Bom, pessoal, continuo compartilhando alguns relatos das minhas noites como coordenador de viagens de formatura numa empresa conhecida. Comecei com o post "noite de bariloche", onde contei como eu e um amigo acabamos curtindo uma mina que veio na viagem pra Bariloche. Desde já, valeu pela boa energia e pelos comentários.
Ano passado, em agosto, numa viagem, tava rolando uma mina de um colégio de Belgrano. Morena, olhos claros, um corpo bonito, nada exagerado, estilizado e uns lábios bem sensuais, no estilo Lali Espósito, que tá meio na moda agora. Como tantas outras, chegou em Bariloche com namorado em Buenos Aires, mas ela era diferente porque, com o passar das primeiras noites, nós, coordenadores, percebemos que ela não dava mole. Nas baladas, tomava uns drinks, se divertia, dançava com as amigas, mas não dava chance pra ninguém, e olha que chegavam forte nela, especialmente quando, na piscina de uma balada famosa, apareceu de biquíni dos sonhos.
A gente, os coordenadores, fez a típica e se aproximou das amigas dela pra ver qual era, pra pegar mais info. Eu comi uma mina da turma dela que não era lá essas coisas (foi na quarta noite), mas ela tava muito tesuda, tão tesuda que queria transar na balada mais ou menos, mas fomos pro hotel.
Essa mina me falou sobre Inês, nome da garota desejada. Aparentemente, Inês (recém-feita 18) tinha um namorado de 24 anos, muito gato, o cara era jogador de rugby (imagina o físico), que já tinha comido outras do mesmo colégio e que parecia ter uma rola grande além de ser bem definido. Esse cara tinha tirado a virgindade dela, o que não era um detalhe menor. Segundo o que essa mina me contou, o cara buscava a Inês de carro toda sexta no colégio pra levar pro hotel. Às vezes, Inês saía da aula de educação física no colégio e também ia pra um hotel perto com o cara.
A mina que eu comi meio que espalhou o boato de que eu era mais ou menos bem dotado, bem coisa de mulherzinha isso, e que eu tinha feito ela gozar. duas vezes em meia hora. Aí na noite seguinte acabei comendo uma mina que dividia quarto com a Inês, que também não era lá essas coisas. Quando chegamos no quarto, tipo umas 5, a Inês tava dormindo e tinha outra mina numa cama no mesmo quarto. A gente ficou pelado e meteu de quatro um tempão, e do nada meu celular tocou e eu não consegui desligar a tempo. Aquele barulho acho que acordou a Inês, ou talvez os gemidos da amiga dela. Aí num momento eu olhei pra cama dela e ela tava acordada, me encarando enquanto eu comia a outra, o que me deixou louco.
Nisso ela se sentou e eu vi que ela só tava de calcinha fio-dental roxa e uma camiseta. Ela tirou tudo e foi pro banheiro tomar banho. Um corpo gostoso pra caralho. Eu continuei comendo a amiga quando ela saiu só com uma toalha na cabeça e acendeu o abajur. "Que delícia de transa, vou ficar olhando um pouquinho" ela falou enquanto a amiga cavalgava em mim e dizia "desculpa aí, Ine, é que você não sabe a pica que esse cara tem". "Fica tranquila, podem transar à vontade, eu só vou observar", respondeu, e eu já tava no limite. Aí vi ela pegar um vibrador pequeno e começar a enfiar na buceta depilada dela enquanto olhava pra gente e gemia. "Meu namorado me deu quando falei que ia ficar uma semana sem transar e que não ia aguentar, ele disse que se quisesse podia comer outros pra me divertir, mas os babacas dos nossos colegas são muito moleques, não iam conseguir me fazer gozar". Quinze minutos depois, gozamos os três. Fui tomar banho e voltei pelado, e a amiga da Inês me parou: "pera aí, quero uma foto de lembrança, Ine, tira a gente?". A Inês, já de fio-dental e camiseta, tirou duas fotos minhas e da amiga enquanto ela chupava minha pica. Depois fui dormir, óbvio que tentei comer a Inês, mas não tive sorte. Ela tava de boa com o vibrador dela. Ninguém conseguiu pegar ela, mas pelo menos eu vi ela pelada.
Espero que tenham gostado.
Ano passado, em agosto, numa viagem, tava rolando uma mina de um colégio de Belgrano. Morena, olhos claros, um corpo bonito, nada exagerado, estilizado e uns lábios bem sensuais, no estilo Lali Espósito, que tá meio na moda agora. Como tantas outras, chegou em Bariloche com namorado em Buenos Aires, mas ela era diferente porque, com o passar das primeiras noites, nós, coordenadores, percebemos que ela não dava mole. Nas baladas, tomava uns drinks, se divertia, dançava com as amigas, mas não dava chance pra ninguém, e olha que chegavam forte nela, especialmente quando, na piscina de uma balada famosa, apareceu de biquíni dos sonhos.
A gente, os coordenadores, fez a típica e se aproximou das amigas dela pra ver qual era, pra pegar mais info. Eu comi uma mina da turma dela que não era lá essas coisas (foi na quarta noite), mas ela tava muito tesuda, tão tesuda que queria transar na balada mais ou menos, mas fomos pro hotel.
Essa mina me falou sobre Inês, nome da garota desejada. Aparentemente, Inês (recém-feita 18) tinha um namorado de 24 anos, muito gato, o cara era jogador de rugby (imagina o físico), que já tinha comido outras do mesmo colégio e que parecia ter uma rola grande além de ser bem definido. Esse cara tinha tirado a virgindade dela, o que não era um detalhe menor. Segundo o que essa mina me contou, o cara buscava a Inês de carro toda sexta no colégio pra levar pro hotel. Às vezes, Inês saía da aula de educação física no colégio e também ia pra um hotel perto com o cara.
A mina que eu comi meio que espalhou o boato de que eu era mais ou menos bem dotado, bem coisa de mulherzinha isso, e que eu tinha feito ela gozar. duas vezes em meia hora. Aí na noite seguinte acabei comendo uma mina que dividia quarto com a Inês, que também não era lá essas coisas. Quando chegamos no quarto, tipo umas 5, a Inês tava dormindo e tinha outra mina numa cama no mesmo quarto. A gente ficou pelado e meteu de quatro um tempão, e do nada meu celular tocou e eu não consegui desligar a tempo. Aquele barulho acho que acordou a Inês, ou talvez os gemidos da amiga dela. Aí num momento eu olhei pra cama dela e ela tava acordada, me encarando enquanto eu comia a outra, o que me deixou louco.
Nisso ela se sentou e eu vi que ela só tava de calcinha fio-dental roxa e uma camiseta. Ela tirou tudo e foi pro banheiro tomar banho. Um corpo gostoso pra caralho. Eu continuei comendo a amiga quando ela saiu só com uma toalha na cabeça e acendeu o abajur. "Que delícia de transa, vou ficar olhando um pouquinho" ela falou enquanto a amiga cavalgava em mim e dizia "desculpa aí, Ine, é que você não sabe a pica que esse cara tem". "Fica tranquila, podem transar à vontade, eu só vou observar", respondeu, e eu já tava no limite. Aí vi ela pegar um vibrador pequeno e começar a enfiar na buceta depilada dela enquanto olhava pra gente e gemia. "Meu namorado me deu quando falei que ia ficar uma semana sem transar e que não ia aguentar, ele disse que se quisesse podia comer outros pra me divertir, mas os babacas dos nossos colegas são muito moleques, não iam conseguir me fazer gozar". Quinze minutos depois, gozamos os três. Fui tomar banho e voltei pelado, e a amiga da Inês me parou: "pera aí, quero uma foto de lembrança, Ine, tira a gente?". A Inês, já de fio-dental e camiseta, tirou duas fotos minhas e da amiga enquanto ela chupava minha pica. Depois fui dormir, óbvio que tentei comer a Inês, mas não tive sorte. Ela tava de boa com o vibrador dela. Ninguém conseguiu pegar ela, mas pelo menos eu vi ela pelada.
Espero que tenham gostado.
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