Garra guarani (real)

Olá, pessoal, tudo bem? De novo, obrigada pelos cumprimentos, convites e pela boa energia de sempre. Dessa vez, queria contar uma parada que me aconteceu há uns anos, cerca de 15 mais ou menos.
Naquela época, fazia pouco tempo que eu morava sozinha (minha filha começou a morar junto com o namorado), uma novidade total pra mim. Poder usar minha casa do meu jeito era algo maravilhoso, e eu tentei aproveitar ao máximo. Nessa época, eu trabalhava perto de casa, a umas poucas quadras, então ia andando pro trampo. Naquele verão, na esquina da minha casa, começaram uma obra numa das casas: trabalhavam vários pedreiros, umas 5 ou 6 caras, que obviamente logo me mostraram que estavam por ali. Claro, não só pra mim, mas pra qualquer mulher ou mina que passasse na frente da obra.

Minha rotina de ir e voltar do trabalho fazia com que eu encontrasse eles perto da calçada, geralmente no meio-dia, quando estavam almoçando. De manhã, vinham me buscar de carro, e quando eu voltava à noite, já não tinha ninguém lá. Como vocês podem imaginar, quando estavam todos juntos, falavam um monte de coisas, de todo tipo, como em qualquer lugar onde tem um grupo de homens e eles veem uma mulher sozinha. A verdade é que nunca me incomodou, deve ser questão de personalidade. Mesmo sendo de teor pesado, eu levo como elogios, não acho que seja uma forma de violência, enfim... Quando eu passava, olhava de canto pra ver se eles estavam por ali e me preparava pra isso. Não distinguia rostos nem nada, só via que usavam camisas muitas vezes desabotoadas ou às vezes direto com o peito nu, calças de serviço e sapatos. Não diferenciava um do outro, as vozes eram muito parecidas, além de falarem todos juntos e com uma dicção nada clara, impossível separar. Óbvio que quando falavam comigo, eu baixava o olhar e escutava, só isso.

Acontece que um meio-dia, cheguei em casa e, começando a cozinhar, lembrei que não tinha sal. Então tive que sair pra comprar no mercadinho. Dá a volta, já com o sal na mão enquanto fazia fila no caixa, me chama a atenção o homem que estava na minha frente. Era alto (eu, com plataforma e tudo, mal chegava na altura do ombro dele), cabelo claro (quase loiro), magro, mas com bastante costas e braços, usava roupa de obra... Enquanto pagava meu sal, vi ele indo embora, os sapatos de trabalho pareciam sujos de cimento ou algo assim. A primeira coisa que pensei foi se ele era um dos caras da obra da esquina, talvez sim... Não quis ficar na dúvida, então apressei o passo e, já chegando em casa, vi ele entrar na esquina. Obviamente, a resposta era sim.

Pode até parecer uma coisa besta, mas isso me perturbou pra caralho o resto do dia. Segui com minhas obrigações e rotinas, mas pensava muito nele. Ele era, no meu gosto, tão gostoso que, bom, já de noite e antes de dormir, decidi preparar minha roupa pro dia seguinte. Não escolhi nada especial, mas encaro como um tique de ansiedade ou algo assim. Eu vestia quase sempre informal. Lembro de ter escolhido uma bermuda jeans verde e uma regata branca, mais as sandálias com plataforma branca. Já no meu retorno do meio-dia, chegando na obra, vejo um deles se inclinar na minha direção e rapidamente esconder a cabeça. Quase instintivamente, prendi meu cabelo num rabo de cavalo baixinho. Já na calçada da obra, escuto vozes. Tentei buscar o rosto que imaginava de ontem (ainda não tinha ele nítido), mas assim que começaram os gritos, as putarias e tudo mais, não tive outra opção a não ser baixar a vista e seguir. Tinha toda a vontade de vê-lo ali, mas não consegui, nem por um instante. Foi o que pensei enquanto estava na minha cozinha e, sem me desanimar, pensei... e se eu voltar ao supermercado?? Talvez eu cruze com ele de novo. Sem hesitar, peguei minha carteira e parti pra lá. Cheguei e, fingindo procurar algum produto, dei uma volta pelos corredores. Era praticamente o mesmo horário, eu pensava, até que ali o vi. Vestia igual. Que ontem, eu estava no setor de açougue, parecia estar esperando o pedido, sem pressa. Parei do lado dele, fingindo que estava escolhendo carne na vitrine, fiquei assim um tempinho até que de repente levantei o olhar para ele e seus lindos olhos verdes pousaram nas minhas tetas (como eu estava levemente inclinada pra frente, elas apareciam mais do ângulo dele). Olhei fixamente nos olhos dele, ele, depois que desviou o olhar das minhas tetas, me encarou por uns instantes e rapidamente atendeu ao chamado do açougueiro e pegou o pedido. O rosto dele era muito bonito, pele branca, bem atraente, gostei dele de costas e de frente, parecia ter menos de 25 (a idade exata era 23). Primeiramente, não gostei que ele tirou o olhar dos meus olhos, não esperava por isso, mas enquanto voltava pra casa, pensei na minha idade, na dele e até entendi, claramente o intimidei, tinha 20 anos de diferença, não era pouco. Talvez outra mulher se decepcionasse com isso, não foi meu caso... claramente exigia paciência ou mais de mim, então, preparando minha roupa pro dia seguinte, dei um passo a mais. Escolhi continuar com minhas sandálias de plataforma, mas dessa vez um shorts jeans branco bem justinho, uma regatinha vermelha curta e por baixo uma calcinha fio dental preta bem pequenininha. Obviamente, por cima de tudo, usei a manhã inteira uma camisa que cobria bastante da minha bunda. Quando deu meio-dia, fechei a porta do local e, antes de ir, passei num dos provadores. Na frente do espelho, arrumei meu cabelo, minha roupa e, dando uma volta, levantei minha camisa e aí vi: por baixo do branco do meu shorts, o preto da calcinha aparecia nítido, dava pra notar e muito. Levantei ainda mais, senti ela bem bem dentro, também subi meu shorts pra tampar os fiozinhos do lado. Por alguma razão estranha, eu tava confiante, então, chegando na quadra da obra, não hesitei, tirei a camisa e pendurei direitinho na minha bolsa. Caminhei decidida pra que ele me visse, não me importavam os colegas dele, era impossível ignorar que eles estavam lá, mas não ligava, só queria que ele me visse. Quando me aproximei ainda mais da Na calçada da obra, tentei andar feito modelo, meus pés seguindo uma linha imaginária, isso fazia meu quadril rebolar mais do que andando normal. Não vi ninguém espiando, mesmo assim continuei e passei pela calçada andando assim, não ouvi nenhum comentário, mas só mais alguns passos e sim, ouvi a correria de várias pessoas e na hora todas as vozes falando aos gritos ao mesmo tempo. Tentei prestar atenção e talvez distinguir a voz dele, mas foi impossível. Já em casa, esperei um pouco e nem pensei duas vezes, larguei minhas coisas e com dinheiro na mão fui ao supermercado. De novo percorri os corredores, dessa vez vi ele no setor de frios, dessa vez nem consegui parar do lado dele e ele já falou:

__"Moça, desculpa, a senhora passou ali na obra da esquina há pouco?"__
__"Como?"__ Achei que tinha ouvido isso, mas a voz dele não era muito clara e ele falava muito rápido. Quando repetiu mais devagar, entendi perfeitamente tudo.
__"Sim, sim, há pouco.........por quê?"__ falei enquanto olhava fixo nos olhos dele, os dele hesitavam entre olhar nos meus ou descer pros meus peitos.
__"Bom, a senhora sabe.......como são os caras, desculpa eles..."__
__"E você???...........não gritou nada?...."__ falei séria, mas sem raiva, virei de costas porque chegou minha vez e comecei a fazer meu pedido de frios.
__"Sim, bom, eu também......mas tenho colegas que passam do ponto, sabe"__ ouvia ele de costas por uns segundos, fiquei feliz em saber que ele também tava falando comigo, com certeza pela idade não era quem liderava o grupo, mas já era algo; virei a cabeça pra ele e vi o olhar dele perdido na minha raba, minha calcinha fio-dental preta por baixo do branco da calça parecia ter hipnotizado ele, virei de novo pra frente, ele pareceu não perceber meu movimento.
__"Já foi, não é nada.......já tô acostumada"__ que modesta!! haha, falei já de frente pra ele, com o frio na mão.
__"É que a senhora é muito gostosa, sabe.........a mais gostosa das que passam por ali"__ ele disse, se eu tivesse confiança teria dito que ele também me parecia Muito lindo, agora que eu tava olhando com calma os traços dele eram muito atraentes mesmo, os olhos dele eram verde bem clarinho.
__"Bom, tá bem...........não se preocupa, enquanto não passar disso..."__ óbvio que tava falando dos outros, não dele.
__"A senhora sempre vem nesse horário comprar, né?"__ ele falou e se entregou sozinho, claramente já tinha me notado nas outras vezes que me viu.
__"Sim sim, é quando saio do trabalho.....e você?"__
__"Sim, eu também........é a hora que a gente para e, bom.......sempre venho eu fazer as compras, sou o mais novo, comecei nisso faz pouco tempo e, bom......a senhora sabe como é"__ parecia ter um pouco de vergonha de contar.
__"Sim, o trote do novato.........é assim mesmo"__
__"Sim, me mandam comprar qualquer coisa.......até cigarro, e olha que eu não fumo, haha"__ ele riu e o rosto dele pareceu ainda mais bonito, eu acompanhei com um sorriso.
__"Bom, já que você faz as compras pra todo mundo, podia fazer as minhas também, né?"__
__"Sim, claro senhora, não me custa nada"__
__"Sério?"__ falei enquanto pegava no braço dele com a minha mão
__"Sim, claro, o que a senhora quiser, não é incômodo nenhum, de verdade..."__
__"Mesmo assim, deixa, você faz um trabalho tão pesado, não se incomoda"__
__"Não, de verdade dona, não tenho problema........onde a senhora mora?"__ acho que ele sabia, mas talvez quisesse confirmar direito
__"No meio do quarteirão da obra, na mesma calçada, uma casa verde clarinho"__
__"Não é incômodo nenhum, me fala o que compro"__
__"Vamos ver, amanhã tava pensando em comer carne, quer me trazer uns bifes?"__
__"Amanhã?.....sim, claro, sem problema senhora....verdura não?"__
__"Bom sim, se você lembrar me traz alface e tomate, sim?"__
__"Sim, lembro.......mas depois vou anotar"__ pediu lápis e papel pra um funcionário e anotou as coisas, a letra dele era horrível, cheia de erros de ortografia, me deu uma ternura isso, enfim.
__"Pronto, já anotei"__ ele falou enquanto guardava o papel no bolso da camisa.
__"Bom, mas é certo, né?...........olha que senão não posso almocar!!"___
"Sim, sim, chova ou faça sol, eu levo pra senhora, fique tranquila"__ele me disse, agradeci e, me aproximando, dei um beijo na bochecha dele, a pele era macia, muito macia.
Passei a tarde toda pensando nele, muito mais do que no outro dia, imaginava situações, imaginava os beijos dele, o corpo dele, tudo, tudo, parecia uma adolescente. Mas naquela noite eu tinha um encontro com um amigo, ele tava voltando de viagem e a gente já tinha combinado há várias semanas, verdade é que não tava com vontade de vê-lo, mas beleza, saí com ele, jantei com ele, transei com ele pensando no meu novo amigo, que eu ainda nem sabia o nome.
No dia seguinte acordei bem ansiosa, enquanto tava no trabalho não parava de olhar o relógio, parecia de propósito, mas o tempo demorava cada vez mais. Quando saí rumo pra casa, o tempo tava horrível, parecia noite e vinha um temporal, na verdade, antes de chegar na obra, desabou de vez, isso fez eu tirar as sandálias e andar mais rápido pra tentar me proteger da chuva, passei pela obra mas não vi ninguém e não ouvi ninguém, aliás, vi tudo fechado, imaginei que com esse tempo eles deviam ter dado o dia de folga.
Cheguei em casa e me enxuguei, não tava muito molhada, só um pouco o cabelo e as costas, daí a pouco desabou de vez, pensei que bom, talvez não seja fácil, mas mesmo assim ia me preparar. Fui pro meu quarto, me despi e escolhi na gaveta de calcinhas uma fio-dental preta que em vez de triangulinho tem um coração, bem pequenininha, na verdade, quando coloquei, me olhando no espelho, ela praticamente sumiu na minha bunda, que horror!!, isso quer dizer que eu tava mais gordinha......não me deprimi, em cima coloquei um shortinho branco, queria repetir a combinação de cores que tinha dado certo no dia anterior, em cima um sutiã de renda preta e uma regata preta, pros pés escolhi umas sandálias pretas de salto. Liguei a TV e, sentando no sofá, me disse que talvez isso demorasse ou talvez não acontecesse, enfim......não cheguei ficando muito quando a campainha toca, me levantei rápido e nem olhei pelo olho mágico, era ele, debaixo de uma chuva torrencial e com um guarda-chuva na mão.
__"Oi!!!......pensei que você não vinha!!__
__"Sim, como se não......eu tinha dito que sim....consegui tudo pra você"__ ele me diz enquanto me entrega duas sacolas de supermercado.
__"Quanto você gastou?"__
__"Não, não importa, dona........depois a gente acerta"__
__"Não, fala......ainda mais que você tá me fazendo um favor, quanto gastou?"__
__"Nada, de verdade.........fica tranquila"__
__"Bom, pelo menos não quer ficar pra comer?"__
__"Eu??..........."__
__"Claro, você!!"__
__"É que tenho que levar isso pros caras"__ ele disse e me mostrou mais duas sacolas de supermercado que até aquele momento eu não tinha visto
__"Tá bom, vai e volta........vai??.......enquanto isso esquento a chapa"__ falei com o olhar perdido, a boca quase entreaberta.
__"Tá, vou e volto......"__ ele disse e saiu rápido pro canteiro de obras.
Eu levei as sacolas pra cozinha e comecei a cozinhar, daqui a pouco a campainha de novo, abri e deixando o guarda-chuva de lado ele passou comigo pra cozinha-sala.
__"Senta, não demoro pra fazer"__
__"Tá, é que me molhei bastante, vou sujar tudo"__
__"Então toma um banho, quer?"__
__"Acha mesmo?"__
__"Sim, vai, anda.......é por ali........começa que daqui a pouco te trago a toalha"__
Ao ouvir o barulho do chuveiro, fui pro meu quarto e peguei uma toalha, também levei um short de futebol que tinha de um amigo.
__"Se quiser, tenho esse short que é do meu irmão, tá seco"__ menti, mas tudo bem.......não ouvi a resposta dele, tinha muito barulho entre a chuva e o chuveiro, voltei pra cozinha e daqui a pouco ele apareceu, vestindo o short, torso nu, cabelo penteado todo pra trás.
__"Tá confortável?"__
__"Sim, super confortável, obrigado!"__ ele disse e sentou atrás de mim, eu lavava a verdura e conversava com ele, de vez em quando virava a cabeça e pegava os olhos dele na minha bunda, sorria por dentro, sentia que ele gostava daquilo e aquilo Me fazia bem. Já na mesa, enquanto comíamos, eu olhava o peito dele, era totalmente liso, parecia ser genético, isso me agradava muito, muito. A maioria dos meus amigos tinha um monte de pelo ali. Depois que terminamos de comer, levantei a mesa, continuei conversando de costas pra ele até que virei a cabeça mais uma vez e ele, de novo, com os olhos no meu rabo.

— "Por que você fica olhando tanto praí?" — falei rindo.
— "Olhando o quê?"
— "Meu booty" — continuei rindo.
— "Bom, não fica brava, mas..."
— "Mas o quê?" — sempre na boa.
— "Queria ver se você tava usando a mesma de ontem."
— "A mesma do quê?" — me fiz de sonsa.
— "A de baixo, dona."
— "A thong??"
— "Sim, tava vendo se era a mesma de ontem."
— "Ahhh... você olhou muito ontem?"
— "Ufff... eu sozinho não, meus colegas também... foi o assunto do dia, haha."
— "Não me diga... haha... sério??"
— "Sim, sério, não fica brava, mas a gente passou o tempo todo falando da thong preta da loira."

Ele continuava sentado. Eu sequei minhas mãos e, me levantando de costas pra ele, perguntei:
— "Te parece a mesma?"
— "Não sei, a outra aparecia mais, essa não tanto, o que quer que eu diga!"
— "Bom, não, não é a mesma" — falei enquanto me sentava na ponta da mesa e esticava a parte de cima.
— "Viu??... essa tem um coração, a outra era um triângulo."
— "Ahhh... mas não dava pra ver o coração."
— "Não, é que fica bem pra dentro, haha... viu?" — falei enquanto me levantava e, abaixando meu short, ajustava minha thong de novo no lugar. Inconscientemente, aproximei mais minha bunda do rosto dele porque, enquanto ele falava, eu sentia o hálito dele nas minhas nádegas.
— "Isso devia estar aí!!" — falei enquanto esticava minha thong de novo, puxando o coração pra fora do meu sulco. Senti meu ânus receber o hálito dele, evidentemente tinha ficado exposto.
— "Posso?" — ele perguntou.

Não respondi, só aproximei minha bunda do rosto dele e comecei a sentir os lábios dele em mim. Ele me beijava devagar, as mãos dele me seguravam pela... cintura, eu abri minhas pernas e inclinei meu corpo, queria que ele afundasse o rosto em mim, ficamos assim por um tempo até que pedi pra ele afastar a cadeira, então, de frente pra ele, apoiei meu peito na mesa e, abrindo minhas pernas, puxei o fio da minha calcinha fio dental. Segundos depois, senti os beijos dele na minha buceta e também no meu cu, com a bochecha apoiada na mesa, tentava olhar pra ele mas não conseguia. Então, apoiando as mãos na mesa, empurrei pra trás e aí sim, vi o rosto dele perdido em mim, as mãos dele já abrindo minhas nádegas e a língua percorrendo as profundezas do meu ser. Vi a virilha dele e o volume crescido era inegável, toquei nele por um tempo até que ele tirou do short, acariciava suavemente com minha mão fechada, de baixo pra cima, estava bem duro e já com porra na cabeça.
__"Pode?"__ ele me disse
Não respondi, só olhei pra ele, vi ele concentrado em colocar a camisinha, depois me pegou pela cintura e me guiou pra sentar em cima dele
__"Pronto?"__ perguntei
Ele não respondeu, só tirou uma mão de mim e, guiando o pau dele, me fez sentar nele, foi uma sentada até o fundo, senti a presença dele dentro de mim, era bem dotado, não tanto de grossura mas de comprimento, já suspeitava desde quando acariciava ele. Montei de costas por um tempo, as pernas dele eram finas mas aguentavam minhas sentadas, não cediam nada, o estalo da minha bunda batendo nas coxas dele me excitava ainda mais, ele enquanto isso beijava minhas costas e apalpava meus peitos, já sem a regata e o sutiã. Assim gozei uma vez, depois, sem tirar o pau dele de dentro de mim, ele deitou meu peito na mesa e agora era ele quem me comia, o ritmo dele era intenso e forte, as estocadas eram de um animal no cio com a sua mulher, quase não parava, só diminuía um pouco a intensidade e de novo acelerava fundo, o pau dele chegava bem no fundo do meu ser, bem onde há tempos ninguém chegava, repito, não era grosso mas era comprido; enquanto eu me segurava na borda da mesa, quase como dava, sentia que a cada Pegada nele, poderia me jogar no chão com mesa e tudo, gozei assim várias vezes, gozei gemendo como há tempos não fazia, curtia pra caralho meus próprios gemidos, quanto mais eu gemia, mais forte ele me metia. Mal parou pra respirar, não pensei duas vezes, saí de cima dele e, ajoelhada, levantei o pau dele e comecei a passar a língua nos ovos dele. Foi língua, beijos e, finalmente, chupada. Pra minha surpresa, aquela parte do corpo dele também não tinha tanto pelo. Depois tentei com meus dedos achar a ponta da camisinha pra tirar, tava morrendo de vontade de chupar ele, mas não achava a ponta. Parei de lamber os ovos dele e, quando vi a ponta do pau dele, percebi que não tinha camisinha ali, tinha sumido, só tinha o resto do preservativo.
— "Olha" — falei pra ele, sem tirar a mão do pau dele.
— "O que foi?"
— "A ponta não tá... me ajuda a achar" — lá fora continuava escuro, acendi a outra luz e começamos a procurar no chão, mas nada, não aparecia. Não me preocupei, já tinha rolado várias vezes quando transava selvagem.
— "Espera... pode ser que eu esteja com ela dentro" — falei, pegando a mão dele e levando ele pro quarto. Chegando lá, deitei de barriga pra cima e abri as pernas o máximo que pude.
— "Não dá pra ver nada aí?" — perguntei.
Ele se abaixou e senti as mãos dele me examinando.
— "Acho que sim... aí, sim" — ele respondeu.
— "Então tira... vai"
Senti os dedos dele entrando na minha buceta, mexendo de um lado pro outro, isso me excitava pra caralho, evidentemente a área toda tava sensível. Lembro de ter ofegado e pegado meus peitos com as duas mãos, depois de mais uns ofegos, gozei com os dedos dele lá dentro, que não paravam de se mexer.
— "Que safado você é... quer me matar hoje?"
— "Aqui está... achei" — ele aproximou a mão dos meus olhos e mostrou um pedacinho de látex todo encharcado com meus fluidos.
— "Mmmm que pena!!!... não quer continuar procurando? haha"
— "Claro que sim!!"
— "Mas agora com o dedão, né?" — falei enquanto Olhava, não reagi rápido, demorou uns segundos pra entender, mas quando viu meu sorriso sacou do que se tratava e rapidão se levantou e foi pra sala de jantar; enquanto ele ia, olhei de novo pras costas dele, olhei pra bunda e pras pernas tão bem proporcionadas. Na mesma hora ele voltou, quando vi ele de novo abri minhas pernas e com uma mão comecei a me masturbar, ele também bateu uma punheta umas vezes e depois colocou outra camisinha.

__"Agora deixa mais soltinho em cima hein... não abaixa tanto"__ falei

__"Sim sim, claro"__ ele respondeu enquanto apoiava os joelhos na cama e aproximava o pau da minha buceta.

__"Hmm me dá de novo, gostoso"__ falei

Sem responder nada, ele atendeu meu pedido e me comeu de novo com aquele pau lindo, lembro de ter soltado um gemido forte e sentir de novo o pau dele entrando e saindo de mim, igual na sala de jantar, o ritmo era intenso e profundo, claramente era o jeito dele de fazer, pelo menos comigo. Enquanto não parava de me comer, ele pegou meus peitos com as mãos, eles balançavam no ritmo dele e acho que chamaram a atenção dele, primeiro ele acariciou e depois foi apertando bem forte, enquanto eu tocava o cabelo dele e aquelas costas lindas. Não demorou muito mais até eu começar a sentir as fodas ainda mais fortes, lembro que ele começou a falar umas palavras em guarani, acho eu, eu me segurei com as mãos na bunda dele e acompanhava cada movimento em minha direção, eu já tinha gozado entre gemidos mais uma vez mas continuava olhando a cara dele que se transformava, o final tava perto e isso me excitava muito, muito. Aí ele tirou minhas mãos da bunda dele e, apertando as mãos dele contra as minhas, preparou a estocada final.

__"Hmm sim... me dá o leite... me dá tudo"__ lembro de ter falado.

Isso pareceu enfurecer ele e numa rajada de fodas brutais ouvi de novo ele falando coisas incompreensíveis que depois se misturaram com gemidos que terminaram em um ou dois gritos. Senti o pau dele tremer dentro de mim e depois de parar de me comer, senti o leite dele escorrer pra dentro. da camisinha. Enquanto gozava dentro de mim, eu olhava o rosto dele, mais corado e gostoso do que antes, acompanhei aquele momento com meus últimos gemidos de prazer, sentia vontade de gozar junto com ele.
Depois ele saiu de dentro de mim e tirou a camisinha, dessa vez não teve acidente, tava cheinha de porra. Ele se vestiu rápido, enquanto eu pegava meu roupão, acompanhei ele até a porta e nos despedimos com um beijo e sorrisos.

19 comentários - Garra guarani (real)

Garra guarani (real)


Espectacular, una historia genial y muy bien relatada !!

Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...
Gracias, te mando besitos!!!

De nada @bettynna54
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los mios.
que buen relato exitante de principio a fin, gracias por compartir
lo unico que no entiendo del relato es del porque el titulo del post se llama garra guarani? el albañil ario era paraguayo o que?
excelente relato!!! muy buen manejo de los tiempos, recien te descubro en este sitio, te dejo +6 y te sigo desde ahora, vos seguime a mi, sale reco y va mp gracias por compartir
regio22 +1
muy caliente relato rubia, y muy rica cola.
monchon +1
Muy buena historia y relatada,me calentó x demas¡ gracias¡
uf que calentura me agarro al leer el relato. Me gustaria ser yo el guarani, pero me falta. Gracias
mmmmm diosa me dejaste loco de celos, como envidio a ese pendejo
me encantan tus historias, me re calientan, espero ver algun post de fotos reina
que buena imaginacion tiene esta sra me gustaria conocerla