Há um ano, vi meu amigo Rip, ele veio me visitar no trabalho e me entregou uma carta impressa com uma mensagem realmente de tirar o fôlego. Embora eu o considerasse meu amigo, fiquei irritada por ele não ter me contado nada sobre essa nova forma de sexualidade que praticava, um lifestyle, como ele e a mulher dele, Diana, chamam. Eu conhecia as experiências mais marcantes dele e tinha certeza do sentido das fantasias dele, mas não era só isso. Ele me ligou dois dias depois e minha primeira reação foi falar “seu filho da puta, você guardou isso bem escondido”, ele pediu para eu não ficar brava e me preparar para aproveitar o que estava por vir.
Ele sempre me falava das contradições que algumas práticas geravam nele, refletia sobre os limites. Nesse ponto, a pergunta era recorrente, uma e outra vez ele se questionava a mesma coisa: “Qual é o limite?, o que é realmente proibido?, serei capaz de fazer?, é bom fazer?, e depois?”. Muitas perguntas, muitas mesmo.
Não era sua meta ultrapassar limites e ele tinha isso claro, seu objetivo era se sentir o melhor possível, sem resistir ao erotismo e à sensualidade. Na verdade, ele se propôs a buscar isso e criar situações, mesmo sabendo que era perigoso. Sua busca por prazer e a forma como fazia era um risco absoluto, pois com Diana – sua excelente parceira – incondicionalmente levavam ao plano real as fantasias que surgiam, e mais ainda, as que apareciam e nas quais se viam envolvidos. Sem muitas perguntas, faziam e pronto.
Ele tinha 34 anos quando conheceu Diana – ela tinha 27 – e viu a possibilidade de realizar uma velha fantasia que carregava desde a adolescência, uma fantasia forte que começou a ocupar os primeiros planos de sua consciência e na qual pensava cada vez mais. Rip aperfeiçoava dia após dia os pensamentos relacionados a essas ideias, imaginava situações, tentava ver como começaria, como se meter, lutava para fixar em sua mente imagens escorregadias e desfocadas, difusas. Talvez ela também passasse pelo mesmo.
Ele começou a colocar em prática uma complexa forma de vida a dois no terceiro dia em que saiu sozinho com Diana. Uma fresca madrugada de outubro, o parquinho Paraíso das Crianças foi o lugar onde, com uns goles de uísque, foi tomado sem aviso pelas imagens enormes que surgiram, fruto de um diálogo simples e adulto com quem seria sua futura mulher.
Eles estavam falando sobre gostos pessoais e o que cada um espera do parceiro. O normal. Trocaram formalmente informações sobre comidas e bebidas preferidas, hábitos pessoais, horários, amigos e gostos musicais e de roupa. Rip fez uma pergunta quase inocente:
— O que você quer de mim, Diana?
Recebeu como resposta algo que o sacudiu de forma espetacular:
— Tudo.
Ele continuou falando, disfarçando seu nervosismo e ansiedade cada vez maiores:
— O que é tudo? — perguntou quase insistindo —. Teríamos que definir isso. Que é isso. Soa romântico, hein, Diana. Pode ser que o conceito de "tudo" não seja o mesmo pra nós dois.
Ele tinha fixado o olhar nela. As palavras não fluíam com leveza. Ele estava pressionando vindo do escuro porque temia ter se encontrado de novo com uma dessas jovens que têm muito a receber e pouco ou nada oferecem de si para manter uma relação interessante, por mais passageira que seja. Mas havia algo nessa mulher.
— Isso mesmo: tudo — disse Diana. — Se uma pessoa está bem com outra, ainda mais se ama, é possível que dê tudo ou quase tudo, ou que coloque tudo ou quase tudo numa mesa de jogo onde dois adultos estão em condições de respeitar as regras, por mais complicados que sejam esses jogos. E se essas duas pessoas se querem, bem mais fácil é encarar jogos difíceis. Por mais difíceis que sejam os jogos, se as regras são claras, vale a pena arriscar e meter a cara, ainda mais sabendo que você não está sozinha.
Rip ficou meio desconcertado com essa resposta.
— E o sexo? — disparou sem piedade.
— Também, claro! — respondeu ela sem desviar o olhar.
Em poucas horas, e com uma simples conversa, Rip matou um problema que arrastava por anos, mas também soube que o que vinha pela frente, por acréscimo, apresentava um tratamento difícil. Era preciso pensar, era preciso se posicionar, era necessário se conduzir com grande lucidez para passar ao próximo evento. Depois de um ano morando juntos, ambos já estavam convencidos do que queriam fazer. Tinham dedicado muito tempo daquele ano para se informar e tratar de um tema que os levaria a uma realização sexual considerada por Rip impossível, ou pelo menos difícil, de concretizar.
Decidiram, como casal, se envolver sexualmente com outras pessoas. O mergulho em águas profundas mostrou a eles que era possível compartilhar erotismo e se entregar sexualmente. Em alguns círculos, são conhecidos como swingers; outros, simplesmente confusos, os chamam de festeiros. E a maioria pensa que são degenerados, doentes, sexopatas, malucos, tarados; e, portanto, merecem ser discriminados. Enfim, ao que se estava. aproximando perigosamente o casal Diana-Rip, pelo menos no plano social, era uma obscura vida dupla.
É uma definição bem conhecida: "vida dupla". Muita gente leva uma vida dupla: maridos e esposas "exemplares", homens e mulheres que tocam negócios familiares prósperos, pessoas com poder político e reconhecimento popular, professoras, policiais, profissionais, pobres, ricos, intelectuais, eruditos, analfabetos e até religiosos; todos enganando, mentindo e, ao mesmo tempo, sendo enganados e manipulados por seus cônjuges e respeitáveis parceiros. Isso não é aceito, mas é tolerado e até incentivado por muitos membros dessa mesma sociedade, e favorecido pelos meios de comunicação de massa, dos quais a internet é o maior expoente. E nem precisa descrever o que acontece quando essas panelas de pressão, onde se cozinha a podridão da deslealdade, da vileza e da traição extrema, são destampadas; os resultados estão bem divulgados: crimes, suicídios, mortes e, no melhor dos casos, tribunais de família. A perfídia e a hipocrisia não são, por acaso, perversões?
Mas o caso da vida dupla de casais como o da Diana e do Rip é substancialmente diferente porque, paradoxalmente, essa vida dupla tem seus alicerces justamente na confiança e no prazer erótico e sexual que oferece a condição de serem, ao mesmo tempo, jovens, apaixonados e amantes de mente livre, com fantasias dignas de serem colocadas em prática. Por que eles não realizariam seus desejos, se ambos trilham o mesmo caminho? O que os impediria de avançar, experimentar, sabendo que são correspondidos num universo comum de ideais?
Rip estava em casa quando ela chegou do trabalho. Cumprimentou Rip com um beijo na boca — não daqueles beijinhos bestas, mas um beijo grande e de boca aberta. Ela se aproximou, abraçou ele forte, encostou o corpo no do marido, mexeu a barriga pra todo lado e, olhando nos olhos dele, tentou sentir a desejada e meia-duro pica. Sentiu como ele, também apertando ela, respondia ao movimento do corpo gostoso. Os dois se olhavam fixamente, não diziam nada, só se olhavam e se mexiam. Ela passou a língua nos lábios pra molhar e um fiozinho de saliva escorreu pelo canto da boca e beijou ele sem vergonha. Abriu a boca e engoliu a dele. Ela meteu a língua na boca dele e começou a brincar entre os dentes. Mordiam os lábios um do outro. As duas línguas tentavam cobrir cada lugar que alcançavam. A safadeza com que se chupavam era quase proibida. O som das línguas se enrolando, os estalos que faziam, deixava eles mais quentes. Quando podiam, abriam os olhos e se olhavam fixamente, e ficavam assim por um instante; e logo voltavam os chupões, e cada vez que separavam os lábios, os dois se viam unidos por fios de saliva. E se lambiam. Tavam quentes, metiam as mãos por baixo das roupas pra tocar um pouco de pele. O que no começo foi um toque suave e quase distraído das mãos dele nos peitos da Diana virou um apalpação sem decência; ele desabotoou a blusa dela, ela não tava de sutiã; os dois tremiam de ansiedade. Rip apertava os dois bicos, um com cada mão, esticava pra frente com o polegar e o indicador e alternava com um apalpação obsceno dos peitos, enquanto se olhavam. Ela tinha as mãos no zíper já aberto da calça dele, fuçava entre as pernas, tocava nos ovos e na pica, batia uma punheta enquanto olhava pra ele. Os rostos dos dois estavam totalmente transtornados de prazer. Decidiram deixar pra depois o que quer que viesse. Se soltaram um Pouco.
—Vou tomar um banho, liga o computador. Vamos entrar na internet que quero te mostrar uma coisa que achei hoje — disse ela.
Quando Diana saiu do banho, Rip já estava pelado e com o computador ligado e conectado. Ela passou nua na frente dele e parou em frente a um espelho vertical pendurado na parede que ia até o chão. Estava secando o cabelo. Ele se levantou da cadeira, se aproximou dela, parou e a abraçou por trás. Se olhavam naquele espelho. Ele tocou os peitos dela e começou a lamber quase nojento as costas dela. Ela levantou o cabelo e, quando ele começou a passar a língua pela nuca, Diana teve um arrepio no corpo todo, um tremor sensível que fez ela soltar um gemido e ficar com a pele arrepiada.
Ele passou a mão suavemente pela buceta recém-depilada dela, tava macia e ainda bem molhada. Ela sorriu pra ele, ele se ajoelhou no chão e ficou com o rosto na altura da bunda. Diana se inclinou pra frente, com o rosto a poucos centímetros do espelho, esticou as mãos pros lados do espelho e empurrou a raba mais pra trás. Rip mergulhou naquela bunda linda e carnuda; beijou, mordeu, apertou; abriu as nádegas com as mãos. Depois, com a mão direita, começou a se masturbar, ela se mexia e ele continuava apalpando a bunda dela com a outra mão.
Com o dedo médio, chegou até o cu apertado e começou a circular em volta, devagar metia, tirava, cheirava, levava à boca pra molhar e voltava a enfiar no buraquinho estreito. Se deliciava em ter um dedo preso ali, dentro dela, no cu dela, era gostoso pra caralho, se esbaldava. Conseguiu enfiar até a metade enquanto ela gemia e se abria mais. Rip foi descendo com o dedo, chegou na buceta molhada e percebeu que a Diana também tava se tocando; ela dava uns amassos suaves no clitóris e ele aproveitava que o dedo molhava com a lubrificação vaginal e enfiava de novo no cu. Diana tava muito puta e gozou três vezes. Adorava que o Rip tivesse ali, atrás, olhando, brincando; e também ficava com tesão de ver o que dava da cena pelo espelho. Além disso, se acabava toda vez que colocava a boca e a língua no espelho, brincando com a própria imagem. Diana especialmente tinha a impressão de que havia dois casais ali, será que dava pra trocar a imagem dela no espelho pela presença real de outra mulher? Quando essa fantasia vinha, ela soltava um gemido e inevitavelmente o corpo e a mente inteiros se enchiam de prazer, uma sensação perceptível de bem-estar tomava conta. Ele se inclinava de vez em quando pra olhar e ver o que rolava. Levantava a vista e olhava o espelho. onde o corpo dela se refletia. Ele se lambia ao ver o rosto dela, os mamilos durinhos, os vestígios de beijos e lambidas no vidro e o jeito que ela se masturbava. E percebia que ela também olhava pra ele. A obscenidade era total. Pra ela, a posição, a excitação e os orgasmos seguidos que teve fizeram as pernas bambearam. Ele se levantou e cheirou o dedo que tinha enfiado dentro dela. Os dois se sorriram e foram pro computador.
Diana e Rip sabem se virar com computadores e internet; é praticamente impossível pra eles trabalhar sem esses dois recursos. Embora naveguem todo dia, não são viciados, e os chats não chamam a atenção deles. Os dois pesquisam os temas relacionados à troca de casais e dedicam tempo suficiente pra encontrar respostas pras inúmeras perguntas que têm, e pras que vão surgir dia após dia.
O maior problema a superar era, naturalmente, o ciúme, principalmente o dela. Mas Diana não queria abandonar o que, pelo menos no plano da fantasia, lhe dava muito prazer: olhar pra ele, ver Rip comendo, metendo dentro de outra mulher; do mesmo jeito, não queria perder a chance de se mostrar pra ele entregue, nua, aberta, com outro homem, com a certeza absoluta de que os dois, com práticas desse tipo, iam se excitar e se colocar num nível altíssimo de sensualidade e abertura, que aproveitariam da melhor forma na relação como casal.
Encontraram vários sites que tratavam o assunto com a seriedade que merecia, baixaram textos, entrevistas, fotos, conselhos e até música sobre o tema. Entraram com muita curiosidade, mas com poucos resultados, em salas de chat sexual, mas acharam três páginas de swing onde dá pra colocar anúncios de busca, uma espanhola e duas argentinas. Entraram num dos chats de swing e conseguiram fazer contatos. Ainda mantêm ativa uma caixa de e-mail que criaram há quatro anos, e usam pra contatos com casais ou pessoas que praticam esse estilo de vida livremente.
Como em Formosa as chances de encontrar um casal com a mesma vibe são definitivamente remotas, decidiram pagar uma garota. Precisavam testar, mesmo não sendo exatamente o que procuravam, mas era uma aproximação. Iam ser três no mesmo lugar, expostos, nus. Um mês passeando de carro pelas áreas certas da cidade, toda noite, com dúvidas, com uma ansiedade crescente. E muitas perguntas, pelo menos gerava mais prazer do que frustração. Essas saídas os colocavam numa efervescência sensual do caralho, um ardor tomava conta deles e a perturbação erótica deixava os dois invariavelmente em tensão sexual. Dentro do carro, nas ruas, enquanto procuravam a convidada, Diana e Rip se masturbavam quando podiam, paravam em algum lugar escuro e acabavam transando, voltando pra casa sarados, cúmplices das safadezas e com uma sensação de poder que lhes dava a certeza de que poderiam encarar, talvez, qualquer situação. Era tipo uma droga.
Um dos lugares preferidos era o porto novo. As noites de verão, quentes e propícias para ações ao ar livre na beira do rio, eram aproveitadas por eles. Com música, refrigerante ou bebidas no meio, numa dessas noites foram pra lá. Apesar de ser um lugar movimentado, era possível que os casais tivessem um pouco de intimidade e pudessem ficar sozinhos, bem juntinhos um do outro. Procuraram um lugar e estacionaram o carro. Era um dia de caça e os dois estavam no fogo. Foram, primeiro, trepar e depois curtir o lugar. Não teve muita preliminar ali, Diana tinha se masturbado na rua e quando chegaram no local, Rip já estava com o cinto desafivelado e a calça meio abaixada, a pica bem dura, molhada porque, de vez em quando, ela se abaixava enquanto ele dirigia e metia na boca, cuspia, batia uma pra ele, deixava ele bem duro. Diana queria ser penetrada naquele instante, tinha a buceta e toda a região da virilha encharcada, resultado do agarramento frenético que tinha se dado por vinte minutos; até enfiou uma caneta no cu. Tava extremamente tesuda. Ela já fazia um tempão que tinha a blusa levantada, mostrando pra ele os peitos, os bicos, se tocando, se apertando, se esquentando ainda mais. Tava com uma saia jeans curta com botões na frente, agora todos desabotoados, menos o primeiro; e não usava calcinha. Ele afastou o banco do volante, ela sentou em cima dele, e a pica entrou até o fundo numa só enfiada. Ela sentiu uma espécie de arrepio, teve um espasmo e soltou um gemido longo, um gemido abafado prolongado e começou a se mexer que nem uma louca, se esfregando no corpo do Rip, ele agarrou ela pela bunda e começou a apertar com muita força, ela montava nele de um jeito incrível, tava totalmente descontrolada, se apertava, se tocava. Começou a xingar ele e a falar um monte de putaria.
— Filho da puta! — exclamava entre ofegos. — Me come com força, por favor, te amo, meu amor. Não para de se mexer, mete em mim, me dá com tudo!
Ela não pulava, mas ela se mexia com força, a pélvis dela ia e vinha violentamente, e Rip podia sentir os orgasmos de Diana, um atrás do outro. Ela gemia e soltava gritos abafados, o tempo todo com a boca aberta e dois ou três fios de saliva escorrendo pelo canto da boca, que iam parar no rosto de Rip.
— Tô gozando tanto! Meu amor, não tira de dentro — ela dizia com a voz entrecortada.
Rip olhou pra ela e viu que com a língua ela limpava as duas lágrimas que escorriam dos olhos perdidos e desciam pelas laterais do nariz. Continuava se mexendo, grunhindo baixinho, se segurando pra não gritar. Tava pronta pra qualquer coisa.
— Adoro seu pau! Pervertido, degenerado! Viadinho de merda! — ela repetia sem parar, entre soluços, choro solto e gritinhos. Era inacreditável.
— Coloca o dedo no meu cu! — ela disse enquanto pegava a mão de Rip e ela mesma posicionava o dedo indicador dele na entrada do buraco. Rip empurrou um pouco, toda aquela área tava lambuzada com os fluidos dela, lubrificação vaginal e saliva dos dois, e o dedo sumiu quase inteiro dentro do cu.
— Enfia o dedo todo no meu cu! — Ela não parava.
Rip tava muito tarado e entregue no que ela inventava. Ele não resistia, só as paradas naturais do jogo da trepada. Uma penetração vibrante e feroz. Também falava um monte de putaria pra Diana.
— Sua puta! Adoro meter em você, adoro te ver empalada assim… sei que você gosta — ele ofegava e suspirava; de vez em quando tremia, ficava com a pele arrepiada e babava igual ela.
Tava tudo muito molhado dentro do carro.
— Sua porca de merda! Me dá essa sua buceta molhada e aberta… te amo, minha vida… gosto… adoro. Meu amor, te quero… puta degenerada.
O tempo todo eles se falavam assim, se mordiam, puxavam o cabelo um do outro, ela continuava pedindo, mais e mais.
— Cospe em mim, viado, e continua socando minha buceta… gosto da sua pica dura.
Começaram a cuspir um no outro com gosto, se mordiam e se lambiam sem pudor; no nariz, na orelha e nos olhos. Ele mordia os bicos dos peitos dela, mordia o lado das tetas e se lambiam as axilas. Tavam desesperados. Era impressionante. Ela apertava o peito dele e puxava os pelos; dava pra ouvir os barulhos sexuais, o da buceta soltando e acolhendo aquela pica. Diana foi além enquanto continuava trepando que nem uma louca.
— Tô com vontade de mijar, quero mijar em você, quero te mijar! Rip… meu amor… amor da minha vida… gosto que você me coma assim… me bate… me maltrata… Ai! meu amor.
Isso levou ele a um estado de tesão extremo e ele quase gozou, mas ela abriu a porta, saiu e, sem se importar se alguém pudesse ter visto, sentou no batente do carro enquanto continuava se tocando e se lambuzando com a própria saliva; pediu desesperadamente pra ele se ajoelhar na frente dela e bater uma punheta enquanto ela mijava nele, em qualquer parte do corpo, e que ele soltasse o esperma na boca, nas tetas, na cara e na cabeça dela. Rip fez exatamente isso e ela começou a mijar e a sujar ele todo, primeiro molhou as coxas e a pica dele, depois ele se abaixou mais e uns jatos da buceta Os fios grossos de Diana foram parar direto na boca dela, ela não aguentava mais; ele ofegava. Ele se masturbava loucamente e colocava as mãos no jorro contínuo de mijo quente. Ela mijou pra caralho, pelo menos um litro e meio.
Ele tava completamente molhado e quando ela terminou, ele se levantou e enquanto ela continuava se tocando e se apertando, ele aproximou a rola duríssima dele da boca dela e soltou seis jatos potentes e volumosos de porra, dos quais dois fizeram Diana engasgar, tossiu pra expelir e da boca aberta saiu, misturado com a saliva, borbulhando, parte do esperma. Os outros jatos acertaram o cabelo, os olhos, o nariz, os peitos. A rola do Rip ainda soltava umas gotas. Ela agarrou a rola com uma mão e esfregou ela nos peitos, nos bicos, no rosto, nos olhos, no cabelo e na orelha. Agora tava mole, tremendo e chorando descaradamente e rindo ao mesmo tempo. Inconfessável. Rapidamente entraram no carro, se vestiram e ficaram assim, por um bom tempo, molhados, abraçados. Botaram música, tomaram uma cerveja bem gelada, fumaram um cigarro entre os dois, curtiram a vista do rio e voltaram pra casa.
Tinham certeza de que no dia seguinte, sábado, sairiam atrás de outra situação intensa. Qualquer um que cruzasse o caminho deles.
Ele sempre me falava das contradições que algumas práticas geravam nele, refletia sobre os limites. Nesse ponto, a pergunta era recorrente, uma e outra vez ele se questionava a mesma coisa: “Qual é o limite?, o que é realmente proibido?, serei capaz de fazer?, é bom fazer?, e depois?”. Muitas perguntas, muitas mesmo.
Não era sua meta ultrapassar limites e ele tinha isso claro, seu objetivo era se sentir o melhor possível, sem resistir ao erotismo e à sensualidade. Na verdade, ele se propôs a buscar isso e criar situações, mesmo sabendo que era perigoso. Sua busca por prazer e a forma como fazia era um risco absoluto, pois com Diana – sua excelente parceira – incondicionalmente levavam ao plano real as fantasias que surgiam, e mais ainda, as que apareciam e nas quais se viam envolvidos. Sem muitas perguntas, faziam e pronto.Ele tinha 34 anos quando conheceu Diana – ela tinha 27 – e viu a possibilidade de realizar uma velha fantasia que carregava desde a adolescência, uma fantasia forte que começou a ocupar os primeiros planos de sua consciência e na qual pensava cada vez mais. Rip aperfeiçoava dia após dia os pensamentos relacionados a essas ideias, imaginava situações, tentava ver como começaria, como se meter, lutava para fixar em sua mente imagens escorregadias e desfocadas, difusas. Talvez ela também passasse pelo mesmo.
Ele começou a colocar em prática uma complexa forma de vida a dois no terceiro dia em que saiu sozinho com Diana. Uma fresca madrugada de outubro, o parquinho Paraíso das Crianças foi o lugar onde, com uns goles de uísque, foi tomado sem aviso pelas imagens enormes que surgiram, fruto de um diálogo simples e adulto com quem seria sua futura mulher.
Eles estavam falando sobre gostos pessoais e o que cada um espera do parceiro. O normal. Trocaram formalmente informações sobre comidas e bebidas preferidas, hábitos pessoais, horários, amigos e gostos musicais e de roupa. Rip fez uma pergunta quase inocente:
— O que você quer de mim, Diana?
Recebeu como resposta algo que o sacudiu de forma espetacular:
— Tudo.
Ele continuou falando, disfarçando seu nervosismo e ansiedade cada vez maiores:
— O que é tudo? — perguntou quase insistindo —. Teríamos que definir isso. Que é isso. Soa romântico, hein, Diana. Pode ser que o conceito de "tudo" não seja o mesmo pra nós dois.
Ele tinha fixado o olhar nela. As palavras não fluíam com leveza. Ele estava pressionando vindo do escuro porque temia ter se encontrado de novo com uma dessas jovens que têm muito a receber e pouco ou nada oferecem de si para manter uma relação interessante, por mais passageira que seja. Mas havia algo nessa mulher.— Isso mesmo: tudo — disse Diana. — Se uma pessoa está bem com outra, ainda mais se ama, é possível que dê tudo ou quase tudo, ou que coloque tudo ou quase tudo numa mesa de jogo onde dois adultos estão em condições de respeitar as regras, por mais complicados que sejam esses jogos. E se essas duas pessoas se querem, bem mais fácil é encarar jogos difíceis. Por mais difíceis que sejam os jogos, se as regras são claras, vale a pena arriscar e meter a cara, ainda mais sabendo que você não está sozinha.
Rip ficou meio desconcertado com essa resposta.
— E o sexo? — disparou sem piedade.
— Também, claro! — respondeu ela sem desviar o olhar.
Em poucas horas, e com uma simples conversa, Rip matou um problema que arrastava por anos, mas também soube que o que vinha pela frente, por acréscimo, apresentava um tratamento difícil. Era preciso pensar, era preciso se posicionar, era necessário se conduzir com grande lucidez para passar ao próximo evento. Depois de um ano morando juntos, ambos já estavam convencidos do que queriam fazer. Tinham dedicado muito tempo daquele ano para se informar e tratar de um tema que os levaria a uma realização sexual considerada por Rip impossível, ou pelo menos difícil, de concretizar.
Decidiram, como casal, se envolver sexualmente com outras pessoas. O mergulho em águas profundas mostrou a eles que era possível compartilhar erotismo e se entregar sexualmente. Em alguns círculos, são conhecidos como swingers; outros, simplesmente confusos, os chamam de festeiros. E a maioria pensa que são degenerados, doentes, sexopatas, malucos, tarados; e, portanto, merecem ser discriminados. Enfim, ao que se estava. aproximando perigosamente o casal Diana-Rip, pelo menos no plano social, era uma obscura vida dupla.
É uma definição bem conhecida: "vida dupla". Muita gente leva uma vida dupla: maridos e esposas "exemplares", homens e mulheres que tocam negócios familiares prósperos, pessoas com poder político e reconhecimento popular, professoras, policiais, profissionais, pobres, ricos, intelectuais, eruditos, analfabetos e até religiosos; todos enganando, mentindo e, ao mesmo tempo, sendo enganados e manipulados por seus cônjuges e respeitáveis parceiros. Isso não é aceito, mas é tolerado e até incentivado por muitos membros dessa mesma sociedade, e favorecido pelos meios de comunicação de massa, dos quais a internet é o maior expoente. E nem precisa descrever o que acontece quando essas panelas de pressão, onde se cozinha a podridão da deslealdade, da vileza e da traição extrema, são destampadas; os resultados estão bem divulgados: crimes, suicídios, mortes e, no melhor dos casos, tribunais de família. A perfídia e a hipocrisia não são, por acaso, perversões?Mas o caso da vida dupla de casais como o da Diana e do Rip é substancialmente diferente porque, paradoxalmente, essa vida dupla tem seus alicerces justamente na confiança e no prazer erótico e sexual que oferece a condição de serem, ao mesmo tempo, jovens, apaixonados e amantes de mente livre, com fantasias dignas de serem colocadas em prática. Por que eles não realizariam seus desejos, se ambos trilham o mesmo caminho? O que os impediria de avançar, experimentar, sabendo que são correspondidos num universo comum de ideais?
Rip estava em casa quando ela chegou do trabalho. Cumprimentou Rip com um beijo na boca — não daqueles beijinhos bestas, mas um beijo grande e de boca aberta. Ela se aproximou, abraçou ele forte, encostou o corpo no do marido, mexeu a barriga pra todo lado e, olhando nos olhos dele, tentou sentir a desejada e meia-duro pica. Sentiu como ele, também apertando ela, respondia ao movimento do corpo gostoso. Os dois se olhavam fixamente, não diziam nada, só se olhavam e se mexiam. Ela passou a língua nos lábios pra molhar e um fiozinho de saliva escorreu pelo canto da boca e beijou ele sem vergonha. Abriu a boca e engoliu a dele. Ela meteu a língua na boca dele e começou a brincar entre os dentes. Mordiam os lábios um do outro. As duas línguas tentavam cobrir cada lugar que alcançavam. A safadeza com que se chupavam era quase proibida. O som das línguas se enrolando, os estalos que faziam, deixava eles mais quentes. Quando podiam, abriam os olhos e se olhavam fixamente, e ficavam assim por um instante; e logo voltavam os chupões, e cada vez que separavam os lábios, os dois se viam unidos por fios de saliva. E se lambiam. Tavam quentes, metiam as mãos por baixo das roupas pra tocar um pouco de pele. O que no começo foi um toque suave e quase distraído das mãos dele nos peitos da Diana virou um apalpação sem decência; ele desabotoou a blusa dela, ela não tava de sutiã; os dois tremiam de ansiedade. Rip apertava os dois bicos, um com cada mão, esticava pra frente com o polegar e o indicador e alternava com um apalpação obsceno dos peitos, enquanto se olhavam. Ela tinha as mãos no zíper já aberto da calça dele, fuçava entre as pernas, tocava nos ovos e na pica, batia uma punheta enquanto olhava pra ele. Os rostos dos dois estavam totalmente transtornados de prazer. Decidiram deixar pra depois o que quer que viesse. Se soltaram um Pouco. —Vou tomar um banho, liga o computador. Vamos entrar na internet que quero te mostrar uma coisa que achei hoje — disse ela.
Quando Diana saiu do banho, Rip já estava pelado e com o computador ligado e conectado. Ela passou nua na frente dele e parou em frente a um espelho vertical pendurado na parede que ia até o chão. Estava secando o cabelo. Ele se levantou da cadeira, se aproximou dela, parou e a abraçou por trás. Se olhavam naquele espelho. Ele tocou os peitos dela e começou a lamber quase nojento as costas dela. Ela levantou o cabelo e, quando ele começou a passar a língua pela nuca, Diana teve um arrepio no corpo todo, um tremor sensível que fez ela soltar um gemido e ficar com a pele arrepiada.
Ele passou a mão suavemente pela buceta recém-depilada dela, tava macia e ainda bem molhada. Ela sorriu pra ele, ele se ajoelhou no chão e ficou com o rosto na altura da bunda. Diana se inclinou pra frente, com o rosto a poucos centímetros do espelho, esticou as mãos pros lados do espelho e empurrou a raba mais pra trás. Rip mergulhou naquela bunda linda e carnuda; beijou, mordeu, apertou; abriu as nádegas com as mãos. Depois, com a mão direita, começou a se masturbar, ela se mexia e ele continuava apalpando a bunda dela com a outra mão.Com o dedo médio, chegou até o cu apertado e começou a circular em volta, devagar metia, tirava, cheirava, levava à boca pra molhar e voltava a enfiar no buraquinho estreito. Se deliciava em ter um dedo preso ali, dentro dela, no cu dela, era gostoso pra caralho, se esbaldava. Conseguiu enfiar até a metade enquanto ela gemia e se abria mais. Rip foi descendo com o dedo, chegou na buceta molhada e percebeu que a Diana também tava se tocando; ela dava uns amassos suaves no clitóris e ele aproveitava que o dedo molhava com a lubrificação vaginal e enfiava de novo no cu. Diana tava muito puta e gozou três vezes. Adorava que o Rip tivesse ali, atrás, olhando, brincando; e também ficava com tesão de ver o que dava da cena pelo espelho. Além disso, se acabava toda vez que colocava a boca e a língua no espelho, brincando com a própria imagem. Diana especialmente tinha a impressão de que havia dois casais ali, será que dava pra trocar a imagem dela no espelho pela presença real de outra mulher? Quando essa fantasia vinha, ela soltava um gemido e inevitavelmente o corpo e a mente inteiros se enchiam de prazer, uma sensação perceptível de bem-estar tomava conta. Ele se inclinava de vez em quando pra olhar e ver o que rolava. Levantava a vista e olhava o espelho. onde o corpo dela se refletia. Ele se lambia ao ver o rosto dela, os mamilos durinhos, os vestígios de beijos e lambidas no vidro e o jeito que ela se masturbava. E percebia que ela também olhava pra ele. A obscenidade era total. Pra ela, a posição, a excitação e os orgasmos seguidos que teve fizeram as pernas bambearam. Ele se levantou e cheirou o dedo que tinha enfiado dentro dela. Os dois se sorriram e foram pro computador.
Diana e Rip sabem se virar com computadores e internet; é praticamente impossível pra eles trabalhar sem esses dois recursos. Embora naveguem todo dia, não são viciados, e os chats não chamam a atenção deles. Os dois pesquisam os temas relacionados à troca de casais e dedicam tempo suficiente pra encontrar respostas pras inúmeras perguntas que têm, e pras que vão surgir dia após dia.O maior problema a superar era, naturalmente, o ciúme, principalmente o dela. Mas Diana não queria abandonar o que, pelo menos no plano da fantasia, lhe dava muito prazer: olhar pra ele, ver Rip comendo, metendo dentro de outra mulher; do mesmo jeito, não queria perder a chance de se mostrar pra ele entregue, nua, aberta, com outro homem, com a certeza absoluta de que os dois, com práticas desse tipo, iam se excitar e se colocar num nível altíssimo de sensualidade e abertura, que aproveitariam da melhor forma na relação como casal.
Encontraram vários sites que tratavam o assunto com a seriedade que merecia, baixaram textos, entrevistas, fotos, conselhos e até música sobre o tema. Entraram com muita curiosidade, mas com poucos resultados, em salas de chat sexual, mas acharam três páginas de swing onde dá pra colocar anúncios de busca, uma espanhola e duas argentinas. Entraram num dos chats de swing e conseguiram fazer contatos. Ainda mantêm ativa uma caixa de e-mail que criaram há quatro anos, e usam pra contatos com casais ou pessoas que praticam esse estilo de vida livremente.
Como em Formosa as chances de encontrar um casal com a mesma vibe são definitivamente remotas, decidiram pagar uma garota. Precisavam testar, mesmo não sendo exatamente o que procuravam, mas era uma aproximação. Iam ser três no mesmo lugar, expostos, nus. Um mês passeando de carro pelas áreas certas da cidade, toda noite, com dúvidas, com uma ansiedade crescente. E muitas perguntas, pelo menos gerava mais prazer do que frustração. Essas saídas os colocavam numa efervescência sensual do caralho, um ardor tomava conta deles e a perturbação erótica deixava os dois invariavelmente em tensão sexual. Dentro do carro, nas ruas, enquanto procuravam a convidada, Diana e Rip se masturbavam quando podiam, paravam em algum lugar escuro e acabavam transando, voltando pra casa sarados, cúmplices das safadezas e com uma sensação de poder que lhes dava a certeza de que poderiam encarar, talvez, qualquer situação. Era tipo uma droga.
Um dos lugares preferidos era o porto novo. As noites de verão, quentes e propícias para ações ao ar livre na beira do rio, eram aproveitadas por eles. Com música, refrigerante ou bebidas no meio, numa dessas noites foram pra lá. Apesar de ser um lugar movimentado, era possível que os casais tivessem um pouco de intimidade e pudessem ficar sozinhos, bem juntinhos um do outro. Procuraram um lugar e estacionaram o carro. Era um dia de caça e os dois estavam no fogo. Foram, primeiro, trepar e depois curtir o lugar. Não teve muita preliminar ali, Diana tinha se masturbado na rua e quando chegaram no local, Rip já estava com o cinto desafivelado e a calça meio abaixada, a pica bem dura, molhada porque, de vez em quando, ela se abaixava enquanto ele dirigia e metia na boca, cuspia, batia uma pra ele, deixava ele bem duro. Diana queria ser penetrada naquele instante, tinha a buceta e toda a região da virilha encharcada, resultado do agarramento frenético que tinha se dado por vinte minutos; até enfiou uma caneta no cu. Tava extremamente tesuda. Ela já fazia um tempão que tinha a blusa levantada, mostrando pra ele os peitos, os bicos, se tocando, se apertando, se esquentando ainda mais. Tava com uma saia jeans curta com botões na frente, agora todos desabotoados, menos o primeiro; e não usava calcinha. Ele afastou o banco do volante, ela sentou em cima dele, e a pica entrou até o fundo numa só enfiada. Ela sentiu uma espécie de arrepio, teve um espasmo e soltou um gemido longo, um gemido abafado prolongado e começou a se mexer que nem uma louca, se esfregando no corpo do Rip, ele agarrou ela pela bunda e começou a apertar com muita força, ela montava nele de um jeito incrível, tava totalmente descontrolada, se apertava, se tocava. Começou a xingar ele e a falar um monte de putaria.— Filho da puta! — exclamava entre ofegos. — Me come com força, por favor, te amo, meu amor. Não para de se mexer, mete em mim, me dá com tudo!
Ela não pulava, mas ela se mexia com força, a pélvis dela ia e vinha violentamente, e Rip podia sentir os orgasmos de Diana, um atrás do outro. Ela gemia e soltava gritos abafados, o tempo todo com a boca aberta e dois ou três fios de saliva escorrendo pelo canto da boca, que iam parar no rosto de Rip.
— Tô gozando tanto! Meu amor, não tira de dentro — ela dizia com a voz entrecortada.
Rip olhou pra ela e viu que com a língua ela limpava as duas lágrimas que escorriam dos olhos perdidos e desciam pelas laterais do nariz. Continuava se mexendo, grunhindo baixinho, se segurando pra não gritar. Tava pronta pra qualquer coisa.
— Adoro seu pau! Pervertido, degenerado! Viadinho de merda! — ela repetia sem parar, entre soluços, choro solto e gritinhos. Era inacreditável.
— Coloca o dedo no meu cu! — ela disse enquanto pegava a mão de Rip e ela mesma posicionava o dedo indicador dele na entrada do buraco. Rip empurrou um pouco, toda aquela área tava lambuzada com os fluidos dela, lubrificação vaginal e saliva dos dois, e o dedo sumiu quase inteiro dentro do cu.
— Enfia o dedo todo no meu cu! — Ela não parava.
Rip tava muito tarado e entregue no que ela inventava. Ele não resistia, só as paradas naturais do jogo da trepada. Uma penetração vibrante e feroz. Também falava um monte de putaria pra Diana.— Sua puta! Adoro meter em você, adoro te ver empalada assim… sei que você gosta — ele ofegava e suspirava; de vez em quando tremia, ficava com a pele arrepiada e babava igual ela.
Tava tudo muito molhado dentro do carro.
— Sua porca de merda! Me dá essa sua buceta molhada e aberta… te amo, minha vida… gosto… adoro. Meu amor, te quero… puta degenerada.
O tempo todo eles se falavam assim, se mordiam, puxavam o cabelo um do outro, ela continuava pedindo, mais e mais.
— Cospe em mim, viado, e continua socando minha buceta… gosto da sua pica dura.
Começaram a cuspir um no outro com gosto, se mordiam e se lambiam sem pudor; no nariz, na orelha e nos olhos. Ele mordia os bicos dos peitos dela, mordia o lado das tetas e se lambiam as axilas. Tavam desesperados. Era impressionante. Ela apertava o peito dele e puxava os pelos; dava pra ouvir os barulhos sexuais, o da buceta soltando e acolhendo aquela pica. Diana foi além enquanto continuava trepando que nem uma louca.
— Tô com vontade de mijar, quero mijar em você, quero te mijar! Rip… meu amor… amor da minha vida… gosto que você me coma assim… me bate… me maltrata… Ai! meu amor.
Isso levou ele a um estado de tesão extremo e ele quase gozou, mas ela abriu a porta, saiu e, sem se importar se alguém pudesse ter visto, sentou no batente do carro enquanto continuava se tocando e se lambuzando com a própria saliva; pediu desesperadamente pra ele se ajoelhar na frente dela e bater uma punheta enquanto ela mijava nele, em qualquer parte do corpo, e que ele soltasse o esperma na boca, nas tetas, na cara e na cabeça dela. Rip fez exatamente isso e ela começou a mijar e a sujar ele todo, primeiro molhou as coxas e a pica dele, depois ele se abaixou mais e uns jatos da buceta Os fios grossos de Diana foram parar direto na boca dela, ela não aguentava mais; ele ofegava. Ele se masturbava loucamente e colocava as mãos no jorro contínuo de mijo quente. Ela mijou pra caralho, pelo menos um litro e meio.
Ele tava completamente molhado e quando ela terminou, ele se levantou e enquanto ela continuava se tocando e se apertando, ele aproximou a rola duríssima dele da boca dela e soltou seis jatos potentes e volumosos de porra, dos quais dois fizeram Diana engasgar, tossiu pra expelir e da boca aberta saiu, misturado com a saliva, borbulhando, parte do esperma. Os outros jatos acertaram o cabelo, os olhos, o nariz, os peitos. A rola do Rip ainda soltava umas gotas. Ela agarrou a rola com uma mão e esfregou ela nos peitos, nos bicos, no rosto, nos olhos, no cabelo e na orelha. Agora tava mole, tremendo e chorando descaradamente e rindo ao mesmo tempo. Inconfessável. Rapidamente entraram no carro, se vestiram e ficaram assim, por um bom tempo, molhados, abraçados. Botaram música, tomaram uma cerveja bem gelada, fumaram um cigarro entre os dois, curtiram a vista do rio e voltaram pra casa.Tinham certeza de que no dia seguinte, sábado, sairiam atrás de outra situação intensa. Qualquer um que cruzasse o caminho deles.
1 comentários - La doble vida de mi amigo