Uma Secretária Muito Atenta 3.1

Uma Secretária Muito Atenta 3

Saindo da festa, Juan sai olhando com ódio e desprezo para sua mãe e sobe no carro. Quando ela tenta ir no banco de trás com ele para ver se podia conversar sem que o pai percebesse, mal Juan viu que sua mãe se dirigia para subir ao seu lado, ele desceu pelo outro lado e subiu na frente junto com seu pai. Isso deu um mau pressentimento muito forte em Débora. Ela temia o pior, estava certa de que Juan sabia tudo o que aconteceu na festa e que a estava odiando por ter se submetido à humilhação que Marcos certamente a fez passar. E ela estava com muito medo, porque nada de bom estava por vir. A recente rejeição do filho e aquele olhar carregado de ódio durante toda a noite diziam que parecia estar chegando a hora de pagar as consequências, e o preço parecia muito alto. Ela temia que nesta noite fosse perder seu filho. Quando o carro chegou em casa, Juan desce do carro correndo, abre a porta com suas chaves e a fecha atrás de si com um portão, corre pelas escadas e vai direto para seu quarto furioso. E quando Débora e Esteban entram em casa e sentem Juan fechar a porta do quarto com um portão, Débora pressente que algo não ia bem e que algo terrível estava por vir.

(Esteban): –O que está acontecendo com o Juan que ele está uma fúria?

Perguntou meu pai para Débora. Ela não sabia o que dizer, então se limitou a responder com um simples

(Débora): –Não sei.

Respondeu Débora fingindo não entender e subiu rápido para o quarto de Juan. Quando chegou lá em cima e abriu a porta do quarto dele, o mundo desabou para ela. Cinco bolsas e malas em cima da cama de Juan, e ele tirando todos os seus pertences e roupas do guarda-roupa e gavetas das cômodas. As lágrimas começaram a escorrer por suas bochechas, pois ela sabia o que significava tudo aquilo que estava testemunhando. E fechando a porta atrás de si, Débora disse chorando:

(Débora): -O que significa isso, Juan?

(Juan): –Ah, já está aqui, sua puta safada. até o hálito com cheiro de pau e porra te entrega, sua puta barata. Anda com o papai, finge ser a mulherzinha dele e amanhã você entrega seu cu e chupa o Marcos e qualquer outro que ele mandar. Você é filha de uma puta, mãe. Te odeio, pensei que qualquer um faria isso, menos você. Você se junta para se entregar e me humilhar com o cara que arruinou minha vida, que sempre que eu começava um relacionamento ou estava interessado numa mina, ele vinha fazendo ostentação do dinheiro e dos luxos dele pra me tomar tudo. O que isso significa? É simples: vou embora desse lugar horrível e vou esquecer que tive pais, especialmente você, pai também é vítima das suas ações, da sua atitude de puta dada. Vou adiar meus estudos para trabalhar e me manter sozinho e vou vender o carro e jogar o dinheiro na sua cara de puta vulgar. Então não sei se você precisa continuar trabalhando ou entregando a buceta e o cu pra depois vir dizer que fazia por mim, porque acho que isso era a desculpa pra esconder que você é uma puta dada. Ah, e por sinal, não preciso de nada que venha do seu cu e da sua buceta.

Disse Juan a Debora, jogando na cara dela os documentos e as chaves do carro que estava pagando, levantando a voz com muita fúria.

(Debora): – Ai, o que você está fazendo, Juan! E baixa a voz que seu pai está lá embaixo.

Disse ela, descontrolada pelo choro.

(Juan): – Não baixo porra nenhuma, sua puta maldita. Se eu quiser levantar a voz, eu levanto. Você não tem nem autoridade nem moral, sua puta de merda, você me dá nojo.

(Juan): – E outra coisa, sua puta barata: hoje, enquanto trabalhava, encontrei esses documentos e amanhã levo à agência tributária. Provam a evasão fiscal milionária por parte do Marcos e do pai dele.

E entre suas coisas empilhadas havia umas pastas com muitos papéis.

(Debora): – Filho, não faça isso, você vai deixar seu pai e eu na rua.

(Juan): – É isso que te preocupa, ficar sem sua ração matinal de pau?

(Debora): – Chega, Juan, não me machuque mais.

(Juan): – Chega. uma merda e Kkkkkk Que não te machuque além de puta Você é cínica mãe, você fodeu minha vida junto com o filho da puta que ferrou minha maldita vida desde que comecei a escola? E eu que te machuco? Você é uma merda mãe, te odeio, me ouviu? Te odeio e agora vai embora, me deixa sozinho, tenho nojo de te ver perto e sentir seu bafo de porra, você é uma puta nojenta.

Disse Juan à sua mãe totalmente furioso,

(Débora) – Chega Juan, por que me trata assim? Que merda eu te fiz?

(Juan) – E ainda pergunta? Você é uma puta cínica, o que você acha, que eu não sei o que você estava fazendo agachada no carro do Marcos antes de sair de casa e de tudo que fez na festa? Acha que sou idiota como o pai que não percebe como você curte ao lado do Marcos minha humilhação? Tudo pra conservar seu emprego de puta e seu dinheiro sujo ganho como uma puta vulgar.

(Débora) – Juan, disse chega de me tratar assim! Que sou sua ma… Aiiiiii! Gritou sem completar a frase porque recebeu um forte tapa de Juan.

(Débora) – Para Juan, não me bate mais! Além de me odiar e me maltratar, me bate?

Débora gritou levantando a voz para ver se aplacava a ira do filho, mas só fez crescer. Juan, com os olhos desvairados, a pegou pelos cabelos e grita:

(Juan) – Pra mim não levanta a voz, ouviu, puta nojenta? Como tem coragem de se atrever a levantar a voz pra mim como se tivesse alguma autoridade? Pra mim putas vulgares não gritam!

Disse gritando enfurecido e, segurando Débora firmemente pelos cabelos, levanta seu rosto à vista e dá outro tapa forte, ao mesmo tempo que soltava seus cabelos, fazendo com que Débora caísse sobre a cama.

(Juan) – Te odeio, filha da puta! Te odeio com toda a alma.

Ela ficou sobre a cama esfregando a bochecha atingida pelo tapa de Juan e chorando ao ver sua vida desmoronar ao ouvir as palavras do filho.

(Débora) – Não, Juan, não é assim… O que queria que eu fizesse? Ele tem vídeos meus e me… Ameaço publicá-los na internet.

(Juan) – E bom, ela tem esses vídeos porque você se submeteu a ele antes, e agora não é como se você fosse obrigada a se entregar ao pau dele ou aos clientes que te fazem mamar e sentar neles.

(Debora) – Por favor, Juan, fala baixo, seu pai está lá embaixo.

(Juan) – Ah, bom, então eu que tenho que me calar porque o corno idiota não pode descobrir que a esposa dele é uma puta e como, por um pau ou vários, perdeu o filho para sempre e parece não se importar.

(Debora) – Juan, o que você quer dizer com isso?

(Juan) – Que eu vou sair de casa e você nunca mais vai me ver.

Ela, ao ouvir ele dizer essas coisas, estourou em choro e saiu correndo, chorando desconsolada, e se trancou no quarto para chorar. Meia hora depois, ouve a voz de Esteban, que diz:

(Esteban): – O que é isso, Juan? Para onde você vai? Por que está discutindo assim com sua mãe?

(Juan): – Eu vou embora de casa, pai. Um dia eu conto, ou melhor ainda, deixa a mamãe contar, se ela tiver um pouco de dignidade e coragem. Mas quero que saiba que eu vou embora por culpa dela.

Pegando uma a uma suas malas e bolsas para colocá-las na calçada, onde esperaria um táxi. Logo passa um disponível, e Juan o para e começa a colocar suas bolsas. Nisso, Debora desce correndo ao encontro do filho e chega até onde ele está e, chorando, diz a Juan:

(Debora): – Juan, minha vida, reconsidere. Eu juro que amanhã mesmo eu renuncio ao trabalho. Não quero te perder, meu filho! Nããão, eu não quero! Buááá, buááá, aaaah, nããão, filho, nããão! Snif, snif, snif! Chorava desconsolada, Debora, vendo Juan entrar no táxi para ir embora e nunca mais vê-lo.

Juan, ignorando completamente o choro da mãe, fechou a porta do táxi e partiu. Debora correu atrás do táxi, caindo de joelhos no meio da rua, gritando em prantos:

(Debora): – Nããão, Juuuan, meu filhooo, voooltaaa! Aaaah, aaaah, buááá, buááá!

Esteban pegou Debora pelos ombros para levantá-la, abraçá-la e levá-la para dentro. da casa e fechando a porta atrás de si, Debora correu chorando para seu quarto, se jogou de bruços sobre a cama de casal e chorou desconsoladamente, enquanto sentia o quão caro lhe custou tudo que Marcos fez com ela. Depois, virou-se de costas e, olhando para o teto, gritou:

(Debora): – Filho da puta! Vai ficar contente? Arruinou minha família! Amanhã mesmo eu me demito! Tô pouco me fodendo se você demitir o Esteban ou publicar aqueles vídeos na internet! Eu me demito! Mais dano do que você já me fez, você não pode fazer, seu filho da puta!

Exclamou, tomada por uma ira assassina contra Marcos e seu pai. Enquanto isso, Juan chegou à porta do hostel e pagou o táxi. Quando desceu com as maletas e bolsas, mal o táxi foi embora, estacionou um carro luxuoso de altíssima gama. Ele pensou que fosse Marcos ou seu pai com sua gente, mas desceram quatro homens corpulentos. Dois agarraram Juan e o colocaram dentro do carro, e os outros subiram os pertences de Juan no porta-malas. Dentro do carro, havia um homem de uns 50 anos, com cara de muito rico. Com Juan já dentro do carro e todas as suas coisas, o carro arrancou. O homem encarou Juan fixamente até falar:

(Ernesto): – Olá, me chamo Ernesto Villafañez. Como vê, sou tão poderoso e ainda mais que seus patrões, mas fique tranquilo que não tenho as mesmas intenções que eles e não vim para te fazer mal. Estou aqui para te dar uma mão. Eu sou o presidente da empresa concorrente dos seus patrões e também sei que você copiou alguns documentos comprometedores para eles. Esses documentos são muito valiosos para mim e minhas aspirações e intenções. Sabe, eles quase me levaram à falência e quase perdi tudo, fiquei na rua sem nada. Passei muitos anos esperando o momento da revanche, fazendo eles acreditarem que eu ainda estava de pé, mas enfraquecido. E você caiu do céu como um milagre de Deus, hahahaha.

(Juan): – E o que você pretende que eu faça? – perguntou Juan.

(Ernesto): – A mesma coisa que você estava prestes a fazer, só que com a proteção do meu abrigo. e à minha disposição, se me ajudar posso realizar todos os seus sonhos, jovem. Disse don Ernesto

“Essa voz está começando a me agradar, como soa” Pensou Juan para si mesmo

(Juan): –Tá bom, mas o senhor sabe que minha mãe e meu pai trabalham lá?. Disse Juan

(Ernesto): –Claro que sei, e também sei de toda a humilhação que Marcos fez sua mãe passar como secretária dele.

(Ernesto): –Vou te explicar: durante anos tive vários funcionários deles que fingiam ser tão leais à empresa e aos diretores. O que eles nunca suspeitaram é que esses funcionários eram meus, hahahaha. Assim também fiquei sabendo dos seus documentos e tudo sobre sua mãe. Essas pessoas também estão coletando discretamente muito mais informações, e mais contundentes, do que você conseguiu. E quando tiver o suficiente, vou te enviar tudo para que apresente à receita federal. Também vou contratar o melhor advogado para que você possa passar por todo esse processo sem sustos. E agora, se aceitar, fuck you, umas chaves de uma casa que eu tinha alugada, uma grana para você se virar e um carro. E espere notícias minhas. Tudo isso, no final de tudo isso, será todo seu. E isso é só o começo da minha recompensa, tem mais, muito mais, você não tem ideia de tudo que vou te dar. Aceita?.

(Juan): -E os meus pais? Eles vão ficar na rua assim que eu apresentar a ação.

(Ernesto): -Pelo seu pai não se preocupe. No momento em que ele for demitido, meu infiltrado vai fazer uma oferta que seu pai não vai poder recusar. Além disso, tenho planos de colocá-lo num cargo muito melhor do que aquele que esses canalhas deram a ele. E quanto à sua mãe, isso será quando você conhecer a segunda parte da minha recompensa.

(Juan): –Ok, aceito. Disse Juan

(Ernesto): –Perfeito, filho. Aqui estão as chaves do carro e da casa, e neste envelope tem 15 mil dólares. Você receberá essa quantia mensal, que vou te mandar com um dos meus caras, junto com algumas instruções conforme as coisas forem acontecendo, e você pode Fica tranquilo que você sempre estará protegido pelos meus homens, que vão te vigiar com discrição para que ninguém tente nada contra você.

Eles chegaram a uma mansão imensa, estacionaram em frente a uma grande garagem e os homens de Ernesto tiraram todas as coisas de Juan. Outro abriu o portão automático da garagem e, diante dos olhos de Juan, apareceu uma Toyota Hilux 4x4. Um dos homens pediu as chaves da caminhonete a Juan por um momento, abriu a parte traseira e começou a carregar todas as suas coisas. Depois fecharam novamente e devolveram as chaves.

Antes de ir para sua nova casa, Ernesto disse a Juan:

(Ernesto): – Quando você entrar na caminhonete, há um GPS com a rota já programada para você chegar em casa. Boa sorte, filho. E eu sempre vou ser grato por tudo isso. Nunca vai te faltar nada. Você vai ser o filho que eu nunca pude ter.

Ao dizer isso, Ernesto deu um abraço paternal em Juan antes que ele entrasse no veículo novo. Em seguida, segurou seu rosto com carinho e disse:

(Ernesto): – Juan, olhe nos meus olhos. Eu sempre quis ter um filho homem, só tive mulheres. E por um acidente em uma partida de polo, não pude mais ter filhos.

Já do lado de fora, Ernesto se aproximou da janela do motorista e disse:

(Ernesto): – Filho, não se preocupe com as despesas da caminhonete e da casa. Tudo por minha conta.

(Juan): – Obrigado, Senhor Ernesto. – disse Juan, caindo na realidade do que veio como surpresa e caiu em suas mãos.

Dirigindo a caminhonete, esboçou um sorriso maligno e uma expressão de vingança, pensando que o dia em que Marcos pagaria por tudo o que fez a ele e à sua família estava próximo. Após uma hora e meia de viagem, chegou à casa e não podia acreditar: era linda, muito cara e luxuosa.

Colocou a caminhonete na garagem com portão automático e começou a percorrer a casa até chegar ao quarto. Caiu rendido na cama e adormeceu. No dia seguinte, Juan decide enfrentar Marcos e assim que... Chega na empresa e se apresenta no escritório do chefe cheio de ódio. . .

(Juan) “- Escuta, lixo. Aqui tá minha demissão, não pertenço mais a essa empresa imunda.

(Marcos) – Como você tem coragem de vir ao meu escritório e falar assim da minha empresa? Não aceito sua demissão e vou avaliar se demito você e toda a sua família, estúpido.

Juan se aproxima de Marcos com ódio no rosto e diz:

(Juan) – Aí está minha demissão e aqui tem outro presente meu.

Disse Juan acertando um soco certeiro de esquerda no queixo, fazendo Marcos ser arremessado para o lado, caindo no chão do escritório atrás da mesa, ficando inconsciente. Juan dá meia-volta e vai embora, deixando sua demissão na mesa. Ele segue para sua caminhonete com certa satisfação de ter se vingado pelo menos pela metade.

Enquanto isso, na casa dos pais, Debora acorda com a alma no chão. Pegando a roupa, entra no banheiro, toma banho e sai com uma calça jeans e uma camiseta justa, bem de ficar em casa. Esteban a viu e se surpreendeu por ela não estar vestida para trabalhar, então perguntou:

(Esteban): – Amor, por que está vestida assim? Não vai trabalhar hoje?

(Debora): – Você acha que estou com ânimo para trabalhar? Perdi meu filho para sempre, e você acha que estou em condições de ir à empresa?

(Esteban): – Bom, amor, não fique mal. Eu falo com Pedro para que ele converse com Marcos.

Disse Esteban. Ela foi para a cozinha, preparou o café da manhã para os dois e, por reflexo, também fez para Juan, e se partiu em choro ao ver que seu filho não estava. Esteban a tranquilizou. Ela não disse nada, mas depois que ele fosse embora, ela iria renunciar para que seu chefe não tentasse nada. Esteban partiu para o escritório.

E ela levanta, lava tudo e vai ao correio, onde faz e envia o telegrama para a empresa de Pedro e Marcos, e volta para a casa e se prepara para fazer as tarefas domésticas como a dona de casa que era antes de tudo isso entrar na vida dela e de sua família

Estava em seus afazeres e de repente seu celular começou a tocar. Quando atende, parece que seu rosto queria recuperar a vida novamente. Era Juan, seu filho

(Débora): –Oi filho, como você está? Onde você está, minha vida? Volta, por favor.

(Juan): –Me escuta bem, sua puta. Não vou voltar, o que você fez comigo não tem solução. – respondeu Juan

(Débora): –Não me odeie, filho. Vamos conversar, por favor. Quero ver se podemos reconstruir um pouco nossas vidas. Eu preciso de você, filho.

(Juan): –Tá bom, mãe. À tarde te espero neste endereço, mas duvido que você consiga reparar o dano que me causou. – e passou o endereço da casa que Ernesto tinha dado a ele e disse

(Juan): –Mas ninguém pode saber que eu estou aqui. Vem sozinha, ok?

(Débora): –Ok, meu filhinho. Vou estar aí por volta das 18h.

(Juan): –Ok, te espero. Tchau, sua puta suja.

E Juan cortou a ligação. Débora voltou aos seus afazeres domésticos chorando rios pela forma como Juan falou com ela, cheio de ódio, até que deu 13h30. Ela começou a preparar algo para comer no almoço e de repente seu celular tocou novamente. Ela corre para atender, pensando que era Juan de novo, mas teve a surpresa de que era Marcos

(Marcos): –Pode me dizer por que caralhos você não veio trabalhar, sua puta?!

Disse com voz autoritária

(Débora): –Filho da puta! Não vou mais ir, você deve estar contente, seu lixo! Arruinou minha vida e minha família!

(Marcos): –A que você se refere, puta?

(Débora): –A que Juan saiu da minha casa e deixou claro o ódio que sente por mim por sua culpa. E faça o que quiser, você e o porco do seu pai. Eu enviei minha demissão, o que mais você pode me fazer se já arruinou minha família?

Disse com autêntica fúria Débora

(Marcos): –Ah, já entendi. Por algo ele veio, se demitiu e me bateu. Me escuta uma coisa, você sabe como vão manter toda essa casinha porque já corto e vou falar com meu pai para que demita o fracassado do seu marido hoje receba-o bem porque chega sem emprego e além disso prepare-se para ser famosa porque será a puta mais famosa da internet com os vídeos do escritório e os das festas.

(Débora): -Faça o que quiser mas você vai pagar todo o estrago que fez, lixo!

(Marcos): –e como vou pagar com meu pau Kkkkkkkk.

E Débora cortou a ligação com grande fúria. Pouco depois dessa conversa, o telegrama de desligamento da empresa em nome de Débora chegou à sala de seu pai e ele não podia acreditar. Liga para Marcos e pede explicações, e Marcos conta tudo o que ela disse por telefone. Pedro senta-se em sua cadeira gerencial e diz:

(Pedro): -Bom, bom, olha só, olha só... a gatinha mostrou que tem garras. Parece que a senhora demonstrou que tem caráter. Vamos mandar um ultimato para ver se funciona. Clara, venha à minha sala imediatamente.

Chega a secretária de Pedro, uma jovem loira de olhos claros com um corpo de cair o queixo.

(Pedro): –Clara, diga a Esteban que se apresente o quanto antes na minha sala.

(Clara): –Muito bem, senhor Pedro.

Disse a jovem, que sai em busca do pai de família. Ao chegar à sala de Pedro, este o faz entrar.

(Pedro): -E aí, Esteban? Entra e senta que preciso falar com você e informar algo. Disse Pedro.

(Esteban): –Ok, respondeu Esteban sentando-se.

(Pedro): –Olha, o departamento de contabilidade descobriu ontem um erro de faturamento em algumas faturas suas que fez a empresa perder 10% da margem de lucro. É óbvio que nunca na vida você vai ter essa quantia para repor, e por lei não posso descontar do seu salário tanto dinheiro, porque mesmo trabalhando de graça você continuaria me devendo, e muito. Portanto, resolvi que você tem 15 dias de suspensão sem remuneração. A sanção começa a valer a partir de amanhã. Agora continue com seu... trabalho e espero que você tenha mais cuidado com o que faz e leve em conta que eu não dou dinheiro de graça. Disse Pedro em tom severo.

(Esteban): –ok, senhor.

Respondeu Esteban, indo embora com o ânimo lá embaixo, e um sorriso de vencedor esboçou-se no rosto de Pedro. E Esteban seguiu com suas tarefas.

Enquanto isso, em sua casa, Debora já começava a se arrumar para o encontro com seu filho. Subiu ao seu quarto e começou a escolher suas melhores e mais sensuais roupas. Nunca soube porquê, talvez intuição de mãe, mas escolheu um conjunto de lingerie muito provocante e sexy, que consistia numa calcinha fio-dental e sutiã de seda azul-celeste, um jeans apertado e uma regata cinza bem justa ao torso, destacando muito bem seus seios. Um par de tênis esportivos e uma blusa de lã. Pegou todas as peças escolhidas e dirigiu-se ao banheiro, onde se despiu e tomou um banho revigorante. Depois de sair do banho, vestiu sua lingerie, perfumou-se com seu melhor perfume e terminou de se vestir. Uma vez vestida, finalizou com os últimos retoques e olhou-se no espelho para ver se tudo estava bem. E, depois de comprovar que tudo estava perfeito, pegou sua bolsinha e saiu para onde havia combinado com seu filho.

Debora pensava que, sim ou sim, devia recompor a relação com seu filho, ou nunca se recuperaria disso e ela desmoronaria por completo. Então, pôs todo seu empenho e não deixaria que nada se interpusesse entre a reconciliação com seu filho. Era o mais importante para ela. Assim, decidida a fazer até o impossível para se reconciliar com seu filho e convencê-lo a voltar para casa e recuperar a família que Pedro e Marcos haviam destruído. Já com sua bolsa no braço direito, saiu de casa, caminhou alguns metros e, numa esquina, parou um táxi e partiu para o encontro com seu filho. Já dentro do táxi, viajou uns 30 minutos e chegou a um bairro que parecia muito exclusivo, não tão luxuoso, mas sim exclusivo para gente com bom poder aquisitivo. Quando o táxi estacionou, chegou a uma casa de dois andares que parecia muito cara e estacionada na garagem estava uma camionete 4x4 muito cara. Ao olhar para a casa para ver bem o número e confirmar se era realmente o endereço que Juan tinha indicado...

Então ele vê a porta se abrir e Juan sair, vestido com roupas bastante caras. Ele abre o portão automático e se dirige ao táxi, perguntando ao motorista:

(Juan): – Quanto é, senhor?

(Taxista): – $160, senhor. – Responde o motorista do táxi.

(Juan): – Tome $200 e fique com o troco.

(Taxista): – Nossa, muito obrigado, senhor, muito gentil da sua parte.

(Juan): – Imagina, senhor. Obrigado a você, você está trabalhando e trouxe minha garota direitinho, eu é que devo recompensá-lo.

Disse Juan enquanto fazia Débora entrar em sua nova moradia. Ela não entendia nada. "Como pode ele ter melhorado tanto em questão de horas? E por que não se refere a mim como sua mãe?" – se perguntava mentalmente Débora ao ver a mudança de vida do filho.

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