No dia 31 de dezembro vocês vão lembrar disso. Alguém já notou que a noite de Ano Novo é particularmente excitante? Todo mundo está especialmente arrumado e perfumado, tem vinho e champanhe pra todo lado e todos os quartos estão vazios.
Pelo menos é assim na casa da minha avó. A gente se reúne: todos os meus primos, meus tios e alguns vizinhos. Eu sei que sou atraente, sei não só porque me falam, mas porque me esforço pra isso. Malho, aprendo sobre moda e cuido da minha pele. Não só eu, pra todo mundo na minha família ser atraente é importante, e num dia como 31 de dezembro a gente destaca isso, principalmente minhas primas.
Eu nunca tive fantasias incestuosas. Gostava de ouvir as histórias dos outros, mas pensar em fazer com minha família não me dava nada com ninguém. Já era 11:50, ou pelo menos imagino, não contei o tempo. Minha prima Jazmin me pede pra acompanhá-la até o último quarto da casa. Nunca pensei em fazer com minha família, como já disse, não pensei nada de errado. Talvez ela só quisesse ajuda com algo pesado. Na verdade, me pareceu chato e na minha cabeça pensei: "essa já quer encher o saco de novo".
Mas não era assim. Entramos no quarto, tá frio porque deixaram o ar-condicionado ligado. Lá fora tava calor, o que fazia o quarto parecer ainda mais frio. Era um frio gostoso que você sentia na hora, e que eu ignorei completamente por outra sensação muito mais forte: o cheiro do perfume da Jazmin. Não tinha sentido ele a noite toda, mas naquele momento entrou no meu nariz mais forte do que nunca. Jamais vou esquecer. Era de coco, incrivelmente doce, tão doce que intoxicava.
Ela chegou perto de mim, não disse uma palavra. Só começou a morder minha orelha e trancar a porta. Eu sou uma pessoa muito moralista, muitas vezes já disse não pra mulheres só por capricho. Quer dizer, dizer não pra transar com minha prima devia ser muito fácil, mas não foi. De repente, esqueci que ela era minha prima e me concentrei naquele... perfume, naquele vestido branco justo que destacava com a pele morena dela, cabelo castanho e olhos verdes, as linhas finas e delicadas, os peitos dela não são especialmente grandes, são tipo laranjas, mas são firmes e aquele corpo definido por 5 anos de academia, sim, adoráveis, mas excitantes, 1.60.
Ela mordia meu pescoço, chupava embaixo da minha orelha, massageava meu pau, beijava minha orelha com aquele hálito quente cercado pelo frio do quarto, cada vez que mudava de lugar os lábios dela, a sensação de excitação que tinha deixado era tão forte que parecia que fazia tudo ao mesmo tempo.
Meu pau parecia uma barra de aço coberta de veludo, e é aqui que meu verdadeiro eu apareceria, aquele instante que adoro que aconteça, quando sua mente de macho te diz que nenhuma mulher vai te dominar de jeito nenhum, peguei firme nas mãos dela, levantei e a coloquei contra a parede, falei pra ela deixar as mãos pra cima, ela só fez isso, não falou nada, segurei firme na cintura dela, puxei pra perto e comecei a chupar o pescoço dela, falei coloca seus braços no meu pescoço, levantei ela, ela envolveu minha cintura com as pernas, coloquei minhas mãos na bunda dela e beijei ela tão selvagemente quanto o cheiro daquele perfume intoxicava meu ser.
Ela ali, empinada na parede, soltei ela e ela começou a tirar minha roupa, parei ela e o olhar de confusão no rosto dela me fez dar risada quando saí do estado daquele perfume, eu simplesmente odeio quando mulheres tomam a iniciativa, só quero que elas se submetam, quando comecei a descer o decote dela até ver os peitos, ela percebeu isso.
Os peitos dela no ar, iluminados pelas luzes dos fogos de artifício que vinham da janela, empurrei ela contra a parede de novo, desci, subi as pontas dos meus dedos pelas pernas dela até chegar na calcinha fio dental, que tirei de um jeito que achei que devia ser especial, primeiro enfiei devagar os quatro dedos dentro, depois comecei a massagear os lábios dela com meus dois polegares, e com calma fui tirando até que meus Os polegares não alcançavam.
Ela levantou uma perna como pra me ajudar a tirar a calcinha dela e, porra, isso me irrita, mas não falei nada. Ela tá ali, com os peitos de fora, sem calcinha, de pernas abertas e as mãos apoiadas na parede atrás do corpo. Eu queria fazer sexo oral, mas decidi que primeiro queria os peitos dela.
Peguei ela pelo cabelo e joguei na cama. Nesse ponto, eu ainda tava todo vestido. Beijei a boca pequena e macia de puta dela, beijei o pescoço e fui pros peitos. Primeiro, mordisquei o direito enquanto apertava com força o esquerdo, brincando com ele como se fosse uma daquelas bolinhas bem macias. Depois, com a ponta da língua, fiz espirais em cima dele, e a cada espiral, um chupãozinho que fazia um barulhinho e fazia os peitos dela tremerem de leve.
Eu sabia que ela tava segurando a vontade de gritar: "Me fode logo, porra!". Mas se ela fizesse isso, eu ia vazar pra puta que pariu e deixar ela ali, quase nua e excitada, ou talvez ela jogasse o maldito perfume em mim e não rolasse nada. Minha mente tava negociando com o perfume. Eu ia comer ela, mas do meu jeito. Quem caralhos contou pra ela como eu gosto de transar? Será que ela perguntou pra alguma mina que eu peguei? Isso significava que ela queria ficar comigo há muito tempo, mas eu nunca peguei ninguém que ela conhecesse. No fim, decidi que a resposta pra todas essas perguntas era que eu sou muito gato e ela é muito inteligente pra sacar o que um homem quer. Essas respostas simples acalmam minha cabeça.
Agora eu queria provar a buceta dela. Queria ver porque achei que seria linda como o resto da pele dela. Passei a língua e dei mordidinhas desde o joelho dela até chegar no meu destino. Se tão perguntando, tava toda raspada e, com aquela luz, parecia cinza. Passei a ponta da língua pelos lábios dela, descendo e subindo. Num momento, levantei a cabeça pra ver o que ela tava fazendo. O rosto dela tava tenso, igual o meu quando tô prestes a gozar, e as mãos dela... Apertavam os lençóis de seda da minha tia com força.
De repente, penetrei ela com minha língua, que por sinal é especialmente comprida, ou pelo menos gosto de pensar que é, não sei como é sentir uma língua longa entrando e saindo da sua buceta rápido, mas o que você tá imaginando é o que ela sentiu, quando minha língua ficou dormente de dor, cobri a buceta dela com minha boca, e comecei a chupar tudo, depois a mordiscar, fiz ela chupar meus dedos gostosamente e os enfiar na buceta dela, naquele instante senti minha língua de novo, mexia meus dedos dentro da buceta dela como um motor de pás e passava minha língua no clitóris dela, e ouvi ele, aquele "ansshh", um som tão simples que é inconfundível, se a gente é tão atento, os milhares que ela começou a soltar devem ser um orgasmo múltiplo transformado em som, eu tava excitado, ela também, mas minha mente inquieta ainda sob efeito de tanta droga alucinógena ainda tinha que testar outra coisa antes de fazer o tipo de penetrar ela e dar um orgasmo nela.
O perfume, os gemidos, todo o licor que tinha tomado desde as 9 da noite, os fogos de artifício, o cheiro da buceta dela, o açúcar que corria no meu sangue por causa de todos os doces que comi — às vezes, quando vocês tão vivendo um momento perfeito, a mente de vocês não dá uma pausa de um segundo pra dar tempo de agradecer a Deus por ter deixado vocês viverem aquele instante?
Terminei de dar pra ela, levantei da cama, olhei pra ela, ela não me olhava com medo de que eu fosse embora, coloquei as mãos na cintura como um policial impondo autoridade, olhei nos olhos dela e por fim ela disse "o quê?" me aproximei dela, peguei ela por um lado do cabelo, aproximei a orelha dela da minha boca e disse: quero que você respire forte e com o peito.
Ela respirava como as mulheres respiram quando terminam de malhar e tão excitadas, imaginem aquele caramelinho de mel na embalagem branca, com os peitos de fora, as pernas abertas e a maquiagem impecável, levantando os peitos a cada respiração.
Peguei ela pelo cabelo de novo e puxei ela pra perto da parede o suficiente pra ela ter que se apoiar com as mãos, e falei: agora você vai dizer "sou sua puta" e rebolando a bunda. Coloquei minha mão direita de um jeito que meu dedo passasse pelo cu dela e roçasse o clitóris, enquanto ela rebolava eu beijava as costas dela e mordia. "Sou sua puta", "sou sua puta", "pum, pum, pum" — os fogos de artifício.
Naquele momento percebi que tinha duas possibilidades: ou ela tinha um autocontrole foda pra aguentar tudo que eu fazia ela esperar, ou não tava excitada o suficiente pra se ajoelhar na minha frente e pedir um orgasmo. Decidi testar isso submetendo ela à minha vontade de novo.
Sentei numa poltrona que minha tia tem no quarto e falei: tira a roupa como num puteiro. Sim, naquele momento eu ainda tava todo vestido, só tirei os sapatos pra sentar. Ela veio até mim, colocou uma perna no apoio esquerdo da poltrona e com a mão direita desabotoou minha camisa. Fez isso com uma mão porque eu peguei a mão esquerda dela e coloquei no meu pau. Ela tirou meu paletó, a camisa e a camiseta. Falei pra ela beijar meu peito um pouco, que eu adoro isso. Enquanto fazia isso, ela desabotoava minha calça e rebolava a bunda de um jeito tão sedutor. Naquela hora pensei: ela vai fazer oral em mim. Se fizer, posso gozar, e não quero gozar agora. Peguei ela pelo queixo, levantei junto com ela, joguei ela na cama, tirei o vestido dela e tirei minha calça.
Queria me ver impactante. Abri as pernas dela e me posicionei de um jeito que a luz da janela batesse nas minhas costas, e penetrei ela com cuidado. Sabe, no começo sempre dói pro homem. Ela tava tão molhada que pensei que não ia doer nela também. Apertei ela contra meu peito, ela me abraçou, e eu movia meu pau pra dentro e pra fora. Em cada movimento entrava um pouco até entrar por completo, e ela soltou aquele gemido gostoso.
Aí comecei a rebolar eu mesmo. Tava tão excitado que pensei que podia gozar a qualquer momento, mas a parte mais moralista de Minha cabeça me disse que eu não podia fazer ela passar por tudo isso sem dar o orgasmo dela, comecei a pensar em outras coisas pra durar mais, ela rebolava tão gostoso, sabe quando os dois corpos se afastam ao mesmo tempo e a penetração fica muito melhor? Acho que a gente fez isso umas 5 vezes, bem rápido e bem forte, até que ela me abraçou forte e eu comecei a sentir o coração dela batendo acelerado. É nessa hora que você sabe que tem que parar, porque elas ficam muito incomodadas de sentir qualquer coisa na buceta durante e depois do orgasmo. Simplesmente abracei ela e fiquei ali, sentindo o calor da buceta dela no meu pau, abraçando ela, sentindo o perfume, ouvindo os fogos de artifício. A gente ficou assim uns 10 minutos, aí eu saí de dentro dela, me deitei e coloquei ela no meu ombro, comecei a acariciar ela. Falei: "Jazmis, temos que sair". Ela respondeu:
Ela: Tá bom, o que a gente vai falar pros outros?
Eu: Que a gente tava conversando e o tempo passou.
Eu e ela nunca conversávamos muito, mas eu sabia que ninguém ia desconfiar de nada entre dois primos de primeiro grau, e além disso, todo mundo tava bêbado, ninguém ia ligar, como sempre ninguém liga pra nada.
A gente saiu, falamos que estávamos conversando, ela continuou tirando fotos de tudo que via, eu continuei enchendo a cara e os outros continuaram sendo venezuelanos no réveillon.
No dia seguinte, lembrava de muitas coisas, especialmente daquilo. Podia muito bem ter me arrependido, mas não gosto de me arrepender das coisas, não gosto de colecionar lembranças ruins, então tento ver tudo como algo bom. A gente comeu o café da manhã todo mundo junto às 3 da tarde. Mandei um pin pra ela e falei que não queria falar sobre aquilo. Ela respondeu: "Falar sobre o quê?" E eu falei: "Cool". Nunca mais a gente tocou no assunto.
Não gosto de falar sobre o que faço com as mulheres pros meus amigos, porque eles podem ficar sabendo e eu fico parecendo um frouxo fofoqueiro. Mas essa foi a única experiência sexual que eu realmente precisei contar e não consegui. Espero que esteja escondida no mar. da Internet poder contar sem consequências.
Pelo menos é assim na casa da minha avó. A gente se reúne: todos os meus primos, meus tios e alguns vizinhos. Eu sei que sou atraente, sei não só porque me falam, mas porque me esforço pra isso. Malho, aprendo sobre moda e cuido da minha pele. Não só eu, pra todo mundo na minha família ser atraente é importante, e num dia como 31 de dezembro a gente destaca isso, principalmente minhas primas.
Eu nunca tive fantasias incestuosas. Gostava de ouvir as histórias dos outros, mas pensar em fazer com minha família não me dava nada com ninguém. Já era 11:50, ou pelo menos imagino, não contei o tempo. Minha prima Jazmin me pede pra acompanhá-la até o último quarto da casa. Nunca pensei em fazer com minha família, como já disse, não pensei nada de errado. Talvez ela só quisesse ajuda com algo pesado. Na verdade, me pareceu chato e na minha cabeça pensei: "essa já quer encher o saco de novo".
Mas não era assim. Entramos no quarto, tá frio porque deixaram o ar-condicionado ligado. Lá fora tava calor, o que fazia o quarto parecer ainda mais frio. Era um frio gostoso que você sentia na hora, e que eu ignorei completamente por outra sensação muito mais forte: o cheiro do perfume da Jazmin. Não tinha sentido ele a noite toda, mas naquele momento entrou no meu nariz mais forte do que nunca. Jamais vou esquecer. Era de coco, incrivelmente doce, tão doce que intoxicava.
Ela chegou perto de mim, não disse uma palavra. Só começou a morder minha orelha e trancar a porta. Eu sou uma pessoa muito moralista, muitas vezes já disse não pra mulheres só por capricho. Quer dizer, dizer não pra transar com minha prima devia ser muito fácil, mas não foi. De repente, esqueci que ela era minha prima e me concentrei naquele... perfume, naquele vestido branco justo que destacava com a pele morena dela, cabelo castanho e olhos verdes, as linhas finas e delicadas, os peitos dela não são especialmente grandes, são tipo laranjas, mas são firmes e aquele corpo definido por 5 anos de academia, sim, adoráveis, mas excitantes, 1.60.
Ela mordia meu pescoço, chupava embaixo da minha orelha, massageava meu pau, beijava minha orelha com aquele hálito quente cercado pelo frio do quarto, cada vez que mudava de lugar os lábios dela, a sensação de excitação que tinha deixado era tão forte que parecia que fazia tudo ao mesmo tempo.
Meu pau parecia uma barra de aço coberta de veludo, e é aqui que meu verdadeiro eu apareceria, aquele instante que adoro que aconteça, quando sua mente de macho te diz que nenhuma mulher vai te dominar de jeito nenhum, peguei firme nas mãos dela, levantei e a coloquei contra a parede, falei pra ela deixar as mãos pra cima, ela só fez isso, não falou nada, segurei firme na cintura dela, puxei pra perto e comecei a chupar o pescoço dela, falei coloca seus braços no meu pescoço, levantei ela, ela envolveu minha cintura com as pernas, coloquei minhas mãos na bunda dela e beijei ela tão selvagemente quanto o cheiro daquele perfume intoxicava meu ser.
Ela ali, empinada na parede, soltei ela e ela começou a tirar minha roupa, parei ela e o olhar de confusão no rosto dela me fez dar risada quando saí do estado daquele perfume, eu simplesmente odeio quando mulheres tomam a iniciativa, só quero que elas se submetam, quando comecei a descer o decote dela até ver os peitos, ela percebeu isso.
Os peitos dela no ar, iluminados pelas luzes dos fogos de artifício que vinham da janela, empurrei ela contra a parede de novo, desci, subi as pontas dos meus dedos pelas pernas dela até chegar na calcinha fio dental, que tirei de um jeito que achei que devia ser especial, primeiro enfiei devagar os quatro dedos dentro, depois comecei a massagear os lábios dela com meus dois polegares, e com calma fui tirando até que meus Os polegares não alcançavam.
Ela levantou uma perna como pra me ajudar a tirar a calcinha dela e, porra, isso me irrita, mas não falei nada. Ela tá ali, com os peitos de fora, sem calcinha, de pernas abertas e as mãos apoiadas na parede atrás do corpo. Eu queria fazer sexo oral, mas decidi que primeiro queria os peitos dela.
Peguei ela pelo cabelo e joguei na cama. Nesse ponto, eu ainda tava todo vestido. Beijei a boca pequena e macia de puta dela, beijei o pescoço e fui pros peitos. Primeiro, mordisquei o direito enquanto apertava com força o esquerdo, brincando com ele como se fosse uma daquelas bolinhas bem macias. Depois, com a ponta da língua, fiz espirais em cima dele, e a cada espiral, um chupãozinho que fazia um barulhinho e fazia os peitos dela tremerem de leve.
Eu sabia que ela tava segurando a vontade de gritar: "Me fode logo, porra!". Mas se ela fizesse isso, eu ia vazar pra puta que pariu e deixar ela ali, quase nua e excitada, ou talvez ela jogasse o maldito perfume em mim e não rolasse nada. Minha mente tava negociando com o perfume. Eu ia comer ela, mas do meu jeito. Quem caralhos contou pra ela como eu gosto de transar? Será que ela perguntou pra alguma mina que eu peguei? Isso significava que ela queria ficar comigo há muito tempo, mas eu nunca peguei ninguém que ela conhecesse. No fim, decidi que a resposta pra todas essas perguntas era que eu sou muito gato e ela é muito inteligente pra sacar o que um homem quer. Essas respostas simples acalmam minha cabeça.
Agora eu queria provar a buceta dela. Queria ver porque achei que seria linda como o resto da pele dela. Passei a língua e dei mordidinhas desde o joelho dela até chegar no meu destino. Se tão perguntando, tava toda raspada e, com aquela luz, parecia cinza. Passei a ponta da língua pelos lábios dela, descendo e subindo. Num momento, levantei a cabeça pra ver o que ela tava fazendo. O rosto dela tava tenso, igual o meu quando tô prestes a gozar, e as mãos dela... Apertavam os lençóis de seda da minha tia com força.
De repente, penetrei ela com minha língua, que por sinal é especialmente comprida, ou pelo menos gosto de pensar que é, não sei como é sentir uma língua longa entrando e saindo da sua buceta rápido, mas o que você tá imaginando é o que ela sentiu, quando minha língua ficou dormente de dor, cobri a buceta dela com minha boca, e comecei a chupar tudo, depois a mordiscar, fiz ela chupar meus dedos gostosamente e os enfiar na buceta dela, naquele instante senti minha língua de novo, mexia meus dedos dentro da buceta dela como um motor de pás e passava minha língua no clitóris dela, e ouvi ele, aquele "ansshh", um som tão simples que é inconfundível, se a gente é tão atento, os milhares que ela começou a soltar devem ser um orgasmo múltiplo transformado em som, eu tava excitado, ela também, mas minha mente inquieta ainda sob efeito de tanta droga alucinógena ainda tinha que testar outra coisa antes de fazer o tipo de penetrar ela e dar um orgasmo nela.
O perfume, os gemidos, todo o licor que tinha tomado desde as 9 da noite, os fogos de artifício, o cheiro da buceta dela, o açúcar que corria no meu sangue por causa de todos os doces que comi — às vezes, quando vocês tão vivendo um momento perfeito, a mente de vocês não dá uma pausa de um segundo pra dar tempo de agradecer a Deus por ter deixado vocês viverem aquele instante?
Terminei de dar pra ela, levantei da cama, olhei pra ela, ela não me olhava com medo de que eu fosse embora, coloquei as mãos na cintura como um policial impondo autoridade, olhei nos olhos dela e por fim ela disse "o quê?" me aproximei dela, peguei ela por um lado do cabelo, aproximei a orelha dela da minha boca e disse: quero que você respire forte e com o peito.
Ela respirava como as mulheres respiram quando terminam de malhar e tão excitadas, imaginem aquele caramelinho de mel na embalagem branca, com os peitos de fora, as pernas abertas e a maquiagem impecável, levantando os peitos a cada respiração.
Peguei ela pelo cabelo de novo e puxei ela pra perto da parede o suficiente pra ela ter que se apoiar com as mãos, e falei: agora você vai dizer "sou sua puta" e rebolando a bunda. Coloquei minha mão direita de um jeito que meu dedo passasse pelo cu dela e roçasse o clitóris, enquanto ela rebolava eu beijava as costas dela e mordia. "Sou sua puta", "sou sua puta", "pum, pum, pum" — os fogos de artifício.
Naquele momento percebi que tinha duas possibilidades: ou ela tinha um autocontrole foda pra aguentar tudo que eu fazia ela esperar, ou não tava excitada o suficiente pra se ajoelhar na minha frente e pedir um orgasmo. Decidi testar isso submetendo ela à minha vontade de novo.
Sentei numa poltrona que minha tia tem no quarto e falei: tira a roupa como num puteiro. Sim, naquele momento eu ainda tava todo vestido, só tirei os sapatos pra sentar. Ela veio até mim, colocou uma perna no apoio esquerdo da poltrona e com a mão direita desabotoou minha camisa. Fez isso com uma mão porque eu peguei a mão esquerda dela e coloquei no meu pau. Ela tirou meu paletó, a camisa e a camiseta. Falei pra ela beijar meu peito um pouco, que eu adoro isso. Enquanto fazia isso, ela desabotoava minha calça e rebolava a bunda de um jeito tão sedutor. Naquela hora pensei: ela vai fazer oral em mim. Se fizer, posso gozar, e não quero gozar agora. Peguei ela pelo queixo, levantei junto com ela, joguei ela na cama, tirei o vestido dela e tirei minha calça.
Queria me ver impactante. Abri as pernas dela e me posicionei de um jeito que a luz da janela batesse nas minhas costas, e penetrei ela com cuidado. Sabe, no começo sempre dói pro homem. Ela tava tão molhada que pensei que não ia doer nela também. Apertei ela contra meu peito, ela me abraçou, e eu movia meu pau pra dentro e pra fora. Em cada movimento entrava um pouco até entrar por completo, e ela soltou aquele gemido gostoso.
Aí comecei a rebolar eu mesmo. Tava tão excitado que pensei que podia gozar a qualquer momento, mas a parte mais moralista de Minha cabeça me disse que eu não podia fazer ela passar por tudo isso sem dar o orgasmo dela, comecei a pensar em outras coisas pra durar mais, ela rebolava tão gostoso, sabe quando os dois corpos se afastam ao mesmo tempo e a penetração fica muito melhor? Acho que a gente fez isso umas 5 vezes, bem rápido e bem forte, até que ela me abraçou forte e eu comecei a sentir o coração dela batendo acelerado. É nessa hora que você sabe que tem que parar, porque elas ficam muito incomodadas de sentir qualquer coisa na buceta durante e depois do orgasmo. Simplesmente abracei ela e fiquei ali, sentindo o calor da buceta dela no meu pau, abraçando ela, sentindo o perfume, ouvindo os fogos de artifício. A gente ficou assim uns 10 minutos, aí eu saí de dentro dela, me deitei e coloquei ela no meu ombro, comecei a acariciar ela. Falei: "Jazmis, temos que sair". Ela respondeu:
Ela: Tá bom, o que a gente vai falar pros outros?
Eu: Que a gente tava conversando e o tempo passou.
Eu e ela nunca conversávamos muito, mas eu sabia que ninguém ia desconfiar de nada entre dois primos de primeiro grau, e além disso, todo mundo tava bêbado, ninguém ia ligar, como sempre ninguém liga pra nada.
A gente saiu, falamos que estávamos conversando, ela continuou tirando fotos de tudo que via, eu continuei enchendo a cara e os outros continuaram sendo venezuelanos no réveillon.
No dia seguinte, lembrava de muitas coisas, especialmente daquilo. Podia muito bem ter me arrependido, mas não gosto de me arrepender das coisas, não gosto de colecionar lembranças ruins, então tento ver tudo como algo bom. A gente comeu o café da manhã todo mundo junto às 3 da tarde. Mandei um pin pra ela e falei que não queria falar sobre aquilo. Ela respondeu: "Falar sobre o quê?" E eu falei: "Cool". Nunca mais a gente tocou no assunto.
Não gosto de falar sobre o que faço com as mulheres pros meus amigos, porque eles podem ficar sabendo e eu fico parecendo um frouxo fofoqueiro. Mas essa foi a única experiência sexual que eu realmente precisei contar e não consegui. Espero que esteja escondida no mar. da Internet poder contar sem consequências.
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