corno punhetado e humilhado

Chapeuzinho Vermelho e o Lobo 19

E nossa vida seguiu assim, Denisse foi aprofundando cada vez mais sua relação com Sergio, era seu amante oficial. E às vezes eu sentia uma dor muito grande, estava com ciúmes, me parecia que ele ficava com a melhor parte. Denisse me masturbava bastante e tínhamos relações muito poucas vezes. Um dia ela me convidou para jantar, queria pagar a conta, estava orgulhosa de como estava indo bem na escola, era querida e, como ela dizia, Sergio cuidava bastante dela, era como um papai para ela. No nosso restaurante habitual, Denisse estava linda, com um vestido curto, um fio-dental bem enfiado na sua bunda que marcava no vestido, sapatos brancos de salto. Foi ao banheiro caminhando cadenciosamente, vários homens a olharam. Quando voltou, sentou e começou a falar.

- Olha, amor... eu te amo muito... falei com Sergio e disse que não posso continuar assim na relação com você... que preciso fazer alguma coisa... que precisamos de mais contato...

Primeiro ele ficou muito ciumento... me disse para não falar assim com ele, que ele não era uma amiga minha... depois foi compreendendo um pouco, me disse que entendia o que eu estava falando... mas que eu podia ser mais criativa... que você não precisava me penetrar para estarmos mais conectados... eu disse que era importante e ele sugeriu outras formas de contato... hoje vamos experimentar... quer?

- Sim, meu amor... eu preciso sentir mais seu corpo... e me parece importante poder penetrar você...

- Ai... não fique possessivo... você sabe que me pega com sua submissão aos meus caprichos...

- Sim, meu amor... e me parece que esse é meu lugar faz tempo...

- Por isso me preocupo com você e falei com Sergio...

Por dentro primeiro senti dor, mas logo mudei meu ânimo, percebia sempre que quando ela me via feliz, estava muito mais disposta a me satisfazer.

Terminamos o jantar tranquilos e fomos para casa. No carro, ela dirigia, eu estava usando um fio-dental, e ela sempre dirigia quando eu era uma amiguinha. Em casa, ela me disse para me despir e ir para o quarto, ela subiu com um pote de óleo corporal, ela estava vestida, levantou um pouco o vestido, estava de calcinha fio-dental, passou óleo na parte interna das coxas, se ajeitou de costas para mim e colocou meu pau entre suas coxas que pressionavam sobre o tecido que cobria sua buceta.
- Assim, mexe e me come... você gosta de senti-lo entre minhas pernas... hein...
- Sim, eu adoro... que pele divina você tem...
- Viu que linda... me come muito... vai... você gosta de como é a sensação...?
- Sim, você é uma delícia...

Depois ela se virou e ficou de frente para mim, meu pau de novo entre suas pernas, agora me dava beijos bem profundos e apoiava seus peitos em mim.
- Acaricia minha bunda... você sente como está me penetrando...
O óleo é um bom lubrificante, né...? Isso é muito melhor que masturbação, hein...?
- Sim, você me deixa louco... eu adoraria te comer...
- Você está me comendo... eu também estou muito excitada... sinto que estou traindo o Sergio... porque eu gosto muito de você... e você também me faz gozar...

Ela voltou a ficar de costas para mim, levou minha mão para acariciar seus peitos, eles estavam por baixo da roupa porque ela não tinha tirado nada. Mesmo assim, eu estava muito excitado, e adorava senti-la entre suas pernas e sentir o atrito do tecido em sua buceta me parecia delicioso.
- Você vai gozar todo assim... hein... você gosta, papai...?
- Sim, você me deixa louco...
- Goza tudo, vai... vamos, minha cornudinha... aproveite tudo que a Nissi permite... é um presente para uma porquinha como você... não é?
- Sim, meu amor, você é um presente...
- Então goza muito, vai...

Eu mexi bem forte e meu pau jorrou porra em vários jatos, ela riu muito divertida, eu sentia que isso me humilhava e me excitava mais, meus últimos jatos caíram sobre suas pernas.
- Muito bem, porquinha... você se sente melhor...
- Sinto que te amo...
- Hoje vamos dormir abraçadinhos... de conchinha, quer...?
- Sim, meu amor, te amo...
- Bom, mas não comece a me empurrar com seu pau... mostrando como está duro e se fazendo de machão... está claro, não é?
- Sim, meu amor, o que você - Diga.
- Ai, amor... agora que você está mais tranquilo... O Sérgio tem um congresso em Córdoba... são só três dias... ele precisa de uma assistente com boa disposição... você vai me deixar ir...
- E você não me pede permissão, amor... você sabe que faz o que quer...
- Mas não te incomoda...
- Me deixa com ciúmes... mas me sinto feliz de compartilhar minha vida com você...
Ele me deu um beijo profundo nos lábios.
- Quando eu voltar de Córdoba, vou deixar você me comer sem camisinha... e vai poder gozar nos meus peitos... você gosta...?
- Sim, meu amor... e eu gostaria que você me contasse algo do que fizeram com a Myriam... você me disse que ia contar e no final não contou nada...
- Que fofoqueira você é... mas você não vai ficar com ciúmes...
- Não, meu amor... quero que você me conte...
- Tá bom, mas cada coisa que eu te contar... nesse dia só vou fazer masturbação em você... nada de sexo selvagem como hoje... - disse e riu. Meu pau ficou duro, de novo - mas como você gosta que eu te maltrate... que viciada, sua puta... deita de costas... - ela foi buscar um fio dental, colocou em mim e começou a me masturbar por cima da calcinha.
- Uma das noites que saímos com o Rafa e o irmão dele, fomos ao nosso lugar em Palermo... o Rafa ficou excitado com a ideia de me comer onde você me comia quando éramos namorados... ele sentou no carro e eu, por baixo... ao lado da porta, comecei a chupar o pau dele... a Myriam só olhava... o irmão do Rafa veio por trás... levantou um pouco meu vestido, puxou minha calcinha e me enfiou... os dois me diziam que eu era uma vadia de bunda grande... que eu gostava muito de pau... e que eles não iam se cansar de me dar... depois o irmão tirou da minha buceta e começou a enfiar no meu cu... ele dizia que eu era uma puta cuzona... e eu dizia sim pra tudo. O Rafa me agarrou forte pela nuca... e descarregou toda a porra na minha garganta enquanto bufava... engole, vadia, engole, ele me dizia, e falou pro irmão encher bem meu cu de porra... e foi o que ele fez...
- Estou perto, amor...
- E goza, corno... vai que todos meteram no meu cu menos você... viadinho... isso... me dá todo esse leite... corna de merda...
-Siiiiim.... que bocetuda você é...
-Hehe... corno acabou... suja toda sua roupinha que depois você vai lavar antes de dormir...
E meu pau deu as últimas bombadas, ela me disse que estava cansada e que ia dormir.
-Quando voltar de lavar sua roupinha, porquinha, lembra de me abraçar bem forte... tô muito carente.

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