Natalia, a amiga tarada da minha mãe (Parte 3)

Com o passar do tempo, percebo tudo o que Natalia, a amiga da minha mãe, me ensinou. Sem ela, sem dúvida nenhuma, eu não teria me tornado o amante que sou hoje.

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No dia seguinte ao nosso primeiro encontro, esperei a Natalia em casa a manhã inteira, mas ela só apareceu na hora do almoço. Perguntei por que ela tinha demorado tanto, que tava morrendo de vontade de foder ela, e ela me respondeu pra ter paciência, que nem sempre ela tinha disponibilidade, que precisava ser discreta pra não levantar suspeitas.

Eu não entendia nada. Que suspeitas? Era só ela vir na minha casa e a gente foder que nem coelho, sem mais. Não entendia por que agora era diferente. Anos depois, eu perceberia que não era fácil encaixar os encontros, mas isso é outra história.

Com aquela ansiedade adolescente, eu esperava o aviso da Natalia, que não demorou a chegar.

Um dia, enquanto tava na piscina com os amigos, recebi uma ligação da Natalia dizendo que tava sozinha em casa e que, se eu quisesse, podia passar lá à tarde.

Depois de receber a ligação da Natalia, saí correndo, literalmente, da piscina. Fui pra casa e tomei um banho pra ficar apresentável pra ela. Às quatro em ponto, tava tocando a campainha. Natalia morava perto da minha casa, uns cinco minutos andando. Era no sétimo andar, um apartamento de três quartos com sala de jantar. Quando eu ia tocar a campainha, um arrepio percorreu meu corpo todo. Que experiência nova eu ia viver agora na casa da Natalia? Não deu tempo de pensar em mais nada. Natalia abriu a porta e, de um puxão, me jogou pra dentro.

- Moleque, tem que ser mais rápido pra não levantar suspeitas!

- Que suspeitas, se ninguém me viu? – falei, me desculpando.

- Nunca se sabe, não quero que o pessoal do bairro fique comentando.

- Ok, perfeito! Por mim, A partir de agora, discrição absoluta – respondi, mostrando confiança.

Resolvida a questão da discrição, Natália me convidou pra entrar na sala. Sentamos no sofá e começamos a falar de coisas bestas, tipo se tava calor, das férias que ainda restavam, etc. Eu, claro, não perdia tempo: observava a calcinha transparente preta que ela usava, combinando com uma meia do mesmo tom e uns sapatos pretos de salto quinze centímetros.

Que gostosa! Ela tava vestida pra foder. Natália continuava falando e, num momento da conversa, perguntou se eu queria algo pra beber. Falei que ia uma cerveja. Ela se levantou e, com passo firme, foi até a cozinha pegar as cervejas, deixando à mostra um pedaço da bunda linda dela. Que rebolado, que balanço de quadril! Nessa altura, eu já tava de pau duro e não conseguia esconder a protuberância no meio das pernas.

– Quer algo pra petiscar? – perguntou, safada.

– Não, valeu. Tô afim de comer outras coisas...

– Gostou da roupinha que comprei pra você? – ela se mexia, fazendo os peitos balançarem provocativamente.

Se eu gostava? Tinha dito que adorava mulher de lingerie, e ela se vestiu assim pra mim. Tava vivendo um sonho do qual não queria acordar.

– Claro que gostei, cê não tá vendo como eu tô?

– Tô sim, dá pra ver que cê tá cheio de vontade. Vou tentar aliviar um pouco.

Natália desabotoou minha calça, pegou meu pau duro e começou uma punheta intensa.

– Quer chupar meus peitos? – perguntou com voz de anjo.

– Claro que sim!

Enquanto Natália me dava uma punheta magistral, eu me entretia massageando os peitos dela, tirando eles do sutiã de renda preta. Que peitões! Cada vez mais eu gostava daquelas duas protuberâncias mamárias que beijava sem parar, enfiando o mamilo inteiro na minha boca. boca. Depois de um tempo de amassos, eu disse:

- Quero te comer o cu!

- Amor, não me pede isso, faço o que você quiser, mas no cu doi muito.

- Natália, é que esse rabão que você tem me deixa doido, se a gente tentar, prometo que não vou te machucar.

- Já te falei que não! Se contenta com o que eu faço, que já não é pouco, minha alma!

E assim, desse jeito, ela encerrou o assunto de dar o cu. No fundo, ela tinha razão, a gente tava fodendo do jeito que queria, ela tava me levando ao sétimo céu e eu exigindo cada vez mais. Não, não ia estragar isso, ia ficar com a vontade de comer o cu dela, mas agora ia foder ela, ia meter na buceta dela até deixar ela vermelhinha.

Natália se deitou de barriga pra cima no sofá e, puxando a tira da calcinha, me convidou pra penetrar ela. Eu, como um rapaz submisso, aproximei meu pau da umidade da buceta dela e, com um único empurrão, enfiei o máximo que pude. Natália, ao sentir aquela investida, soltou um gemido misturado de prazer e dor e, olhando nos meus olhos, disse:

- Me fode forte!

- Natália, vou te foder duro, rápido, depressa, ahhhh...

Peguei as pernas da Natália e, beijando suas pernas lindas ainda envoltas nas meias delicadas, levantei elas e coloquei por cima dos meus ombros. Comecei um ritmo frenético, rápido, ela acompanhava minhas investidas, eu sentia as bolas batendo no buraco do cu dela. Dessa posição, tinha uma visão privilegiada do movimento dos peitões enormes dela, que só aumentava minha excitação;

- Vira! – consegui falar com a voz excitada

- Ahh, ahh... já te falei que por trás não... ahhh... – Ela quase não conseguia falar

- Não vou meter por trás, vira, por favor!

Natália finalmente topou e, virando no sofá, colocou a bunda na altura do meu pau. Eu, com paciência, antes de meter, acariciei a buceta molhada dela com os dedos e, aos poucos, senti a Natália se relaxava e oferecia a bunda dela com mais facilidade. Peguei meu pau com a mão e, com um movimento perpendicular, esfregava meu pau na buceta dela pra lubrificar, mas sem penetrar. A Natalia ficava louca com essa penetração de mentirinha;

- Mete em mim, por favor, me fode, quero que você arrebente minha buceta! – ela dizia desesperada-

Eu não ligava e continuava com o pau esfregando na entrada da buceta dela, de vez em quando separava os lábios dela com a minha glande, deixando os sucos da caverna molhada escaparem por causa da excitação que ela tava, mas sem penetrar. Quando percebi que ela não aguentava mais, coloquei a mão por baixo e comecei a esfregar o clitóris dela, em movimentos circulares. A Natalia começou a ofegar cada vez mais forte, e eu, sem aviso, penetrei ela com uma enfiada, a buceta dela não ofereceu resistência, a Natalia era minha, empalada no meu pau e mexendo os dedos, acariciava a buceta dela enquanto a empurrava sem piedade. A Natalia, me ajudando com as investidas, começou a rebolar a bunda, a tal ponto que no final era ela quem tava me fodendo, de novo era ela quem tava no comando e eu parei minhas investidas e, parado como um totem, coloquei meu falo a serviço dela pra que só com os movimentos dela ela chegasse a um orgasmo intenso.

- Ahhhhh!!!!, para, para!!! – ela gritava entre ofegos-

- Goza, Natalia, não para! – eu ordenei-

Embora não precisasse falar nada, a Natalia me usou, usou meu pau como um consolo, eu era uma estátua imóvel que colocava meu membro duro a serviço da minha esposa, e ela, consciente, não hesitou em usar.

- Amor, que coisas você me faz!

- Eu não fiz nada, foi você sozinha

- Mas você não gozou, isso não pode, vem que eu chupo ele!

- Não quero que você chupe, quero te foder

- Amor, acabei de gozar, temos que esperar um pouquinho, já tenho uma idade, rapaz!

- Não, Natalia, quero foder sua bunda.

Eu esperava a recusa dela. Como resposta, mas a Natalia, compreensiva como era, ou talvez porque ainda estivesse excitadíssima pelo orgasmo que acabara de percorrer seu corpo, me disse:

— Não gosto do Mikel, já te falei, mas quero que você aproveite tanto quanto eu. Só vou te pedir uma coisa: se doer muito, para, combinado?

— Valeu, Natalia, vou te obedecer. Você me guia, não vou te machucar.

Natalia se levantou do sofá e me disse para irmos para o quarto dela, que lá ficaríamos mais confortáveis. Uma vez no quarto, pegou na mesinha de cabeceira um pote de vaselina:

— Toma! Passa bem de vaselina em você e passa um pouco na minha bunda.

Submissa, ela se virou e, de quatro na cama, me ofereceu a bunda para que eu a besuntasse com o ungüento que acabara de me dar. Abri o pote e espalhei ao longo da pica e na entrada do cu dela. Devagar, enfiei meu dedo indicador no cu lubrificado e brilhante dela. Natalia fez uma careta de dor e, em seguida, começou a se esfregar a buceta, enquanto eu iniciava um vai e vem cada vez mais leve no cu dela. Natalia foi se dilatando e, quando vi que ela já não sentia mais dor, enfiei outro dedo. Ela não resistiu; pelo contrário, parecia estar gostando. Aproveitei o momento para apontar meu pau na entrada do cu dela.

— Natalia, vou meter.

— Mete, amor! Ahhhh, devagar, devagar…

E, com golpes de quadril, fui enfiando minha pica no cu quase virgem dela. Que sensação! O cu era apertado, receptivo. Eu sentia as paredes do cu abraçando minha pica ereta. Natalia abaixou a cabeça e gemia com a boca colada no travesseiro. Comecei meu movimento pélvico, segurando a bunda dela com as mãos. Agora, Natalia era minha. Não resistia, estava à minha mercê. Na minha posição privilegiada, controlava todos os movimentos, aumentava a velocidade da penetração ao meu gosto. Natalia gemia de prazer, mas aguentava minhas investidas cada vez mais fortes. Tal era meu excitação que não demorou pra eu gozar.

- Natalia, tô gozando!
- Goza, amor, goza no meu cu!

Era perfeito, como um sonho, eu estava prestes a gozar naquele cu lindo, tinha a permissão dela, tinha arrombado a bunda dela e ainda podia gozar dentro. Quando senti que ia gozar, acelerei o ritmo e, na hora de jorrar, enfiei o mais fundo que pude e fiquei parado por uns segundos, regando o fundo do cu dela. Ela gritava, porque ao mesmo tempo que eu gozava, ela também tava gozando com o dedo que enfiava enquanto eu metia no cu dela. Quando senti que não tinha mais nenhum espasmo, caí exausto nas costas da Natalia com o pau ainda dentro dela, e ela apertava o cu como se quisesse ordenhar até a última gota. Quando a rigidez da minha ereção passou, o pau saiu do cu dela como uma rolha de garrafa, e aproveitei pra ver os jatos de porra escorrendo do cu como a espuma de uma cerveja que transborda de uma garrafinha. Que visão! Nunca vou esquecer na minha vida.

- Vai, moleque, pega um papel e me limpa, porque você me deixou toda arrebentada.

Corri pro banheiro, peguei um pouco de papel higiênico e limpei toda a porra que escorria do cu da Natalia.

- Porra, Natalia, que alívio que fiquei, acabei de realizar uma fantasia, muito obrigado.
- Não me agradece, amor, você também me fez passar muito bem. De agora em diante, meu cu é só seu. Podemos fazer o que quisermos, desde que seja nosso segredo.

Depois de dizer isso, nos beijamos como dois adolescentes febris. A Natalia era uma deusa do sexo, não colocava barreiras pro prazer, era minha mestra, minha guia. Com ela, experimentei novos mundos no sexo, mundos de prazer e luxúria, de paixão sem limites.

Mas essas são outras histórias que vou contar mais pra frente...

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