Claudia é uma puta vingativa 90
Ao meio-dia fui buscá-la, me deixaram entrar no apartamento pra sairmos juntos sem levantar suspeitas. Claudia estava com o cabelo molhado, eu tava louco de tesão, mas ao mesmo tempo sentia um ciúme que não sentia há muito tempo. Claudia beijou e acariciou ele, ficou um tempão se beijando com o cara. Quando saímos, ela me deu um beijo bem suave nos lábios. "Te amo", ela disse.
No carro, ela abaixou o vidro, o vento batia no cabelo molhado dela, ela sorria feliz, parecia uma apaixonada, era uma apaixonada. Com a mão direita, acariciei a perna dela e fui subindo até a virilha, ela não tava usando nada por baixo. Enfiei a mão e a buceta dela tava toda cremosa. Ela gemia com o toque, cada vez mais relaxada, não dizia nada. Massageei ela por um tempão. Passamos pra buscar os meninos, ela ficou no carro, os meninos abraçaram ela forte, mas ela não queria levantar. Continuou sentada.
— Deixa a mamãe quietinha... a barriguinha da mamãe não deixa ela se mexer muito...
Fui dirigindo pra casa, tava com o pau explodindo, não via a hora de meter. Por sorte, a Lúcia tava lá, queria levar os irmãozinhos com o namorado pra praça. Eles tinham dormido juntos. Tavam felizes. Levei a Claudia pro quarto e deitei ela suave na cama com o vestido, levantei ele só o suficiente pra poder penetrar ela. A buceta dela tava cheinha.
— Tesão demais com o doutor... — falei, dando uma metida.
— Como ele me ensina... nunca é demais o tesão...
— Mas o que você tem na buceta é porra... não é tesão... é leite daquele otário...
— Sente... e olha que foi a última descarga... ele é novo... e sente falta da mulher dele... como ele me disse, tinha que aproveitar, amor...
— E você aproveitou bem...
— Sim... bem... muito bem... tive que jogar fora a calcinha nova de como ficou...
Eu não aguentei muito, a calentura renovada acumulada em mim me fez gozar na hora. Depois cochilamos um pouco, quando os meninos chegaram, preparei o almoço enquanto Claudia dormia.
Depois de Jantar hoje à noite, ela me disse. Eu estava cansado, ela se deitou de barriga pra cima na cama e ficava se acariciando a bucetinha.
— Eu dava pra ele de frente, pelo bum… e de vez em quando ele tirava e eu sentia ele dentro da calcinha… escorrendo pelo canalzinho da minha bunda… nunca tinha sentido algo assim… várias vezes ele metia e tirava… uma vez ele tirou e gozou tudo pra fora enquanto se massageava com a minha calcinha… depois, ainda duro, meteu mais um pouco… — eu tava com tesão e montei nele, me sentia bestializado — ele não monta igual a você… nunca perde a criatividade… tá sempre criando… é um artista… não quero comparar…
Eu só a perfurava com força, voando de tesão, mas como ela dizia, sem criatividade nenhuma, ciumento, bestializado, preocupado em tentar fazer ela minha, sabendo que não era assim que se fazia, mas sem conseguir parar, ela de repente bocejou de propósito.
— Os maridos ficam tão chatos às vezes…
Eu comi ela até gozar, ela acariciou minha nuca um pouco, como se eu fosse um menino.
— Bom, agora dorme um pouco… amanhã começa a semana… tem que trabalhar…
Na segunda, a esposa do doutor já tinha voltado. Cláudia tava ansiosa pra ver ele, ele ligou pra ela e lembrou que ela tinha que seduzi-lo. Ele ia ligar quando quisesse e ela tinha que estar disponível. Cláudia ficava louca de tesão com esse acordo. Tava vidrada nele.
Naquela noite, na cama, ela veio montar em mim. Se mexia em cima de mim.
— Que filho da puta, me disse pra chamar um dos meus amantes… não quero ver mais ninguém… você é meu marido… ele é meu amante…
— Mas ele não tá livre pra você… tem que esperar…
— É, nunca tinha passado por algo assim… só quero ele… não tenho vontade de ficar com outro… com você é diferente…
— No fim, eu saio ganhando, né…?
— É, você come as sobras…
— As sobras que eu como são deliciosas… tomara que eu possa comê-las por muito tempo… — o que eu falava ia deixando ela com tesão, era por aí que a coisa vinha, ela também precisava que eu falasse com ela, que a fizesse sentir especial ou algo do tipo. A gente se comeu de boca e teve um orgasmo lindo. Juntos, depois fomos dormir.
Por quase três semanas não teve notícias dele, ele tava ocupado, esposa, trabalho. Claudia tava mais barriguda, não tão confortável. Mas quando ele ligou, ela disse que tava pronta pro que ele quisesse. A esposa dele não tava no fim de semana, ele queria ela na casa dele. Sozinha e que ficasse pra dormir. Eu fui levá-la sábado à noite, entramos juntos no apartamento, eu saí sozinho.
Fui buscá-la domingo ao meio-dia.
— Não quer aproveitar e a gente ir pra um hotel? Os meninos tão com a Lucía.
— Tô cansada, amor… tô muito avançada na gravidez…
— Você passou o tempo todo trepando, hein…?
— Sim… ele tava como se fizesse meses que não comia… eu queria morrer com o pau dele enterrado… ele me trata com tanta sensualidade… brinca comigo… e me esquenta… me deixa putinha docemente… sorte que tô grande… senão eu até queria ter outro filho…
Eu levantei um pouco o vestido dela. De novo, sem calcinha e a buceta dela tava cremosa.
— O último ele goza no chuveiro?
— Ele me inclina sobre a pia das mãos… só um pouquinho… me seca bem e me faz olhar no espelho… o que você vê? — ele disse — uma mulher gostosa… — e o que mais… — o seu macho atrás, prestes a te dar mais uma rola… e aí ele me enfia até gozar… enchendo minha buceta pela última vez… depois me ajuda a me vestir… e eu sinto um resto de porra descendo pelas minhas pernas… mas não me limpo… — ela exagerou a voz de puta dizendo — Quer que eu te faça uma punheta quando chegar em casa, amorzinho…? Assim você alivia um pouco também… quer…? — disse apertando meu volume por cima da calça. — Ou eu te bato uma enquanto você dirige… e você se suja tudo dentro da calça… quer, hein… você gosta… tá com tesão… — ela se aproximou pra me beijar, toda dengosa. — Dirige devagar… tô muito grata a você… você é o marido ideal… me deixou ser feliz… te amo… — virei a cabeça e nos beijamos. — Quero que você exploda assim… como meu punheteiro… pra alegria da sua rainha… — ela dizia enquanto apertava meu saco até fazer minhas bolas explodirem.
Ao meio-dia fui buscá-la, me deixaram entrar no apartamento pra sairmos juntos sem levantar suspeitas. Claudia estava com o cabelo molhado, eu tava louco de tesão, mas ao mesmo tempo sentia um ciúme que não sentia há muito tempo. Claudia beijou e acariciou ele, ficou um tempão se beijando com o cara. Quando saímos, ela me deu um beijo bem suave nos lábios. "Te amo", ela disse.
No carro, ela abaixou o vidro, o vento batia no cabelo molhado dela, ela sorria feliz, parecia uma apaixonada, era uma apaixonada. Com a mão direita, acariciei a perna dela e fui subindo até a virilha, ela não tava usando nada por baixo. Enfiei a mão e a buceta dela tava toda cremosa. Ela gemia com o toque, cada vez mais relaxada, não dizia nada. Massageei ela por um tempão. Passamos pra buscar os meninos, ela ficou no carro, os meninos abraçaram ela forte, mas ela não queria levantar. Continuou sentada.
— Deixa a mamãe quietinha... a barriguinha da mamãe não deixa ela se mexer muito...
Fui dirigindo pra casa, tava com o pau explodindo, não via a hora de meter. Por sorte, a Lúcia tava lá, queria levar os irmãozinhos com o namorado pra praça. Eles tinham dormido juntos. Tavam felizes. Levei a Claudia pro quarto e deitei ela suave na cama com o vestido, levantei ele só o suficiente pra poder penetrar ela. A buceta dela tava cheinha.
— Tesão demais com o doutor... — falei, dando uma metida.
— Como ele me ensina... nunca é demais o tesão...
— Mas o que você tem na buceta é porra... não é tesão... é leite daquele otário...
— Sente... e olha que foi a última descarga... ele é novo... e sente falta da mulher dele... como ele me disse, tinha que aproveitar, amor...
— E você aproveitou bem...
— Sim... bem... muito bem... tive que jogar fora a calcinha nova de como ficou...
Eu não aguentei muito, a calentura renovada acumulada em mim me fez gozar na hora. Depois cochilamos um pouco, quando os meninos chegaram, preparei o almoço enquanto Claudia dormia.
Depois de Jantar hoje à noite, ela me disse. Eu estava cansado, ela se deitou de barriga pra cima na cama e ficava se acariciando a bucetinha.
— Eu dava pra ele de frente, pelo bum… e de vez em quando ele tirava e eu sentia ele dentro da calcinha… escorrendo pelo canalzinho da minha bunda… nunca tinha sentido algo assim… várias vezes ele metia e tirava… uma vez ele tirou e gozou tudo pra fora enquanto se massageava com a minha calcinha… depois, ainda duro, meteu mais um pouco… — eu tava com tesão e montei nele, me sentia bestializado — ele não monta igual a você… nunca perde a criatividade… tá sempre criando… é um artista… não quero comparar…
Eu só a perfurava com força, voando de tesão, mas como ela dizia, sem criatividade nenhuma, ciumento, bestializado, preocupado em tentar fazer ela minha, sabendo que não era assim que se fazia, mas sem conseguir parar, ela de repente bocejou de propósito.
— Os maridos ficam tão chatos às vezes…
Eu comi ela até gozar, ela acariciou minha nuca um pouco, como se eu fosse um menino.
— Bom, agora dorme um pouco… amanhã começa a semana… tem que trabalhar…
Na segunda, a esposa do doutor já tinha voltado. Cláudia tava ansiosa pra ver ele, ele ligou pra ela e lembrou que ela tinha que seduzi-lo. Ele ia ligar quando quisesse e ela tinha que estar disponível. Cláudia ficava louca de tesão com esse acordo. Tava vidrada nele.
Naquela noite, na cama, ela veio montar em mim. Se mexia em cima de mim.
— Que filho da puta, me disse pra chamar um dos meus amantes… não quero ver mais ninguém… você é meu marido… ele é meu amante…
— Mas ele não tá livre pra você… tem que esperar…
— É, nunca tinha passado por algo assim… só quero ele… não tenho vontade de ficar com outro… com você é diferente…
— No fim, eu saio ganhando, né…?
— É, você come as sobras…
— As sobras que eu como são deliciosas… tomara que eu possa comê-las por muito tempo… — o que eu falava ia deixando ela com tesão, era por aí que a coisa vinha, ela também precisava que eu falasse com ela, que a fizesse sentir especial ou algo do tipo. A gente se comeu de boca e teve um orgasmo lindo. Juntos, depois fomos dormir.
Por quase três semanas não teve notícias dele, ele tava ocupado, esposa, trabalho. Claudia tava mais barriguda, não tão confortável. Mas quando ele ligou, ela disse que tava pronta pro que ele quisesse. A esposa dele não tava no fim de semana, ele queria ela na casa dele. Sozinha e que ficasse pra dormir. Eu fui levá-la sábado à noite, entramos juntos no apartamento, eu saí sozinho.
Fui buscá-la domingo ao meio-dia.
— Não quer aproveitar e a gente ir pra um hotel? Os meninos tão com a Lucía.
— Tô cansada, amor… tô muito avançada na gravidez…
— Você passou o tempo todo trepando, hein…?
— Sim… ele tava como se fizesse meses que não comia… eu queria morrer com o pau dele enterrado… ele me trata com tanta sensualidade… brinca comigo… e me esquenta… me deixa putinha docemente… sorte que tô grande… senão eu até queria ter outro filho…
Eu levantei um pouco o vestido dela. De novo, sem calcinha e a buceta dela tava cremosa.
— O último ele goza no chuveiro?
— Ele me inclina sobre a pia das mãos… só um pouquinho… me seca bem e me faz olhar no espelho… o que você vê? — ele disse — uma mulher gostosa… — e o que mais… — o seu macho atrás, prestes a te dar mais uma rola… e aí ele me enfia até gozar… enchendo minha buceta pela última vez… depois me ajuda a me vestir… e eu sinto um resto de porra descendo pelas minhas pernas… mas não me limpo… — ela exagerou a voz de puta dizendo — Quer que eu te faça uma punheta quando chegar em casa, amorzinho…? Assim você alivia um pouco também… quer…? — disse apertando meu volume por cima da calça. — Ou eu te bato uma enquanto você dirige… e você se suja tudo dentro da calça… quer, hein… você gosta… tá com tesão… — ela se aproximou pra me beijar, toda dengosa. — Dirige devagar… tô muito grata a você… você é o marido ideal… me deixou ser feliz… te amo… — virei a cabeça e nos beijamos. — Quero que você exploda assim… como meu punheteiro… pra alegria da sua rainha… — ela dizia enquanto apertava meu saco até fazer minhas bolas explodirem.
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