A despedida e a minha cunhada gostosa

O que vou contar é real e aconteceu comigo há pouco tempo, ainda não caiu a ficha.

Antes de tudo, vou me apresentar: sou um cara comum, tenho 30 anos e há 11 anos tô com a mesma mina. A gente começou a namorar muito novo e se dá super bem, tanto que há 2 anos moramos juntos. Mas o problema não é minha mulher, e sim minha cunhada, que vou descrever agora. Ela tem 23 anos, rosto bonito, não muito alta (uns 1,60), peitos normais puxando pra pequenos, mas o que realmente te faz perder a cabeça é a raba dela. Nela parece que a gravidade não existe, além de ter um tamanho interessante, parece uma maçã. Sem dúvida, a bunda da minha cunhada não é pra cardíaco.

Tudo começou numa despedida de solteiro de um amigo meu, que fizemos em Córdoba Capital, já que sou de uma cidade do interior e não dá pra fazer muita coisa, então é comum ir pra Carlos Paz ou Córdoba pra ter mais opções no cardápio, sem o olhar de nenhum vizinho ou amiga da noiva que nos entregue todos. Alugamos uma casa linda, 15 amigos, bebida à vontade e muita diversão. Obviamente teve um show com 3 minas bem gostosas, uma principalmente, mas não vou focar nisso porque pra mim o que realmente era bom e excitante ainda não tinha começado.

Depois de toda essa farra e num estado bem questionável, decidimos ir pra uma balada no morro continuar a festa e, por que não, relembrar a velha época de solteiro e pegar alguma mina, já que todos estávamos cheios de coragem por causa do álcool e do desfile de rabas que tínhamos visto há pouco tempo. Entramos e fomos direto pro bar, já com bebida na mão começamos a observar o cenário: um monte de gatinhas lindas pra todo lado, várias patricinhas que arrasavam, e com uns amigos fomos num grupo tentar puxar conversa pra ganhar confiança e dar o bote. No meio da conversa, quando tudo tava pintando bem, vejo minha cunhada sentada sozinha num canto. Ela ficou me encarando. A primeira coisa que pensei foi: ferrou, tudo deu errado, ela me viu e vai contar pra minha esposa. Depois, mais calmo, pensei: mas se não estou fazendo nada, as intenções eram mais que óbvias, mas não tinha chegado a nada comprometedor. Então, percebendo que ela sabia que eu tinha visto ela, não tive outra escolha senão ir cumprimentá-la e aceitar que a noite tinha acabado pra mim.

- Oi, Flor, que coincidência!! Você tá sozinha??
- Oi, Pablo, a verdade é que eu também não acreditava que você tava aqui. Essas são amigas suas? (Ela deu uma indireta, tipo me repreendendo)
- Que nada, tô dando uma força pros caras, você sabe como eles são. Precisavam de alguém pra puxar conversa, ganhar terreno, e depois eu me fazia de besta e vazava. (Ela nem acreditou)
- Ahh, olha só... Que amigão você é.
- Bom, já foi, eles já tão encaminhados, então vou deixar eles na deles. Mas você não respondeu o que tá fazendo aqui sozinha.
- Vim com a Pame, a idiota me encheu o saco pra vir, porque segundo ela queria dar ciúmes no namorado, mas a primeira coisa que fez foi ficar com ele. Então me deixou na mão aqui e tô a pé, senão já tinha ido embora.
- Bom, não fica brava, já que nós dois estamos aqui entediados, te convido pra tomar algo pra ver se passa.
- Fechou, o que você tá tomando?
- Absolut com Speed
- Quero um igual.

Como tava com pouco tempo, dei um gole meio longo e terminei o meu, então fui no balcão e comprei dois iguais. Entre conversas bestas de como vai na faculdade, o tempo e não sei quantas bobagens a gente falou, a bebida acabou. Mais uma rodada, e a segunda saiu. Quando eu já tava na metade do segundo copo, os assuntos estavam mais picantes.

Ela disse:
- Se a Laura soubesse que nós dois estamos aqui conversando.
- Ela não ia ficar brava, você é a única gostosa com quem ela me deixaria falar.
- Você acha? Olha que eu vejo como você me olha por aí.
- Haha, acho que o álcool tá fazendo mal pra você. Você é minha cunhada, imagina se vou ficar te olhando (a maior mentira da noite)
- Sério? Ohh, pensei que você gostava de mim

Pensei, essa tá me dando corda, ou é impressão minha? A situação dava pra investir um pouco, mas o fato de ela ser minha cunhada me segurava, sempre fica aquela dúvida se a bebida tava me deixando maluco e num momento de tesão eu fosse ficar marcado como punheteiro pro resto da vida, e pior, se ela contasse pra minha mulher, eu levava um chute no rabo também. Então decidi ficar na minha e continuar ouvindo.

— Não que você não seja bonita, Flor, você é muito gostosa, mas nunca te vi com outros olhos.
— Já sei, tô brincando hahaha.

Depois a conversa foi pra outro lado e continuamos assim por mais um tempo, e já no terceiro copo acabando, ela me diz:

— Você vai com os caras agora?
— Vou, mas te levo se quiser (não me segurei).
— Sério?? Você é um gênio!

Não lembro como chegamos no carro, mas o que não vou esquecer é como a saia que ela tava usando era tão curta que subiu um pouco e dava pra ver a ponta da calcinha, foi o que bastou pra eu ficar de pau duro, a rola ficou muito dura, quando faltava pouco pra chegar no apto dela.

Chegamos e ela me convidou pra descer, não consegui resistir.

— Desce um pouco, não gosto de entrar sozinha, além disso a Pame com certeza vai transar com aquele idiota e não vai voltar até amanhã.

Desci do carro e tentava esconder a ereção evidente que eu tava, me dava um pouco de vergonha, mas quando entramos no elevador, com todas aquelas luzes brancas, ela percebeu, e com a bebida que tava, começou a rir.

— Olha como você tá!! hahahaha. Viu, eu sabia que você gostava de mim hahaha.

Já entregue:

— E como não vou ficar assim, gata, você mostrou a calcinha o caminho inteiro, também não sou de ferro, e ainda por cima você tem razão, me deixa louco. Desde que você tinha 15 anos que me deixa doido, se não fosse minha cunhada, já tinha dado em cima de você faz tempo!

Terminei de falar e a consciência caiu de novo. Não, cara, você fodeu tudo, como você vai se entregar assim. Já tinha dito, ela parou de rir, me olhou fixo, mas não... Não disse nada. Pela cara dela, não tava tão horrorizada, então me joguei e dei um beijão nela, encostando ela no elevador. No começo ela não interagia muito, mas também não me afastava, até que senti a língua dela entrar na minha boca e, com a outra mão, ela agarrou minha piroca bem forte. Na mesma hora, desci minhas mãos até aquele cu lindo e glorioso, agarrei com força e levantei ela até a altura da minha cintura (sou mais alto, tenho 1,80). Ela abriu bem as pernas e me abraçou, se encaixando no meu corpo, colocando a buceta dela bem em cima do meu volume.

Ficamos assim até chegar no 11º andar, onde ela mora, e descemos do jeito que estávamos — eu carregando ela pendurada em mim e tateando pra achar a porta, porque não tínhamos parado de nos beijar. Quando senti que chegamos, demos mais uns beijos e ela me soltou. Tirou a chave de uma bolsinha que tinha e abriu a porta. Entramos no apartamento, ela fechou a porta com chave e deixou ela lá. Me agarrou pela camisa com as duas mãos e me levou até um sofá que tinha, me empurrou e eu caí deitado nele. Sem falar uma palavra, começou a desabotoar minha calça até puxar ela junto com a cueca até a altura dos joelhos, e começou a me fazer um boquete como nunca tinha recebido na vida. Por sorte, quando tô sendo chupado, demoro muito pra gozar; em qualquer outra situação, com a tesão que tava, na segunda chupada eu enchia a boca dela de porra. Isso não aconteceu, e ela me deu uma mamada de primeira. Tirou a piroca da boca e disse:

— É melhor você me comer direito, senão minha irmã vai ficar sabendo de tudo.

Não acreditei no que ela tava falando, parecia uma puta no cio e eu tava nas nuvens, era minha noite perfeita e não ia decepcionar ela. Levantei do sofá e, com os próprios pés, terminei de tirar a calça de vez. Agarrei ela pelo cu de novo e levantei igual antes, só que dessa vez levei ela até a mesa e sentei ela em cima. Ela se deitou e eu levantei a saia dela. Quando olhei entre as pernas, ela tava com uma tanga cor da pele, mas onde... Estava com a buceta dela. Tinha tanto fluxo que tinha encharcado ela toda. Tirei na hora e fiquei com aquela buceta linda, completamente depilada e molhada, à minha disposição. Comecei a chupar ela e enfiava a língua o mais fundo que podia, depois subi pro clitóris e comecei a meter um dedo, depois dois, mas sempre com minha língua a todo vapor no clitóris. Ela gemia de prazer e minhas mãos ficavam cheias de fluxo, ela tava quase gozando, então continuei cada vez mais forte até que plaaaa... o primeiro orgasmo. Ela se contorcia em cima da mesa, mas eu continuei chupando a buceta dela. Nisso, tirei meus dedos e chupei bem todo o fluxo, agarrei as pernas dela e joguei bem pra trás pra deixar a buceta bem pra cima e o cu à disposição, e fui descendo até chegar naquele cu lindo. Chupei bem o ânus dela, é impressionante como ela gostava, gemia e gemia. Nessa altura, nenhum vizinho tava dormindo.

- Coloca em mim, por favor!!! (Foi música pros meus ouvidos)

Encostei a rola e só empurrei um pouco, entrou fácil. Com todo o fluxo que ela tinha, acho que se tivesse outra rola também entrava. Primeiro fui devagar, depois fui acelerando. Coloquei os tornozelos dela em cada ombro e, com as mãos nas cadeiras dela, puxava e empurrava, e eu também me movia pra frente e pra trás, então penetrava fundo e os corpos batiam. Pla pla pla pla pla!!! Gemidos, gritos e mais um orgasmo. Eu também tava no limite e não aguentava mais, então continuei e senti que vou gozar. Com a pouca lucidez que tinha, pensei em terminar fora. Se engravidasse ela, eu me matava. Então tirei, mas continuei esfregando contra a vagina dela. Umas bombadas e saiu como um míssil, acertou até os peitos dela. A barriga toda também ficou leitosa. Ficamos quietos um tempo, na posição que estávamos, pra recuperar o fôlego. Depois ela pediu pra eu me mexer, desceu da mesa e foi pro banheiro.

Pouco depois, voltou limpa e de camisola. Shortinho bege, ela chegou perto e me deu um beijo.

- Veste essa roupa e vaza, que a Pame pode chegar e não quero ter que dar explicação.

Peguei minhas coisas e fui embora, mas antes de sair, dei outro beijo nela e falei:

- Essa buceta agora é minha.

Ela riu e respondeu: - Tô guardando ela pra você na próxima despedida.

Depois fui embora. A gente continuou se falando por telefone nos horários que minha esposa tá trabalhando pra combinar o próximo encontro.

18 comentários - A despedida e a minha cunhada gostosa

Feddus +1
Muy buen relato amigo!! Van puntos
kramalo +1
muy bueno...!! que envidia, no tener una cuñada bien putita...van puntos..obvio...sigue, no.?
Russ_G +1
Nos dejás deseando ese culo! Gran relato; espero segunda, tercera y etc partes!
Soy de cba... espectaculat!!!! Tirale la onda para q me presente a pame y la cojo delante de ella
muy lindo .te invito que leas mi ultimo relato asi me conoces 💋💋💋