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Compêndio IImagino que você deve estar fervendo porque escrevi só uma vez na semana e ainda não contei o resto da nossa estadia.
Mas vou ser sincero com você, Marisol: estou num impasse. Ou seja, estou travado e a única coisa que quero é estar com você e te comer até não aguentar mais.
Você acha que é uma loucura, né?
“Não seja idiota! Aproveita que está com a Hannah!” – você tá morrendo de vontade de me dizer.
Leu isso e imagino que deve estar com a boca apertada, fazendo um biquinho.
Leu o que vem agora e, pronto, já está vermelha até as orelhas.
Tô errado?
Mas é a verdade, meu amor: estou morrendo de vontade de você e, pode acreditar, pode me jogar todas as mulheres que quiser que eu continuo querendo você.
A Hannah entende, porque fui honesto com ela. Não vou negar que quando chego na gatinha, a gente trepa porque acho ela bonita e amo ela de verdade: loira, olhos azuis, pequenininha, magrinha e com uns peitos do tamanho que os seus tinham, lá pelos 2 meses de gravidez.
Mas lá pela quarta ou quinta-feira, confesso que sinto sua falta e que quero transar com ela do mesmo jeito que transo com você, o que sei que te incomoda, porque você acha cruel.
No entanto, ela está gostando cada vez mais que a gente faça desse jeito e já na terça-feira ela me pergunta se estou sentindo muita falta de você ou não.
Já imagino seu sorrisinho por causa disso!
E é que a relação que a gente tem na gatinha se parece muito com o que a gente tem em casa: ligo o rádio e a gente dança um pouco, sentamos na frente da TV ou do notebook pra ver filmes no Netflix ou YouTube, conversamos sobre trabalho ou família, cozinhamos e também nos fazemos cócegas.
Ela tentou fazer isso com o Douglas, mas ele é mais sério que eu. Se fecha demais no trabalho e, mesmo que a Hannah também se interesse pelo que o marido dela faz, ele não dá espaço pra conversar nem ouvir o que a Hannah faz.
Eles ainda se amam e ela até gostou da mudança na personalidade dele, porque ele anda mais sorridente e alegre. com ele. Mas ignora completamente os chifres dele.
O mais engraçado, Marisol, é que eles tão tentando engravidar, mas a Hannah continua tomando anticoncepcional, pra gente não parar de fazer amor.
Quando ele volta pra casa, ela transa 3 ou 4 vezes por semana, umas 2 vezes por noite e, segundo ela, ele não é um amante ruim.
Mas aqui, às vezes a gente se manda um matinal no chuveiro, a inspeção obrigatória lá pelo meio-dia e, de noite, mais umas 2 vezes, pra dormir lá pela uma da manhã.
Mas quando sinto sua falta, ela percebe que eu transo diferente e muito mais gostoso.
E é que nesses dias, eu tô literalmente faminto por você. Praticamente, quase jogo ela na cama e pulo em cima.
Dou aqueles beijos intensos e apaixonados, que a gente troca nas segundas, onde percorro sua boca inteira e parece que roubo seu fôlego.
Eu sei! São os nossos beijos, mas acredita, sinto muito sua falta e a Hannah é meu único consolo!
Começo a despir ela freneticamente, como se estivesse possuído. A camisa dela voa e o sutiã, e começo a chupar os peitos dela e a sugar igual faço com você.
No começo, ela reclamava, porque eu deixava marcas e ela ficava roxa por 2 ou 3 dias. Mas agora, os mamilos dela tão mais durinhos e inchados e, sério, me pergunto quão observador é o marido dela se não percebeu.
Desço pelo umbigo passando a língua, pela barriga dela e tiro a calcinha. O marido dela também não dá aquelas lambidas loucas nela, e ela vive ardendo de tesão.
Preciso lamber ela por uns 10 minutos, porque tô prestes a explodir.
Aponto a pontinha e quase enfio de uma vez. Ela reclama, porque eu sou mais grosso que o marido dela, mas eu tô desesperado.
E começo a rebolar devagar, mas com movimentos longos, porque tô procurando você nela e, como ela é mais baixinha que você, não tenho dificuldade de chegar até o útero dela.
E é aí que as coisas começam a complicar, porque eu fico impaciente.
Você deve pensar que, por ela ter uma bucetinha mais apertada e pequenininha, deve ser melhor.
Te Engano. Me acostumei tanto à sua, como um sabre à sua bainha, e essa bainha, meu querido amor, não é a minha.
Pra ela, a experiência é espetacular, porque o marido dela chega nesse lugar poucas vezes. Mas pra mim, é frustrante, porque quero avançar mais no seu canal.
Consigo meter ela inteira, se você tá se perguntando. Mas o problema é que, quando quero fazer o mesmo com você, tenho que me esforçar um pouco pra chegar mais fundo.
E eu sinto você quando roço seu colo do útero e você beija minha glande de leve. Mas nela, vou mais fundo e sinto como se atravessasse, quase sem dificuldade.
Aí, ela solta uns gemidos impressionantes e o vai e vem que a gente leva solta faísca. Se você acha que eu te parto, com ela deve ser pior.
E é que te digo: meu corpo começa a te procurar. A sentir o peso dos seus braços, dos seus peitos, o gosto dos seus lábios, o formato da sua bunda e todos esses detalhes que lembro de quando a gente transava como namorados.
Mas aí, as coisas começam a não bater: sua bunda é redonda, mas não tem o mesmo formato; os beijos dela não são os mesmos que você dá; os peitos dela são maiores que os que você tinha; os braços e mãos dela são menores que os seus.
E te falo, começa a me tomar uma sensação de frustração, porque quero fazer isso com você. Embora, assim como você, ela goste que eu fique mais bruto com ela.
E metade do meu corpo tá excitado e a outra metade, te procurando sem conseguir te achar.
Gozo nela como faço com você e, na real, encho ela, Marisol, porque quando a gente consegue se soltar, ela acaba soltando mais porra do que quando faço com você.
Mas tiro ela e sinto ela igualmente dura.
E não é a mesma coisa que quando brinco com você e com a Lizzie ao mesmo tempo, também não.
Sinto ela quente e a única coisa que quero é meter de novo, pra ver se te encontro e se eu descontasse todas as noites a vontade que tenho de você na pobre Hannah, se a gente não continuasse transando até a manhã seguinte, provavelmente não conseguiria levantar da cama. Cansaço.
E se você ainda não acredita em mim, já reparou que quando você volta às terças da faculdade, a Lizzie tira uma soneca?
Da noite de segunda, quando você me recebe, não tenho do que reclamar: a gente transa 2 vezes, chupo seus peitinhos e faço aquela bundinha gostosa, como sempre.
Mas na manhã de terça, você me acorda com seu boquete infalível e me deixa com vontade de novo.
Posso ter passado 4 horas te comendo na noite anterior, mas penso em todos os dias que não te vi, e você engole tudo e vai tomar banho.
Eu sei que neste semestre suas aulas de terça começam às 11 e você vai pra faculdade estudar com suas amigas. Mas eu quero ficar mais um tempo com você, e quando acho que vou te convencer e que a gente vai transar uma ou duas vezes, você se solta e me traz a Lizzie.
Agora, eu sei que entre vocês não se fala desse assunto por respeito. Mas deixa eu te contar o que rola com ela às terças.
Pra começar, ela chega com um sorriso nervoso, porque sabe que você me deixou todo excitado, e não importa a roupa que ela vista pra dormir, porque dura pouco tempo no corpo dela.
Também não vou negar a beleza do cabelo dela, que me lembra aqueles comerciais de xampu que passam na TV, ou os dentes branquinhos, que dão um ar de modelo.
Mas você não tem sardas, seus olhos são verdes e não pretos, e seu olhar é mais inocente do que provocante.
Ela pega no meu pau debaixo dos lençóis e percebe que ele tá pegando fogo. Ela bate uma um pouco, mas a única coisa que eu quero é meter.
E é como aqueles vídeos de documentário, onde a presa chega muito perto do caçador: eu viro ela, tiro os peitos dela pra fora e meto de surpresa.
Ela pede pra eu me acalmar, que também sentiu minha falta. Mas não tô tão excitado por ela, e sim por como você me deixou.
E a calcinha dela voa, e eu também me dedico aos peitos dela. E nela, Marisol, os bicos dos peitos ficam duros.
Eu fico selvagem, porque eles têm quase o mesmo volume que os seus. Mas falta leite neles.
Você acha que minha boca para por causa disso?
De jeito nenhum. Chupo com toda a vontade.
E, sinceramente, viro um bebê insaciável, porque percebi que meus dentes marcam em volta da aréola e deixo tudo bem lambido, igual faço com os seus.
Não vou te dizer como ela curte, porque dá pra ver pela fita de segurança.
Mas quando enfio entre as pernas dela, ela geme que nem uma fogosa de prazer.
E é que vocês têm um corpo parecido, e quando começo a meter, parece que tô dentro de você.
Mais ainda: igual você e a Hannah, ela também gosta que eu seja um pouco bruto na hora do love.
E começo a meter e a sensação é parecida. Mas começo a me frustrar com os peitos dela.
O formato é diferente, meu amor, e parece que deformam nas minhas mãos, enquanto seus peitos cheios são mais durinhos e eu sinto a cum dentro deles quando aperto.
Beijo ela e, também, os lábios dela não lembram muito os seus por serem um pouco mais carnudos. E pra você ver que sou detalhista, a língua dela é mais áspera comparada com a sua.
Ela interpreta isso como desejo ou algo assim, mas minha cabeça nem associa com os lábios da Pamela, sua mãe ou da Amelia, então a frustração volta de novo.
A única coisa que se parece com você é a sensação da buceta, porque apertam igual e a sucção é quase a mesma.
Mas aí, quando viro ela, aí fodeu: os lábios dela definitivamente não são os seus; os peitos são carnudos, gostosos e macios, mas também não são os seus; a tensão das coxas é parecida com a sua, mas não igual; e ela é mais magra que você, falta aquele gominho que achei em você e que te envergonha tanto.
(E não fica brava com isso, porque eu amo e me lembra sua mãe).
A única coisa que me resta remotamente parecida com você é a entreperna dela, e meus movimentos de pelve nela são devastadores: a cama range e o colchão aperta quase no máximo.
Ela começa a gemer (e também não tem seu tom de voz), num “Ahhhh!” em crescendo, mas abafado (enquanto você fecha os lábios e solta um “Mhmmm!” gostoso, pra não acordar as pequenas)
E eu, metendo e tirando, sem parar, até gozar.
Descansamos uns minutos, mas sinto a mesma coisa: ainda tô com vontade de você.
E a gente faz de quatro, com ela apoiando o rosto no colchão.
Eu dando e dando, sem parar, e gozo de novo.
São quase 9 horas e peço a Booty dela.
A bundinha dela é apertada e tem o mesmo formato da sua, mas os peitos dela, pegados por trás, não são nada como os seus.
São moles, fofinhos e gostosos. Mas não têm aquela dureza que o leite dá, especialmente nos dias que você amamenta pouco.
E eu apalpo e massajo, mas continuam não sendo os seus, nem têm o seu cheiro ou dão o mesmo arrepio que você sente quando eu lambo suas costas.
Lá pras 10, a gente dá café da manhã pras pequenas e faz mais uma vez no chuveiro, que com o jato d’água e o brilho dos peitos dela, já me distraio um pouco de você e fico mais satisfeito.
Mas geralmente rola de eu dar almoço pras pequenas, a Lizzie coloca elas pra dormir e logo depois vai dormir também.
E por que tô te contando tudo isso?
Porque semana passada, você me ferrou, coração!
Vim pro trampo já sentindo sua falta e me lamentando por ter perdido aqueles dias que você ficou brava, e nem te falo do humor excelente que a Hannah tá, porque quase a semana inteira a gente comeu bem gostoso.
Mas agora, olho pro relógio e penso que falta tão pouco pra voltar. Mais uma noite e vou te fazer ver estrelinhas até você cansar.
Porque eu te amo, rouxinol, e ainda acho que você é a melhor.Seguinte post
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