Minha esposa e meu compadre

Minha esposa e eu casamos relativamente jovens, depois de quase cinco anos de namoro e mantendo uma relação íntima quase constante. Fui muito feliz quando descobri, na nossa primeira relação sexual, que ela era VIRGEM!!! Ela tinha tido uns sete namorados, mas ninguém conseguiu que ela entregasse seu tesouro mais precioso. Eu fui o primeiro e tenho orgulho de ter conseguido isso. Depois de vários anos de casamento, também arrombei o cu dela. Ela resistiu no começo, mas finalmente consegui enfiar meu pau de aproximadamente 21,5cm x 6,25cm. Quando arrombei, ela chorou um pouco, mas depois gostou, e todo mês pelo menos uma vez eu meto no cu dela, ou como chamamos, no canal dois.

Minha esposa não tem um corpo incrível, mas se vira bem com os peitos que tem e principalmente com a bunda, que é bem grande. Ela tem uns olhos encantadores e uma boquinha celestial, ou seja, um rosto lindo, é bem branquinha. Na cama, tem que esquentar ela bem pra ela responder na hora do tesão. Ela gosta que acariciem a bunda, os peitos, que chupem a buceta dela (isso a enlouquece) e a posição de quatro é a que ela mais curte. Quando tô metendo na buceta dela, ela gosta que eu enfie um ou dois dedos no canal dois, isso a excita cada vez mais, e ela pede pra eu meter até com o saco: "mais, mais, me dá mais do seu pau, do seu caralho!".

Tudo ia bem até que um dia eu li num artigo como podia ser interessante pra um casal contar suas fantasias sexuais e tentar encená-las durante a relação íntima. Propus pra minha esposa colocarmos isso em prática pra melhorar ainda mais nossa vida sexual. No começo ela não queria, até que topou, acho que mais por curiosidade de saber de quem eu tava afim do que por ela mesma.

Foi aí que contei pra minha esposa que minha fantasia sexual era uma velha amiga em comum, que virou nossa comadre no batizado do terceiro dos nossos filhos. Uma mulher mais ou menos da nossa idade, que era bem gostosa apesar de também ter quatro filhos, sendo que uma delas é o retrato vivo da mãe quando tinha a idade dela (20). Aliás, quando conheci a mãe dela, eu me masturbava só de pensar que podia comer ela.

Grande foi minha surpresa quando ela me disse que a fantasia sexual dela era o compadre, ou seja, o marido da minha comadre, e por tabela a mulher que eu desejava. Quando ela me disse isso, pensei que era por rancor, por raiva do meu desejo pela comadre. Mas não, só agora ela me contou que em todas as festas que os amigos em comum organizavam, e nossos compadres estavam presentes, bastava a gente se animar com uns drinks pra que o compadre dissesse que gostava muito dela, que ela era muito linda, e um dia ele propôs levá-la pra cama, ao que, segundo minha esposa, ela disse que não, que era fiel a mim. Mas esse compadre queria de qualquer jeito me botar chifre, e insistia e insistia, usando todas as suas artes de galã incorrigível. Essas investidas teriam agradado minha mulher, e principalmente ela começou a gostar do compadre em si, então decidiu entrar na brincadeira, embora sem transar com ele, segundo ela jurou pelos nossos filhos, e eu acredito, porque confio nela.

O próximo passo que combinamos com a Eva foi que, pelo menos uma vez por semana, a gente ia fazer o outro representar a fantasia correspondente. Assim, então, uma vez eu fazia de compadre, e ela me dizia: "ACARICIA MINHA BUNDA QUE TANTO ELOGIAS QUANDO DANÇÁVAMOS JUNTOS, ACARICIA, CHUPA MINHA xota, ASSIM, ASSIIII, METE A LÍNGUA ATÉ O FUNDO, QUE LÍNGUA GOSTOSA VOCÊ TEM, COMPRIDA E GROSSA, AGORA NÃO AGUENTO MAIS, ME FAZ O amor COMPADRE, COMO VOCÊ ME DESEJOU TANTO TEMPO, E EU TAMBÉM, AH... QUE gostoso, ASSIM, ASSIIIIIII, PRIMEIRO DEVAGAR E DEPOIS COMO UM TOURO INVESTINDO NUMA VACA, AYYYYYYYY, METE TEU PAU ATÉ O FUNDO, QUE GRANDE QUE ELE É, ESSES OVOS QUE gostoso ME BATEM, AH... QUE gostoso. METE OS DEDOS NO MEU CU, UM, DOIS!!! AI, ACHO QUE VOCÊ É MELHOR QUE TEU COMPADRE, MELHOR QUE MEU MARIDO, QUERO TEU GOZO PRA QUE OS CHIFRES DO MEU MARIDO FIQUEM BEM COLOCADOS, ME DÁ TEU GOZO QUENTINHO, ME DÁ LOGO, AI QUE GOSTOSOOOO. Essas palavras da minha mulher me deixavam louco de tesão e eu dava umas gozadas de campeonato mundial nela. Quando ela fazia o papel da comadre, eu falava coisas parecidas sobre a comadre, sobre a bunda que ela tinha, a bunda que eu desejava há tantos anos, e isso também excitava ela pra caralho. A gente tinha encontrado um jeito de melhorar nossa relação sexual.

O tempo passou, continuamos com essa fantasia, e chegou uma festa na casa de campo dos nossos compadres. Na noite anterior, a gente tava na nossa fantasia, e no meio dela, perguntei pra minha mulher se ela queria realizar a fantasia de verdade. Ela pulou da cama e disse que não, que de jeito nenhum ia transar com outro homem, por mais que desejasse, que ela tinha jurado fidelidade pra mim, e que a fantasia tinha que ficar só entre nós. Eu disse que tudo bem, que não era pra tanto. Mas no dia seguinte, quando a gente se preparava pra ir pra festa, percebi o capricho que ela tava colocando na produção. Talvez ela se arrumasse assim sempre que a gente ia pra uma festa onde os compadres iam estar. Ela vestiu algo sexy, uma saia um pouco acima do joelho, mas o suficiente pra mostrar que tinha umas pernas bonitas, o corte justo da saia destacava a bunda que ela tinha, larga e bem cheinha. Então, não sei por que, me veio na cabeça e pensei comigo: "Será que hoje a noite a gente vai realizar nossas fantasias?"

Como homem prevenido vale por dois, antes de sair pra festa, com a desculpa de ir comprar cigarros, comprei camisinhas. A gente vai precisar se rolar a realidade das nossas fantasias. Também pensei: se minha mulher for transar com outro, de jeito nenhum o pau dele vai tocar a buceta dela diretamente, só com camisinha, porque o interior dela é meu e mais nada. mas que meu; E ALÉM DISSO, POR CAUSA DA PORRA DA AIDS, esse último critério também serve caso meu plano com a comadre que eu quero dê certo.

Chegamos na casa, que tinha um salão de dança enorme, onde fomos recebidos pelos nossos compadres. Minha comadre estava uma delícia, com uma saia um pouco mais curta que a da minha mulher, as pernas dela, longas e não muito grossas, davam vontade de devorar na hora. Quando me aproximei pra cumprimentar com um beijo no rosto, falei o quanto ela estava gostosa, e ela respondeu toda safada: "só pros seus olhos, compadrito". Minha mulher ouviu o elogio que fiz pra comadre, e de raiva, talvez, também me fez ouvir ela responder um elogio do compadre com um "obrigada, compadrito", mas com uma putaria que só uma vagabunda mesmo. Ali fui confirmando que a noite era aquela. A noite foi passando, doses iam e vinham, danças iam e vinham, flertes iam e vinham, cantadas pesadas iam e vinham. Vocês não imaginam como minha boca enchia d'água quando a comadre virava na dança e a saia curta dela levantava, mostrando as coxas, gostosas e ardentes, pedindo uma lambida, um carinho e uma sentada, mas não do marido dela, que já tinha montado nela bem, e sim de outro, tipo eu. Minha mulher era um pouco mais recatada nesse sentido, não mostrava tão abertamente o que queria (uma roca diferente da do marido dela); mas os olhos dela com certeza diziam algo pro compadre, que não parava de tirar ela pra dançar, apertava a cintura dela, acho que até fez ela sentir a roca dele queimando por ela, e ela nem se incomodou, nem reclamou, e parecia que até gostou de sentir a bunda dela roçando naquela roca do meu compadre.

Lá pelas três da manhã, meu compadre ficou bêbado mais rápido que qualquer um, então me ofereci pra levar ele até a cama pra descansar um pouco. O quarto dele era relativamente longe do salão de dança, praticamente carreguei ele no colo. Compadre, quando chegamos na cama dele, eu deitei ele por cima porque não tinha jeito de convencer ele a deitar dentro. Quando eu tava quase indo embora, meu compadre vira e fala: "COMPADRE, EU QUERO UMA MULHER DIFERENTE DA MINHA ESPOSA." Era a mensagem que eu tava esperando, então respondi: "SE EU TROUXER A MINHA MULHER, O QUE VOCÊ ME DÁ EM TROCA?" "A MINHA MULHER", ele respondeu!!!!!! "OK, MAS COM UMA CONDIÇÃO: CADA UM TRANSA COM A COMADRE, MAS DE CAMISINHA." "OK, NEGÓCIO FECHADO, NEGÓCIO FECHADO."

Saí correndo atrás da minha mulher, achei ela, levei pra fora do salão e contei o acordo que tinha feito com o compadre. Ela começou a chorar, "Como você faz isso comigo?", disse, "Eu não sou um objeto", etc, etc. Mas acalmei ela e falei que não ia ser nada além de um tempo de sexo, e não de amor, porque fazer amor só se faz entre duas pessoas que se amam; ao deitar com outra pessoa, a gente não faria amor, só teria sexo mesmo. Esse argumento convenceu ela, e imagino que o desejo dela de provar outro homem diferente, além da atração que sentia por quem tinha passado tanto tempo querendo pegar ela. Eu vou lá com o compadre, mas com uma condição, minha mulher disse: "Quero que você fique presente o tempo todo, olhando enquanto eu transo com meu compadre." Bom, tive que aceitar a condição dela.

Levei ela pro quarto, acordei o compadre e falei: "Aqui tá a minha parte." O compadre sentou na cama e, com toda naturalidade, começou a beijar e acariciar minha mulher, que no começo tava nervosa, mas depois esquentou e soltou as rédeas dos desejos dela. Minha mulher tirou a camisa dele, meu compadre tirou a blusa dela, deixando os peitos dela pra espetáculo meu e do compadre, que começou a endurecer o pau dele. Meu compadre acariciou bem os peitos dela, minha mulher gemia, meu compadre tirou a saia dela, minha mulher tirou a calça dele. Naquele instante, minha mulher e eu pudemos apreciar o pau do meu compadre — era descomunal, não só pelo tamanho, mas pela grossura. ERA UM EXEMPLAR ESPECIAL, DEVIA TER UNS 24 CM DE COMPRIMENTO E UNS 8 DE DIÂMETRO, MINHA MULHER SE ASSUSTOU E MEIO QUE QUIS VOLTAR ATRÁS, EU DISSE: "NÃO É ASSIM QUE A GENTE IMAGINOU NAS NOSSAS NOITES DE FANTASIA, APROVEITA!!!!!" MEU COMPADRE COMEÇOU O ATAQUE NA BUÇETA, QUE JÁ TAVA MOLHADA, TIROU A CALCINHA VERMELHA QUE ELA TAVA USANDO E COMEÇOU A LAMBER O CLITÓRIS DELA E A METER A LÍNGUA, COISA QUE MINHA MULHER NUNCA TINHA IMAGINADO, NEM NAS NOSSAS FANTASIAS. AO MESMO TEMPO, ELE ACARICIAVA OS PEITOS DELA, A BUNDA, E MINHA MULHER JÁ NÃO AGUENTAVA MAIS E PEDIA O PEDAÇO DE CARNE DURA QUE MEU COMPADRE TINHA. COMO ELE NÃO ATENDIA, ELA JÁ PEDIA AOS GRITOS: "ME DÁ, ME DÁ, MEEE DÁ TEU PAU, QUERO SENTIR ELE DENTRO, BEM DENTRO, COM BOLA E TUDO, ME DÁ, PAPAI GOSTOSO, COMPADRINHO, QUERO TEU PAU DENTRO DE MIM, ME FAZ TUA, TANTO TEMPO QUE VOCÊ ME DESEJOU, AGORA MEEE DÁ." MEU COMPADRE BAIXOU A CABEÇA DELA E FEZ ELA CHUPAR O PAU, E MINHA MULHER, COM A BOCA PEQUENA, SÓ CONSEGUIA ENGOLIR 25% DO TAMANHO DO PAU. ASSIM, ASSIM MESMO, MEU COMPADRE DIZIA: "ASSIM QUE EU TE DESEJEI, DURANTE ANOS, CHUPA, AI QUE GOSTOSO, TÔ GOZANDO, TÔ GOZANDO", E SAIU PELOS LADOS DA BOCA DA MINHA MULHER UNS JATOS DE PORRA BRANCA, E MINHA MULHER DIZIA: "QUE GOSTOSA TUA PORRA". EM SEGUIDA, MEU COMPADRE COM A ESPADA DESEMBAINHADA DE NOVO, VIROU ELA E ELA TAVA PRONTA PRA POSIÇÃO DE CACHORRINHO. "UM MOMENTO", EU DISSE, "A CAMISINHA!!!!" MEU COMPADRE DISSE PRA MINHA MULHER COLOCAR. MINHA MULHER, ENTÃO, COM TODO CARINHO, TIROU A CAMISINHA E COLOCOU COM BASTANTE DIFICULDADE NO PAU DO MEU COMPADRE. ELE COLOCOU ELA DE QUATRO E DEU UMA METIDA QUE PARECIA UM TOURO SELVAGEM COMENDO A VACA DELE. MINHA MULHER DIZIA: "ASSIM, MEU TOURO, ASSIM, QUE GOSTOSOOOO, MAIS, MAIS, COMPADRE", ELE COLOCOU EM PRÁTICA TUDO QUE A GENTE DIZIA NAS NOSSAS FANTASIAS, ATÉ QUE O COMPADRE NÃO AGUENTOU MAIS E GOZOU JUNTO COM MINHA MULHER, QUE CHEGOU NO ORGASMO MÁXIMO. ENQUANTO ELES COMIAM MINHA MULHER, EU SÓ CONSEGUI ME MASTURBAR, PENSANDO NA FODA QUE VOU DAR NA MINHA COMADRE DE VINGANÇA, MAS ISSO É OUTRA HISTÓRIA. que depois eu conto pra vocês...

2 comentários - Minha esposa e meu compadre