enxerga e analisa pra quem deve lealdade e quem você humilhou, se prestando pras humilhações daquele filho da puta. – Disse Juan num tom furioso. Lágrimas começaram a escorrer pelo rosto de Debora ao ver como Juan, totalmente puto, tava tratando ela.
(Debora): –Juan, não grita comigo nem me xinga, que eu sou sua...
(Juan): –Sua o quê? Sua mãe? Agora você é... minha mãe, você não foi quando se ofereceu como uma puta barata pras humilhações que aquele infeliz me dava. Ali não era seu Juan, era seu brinquedo, seu e do Marcos, né?
Disse Juan irritado e ainda com a alma ferida por aquela mulher que um dia o trouxe ao mundo.
(Juan): Me escuta, sua puta maldita. Agora entra no banheiro e toma um banho que vou preparar o jantar. Antes de comer, liga pro seu pai e fala que vai passar a noite aqui. A última coisa que ele precisa é ficar preocupado com você depois de tudo que aqueles filhos da puta fizeram com ele.
Débora, de cabeça baixa e lágrimas nos olhos, entrou no banheiro e fechou a porta atrás de si com um estrondo. Se despiu e entrou no chuveiro pra tomar banho. Já nua no chuveiro, enquanto a água caía sobre seu corpo, entendeu que seu Juan ainda estava muito magoado pelo que ela fez com o Marcos e não ia aliviar até se vingar.
(Débora): — Por que a puta da mãe? Por que, Deus, tudo é culpa minha? Ainda por cima, tô desesperada pra receber aquele pauzão dele na minha buceta.
E ao dizer isso, começou a bater na parede do chuveiro com raiva e impotência. De repente, ouve a campainha.
(Débora): — Ah, e agora quem será? Alguma puta pra sugar toda a porra dos ovos dele.
Disse pra si mesma. Depois saiu do chuveiro e se vestiu. O Juan tinha deixado um conjunto de lingerie no banheiro, e ela, enquanto vestia, pensou: "Será que comprou pra mim?" Saiu e foi pra sala, mas não encontrou o Juan. Seguiu o caminho até a cozinha e uma grande sala de jantar. Lá encontrou o Juan, que a recebeu com a mesa posta, iluminada por velas. Débora não conseguiu segurar um grande sorriso que iluminou seu rosto triste. Débora e Juan se sentaram e jantaram à luz das velas. Depois de comer, ele recolheu as coisas e se jogou no sofá de dois lugares. Débora sentou numa poltrona individual. De repente, Juan virou a cabeça e, olhando pra ela, disse:
(Juan): — Débora, vem cá. comigo.
(Débora): —Não, Juan, não tô a fim, não tô no clima. Ela respondeu.
(Juan): —Vem logo, porra.
(Débora): —Não, Juan, falei que não.
(Juan): —Perfeito, vou ligar pra Belu e mandar ela cancelar tudo, e você vai virar a puta da internet.
Ele falou sério.
(Débora): —Que porra é essa? Agora você tá me chantageando, hein? Parece que no fundo você não é tão diferente do Marcos.
(Juan): —Perfeito, quer bancar a difícil? Agora vai ver, sua puta rebelde.
(Débora): —Não me xinga, Juan, já tô cansada.
Juan olhou pra ela com desprezo, tirou o celular do bolso, e Débora viu ele procurando na agenda.
(Débora): —Tá bom, seu porco chantagista. Só falta me expor como uma vagabunda pra todo mundo. Você é igualzinho ao Marcos.
Ela falou irritada, se levantou, foi até ele e se deitou ao lado.
(Juan): —Pode me dizer que merda que tá rolando com você?
(Débora): —Nada, vai acontecer nada. Ela disse.
(Juan): —Como assim nada? Você tá uma fera desde que a Belém chegou aqui. Tá com ciúme?
Juan perguntou.
(Débora): —Ciúme? Eu? De quem? Daquela puta? Por favor, ela não chega nem no meu calcanhar.
Ela falou desafiadora.
(Juan): —Claro, você se formou na grande academia, mas vamos ver, prova isso.
(Débora): —O quê? Provar o quê?
Ela falou se fazendo de sonsa.
(Juan): —Provar que ela não chega no seu calcanhar.
Juan falou, enfiando a mão dentro do vestido dela e acariciando a buceta por cima da calcinha fio dental, que já começava a ficar molhada. (Juan): —Vamos, Débora, fala. Tá com ciúme da Belém, vai, confessa. Juan disse.
(Débora): —Quê? Não, claro que não! Eu sei que posso te ter quando eu quiser e quando você quiser.
Débora falou segura de si, como se tivesse ele na mão e pudesse pegá-lo quando ela ou ele quisessem. (Juan): —Vamos, Débora, eu sei muito bem que você me quer só pra você. Por isso que tá fazendo essa birra toda de menina de quinze anos. então você me quer só pra você e só pra você, me mostre que está à altura de saciar meus desejos. (Débora): –Tá bom, se meu menino quer a sua puta, vai ter a sua puta, e essa puta vai deixar ele com esses ovos enormes parecendo duas uvas-passas. Disse Débora pra concluir, passando uma perna e depois a outra por ambos os lados do corpo de João até ficar montada em cima dele com a bunda levantada, sem encostar no corpo dele, e no espaço que deixou entre o corpo dela e o de João, levou uma das mãos e começou a desabotoar o botão da calça, depois abaixou o zíper e meteu a mão dentro da cueca de João, puxando a pica enorme do João completamente dura. Bateu uma punheta nele por uns instantes e depois começou a descer o corpo devagar até que a cabeça grossa bateu contra a buceta coberta pela calcinha de seda, a mesma que o João tinha comprado pra ela e deixado no banheiro quando mandou ela tomar banho. E Débora, ao sentir o toque da buceta molhada com a cabeça grossa da pica do João, fez uma leve pressão e se surpreendeu ao sentir a calcinha ceder, e a pica do João começou a penetrar a boceta dela. Com a puta excitação que isso causou, ela se deixou levar e continuou descendo, enfiando cada vez mais a pica enorme do João dentro da boceta faminta dela. Quando faltavam uns centímetros de pica, ela se deixou cair, enterrando tudo com o peso do corpo, soltando um gemido profundo de prazer extremo, algo que ela nunca tinha sentido antes.
(Débora): -Aiiiiii! Aiiiiii! Aiiiiii! Deeeeus Siiim Toooda Siiim Eu Cooomi Toooda Aiiiiii! Aiiiiii! Aiiiiii! Aiiiiii! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Deeeeus Siiim Assiiim Me Fodeee João Me Fodeee Assiiim Siiim Maaiis Siiim Me Dáááá Mais Pica Me Faz Sua Putaaa Enche Minha Buceta De Leite Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh!
Gritava entre gemidos Débora, transbordando de prazer que seu corpo ardente estava sentindo ao experimentar algo que nunca Ela nunca tinha sentido antes, em nenhuma vez que foi comida, aquela pica. A pica do seu Juan chegou até o fundo do seu ser, ela até sentia a ponta daquela pica batendo no colo do seu útero, dando um prazer indescritível. Já estavam há 10 minutos transando e ela já tinha tido 4 orgasmos com aquela pica enorme, completamente dura. Não perdeu nem um pingo de rigidez, se mantinha firme enquanto entrava e saía da sua buceta ardente, que não parava de explodir um orgasmo atrás do outro. Ficaram mais 25 minutos transando assim, com ela dando subidas e descidas lentas naquela pica descomunal do Juan, até que sentiu ela começar a inchar e pulsar dentro da sua buceta gulosa, sinal de que Juan ia gozar. E Débora começou a gemer sem parar.
(Débora): - Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Deeeeus, siiiim! Juaaaaam, siiiim! Me come, continua me comendo que você já vai gozar, posso sentir sua porra vindo. Me enche, pai, enche a buceta da mamãe. Come a sua puta! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh!
(Juan): - Ahhhhhh! Deeeeus, siiiim! Débooora, já gozei, gozei! Deeeeus, gozei! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Toma, minha porra, puta, toma! Ahhhhhh! Ahhhhhh!
Juan gritou, e um jato abundante de esperma bateu no fundo da buceta da Débora, causando um último orgasmo muito mais intenso que os outros. Depois desse jato, veio outro, e outro, e assim foram uns 5 ou 6 disparos de sêmen dentro da Débora, enquanto ela continuava pulando naquela pica até desabar sobre o seu Juan e começar a beijá-lo apaixonadamente, sem parar de meter aquela pica mais fundo na sua vulva para que a porra chegasse bem dentro dela. Depois de minutos de orgasmos, Débora fica desabada sobre o corpo de Juan e, olhando nos olhos dele, diz:
(Débora): - Sabe, Juan, ninguém me fez sentir o que você me fez sentir hoje. A verdade é que você foi incrível.
(Juan): - Olha, Débora, tem uma coisa que eu preciso te dizer pra deixar tudo claro.
(Débora): - O que é?
(Juan): - Olha, por enquanto... Até que tudo isso acabe, não posso ser só seu. Você precisa entender que talvez tenha que me dividir com algumas mulheres. Você topa?
(Débora): –Ok, Juan, tudo bem. Vou aguentar.
(Juan): –Então vou te contar tudo e espero que saiba ser leal.
(Débora): –Ok, Juan, pode confiar em mim. Conta, vai, me conta tudo, papai.
Ela disse num tom bem meloso.
(Juan): –Olha, depois que saí de casa, estava chegando num hostel onde ia passar os dias. Quando desci do táxi na porta, um carro de luxo parou, dois caras grandões desceram, um me levou pra dentro do carro e o outro colocou minhas coisas no porta-malas. E aí, um homem de meia-idade, quase 50 anos, se apresentou e me fez uma proposta que não pude recusar.
(Débora): –O que foi que ele te ofereceu?
Ela me perguntou, e aí contei tudo, com todos os detalhes, todo o meu plano de vingança. E ela, não sei por que, pareceu que tudo que eu contei a excitou pra caralho, porque me olhando com uma cara de felina no cio, começou a mexer na minha rola bem devagar, até que com uma voz bem sensual ela disse:
(Débora): –Meu menino, que esperto que você é. Merece um prêmio. Sei que vai fazer eles pagarem por todo o mal que te fizeram. Seu esforço e inteligência merecem um prêmio, e a mamãe vai te chupar. E essa vai ser uma de muitas vezes que vou comer essa sua rola gigante. Pode meter esse monumento de rola em qualquer buraco da mamãe que você quiser. Essa puta tá à sua inteira disposição.
Quando terminou de falar isso, ela abaixou a cabeça até a virilha do Juan e começou a chupar a rola dele, completamente entregue. Começou a dar lambidas suaves e chupadinhas na ponta da rola, como se fosse um ritual de preparação pro que vinha. Ela puxou a pele da rola bem pra baixo, liberando completamente a cabeçona, e olhando fixamente pra rola, disse:
(Débora): –Chegou a hora de comer essa rola gostosa. Vamos ver quanta porra sai desses ovinhos de safado.
E a Débora abriu a boca o máximo que pôde e começou a chupar a rola. Começou por... a ponta e com muita força começou a empurrar o rosto dele pra baixo, engolindo aos poucos vários centímetros de pau. Tinha acabado de começar e já tinha enfiado na boca três quartos da pica enorme do João. Continuou descendo até dar um empurrão forte pra baixo e conseguiu engolir, já com muita dificuldade, a metade daquela pica grossa e gigante. Como se tivesse desistido, parou por ali e começou a chupar com uma mamada de campeonato. João está nas nuvens, alucinando de prazer ao ser vítima de uma mamada dessas da Débora. E enquanto ela continuava chupando, sem parar de melhorar seu desempenho de boquete, e à medida que seguia chupando o pau do seu João, Débora percebia que a pica estava muito mais lubrificada pela saliva e pelo líquido pré-seminal. Então decidiu avançar pra ver se conseguia engolir um pouco mais daquela pica, mas ela estava muito ansiosa pra chupar o pau do João e não se controlou. Ao avançar, fez isso muito rápido e forte, confiante na lubrificação daquela pica enorme, e sem perceber, engoliu quase tudo. Quando se deu conta, metade do pau passou pela garganta dela, chegando ao esôfago, e ali sentiu como uma corrente elétrica que percorreu todo o seu corpo curvilíneo, fazendo com que quase perdesse o equilíbrio. Estava tendo um orgasmo fortíssimo ao conseguir engolir a pica enorme do João. Se mexia, contorcendo seu lindo corpo maduro como se estivesse transando, sentindo sua buceta se contrair, aproveitando a sensação gostosa e prazerosa do orgasmo. E não era a única: ela mesma sentiu o pau do João começar a inchar e pulsar dentro da boca dela, sinal de que João também estava prestes a gozar dentro da boca dela. Então, com muita vontade, começou a chupar o pau dele sem parar e afundou o rosto contra a pelve do João, conseguindo seu objetivo: engoliu a pica completamente, batendo contra a mata de pelos pubianos do João. E ali, naquele exato momento em que o pau do João chegou quase debaixo do pescoço dela, sentiu um forte e potente jato de porra que saiu da cabeça da pica do seu Juan direto pro estômago dela, mas o mais excitante foi que quando ela tirou a pica do Juan de dentro da boca dela, a pica do Juan continuava jorrando e jorrando porra, banhando o rosto dela e o torso inteiro, manchando o vestido dela com o leite do macho dela "seu Juan". Depois dos dois orgasmos, ela se deitou no sofá junto com o Juan e começou uma conversa morbidona entre eles.
(Débora): –Mmmm Juan, isso foi incrível, e você goza mais e melhor que o corno do seu pai.
(Juan): –Puxa, Débora, ele já é corno oficialmente? Ou não era antes, quando você se entregava aos caprichos do Marcos?
(Débora): –Meu Deus, Juan, até quando você vai ficar me jogando na cara o que eu fiz? Eu sei que errei, te causei um dano enorme, mas estou aqui do seu lado tentando curar as feridas que causei. Aquilo foi sob pressão de chantagem, não conta como traição. Isso sim, porque eu me entreguei pra você, chupei sua pica e te comi porque quis, e adorei fazer isso, e vamos continuar comendo porque aqui começa algo mais intenso entre nós. E pretendo ficar do seu lado em cada decisão que você tomar e ver se posso ajudar em algumas delas.
(Juan): –O que você quer dizer com isso, Débora?
(Débora): –Que estou disposta a te ajudar em tudo e que vou estar disponível pra você na cama, se necessário. Não deixo o corno do seu pai me tocar.
(Juan): –Que bom ouvir isso de você, Débora.
(Débora): –Bom, Juan, também estava pensando agora há pouco no que você me propôs, de que talvez tenha que transar com outras mulheres. Pensando nisso, decidi que aceito esse ponto, mesmo que não goste e morra de ciúmes, mas concordo com uma condição.
(Juan): –O quê? Qual?
(Débora): –Que depois de transar com qualquer uma, você me coma, pra poder comparar os dois desempenhos.
(Juan): –Ok, Débora. Parece justo, tá bem, assim será.
(Débora): –Ok, então tá tudo acertado, só falta começar a primeira fase.
Diz Débora, dando um beijo nele. apaixonado nos lábios de Juan e se recostando, apoiando o rosto no peito dele
(Juan): –Só falta a Belu trazer os papéis que preciso pra começar o primeiro ataque, mas antes tenho que falar umas coisinhas com o Dom Ernesto.
(Débora): –Ok, Juan. Mas toma cuidado com o Dom Ernesto, ele é um homem muito poderoso, mesmo que esses imbecis subestimem ele. Se você tiver ele como aliado, não só vai conseguir sua vingança, mas pode conseguir muito mais.
(Juan): –Ok, Débora. Valeu pelo apoio. Disse Juan, dando um beijo nos lábios da mãe dele.
Continua…
(Juan): – Entra, Débora, bem-vinda à minha humilde morada. Como vê, não precisei aceitar as humilhações daquele maldito pra seguir em frente. Na verdade, saí ganhando.
Disse Juan em tom irônico e sarcástico para sua mãe. Débora percebeu o tom hostil do filho e notou que ele ainda estava puto com ela por tudo que aconteceu com Marcos.
(Juan): – Entra, Débora, senta, fica à vontade. Quer beber alguma coisa?
(Débora): – Não, obrigada, tá bom, filho. Disse Débora sentando na sala da casa luxuosa do filho.
(Juan): – Então, Débora, queria falar? Tô aqui, pode falar.
Disse Juan em tom sério e frio.
(Débora): – Bom, filho, eu queria falar com você pra você voltar pra casa e não abandonar sua família. Eu preciso de você sempre na hora do jantar, quando preparo pro seu pai e pra mim, ponho seu prato também. Não me acostumo com sua ausência e não quero me acostumar. Eu te amo e preciso de você.
Disse Débora quase segurando o choro. Juan ficou em silêncio por um momento e depois disse:
(Juan): – Eu abandonar minha família? Se foram vocês que me abandonaram por dinheiro e sexo sujo e podre.
Respondeu o jovem com rancor.
(Débora): – O que você tá dizendo, filho? Isso já passou, deixa pra trás. Eu pedi demissão no mesmo dia que você foi embora. Não aguentei perder você por causa desse filho da puta, você é o que eu mais amo no mundo.
Disse ela de novo.
(Juan): – Você não pensava assim quando Marcos te fazia me humilhar. Parecia que você curtia minha humilhação com ele. E com certeza você não sabe o que essa merda me fez viver em toda a minha vida.
(Débora): – Não, filho, eu também não sabia quem ele era de verdade.
(Juan): – Então vou te descrever, pra você ver o estrago que me fez, e não sei se você consegue consertar.
(Débora): – Tá bom, filho, me conta, desabafa. Respondeu Débora.
(Juan): – Por favor, não me chama assim. Me chama de Juan. (Débora): –Por favor, filho, não me trate assim, não me despreze me tratando como uma estranha.
Ela disse isso chorando desconsolada ao sentir o tratamento frio de Juan desde que ele chegou em casa.
(Juan): –Bom, vou começar pela primeira: cada mulher que eu desejava ou com quem me envolvia sentimentalmente, ele se metia usando os luxos dele para me roubar a mulher que eu queria ou amava. Como um dia antes de você começar a trabalhar, eu tinha ido na casa da minha namorada, lembra? Eu pensava em passar a noite lá. Bom, quando chego, a primeira coisa que vejo é o carrão do Marcos estacionado na calçada da entrada da casa dela. E agora tive que viver a pior humilhação que ele já me fez sentir na vida: quando a pessoa que eu mais amava e em quem confiava cegamente, meu amor platônico desde os 12 anos, a musa de todas as minhas fantasias, a que despertou o desejo sexual na minha mente e no meu ser, não só virou a cara pra mim indo embora com o Marcos, como me humilhou junto com ele, e parecia até gostar disso, do lado dele.
Débora ficou em silêncio ao ouvir o breve relato de Juan, que era só o começo do que ele sofreu por causa do Marcos. Ela ficou calada, sem saber o que dizer. Juan tinha toda razão de estar furioso com ela, mas ela também se surpreendeu ao saber que o filho sentia coisas por ela e a desejava carnalmente, a ponto de ela ser a musa dos sonhos molhados e eróticos dele. E parecia que esses desejos e sentimentos não tinham ido embora depois da puberdade, mas continuavam no coração e no corpo dele. E ela se sentiu vil e nojenta ao saber como machucou o ser que mais amava no mundo.
(Débora): –Não sei o que dizer, filho. Sei que o que fiz te machucou muito, mas se estou aqui é porque quero consertar esse dano, pra que você não sofra e me culpe pelo resto das nossas vidas.
Respondeu Débora depois do longo silêncio.
(Débora): –Como eu te disse, Débora, não sei se você consegue curar as feridas que me causou.
Disse Juan, firme na posição dele.
(Débora): –Mas vou Vamos tentar, filho. Vou fazer de tudo pra curar suas feridas.
Ela respondeu, e um breve silêncio se fez, parecendo a calmaria que antecede o furacão.
(Juan): – Bom, vamos ver. O que você faria pra curar minhas feridas?
Disse Juan.
(Débora): – Me diz o que você quer que eu faça.
Respondeu Débora. Outro breve silêncio, e então Juan, já decidido a se vingar da mãe antes de perdoá-la, disse:
(Juan): – Bom, a partir de agora, você vai ter que ser minha puta e ser tão servil ou mais do que era com o Marcos.
Débora ficou petrificada, de boca aberta de espanto, e depois baixou a cabeça, sabendo que se conseguisse o perdão do filho, não seria de graça. Ela respondeu:
(Débora): – Ah, então sua vingança contra mim é me humilhar igual o Marcos fez? E depois que você se divertir me humilhando e me machucando, o que vai acontecer?
(Juan): – Primeiro, Débora, abaixa esse tom e esses ares, porque aqui quem manda sou eu. Segundo, Débora, você vai notar a enorme diferença entre mim e aquele lixo miserável que só tem o dinheiro pra se destacar. E terceiro, encara como quiser, se acha que é uma vingança minha contra você. Mas a grande diferença é que você vai ser minha puta, e só minha. A única condição inegociável que eu imponho é que você só pode transar comigo ou com o papai, se eu quiser. E se você violar essa condição, não só vai me perder e nunca mais me ver, como você e o papai vão ficar arruinados, e você vai acabar sozinha, como a puta que é, porque pretendo contar toda a verdade pro papai, e também vou dizer que ele perdeu o emprego por sua causa. Me diz uma coisa: o que você acha que o Marcos e o Pedro fizeram quando souberam da sua demissão? – Não sei, filho, não sei. Respondeu Débora. – Ok, você vai saber quando voltar pra casa.
Respondeu Juan.
(Débora): – Ok, filho, aceito. E juro que vai ser como você pede.
(Juan): – Ok, Débora. E a partir de agora, você está terminantemente proibida de me chamar de filho. Além disso, quando veja que pode confiar mesmo em mim, você vai saber algumas coisas minhas e como meu plano funciona e como cheguei nessa casa.
(Débora): –Ok Juan, mas você precisa confiar em mim, juro que vou fazer de tudo pra curar suas feridas.
Disse Débora quase chorando
(Juan): –Ok, se eu puder confiar em você e você não me decepcionar com isso, eu prometo que papai não vai sofrer nada e vai ter um emprego melhor, com gente que trate ele muito melhor do que esses infelizes.
O rosto de Débora se iluminou ao ouvir isso da boca do filho, embora fosse difícil pra ela ser a puta do filho
(Débora): –Sério, filho? Perdão, Juan, você poderia fazer isso por nós?
(Juan): –Faria pelo papai, ele não tem culpa e não tem nada a ver com todo o dano que você me causou, só foi um pouco permissivo com Pedro e Marcos.
(Débora): –Ok Juan, vejo que continua hostil comigo. Posso te perguntar uma coisa?
Ela respondeu
(Juan): –Sim, o que você quiser, Débora, estamos aqui pra conversar.
Juan respondeu
(Débora): –Bom, Juan tem razão. O que eu queria perguntar é: você me odeia por tudo que aconteceu?
(Juan): –Não, Débora, não te odeio. Só estou muito magoado e quero fazer você sentir a dor que me causou.
Respondeu Juan sinceramente
(Débora): –Bom, fico feliz em ouvir que não me odeia e saber que tenho uma chance de reparar o dano que te causei.
Disse Débora
(Juan): –Só uma. Se perder essa chance, me perde pra sempre.
Disse Juan
(Débora): –Bom, ok Juan.
(Juan): –Pronto, tá tudo conversado e esclarecido. Pode começar agora a me fazer um boquete.
Juan disse, completamente seguro de si, com atitude dominante. Débora ficou quieta e depois disse
(Débora): –Aqui?
(Juan): –Sim, aqui. Algum problema ou já se arrependeu? Acho que pro Marcos você não fez tantas perguntas, né?
(Débora): –Não, não me arrependi.
Disse Débora, levantando do sofá que Ela tava sentada, mas se levantou pra ir até onde o Juan tava sentado. Quando chegou na frente dele, colocou um dedo na boca, bem sensual, e perguntou:
(Débora): — Então, Juan, como você gosta dos boquetes? Tô perguntando porque quero caprichar no serviço, jijijiji.
Falou a Débora, toda safada.
(Juan): — Com vontade, com sentimento e desejo, não igual uma puta vazia que só quer se livrar logo. Minha pika tem que mexer com você por dentro.
Respondeu ele.
(Juan): — Com uns joguinhos antes, tudo bem sensual.
Completou o Juan.
(Débora): — Mmmm... Bom, vou ver o que consigo fazer.
Falou a Débora, sem saber no que ia se meter entre as pernas do seu Juan. Ela se levantou, caminhou até ele, que tava sentado no sofá, e quando chegou bem na frente, se ajoelhou entre as pernas dele. Passou a mão no volume que a pika ereta do Juan formava e só disse:
(Débora): — Uau, o que temos aqui, papai? Isso parece uma pika bem interessante.
Falou a Débora, passando a mão por todo o contorno daquele volume. Ela tava fascinada com a pika do seu Juan, e não fazia nada como fazia com o Marcos, por obrigação. No rosto dela, a cada movimento da mão, dava pra ver o desejo carnal. E os dois nem perceberam que, depois de consumar aquele ato, as vidas e os corpos deles iam ficar entrelaçados pra sempre. Ela olhava com uma cara de tesão o volume enorme que crescia entre as pernas do Juan. Passava a língua nos lábios enquanto encarava aquele volume, que dizia que por trás da calça tinha uma pika descomunal. A Débora continuava acariciando a pika dele por cima da calça até que não aguentou mais de tesão. Mordendo o lábio, esticou as mãos pra afrouxar o cinto, depois desabotoou o botão e, por fim, abaixou o zíper da calça do Juan. Enfiou uma das mãos delicadas e sensuais dentro da cueca dele, em busca daquela porra grande. Segurou pelo tronco e sentiu que era enorme. e quando eu tiro pra fora, a expressão dela foi dizer com a boca bem aberta de espanto
(Débora): –Uauuu Meu Deus Juan, tudo isso é seu Mmmmm.
Diante dos olhos dela tinha uma pica enormíssima de 24cm de comprimento por 8cm de largura, era imensa, ela olhava com admiração e desejo extremo e disse em voz alta
(Débora): –Mmmmm quanto tempo perdi com esses infelizes tendo em casa uma tranca dessas pra me saciar até me fartar. Uy, desculpa Juan pelo dano que te causei, sei que posso remediar engolindo sua pica até você gozar na minha boquinha de puta.
Disse dando um beijo no contorno do tronco da pica pra depois esticar a língua e lamber todo o tronco desde a base até a ponta pra dar outro beijo, mas dessa vez na ponta da pica
(Débora): –Mmmm Juan, ainda por cima tem um gostinho delicioso. Juan, posso te pedir uma coisa?
Perguntou Débora pro Juan
(Juan): –O quê? Fala, Débora.
Respondeu ele
(Débora): –Bom, eu queria saber se você estaria disposto a me saciar com essa maravilha sempre. Eu te ajudaria a reconstruir tudo e a se vingar de quem nos machucou tanto.
(Juan): –Fechado, Débora. Agora se sacia e tira toda a porra com essa boca de puta.
Respondeu Juan. Ela, em silêncio, sem dizer nada, abriu o máximo que pôde a boca e engoliu a pica do seu Juan, começando um boquete de campeonato. Ela chupava como se fosse o marido dela, ou muito melhor que o marido, mal cabia dentro da boca dela e Juan pegou a nuca dela e empurrou pra dentro, tentando fazer a mãe dele devorar mais daquele falo enorme. E quando a pica chegou na garganta da Débora, ela engasgou e Juan continuou fazendo pressão, como se quisesse atravessar ela. E ao dar um último empurrão mais forte, a garganta da mãe dele cedeu e a pica de Juan atravessou, e o queixo da Débora bateu na pélvis do Juan que, não aguentando aquele prazer enorme, começou a esvaziar os ovos dele dentro da boca da Débora que, não conseguindo engolir toda aquela descarga abundante, tossiu e começou a escorrer a porra pelos cantos da boca dela como cachoeiras de esperma quente e grosso, e ela vai tirando devagar a pica da boca, quando chega a ter só a cabeça dentro da boca, ela volta a enfiar ela inteira de novo, e depois pega com uma mão e continua chupando. Ficou uns minutos assim até que consegue fazer o Juan gozar outra vez dentro da boca dela, dessa vez como a pica não tava tão enfiada na boca, a porra transbordou toda a boca dela e jorros longos saíam da cavidade oral, e ela continua chupando, limpa ela bem e, olhando nos olhos dele, diz:
(Débora): –Mmmm, love, muita carga armazenada que a gente tinha nesses ovinhos de garanhão macho.
Ela disse e deu um beijo na pica e continuou chupando um pouco mais, depois se levantou, ficou de pé e foi sentar no colo do Juan.
(Débora): –Juan, quero ficar pra você me foder.
(Juan): –Não, Débora, amanhã a gente vê se você se comportar bem, capaz que eu te recompense.
Respondeu Juan.
(Juan): –Além disso, papai não sabe que você está aqui, e se você demorar ou não for pra casa, ele vai desconfiar de você e vai te seguir quando você vier aqui, ou comentar algo com o Marcos ou o Pedro.
(Débora): –Ok, Juan, tem razão. Amanhã te ligo no celular.
Disse Débora, pegando o rosto de Juan e dando um beijo sensual, enfiando a língua, juntando com a dele.
(Juan): –Pronto, Débora, você vai de táxi ou te levo até em casa?
(Débora): –Não, Juan, não se incomoda, pego um táxi.
(Juan): –Ok, Débora, outra coisa: quero que você me informe tudo o que acontece com você e com papai, se eles tomaram represálias com ele ou com você por causa da nossa decisão.
(Débora): –Ok, Juan.
Ela disse, deu outro beijo, se levantou, arrumou a roupa, e o mais sexy foi quando ela ajeitou a calcinha fio dental que tinha puxado pro lado pra se tocar enquanto chupava a pica grande do Juan, com intenção de transar, mas não deu certo. Também arrumou um pouco o cabelo e a maquiagem, pegou a bolsinha e saiu. A porta de casa se abre, e lá está o abatido Esteban, esperando com as notícias terríveis que Débora ainda não sabia. Ele se torturava, sem saber como ia pagar as contas, a hipoteca e sobreviver o mês inteiro, porra.
Na hora, Esteban sente a porta de casa se abrir e entra Débora, radiante e feliz. Quando chega na sala, encontra o marido destruído emocionalmente, sentado no sofá.
(Débora): — Amor, o que foi? Por que você tá assim? Embora já desconfiasse do que tinha acontecido.
(Esteban): — Oi, meu amor. Me suspenderam por 15 dias e vou perder metade do meu salário. Não vamos conseguir pagar as contas do dia a dia nem a hipoteca. Tamos ferrados.
O marido disse isso e desabou a chorar que nem um bebê. Débora corre até ele, abraça pra consolar e fala:
(Débora): — Calma, calma, meu Corn… digo, meu amor.
E dá um beijo carinhoso nele, dizendo:
(Débora): — Deixa que eu cuido disso, pode ser?
(Esteban): — Você? Como é que vai fazer?
(Débora): — Não se preocupa. Além disso, trouxe uma boa notícia.
(Esteban): — Que notícia? Pelo menos uma coisa boa.
(Débora): — Sim, uma bem boa. Olha, acabei de voltar da casa do Juan e a gente conversou. Consegui uma aproximação.
(Esteban): — O quê? Que aproximação?
“Fiquei chupando a pica enorme que você não tem, corno. Chupei até secar os ovos dele, engoli todo o leite dele e quase sentei na vara. Quero a pica do meu Juan, a sua já não serve nem pra me fazer cócegas, Cornudoooo! Hahahaha”, pensou Débora, maquiavelicamente. Parece que a humilhação do Marcos e do Pedro, e o prazer que ela descobriu ao virar a puta do filho com aquela tranca, tinha mudado radicalmente a personalidade dela, os pensamentos e sentimentos. Mas no fim, ela disse:
(Débora): — Bom, a gente resolveu as tretas e tem uma pequena chance de reconciliação. E não se preocupa com o dinheiro, eu cuido disso. Vou falar com minha família e ver o que posso fazer. Agora vou tomar um banho e preparar o jantar. Cena.
Disse Débora subindo para o quarto dela. Quando chegou no quarto, pegou o celular e entrou nas mensagens pra mandar um recado pro Juan contando o que tinha rolado, e se deparou com uma mensagem do Marcos que dizia:
(Mensagem do Marcos): "Me escuta, sua puta. Pelo que você e o fracassado do seu filho fizeram, você vai ver o que vou fazer. Dá uma olhada no seu e-mail e você vai ficar sabendo." Débora tremeu e, já no quarto, trancou a porta com chave, pegou o notebook e abriu o e-mail. Encontrou o do Marcos e viu que ele mandou junto um anexo: era o vídeo completo de quando ele fez ela chupar a rola dele e comeu ela no escritório. No e-mail, dizia o seguinte:
(E-mail do Marcos): "Me escuta, se você não entrar em contato comigo o mais rápido possível, isso vai rodar na internet e você vai virar piada mundial. Você decide o que fazer, sua puta mimada."
Débora ficou branca de medo e, rapidinho, entrou no banheiro e discou direto o número do Juan pra contar o que tinha acontecido. Ligou e o Juan atendeu.
(Débora): – Juan, meu amor, preciso te ver urgente. Preciso que me ajude, tô apavorada.
(Juan): – O que foi?
Débora: – Aconteceu o que a gente mais temia. As represálias começaram contra seu pai e contra mim.
(Juan): – Ok, Débora, vamos fazer o seguinte: dá um jeito de despistar o papai e vem pra cá. Fala que vai passar a noite aqui, que a gente vai conversar até tarde sobre nossos problemas, e amanhã você volta.
(Débora): – Ok, Juan, já vou me arrumar e ir praí.
Assim que desligou, abriu o guarda-roupa e procurou roupa. Pegou um conjunto minúsculo de lingerie e escolheu um vestido inteiro com saia solta e bem curta, laranja com detalhes de flores brancas. Pegou as peças e entrou no banheiro pensando:
"Juan, essa noite você me come, nem que seja na marra. Vou chupar essa rola de qualquer jeito, pela minha buceta."
E entrou no banheiro. Depois de 15 minutos, saiu toda tomada banho, perfumada e vestida com a roupa escolhida. No quarto, pegou a bolsa e saiu. Rápido em direção à porta e na sala cruza com o marido (Esteban):
–Aonde você vai, Débora, a essa hora? Perguntou o marido, surpreso.
(Débora): –Vou ver o Juan, ele me ligou e disse que queria me ver.
–Que bom, amor, vê se convence ele a voltar, sinto muita falta dele e nesse momento tão difícil, não sabe como faz falta ter meu Juan por perto pra me consolar.
(Débora): –Não se preocupa, amor, hoje eu convenço ele. Disse ela com um sorriso radiante e saiu pela porta. Foi até a esquina e esperou um táxi. Quando um livre passou, parou, entrou e partiu pra casa do Juan. Meia hora, quase 40 minutos depois, chegou na entrada da casa do Juan, pagou e saiu do táxi rumo ao portão de acesso. Lá estava o Juan. Ele abriu, ela entrou na casa e foram pra sala.
(Débora): –Juan, meu amor, o que eu mais temia aconteceu, meu Deus, tô com muito medo. Disse ela aterrorizada.
(Juan): –Bem, Débora, senta e me conta tudo sem esconder nada.
(Débora): –Ok, Juan. Acontece que quando eu tava trabalhando como secretária do Marcos, ele me obrigou a fazer várias coisas, tipo boquetes e me comeu, e tudo isso ficou filmado no sistema de monitoramento da empresa. Agora ele tá me ameaçando de publicar esses vídeos na internet.
(Juan): –Ok, Débora, espero que você tenha deixado isso no passado.
(Débora): –Sim, claro, Juan, isso agora tá à sua disposição, como combinamos há pouco. Respondeu ela.
(Juan): –Ok, Débora, deixa eu fazer uns telefonemas e vejo como a gente resolve isso.
(Débora): –Ok, Juan, ah, quase me esqueci, suspenderam seu pai, segundo me disseram, por um erro nas faturas dele que gerou prejuízo pra empresa.
(Juan): –Malditos filhos da puta! Papai pode errar em qualquer coisa, mas em algo que ele é muito cuidadoso é com números. Disse Juan furioso, porque conhecia bem o pai.
(Débora): –Foi o que eu pensei também.
(Juan): –Ok, deixa eu ver e vejo como resolvo isso também.
Juan levantou do sofá e pegou o celular. Uma autoconfiança que hipnotizava a Débora. Ele fez umas ligações, voltou a sentar e falou:
(Juan): – Ok, Débora, já já chega alguém que vai nos ajudar, e vou te contar umas paradas que tô planejando.
(Débora): – Ok, Juan.
(Juan): – Quer algo gelado ou algo mais forte pra beber?
(Débora): – Bom, vendo a situação, me dá um copo de rum com gelo.
Ela falou. Juan foi até o frigobar, serviu a bebida pra mãe dele e, pouco depois, a campainha tocou. Juan entregou o copo pra mãe e foi atender a porta.
(Juan): – Ah, oi, valeu por vir. Entra. Quer beber algo?
(Belén): – Não, obrigada. Mais tarde, quem sabe.
(Juan): – Ok, como quiser. Entra, fica à vontade.
Juan falou, chegando na sala com Belén. A cara fechada de Débora ficou evidente ao ver a jovem de rosto bonito, cabelos dourados e um corpo voluptuoso esculpido na perfeição.
(Juan): – Belén, ela é a Débora. Débora, ela é a Belén.
Juan falou, apresentando as duas mulheres.
(Juan): – Não sei se você tá por dentro de tudo que rolou hoje, mas vou te explicar um problema. A raiz você já conhece: é o Marcos.
(Belén): – Imaginei. Me conta o que aconteceu, o que esse miserável fez.
Belén falou.
(Juan): – Ela é a Débora, era a secretária anterior do Pedro e do Marcos. E, bom, você já sabe o que eles fazem com elas. O negócio é que tão com ele filmado no servidor das câmeras. E, bom, ela acabou de ligar pra obrigar ela a voltar pra empresa. Ela pediu demissão e, como ameaça, disse que ia publicar esses vídeos na internet.
(Belén): – Maldito filho da puta. Se entendi o que você quer, acho que posso ajudar. Vem comigo, vou fazer umas ligações.
(Juan): – Ok, mas cê sabe se o Marcos ou o Pedro já tiveram acesso a esses vídeos?
(Belén): – Acho que ainda não. E hoje ele não tava por perto, então ainda dá tempo. Mas não tô muito segura se mandei um e-mail com o vídeo. Acho que deve ter uma cópia editada em algum computador pessoal ou um laptop, mas olha, isso é muito arriscado e não vai ser de graça.
Disse a jovem
(Juan): –O que você quer em troca.
(Belén): –Bom, olha, faz mais de um mês que briguei com meu namorado e, bem, você sabe.
Ela disse, tirando uma camisinha da bolsa
(Juan): –Entendo, acho que não vai ser difícil.
Ela chamou um amigo fiel dela, que também estava infiltrado na empresa e é responsável pela parte de informática, e combinou com ele para apagar todas as gravações de um terminal remoto
(Belén): –Pronto, já foi. E esse cara vai invadir todos os computadores que o Marcos tiver e apagar tudo. Agora é hora do pagamento.
Disse Belén, pegando Juan pela camisa e levando ele para o banheiro principal, tudo na frente dos olhos de Débora, que ardia de raiva e ciúmes. Os dois entraram no banheiro e a porta se fechou. Débora estava explodindo de raiva, se aproximou da porta e olhou pelo buraco da fechadura para ver se conseguia ver alguma coisa, mas não conseguiu. Teve que se contentar em encostar o ouvido na porta e escutar. E ouviu a voz do seu Juan quando ele suspira e diz: –Uhhhhh! Deus, como você chupa, puta! Isso! Ahhhhhh! Ela ouvia o prazer do seu Juan, explodia de raiva e ciúmes porque sabia que aquela jovem estava chupando o Juan. (Débora): –Ela tá chupando ele, a puta! Deus, que raiva, nunca fiquei tão puta na minha vida. E de repente, ouve de novo a voz de Juan dizendo: –Espera, agora se apoia na pia, sobe que agora vou te foder, seu pagamento, puta. Depois de ouvir seu Juan, sente Belén gritar:
(Belén): –Ayyyyyyyyyy! Ayyyyyyyyyy! Ayyyyyyyyyy! Deeeus, é Enorme e Grossa! Ayyyyyyyyyy! Ayyyyyyyyyy! Ayyyyyyyyyy! Ayyyyyyyyyy!
–Você gosta, puta? Gosta do meu pau, puta de merda?
(Belén): –Ayyyyyyyyyy! Ayyyyyyyyyy! Ayyyyyyyyyy! Deeeus, Nãoooo Tão Forteee Tá Dooendo Mas Me Esquenta Muito Seu Pau. Cogemeee Siimmm Cogemeee Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Aiiiiiiii!
A garota gritava, embora a Debora tenha ficado surpresa com o jeito que o Juan começou a tratar mal as mulheres, e pensou que talvez fosse por causa do que ela fez que ele passou a ter uma atitude de desprezo pelas mulheres.
(Belén): -Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Deeeus Siimmm Assiiimmm Minha buceta já acostumou com seu pauzão, papai, agora me come bem comida, me come que eu gozo contigo, papai, me come como sua putinha Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Aiiiiiiii!
(Debora): -Meu Deus, que pedaço de puta comer meu Juan antes de mim, maldita puta, filha da puta. Dizia a Debora consumida pelo ciúme e sua fúria irada.
(Juan): -Aiiiiiiii! Deeeus Voooou Gozaaaar Putaaa Tomaaa Sua Putaaa De Meeerdaaa Tomaaaaa Aiiiiiiii!
Gemia o Juan descontrolado à beira do orgasmo. A Debora estava furiosa porque, além de ouvir os gritos e gemidos, também dava pra ouvir o som do choque das duas pelves quando o Juan enfiava com fúria naquela novinha.
(Belén): -Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Siimmm Papaiiiii Sinto Como Você Vai Gozaaaar Me Dááá Sua Porraaaa Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Aiiiiiiii!
(Juan): -Uhhhhhh! Cadela Tomaaa Aí Vai Meu Leite Putaaa Aiiiiiiii!
(Belén): -Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Siimmm Siimmm Assiiimmm Siimmm Me Enche Assiiimmm Papaiiiii Siimmm Me Esquenta Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Aiiiiiiii! Aiiiiiiii!
Os dois orgasmos foram cessando e aquele banheiro foi se calando. Uns 15 minutos depois, o Juan sai já vestido e atrás sai a Belén arrumando o vestido, abotoando a parte que cobre os peitos. O olhar de punhal da Debora se cravou nela, e ela, pela primeira vez, pôde sentir a ira assassina que aquela mulher sentia por ela. Ela termina de se arrumar e, indo em direção à porta, se vira, olha pra Debora e diz com voz debochada, se sentindo dona da situação. Situação
(Belén): –Querida, pode ficar tranquila, seus problemas vão ser só um gole amargo pra esquecer.
Ela se aproxima de Debora e sussurra no ouvido dela:
(Belén): –Não se preocupa, não vou roubar ele de você, só queria dar uma trepada nele, só isso. Então agora que eu tô indo, pega ele se quiser e não fica com essa cara de ódio. Sei que tá com ciúme porque comi seu filhinho antes de você, mas tem que entender que precisa pagar por toda a humilhação que fez ele passar. Jijijiji.
Ela ri na cara de Debora, se afasta e, virando-se, diz:
(Belén): –E pra você, Juan, é a última vez que a gente se vê aqui. É muito perigoso.
Falou isso enquanto fazia um sinal com o olhar na direção de Debora, pra ele ver como ela tava fervendo de raiva. Juan percebeu a ira da mãe e riu, entendendo que ela tava com ciúme, e disse:
(Juan): –Não se preocupa, Belu, eu resolvo isso daqui a pouco. Por ela, pode ficar tranquila.
(Belén): –Beleza, ok. Te ligo na semana pra combinar a primeira entrega daquele pacote que o chefe falou.
Disse Belén.
(Juan): –Ok, pode deixar. Tô esperando, Bombom.
Falou Juan, dando um beijo nos lábios dela, que a jovem correspondeu, antes de subir no carro e ir embora. Juan fechou a porta e foi até Debora. Quando ficou de frente pra ela, disse:
(Juan): –Pode me dizer que porra que tá acontecendo com você? – Falou Juan num tom bem alto e autoritário.
(Debora): –Primeiro, não levanta a voz pra mim, Juan. E segundo, não fala comigo nesse tom.
Disse Debora num tom sério.
(Juan): –Eu falo com você do jeito que eu quiser, sua puta. Ou você esqueceu quem manda aqui, ou eu tenho que refrescar sua memória pra ver se você enxerga e analisa pra quem deve lealdade e quem você humilhou, se prestando pras humilhações daquele filho da puta. – Disse Juan num tom furioso. Lágrimas começaram a escorrer pelo rosto de Debora ao ver como Juan, totalmente puto, tava tratando ela.
(Debora): –Juan, não grita comigo nem me xinga, que eu sou sua...
(Juan): –Sua o quê? Sua mãe? Agora você é... minha mãe, você não foi quando se ofereceu como uma puta barata pras humilhações que aquele infeliz me dava. Ali não era seu Juan, era seu brinquedo, seu e do Marcos, né?
Disse Juan irritado e ainda com a alma ferida por aquela mulher que um dia o trouxe ao mundo.
(Juan): Me escuta, sua puta maldita. Agora entra no banheiro e toma um banho que vou preparar o jantar. Antes de comer, liga pro seu pai e fala que vai passar a noite aqui. A última coisa que ele precisa é ficar preocupado com você depois de tudo que aqueles filhos da puta fizeram com ele.
Débora, de cabeça baixa e lágrimas nos olhos, entrou no banheiro e fechou a porta atrás de si com um estrondo. Se despiu e entrou no chuveiro pra tomar banho. Já nua no chuveiro, enquanto a água caía sobre seu corpo, entendeu que seu Juan ainda estava muito magoado pelo que ela fez com o Marcos e não ia aliviar até se vingar.
(Débora): — Por que a puta da mãe? Por que, Deus, tudo é culpa minha? Ainda por cima, tô desesperada pra receber aquele pauzão dele na minha buceta.
E ao dizer isso, começou a bater na parede do chuveiro com raiva e impotência. De repente, ouve a campainha.
(Débora): — Ah, e agora quem será? Alguma puta pra sugar toda a porra dos ovos dele.
Disse pra si mesma. Depois saiu do chuveiro e se vestiu. O Juan tinha deixado um conjunto de lingerie no banheiro, e ela, enquanto vestia, pensou: "Será que comprou pra mim?" Saiu e foi pra sala, mas não encontrou o Juan. Seguiu o caminho até a cozinha e uma grande sala de jantar. Lá encontrou o Juan, que a recebeu com a mesa posta, iluminada por velas. Débora não conseguiu segurar um grande sorriso que iluminou seu rosto triste. Débora e Juan se sentaram e jantaram à luz das velas. Depois de comer, ele recolheu as coisas e se jogou no sofá de dois lugares. Débora sentou numa poltrona individual. De repente, Juan virou a cabeça e, olhando pra ela, disse:
(Juan): — Débora, vem cá. comigo.
(Débora): —Não, Juan, não tô a fim, não tô no clima. Ela respondeu.
(Juan): —Vem logo, porra.
(Débora): —Não, Juan, falei que não.
(Juan): —Perfeito, vou ligar pra Belu e mandar ela cancelar tudo, e você vai virar a puta da internet.
Ele falou sério.
(Débora): —Que porra é essa? Agora você tá me chantageando, hein? Parece que no fundo você não é tão diferente do Marcos.
(Juan): —Perfeito, quer bancar a difícil? Agora vai ver, sua puta rebelde.
(Débora): —Não me xinga, Juan, já tô cansada.
Juan olhou pra ela com desprezo, tirou o celular do bolso, e Débora viu ele procurando na agenda.
(Débora): —Tá bom, seu porco chantagista. Só falta me expor como uma vagabunda pra todo mundo. Você é igualzinho ao Marcos.
Ela falou irritada, se levantou, foi até ele e se deitou ao lado.
(Juan): —Pode me dizer que merda que tá rolando com você?
(Débora): —Nada, vai acontecer nada. Ela disse.
(Juan): —Como assim nada? Você tá uma fera desde que a Belém chegou aqui. Tá com ciúme?
Juan perguntou.
(Débora): —Ciúme? Eu? De quem? Daquela puta? Por favor, ela não chega nem no meu calcanhar.
Ela falou desafiadora.
(Juan): —Claro, você se formou na grande academia, mas vamos ver, prova isso.
(Débora): —O quê? Provar o quê?
Ela falou se fazendo de sonsa.
(Juan): —Provar que ela não chega no seu calcanhar.
Juan falou, enfiando a mão dentro do vestido dela e acariciando a buceta por cima da calcinha fio dental, que já começava a ficar molhada. (Juan): —Vamos, Débora, fala. Tá com ciúme da Belém, vai, confessa. Juan disse.
(Débora): —Quê? Não, claro que não! Eu sei que posso te ter quando eu quiser e quando você quiser.
Débora falou segura de si, como se tivesse ele na mão e pudesse pegá-lo quando ela ou ele quisessem. (Juan): —Vamos, Débora, eu sei muito bem que você me quer só pra você. Por isso que tá fazendo essa birra toda de menina de quinze anos. então você me quer só pra você e só pra você, me mostre que está à altura de saciar meus desejos. (Débora): –Tá bom, se meu menino quer a sua puta, vai ter a sua puta, e essa puta vai deixar ele com esses ovos enormes parecendo duas uvas-passas. Disse Débora pra concluir, passando uma perna e depois a outra por ambos os lados do corpo de João até ficar montada em cima dele com a bunda levantada, sem encostar no corpo dele, e no espaço que deixou entre o corpo dela e o de João, levou uma das mãos e começou a desabotoar o botão da calça, depois abaixou o zíper e meteu a mão dentro da cueca de João, puxando a pica enorme do João completamente dura. Bateu uma punheta nele por uns instantes e depois começou a descer o corpo devagar até que a cabeça grossa bateu contra a buceta coberta pela calcinha de seda, a mesma que o João tinha comprado pra ela e deixado no banheiro quando mandou ela tomar banho. E Débora, ao sentir o toque da buceta molhada com a cabeça grossa da pica do João, fez uma leve pressão e se surpreendeu ao sentir a calcinha ceder, e a pica do João começou a penetrar a boceta dela. Com a puta excitação que isso causou, ela se deixou levar e continuou descendo, enfiando cada vez mais a pica enorme do João dentro da boceta faminta dela. Quando faltavam uns centímetros de pica, ela se deixou cair, enterrando tudo com o peso do corpo, soltando um gemido profundo de prazer extremo, algo que ela nunca tinha sentido antes.
(Débora): -Aiiiiii! Aiiiiii! Aiiiiii! Deeeeus Siiim Toooda Siiim Eu Cooomi Toooda Aiiiiii! Aiiiiii! Aiiiiii! Aiiiiii! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Deeeeus Siiim Assiiim Me Fodeee João Me Fodeee Assiiim Siiim Maaiis Siiim Me Dáááá Mais Pica Me Faz Sua Putaaa Enche Minha Buceta De Leite Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh!
Gritava entre gemidos Débora, transbordando de prazer que seu corpo ardente estava sentindo ao experimentar algo que nunca Ela nunca tinha sentido antes, em nenhuma vez que foi comida, aquela pica. A pica do seu Juan chegou até o fundo do seu ser, ela até sentia a ponta daquela pica batendo no colo do seu útero, dando um prazer indescritível. Já estavam há 10 minutos transando e ela já tinha tido 4 orgasmos com aquela pica enorme, completamente dura. Não perdeu nem um pingo de rigidez, se mantinha firme enquanto entrava e saía da sua buceta ardente, que não parava de explodir um orgasmo atrás do outro. Ficaram mais 25 minutos transando assim, com ela dando subidas e descidas lentas naquela pica descomunal do Juan, até que sentiu ela começar a inchar e pulsar dentro da sua buceta gulosa, sinal de que Juan ia gozar. E Débora começou a gemer sem parar.
(Débora): - Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Deeeeus, siiiim! Juaaaaam, siiiim! Me come, continua me comendo que você já vai gozar, posso sentir sua porra vindo. Me enche, pai, enche a buceta da mamãe. Come a sua puta! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh!
(Juan): - Ahhhhhh! Deeeeus, siiiim! Débooora, já gozei, gozei! Deeeeus, gozei! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Toma, minha porra, puta, toma! Ahhhhhh! Ahhhhhh!
Juan gritou, e um jato abundante de esperma bateu no fundo da buceta da Débora, causando um último orgasmo muito mais intenso que os outros. Depois desse jato, veio outro, e outro, e assim foram uns 5 ou 6 disparos de sêmen dentro da Débora, enquanto ela continuava pulando naquela pica até desabar sobre o seu Juan e começar a beijá-lo apaixonadamente, sem parar de meter aquela pica mais fundo na sua vulva para que a porra chegasse bem dentro dela. Depois de minutos de orgasmos, Débora fica desabada sobre o corpo de Juan e, olhando nos olhos dele, diz:
(Débora): - Sabe, Juan, ninguém me fez sentir o que você me fez sentir hoje. A verdade é que você foi incrível.
(Juan): - Olha, Débora, tem uma coisa que eu preciso te dizer pra deixar tudo claro.
(Débora): - O que é?
(Juan): - Olha, por enquanto... Até que tudo isso acabe, não posso ser só seu. Você precisa entender que talvez tenha que me dividir com algumas mulheres. Você topa?
(Débora): –Ok, Juan, tudo bem. Vou aguentar.
(Juan): –Então vou te contar tudo e espero que saiba ser leal.
(Débora): –Ok, Juan, pode confiar em mim. Conta, vai, me conta tudo, papai.
Ela disse num tom bem meloso.
(Juan): –Olha, depois que saí de casa, estava chegando num hostel onde ia passar os dias. Quando desci do táxi na porta, um carro de luxo parou, dois caras grandões desceram, um me levou pra dentro do carro e o outro colocou minhas coisas no porta-malas. E aí, um homem de meia-idade, quase 50 anos, se apresentou e me fez uma proposta que não pude recusar.
(Débora): –O que foi que ele te ofereceu?
Ela me perguntou, e aí contei tudo, com todos os detalhes, todo o meu plano de vingança. E ela, não sei por que, pareceu que tudo que eu contei a excitou pra caralho, porque me olhando com uma cara de felina no cio, começou a mexer na minha rola bem devagar, até que com uma voz bem sensual ela disse:
(Débora): –Meu menino, que esperto que você é. Merece um prêmio. Sei que vai fazer eles pagarem por todo o mal que te fizeram. Seu esforço e inteligência merecem um prêmio, e a mamãe vai te chupar. E essa vai ser uma de muitas vezes que vou comer essa sua rola gigante. Pode meter esse monumento de rola em qualquer buraco da mamãe que você quiser. Essa puta tá à sua inteira disposição.
Quando terminou de falar isso, ela abaixou a cabeça até a virilha do Juan e começou a chupar a rola dele, completamente entregue. Começou a dar lambidas suaves e chupadinhas na ponta da rola, como se fosse um ritual de preparação pro que vinha. Ela puxou a pele da rola bem pra baixo, liberando completamente a cabeçona, e olhando fixamente pra rola, disse:
(Débora): –Chegou a hora de comer essa rola gostosa. Vamos ver quanta porra sai desses ovinhos de safado.
E a Débora abriu a boca o máximo que pôde e começou a chupar a rola. Começou por... a ponta e com muita força começou a empurrar o rosto dele pra baixo, engolindo aos poucos vários centímetros de pau. Tinha acabado de começar e já tinha enfiado na boca três quartos da pica enorme do João. Continuou descendo até dar um empurrão forte pra baixo e conseguiu engolir, já com muita dificuldade, a metade daquela pica grossa e gigante. Como se tivesse desistido, parou por ali e começou a chupar com uma mamada de campeonato. João está nas nuvens, alucinando de prazer ao ser vítima de uma mamada dessas da Débora. E enquanto ela continuava chupando, sem parar de melhorar seu desempenho de boquete, e à medida que seguia chupando o pau do seu João, Débora percebia que a pica estava muito mais lubrificada pela saliva e pelo líquido pré-seminal. Então decidiu avançar pra ver se conseguia engolir um pouco mais daquela pica, mas ela estava muito ansiosa pra chupar o pau do João e não se controlou. Ao avançar, fez isso muito rápido e forte, confiante na lubrificação daquela pica enorme, e sem perceber, engoliu quase tudo. Quando se deu conta, metade do pau passou pela garganta dela, chegando ao esôfago, e ali sentiu como uma corrente elétrica que percorreu todo o seu corpo curvilíneo, fazendo com que quase perdesse o equilíbrio. Estava tendo um orgasmo fortíssimo ao conseguir engolir a pica enorme do João. Se mexia, contorcendo seu lindo corpo maduro como se estivesse transando, sentindo sua buceta se contrair, aproveitando a sensação gostosa e prazerosa do orgasmo. E não era a única: ela mesma sentiu o pau do João começar a inchar e pulsar dentro da boca dela, sinal de que João também estava prestes a gozar dentro da boca dela. Então, com muita vontade, começou a chupar o pau dele sem parar e afundou o rosto contra a pelve do João, conseguindo seu objetivo: engoliu a pica completamente, batendo contra a mata de pelos pubianos do João. E ali, naquele exato momento em que o pau do João chegou quase debaixo do pescoço dela, sentiu um forte e potente jato de porra que saiu da cabeça da pica do seu Juan direto pro estômago dela, mas o mais excitante foi que quando ela tirou a pica do Juan de dentro da boca dela, a pica do Juan continuava jorrando e jorrando porra, banhando o rosto dela e o torso inteiro, manchando o vestido dela com o leite do macho dela "seu Juan". Depois dos dois orgasmos, ela se deitou no sofá junto com o Juan e começou uma conversa morbidona entre eles.
(Débora): –Mmmm Juan, isso foi incrível, e você goza mais e melhor que o corno do seu pai.
(Juan): –Puxa, Débora, ele já é corno oficialmente? Ou não era antes, quando você se entregava aos caprichos do Marcos?
(Débora): –Meu Deus, Juan, até quando você vai ficar me jogando na cara o que eu fiz? Eu sei que errei, te causei um dano enorme, mas estou aqui do seu lado tentando curar as feridas que causei. Aquilo foi sob pressão de chantagem, não conta como traição. Isso sim, porque eu me entreguei pra você, chupei sua pica e te comi porque quis, e adorei fazer isso, e vamos continuar comendo porque aqui começa algo mais intenso entre nós. E pretendo ficar do seu lado em cada decisão que você tomar e ver se posso ajudar em algumas delas.
(Juan): –O que você quer dizer com isso, Débora?
(Débora): –Que estou disposta a te ajudar em tudo e que vou estar disponível pra você na cama, se necessário. Não deixo o corno do seu pai me tocar.
(Juan): –Que bom ouvir isso de você, Débora.
(Débora): –Bom, Juan, também estava pensando agora há pouco no que você me propôs, de que talvez tenha que transar com outras mulheres. Pensando nisso, decidi que aceito esse ponto, mesmo que não goste e morra de ciúmes, mas concordo com uma condição.
(Juan): –O quê? Qual?
(Débora): –Que depois de transar com qualquer uma, você me coma, pra poder comparar os dois desempenhos.
(Juan): –Ok, Débora. Parece justo, tá bem, assim será.
(Débora): –Ok, então tá tudo acertado, só falta começar a primeira fase.
Diz Débora, dando um beijo nele. apaixonado nos lábios de Juan e se recostando, apoiando o rosto no peito dele
(Juan): –Só falta a Belu trazer os papéis que preciso pra começar o primeiro ataque, mas antes tenho que falar umas coisinhas com o Dom Ernesto.
(Débora): –Ok, Juan. Mas toma cuidado com o Dom Ernesto, ele é um homem muito poderoso, mesmo que esses imbecis subestimem ele. Se você tiver ele como aliado, não só vai conseguir sua vingança, mas pode conseguir muito mais.
(Juan): –Ok, Débora. Valeu pelo apoio. Disse Juan, dando um beijo nos lábios da mãe dele.
Continua…
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