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Compêndio I(Nota do Marco: Não é um Déjà-vu. Postei ontem, mas recebi uma notificação de exclusão por uso excessivo de letras maiúsculas. Por isso, repostei com números. Para quem já leu, informo o que aconteceu hoje: Conversamos com o Tom e ele topou. Citando as palavras dele, “Enquanto o Cargo ficar com a gente, não tenho problema.” Obrigado pela compreensão.)
Sei que de novo tô saindo do que rolou nas férias, mas isso também deve te interessar, Marisol, porque é algo que talvez você não tenha pensado.
Como toda segunda, a volta ao trampo foi normal: retomar os projetos pendentes, revisar o que meu substituto fez, coordenar minha equipe e outras paradas.
Na hora do almoço, também comi de boa, porque com nossas responsas como Chefes de Departamento, não dá pra sair em inspeção no mesmo dia da chegada.
Mas à noite, depois de jantar na casa de hóspedes, ela pediu pra gente tomar um drink.
Ela só bebe cerveja quando algo tá pegando e tava visivelmente nervosa.
“Querem me promover!” ela falou, com um olhar de desespero.
Embora isso seja uma notícia feliz pra muitos, pra gente é uma fonte constante de preocupação.
Hannah e eu já não trabalhamos pelo salário. Mesmo o dinheiro sendo mais que suficiente pra cobrir nossas necessidades, nós dois curtimos mais a tensão do próprio trampo: os desafios à criatividade, os problemas e os obstáculos que aparecem todo dia e os prazos apertados pra cumprir.
Mas nossos cargos tão ficando pequenos pra gente. Não sou só eu que vou além do que me compete. A Hannah também faz isso, e uma boa parte do aumento na produção é atribuída ao bom desempenho dela e da equipe dela.
E aí mora nosso problema, porque uma promoção pra qualquer um de nós dois significa uma realocação.
Contei pra ela que me chamaram duas vezes pela mesma coisa, com o mesmo prefeito que me entrevistou em março, por causa do incidente do caminhão. A cisterna e que, se eu fosse promovido, seria realocado em Melbourne, sob a supervisão da minha boa amiga Sônia (que seria minha chefe direta), para coordenar os trabalhos dos poços da costa leste.
No caso da Hannah, querem realocá-la no Escritório de Aquisições em Perth (a cidade onde ela mora, na costa oposta), para avaliar a compra e venda de maquinário pesado.
Talvez o mais animador é que, se aceitar, o Tom substituiria a Hannah como Chefe de Manutenção.
“O que eu faço?” ela me olhou com seus olhinhos azuis, prestes a desabar em lágrimas.
A administração sabia, mas deram prazo até sexta-feira pra ela dar a resposta. Ela era casada e não tinha motivo pra recusar.
Ela não quer aceitar. Se aceitar, a relação que a gente tem vai chegar ao fim inevitável de forma precipitada.
A gente foi andando devagar, abraçados, até a cabana.
A noite estava mais fresca e silenciosa. Ideal pra refletir.
O rostinho de porcelana dela continuava triste, mas eu não parava de sorrir pra ela. Porque anjos como a Marisol e a Hannah fazem amanhecer ensolarado com seus sorrisos.
E ela era como qualquer outra garota aflita com seus problemas: procurando um homem que assumisse o controle naqueles momentos e descansasse nele.
Mas eu não buscava satisfazer meu próprio prazer nela. Eu a amo e, no dia em que tivermos que nos separar, vou sofrer tanto quanto se a Marisol me deixasse, porque a Hannah é a substituta dela no trabalho.
Com ela, eu danço, ensino a cozinhar, vejo filmes e faço as mesmas coisas que fazia com meu rouxinol, quando éramos solteiros.
Mas também escuto ela falar do marido, das intermináveis conversas sobre equipamentos quebrados e planos de manutenção inacabados.
E por isso, não é fácil pra ela aceitar um novo cargo.
Se me desculpam minhas pretensiosas estimativas, acho que ela floresceu mais ao meu lado.
Ela sorri mais, é mais compreensiva com os erros e é muito mais feminina, como uma flor solitária e linda num deserto árido, cheio de Homens.
Ela continua sendo um objeto de desejo pra muitos, mas a alegria dela influencia tanto nosso moral, que isso quase fica em segundo plano.
E quando chegamos na cabana, sentei ela no mesmo catre onde a gente dormiu nos últimos meses.
Ela, feito uma menina mimada, me olhava aflita enquanto eu me ajoelhava aos pés dela.
Com muita calma e delicadeza, como se fosse uma princesa, fui desabotoando as botas de segurança dela.
Depois, tirei as meias dela. Acariciei os tornozelos branquinhos e beijei eles de leve, enquanto ela desatava a chorar.
Sei que não sou tão bonito quanto o marido dela, mas tenho consciência de que ela me ama mais.
Que se eu propusesse, ela aceitaria feliz em ter um filho comigo.
E é que conheço ela tão bem quanto conheço a Marisol: sei bem quais carícias agradam ela e o jeito certo de tocar, conheço os hábitos dela e consigo ler ela como um livro aberto pelas expressões.
Ainda fica incomodada quando eu desabotoo as bermudas dela. Principalmente quando abaixo o zíper e a calcinha dela fica exposta na minha frente.
Antes, achava que era porque eu excitava ela. Mas agora sei que é porque ela não é minha. Porque é a mulher de outro cara.
Beijo o umbigo fino dela com ternura, por me conceder o privilégio de despir ela.
Desabotoo botão por botão a jaqueta dela e a camiseta branquinha aparece inchada, com os peitinhos discretos e pequenos dela.
Olho nos olhos dela e a gente se beija, enquanto minhas mãos descem até a cintura e tiram a peça que sobrou, me apresentando o sutiã cor de céu pastel dela.
Ela desvia do meu olhar inquisitivo quando admiro, porque também sabe o quanto eu gosto de peitos grandes.
Mas os dela são lindos, ternos e ignorados. Beijo de leve cada um por cima das taças e ela suspira ao sentir minha boca molhada.
Peço pra ela deitar e minhas mãos deslizam pela cintura dela, roçando a pele macia de anjo, puxando a calcinha molhada dela.
Ela se arrepia ao sentir minha respiração na frente do buraquinho tenro dela. É suposto que eu não deva... estar ali.
Que aquele lugar tão próprio dela pertence ao seu cônjuge.
Mas sou incapaz de resistir e deslizo suavemente minha língua entre sua carne tenra. Ela solta um suspiro surpreso e se ergue levemente.
No entanto, logo se acalma e me deixa satisfazê-la. É algo que o marido dela não faz e que eu curto pra caralho fazer nela.
Porque o rosto dela se transforma completamente, ampliando ainda mais sua beleza, e ela começa a gemer baixinho. Não deveria se deliciar com alguém que não é o marido, mas no fundo do coração, ela sabe muito bem que sou mais marido dela do que o Douglas jamais será.
Ela geme especialmente quando lambo seu clitóris com delicadeza. Como quem degusta com a língua uma cerejinha tenra.
Mas não demora muito para eu começar a chupá-la com mais intensidade e sua rachinha por completo. Então, seus gemidos mudam de intensidade.
Eles se tornam como uma leve protesto contra minha ousadia de assumir o papel de seu verdadeiro parceiro, mas o prazer lentamente a corrompe.
Depois de alguns orgasmos, ao senti-la tão agitada, deslizo como uma víbora serpenteando por sua barriga, umbigo e o interstício de seus peitos com minha língua, para culminar minha jornada em seus lábios.
Não pensava na Marisol ou nas minhas meninas naqueles momentos. Queria estar com a Hannah, assim como ela comigo, porque ela me beijava com gentileza.
Abaixei minhas calças e seus olhinhos fizeram uma breve careta de resignação, ao saber que mais uma vez colocaríamos chifres no marido dela.
Mas eu queria que ela me sentisse e peguei sua mão para que apalpasse a grossura do meu pau. Ela soltou outro gemido de prazer e um sorrisinho, ao saber que entraria mais uma vez nela.
Fui particularmente lento, como se fosse tomar sua virgindade, e podia sentir seu nervosismo pela antecipação de me sentir de novo.
Introduzi brevemente minha glande entre seus lábios e uma corrente elétrica a tomou, o que me fez sorrir, porque com certeza isso não acontece com o marido dela.
Fui beijando sua bochecha e mandíbula, até cheguei na altura do lóbulo da orelha dela e comecei a chupar devagar.
Ela urrava de prazer, enquanto meu corpo envolvia completamente o dela e meus movimentos de quadril começavam a penetrá-la.
E ela se entregou de novo ao colega de trabalho. Ao cara que, antigamente, ela desprezava por vir do sul dos Estados Unidos e tratava quase como um ignorante.
Ela me abraçava com força, pra eu não ir embora. Mas ela é minha mina. Minha esposa gostosa.
A gente se beijava e eu via nos olhos dela a mesma coisa que vi umas semanas atrás na Verônica, na Amélia e na Pamela: amor sincero.
E eu também amo ela, mas tenho que ser realista.
Comigo, a Hannah não tem futuro nenhum. Só ser minha amante temporária.
Mas formar uma família ou morar com ela fica fora de cogitação, porque ainda tô apaixonado pela Marisol e por mais que ela se pareça fisicamente ou que seja gostoso demais transar com ela, não é a mulher com quem decidi me casar e nisso, meu coração não negocia.
Ela se contorce enquanto eu vou avançando dentro da fonte de prazer dela e me mexo com cuidado. Não tô ansioso pra lembrar da minha esposa, só quero fazer ela se sentir bem.
Sem jeito, a carinha dela desce até a altura do meu pescoço e fecha os olhos, enquanto eu alcanço o fundo dela.
Busco os lábios finos dela com ternura, porque ela tá indefesa. Nunca foi a esposa do Douglas e comigo, vive a vida plena de uma mulher casada.
Mesmo o notebook dela tocando sem parar, anunciando a ligação do corno, a Hannah não para de me beijar nem de se mexer.
Ela não quer que isso acabe, porque eu ensinei um pouco de tudo e fiz muito bem, já que ela vive me procurando.
Viro ela, pra poder apalpar as bundas generosas dela e ela tem outro orgasmo maravilhoso, porque sabe que o corpo dela me pertence.
A bunda pequena dela, a entreperna, os peitos e os lábios.
E ela se levanta como uma guerreira maravilhosa de peitos pequenos, fechando os olhos ao me sentir tão dentro e balançando os cabelos loiros com força.
Os quadris dela se mexem. De forma serpentina, procurando espremer meu pau, enquanto seguro seus peitos humildes.
De novo, a fonte dela escorre entre minhas pernas, porque o corno também não considera os peitinhos dela na hora de fazer amor, mas eu sim.
Chegamos ao clímax ao mesmo tempo e, de novo, o corpo dela se ergue, recebendo até a última gota do meu sêmen.
Cansada e bufando, ela se acomoda no meu peito suado e escuta pela centésima vez meu coração, enquanto eu acaricio seu ombro e ela espera a gente se soltar, meditando sobre a situação, até que me vem uma ideia.
Já que recusar a promoção pode significar ficar aqui a vida inteira, sugiro uma alternativa diferente.
“Diz que você tá interessada no projeto de ‘Catálogos Digitais’ que tão testando na costa leste e que querem implementar aqui. Eles tão na fase final de desenvolvimento e vão precisar de pessoal de chão de fábrica experiente pra confirmar se os códigos dos manuais de peças tão certos.”
Por fim, ela sorri como uma criança com brinquedo novo.
“Como é que você sabe disso?” ela pergunta, admirada e sorrindo, porque sabe bem que eu passo meu tempo livre fuçando na Wikipedia e sou bem ignorante sobre a hierarquia da empresa.
“Digamos que eu tenho um conhecido… num cargo alto… que me deu a fofoca.”
Satisfeita, ela beija meu peito e, por conta própria, já quer enfiar de novo.
“Até quando a gente vai ficar assim?” ela pergunta, enquanto começa a se mexer mais rápido.
“Não sei!” é o que me resta pra mentir.
Não tenho coragem de dizer que minha promoção vai ficar pendente até a Marisol sair da faculdade.Próximo post
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