Guarani determinado (real)

Olá, todo mundo, beleza? De novo, valeu pelos cumprimentos, convites e a boa energia de sempre. Dessa vez, queria contar uma parada que rolou comigo há uns anos, tipo uns 15 mais ou menos.
Naquela época, fazia pouco tempo que eu morava sozinha (minha filha tinha ido morar com o namorado), era uma novidade total pra mim, poder usar minha casa do meu jeito era uma maravilha que tentei aproveitar ao máximo. Nessa época, eu trabalhava perto de casa, a umas poucas quadras, então ia a pé pro trampo. Naquele verão, na esquina da minha rua, começaram uma obra numa das casas: trabalhavam vários pedreiros, umas 5 ou 6, que obviamente logo deram o ar da graça, claro que não só pra mim, mas pra qualquer mulher ou mina que passasse na frente da obra.
Minha rotina de ir e voltar do trabalho fazia eu cruzar com eles perto da calçada, geralmente no meio-dia, quando eles estavam almoçando; de manhã, vinham me buscar de carro, e quando eu voltava à noite, já não tinha ninguém lá. Como vocês podem imaginar, quando estavam todos juntos, falavam um monte de coisa, igual em qualquer lugar onde tem um grupo de homem e eles veem uma mulher sozinha. Pra falar a verdade, nunca me incomodou, deve ser questão de personalidade, mesmo sendo de teor pesado, levo como elogio, não acho que seja uma forma de violência, enfim... Quando eu passava, olhava de canto pra ver se eles estavam por ali e já me preparava pra isso, não distinguia rostos nem nada, só via que usavam camisas muitas vezes desabotoadas ou às vezes até sem camisa, calças de serviço e sapatos, não diferenciava um do outro, as vozes eram muito parecidas, além de falarem todos juntos e com uma dicção nada clara, impossível separar. Claro que quando falavam comigo, eu baixava o olhar e escutava, só isso.
Aí, um meio-dia, cheguei em casa e, começando a cozinhar, lembrei que não tinha sal, então tive que sair pra comprar no mercadinho. Dá a volta, já com o sal na mão enquanto fazia fila no caixa, me chama a atenção o homem que estava na minha frente. Ele era alto (eu, com plataforma e tudo, mal chegava na altura do ombro dele), cabelo claro (quase loiro), magro, mas com bastante costas e braços, usava roupa de obra... Enquanto pagava meu sal, vi ele ir embora, os sapatos de trabalho dele pareciam sujos de cimento ou algo assim. A primeira coisa que pensei foi se ele era um dos caras da obra da esquina, talvez sim... Não quis ficar na dúvida, então apressei o passo e, já chegando em casa, vi ele entrar na esquina. Obviamente, a resposta era sim.

Pode até parecer um detalhe besta, mas isso me perturbou pra caralho o resto do dia. Segui com minhas obrigações e rotinas, mas ficava pensando muito nele. Ele era tão gostoso do meu jeito que, bom, já de noite e antes de dormir, decidi preparar minha roupa pro dia seguinte. Não escolhi nada especial, mas encaro como um tique de ansiedade ou algo assim. Eu me vestia quase sempre informal. Lembro de ter escolhido uma bermuda jeans verde e uma regata branca, mais as sandálias com plataforma branca. Já na volta do meio-dia, chegando na obra, vejo um deles se inclinar na minha direção e rapidamente esconder a cabeça. Quase instintivamente, prendi meu cabelo num rabo de cavalo baixinho. Já na calçada da obra, escuto vozes. Tentei procurar o rosto que imaginava ontem (ainda não tinha ele nítido), mas assim que começaram os gritos, as putarias e tudo mais, não tive outra opção a não ser baixar a vista e seguir.

Tinha toda a vontade de ver ele ali, mas não consegui, nem por um instante. Foi o que pensei enquanto estava na minha cozinha e, sem me desanimar, pensei... e se eu voltar no supermercado?? Talvez eu cruze com ele de novo. Sem hesitar, peguei minha carteira e parti pra lá. Cheguei e, fingindo procurar algum produto, dei uma volta pelos corredores. Era praticamente o mesmo horário, eu pensava, até que lá vi ele. Vestia igual. Que ontem, eu tava no setor de açougue, parecia que tava esperando o pedido. Sem pressa, parei do lado dele, fingindo que tava olhando a carne na vitrine. Fiquei assim um tempão até que, de repente, levantei o olhar pra ele e aqueles olhos verdes lindos dele pousaram nas minhas tetas (como eu tava com as costas levemente inclinadas pra frente, ficavam mais visíveis de onde ele tava). Olhei fixo nos olhos dele, ele, depois que desviou das minhas tetas, me encarou por uns instantes e rapidamente atendeu o chamado do açougueiro, pegando o pedido dele. O rosto dele era muito bonito, pele branca, bem atraente, gostei dele de costas e de frente, parecia ter menos de 25 (a idade exata era 23). No começo, não curti ele ter desviado o olhar dos meus olhos, não esperava por isso, mas enquanto voltava pra casa, fiquei pensando na minha idade, na dele, e até entendi. Claramente eu intimidei ele, tinha 20 anos de diferença, não era pouco. Talvez outra mulher se desiludisse com isso, mas não foi meu caso... claramente precisava de paciência ou mais de mim, então, preparando minha roupa pro dia seguinte, dei um passo a mais. Escolhi continuar com minhas sandálias de plataforma, mas dessa vez um shorts jeans branco bem justinho, uma regatinha vermelha curta e por baixo uma calcinha fio-dental preta bem pequenininha. Obviamente, por cima de tudo, usei a manhã inteira uma camisa que escondia boa parte da minha bunda. Quando deu meio-dia, fechei a porta do local e, antes de ir, passei num dos provadores. Na frente do espelho, arrumei meu cabelo, minha roupa e, dando uma volta, levantei minha camisa e aí vi: por baixo do branco do shorts, o preto da calcinha tava bem nítido, dava pra ver e muito. Levantei ainda mais, senti ela bem bem dentro, também subi meu shorts pra esconder as tirinhas do lado. Por alguma razão estranha, tava confiante. Então, chegando na quadra da obra, não hesitei: tirei a camisa e pendurei direitinho na minha bolsa. Caminhei decidida pra ele me ver, não tava nem aí pros colegas dele, era impossível ignorar que eles tavam lá, mas não me importava, só queria que ele me visse. Quando me aproximei ainda mais da Na calçada da obra, tentei andar como uma modelo, meus pés seguindo uma linha imaginária, isso fazia meu quadril se mexer mais do que andando normalmente. Não vi ninguém se espiar, mesmo assim continuei e passei pela calçada andando assim. Não ouvi nenhum comentário, mas só alguns passos depois, sim. Ouvi a correria de várias pessoas e na hora todas as vozes falando aos gritos ao mesmo tempo. Tentei prestar atenção e talvez distinguir a voz dele, mas foi impossível. Já em casa, esperei um pouco e nem pensei duas vezes. Deixei minhas coisas e, com dinheiro na mão, fui ao supermercado. Novamente percorri os corredores, dessa vez vi ele no setor de frios. Dessa vez nem consegui parar do lado dele, ele já me disse:
__"Moça, desculpa, a senhora passou ali na obra da esquina há pouco?"__
__"Como?"__ Achei que ouvi isso, mas a voz dele não era muito clara e ele falava muito rápido. Quando ele repetiu mais devagar, entendi perfeitamente tudo.
__"Sim, sim, há pouco... por quê?"__ falei enquanto olhava fixo nos olhos dele, os dele hesitavam entre olhar nos meus ou descer pros meus peitos.
__"Bom, a senhora sabe... como são os caras, desculpa eles..."__
__"E você???... não gritou nada?..."__ falei séria, mas sem raiva. Me virei porque chegou minha vez e comecei a fazer meu pedido de frios.
__"Sim, bom, eu também... mas tenho colegas que passam do ponto, sabe"__ ouvi ele de costas por alguns segundos. Fiquei feliz em saber que ele também estava falando comigo. Com certeza, pela idade, não era quem liderava o grupo, mas já era algo. Virei a cabeça pra ele e vi o olhar dele perdido na minha bunda, minha calcinha fio-dental preta por baixo do branco da calça parecia ter hipnotizado ele. Virei de novo pra frente, ele pareceu não perceber meu movimento.
__"Já foi, não é nada... já tô acostumada"__ que modesta, haha! Falei já de frente pra ele, com o frio na minha mão.
__"É que a senhora é muito gostosa, sabe... a mais gostosa das que passam por ali"__ ele me disse. Se eu tivesse confiança, teria dito que ele também me parecia. Muito lindo, agora que eu olhava com calma os traços dele eram muito atraentes mesmo, os olhos dele eram verde bem clarinho.
__"Bom, tá bem...........não se preocupa, enquanto não passar disso..."__ óbvio que tava falando dos outros, não dele.
__"A senhora sempre vem nesse horário comprar, né?"__ ele falou e se entregou sozinho, claramente já tinha me notado nas outras vezes que me viu.
__"Sim sim, é quando saio do trampo.....e você?"__
__"Sim, eu também........é a hora que a gente para e bom.......sempre venho eu fazer as compras, sou o mais novo, comecei nisso faz pouco e bom......a senhora sabe como é"__ parecia ter um pouco de vergonha de contar.
__"É, o trote do mais novo.........é assim mesmo"__
__"É, me mandam comprar qualquer coisa.......até cigarro e olha que eu não fumo, haha"__ ele riu e o rosto dele ficou ainda mais bonito, eu acompanhei com um sorriso.
__"Bom, já que você faz as compras pra todo mundo, podia fazer as minhas também, né?"__
__"Sim claro, dona, não me custa nada"__
__"Sério?"__ falei enquanto pegava no braço dele com a mão
__"Sim claro, o que a senhora quiser, não é incômodo nenhum, de verdade..."__
__"Mesmo assim, deixa, você faz um trabalho tão pesado, não se incomoda"__
__"Não, de verdade dona, não tenho problema........onde a senhora mora?"__ acho que ele sabia, mas queria confirmar bem
__"No meio do quarteirão da obra, na mesma calçada, uma casa verde clarinho"__
__"Não é incômodo nenhum, me fala o que eu compro"__
__"Vamos ver, amanhã tava pensando em comer carne, quer me trazer uns bifes?"__
__"Amanhã?.....sim claro, sem problema dona....verdura não?"__
__"Bom sim, se você lembrar me traz alface e tomate, tá?"__
__"Sim, lembro.......mas depois vou anotar"__ pediu lápis e papel pra um funcionário e anotou as coisas, a letra dele era horrível, cheia de erros de ortografia, me deu uma ternura isso, enfim.
__"Pronto, já anotei"__ ele falou enquanto guardava o papel no bolso da camisa.
__"Bom, mas é certo, né?...........olha que senão não posso"__ Almoçar!!"___
"Sim, sim, chova ou faça sol, eu levo pra ela, fique tranquila"__ele me disse, agradeci e, me aproximando, dei um beijo na bochecha dele, a pele era macia, muito macia.
A tarde toda pensando nele, muito mais do que no outro dia, imaginava situações, imaginava os beijos dele, o corpo dele, tudo, tudo, parecia uma adolescente. Mas naquela noite eu tinha um encontro com um amigo, ele tava voltando de viagem e a gente já tinha combinado há semanas, a verdade é que não tava a fim de vê-lo, mas beleza, saí com ele, jantei com ele, transei com ele pensando no meu novo amigo, que ainda nem sabia o nome.
No dia seguinte acordei bem ansiosa, enquanto tava no trabalho não parava de olhar o relógio, parecia de propósito, mas o tempo demorava cada vez mais. Quando saí rumo pra casa, o tempo tava horrível, parecia noite e vinha um temporal, na verdade, antes de chegar no canteiro de obras, desabou de vez, isso fez com que eu tirasse as sandálias e andasse mais rápido pra tentar me proteger da chuva, passei pelo canteiro mas não vi ninguém e não ouvi ninguém, mais ainda, vi tudo fechado, imaginei que com esse tempo eles deviam ter dado folga.
Cheguei em casa e me enxuguei, não tava muito molhada, só um pouco o cabelo e as costas, daí a pouco desabou de vez, pensei que bom, talvez não seja fácil, mas mesmo assim ia me preparar. Fui pro meu quarto, me despi e escolhi na gaveta de calcinhas uma fio-dental preta que no lugar do triângulo tem um coração, bem pequenininha, na verdade, quando coloquei, me olhando no espelho, ela praticamente sumiu na minha bunda, que horror!!, isso quer dizer que eu tava mais gordinha......não me deprimi, em cima coloquei um mini short branco, queria repetir a combinação de cores que tinha dado certo no dia anterior, em cima um sutiã de renda preta e uma regata preta, pros pés escolhi umas sandálias pretas de salto. Liguei a TV e, sentando no sofá, me disse que talvez isso demorasse ou talvez não acontecesse, enfim......não cheguei Pensando muito quando a campainha toca, levantei rápido e nem olhei pelo olho mágico, era ele, debaixo de uma chuva torrencial e com um guarda-chuva na mão.
— Oi!!!... Achei que você não vinha!!
— Sim, como não... eu tinha dito que sim... consegui tudo pra você — ele me diz enquanto me entrega duas sacolas de supermercado.
— Quanto você gastou?
— Não, não importa, dona... a gente acerta depois.
— Não, fala... ainda mais que você tá me fazendo um favor, quanto gastou?
— Nada, de verdade... fique tranquila.
— Bom, pelo menos não quer ficar pra comer?
— Eu??...
— Claro, você!!
— É que tenho que levar isso pros caras — ele disse e me mostrou mais duas sacolas de supermercado que até então eu não tinha visto.
— Bom, vai e volta... vai??... enquanto isso esquento a chapa — falei com o olhar perdido, a boca quase entreaberta.
— Bom, vou e volto... — ele disse e saiu rápido pro canteiro de obras.
Eu levei as sacolas pra cozinha e comecei a cozinhar, pouco depois a campainha tocou de novo, abri a porta e, deixando o guarda-chuva de lado, ele passou comigo pra cozinha-sala.
— Senta, não demoro pra fazer.
— Bom, é que me molhei bastante, vou sujar tudo.
— Então toma um banho, quer?
— A senhora acha?
— Sim, vai lá... é por ali... começa que daqui a pouco te trago a toalha.
Ao ouvir o barulho do chuveiro, fui pro meu quarto e peguei uma toalha, também dei um short de futebol que tinha de um amigo.
— Se quiser, tenho esse short que é do meu irmão, tá seco — menti, mas tudo bem... não ouvi a resposta dele, tinha muito barulho entre a chuva e o chuveiro, voltei pra cozinha e daqui a pouco ele apareceu, vestindo o short, torso nu, cabelo penteado todo pra trás.
— Tá confortável?
— Tô, super confortável, obrigado! — ele disse e sentou atrás de mim, eu lavava os legumes e conversava com ele, de vez em quando virava a cabeça e pegava os olhos dele no meu rabo, sorria por dentro, sentia que ele gostava daquilo e aquilo Me fazia bem. Já na mesa, enquanto comíamos, eu olhava o peito dele, era totalmente liso, parecia ser genético, isso me agradava muito, muito. A maioria dos meus amigos tinha um monte de pelo lá. Depois que terminamos de comer, levantei a mesa, continuei conversando de costas pra ele até que virei a cabeça mais uma vez e ele, novamente, com os olhos no meu rabo.

— "Por que você fica olhando tanto pra lá?" — falei rindo.
— "Olhando o quê?"
— "Minha bunda" — continuei rindo.
— "Bom, não fica brava, mas..."
— "Mas o quê?" — sempre na boa.
— "Queria ver se você tava usando a mesma de ontem."
— "A mesma de quê?" — me fiz de sonsa.
— "A de baixo, dona."
— "A tanga??"
— "Sim, tava vendo se era a mesma de ontem."
— "Ahhh... olhou muito ontem?"
— "Ufff... eu sozinho não, meus colegas também... foi o assunto do dia, haha."
— "Não me diga... haha... sério??"
— "Sério mesmo, não fica brava, mas a gente passou o tempo todo falando da tanga preta da loira."
Ele continuava sentado, eu sequei minhas mãos e, me virando de costas pra ele, perguntei:
— "Te parece a mesma?"
— "Não sei, a outra aparecia mais, essa nem tanto, o que quer que eu diga!"
— "Bom, não, não é a mesma" — falei enquanto me sentava na ponta da mesa e esticava a parte de cima.
— "Viu??... essa tem um coração, a outra era um triângulo."
— "Ahhh... mas não dava pra ver o coração."
— "Não, é que fica bem pra dentro, haha... viu?" — falei enquanto me levantava e, abaixando meu short, ajustava minha tanga de novo no lugar. Sem perceber, aproximei mais minha bunda do rosto dele, porque enquanto ele falava, eu sentia a respiração dele nas minhas nádegas.
— "Isso devia estar aqui!!" — falei enquanto esticava minha tanga de novo, puxando o coração pra fora do meu rego, senti meu cu receber a respiração dele, claramente tinha ficado exposto.
— "Posso?" — ele perguntou.
Não respondi, só aproximei minha bunda do rosto dele e comecei a sentir os lábios dele em mim, ele me beijava devagar, as mãos dele me seguravam pela... cintura, eu abri minhas pernas e inclinei meu corpo, queria que ele afundasse o rosto em mim, ficamos assim por um tempo até que pedi pra ele afastar a cadeira, então, de frente pra ele, apoiei meu peito na mesa e, abrindo minhas pernas, puxei o fio da minha calcinha fio dental. Segundos depois, senti os beijos dele na minha buceta e também no meu cu, com a bochecha apoiada na mesa, tentava olhar pra ele mas não conseguia, então, apoiando as mãos na mesa, empurrei pra trás e aí sim, vi o rosto dele perdido em mim, já as mãos dele abriam minhas nádegas e a língua percorria as profundezas do meu ser, vi a virilha dele e o volume crescido era inconfundível, toquei nele assim por um tempo até que ele tirou do shorts, acariciava suavemente com minha mão fechada, de baixo pra cima, estava bem dura e já com porra na cabeça.
__"Pode?"__ ele me disse
Não respondi, só olhei pra ele, vi ele concentrado em colocar a camisinha, depois me pegou pela cintura e me guiou pra sentar em cima dele
__"Pronto?"__ perguntei
Ele não respondeu, só tirou uma mão de mim e, guiando o pau dele, me fez sentar nele, foi uma sentada até o fundo, senti a presença dele dentro de mim, era bem dotado, não tanto de grossura mas de comprimento, já suspeitava desde quando acariciava ele. Montei de costas por um tempo, as pernas dele eram finas mas aguentavam minhas sentadas, não cediam nada, o estalo da minha bunda batendo nas coxas dele me excitava ainda mais, ele enquanto isso beijava minhas costas e pegava nos meus peitos, já sem a regata e o sutiã, assim gozei uma vez, depois, sem tirar o pau dele de dentro de mim, deitou meu peito na mesa e agora era ele quem me comia, o ritmo dele era intenso e duro, as estocadas eram de um animal no cio com a sua mulher, quase não parava, só diminuía um pouco a intensidade e de novo acelerava fundo, o pau dele chegava bem no fundo do meu ser, bem onde há tempos ninguém chegava, repito, não era grosso mas era comprido; enquanto eu me segurava na borda da mesa, quase como dava, sentia que a cada Com uma pegada daquelas, ele podia me jogar no chão com mesa e tudo. Gozei assim várias vezes, gozei gemendo como não fazia há muito tempo. Ele adorava meus gemidos, quanto mais eu gemia, mais forte ele me comia. Mal ele parou pra respirar, não pensei duas vezes: saí de cima dele, me ajoelhei, levantei o pau dele e comecei a passar a língua nos ovos dele. Foi língua, beijos e finalmente chupada. Pra minha surpresa, aquela parte do corpo dele também não tinha tanto pelo. Depois tentei com os dedos achar a ponta da camisinha pra tirar, tava morrendo de vontade de chupar ele, mas não achava a ponta. Parei de lamber os ovos dele e, quando vi a cabeça do pau, percebi que não tinha camisinha ali, tinha sumido. Só tinha o resto do preservativo.

— "Olha" — falei, sem tirar a mão do pau dele.
— "O que foi?"
— "A ponta sumiu... me ajuda a achar" — lá fora ainda tava escuro. Acendi a outra luz e começamos a procurar no chão, mas nada, não aparecia. Não me preocupei, já tinha acontecido várias vezes quando eu transava selvagem.
— "Espera... acho que tá dentro de mim" — falei, pegando a mão dele e levando ele pro quarto. Chegando lá, me deitei de barriga pra cima e abri as pernas o máximo que pude.
— "Não dá pra ver nada aí?" — perguntei.
Ele se abaixou e senti as mãos dele me examinando.
— "Acho que sim... aí sim" — ele disse.
— "Então tira... vai."
Senti os dedos dele entrando na minha buceta, se mexendo de um lado pro outro. Isso me excitava pra caralho, evidentemente a área toda tava sensível. Lembro de ter ofegado e pegado nos meus peitos com as duas mãos. Depois de mais uns suspiros, gozei com os dedos dele lá dentro, que não paravam de se mexer.
— "Que safado... quer me matar hoje?"
— "Aqui está... achei" — ele aproximou a mão dos meus olhos e mostrou um pedacinho de látex todo encharcado com meus fluidos.
— "Mmm que pena!!!... não quer continuar procurando? haha"
— "Claro que sim!!"
— "Mas agora com o dedão, né?" — falei enquanto ele Olhava, não reagi rápido, demorei uns segundos pra entender, mas quando vi meu sorriso, sacou do que se tratava e rapidamente se levantou e foi pra sala de jantar; enquanto ele ia, olhei de novo pras costas dele, olhei pra bunda e pras pernas tão bem proporcionadas. Na hora ele voltou, quando vi ele de novo, abri minhas pernas e comecei a me masturbar com uma mão, ele também se masturbou umas duas vezes e depois colocou outra camisinha.

__"Agora deixa mais soltinho em cima, hein... não abaixa tanto"__ falei pra ele.

__"Sim, sim, claro"__ ele respondeu enquanto apoiava os joelhos na cama e aproximava o pau da minha buceta.

__"Mmm, me dá de novo, gato"__ falei pra ele.

Sem responder nada, atendeu meu pedido e me comeu de novo com aquele pau lindo dele, lembro de ter soltado um gemido forte e sentir de novo o pau dele entrando e saindo de mim, igual na sala de jantar, o ritmo dele era intenso e profundo, claramente era o jeito dele de fazer, pelo menos comigo. Enquanto não parava de me comer, pegou meus peitos com as mãos, eles balançavam no ritmo dele e acho que chamaram a atenção dele, primeiro acariciou e depois foi apertando bem forte, enquanto eu tocava o cabelo dele e as costas lindas dele. Não demorou muito mais até eu começar a sentir as metidas dele ainda mais fortes, lembro que ele começou a falar umas palavras em guarani, acho eu, eu me segurei com as mãos na bunda dele e acompanhava cada movimento dele em direção a mim, eu já tinha gozado entre gemidos mais uma vez, mas continuava olhando o rosto dele que se transformava, o final tava perto e isso me excitava muito, muito. Depois ele tirou minhas mãos da bunda dele e, apertando as mãos dele contra as minhas, preparou a estocada final.

__"Mmm, sim... me dá o gozo... me dá tudo"__ lembro que falei pra ele.

Isso pareceu enfurecer ele e numa rajada de metidas brutais, ouvi ele falar coisas incompreensíveis de novo que depois se misturaram com gemidos que terminaram em um ou dois gritos. Senti o pau dele tremer dentro de mim e depois de parar de me comer, senti o gozo dele escorrer pra dentro. do preservativo.Enquanto ele gozava dentro de mim, eu olhava o rosto dele, mais corado e gostoso do que antes, acompanhei aquele momento com meus últimos gemidos de prazer, sentia vontade de gozar com ele.
Depois ele saiu de mim e tirou o preservativo, dessa vez não teve acidente, tava cheinho de porra. Ele se vestiu rápido, enquanto eu pegava meu roupão, acompanhei ele até a porta e nos despedimos com um beijo e sorrisos.

19 comentários - Guarani determinado (real)

Guarani determinado (real)


Espectacular, una historia genial y muy bien relatada !!

Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...
Gracias, te mando besitos!!!

De nada @bettynna54
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los mios.
que buen relato exitante de principio a fin, gracias por compartir
lo unico que no entiendo del relato es del porque el titulo del post se llama garra guarani? el albañil ario era paraguayo o que?
excelente relato!!! muy buen manejo de los tiempos, recien te descubro en este sitio, te dejo +6 y te sigo desde ahora, vos seguime a mi, sale reco y va mp gracias por compartir
regio22 +1
muy caliente relato rubia, y muy rica cola.
monchon +1
Muy buena historia y relatada,me calentó x demas¡ gracias¡
uf que calentura me agarro al leer el relato. Me gustaria ser yo el guarani, pero me falta. Gracias
mmmmm diosa me dejaste loco de celos, como envidio a ese pendejo
me encantan tus historias, me re calientan, espero ver algun post de fotos reina
que buena imaginacion tiene esta sra me gustaria conocerla