Bom, vou contar meu segundo relato, é 100% real igual o anterior. Isso aconteceu quando eu tinha 23 anos e tinha terminado com minha namorada fazia pouco tempo. Sempre viajava no mesmo horário pra ir trabalhar e no ponto de ônibus sempre tinha a mesma senhora que viajava com a gente. Como já fazia um tempão que a gente se encontrava no ponto, já nos cumprimentávamos e, como falei antes, eu tinha brigado com minha namorada e já tava olhando pra senhora com outros olhos.
Ela era muito gostosa, linda, sempre bem perfumada, bem arrumada, tinha 40 anos na época. Um dia, pra criar mais intimidade, comecei a perguntar coisas sobre ela, a vida pessoal dela, se tinha filhos, marido, onde e com o que trabalhava. Só pra puxar assunto e ganhar confiança, pra ver se ela me dava bola.
Um dia, como sempre, cumprimentei ela no ponto e falei: "Nossa, que perfume gostoso você tá usando hoje, vai ter um encontro? Tá mais gostosa e linda que o normal" e soltei um "haha".
Ela respondeu: "Valeu, mas não, só me arrumei um pouco mais pra mudar a rotina e ver se alguém notava, e pelo visto deu certo" e riu.
"E quem não ia te olhar, né? Você é muito gostosa. Pena que não ia me dar bola por eu ser mais novo..."
"Haha, valeu, você é terrível, deve falar isso pra todas."
Essa resposta foi a melhor coisa que ouvi, quis dizer que ela gostou do que falei e tava me dando chance pras minhas intenções.
Respondi: "Só falo isso pras mulheres gostosas igual você. Se quiser, um dia a gente toma alguma coisa."
"Mmm, posso ser sua mãe", disse ela rindo.
"Pode, mas não é. Além disso, ir tomar algo não significa nada estranho, a não ser que você pense outra coisa." Já me joguei de vez.
"Não, claro que não é nada de mais."
"Beleza, então a gente combina e sai pra tomar algo."
"Respondeu: sábado não tô fazendo nada, se quiser a gente se vê."
"Beleza, então sábado no shopping de Moreno, que tal?"
"Sim, beleza, pra mim tá ótimo", e ela sorriu.
Eu tava tão feliz, não acreditava que uma mulher mais velha que eu tava me dando bola.
Bom, chegou o sábado no horário combinado, 22h, eu tava na porta. Do shopping, em 10 minutos ela chega: saia jeans justa, regata. Vale dizer que era verão.
— Oi, tudo bem? Falo.
— Oi, bem e você? Esperou muito?
— Não, acabei de chegar, 5 minutos.
— Ah, que bom, melhor. Vamos entrar?
— Sim, bora entrar porque aqui tá quente, haja.
— É, verdade, tá bem quente.
Entramos, fomos pra praça de alimentação e tava lotado, sem lugar e muito barulho.
— Uuh, não tem lugar. Ela fala.
— É, tá muito cheio. Quer tomar algo num lugar mais tranquilo?
— Sim, bora. Fora daqui, né?
— É, vamos caminhar um pouco e ver onde a gente toma algo.
— Beleza, bora.
Saímos do shopping e eu virei a caminhada pro lado do hotel que fica perto. Chegando na porta, falo:
— Aqui a gente podia tomar algo, só nós dois, tranquilo e com ar condicionado, haja.
— Haja, ia ser bom. Pena que você não teria coragem de entrar comigo.
— Quem disse que não?
— Sei lá, só falei.
— Vamos entrar? E peguei na mão dela.
Sem ver resistência, entramos, pedi um turno, subimos pro quarto, fechei a porta e beijei ela.
— Ué, assim que começa? Ela ri.
— É, assim que começa. Peço algo pra beber?
— Pode pedir o que quiser.
Peço uma cerveja porque ela não tomava champanhe. Trouxeram, a gente bebeu e começamos nos beijos, apalpando os peitos dela enquanto ela acariciava minha nuca e com a outra mão passava pelo meu peito até chegar na minha entreperna e fala:
— Uuf, como tá isso, lindo.
— Viu o que provocou? Não sei como vai abaixar isso agora.
— Agora vou ver como faço, e acho que você vai gostar.
— Beleza, quero ver agora.
Ela desabotoa minha calça, abaixa um pouco a cueca e tira meu pau pra fora, já duro e babando.
— Mmm, tá com babinha e bonitinho. Agora vou provar se é gostoso.
— Prova, fica à vontade, faz o que quiser, tá à sua disposição.
— Ah, é? Beleza, vamos começar.
Ela abaixa minha calça, se ajoelha me olhando, passa a língua na cabecinha, beija e fala:
— Tá gostoso, posso continuar, bebê?
— Pode, Mami, continua que eu gosto dessa linguinha.
E de uma vez enfiou até o fundo e empurrava mais pra encher a boca. uma vez toda dentro, brincava com a língua sem tirar a pica da boca e com uma mão acariciava meu peito e com a outra minhas bolas enquanto eu apertava os peitos dela e via a calcinha fio-dental rosa que ela tava usando.
Eu não aguentava mais a chupada de pica monstra que ela tava me dando até que ela tira a cabeça e me fala: "guy, me come já". Ela se levanta, se despe e se joga na cama de quatro. Eu levanto, chego perto e vejo a buceta toda melada, falo:
– Apa, cê tava molhadinha, te esquentou chupar minha pica?
– Sim, muito, coloca em mim que não aguento.
Eu fico atrás dela e enfio a cabeça e tiro assim várias vezes, e ela gemendo até que de uma vez eu enfio e mando até o fundo. Ela dá um gritinho:
– Aaaahmm, siiiim. Um grito de prazer e desejo.
– Cê gosta, Mami?
– Siiiim, adoro a pica de um guy como você.
– E eu gosto de você, essa buceta, mmm.
Ficamos vários minutos na mesma posição, comendo gostoso até o ponto que eu tô quase gozando e falo:
– Mmmm, cê quer na buceta ou onde?
– Quero gozo na boquinha, siiiim, me dá.
– Uuuy, Mami, cê vai tomar tudo.
– Siiiim, tudo tudo, me dá, safado, quero seu gozo.
Eu tiro de uma vez e ela vira, aponto pra boca dela, ela abre bem me olhando e fala: "Vai, bebê, quero ele, mmm."
Na hora sai um jato de gozo que entrou na boca dela e parte no rosto. Ela meteu a pica na boca até tirar a última gota. Tira minha pica e fala: "Olha", e começou a brincar com o gozo na boca e de uma vez engoliu e abriu mostrando que não sobrou nada.
– Que gozo gostoso, guy. Adoro comer guys porque dão muito gozo.
– Ah é, cê já comeu outros guys?
– Uuuf, vários, adoro transar e não via a hora de te comer.
– Eu também morria pra te comer, mas não queria te desrespeitar.
– O que eu mais queria era isso, que você me desrespeitasse e me tratasse como uma puta pedindo pica.
– Então agora você vai ser minha puta.
Fomos tomar banho juntos, transamos de novo no chuveiro. Saímos do banho e ela se jogou na cama, e ao ver ela recém... banhada de fio dental, meu pau endureceu de novo.
- aí, cê tá de novo de pau duro, bebê
- sim, mas agora não vou te meter
- e o que cê vai fazer comigo?
Eu me aproximei, abri as pernas dela, tirei o fio dental e mergulhei na buceta suave dela, com cheirinho de sabonete. Chupei pra caralho, mordia o clitóris, enfiava a língua até o fundo, e ela gemia:
- aaah, bebê, siiiim, mmm, continua assim, aaah...
E naquele último gemido, ela apertou minha cabeça contra a buceta dela e soltou uns sucos deliciosos, mmm. Só de lembrar já dá vontade de chupar uma buceta gostosa.
- uuf, cara, que gozada gostosa você me deu
- é? Bom, agora é sua vez.
Ela me virou na cama e começou um boquete daqueles, passava a língua, cuspia, batia com o pau na cara, nos peitos, até que se dedicou a me fazer gozar e conseguiu, engolindo toda a porra.
- que porra gostosa você tem, e que pau lindo, bebê
- bom, de agora em diante, quando quiser, é seu
- mmm, tá bom...
O telefone tocou avisando que o turno tinha acabado, fomos de táxi cada um pra sua casa, claro que teve mais encontros, a maioria na casa dela quando os filhos não estavam. Mas que veterana linda e gostosa foi a Inês.
Espero que tenham gostado...
Ela era muito gostosa, linda, sempre bem perfumada, bem arrumada, tinha 40 anos na época. Um dia, pra criar mais intimidade, comecei a perguntar coisas sobre ela, a vida pessoal dela, se tinha filhos, marido, onde e com o que trabalhava. Só pra puxar assunto e ganhar confiança, pra ver se ela me dava bola.
Um dia, como sempre, cumprimentei ela no ponto e falei: "Nossa, que perfume gostoso você tá usando hoje, vai ter um encontro? Tá mais gostosa e linda que o normal" e soltei um "haha".
Ela respondeu: "Valeu, mas não, só me arrumei um pouco mais pra mudar a rotina e ver se alguém notava, e pelo visto deu certo" e riu.
"E quem não ia te olhar, né? Você é muito gostosa. Pena que não ia me dar bola por eu ser mais novo..."
"Haha, valeu, você é terrível, deve falar isso pra todas."
Essa resposta foi a melhor coisa que ouvi, quis dizer que ela gostou do que falei e tava me dando chance pras minhas intenções.
Respondi: "Só falo isso pras mulheres gostosas igual você. Se quiser, um dia a gente toma alguma coisa."
"Mmm, posso ser sua mãe", disse ela rindo.
"Pode, mas não é. Além disso, ir tomar algo não significa nada estranho, a não ser que você pense outra coisa." Já me joguei de vez.
"Não, claro que não é nada de mais."
"Beleza, então a gente combina e sai pra tomar algo."
"Respondeu: sábado não tô fazendo nada, se quiser a gente se vê."
"Beleza, então sábado no shopping de Moreno, que tal?"
"Sim, beleza, pra mim tá ótimo", e ela sorriu.
Eu tava tão feliz, não acreditava que uma mulher mais velha que eu tava me dando bola.
Bom, chegou o sábado no horário combinado, 22h, eu tava na porta. Do shopping, em 10 minutos ela chega: saia jeans justa, regata. Vale dizer que era verão.
— Oi, tudo bem? Falo.
— Oi, bem e você? Esperou muito?
— Não, acabei de chegar, 5 minutos.
— Ah, que bom, melhor. Vamos entrar?
— Sim, bora entrar porque aqui tá quente, haja.
— É, verdade, tá bem quente.
Entramos, fomos pra praça de alimentação e tava lotado, sem lugar e muito barulho.
— Uuh, não tem lugar. Ela fala.
— É, tá muito cheio. Quer tomar algo num lugar mais tranquilo?
— Sim, bora. Fora daqui, né?
— É, vamos caminhar um pouco e ver onde a gente toma algo.
— Beleza, bora.
Saímos do shopping e eu virei a caminhada pro lado do hotel que fica perto. Chegando na porta, falo:
— Aqui a gente podia tomar algo, só nós dois, tranquilo e com ar condicionado, haja.
— Haja, ia ser bom. Pena que você não teria coragem de entrar comigo.
— Quem disse que não?
— Sei lá, só falei.
— Vamos entrar? E peguei na mão dela.
Sem ver resistência, entramos, pedi um turno, subimos pro quarto, fechei a porta e beijei ela.
— Ué, assim que começa? Ela ri.
— É, assim que começa. Peço algo pra beber?
— Pode pedir o que quiser.
Peço uma cerveja porque ela não tomava champanhe. Trouxeram, a gente bebeu e começamos nos beijos, apalpando os peitos dela enquanto ela acariciava minha nuca e com a outra mão passava pelo meu peito até chegar na minha entreperna e fala:
— Uuf, como tá isso, lindo.
— Viu o que provocou? Não sei como vai abaixar isso agora.
— Agora vou ver como faço, e acho que você vai gostar.
— Beleza, quero ver agora.
Ela desabotoa minha calça, abaixa um pouco a cueca e tira meu pau pra fora, já duro e babando.
— Mmm, tá com babinha e bonitinho. Agora vou provar se é gostoso.
— Prova, fica à vontade, faz o que quiser, tá à sua disposição.
— Ah, é? Beleza, vamos começar.
Ela abaixa minha calça, se ajoelha me olhando, passa a língua na cabecinha, beija e fala:
— Tá gostoso, posso continuar, bebê?
— Pode, Mami, continua que eu gosto dessa linguinha.
E de uma vez enfiou até o fundo e empurrava mais pra encher a boca. uma vez toda dentro, brincava com a língua sem tirar a pica da boca e com uma mão acariciava meu peito e com a outra minhas bolas enquanto eu apertava os peitos dela e via a calcinha fio-dental rosa que ela tava usando.
Eu não aguentava mais a chupada de pica monstra que ela tava me dando até que ela tira a cabeça e me fala: "guy, me come já". Ela se levanta, se despe e se joga na cama de quatro. Eu levanto, chego perto e vejo a buceta toda melada, falo:
– Apa, cê tava molhadinha, te esquentou chupar minha pica?
– Sim, muito, coloca em mim que não aguento.
Eu fico atrás dela e enfio a cabeça e tiro assim várias vezes, e ela gemendo até que de uma vez eu enfio e mando até o fundo. Ela dá um gritinho:
– Aaaahmm, siiiim. Um grito de prazer e desejo.
– Cê gosta, Mami?
– Siiiim, adoro a pica de um guy como você.
– E eu gosto de você, essa buceta, mmm.
Ficamos vários minutos na mesma posição, comendo gostoso até o ponto que eu tô quase gozando e falo:
– Mmmm, cê quer na buceta ou onde?
– Quero gozo na boquinha, siiiim, me dá.
– Uuuy, Mami, cê vai tomar tudo.
– Siiiim, tudo tudo, me dá, safado, quero seu gozo.
Eu tiro de uma vez e ela vira, aponto pra boca dela, ela abre bem me olhando e fala: "Vai, bebê, quero ele, mmm."
Na hora sai um jato de gozo que entrou na boca dela e parte no rosto. Ela meteu a pica na boca até tirar a última gota. Tira minha pica e fala: "Olha", e começou a brincar com o gozo na boca e de uma vez engoliu e abriu mostrando que não sobrou nada.
– Que gozo gostoso, guy. Adoro comer guys porque dão muito gozo.
– Ah é, cê já comeu outros guys?
– Uuuf, vários, adoro transar e não via a hora de te comer.
– Eu também morria pra te comer, mas não queria te desrespeitar.
– O que eu mais queria era isso, que você me desrespeitasse e me tratasse como uma puta pedindo pica.
– Então agora você vai ser minha puta.
Fomos tomar banho juntos, transamos de novo no chuveiro. Saímos do banho e ela se jogou na cama, e ao ver ela recém... banhada de fio dental, meu pau endureceu de novo.
- aí, cê tá de novo de pau duro, bebê
- sim, mas agora não vou te meter
- e o que cê vai fazer comigo?
Eu me aproximei, abri as pernas dela, tirei o fio dental e mergulhei na buceta suave dela, com cheirinho de sabonete. Chupei pra caralho, mordia o clitóris, enfiava a língua até o fundo, e ela gemia:
- aaah, bebê, siiiim, mmm, continua assim, aaah...
E naquele último gemido, ela apertou minha cabeça contra a buceta dela e soltou uns sucos deliciosos, mmm. Só de lembrar já dá vontade de chupar uma buceta gostosa.
- uuf, cara, que gozada gostosa você me deu
- é? Bom, agora é sua vez.
Ela me virou na cama e começou um boquete daqueles, passava a língua, cuspia, batia com o pau na cara, nos peitos, até que se dedicou a me fazer gozar e conseguiu, engolindo toda a porra.
- que porra gostosa você tem, e que pau lindo, bebê
- bom, de agora em diante, quando quiser, é seu
- mmm, tá bom...
O telefone tocou avisando que o turno tinha acabado, fomos de táxi cada um pra sua casa, claro que teve mais encontros, a maioria na casa dela quando os filhos não estavam. Mas que veterana linda e gostosa foi a Inês.
Espero que tenham gostado...
8 comentários - La veterana de la parada
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Saludos