- O que me faz bem é a coca... E se for pura, melhor ainda.
Falei pra minha melhor amiga, mas pisquei o olho pra ele, o pai dela... Um veterano gostoso, muito bem conservado. Não ligava pra idade e, com meus 18 anos na conta, achava que tinha experiência suficiente pra deixar ele pedindo socorro... Haha!
- Cala a boca, vaca... Você ficou toda puta!
Disse minha amiguinha, morrendo de rir... O pai tentava esconder o "pau duro".
Sempre que ficava na casa deles pra dormir, eu procurava ele, enchia o saco, mas ele era (pelo menos até aquela noite) de uma moral inquebrável.
- Meninas, não fiquem até muito tarde... Vou sair um pouquinho e volto. Qualquer coisa me ligam.
Com certeza ia trepar, tava arrumado demais. Fiquei com um pouco de ciúmes...
- Tchau, pai.
Cumprimentou a filha, sem dar muita importância. Mas eu não podia deixar ele ir assim...
- Cuidado, seu Alberto... Que tem muita gata solta e o senhor tá muito pinta.
Ele sorriu, deu pra ver que a autoestima foi pras nuvens. Pisquei de novo e levei minha colher de iogurte à boca, saboreando sensual.
- Nossa, você tá toda babona hoje!
Minha amiga me sacudiu. Se ela soubesse o quão puta eu sou... As coisas que tenho experimentado.
- Tonta, enche o saco dele um pouco... Com certeza vai pegar alguma puta.
- Vadia, cala a boca! A última coisa que preciso é imaginar meu velho trepando... Ugh!
Tive que rir. Minha amiga é uma peça... Passamos muito tempo juntas, mas ela sabe pouco da minha vida sexual. Ela é muito puritana, se soubesse tudo que aprendi esse tempo, ia se surpreender e provavelmente se indignar.
Terminamos de lanchar e ficamos no Facebook, esquentando os caras por esporte mesmo... Os caras tão tudo tarado. Haha! Tiramos umas selfies hot e essas coisas... Sem querer me achar, sei que sou gostosa... E minha amiga é uma baixinha meio gordinha, mas a massa corporal dela é bem distribuída entre bunda e peitos. Se fosse metade da puta que eu sou, levantaria uns caras à beça. Ainda tem uma carinha de... Inocentona... É isso que os caras adoram.
A tarde/noite passou voando, entre fofocas, conversas e filmes... Ficou tarde pra caralho, então depois de pedir umas pizzas, fomos dormir. Fiquei meio excitada de tanto esquentar os caras... Kkk! Coloquei meu pijama, quer dizer... Um shortinho de algodão e uma regata, bem provocantes... Pra esquentar o pai da minha amiga.
Era uma e meia da manhã e minha amiga roncava igual uma filha da puta... Levantei e fui no banheiro. Nisso, vejo na sala o reflexo da TV, a gente tinha deixado apagada, então com certeza era o seu Alberto... Me aproximei silenciosamente e aos poucos vislumbrei uma cena das mais safadas.
O filho da puta tava se tocando gostoso! E na TV tinha um pornô... Uma mina chupando dois negões com uns pedaços enormes...
Mas o mais chocante foi ver o seu Alberto cobrindo e descobrindo a glande com muita paciência, devagar, fazendo círculos com a mão... Uma glande enorme! E um pau tão grande quanto o dos negões na TV.
Devia ter uns 19 centímetros fácil... Calculei porque o safado descia a mão até a base do pau e sobrava quase o mesmo tamanho... Fiquei com água na boca.
— Precisa de ajuda com isso?
O pulo que ele deu foi indescritível, tive que mandar ele fazer silêncio, senão ia acordar a filha. O pau dele murchou na hora, mas mesmo assim parecia enorme.
— Shhh, calma...
— P... Mas... Neném, você... Uf... Tá... Uai, Deus!
Ele não conseguiu terminar a frase. Assim, parado do jeito que tava, com a calça e a cueca meio abaixadas, me pegou de joelhos com o pau dele até a metade enfiado na minha boca.
— Filha da puta... Como você chupa bem. E eu achando que você era uma santinha.
O pau dele era sublime, mal cabia na minha boca, era comprido, grosso (minha mãozinha mal alcançava a circunferência) e cheio de umas veias bem marcadas.
Mal encostei a glande na minha língua e senti o gosto do líquido pré-seminal dele... Delicioso!
Só umas chupadas e já tava dura que nem pedra. Assim, sem frescura, agarrei na bunda dela e comecei a engolir o pau dela até onde dava. Ela não acreditava, me olhava de cima e eu devolvia o olhar. Um olhar de satisfação... Finalmente tinha afrouxado. O safado se fazia de bonzinho, mas no fim era um puta degenerado...
- Sabe as punhetas que eu bati pensando em você, garota...
- Mmm...?
Isso foi um "sim?", tava com a boca cheia de pau... Não conseguia falar nada.
- Você me procurou tanto... Agora vai ter que aguentar, putinha.
Todos esses sussurros (não queríamos acordar minha amiga) me deixaram louca. Comecei a meter a cabeça no pau dela até quase engasgar. Isso deixou ela doida, que me pegou pelo cabelo na nuca e começou a foder minha boca...
Comecei a babar, saliva escorrendo pelos cantos da boca. Tive que fechar os olhos pra aguentar os engasgos e as estocadas. Dona Alberta, toda experiente pelo visto, quando percebia que eu tava sem ar, tirava o pau pra eu respirar e enfiava de novo. Repetiu esse joguinho umas quantas vezes.
- Sabe que paguei uma putinha igualzinha a você e ela me deixou na mão... Se eu soubesse, nem saía de casa.
Toda vez que tirava o pau da minha boca, um jato de saliva caía nos meus peitos. Minha regata tava toda molhada...
- Você é insaciável, gata... A putinha que eu paguei não deixava fazer isso.
O fato dela ter procurado uma puta igual a mim pra realizar as fantasias dela comigo me lisonjeou... Haha!
- Você é linda, gata... E além disso é uma puta!
Ela tirou o pau da minha boca, segurou com uma mão, e começou a bater com o pau na minha cara toda, deixando tudo molhado, uma mistura da minha saliva e do líquido pré-gozo dela.
- Vem...
Ela me levantou do chão pegando nas minhas mãos e me levou pro sofá, me fez ficar de quatro, apoiei os cotovelos no encosto e arqueei, marcando minha cinturinha e empinando bem a raba.
- Nossa, gata... Que pedaço de raba!
Fiz sinal pra ela não levantar a voz... Pouco me importo, ele coloca as mãos na minha bunda e sacode um pouco.
- O que vai fazer, sátiro? Não vê que sou uma mocinha?
Olhei por cima do ombro, mordendo o lábio inferior.
- que garota...
Ele agarrou meu shortinho pelos lados e começou a abaixar bem devagar, revelando aos poucos minha bunda, meu rabo e por último minha buceta... Que já estava um charco...
- ui, sim... Seu Alberto... Mmm...
Me relaxei, o pai da minha amiga massageava meus lábios, os abria, passava o dedão na minha buceta, juntava meus próprios sucos e os espalhava no meu cu, massageando fundo meu esfíncter.
Eu estava no limite do orgasmo. Senti as mãos dele nas minhas ancas me puxando para trás, quando senti o hálito dele comecei a gozar... Foi incrível. O filho da puta me fez gozar com o hálito dele.
Ooohh... Meu Deus...
Tentei abafar o gemido, mas quando senti a língua dele fuçando no meu cu foi demais. Do meu cu ele passou pra minha buceta... Dava pra sentir ele sugando meus sucos. Ele estava me comendo, literalmente.
- Nunca provei uma buceta tão gostosa... Vem cá, mocinha.
Ele me sentou no sofá, arrancou meu short pra merda e abriu minhas pernas ao máximo.
- O senhor me fez gozar, Seu Alberto... Me deixa descansar, por favor...
Ele pirou quando eu falei como se fosse uma pobrezinha. Enterrou a cara na minha buceta e fez um estrago. Me chupava, me mordiscava, a língua dele parecia uma cobra...
- Quero pica... Pode me foder, Seu Alberto?
Falei entre suspiros. O pai da minha amiga apareceu de entre minhas pernas e, sorrindo, se levantou.
- É melhor não gritar, putinha...
Ele sussurrou e eu respondi que não, balançando a cabeça.
Ele pegou a pica na mão e começou a esfregar na entrada da minha buceta. Dava pequenas batidinhas que me faziam delirar.
- Por favor...
Falei quase suspirando. Ele, com o sorriso de sátiro, pressionou a cabeçona e enfiou... Eu gemi. Enfiou um pouco mais... E eu suspirei. Ele enterrou metade da pica. E foi inevitável, escapou um gritinho. Mas não chegou a sair porque o Alberto rapidamente tapou minha boca com a mão enorme dele.
- Shhh, putinha... Já tá quase toda dentro.
E de fato, ele terminou de empurrar e já tinha os 19 cm de pau dentro de mim. Me sentia cheia... Ele tirou a mão da minha boca e se aproximou pra me dar um beijo.
Recebi com vontade, nossas línguas começaram a se enroscar. Dava pra sentir meu próprio cheiro e um gostinho de cerveja também.
Ele começou a se mexer, a bombar devagar, meteu sem camisinha... Não me importei, era o pai da minha amiga, meio que me passou uma confiança, além disso queria sentir o calor daquele pau lindo dentro de mim...
Separamos nossos lábios, ficamos de frente um pro outro, nos olhando. Ele ria com malícia, sabia que tava comendo a amiga da filhinha dele. Eu queria gritar de prazer... Mas sabia que não podia, só soltava um suspiro constante.
- Uff... Seu Alberto, o senhor tá... Ai, tá me partindo... Ufff.
O velho se empolgou, tirou cada centímetro de pau deixando só a cabeça dentro e enterrava de novo com uma estocada, cada batida de quadril fazia os ovos dele baterem na minha bunda.
- Tá gostando, putinha? Vai me dar outra transa?
Eu não conseguia falar... Cada estocada arrancava um gemido, só balancei a cabeça que sim. O pai da minha amiga firmou as mãos na minha cintura e começou a bombar mais rápido. Era um expert, tava me fazendo ver estrelas.
Minha buceta já era uma poça... Dava pra ouvir o barulho de chapinhar a cada penetração funda.
- Você tem uma buceta linda, garota...
Ele sussurrou no meu ouvido. Eu olhei pra ele sorrindo. Alberto era grandalhão, não sei como fiz, mas me soltei e ele ficou sentado no sofá com o pau apontando pro teto, brilhante dos meus sucos e dos dele.
- Isso deve ser gostoso...
Falei pegando no pau dele e me abaixando um pouco, meti na boca e dei umas chupadas... A mistura tava saborosa.
- Que putinha que você é, mocinha... Não tem nojo de nada. eh...
Olhei ele se lambendo e me ajeitei pra montar nele, enquanto ele chupava meus peitinhos eu posicionei a porra do pau dele na entrada da minha buceta de novo.
Fui descendo devagar, sentindo cada centímetro da pica dele entrando em mim.
- ai, Deus... Aaahh... Siim, que prazer... Filho da p... Digo, Dom Alberto... Jiji!
Quase escapou a gata, haha! Quando a pica dele tava toda enterrada comecei a fazer círculos com minha cintura, ele se agarrou nas minhas nádegas, de vez em quando massageava minha bunda com o dedo indicador.
Depois de um tempo, Dom Alberto, tomado pela luxúria, me bombava de baixo como um louco. As bolas dele batiam de novo na minha bunda a cada estocada.
- vou gozar... Oohh...
Sussurrei no ouvido dele. Quando ele ouviu isso, parou de bombar... Filho da puta! Comecei a me mexer instintivamente... Buscando meu orgasmo.
Mas ele me levantou como se eu fosse de papel, deixando um vazio na minha buceta.
- segura aí, gata, ainda não...
Olhei pra ele quase com desprezo... Ele sorriu, e me colocou de quatro no sofá. Relaxei, levantei a bundinha e esperei...
- que buceta linda... Neném, como vou te aproveitar.
Ele bateu com o pauzão na minha bunda, fazia ela vibrar, e eu sentia as gotinhas de pré-gozo caindo a cada tapa.
- enfia, seu corno... Me cortou o tesão!
Não consegui mais bancar a santinha... Busquei com minha bunda a pica dele. E ele enfiava a cabeça e tirava. Batia na minha bunda e enfiava de novo. Fez isso umas duas vezes e quando menos esperava, enterrou até o fundo.
- aaaahhh...
Me fez abrir os olhos arregalados, me pegou de surpresa e não consegui segurar o grito.
- agora pode gozar, amor...
Me segurou pela cintura e começou a bombar com fúria. Tive que abafar meus gritos com o antebraço. Em menos de um minuto comecei a gozar como nunca na vida. Pensei que tava me mijando, sentia minhas coxas por dentro escorrendo pra caralho.
- ui, buceta... O que você fez comigo? Ufff...
Me virei pra olhar ele, ele continuava bombando olhando pra minha bunda. quicando a cada penetração funda, ele passava a mão na minha bunda, apertava... Dava pra ver que ele tava curtindo pra caralho.
- me come...
- que?!
- enfia no meu cu, filho da puta... Mete no meu rabo!
O olho dele brilhou na hora... Arranquei um sorriso dele vendo a situação, tirei a pica da buceta e deixei cair um monte de saliva da boca dele.
Mirei bem, acertou direto no meu cu... Espalhei bem a poça que ele deixou com a pica dele e começou a enfiar devagar.
- mmm...
Reclamei um pouco, mas tava adorando. Ajudei ele separando uma das minhas nádegas com a mão. Ele separou a outra...
Meu cu cedeu e a cabeça dele se alojou dentro, depois de um tempo, foi enfiando o resto aos poucos, de vez em quando tirava um pouco e cuspia de novo pra lubrificar. Tava ficando louca de tesão... O velho sabia o que tava fazendo.
- pronto, gata... Tá tudo dentro, tudo...
Deixou um tempo dentro do meu cu pra acostumar e, chegando perto do meu ouvido, sussurrou...
- se mexe, puta. Vai...
Olhei pra ele por cima do ombro e, mordendo o lábio inferior, comecei a rebolar sozinha. Primeiro devagar e suave. O velho olhava maravilhado como minha bunda engolia a pica dele sem esforço.
Depois de um tempo, a pica dele saía quase toda do meu cu e eu engolia de novo, dando uma sentada tão forte que dava pra ouvir o barulho da virilha dele batendo nas minhas nádegas na sala inteira.
- porra, gata, como esse cu come pica!
O velho não aguentou mais e, me segurando pela cintura, começou a me foder com toda a raiva. Sentia a pica dele inchando dentro do meu cu. As bolas dele batiam na minha buceta com força... Não aguentei muito e gozei de novo. Caí exausta no sofá. Mas ele não parou... Continuou me fodendo sem piedade. Me pegou pelos cabelos e me levantou. Colou a cara na minha e falou no meu ouvido.
- tô perto de gozar... Encho teu cu de porra ou onde você prefere?
Virei um pouco a cabeça pra olhar bem nos olhos dele, o suor escorria pelas têmporas dele, me dava... Estocadas curtas, ele tava se segurando, certeza... Eu ri e falei pra ele, feito uma nenenzinha esfomeada:
— Me dá a chupeta, papai. Enche minha boca de porra...
Não demorou nem dois segundos pra ele sair da minha bunda, senti o vazio que o pau dele deixou. Ele me fez ajoelhar na frente da TV, acho que pra poder ver como eu enchia a boca de leite.
— Olha que eu tô com o tanque cheio, vai aguentar?
Olhei desafiante e engoli o pau dele sem pestanejar, tava bem suculenta, deliciosa.
— Me dá tudo que você tem e vai ver...
O velho não acreditava, levantou minha carinha e, me segurando pelo queixo, me fez abrir a boca. Enfiou o dedão na minha boca enquanto se masturbava.
— Lá vai, neném...
Abri bem a boca pra não desperdiçar nada, e ele apoiou a glande no meu lábio inferior.
O primeiro jato, senti bem grosso e generoso, bateu no meu céu da boca com muita pressão; o segundo foi menos forte, mas igualmente grosso e generoso.
— Hummm...
Saboreei... Seu Alberto soltou mais uns jatos dentro da minha boca, que ficou completamente cheia. Tinha um gosto peculiar, parecia leite condensado derretido... Bem salgadinho e bem quentinho.
— Viu, gostosa? Falei que tava com o tanque cheio...
Ele afastou o pau da minha boca e o escorreu... O filho da puta deixou cair um último jato de porra no meu nariz... Bati na coxa dele, como se tivesse reclamando, e pra mostrar que eu não desperdiçava nada, arrastei com o dedo a gotona que ficou no meu nariz até a boca.
— Cê é um bebê... O que vai fazer com tanta porra?
Não hesitei nem um pouco, empurrei a porra com a língua pra fora pra ele ver e enfiei de novo na boca, fechando. Fiz uns bochechos, passando de um lado pro outro... Seu Alberto ficou pasmo.
— Que puta...
E pra finalizar, depois de mostrar pela última vez o conteúdo da minha boquinha, engoli toda a descendência dele com uma manobra sensual.
— GULP!
— Nããão... Filha da puta, engoliu tudo?
— Óbvio, olha...
Mostrei minha boca vazia e depois passei a língua por ao redor dos meus lábios, procurando qualquer resto de porra. Queria que ele percebesse como eu adoro tomar o leite dele.
Seu Alberto caiu exausto no sofá, ainda incrédulo com o que tinha acontecido. Eu estava mais que satisfeita... Peguei minhas roupinhas e fui pro banheiro. Mas antes de ir, falei pro pai da minha amiga:
- amanhã, se quiser, pode me preparar o café da manhã, seu Alberto...
Fim... Ou será que não?
Falei pra minha melhor amiga, mas pisquei o olho pra ele, o pai dela... Um veterano gostoso, muito bem conservado. Não ligava pra idade e, com meus 18 anos na conta, achava que tinha experiência suficiente pra deixar ele pedindo socorro... Haha!
- Cala a boca, vaca... Você ficou toda puta!
Disse minha amiguinha, morrendo de rir... O pai tentava esconder o "pau duro".
Sempre que ficava na casa deles pra dormir, eu procurava ele, enchia o saco, mas ele era (pelo menos até aquela noite) de uma moral inquebrável.
- Meninas, não fiquem até muito tarde... Vou sair um pouquinho e volto. Qualquer coisa me ligam.
Com certeza ia trepar, tava arrumado demais. Fiquei com um pouco de ciúmes...
- Tchau, pai.
Cumprimentou a filha, sem dar muita importância. Mas eu não podia deixar ele ir assim...
- Cuidado, seu Alberto... Que tem muita gata solta e o senhor tá muito pinta.
Ele sorriu, deu pra ver que a autoestima foi pras nuvens. Pisquei de novo e levei minha colher de iogurte à boca, saboreando sensual.
- Nossa, você tá toda babona hoje!
Minha amiga me sacudiu. Se ela soubesse o quão puta eu sou... As coisas que tenho experimentado.
- Tonta, enche o saco dele um pouco... Com certeza vai pegar alguma puta.
- Vadia, cala a boca! A última coisa que preciso é imaginar meu velho trepando... Ugh!
Tive que rir. Minha amiga é uma peça... Passamos muito tempo juntas, mas ela sabe pouco da minha vida sexual. Ela é muito puritana, se soubesse tudo que aprendi esse tempo, ia se surpreender e provavelmente se indignar.
Terminamos de lanchar e ficamos no Facebook, esquentando os caras por esporte mesmo... Os caras tão tudo tarado. Haha! Tiramos umas selfies hot e essas coisas... Sem querer me achar, sei que sou gostosa... E minha amiga é uma baixinha meio gordinha, mas a massa corporal dela é bem distribuída entre bunda e peitos. Se fosse metade da puta que eu sou, levantaria uns caras à beça. Ainda tem uma carinha de... Inocentona... É isso que os caras adoram.
A tarde/noite passou voando, entre fofocas, conversas e filmes... Ficou tarde pra caralho, então depois de pedir umas pizzas, fomos dormir. Fiquei meio excitada de tanto esquentar os caras... Kkk! Coloquei meu pijama, quer dizer... Um shortinho de algodão e uma regata, bem provocantes... Pra esquentar o pai da minha amiga.
Era uma e meia da manhã e minha amiga roncava igual uma filha da puta... Levantei e fui no banheiro. Nisso, vejo na sala o reflexo da TV, a gente tinha deixado apagada, então com certeza era o seu Alberto... Me aproximei silenciosamente e aos poucos vislumbrei uma cena das mais safadas.
O filho da puta tava se tocando gostoso! E na TV tinha um pornô... Uma mina chupando dois negões com uns pedaços enormes...
Mas o mais chocante foi ver o seu Alberto cobrindo e descobrindo a glande com muita paciência, devagar, fazendo círculos com a mão... Uma glande enorme! E um pau tão grande quanto o dos negões na TV.
Devia ter uns 19 centímetros fácil... Calculei porque o safado descia a mão até a base do pau e sobrava quase o mesmo tamanho... Fiquei com água na boca.
— Precisa de ajuda com isso?
O pulo que ele deu foi indescritível, tive que mandar ele fazer silêncio, senão ia acordar a filha. O pau dele murchou na hora, mas mesmo assim parecia enorme.
— Shhh, calma...
— P... Mas... Neném, você... Uf... Tá... Uai, Deus!
Ele não conseguiu terminar a frase. Assim, parado do jeito que tava, com a calça e a cueca meio abaixadas, me pegou de joelhos com o pau dele até a metade enfiado na minha boca.
— Filha da puta... Como você chupa bem. E eu achando que você era uma santinha.
O pau dele era sublime, mal cabia na minha boca, era comprido, grosso (minha mãozinha mal alcançava a circunferência) e cheio de umas veias bem marcadas.
Mal encostei a glande na minha língua e senti o gosto do líquido pré-seminal dele... Delicioso!
Só umas chupadas e já tava dura que nem pedra. Assim, sem frescura, agarrei na bunda dela e comecei a engolir o pau dela até onde dava. Ela não acreditava, me olhava de cima e eu devolvia o olhar. Um olhar de satisfação... Finalmente tinha afrouxado. O safado se fazia de bonzinho, mas no fim era um puta degenerado...
- Sabe as punhetas que eu bati pensando em você, garota...
- Mmm...?
Isso foi um "sim?", tava com a boca cheia de pau... Não conseguia falar nada.
- Você me procurou tanto... Agora vai ter que aguentar, putinha.
Todos esses sussurros (não queríamos acordar minha amiga) me deixaram louca. Comecei a meter a cabeça no pau dela até quase engasgar. Isso deixou ela doida, que me pegou pelo cabelo na nuca e começou a foder minha boca...
Comecei a babar, saliva escorrendo pelos cantos da boca. Tive que fechar os olhos pra aguentar os engasgos e as estocadas. Dona Alberta, toda experiente pelo visto, quando percebia que eu tava sem ar, tirava o pau pra eu respirar e enfiava de novo. Repetiu esse joguinho umas quantas vezes.
- Sabe que paguei uma putinha igualzinha a você e ela me deixou na mão... Se eu soubesse, nem saía de casa.
Toda vez que tirava o pau da minha boca, um jato de saliva caía nos meus peitos. Minha regata tava toda molhada...
- Você é insaciável, gata... A putinha que eu paguei não deixava fazer isso.
O fato dela ter procurado uma puta igual a mim pra realizar as fantasias dela comigo me lisonjeou... Haha!
- Você é linda, gata... E além disso é uma puta!
Ela tirou o pau da minha boca, segurou com uma mão, e começou a bater com o pau na minha cara toda, deixando tudo molhado, uma mistura da minha saliva e do líquido pré-gozo dela.
- Vem...
Ela me levantou do chão pegando nas minhas mãos e me levou pro sofá, me fez ficar de quatro, apoiei os cotovelos no encosto e arqueei, marcando minha cinturinha e empinando bem a raba.
- Nossa, gata... Que pedaço de raba!
Fiz sinal pra ela não levantar a voz... Pouco me importo, ele coloca as mãos na minha bunda e sacode um pouco.
- O que vai fazer, sátiro? Não vê que sou uma mocinha?
Olhei por cima do ombro, mordendo o lábio inferior.
- que garota...
Ele agarrou meu shortinho pelos lados e começou a abaixar bem devagar, revelando aos poucos minha bunda, meu rabo e por último minha buceta... Que já estava um charco...
- ui, sim... Seu Alberto... Mmm...
Me relaxei, o pai da minha amiga massageava meus lábios, os abria, passava o dedão na minha buceta, juntava meus próprios sucos e os espalhava no meu cu, massageando fundo meu esfíncter.
Eu estava no limite do orgasmo. Senti as mãos dele nas minhas ancas me puxando para trás, quando senti o hálito dele comecei a gozar... Foi incrível. O filho da puta me fez gozar com o hálito dele.
Ooohh... Meu Deus...
Tentei abafar o gemido, mas quando senti a língua dele fuçando no meu cu foi demais. Do meu cu ele passou pra minha buceta... Dava pra sentir ele sugando meus sucos. Ele estava me comendo, literalmente.
- Nunca provei uma buceta tão gostosa... Vem cá, mocinha.
Ele me sentou no sofá, arrancou meu short pra merda e abriu minhas pernas ao máximo.
- O senhor me fez gozar, Seu Alberto... Me deixa descansar, por favor...
Ele pirou quando eu falei como se fosse uma pobrezinha. Enterrou a cara na minha buceta e fez um estrago. Me chupava, me mordiscava, a língua dele parecia uma cobra...
- Quero pica... Pode me foder, Seu Alberto?
Falei entre suspiros. O pai da minha amiga apareceu de entre minhas pernas e, sorrindo, se levantou.
- É melhor não gritar, putinha...
Ele sussurrou e eu respondi que não, balançando a cabeça.
Ele pegou a pica na mão e começou a esfregar na entrada da minha buceta. Dava pequenas batidinhas que me faziam delirar.
- Por favor...
Falei quase suspirando. Ele, com o sorriso de sátiro, pressionou a cabeçona e enfiou... Eu gemi. Enfiou um pouco mais... E eu suspirei. Ele enterrou metade da pica. E foi inevitável, escapou um gritinho. Mas não chegou a sair porque o Alberto rapidamente tapou minha boca com a mão enorme dele.
- Shhh, putinha... Já tá quase toda dentro.
E de fato, ele terminou de empurrar e já tinha os 19 cm de pau dentro de mim. Me sentia cheia... Ele tirou a mão da minha boca e se aproximou pra me dar um beijo.
Recebi com vontade, nossas línguas começaram a se enroscar. Dava pra sentir meu próprio cheiro e um gostinho de cerveja também.
Ele começou a se mexer, a bombar devagar, meteu sem camisinha... Não me importei, era o pai da minha amiga, meio que me passou uma confiança, além disso queria sentir o calor daquele pau lindo dentro de mim...
Separamos nossos lábios, ficamos de frente um pro outro, nos olhando. Ele ria com malícia, sabia que tava comendo a amiga da filhinha dele. Eu queria gritar de prazer... Mas sabia que não podia, só soltava um suspiro constante.
- Uff... Seu Alberto, o senhor tá... Ai, tá me partindo... Ufff.
O velho se empolgou, tirou cada centímetro de pau deixando só a cabeça dentro e enterrava de novo com uma estocada, cada batida de quadril fazia os ovos dele baterem na minha bunda.
- Tá gostando, putinha? Vai me dar outra transa?
Eu não conseguia falar... Cada estocada arrancava um gemido, só balancei a cabeça que sim. O pai da minha amiga firmou as mãos na minha cintura e começou a bombar mais rápido. Era um expert, tava me fazendo ver estrelas.
Minha buceta já era uma poça... Dava pra ouvir o barulho de chapinhar a cada penetração funda.
- Você tem uma buceta linda, garota...
Ele sussurrou no meu ouvido. Eu olhei pra ele sorrindo. Alberto era grandalhão, não sei como fiz, mas me soltei e ele ficou sentado no sofá com o pau apontando pro teto, brilhante dos meus sucos e dos dele.
- Isso deve ser gostoso...
Falei pegando no pau dele e me abaixando um pouco, meti na boca e dei umas chupadas... A mistura tava saborosa.
- Que putinha que você é, mocinha... Não tem nojo de nada. eh...
Olhei ele se lambendo e me ajeitei pra montar nele, enquanto ele chupava meus peitinhos eu posicionei a porra do pau dele na entrada da minha buceta de novo.
Fui descendo devagar, sentindo cada centímetro da pica dele entrando em mim.
- ai, Deus... Aaahh... Siim, que prazer... Filho da p... Digo, Dom Alberto... Jiji!
Quase escapou a gata, haha! Quando a pica dele tava toda enterrada comecei a fazer círculos com minha cintura, ele se agarrou nas minhas nádegas, de vez em quando massageava minha bunda com o dedo indicador.
Depois de um tempo, Dom Alberto, tomado pela luxúria, me bombava de baixo como um louco. As bolas dele batiam de novo na minha bunda a cada estocada.
- vou gozar... Oohh...
Sussurrei no ouvido dele. Quando ele ouviu isso, parou de bombar... Filho da puta! Comecei a me mexer instintivamente... Buscando meu orgasmo.
Mas ele me levantou como se eu fosse de papel, deixando um vazio na minha buceta.
- segura aí, gata, ainda não...
Olhei pra ele quase com desprezo... Ele sorriu, e me colocou de quatro no sofá. Relaxei, levantei a bundinha e esperei...
- que buceta linda... Neném, como vou te aproveitar.
Ele bateu com o pauzão na minha bunda, fazia ela vibrar, e eu sentia as gotinhas de pré-gozo caindo a cada tapa.
- enfia, seu corno... Me cortou o tesão!
Não consegui mais bancar a santinha... Busquei com minha bunda a pica dele. E ele enfiava a cabeça e tirava. Batia na minha bunda e enfiava de novo. Fez isso umas duas vezes e quando menos esperava, enterrou até o fundo.
- aaaahhh...
Me fez abrir os olhos arregalados, me pegou de surpresa e não consegui segurar o grito.
- agora pode gozar, amor...
Me segurou pela cintura e começou a bombar com fúria. Tive que abafar meus gritos com o antebraço. Em menos de um minuto comecei a gozar como nunca na vida. Pensei que tava me mijando, sentia minhas coxas por dentro escorrendo pra caralho.
- ui, buceta... O que você fez comigo? Ufff...
Me virei pra olhar ele, ele continuava bombando olhando pra minha bunda. quicando a cada penetração funda, ele passava a mão na minha bunda, apertava... Dava pra ver que ele tava curtindo pra caralho.
- me come...
- que?!
- enfia no meu cu, filho da puta... Mete no meu rabo!
O olho dele brilhou na hora... Arranquei um sorriso dele vendo a situação, tirei a pica da buceta e deixei cair um monte de saliva da boca dele.
Mirei bem, acertou direto no meu cu... Espalhei bem a poça que ele deixou com a pica dele e começou a enfiar devagar.
- mmm...
Reclamei um pouco, mas tava adorando. Ajudei ele separando uma das minhas nádegas com a mão. Ele separou a outra...
Meu cu cedeu e a cabeça dele se alojou dentro, depois de um tempo, foi enfiando o resto aos poucos, de vez em quando tirava um pouco e cuspia de novo pra lubrificar. Tava ficando louca de tesão... O velho sabia o que tava fazendo.
- pronto, gata... Tá tudo dentro, tudo...
Deixou um tempo dentro do meu cu pra acostumar e, chegando perto do meu ouvido, sussurrou...
- se mexe, puta. Vai...
Olhei pra ele por cima do ombro e, mordendo o lábio inferior, comecei a rebolar sozinha. Primeiro devagar e suave. O velho olhava maravilhado como minha bunda engolia a pica dele sem esforço.
Depois de um tempo, a pica dele saía quase toda do meu cu e eu engolia de novo, dando uma sentada tão forte que dava pra ouvir o barulho da virilha dele batendo nas minhas nádegas na sala inteira.
- porra, gata, como esse cu come pica!
O velho não aguentou mais e, me segurando pela cintura, começou a me foder com toda a raiva. Sentia a pica dele inchando dentro do meu cu. As bolas dele batiam na minha buceta com força... Não aguentei muito e gozei de novo. Caí exausta no sofá. Mas ele não parou... Continuou me fodendo sem piedade. Me pegou pelos cabelos e me levantou. Colou a cara na minha e falou no meu ouvido.
- tô perto de gozar... Encho teu cu de porra ou onde você prefere?
Virei um pouco a cabeça pra olhar bem nos olhos dele, o suor escorria pelas têmporas dele, me dava... Estocadas curtas, ele tava se segurando, certeza... Eu ri e falei pra ele, feito uma nenenzinha esfomeada:
— Me dá a chupeta, papai. Enche minha boca de porra...
Não demorou nem dois segundos pra ele sair da minha bunda, senti o vazio que o pau dele deixou. Ele me fez ajoelhar na frente da TV, acho que pra poder ver como eu enchia a boca de leite.
— Olha que eu tô com o tanque cheio, vai aguentar?
Olhei desafiante e engoli o pau dele sem pestanejar, tava bem suculenta, deliciosa.
— Me dá tudo que você tem e vai ver...
O velho não acreditava, levantou minha carinha e, me segurando pelo queixo, me fez abrir a boca. Enfiou o dedão na minha boca enquanto se masturbava.
— Lá vai, neném...
Abri bem a boca pra não desperdiçar nada, e ele apoiou a glande no meu lábio inferior.
O primeiro jato, senti bem grosso e generoso, bateu no meu céu da boca com muita pressão; o segundo foi menos forte, mas igualmente grosso e generoso.
— Hummm...
Saboreei... Seu Alberto soltou mais uns jatos dentro da minha boca, que ficou completamente cheia. Tinha um gosto peculiar, parecia leite condensado derretido... Bem salgadinho e bem quentinho.
— Viu, gostosa? Falei que tava com o tanque cheio...
Ele afastou o pau da minha boca e o escorreu... O filho da puta deixou cair um último jato de porra no meu nariz... Bati na coxa dele, como se tivesse reclamando, e pra mostrar que eu não desperdiçava nada, arrastei com o dedo a gotona que ficou no meu nariz até a boca.
— Cê é um bebê... O que vai fazer com tanta porra?
Não hesitei nem um pouco, empurrei a porra com a língua pra fora pra ele ver e enfiei de novo na boca, fechando. Fiz uns bochechos, passando de um lado pro outro... Seu Alberto ficou pasmo.
— Que puta...
E pra finalizar, depois de mostrar pela última vez o conteúdo da minha boquinha, engoli toda a descendência dele com uma manobra sensual.
— GULP!
— Nããão... Filha da puta, engoliu tudo?
— Óbvio, olha...
Mostrei minha boca vazia e depois passei a língua por ao redor dos meus lábios, procurando qualquer resto de porra. Queria que ele percebesse como eu adoro tomar o leite dele.
Seu Alberto caiu exausto no sofá, ainda incrédulo com o que tinha acontecido. Eu estava mais que satisfeita... Peguei minhas roupinhas e fui pro banheiro. Mas antes de ir, falei pro pai da minha amiga:
- amanhã, se quiser, pode me preparar o café da manhã, seu Alberto...
Fim... Ou será que não?
6 comentários - A Provocação