Capítulo 3
Luana e Flor, minhas filhas, me surpreendem com o comentário delas dizendo que o jogo tá no melhor momento e que a gente tem que continuar. Ale pergunta como a gente segue ou o que a gente joga, tava muito quente ver todo mundo pelado assim andando pela sala, se acomodando nos sofás. Nisso, olho pra Pato, que abraçava a Marialaura, a irmã mais velha dela, assim peladas como estavam, peito contra peito… Decidimos continuar jogando assim em grupo de três contra três, com prendas de dez minutos e partidas rápidas de truco. O primeiro par a jogar fomos nós: eu, Ale e Lupi contra Pato, Fer e Mari, enquanto Flor e as meninas assistiam sentadas num sofá na nossa frente, a Flor quase sentada em cima da Any. Numa jogada rápida, perdemos fácil e agora é esperar as prendas. Pato abraça as meninas e pensa na prenda rápido, e nos diz: "Dani, bate uma pro Ale". E essa prenda eu amei. Ale, sentado como tava, se acomodou melhor, Lupi do lado dele só olhava. Eu peguei na rola dele e devagar comecei a tocar. Flor controlava os minutos com o celular. Eu apertava com as mãos, subindo e descendo, deixando a cabecinha de fora. As meninas sentadas ao nosso redor olhavam tudo. Lupi, do lado do Ale, mordia o lábio inferior. Eu sei que ela nunca tocou numa rola ainda, então peguei a mãozinha dela e levei junto com a minha pra ela tocar de leve. Ela apoiou os dedos da mão no tronco, acariciando.
— Toca, bebê, assim devagar, sentindo como ele tá duro.
— Ai, mana, que sensação gostosa, posso bater uma pra ele? — me disse Lupi.
Alejandro totalmente excitado só de levar bronha da gente. Ver como todas nos olhavam, esperando, me deixava ainda mais molhada. E ainda ouvir aquela pelada pornô de fundo, mais ainda.
— Assim, pá, cê gosta? Faço bem assim?
— Sim, coração, continua assim que eu gosto do jeito que cê faz — dizia Ale entre gemidos.
Nisso, vejo que Ale estica a mão e pega um peitinho da Lupi, apertando um mamilo com dois dedos, e ela geme de prazer. Ao ouvir ela, sinto que fico toda molhada e passo um dedinho entre os lábios. Olho pra minha… ao redor e o Pato tinha o dedinho dentro, mexendo tudo, e Noé se tocando os peitos devagar. Eu agarrei ela e fiz a Lupi tocar nos ovos dele, acariciar, enquanto a Ale massageava o peito direito dela, e o tempo passa muito rápido. A gente se ajeita de novo e começa o jogo das minas. Ver tantos corpos nus e tão gostosos todos, sem saber o que pode rolar. A Fê e a galera dela tão ganhando, do meu lado ainda sentados, a Ale com a mão na perna da Lu, quase tocando a buceta dela, bem pertinho daquela risquinha. Eu com as pernas bem abertas, assim se quiserem olhar, que me vejam como tô molhada. No final, o time do Pato ganha e falam a prenda: sentar uma do lado da outra e cada uma se masturbar sozinha. Se ajeitam a Noé, a Florencia, minha nena no meio, e do lado a Analía. Que lindo ver como elas abrem as pernas e começam a se tocar, cada uma no seu corpo. Eu olhava pra Flor, queria ver o que minha filha tava fazendo, como se tocava na frente de todo mundo, e verdade, nem vergonha tinha. Ela passava dois dedos de cima pra baixo na buceta, molhando eles e levando à boca, saboreando o suco, e depois enfiava até o fundo, primeiro um, depois dois, até três dedos entravam como se fosse nada. Ela gemia que nem uma louca. E a Noelia abria a buceta com uma mão e com a outra apertava o clitóris em círculos. E a Any, com as pernas bem abertas, quase em cima das minas, só se tocava nos peitos, apertando eles forte e gemendo, mas da buceta dela saía tanto suco que escorria até a raba e molhava o sofá. Nisso, olho pra Ale e vejo a Lupi masturbando ele devagar. O Pato e a Fê se tocam nas pernas, olhando como as minas tão se punhetando. O tempo acaba e todo mundo para de fazer o que tava fazendo como se nada. Chegou nossa vez de jogar contra o Pato e o grupo dele. A gente perde de novo, acho que foi de propósito pra fazer a prenda, haja. Ouvimos a prenda e falam pra Ale me chupar. Assim sentada, abro as pernas pra receber essa chupada. Ele se ajoelha na minha frente e eu coloco minhas pernas nos ombros dele. ombros, abro meus lábios com as mãos e sinto a língua dele percorrendo minha buceta, como ele toma meus sucos, enfiava a língua toda, chupava meu clitóris, eu já morria de vontade de gozar mas não queria tão rápido, gritava como louca de prazer e Lupi olhando, pergunta o que ela faz enquanto isso e Fernanda ordena que ela chupe a Ale, assim como ele estava entre minhas pernas ajoelhado — e como eu faço se ele está ajoelhado?
— Vem cá, love, deita de costas entre as pernas dele — Pato fala pra Lu. Então Luana se deita assim de costas com a cabecinha debaixo das bolas do Ale e começa a lamber elas, senti naquele exato momento como o Ale esquentava mais ao saber que sua neném chupava suas bolas, então vem a Fer e pega a pica do Ale e direciona pra boquinha da Lu e ela enfia a cabecinha da pica na boca, rodeando com os lábios, eu tô pronta pra gozar como louca ao ver e sentir tanto prazer, Fer não largava a pica do Ale e batia uma enquanto Lu chupava, o tempo acaba e não me deixaram gozar, então tô toda molhada, minha buceta e minha bunda… Alejandro levanta e se acomoda de novo no sofá e Florencia senta no colo dele, nua como está, ele a envolve com os braços tocando os peitos dela, vejo os gestos de prazer da Florencia nas pernas dele e percebo que é por causa daquela pica dura enfiada na racha da bunda dela. Como já era muito tarde, damos fim ao jogo por hoje infelizmente. Começamos a arrumar tudo enquanto Pato, Fer e Mari se vestem pra ir pra casa já que amanhã tem escola, tem que dormir cedo, nos olhávamos todos e dava pra ver o tesão que tinha ficado. Depois que elas foram embora com Ale e as meninas, assim nus como estávamos, nos preparamos pra dormir, Lupi e Flor dão um beijo e vão pro quarto. Com Ale ficamos sozinhos e ele começa a passar a mão em mim, eu tão excitada que estava, me ajoelho e enfio a pica na boca, começo a chupar como louca ouvindo o gemido do Ale, mais me excita, Ale senta no sofá eu de costas pra ele vou me sentando no cock dele deixando que ele vá me abrindo a pussy. quando entra, começo a me mexer pra cima e pra baixo deixando que entre tudo de uma vez, forte, do jeito que eu gosto. de costas, assim como tô, levanto um pouquinho, pego o cock dele com a mão e guio até a entrada da minha bunda e me sento de uma vez, deixando que entre tudo. como já tava tão molhada, não custou nem doeu. quando fiz isso, fiquei parada sentindo ele todo dentro de mim. Ale pega meus cachos e me abre mais a bunda, dando passagem pro cock dele, tão duro dentro do meu corpo. sinto ele me enchendo de cum quente no meu cu todo e sinto que vou gozando uma atrás da outra, enquanto sai suco da minha pussy. me levanto e sinto escorrendo entre minhas pernas. totalmente exaustos, tomamos um banho juntos e vamos pra cama.
Segunda de manhã, mais um começo de semana. preparo o café da manhã, mate pra mim e pro Ale, e café pras meninas tomarem antes de ir pro colégio. nisso, vejo elas vindo juntas pra cozinha, peladas como tinham ido dormir ontem, sem nenhuma vergonha ao andar. Ale ainda não tinha descido do quarto, mas acho que vai gostar da imagem dessa manhã. quando Ale desce pro café, nos vê as três: eu de lingerie e as meninas completamente nuas. ele dá um beijo na bochecha de cada uma e senta como se nada fosse. sirvo o café e Alejandro, olhando pras meninas, fala: "amores, se de agora em diante vai ser assim, tem que ficar só entre nós, ninguém mais. a nudez é algo lindo se a gente compartilha só dentro dessas paredes de casa."
— sim, pai, seria nosso segredo, só nosso e das meninas quando vierem — fala Lupi.
— é algo que a gente gostou e se sentiu confortável ficando assim peladas na frente de vocês. antes de vir, a gente conversou com a Flor e ela também gostou da ideia de andar assim em casa enquanto der.
"bom, agora vão se trocar que tem colégio", falo. "à tarde a gente continua conversando sobre todas essas novas regras da casa. Vou pro trabalho, a Lupi vai pra escola e a Florença pra faculdade, eu fico sozinha em casa limpando e cozinhando pra quando as meninas chegarem pra almoçar. Já que tô sozinha, decido ver como é andar pelada pela casa enquanto limpo. Andando assim nua, vou ficando excitada ao me abaixar pra arrumar as coisas, lembrando do que aconteceu ontem, e sem perceber já tava me tocando na pussy peladinha, passando os dedos nos meus lábios vaginais e me sentindo molhada de novo. Começo a cozinhar antes das meninas chegarem, ficar assim me deixa com muito tesão, com vontade de foder que não aguento mais. Enquanto preparo a comida, vou passando a mão devagar nos peitos, pego uma concha da pia e vou passando pela minha ranhura, tão molhada que vou enfiando o cabo devagar, de pernas abertas, assim em pé contra a pia. Me apoio nos cotovelos pra me acomodar melhor e direciono pra entrada do meu tiny ass, encosto no buraquinho e vou enfiando suave, mmm. Já sinto o cabo todo no meu cu e começo a mexer devagar, tirando e enfiando tudo enquanto me toco com os dedos no clitóris. Adoro gozar pela booty, é o maior prazer que sinto. Tiro e enfio na minha pussy bem quente e assim volto a meter no meu cu aberto, me fodo por um bom tempo até gozar como uma slut... mm, que prazer me masturbar assim sozinha. Já tava quase na hora da Luana chegar, então vou pro banheiro e tomo uma ducha pra ficar limpinha quando ela chegar. De volta na cozinha, esperando a comida ficar pronta, ouço a chave na porta abrindo, com um pouco de medo de estar assim pelada. A porta abre e era a Lu só, sorte a minha. Ela vem na minha direção, me dá um beijo, larga a mochila na cadeira e pega um copo de suco na geladeira. Me olha e sorri, eu devolvo o sorriso e vejo ela tão linda vestida com aquela saia xadrez azul do colégio, que fica acima dos joelhos, quase como uma minissaia, uma camisa branca justa no corpo e a gravatinha azul combinando com a saia.
— Mãe, cê tá... Gostou de andar assim? Ficou a manhã inteira pelada?
– Si, kkkk. Gostou, viu? Me animei, kkkk.
– Te incomoda se eu fizer também, pai?
– Não, coração. Se você quiser fazer, nessa casa mudou muita coisa. Agora somos livres pra tudo.
– O que cê tá fazendo de gostoso, mãe?
– Bife à milanesa com batata frita, amor.
– Quer que eu ajude?
– Sim, bora. Falta pouco mesmo. Assim você não se suja, falei pra ela… Do meu lado, como estava, começa a desabotoar a camisa, tirando ela toda, ficando só num sutiã rosa com bojo. Tira a saia, descendo ela toda, mostrando a calcinha fio-dental branca. Ficando de calcinha e sutiã, se aproxima de mim e me ajuda. Nisso, ouve a porta abrir e é a Florença que volta da faculdade. Ela chega perto da gente e fala: “Uau, vocês tão bem à vontade, hein, kkkk. E eu aqui toda vestida e suada da viagem.” A Lu responde: “Então tira a roupa e ajuda a gente.” Ela tava vestida com uma calça jeans justa e uma regata, com salto alto. Minha filha mais velha é linda demais. A Lupi chega nela e dá um beijinho nos lábios, cumprimentando. A Flor retribui o beijo e vem na minha direção, me dando um igual na boca. Sentir os lábios dela nos meus me despertava umas coisas que nunca tinha sentido. Então a Luana ajuda ela a tirar a regata. Ela tá com um sutiã azul com bordas pretas. Os peitos dela são muito lindos, parecem que vão explodir dentro do sutiã. E ela termina de tirar o jeans num segundo, gira e mostra uma calcinha vermelha bem pequenininha. Vem e me abraça por trás, pelas minhas costas. Sinto o sutiã duro dela em mim, e ela me rodeia com os braços, pegando um dos meus peitos pelados com a mão. Fica me apalpando por um bom tempo até sentir meu mamilo durinho. Ela aperta com dois dedinhos e ri. Termino de cozinhar e levo as coisas pra copa, onde a gente sempre come ao meio-dia. A Flor, antes de servir, tira o sutiã. Vejo os peitos dela com aqueles mamilos marronzinhos bem durinhos, e ela apoia eles na mesa. A Lupi olha pra ela e dá um tapinha suave, fazendo eles balançarem de um lado pro outro. A Flor dá um gritinho e se aproxima da irmã, e de um puxão arranca o sutiã dela, deixando ela só de calcinha. Peitos também, mas ela se cobre, tem vergonha de quase não ter peitos. Comemos conversando enquanto isso, e depois vamos pra sala e elas terminam de se despir. A gente senta pra ver TV, as três, antes do Alejandro chegar do trabalho. Daqui a pouco, escuto ele abrindo a porta da entrada, larga a pasta na entrada e vem pra onde a gente tava vendo TV. Me dá um beijo na boca e cumprimenta as meninas com um beijo no rosto, uma por uma. Elas levantam do sofá, rodeiam ele e começam a tirar a roupa dele: primeiro o paletó, depois a camisa, e a Lu ajoelhada tira a calça social, deixando ele de cueca, que não dura muito tempo — ela já puxa tudo pra baixo de uma vez, tirando completamente, deixando ele pelado na nossa frente. Eu só observava a cena, o Ale só se deixava fazer pelas meninas. Vou até a cozinha e trago algo pra ele beber. Ele, parado no meio da sala, pelado, sem saber o que fazer. A Flor pega na mão dele e faz ele sentar do meu lado, e senta numa perna só dele, apoiando a buceta na coxa dele.
— Tá confortável, pai? Ou tô pesada? — ela pergunta.
— Não, amor, pelo contrário, tô mais confortável do que nunca.
— Posso fazer isso, pai? — fala a Luana. E pega na rola mole dele e começa a masturbar ele. Eu só olhava, sem fazer nada, deixando eles curtirem o momento. Quando a Lu sente que já tá bem dura, ela se ajoelha e passa a linguinha na cabecinha. A Flor, sentada na perna dele, começa a se mexer, esfregando a buceta no Alejandro. Ele estica a mão e aperta os peitos da Flor. Eu levanto, dando espaço pra eles brincarem, e me posiciono atrás da Lupi. O Ale pega a Flor pela cintura e faz ela levantar, puxa ela contra ele, de costas, e faz a Flor ir descendo devagar sobre a rola dele, sumindo toda dentro da buceta da Florencia. E eu escuto ela gemer e pedir pra ele comer ela. A Lupi não parava de chupar o que ficava pra fora da buceta da Flor, chupando também a buceta dela. Como tô atrás da Luana, me agacho e passo o dedinho na buceta dela, que tá toda molhada. Ensopada, não tive coragem de enfiar o dedo nela porque ela ainda é virgem, então fui pra bundinha dela. Chupei meu dedo e voltei a tocar o buraquinho da raba dela, e dessa vez fiz pressão e enfiei. Ela parou de chupar, se virou e me olhou nos olhos com cara de prazer e deixou eu enfiar mais. Tava tão lubrificada que era fácil enfiar tudo, primeiro um e depois dois naquele bumbum virginal. Florença se levanta de cima da Ale e fica de quatro, apoiada no sofá, empinando aquela bundinha fechada. Ao ver ela assim, não aguentei e me ajoelhei atrás dela e comecei a chupar o cu dela, algo molhado. Enfiava a língua até onde dava, enquanto com meus dedos massageava o clitóris dela. Era a primeira vez que chupava uma bunda de mulher, e ainda por cima ser da minha filha me deixava muito excitado. Lupi anda na frente da Flor e senta com as pernas abertas na frente dela, entregando toda a buceta dela pra Flor lamber inteira. Ela passa a língua na buceta enquanto Lupi se masturba. Alejandro, olhando, se aproxima por trás de mim e enfia a pica no meu cu sem dizer nada. Sinto que me parte ao meio de tanta dor, sinto os ovos dele batendo nas minhas nádegas… Lupi pergunta: "Tá doendo, mãe?" — "Não, amor, é uma dor gostosa, sentir ele abrindo meu cu", falo, parando de chupar a raba da Flor.
— Enfia o dedo na Flor — diz Luana.
— Não, mãe, nunca fiz pelo cu, mãe, nunca deixei ninguém fazer nada em mim.
Eu sabia que Florença não era virgem de buceta, mas pelo cu nunca pensei que ela não tivesse feito nada. Ao ouvir isso, Ale parou de me penetrar e disse pra eu deixar que ele ia continuar no cu da Florença. Então me levantei e deixei ele continuar chupando. Ele enfiava tanta língua que o buraquinho já tava quase dilatado, e coloca a ponta do dedo na entrada e enfia devagar até quase a metade, mexendo pra dentro. Cada vez mais perto, chupo meu dedo indicador e enfio junto com o dedo do Ale no cu da Flor. Ela grita, parando de chupar a buceta da Lupi. Enfiamos e tiramos. Juntos os dois, ao tirar, vemos como deixamos ela aberta e ela se fecha de novo na hora. Beijo o Ale na boca e falo pra ele encostar a pica na entrada da buceta. Ale fica atrás, eu seguro as nádegas dela e abro, deixando aquele cu aberto pra ele. Lupi levanta do sofá e vem atrás pra ver o que a gente ia fazer. Flor só se deixava, não dizia nada, mas eu intuía que o Ale queria arrebentar o cu dela. Pronto, com a pica na mão, Ale se aproxima e encosta a cabecinha na entrada, e o buraquinho se abre um pouquinho, como se soubesse o que vinha depois. Devagar, a cabeça da pica ia sumindo, bem suave. Florencia só geme ao sentir. Num movimento, ele mete cada vez mais. Vemos como o cu da minha bebê se abre.
– O que você sente, Flor? – Luana pergunta.
– Adoro, Lu. Você não sabe como eu sinto ela dentro do meu corpo. Arde, mas eu gosto muito… Sim, pai, mete tudo, adoro, sim, Mmm – Você gosta da pica do papai, bebê? Olha que ainda falta meter mais.
– Mete tudo, vai, não aguento, mete mais, mais, vai.
– Dani, abre mais a buceta dela com as mãos – Ale me fala – Assim eu meto até as bolas.
– Me dá, papai, me dá pica, me dá mais, mais, mmm.
– Como você gosta, putinha. Vou arrebentar seu cu, você não vai mais sentar.
– Sim, abre meu cu, desvirga tudo. Quero essa porra dentro de mim – Ale se move bem forte, metendo cada vez mais. Flor só grita e geme de prazer. Não paro de olhar como o cu da minha filha fica. Luana, do meu lado, aperta as tetinhas e a buceta, sem parar de olhar como tão comendo a irmã dela. Nisso, dá pra ver que o Alejandro tava gozando. Cada vez que ele tirava um pouco a pica, saía porra do buraquinho da Flor. Ela pedia mais e mais. Quando termina, ele tira, deixando a buceta dela bem aberta e com a porra saindo e escorrendo até a buceta… Passo o dedinho, junto tudo e meto os dedos na boca. Saboreio. Junto um pouco mais e dou pra Lupi provar, que não parava de se tocar. Aproximo meu dedo aos lábios dela. Ela abre a boca e chupa meu dedo, saboreando a porra do Ale, que é muito gostosa. prova e gosta, se levanta e começa a chupar o cu da flor, tomando a porra que sai do buraco dela.
Depois de um dia tão intenso e gostoso, a gente se despede à noite antes de dormir…
Luana e Flor, minhas filhas, me surpreendem com o comentário delas dizendo que o jogo tá no melhor momento e que a gente tem que continuar. Ale pergunta como a gente segue ou o que a gente joga, tava muito quente ver todo mundo pelado assim andando pela sala, se acomodando nos sofás. Nisso, olho pra Pato, que abraçava a Marialaura, a irmã mais velha dela, assim peladas como estavam, peito contra peito… Decidimos continuar jogando assim em grupo de três contra três, com prendas de dez minutos e partidas rápidas de truco. O primeiro par a jogar fomos nós: eu, Ale e Lupi contra Pato, Fer e Mari, enquanto Flor e as meninas assistiam sentadas num sofá na nossa frente, a Flor quase sentada em cima da Any. Numa jogada rápida, perdemos fácil e agora é esperar as prendas. Pato abraça as meninas e pensa na prenda rápido, e nos diz: "Dani, bate uma pro Ale". E essa prenda eu amei. Ale, sentado como tava, se acomodou melhor, Lupi do lado dele só olhava. Eu peguei na rola dele e devagar comecei a tocar. Flor controlava os minutos com o celular. Eu apertava com as mãos, subindo e descendo, deixando a cabecinha de fora. As meninas sentadas ao nosso redor olhavam tudo. Lupi, do lado do Ale, mordia o lábio inferior. Eu sei que ela nunca tocou numa rola ainda, então peguei a mãozinha dela e levei junto com a minha pra ela tocar de leve. Ela apoiou os dedos da mão no tronco, acariciando.
— Toca, bebê, assim devagar, sentindo como ele tá duro.
— Ai, mana, que sensação gostosa, posso bater uma pra ele? — me disse Lupi.
Alejandro totalmente excitado só de levar bronha da gente. Ver como todas nos olhavam, esperando, me deixava ainda mais molhada. E ainda ouvir aquela pelada pornô de fundo, mais ainda.
— Assim, pá, cê gosta? Faço bem assim?
— Sim, coração, continua assim que eu gosto do jeito que cê faz — dizia Ale entre gemidos.
Nisso, vejo que Ale estica a mão e pega um peitinho da Lupi, apertando um mamilo com dois dedos, e ela geme de prazer. Ao ouvir ela, sinto que fico toda molhada e passo um dedinho entre os lábios. Olho pra minha… ao redor e o Pato tinha o dedinho dentro, mexendo tudo, e Noé se tocando os peitos devagar. Eu agarrei ela e fiz a Lupi tocar nos ovos dele, acariciar, enquanto a Ale massageava o peito direito dela, e o tempo passa muito rápido. A gente se ajeita de novo e começa o jogo das minas. Ver tantos corpos nus e tão gostosos todos, sem saber o que pode rolar. A Fê e a galera dela tão ganhando, do meu lado ainda sentados, a Ale com a mão na perna da Lu, quase tocando a buceta dela, bem pertinho daquela risquinha. Eu com as pernas bem abertas, assim se quiserem olhar, que me vejam como tô molhada. No final, o time do Pato ganha e falam a prenda: sentar uma do lado da outra e cada uma se masturbar sozinha. Se ajeitam a Noé, a Florencia, minha nena no meio, e do lado a Analía. Que lindo ver como elas abrem as pernas e começam a se tocar, cada uma no seu corpo. Eu olhava pra Flor, queria ver o que minha filha tava fazendo, como se tocava na frente de todo mundo, e verdade, nem vergonha tinha. Ela passava dois dedos de cima pra baixo na buceta, molhando eles e levando à boca, saboreando o suco, e depois enfiava até o fundo, primeiro um, depois dois, até três dedos entravam como se fosse nada. Ela gemia que nem uma louca. E a Noelia abria a buceta com uma mão e com a outra apertava o clitóris em círculos. E a Any, com as pernas bem abertas, quase em cima das minas, só se tocava nos peitos, apertando eles forte e gemendo, mas da buceta dela saía tanto suco que escorria até a raba e molhava o sofá. Nisso, olho pra Ale e vejo a Lupi masturbando ele devagar. O Pato e a Fê se tocam nas pernas, olhando como as minas tão se punhetando. O tempo acaba e todo mundo para de fazer o que tava fazendo como se nada. Chegou nossa vez de jogar contra o Pato e o grupo dele. A gente perde de novo, acho que foi de propósito pra fazer a prenda, haja. Ouvimos a prenda e falam pra Ale me chupar. Assim sentada, abro as pernas pra receber essa chupada. Ele se ajoelha na minha frente e eu coloco minhas pernas nos ombros dele. ombros, abro meus lábios com as mãos e sinto a língua dele percorrendo minha buceta, como ele toma meus sucos, enfiava a língua toda, chupava meu clitóris, eu já morria de vontade de gozar mas não queria tão rápido, gritava como louca de prazer e Lupi olhando, pergunta o que ela faz enquanto isso e Fernanda ordena que ela chupe a Ale, assim como ele estava entre minhas pernas ajoelhado — e como eu faço se ele está ajoelhado?
— Vem cá, love, deita de costas entre as pernas dele — Pato fala pra Lu. Então Luana se deita assim de costas com a cabecinha debaixo das bolas do Ale e começa a lamber elas, senti naquele exato momento como o Ale esquentava mais ao saber que sua neném chupava suas bolas, então vem a Fer e pega a pica do Ale e direciona pra boquinha da Lu e ela enfia a cabecinha da pica na boca, rodeando com os lábios, eu tô pronta pra gozar como louca ao ver e sentir tanto prazer, Fer não largava a pica do Ale e batia uma enquanto Lu chupava, o tempo acaba e não me deixaram gozar, então tô toda molhada, minha buceta e minha bunda… Alejandro levanta e se acomoda de novo no sofá e Florencia senta no colo dele, nua como está, ele a envolve com os braços tocando os peitos dela, vejo os gestos de prazer da Florencia nas pernas dele e percebo que é por causa daquela pica dura enfiada na racha da bunda dela. Como já era muito tarde, damos fim ao jogo por hoje infelizmente. Começamos a arrumar tudo enquanto Pato, Fer e Mari se vestem pra ir pra casa já que amanhã tem escola, tem que dormir cedo, nos olhávamos todos e dava pra ver o tesão que tinha ficado. Depois que elas foram embora com Ale e as meninas, assim nus como estávamos, nos preparamos pra dormir, Lupi e Flor dão um beijo e vão pro quarto. Com Ale ficamos sozinhos e ele começa a passar a mão em mim, eu tão excitada que estava, me ajoelho e enfio a pica na boca, começo a chupar como louca ouvindo o gemido do Ale, mais me excita, Ale senta no sofá eu de costas pra ele vou me sentando no cock dele deixando que ele vá me abrindo a pussy. quando entra, começo a me mexer pra cima e pra baixo deixando que entre tudo de uma vez, forte, do jeito que eu gosto. de costas, assim como tô, levanto um pouquinho, pego o cock dele com a mão e guio até a entrada da minha bunda e me sento de uma vez, deixando que entre tudo. como já tava tão molhada, não custou nem doeu. quando fiz isso, fiquei parada sentindo ele todo dentro de mim. Ale pega meus cachos e me abre mais a bunda, dando passagem pro cock dele, tão duro dentro do meu corpo. sinto ele me enchendo de cum quente no meu cu todo e sinto que vou gozando uma atrás da outra, enquanto sai suco da minha pussy. me levanto e sinto escorrendo entre minhas pernas. totalmente exaustos, tomamos um banho juntos e vamos pra cama.
Segunda de manhã, mais um começo de semana. preparo o café da manhã, mate pra mim e pro Ale, e café pras meninas tomarem antes de ir pro colégio. nisso, vejo elas vindo juntas pra cozinha, peladas como tinham ido dormir ontem, sem nenhuma vergonha ao andar. Ale ainda não tinha descido do quarto, mas acho que vai gostar da imagem dessa manhã. quando Ale desce pro café, nos vê as três: eu de lingerie e as meninas completamente nuas. ele dá um beijo na bochecha de cada uma e senta como se nada fosse. sirvo o café e Alejandro, olhando pras meninas, fala: "amores, se de agora em diante vai ser assim, tem que ficar só entre nós, ninguém mais. a nudez é algo lindo se a gente compartilha só dentro dessas paredes de casa."
— sim, pai, seria nosso segredo, só nosso e das meninas quando vierem — fala Lupi.
— é algo que a gente gostou e se sentiu confortável ficando assim peladas na frente de vocês. antes de vir, a gente conversou com a Flor e ela também gostou da ideia de andar assim em casa enquanto der.
"bom, agora vão se trocar que tem colégio", falo. "à tarde a gente continua conversando sobre todas essas novas regras da casa. Vou pro trabalho, a Lupi vai pra escola e a Florença pra faculdade, eu fico sozinha em casa limpando e cozinhando pra quando as meninas chegarem pra almoçar. Já que tô sozinha, decido ver como é andar pelada pela casa enquanto limpo. Andando assim nua, vou ficando excitada ao me abaixar pra arrumar as coisas, lembrando do que aconteceu ontem, e sem perceber já tava me tocando na pussy peladinha, passando os dedos nos meus lábios vaginais e me sentindo molhada de novo. Começo a cozinhar antes das meninas chegarem, ficar assim me deixa com muito tesão, com vontade de foder que não aguento mais. Enquanto preparo a comida, vou passando a mão devagar nos peitos, pego uma concha da pia e vou passando pela minha ranhura, tão molhada que vou enfiando o cabo devagar, de pernas abertas, assim em pé contra a pia. Me apoio nos cotovelos pra me acomodar melhor e direciono pra entrada do meu tiny ass, encosto no buraquinho e vou enfiando suave, mmm. Já sinto o cabo todo no meu cu e começo a mexer devagar, tirando e enfiando tudo enquanto me toco com os dedos no clitóris. Adoro gozar pela booty, é o maior prazer que sinto. Tiro e enfio na minha pussy bem quente e assim volto a meter no meu cu aberto, me fodo por um bom tempo até gozar como uma slut... mm, que prazer me masturbar assim sozinha. Já tava quase na hora da Luana chegar, então vou pro banheiro e tomo uma ducha pra ficar limpinha quando ela chegar. De volta na cozinha, esperando a comida ficar pronta, ouço a chave na porta abrindo, com um pouco de medo de estar assim pelada. A porta abre e era a Lu só, sorte a minha. Ela vem na minha direção, me dá um beijo, larga a mochila na cadeira e pega um copo de suco na geladeira. Me olha e sorri, eu devolvo o sorriso e vejo ela tão linda vestida com aquela saia xadrez azul do colégio, que fica acima dos joelhos, quase como uma minissaia, uma camisa branca justa no corpo e a gravatinha azul combinando com a saia.
— Mãe, cê tá... Gostou de andar assim? Ficou a manhã inteira pelada?
– Si, kkkk. Gostou, viu? Me animei, kkkk.
– Te incomoda se eu fizer também, pai?
– Não, coração. Se você quiser fazer, nessa casa mudou muita coisa. Agora somos livres pra tudo.
– O que cê tá fazendo de gostoso, mãe?
– Bife à milanesa com batata frita, amor.
– Quer que eu ajude?
– Sim, bora. Falta pouco mesmo. Assim você não se suja, falei pra ela… Do meu lado, como estava, começa a desabotoar a camisa, tirando ela toda, ficando só num sutiã rosa com bojo. Tira a saia, descendo ela toda, mostrando a calcinha fio-dental branca. Ficando de calcinha e sutiã, se aproxima de mim e me ajuda. Nisso, ouve a porta abrir e é a Florença que volta da faculdade. Ela chega perto da gente e fala: “Uau, vocês tão bem à vontade, hein, kkkk. E eu aqui toda vestida e suada da viagem.” A Lu responde: “Então tira a roupa e ajuda a gente.” Ela tava vestida com uma calça jeans justa e uma regata, com salto alto. Minha filha mais velha é linda demais. A Lupi chega nela e dá um beijinho nos lábios, cumprimentando. A Flor retribui o beijo e vem na minha direção, me dando um igual na boca. Sentir os lábios dela nos meus me despertava umas coisas que nunca tinha sentido. Então a Luana ajuda ela a tirar a regata. Ela tá com um sutiã azul com bordas pretas. Os peitos dela são muito lindos, parecem que vão explodir dentro do sutiã. E ela termina de tirar o jeans num segundo, gira e mostra uma calcinha vermelha bem pequenininha. Vem e me abraça por trás, pelas minhas costas. Sinto o sutiã duro dela em mim, e ela me rodeia com os braços, pegando um dos meus peitos pelados com a mão. Fica me apalpando por um bom tempo até sentir meu mamilo durinho. Ela aperta com dois dedinhos e ri. Termino de cozinhar e levo as coisas pra copa, onde a gente sempre come ao meio-dia. A Flor, antes de servir, tira o sutiã. Vejo os peitos dela com aqueles mamilos marronzinhos bem durinhos, e ela apoia eles na mesa. A Lupi olha pra ela e dá um tapinha suave, fazendo eles balançarem de um lado pro outro. A Flor dá um gritinho e se aproxima da irmã, e de um puxão arranca o sutiã dela, deixando ela só de calcinha. Peitos também, mas ela se cobre, tem vergonha de quase não ter peitos. Comemos conversando enquanto isso, e depois vamos pra sala e elas terminam de se despir. A gente senta pra ver TV, as três, antes do Alejandro chegar do trabalho. Daqui a pouco, escuto ele abrindo a porta da entrada, larga a pasta na entrada e vem pra onde a gente tava vendo TV. Me dá um beijo na boca e cumprimenta as meninas com um beijo no rosto, uma por uma. Elas levantam do sofá, rodeiam ele e começam a tirar a roupa dele: primeiro o paletó, depois a camisa, e a Lu ajoelhada tira a calça social, deixando ele de cueca, que não dura muito tempo — ela já puxa tudo pra baixo de uma vez, tirando completamente, deixando ele pelado na nossa frente. Eu só observava a cena, o Ale só se deixava fazer pelas meninas. Vou até a cozinha e trago algo pra ele beber. Ele, parado no meio da sala, pelado, sem saber o que fazer. A Flor pega na mão dele e faz ele sentar do meu lado, e senta numa perna só dele, apoiando a buceta na coxa dele.
— Tá confortável, pai? Ou tô pesada? — ela pergunta.
— Não, amor, pelo contrário, tô mais confortável do que nunca.
— Posso fazer isso, pai? — fala a Luana. E pega na rola mole dele e começa a masturbar ele. Eu só olhava, sem fazer nada, deixando eles curtirem o momento. Quando a Lu sente que já tá bem dura, ela se ajoelha e passa a linguinha na cabecinha. A Flor, sentada na perna dele, começa a se mexer, esfregando a buceta no Alejandro. Ele estica a mão e aperta os peitos da Flor. Eu levanto, dando espaço pra eles brincarem, e me posiciono atrás da Lupi. O Ale pega a Flor pela cintura e faz ela levantar, puxa ela contra ele, de costas, e faz a Flor ir descendo devagar sobre a rola dele, sumindo toda dentro da buceta da Florencia. E eu escuto ela gemer e pedir pra ele comer ela. A Lupi não parava de chupar o que ficava pra fora da buceta da Flor, chupando também a buceta dela. Como tô atrás da Luana, me agacho e passo o dedinho na buceta dela, que tá toda molhada. Ensopada, não tive coragem de enfiar o dedo nela porque ela ainda é virgem, então fui pra bundinha dela. Chupei meu dedo e voltei a tocar o buraquinho da raba dela, e dessa vez fiz pressão e enfiei. Ela parou de chupar, se virou e me olhou nos olhos com cara de prazer e deixou eu enfiar mais. Tava tão lubrificada que era fácil enfiar tudo, primeiro um e depois dois naquele bumbum virginal. Florença se levanta de cima da Ale e fica de quatro, apoiada no sofá, empinando aquela bundinha fechada. Ao ver ela assim, não aguentei e me ajoelhei atrás dela e comecei a chupar o cu dela, algo molhado. Enfiava a língua até onde dava, enquanto com meus dedos massageava o clitóris dela. Era a primeira vez que chupava uma bunda de mulher, e ainda por cima ser da minha filha me deixava muito excitado. Lupi anda na frente da Flor e senta com as pernas abertas na frente dela, entregando toda a buceta dela pra Flor lamber inteira. Ela passa a língua na buceta enquanto Lupi se masturba. Alejandro, olhando, se aproxima por trás de mim e enfia a pica no meu cu sem dizer nada. Sinto que me parte ao meio de tanta dor, sinto os ovos dele batendo nas minhas nádegas… Lupi pergunta: "Tá doendo, mãe?" — "Não, amor, é uma dor gostosa, sentir ele abrindo meu cu", falo, parando de chupar a raba da Flor.
— Enfia o dedo na Flor — diz Luana.
— Não, mãe, nunca fiz pelo cu, mãe, nunca deixei ninguém fazer nada em mim.
Eu sabia que Florença não era virgem de buceta, mas pelo cu nunca pensei que ela não tivesse feito nada. Ao ouvir isso, Ale parou de me penetrar e disse pra eu deixar que ele ia continuar no cu da Florença. Então me levantei e deixei ele continuar chupando. Ele enfiava tanta língua que o buraquinho já tava quase dilatado, e coloca a ponta do dedo na entrada e enfia devagar até quase a metade, mexendo pra dentro. Cada vez mais perto, chupo meu dedo indicador e enfio junto com o dedo do Ale no cu da Flor. Ela grita, parando de chupar a buceta da Lupi. Enfiamos e tiramos. Juntos os dois, ao tirar, vemos como deixamos ela aberta e ela se fecha de novo na hora. Beijo o Ale na boca e falo pra ele encostar a pica na entrada da buceta. Ale fica atrás, eu seguro as nádegas dela e abro, deixando aquele cu aberto pra ele. Lupi levanta do sofá e vem atrás pra ver o que a gente ia fazer. Flor só se deixava, não dizia nada, mas eu intuía que o Ale queria arrebentar o cu dela. Pronto, com a pica na mão, Ale se aproxima e encosta a cabecinha na entrada, e o buraquinho se abre um pouquinho, como se soubesse o que vinha depois. Devagar, a cabeça da pica ia sumindo, bem suave. Florencia só geme ao sentir. Num movimento, ele mete cada vez mais. Vemos como o cu da minha bebê se abre.
– O que você sente, Flor? – Luana pergunta.
– Adoro, Lu. Você não sabe como eu sinto ela dentro do meu corpo. Arde, mas eu gosto muito… Sim, pai, mete tudo, adoro, sim, Mmm – Você gosta da pica do papai, bebê? Olha que ainda falta meter mais.
– Mete tudo, vai, não aguento, mete mais, mais, vai.
– Dani, abre mais a buceta dela com as mãos – Ale me fala – Assim eu meto até as bolas.
– Me dá, papai, me dá pica, me dá mais, mais, mmm.
– Como você gosta, putinha. Vou arrebentar seu cu, você não vai mais sentar.
– Sim, abre meu cu, desvirga tudo. Quero essa porra dentro de mim – Ale se move bem forte, metendo cada vez mais. Flor só grita e geme de prazer. Não paro de olhar como o cu da minha filha fica. Luana, do meu lado, aperta as tetinhas e a buceta, sem parar de olhar como tão comendo a irmã dela. Nisso, dá pra ver que o Alejandro tava gozando. Cada vez que ele tirava um pouco a pica, saía porra do buraquinho da Flor. Ela pedia mais e mais. Quando termina, ele tira, deixando a buceta dela bem aberta e com a porra saindo e escorrendo até a buceta… Passo o dedinho, junto tudo e meto os dedos na boca. Saboreio. Junto um pouco mais e dou pra Lupi provar, que não parava de se tocar. Aproximo meu dedo aos lábios dela. Ela abre a boca e chupa meu dedo, saboreando a porra do Ale, que é muito gostosa. prova e gosta, se levanta e começa a chupar o cu da flor, tomando a porra que sai do buraco dela.
Depois de um dia tão intenso e gostoso, a gente se despede à noite antes de dormir…
11 comentários - Noite de pizza (em família) capítulo 3
gracias