Arrumei o carro dela por sexo

Olá, amigo do poringa.net.

Hoje trago outro relato das minhas histórias sexuais que nunca contei.
Espero que gostem e comentem. Seus comentários são muito importantes pra eu continuar escrevendo.
Isso aconteceu há muitos anos. Eu tinha 18 anos. O dinheiro não dava pra nada.
Minha oficina mecânica estagnou e não entrava grana de lugar nenhum.
Mesmo assim, eu me virava pra fazer qualquer coisa por alguns trocados.
Um dia desses, sem nada pra fazer, um homem de voz grossa e sotaque de roça me liga.
Um amigo disse que você é um bom mecânico, e eu tenho um trator velho que quero que você conserte.
Não posso levar ele até aí, você vem fazer o serviço em casa? – ele esclareceu.
Sem problema – respondi. – Me passa o endereço que vou pra lá agora.
Então peguei minha moto, minhas ferramentas e atravessei a cidade pra ir ver o serviço. No meio do campo.
O velho me levou até onde o trator estava. Era um trator antigo e muito judiado.
Mas ele adorava aquilo e queria que eu fizesse um orçamento.

O trator era uma relíquia, mas não seria difícil de arrumar.
Dei o orçamento e ele aceitou de bom grado.
Ele foi embora, e eu me dediquei ao serviço.
Em algumas horas, estaria pronto e eu receberia minha grana.
Pouco antes de terminar, o homem chega.
Então liguei o trator e finalizei alguns detalhes.
O cara, contente, me entregou o dinheiro com um aperto de mão forte.
Enquanto guardo as ferramentas, entra na garagem uma mulher infernal.
Cabelo castanho cacheado, olhos verdes. Uma bunda bem grande e redonda. Que pedaço de mulher, pensei.
Ela usava um vestidinho que parecia destacar suas curvas.
Me perguntou pelo dono do trator, que se chama Héctor.
Falei que ele estava em casa. Sem mais, ela virou as costas e foi embora.
Eu pensava: esse cara tem uma sorte danada... se ele come essa gostosa.
Quando chego no portão da fazenda, ouço Héctor e essa mulher discutindo, num tom forte.

Héctor: Não sou teu banco, ok.
Comprei o carro pra você e Mantenho.
Quando não der, a gente arruma, mas agora não.
Não tô a fim de resolver todos os seus problemas.
Naquele momento, eu não sabia o que fazer, fiquei parado ali sem saber.

Analía: Gasta grana naquele trator de merda e não pode gastar no meu carro?
Sabe que preciso dele pra ir fazer compras e na casa da minha mãe.

Héctor: Vou embora, tô cheio das suas reclamações.
Vira-te como puder. Essa semana não posso fazer nada.

Ele sai furioso de casa. Eu fingia que tava chegando, como se não tivesse ouvido nada.

Eu: Acho justo. Pronto, terminei meu trabalho.
Posso lavar as mãos?

Héctor: Claro, como não, minha mulher vai te atender.
Eu tenho que ir. Prazer em conhecê-lo, e se precisar de mais algum conserto, te aviso.
Você trabalha muito bem, te parabenizo.

Nos despedimos, ele pegou a caminhonete e saiu.
Bati na porta e a mulher disse: "Pode entrar."
"Senhora, posso lavar as mãos?", falei timidamente.
Ela me levou até a cozinha.
Ao vê-la com lágrimas nos olhos, perguntei se tava acontecendo alguma coisa, como se não tivesse ouvido a discussão.

Analía: Nada, só que meu marido é um idiota.
Arruma as porcarias dele e não pode arrumar meu carro.
Tô com vontade de ir bem longe e que ele enfie o dinheiro no cu.

Eu: O que tem o seu carro?
Sou mecânico e posso ver o que ele tem.

Analía: Não me importa que não funcione.
É que não tenho grana pra arrumar.
Quem controla a grana é ele.

"Ok", falei, "sem drama, só queria ajudar", e me virei pra continuar lavando as mãos.

Analía: Fica muito caro arrumar?

Eu: Não sei, se não olhar, não dá pra saber.
Teria que ver o que ele tem.

Ela me disse pra segui-la, e eu fiz com gosto.
Já que podia ter uma vista linda da bunda perfeita dela.
Ela me disse que se chamava Analía tinha 25 anos e estava casada há 6 com o Héctor, de 45.
Ela foi me contando que o carro tava andando muito bem.
E que de repente parou de funcionar.
Era um Ford Sierra que tava impecável.
Depois de examinar, falei: "Tem que desmontar o carburador, limpar um pouco, fazer uns ajustes e pronto, esse é o problema."
Analía: Quanto fica o serviço?

Eu: Respondi uns 100 mangos mais ou menos.
Não é muito, falei. E já tem o carro.
Depois te recomendo trocar os filtros de gasolina e ar.

Analía: Verdade, mas não tenho eles.

Eu: Bom, pelo menos já sabe o que tem.
Quando tiver a grana, me liga. Pega meu cartão.

Tirei meu cartão e ia indo embora quando ela me segurou.

Analía: Quanto tempo você leva pra arrumar o carro?

Eu: Respondi umas duas horas. Por quê?

Analía: Preciso do carro.
Se não, não posso fazer nada, é a desculpa perfeita pra eu não sair daqui.
Faz um tempão que não vejo minha mãe.
Meu marido falou pra eu me virar sozinha, então tomei uma decisão.
Tenho um dinheiro, mas não chega pro total.
O que falta, te pago com sexo, quer?
Você é um cara jovem e podemos tirar vantagem os dois.

Eu: Não leva a mal, mas não.
Porque se seu marido chegar, eu não consigo cobrar nada.
E não quero confusão na minha vida.

Analía: Dá pra arrumar, né? Tem certeza?

Eu respondi que sim, é uma bobagem.
Ela disse: "Se é assim, pago adiantado, te parece?"
Eu respondi: "Pode ser, mas te fodo do meu jeito", e ela concordou com a cabeça.
Sem perder tempo, peguei ela pelo braço e levei até o capô do carro. Beijei ela com vontade, e ela respondeu aos meus beijos. Isso me agradou pra caralho.
Enquanto beijava ela com muita paixão, fui descendo minhas mãos pelas costas dela, até parar naquela bunda gostosa. Acariciei e apertei com força.
Pude notar que ela gostava daquilo. E já estava curtindo muito a situação.
Segurei firme com minhas mãos aquele culo espetacular e sentei ela no capô do carro.
Comecei a tirar o vestidinho dela. Até descobrir seu corpo lindo.
Chupei seus peitos. E com a mão direita comecei a tocar aquela buceta molhada e quente.
Ela soltava uns suspiros suaves.
Os peitos dela eram um manjar. Os bicos ficaram duros na minha boca. E comecei a descer.
Pelhas costelas dela, depois pela barriguinha e parei no umbigo. Pra ver ela curtindo meus carinhos.
O rosto dela tava vermelho e ela mordia os lábios, sinal de que tava gozando o que eu fazia.
Continuei descendo.
Chupei a buceta dela, primeiro com a calcinha e depois tirei e devorei com vontade.
Ela com a voz trêmula pedia pra eu meter. Mas eu não ligava e continuava chupando aquela buceta deliciosa.
Abaixei minha calça, deixando meu pau bem duro à mostra. Pronto pra penetrar ela.
Peguei meu cock e comecei a esfregar nos lábios daquela vagina lubrificada e pronta pra ser penetrada.
Ela suspirava e pedia pra eu comer ela, por favor. Com o cock lubrificado com os próprios sucos dela, comecei a penetrar bem devagar.

Aquela buceta era tão apertada que custou pra entrar. Ela explodia de prazer e gemia igual uma puta no cio.
Dava pra sentir como meu cock doía quando enterrava até o fundo.
Arrancando gritos de prazer dela.
Dava pra sentir que com uns dois bombadas a buceta dela tinha um orgasmo atrás do outro.
A buceta dela molhava meu cock e o capô do carro.
Dava pra sentir os espasmos da buceta dela no cum que encharcava tudo.
Os gemidos dela ecoavam naquele galpão.
Ela se contorcia no capô do carro. E as pernas dela se enroscavam, me apertando mais contra ela.
Isso aumentava minha excitação, e minha vontade de aguentar mais um pouco.

Ela deitada no capô do carro com as mãos acariciando meu peito era uma imagem. Inesquecível.
Sexo e beijos, a gente transava como se não houvesse amanhã.
Foram mais de 40 minutos sem parar.

Analía: Ai... nene... tu é uma fera....
Nunca fiquei tão molhada na minha vida... ah ha ah....
E ainda tem uma pica enorme......
Ha....ha....ha.....

Eu: Sua buceta é bem pequena, mas perfeita pra minha pica.
Você é muito gostosa, te comeria o dia inteiro.

Analía: Não temos tanto tempo, nene....
Não aguento mais, já tô seca.
Tenho que chupar essa pica, já tô seca e não aguento mais.

Eu topei na hora e sentei no capô.
Ela se ajoelhou e, depois de olhar com detalhe, sem acreditar que tinha acabado de comer tudo.
E justificando que aquilo tinha causado dor e orgasmos intensos.

Era uma imagem linda de ver. Aquela mulher gostosa ajoelhada. Com seus cachos e olhos claros.
Chupando minha pica e saboreando.Arrumei o carro dela por sexoToda hora repetia: "não goza na minha boca, porque não gosto, ok?
Por favor, não faz isso. Me dá muito nojo."
Enquanto chupava e batia punheta com as mãos dela.

Ouvir aquilo não me excitava, fazendo com que eu não conseguisse gozar.
Peguei ela pelos ombros e coloquei com os peitos no capô do carro, com a bunda bem empinada.
Chupei a bunda apertada dela.
Ela sacou minhas intenções.

Analía: "Nem pensa...
Por aí não.

Da última vez doeu muito, e seu pau é maior que o que eu experimentei.
Então, por aí não..."
Eu segurava ela com força pra não se mexer. E cuspi na bunda linda e bem apertadinha dela.

Eu: "O trato era que eu te comeria do meu jeito.
Se você tem nojo de eu gozar na sua boca e não tem camisinha, não tem outra.
Não vou trabalhar e ir embora sem comer essa bunda linda."

Entre súplicas e pedidos, ela implorava pra eu não fazer, mas eu já tinha decidido.
Cuspi na minha mão de novo e passei na ponta do meu pau.
Comecei a procurar aquele buraquinho lindo e apertado.
Comecei a empurrar bem devagar. E ela não parava de gritar e espernear.
Mas não tava nem aí. Tava curtindo pra caralho aquela delícia.
Dava pra sentir cada músculo do cu se abrindo e dando passagem pro meu pau.
Ela me xingava e falava de tudo.
Mas de repente ela relaxou. Começou a gostar e sozinha começou a rebolar.
Eu tava louco de tesão e depois de um bom tempo gozei igual um doido.
Ela pedia toda a porra e eu não demorei.
Dava pra sentir meu pau se esvaziando naquele cu apertado. Foi incrível.

Ela não me deixou curtir muito mais.
Me tirou de uma vez.

Analía: "Bom, já tá pago pelo serviço.
Vou me limpar e você vai trabalhar, ok?" (com muita raiva).
"Quando terminar, me avisa que te entrego o resto do dinheiro."

Eu não falei nada, me vesti. Peguei as ferramentas e fui trabalhar.
Em umas 2 horas tava pronto. E o carro funcionando.
Ela saiu quando ouviu o carro ligado.

Entreguei uma lista. Das coisas que eu tinha que comprar: filtros de gasolina e ar. Limpar o tanque, se quisesse que não empacasse de novo.
Ela quase arrancou o papel da minha mão, dava pra ver que ainda tava puta.
Pensei que nunca mais ia ver ela. Até pensei em ir pedir desculpas, mas deixei pra lá.
Mas três semanas depois, ela chegou na minha oficina com o filtro de gasolina e ar. E com uma cara de puta, me disse: "Pago agora ou depois?", mostrando a raba.
Mas isso é outra história. 😉


Continua:

ESPERO QUE VOCÊS GOSTEM E COMENTEM
PS: Espero que seja na boa

SAUDAÇÕES

11 comentários - Arrumei o carro dela por sexo

vaan28 +1
Espectacular!!!! Siempre se kejan y dicen q no. Pero después q la prueban por el orto les termina gustando mas q comer helado. Jajaaja. Espero otro relato tan caliente como este. Solo pasalo por un corrector antes. 😉
ok gracias por la correccion .
docudoc +1
Yo soy mecanico de bicicletas y nunca me han pagado con el culo... 😞
kramalo +1
muy bueno...!! necesitás algun ayudante, como para agrandar agujeros...?..jeje.. sigue, no..?
Excelente amigo buen relato, que lindo cambiar laburo por un culito así. Me mató el COMEN SE.
Muy buen relato. Gracias por compartir
de nada gracias a vos por comentar .