História 3
Quinta-feira, 10h, dia cinza, feio, triste. Se alguém já tava na bad, isso só piorava. O celular toca, era ela, me anima na hora. Do outro lado, uma voz angelical e diabólica ao mesmo tempo me diz:
— Oi, que horas você sai?
— Hoje às 15h — respondo.
— Tô com vontade de uma soneca com filme pornô.
— Você é girl girl, sabe que é complicado de tarde. Se quiser, podemos amanhã de manhã. Dou um jeito aqui no trampo de sair mais cedo e a gente faz algo ao meio-dia.
— Sua mulher vai com a Fer no shopping, ela não te falou nada?
— Não. Vou ligar pra ela agora, vejo como tá o clima e te ligo.
— Fechou. Beijinhos na cock.
E desligou. Me deixou assim, com um tesão do caralho. Tava falando com minha cunhada sobre ir foder, mas tinha que sondar como tava a parada em casa.
Liguei. A mina tinha a fofoca. Parece que tinham convidado ela. E ela, mais rápida que bombeiro, já montou todo um esquema.
Menti que ia ficar fazendo hora extra. Como eu trampo na Capital e moro no Sul, e elas iam pro shopping da região, eu tinha vantagem geográfica e de horário na mão.
Mandei mensagem: "Passo te buscar às 15:30 na esquina do bar."
"Fechado", recebi como resposta.
O dia de trampo passa normal, mas com a cabeça na mina, ainda mais na bunda dela. Penso em umas paradas pra fazer, mas dado o lugar onde tava e o pouco tempo pra preparar, decidi ir no básico. Comprei um pote de doce de leite, uma banana, um pepino e uma cenoura. A chinesa do mercado não entendeu porra nenhuma.
Chego na hora. Ela, 5 minutos atrasada. Selinho e vamo nessa.
— Hotel por aqui ou vamos um pouco mais longe? — pergunto.
— O que você quiser, mas com jacuzzi — responde ela, vestindo uma calça jeans, camiseta do Jack Daniels e um tênis Topper branco.
Sabia que me deixava doido o estilo rocker. Ela não é, mas fazia porque sabia que eu adoro.
Escolho um hotel de distância média, nem perto de casa (por razões óbvias) nem muito longe, pra não chegar tão tarde em casa. Na real, queria chegar antes pra tomar banho em casa, mesmo que já tivesse tomado lá. no hotel
Chegando no destino, como diria a gala do GPS, entramos, quarto especial. Hidromassagem, ducha escocesa e um monte de frescura que a gente nem usou. A mina queria guerra, ia ter. Fiquei de pau duro a manhã inteira, e não dava pra não fazer nem uma das coisas que pensei.
Entramos no quarto, beijos, carícias, língua, saliva. Muito fogo pra apagar. Muita pele pra beijar. Muita bunda pra chupar.
Ela foi reto pro banheiro, me deixou meio vestido, sem camisa e com a calça desabotoada, e o estranho é que ela nem tinha roçado minha pica.
Sai de jeans, descalça e sem sutiã. Os peitinhos dela no ar, só cobertos de leve pelos cachos morenos. E eu ali, esperando ela na cama. Do mesmo jeito. Pelado, com o jeans vestido e sem tênis.
Ela se jogou em cima da cama. E começou a parada ali. Beijos já mais fortes. Apalpadas. A bunda dela era um pão de pizza, eu apertava, amassava. Queria comer ela logo. Mas tinha que esperar. Uma mulher na cama é igual massa de domingo, se apressar sai crua, mas se deixar demais passa do ponto. Al dente, assim tem que estar. No ponto certo. E eu, com o passar dos dias, ia percebendo quando ela chegava no momento, no clímax dela, no auge.
Já os dois sem roupa que atrapalhasse o contato direto com a pele, entramos no capítulo das línguas afiadas, daquelas que te dão um arrepio, daquelas que te tocam e te incendeiam. Um 69 épico. Lindo. Suave e constante. Quase no ponto de explodir, falo pra ela parar, que ainda não era hora de terminar esse capítulo. Ela fica de boca aberta, ofegante, esperando pra ver o que eu ia fazer. Vou até a mochila e tiro a sacola do mercado. Não era muito erótico nem excitante, mas vinha o melhor.
Fruta ou verdura, falo
Com cara de surpresa, ela responde fruta
E eu tiro a banana. Ela ri pra caralho. Faz aquela careta de menina diabólica. O rosto dela fica de um jeito que você não consegue parar de foder ela.
Essa é pra buceta ou pra tiny Cu, me diz
Esta, mostrando a banana, é pra buceta, mas esta, pegando na minha cock dura, é pro cu pequeno.
Chego perto da cama. Ela fica de quatro, olhando pra mim de frente. O espetáculo que ela me dava com o espelho atrás era sublime. O cu pequeno parado, esperando o falo, e a vulva vermelha, molhada, ansiosa, pronta pra receber prazer.
Aproximo a cock da boca dela. Beijinho na cabeça. E começa um novo blow job.
Vira, eu falo
E ela vira sem tirar os olhos de mim. Quando fica totalmente de costas, me olhava pelo espelho, monumental o que se via. Passo a língua da ponta da buceta até o fim do cu. Ela treme. Um arrepio pega ela.
Descasco a banana, dou pra ela provar, ela chupa, passa a língua por toda a extensão. Come como se fosse uma cock dura.
Sem morder que dói, sussurro no ouvido dela
Mmmm, só isso que ouço
Coloco a ponta da banana na entrada da buceta dela. Totalmente molhada. Cheia de fluidos. Do jeito que tava lubrificada, até uma corda entrava. Ela engoliu inteira. Devagar pra não quebrar dentro, fiz uma bela masturbação com a fruta. Sem ela perceber, tiro o pepino da sacola. Cuspo no furinho do cu e encosto. Tava frio. Na posição que ela tava, de quatro, com a cabeça entre os braços, não dava pra ver muito o que rolava. Algo frio tava entrando no cu dela.
O que você tá colocando no meu cu? pergunta com a voz trêmula de tanto gemer
Um pepino, meu amor, respondo
Ufff e um suspiro sai da boca dela.
Antes que venha o segundo suspiro, tiro a banana e de uma vez coloco na boca dela, com o pepino meio enfiado no cu, guio minha cock pra buceta dela. Tava fazendo uma tripla penetração. 10 bombadas e ela goza, dá um grito enorme, se contorceu de prazer. Assim que continuei dando, ela continuava gozando. Nunca vi uma mulher gozar assim. Nunca. Acho que em 2 minutos ela gozou umas 6 vezes. Tremendo era ver e sentir isso. Os lábios vaginais dela fizeram eu terminar o serviço. Um Aperto forte na rola, fez eu gozar dentro do útero dela. Ela caiu dura. Ofegante. Se contorcendo de prazer. Deitada em posição fetal, eu fico na frente dela, de lado. Beijo ela e ela me abraça.
Hoje senti o que é um orgasmo, deu pra entender com a voz embargada.
Não tem nada mais lindo do que te dar prazer, sussurro no ouvido dela.
Ficamos abraçados um tempão. Fomos juntos pro chuveiro e nos jogamos na cama.
Ligo a TV. Procuro um pornô. Pra deixar ela com tesão, e com isso me ajudar a levantar o amigão. Tá passando um de ménage. Dois homens e uma mulher, duas mulheres e um homem. Assim iam passando as cenas. Ela recostada no meu peito, brincava com minhas bolas. Eu passava meu dedo médio por toda a racha do cu. Brocha de novo. Ela começa a descer até o pau. Beija, lambe. Eu continuava com meu dedo brincando com a bunda dela. Ela vira, ficando de cara pra mim. Tava na mão dela. Ela engole inteiro sem tirar os olhos de mim. Ao tirar da boca, me encara e fala:
Você gostaria que em vez de uma boca fossem duas?
Muito, respondo.
Então vou procurar uma amiga que me faça o favor de me ajudar a comer essa rola.
Gostou de ter os dois buraquinhos cheios? pergunto com voz séria e rouca.
Uff, sim.
Já vamos fazer um ménage assim também.
Continua chupando. Tava duro de novo. Queria mijar, mas não queria cortar aquele momento. Até que deu um nó na minha cabeça.
Vamos pra hidro, falo, vamos fazer uma chuva.
Ela sorri e vai pra lá em silêncio.
Não entra, falo, quero fazer algo primeiro.
Como se tivesse lido minha mente, ela fala:
Vai fazer uma chuva dourada em mim?
Sim, meu amor, cê quer?
Siiim, mas não no rostinho.
Não, gostosa, na cara não te molho, respondo.
Fomos até o chuveiro, ela se ajoelhou e comecei a banhar ela de urina. Espalhava pelos peitinhos, levava pra barriga, fazia como se estivesse se lavando com água morna. Toda mijada, ela levanta, me beija segurando minha nuca, tava me comendo literalmente. Chuveirada. Água morna pros dois e pro jacuzzi.
Entramos, eu sentado, ela em cima de mim. A pica até os ovos na buceta. Dois dedos no cu. Fudida pela buceta, punheta pelo rabo.
Enche meu cu de porra, ela pede gemendo.
Levanto ela, coloco na borda do jacuzzi, deixo as pernas dela na água. O peito dela na borda. Entra tudo. A água não é um bom lubrificante, então tava custando um pouco por trás. Tava doendo nela, eu sentia que friccionava muito. Para, eu falo saindo de dentro dela.
Molhados do jeito que a gente tava, fomos pra cama. Coloco ela de bruços. Tiro o doce de porra e passo no cu dela. Chupo um pouco, penetro ela, tirava a pica e tava toda cheia de doce de porra, parecia que ela tinha cagado. Do jeito que tava, levo pra boca dela. Faço ela me chupar. Ao sentir o doce, foi instantânea a ferocidade da chupada de pica. Peço pra ela parar, senão gozava na boca dela.
Enche meu cu de doce, goza dentro de mim e me dá a pica na boca, ela pede. Que hoje tô mais puta do que nunca.
Me explodiu a cabeça. Passo de novo nela, dessa vez mais quantidade, passo também na pica e dentro. Não durei muito. Mas foi intenso. Tiro ela cheia de porra e doce. Aproximo do rosto dela. E começou a limpeza. Pego a cenoura e enfio na buceta dela. Masturbação nova com outro legume. Ela tira um terceiro gozo com os lábios dela. Faço ela gozar pela décima vez nessa tarde.
Exaustos. Os dois largados na cama. Molhados, suados, cheios de doce e porra. Com cheiros estranhos. Telefone, Senhor, seu turno acabou, dizem do outro lado. Chuveirinho rápido. A gente se veste e vai pra casa. Minhas pernas tremiam. Tinha que dirigir até perto da casa dela e depois pra minha. E torcer pra conseguir chegar antes pra tomar um banho direito.
Saímos daquele templo de sexo e descontrole, com a promessa de fazer dois menage. Um com uma mina e outro com um cara. Mas isso é outra história.
Continua
Quinta-feira, 10h, dia cinza, feio, triste. Se alguém já tava na bad, isso só piorava. O celular toca, era ela, me anima na hora. Do outro lado, uma voz angelical e diabólica ao mesmo tempo me diz:
— Oi, que horas você sai?
— Hoje às 15h — respondo.
— Tô com vontade de uma soneca com filme pornô.
— Você é girl girl, sabe que é complicado de tarde. Se quiser, podemos amanhã de manhã. Dou um jeito aqui no trampo de sair mais cedo e a gente faz algo ao meio-dia.
— Sua mulher vai com a Fer no shopping, ela não te falou nada?
— Não. Vou ligar pra ela agora, vejo como tá o clima e te ligo.
— Fechou. Beijinhos na cock.
E desligou. Me deixou assim, com um tesão do caralho. Tava falando com minha cunhada sobre ir foder, mas tinha que sondar como tava a parada em casa.
Liguei. A mina tinha a fofoca. Parece que tinham convidado ela. E ela, mais rápida que bombeiro, já montou todo um esquema.
Menti que ia ficar fazendo hora extra. Como eu trampo na Capital e moro no Sul, e elas iam pro shopping da região, eu tinha vantagem geográfica e de horário na mão.
Mandei mensagem: "Passo te buscar às 15:30 na esquina do bar."
"Fechado", recebi como resposta.
O dia de trampo passa normal, mas com a cabeça na mina, ainda mais na bunda dela. Penso em umas paradas pra fazer, mas dado o lugar onde tava e o pouco tempo pra preparar, decidi ir no básico. Comprei um pote de doce de leite, uma banana, um pepino e uma cenoura. A chinesa do mercado não entendeu porra nenhuma.
Chego na hora. Ela, 5 minutos atrasada. Selinho e vamo nessa.
— Hotel por aqui ou vamos um pouco mais longe? — pergunto.
— O que você quiser, mas com jacuzzi — responde ela, vestindo uma calça jeans, camiseta do Jack Daniels e um tênis Topper branco.
Sabia que me deixava doido o estilo rocker. Ela não é, mas fazia porque sabia que eu adoro.
Escolho um hotel de distância média, nem perto de casa (por razões óbvias) nem muito longe, pra não chegar tão tarde em casa. Na real, queria chegar antes pra tomar banho em casa, mesmo que já tivesse tomado lá. no hotel
Chegando no destino, como diria a gala do GPS, entramos, quarto especial. Hidromassagem, ducha escocesa e um monte de frescura que a gente nem usou. A mina queria guerra, ia ter. Fiquei de pau duro a manhã inteira, e não dava pra não fazer nem uma das coisas que pensei.
Entramos no quarto, beijos, carícias, língua, saliva. Muito fogo pra apagar. Muita pele pra beijar. Muita bunda pra chupar.
Ela foi reto pro banheiro, me deixou meio vestido, sem camisa e com a calça desabotoada, e o estranho é que ela nem tinha roçado minha pica.
Sai de jeans, descalça e sem sutiã. Os peitinhos dela no ar, só cobertos de leve pelos cachos morenos. E eu ali, esperando ela na cama. Do mesmo jeito. Pelado, com o jeans vestido e sem tênis.
Ela se jogou em cima da cama. E começou a parada ali. Beijos já mais fortes. Apalpadas. A bunda dela era um pão de pizza, eu apertava, amassava. Queria comer ela logo. Mas tinha que esperar. Uma mulher na cama é igual massa de domingo, se apressar sai crua, mas se deixar demais passa do ponto. Al dente, assim tem que estar. No ponto certo. E eu, com o passar dos dias, ia percebendo quando ela chegava no momento, no clímax dela, no auge.
Já os dois sem roupa que atrapalhasse o contato direto com a pele, entramos no capítulo das línguas afiadas, daquelas que te dão um arrepio, daquelas que te tocam e te incendeiam. Um 69 épico. Lindo. Suave e constante. Quase no ponto de explodir, falo pra ela parar, que ainda não era hora de terminar esse capítulo. Ela fica de boca aberta, ofegante, esperando pra ver o que eu ia fazer. Vou até a mochila e tiro a sacola do mercado. Não era muito erótico nem excitante, mas vinha o melhor.
Fruta ou verdura, falo
Com cara de surpresa, ela responde fruta
E eu tiro a banana. Ela ri pra caralho. Faz aquela careta de menina diabólica. O rosto dela fica de um jeito que você não consegue parar de foder ela.
Essa é pra buceta ou pra tiny Cu, me diz
Esta, mostrando a banana, é pra buceta, mas esta, pegando na minha cock dura, é pro cu pequeno.
Chego perto da cama. Ela fica de quatro, olhando pra mim de frente. O espetáculo que ela me dava com o espelho atrás era sublime. O cu pequeno parado, esperando o falo, e a vulva vermelha, molhada, ansiosa, pronta pra receber prazer.
Aproximo a cock da boca dela. Beijinho na cabeça. E começa um novo blow job.
Vira, eu falo
E ela vira sem tirar os olhos de mim. Quando fica totalmente de costas, me olhava pelo espelho, monumental o que se via. Passo a língua da ponta da buceta até o fim do cu. Ela treme. Um arrepio pega ela.
Descasco a banana, dou pra ela provar, ela chupa, passa a língua por toda a extensão. Come como se fosse uma cock dura.
Sem morder que dói, sussurro no ouvido dela
Mmmm, só isso que ouço
Coloco a ponta da banana na entrada da buceta dela. Totalmente molhada. Cheia de fluidos. Do jeito que tava lubrificada, até uma corda entrava. Ela engoliu inteira. Devagar pra não quebrar dentro, fiz uma bela masturbação com a fruta. Sem ela perceber, tiro o pepino da sacola. Cuspo no furinho do cu e encosto. Tava frio. Na posição que ela tava, de quatro, com a cabeça entre os braços, não dava pra ver muito o que rolava. Algo frio tava entrando no cu dela.
O que você tá colocando no meu cu? pergunta com a voz trêmula de tanto gemer
Um pepino, meu amor, respondo
Ufff e um suspiro sai da boca dela.
Antes que venha o segundo suspiro, tiro a banana e de uma vez coloco na boca dela, com o pepino meio enfiado no cu, guio minha cock pra buceta dela. Tava fazendo uma tripla penetração. 10 bombadas e ela goza, dá um grito enorme, se contorceu de prazer. Assim que continuei dando, ela continuava gozando. Nunca vi uma mulher gozar assim. Nunca. Acho que em 2 minutos ela gozou umas 6 vezes. Tremendo era ver e sentir isso. Os lábios vaginais dela fizeram eu terminar o serviço. Um Aperto forte na rola, fez eu gozar dentro do útero dela. Ela caiu dura. Ofegante. Se contorcendo de prazer. Deitada em posição fetal, eu fico na frente dela, de lado. Beijo ela e ela me abraça.
Hoje senti o que é um orgasmo, deu pra entender com a voz embargada.
Não tem nada mais lindo do que te dar prazer, sussurro no ouvido dela.
Ficamos abraçados um tempão. Fomos juntos pro chuveiro e nos jogamos na cama.
Ligo a TV. Procuro um pornô. Pra deixar ela com tesão, e com isso me ajudar a levantar o amigão. Tá passando um de ménage. Dois homens e uma mulher, duas mulheres e um homem. Assim iam passando as cenas. Ela recostada no meu peito, brincava com minhas bolas. Eu passava meu dedo médio por toda a racha do cu. Brocha de novo. Ela começa a descer até o pau. Beija, lambe. Eu continuava com meu dedo brincando com a bunda dela. Ela vira, ficando de cara pra mim. Tava na mão dela. Ela engole inteiro sem tirar os olhos de mim. Ao tirar da boca, me encara e fala:
Você gostaria que em vez de uma boca fossem duas?
Muito, respondo.
Então vou procurar uma amiga que me faça o favor de me ajudar a comer essa rola.
Gostou de ter os dois buraquinhos cheios? pergunto com voz séria e rouca.
Uff, sim.
Já vamos fazer um ménage assim também.
Continua chupando. Tava duro de novo. Queria mijar, mas não queria cortar aquele momento. Até que deu um nó na minha cabeça.
Vamos pra hidro, falo, vamos fazer uma chuva.
Ela sorri e vai pra lá em silêncio.
Não entra, falo, quero fazer algo primeiro.
Como se tivesse lido minha mente, ela fala:
Vai fazer uma chuva dourada em mim?
Sim, meu amor, cê quer?
Siiim, mas não no rostinho.
Não, gostosa, na cara não te molho, respondo.
Fomos até o chuveiro, ela se ajoelhou e comecei a banhar ela de urina. Espalhava pelos peitinhos, levava pra barriga, fazia como se estivesse se lavando com água morna. Toda mijada, ela levanta, me beija segurando minha nuca, tava me comendo literalmente. Chuveirada. Água morna pros dois e pro jacuzzi.
Entramos, eu sentado, ela em cima de mim. A pica até os ovos na buceta. Dois dedos no cu. Fudida pela buceta, punheta pelo rabo.
Enche meu cu de porra, ela pede gemendo.
Levanto ela, coloco na borda do jacuzzi, deixo as pernas dela na água. O peito dela na borda. Entra tudo. A água não é um bom lubrificante, então tava custando um pouco por trás. Tava doendo nela, eu sentia que friccionava muito. Para, eu falo saindo de dentro dela.
Molhados do jeito que a gente tava, fomos pra cama. Coloco ela de bruços. Tiro o doce de porra e passo no cu dela. Chupo um pouco, penetro ela, tirava a pica e tava toda cheia de doce de porra, parecia que ela tinha cagado. Do jeito que tava, levo pra boca dela. Faço ela me chupar. Ao sentir o doce, foi instantânea a ferocidade da chupada de pica. Peço pra ela parar, senão gozava na boca dela.
Enche meu cu de doce, goza dentro de mim e me dá a pica na boca, ela pede. Que hoje tô mais puta do que nunca.
Me explodiu a cabeça. Passo de novo nela, dessa vez mais quantidade, passo também na pica e dentro. Não durei muito. Mas foi intenso. Tiro ela cheia de porra e doce. Aproximo do rosto dela. E começou a limpeza. Pego a cenoura e enfio na buceta dela. Masturbação nova com outro legume. Ela tira um terceiro gozo com os lábios dela. Faço ela gozar pela décima vez nessa tarde.
Exaustos. Os dois largados na cama. Molhados, suados, cheios de doce e porra. Com cheiros estranhos. Telefone, Senhor, seu turno acabou, dizem do outro lado. Chuveirinho rápido. A gente se veste e vai pra casa. Minhas pernas tremiam. Tinha que dirigir até perto da casa dela e depois pra minha. E torcer pra conseguir chegar antes pra tomar um banho direito.
Saímos daquele templo de sexo e descontrole, com a promessa de fazer dois menage. Um com uma mina e outro com um cara. Mas isso é outra história.
Continua
4 comentários - Amor Fillial (Parte 3)