Meus começos com meu filho

Sou uma mulher casada de 47 anos que, por causa do trabalho do meu marido, mora na Califórnia há 4 meses.

Sou morena, tenho 1,75m e estou um pouco acima do peso, pra não dizer que sou gordinha. Há mais de 10 anos sou uma hotwife, nesses anos tive vários amantes, mas um fixo até me mudar pros EUA. Tenho dois filhos: um homenzarrão de 18 anos, lindo, moreno, com uns olhos pretos que derretem qualquer mulher, e uma menina de 7 anos. Em casa somos naturistas e sempre andamos pelados, então vi como meu filho mudou ao longo dos anos pra melhor, muito pra melhor.

Quando meu marido não está, o Júlio cuida de me dar massagens, porque por causa de uma cirurgia nas costas, minha lombar fica muito tensa, e ele está estudando Fisioterapia numa faculdade de prestígio aqui. Ele nunca passou dos limites nas massagens, embora seja verdade que as mãos dele acariciavam minha buceta tanto pela frente quanto por trás.

Tudo começou semana passada. Comecei a conversar no Twitter com uma garota perto de onde eu morava antes, em Madri. O tesão subiu a níveis inimagináveis, e enquanto eu falava, ficava me tocando sem parar. A gente falava sobre o que faria se estivéssemos perto uma da outra, como íamos nos lamber, como íamos nos tocar e essas coisas, até que ela teve que ir embora porque precisava buscar o filho dela na escola.

Eu ainda estava muito excitada e continuei me masturbando. Em casa, a gente nunca fecha as portas quando está sozinho, e por causa do meu estado de tesão, eu não fechei. Meus dedos procuravam minha buceta encharcada e, bem devagar, eu me masturbava, atrasando meu prazer. Dois dedos invadiam minha intimidade enquanto eu acariciava meu clitóris com outros dois. Tão concentrada no meu prazer que não ouvi a porta da casa abrir. O Júlio entrou em casa e, ao ouvir meus gemidos fortes, se aproximou devagar da porta do meu quarto. Eu estava no auge do prazer, prestes a gozar gostoso, quando abri os olhos enquanto tinha três dedos fodendo minha buceta. Bucetinha, vi o Julio na porta do meu quarto.

Ele tava olhando a mãe dele se masturbar devagar, com olhos cheios de desejo. Não sei o que deu em mim, mas em vez de me cobrir, continuei me tocando olhando nos olhos dele. Já tava num ponto sem volta, precisava ter meu orgasmo tão esperado. Vi o ombro dele se mexer e, quando baixei o olhar, vi. Ele tava se masturbando me olhando, tinha uma rola linda, enorme, grossa e muito brilhante. Minha mão começou a acariciar meu clitóris e naquele momento meu orgasmo veio. Começou a chegar do lugar mais escondido do meu corpo, foi bestial, um orgasmo sublime. Não parava de olhar nos olhos do meu querido filho, enquanto da minha garganta saía um gemido muito longo. Da minha buceta começou a jorrar uma quantidade de líquidos que eu nunca tinha expelido antes, foi intenso e muito longo. Uma gozada daquelas.

Julio foi se aproximando cada vez mais da minha cama enquanto a mão dele continuava batendo punheta naquela rola linda, até que, quando chegou na minha altura, quase na minha cara, ele explodiu, soltando um rio de esperma que acertou minha cara, cabelo, peitos. Por um segundo, ou talvez mais, desejei que ele se jogasse em cima de mim e me fodesse como a puta que eu sou.

Quando terminou, saiu correndo pro quarto dele, morto de vergonha. Eu, não sei por que, peguei a porra que tava nos meus lábios e lambi, saboreei o gosto por uns segundos e, quando me dei conta do que tinha acontecido, levantei e fui pro quarto dele.

Precisava falar com ele, contar o que tinha rolado. Quando entrei no quarto, ele tava deitado na cama, pelado, com a rola dura de novo. Sentei do lado dele e começamos a conversar sobre o que tinha acontecido.

— Mãe, me desculpa, não sei o que deu em mim...

— Calma, meu amor, é normal. Olha... você tá no auge da sua fervura sexual e eu tenho minhas necessidades. Seu pai não tá aqui e eu preciso de alguém pra aliviar meu tesão... e o que você viu hoje...

— Fica tranquila, mãe, é normal. Você tá muito gostosa... Eu...

— Desculpa, meu anjo, eu devia ter fechado a porta. Você não devia ter visto. isso.
- Mamãe… é que… eu te desejo… faz tempo que gosto de você…
- Meu amor, não pode ser, somos mãe e filho… não, uffff, não pode ser — enquanto falava, não conseguia tirar os olhos daquela pica, além disso, Júlio acariciava minhas pernas, subindo devagar.
- Mamãe, eu te quero…
- Júlio, para… nãooo pode ser, ahhh isso não está certo — sem perceber, minhas pernas se abriram, dando acesso à minha buceta depilada e encharcada.
Quando me dei conta, os dedos dele brincavam com meu clitóris. Levantei e saí correndo para o chuveiro, precisava me livrar daquele calor. Júlio me seguiu pedindo desculpas.

Não falamos mais sobre o assunto o dia todo. À tarde, minha amiga entrou em contato e contei o que aconteceu. Ela disse que eu devia colocar um pé no meio, que falasse com Roberto, que ele me ajudaria. Por sorte, meu amado marido chegava naquela noite. Assim que entrou em casa, contei que precisávamos conversar, que quando Júlio saísse e a menina fosse para a cama, a gente devia falar.

Quando contei o ocorrido, ele me olhou e disse:
- Amor, você devia ter fechado a porta. Imagina se te pega com algum amigo/a, como explica?
- Eu sei, meu bem, não pensei que ele pudesse chegar em casa. Eu estava muito excitada, mas não sei o que deu em mim. Foi especial… Nunca gozei como hoje de manhã…
- Cala a boca e me responde essas perguntas: você gostou? O que sentiu? Te excitou?
- Muito, meu amor. Não só gostei, foi especial. Tive o melhor orgasmo da minha vida. Não sei como explicar… mas é meu filho. E se me excitei… como uma puta, desejei por um segundo que ele me fodesse. Minha vida, estou doente, é nosso menininho…
- Minha vida, Júlio já não é mais pequeno, é um homem e muito gostoso. Além disso, pelo que você diz, muito bem dotado. É normal você se excitar. Não se preocupe, amanhã vou falar com ele. Agora descansa, isso vai se resolver…
- Tem certeza, meu céu? Como vou deixar ele me dar massagens, e ainda mais nua? Não sei, e se ele me tocar… e… - Se você perder o controle? Eu te conheço, meu amor, sei que se você desejar, mais cedo ou mais tarde vai perder. Dêem tempo, deixem um pouco de distância. Se quiser, amanhã quando eu falar com ele, digo que os massagens acabaram, mas, você sabe que fazem bem pra ele, pros treinos de fisioterapia dele.

- Amor, não, quero que ele continue fazendo, me faz feliz… e eu também preciso deles, mas… não sei…

- Deixa eu falar com ele, tá?

O dia seguinte passou de um jeito bem normal, ninguém falou sobre o que aconteceu, tudo foram risadas e brincadeiras com as crianças. À tarde, pai e filho saíram pra tomar umas cervejas e conversar, eu fiquei com a menina em casa, jantamos, e quando chegou a hora dela, coloquei ela na cama. Muito tempo depois, Roberto chegou sozinho, entrou no quarto, me olhou e disse que estava tudo resolvido.

E embora normalmente seja eu quem o amarra, naquela noite foi ele quem me amarrou na cama, colocou uma venda em mim e começou a me acariciar, queria que eu sentisse cada carícia, enquanto sussurrava que estava com tesão pela situação. Ele ficou me lambendo a buceta por mais de uma hora. Tive 3 orgasmos intensos quando senti o pau dele me penetrando devagar…

- Amor, céu, como você tá? Te sinto muito grosso… ahhhhh

- Vadia, vou te arrebentar de porrada, você tá com tesão… Te excita que seu filho tenha te visto se masturbando… com certeza você teria adorado que ele te fodesse

- AHHH NÃO, é meu filho…

- Tem certeza? Fala a verdade, você teria gostado.

- Ahhhhhh sim, teria adorado, sentir esse pauuuu

- Quer que eu te foda? Vamos, admite.

- Ahhhhh, não, me dá seu leite por favorrrrr

- Admite, vamos, me diz que você deseja que eu te foda e vou te encher..

- Ahhhh, ahhhhhh siiiiiiii quero que o Júlio me foda ahhhh tô gozandooooo

- Ahhhhh toma, vadia, toma meu leiteeeee, te deixa com tesão ser fodida pelo seu filhooo.. ahhhhhhhh

E ele gozou como poucas vezes fez, quando os espasmos dele acabaram, ficou em cima de mim sem tirar. O pau dele na minha buceta, até que, soltando minhas mãos, tirei a venda e, segurando a cabeça dele, falei:

- Vamos, cuck, você já sabe o que tem que fazer, limpa…

E olha se ele fez, me deixou bem limpinha, me levando a um orgasmo bestial. Quando estávamos mais tranquilos, conversamos sobre o problema.

- Love, te deixa com tesão eu te fazer de cuck com o Júlio?

- Muito, minha vida, que humilhação maior do que ser seu filho quem te corneia?

- Umm, não pode ser, minha vida, é o Júlio… não daria… mas, se for sincera, também me dá tesão pensar nisso…

- Fica tranquila, minha vida, eu sei, quem sabe… deem tempo ao tempo… mas…

- O quê?

- Posso te pedir um favor?

- Fala, meu love, o que for, você já sabe.

- Quero que ele te dê uma massagem na minha frente. Por favor.

- Ufff, não sei, love, vou ficar muito excitada… e não sei se vou conseguir parar, minha vida… é nosso filho…

- Por favor… quero ver como ele te acaricia quando eu não estou.

- Tá bom, meu love, vou fazer por você, mas só espero que a gente não se arrependa depois.

O dia seguinte foi bem normal, talvez até demais, meu marido brincando com as crianças, jogando como se nada tivesse acontecido, e eu nervosa e excitada com o que estava por vir. Depois do almoço, a menina foi para a casa de uma amiga passar a noite para brincar, ficamos nós três sozinhos, minha buceta parecia um rio quando meu marido sussurrou que era hora daquela massagem.

Me levantei e, olhando primeiro para o Júlio e depois para meu marido, falei que ia me preparar. Entrei no quarto, tomei um bom banho relaxante e saí envolta num roupão de seda transparente. Meus nervos estavam a mil, ao cruzar a porta do banheiro, lá estavam eles. Júlio seminu, só de cueca bem sugestiva, e Roberto sentado numa cadeira ao lado da cama.

Júlio tinha os óleos de massagem preparados ao lado do criado-mudo e um pote de algo que não consegui adivinhar o que era, mas que descobriria mais tarde. Tirei o roupão e me deitei na cama. cama, tentei adivinhar se ele tava excitado, mas a cueca dele não mostrava nada. Ele colocou as pernas entre as minhas, nas minhas costas, e começou uma massagem suave nos meus ombros, nas minhas costas e passou pros meus glúteos e pernas. Por uns minutos que pareceram uma eternidade, não senti nenhum toque. Quando as mãos dele começaram a subir pela parte interna das minhas coxas, não consegui evitar soltar um gemido. Os dedos dele subiam cada vez mais e roçavam na minha buceta encharcada, queria evitar, mas não conseguia reprimir um suspiro cada vez que ele me tocava, e minhas pernas, como se tivessem vida própria, a cada roçada se abriam um pouco mais. Finalmente, os dedos dele acariciaram todo o comprimento da minha xota, instintivamente minhas pernas se abriram ao máximo pra facilitar o toque, mas em vez disso, senti ele subindo pelas minhas costas, e o corpo dele se apoiou contra o meu. Com as pernas do jeito que estavam, senti a rola dura dele encostar na minha buceta e suspirei, sem conseguir evitar um gemido forte quando a cabeça dele se apoiou na entrada da minha xota molhada.

Ele me deixou encostada na porta enquanto beijava meus ombros e sussurrava pra eu me virar. Eu queria que aquela beleza entrasse dentro de mim, mas obedeci. Agradeci por ele ser tão cavalheiro, mas ao mesmo tempo amaldiçoei a falta de atitude dele por não me foder selvagemente. Eu tava vermelha e morrendo de vergonha, meu filho me deixava à beira de cometer uma loucura. Dessa vez, a massagem começou pelos meus peitos, ele acariciava e beliscava meus mamilos com uma pressão perfeita, misturando dor e prazer até limites inimagináveis.

Criei coragem, abri os olhos e olhei pra ele. No meu olhar, tinha súplica pra ele parar com essa loucura e desejo de que não demorasse pra me foder como uma puta. As mãos dele desceram pela minha barriga até o começo da minha buceta depilada, roçavam por cima e voltavam pro início do meu estômago. Lentamente, desceu pelas minhas pernas até chegar com as duas mãos em cada um dos meus tornozelos, passou mais óleo na mão e começou uma subida lenta. Meu sexo ficava a mil por hora quando as mãos dele chegaram e me roçaram, eu gemi forte. Nessa hora, Roberto levantou da cadeira — eu tinha esquecido que ele estava ali vendo o filho me tocar. Ele pegou o pote que eu não conhecia e deu pro filho. O menino passou nas mãos e começou a espalhar o conteúdo no meu sexo. Eu ardia por dentro e por fora, queria sentir ele me acariciando. Dois dedos dele percorriam minha buceta, e meu marido chegou perto do meu ouvido e sussurrou:

— Love, vou te deixar com seu filho. Esse é um momento muito íntimo, aproveita, não se segura no que quiser fazer… Depois te vejo.

E sem me dar tempo de responder, me deu um beijão gostoso e foi pra porta. Júlio não parava de me tocar, os dedos dele percorriam cada centímetro da minha buceta depilada. Meus gemidos ficavam cada vez mais fortes, até que eu senti: senti o hálito dele se aproximando da minha ppk, senti a língua dele me lambendo pela primeira vez. Abri os olhos e vi aquele olhar de olhos pretos queimando de desejo, e não pude negar. Fechei os olhos e me entreguei a sentir a língua dele percorrendo cada milímetro da minha ppk. Minhas mãos não paravam quietas, e quando a língua dele começou a brincar com meu clitóris, levei as mãos na cabeça dele e apertei contra minha ppk encharcada.

O prazer vinha do fundo do meu ser, o orgasmo era iminente. A língua dele brincava com meu sexo devagar, atrasando ao máximo meu gozo. Quando eu estava prestes a explodir, só consegui gritar:

— Come minha ppk, a ppk de onde você nasceu! Ahhh, que prazer, filho! Sim, engole minha vida, engole os caldos da puta da sua mãe…

E explodi num dos melhores e mais intensos orgasmos que já tive na vida. Soltei um rio de caldos que meu amado filho engoliu e engoliu. Quando o prazer acabou, levantei ele e, levando a boca dele até a minha, me fundi num beijo apaixonado. O pau dele, duro e duríssimo, estava alojado em cima do meu sexo. Mexi meus quadris pra buscar um encaixe perfeito e, quando senti a cabeça dele na minha entrada, Entrei e sussurrei.
- ME FODE.

E sem dizer nada, empurrou com toda a alma, enfiando mais de 24 cm de carne dura e grossa dentro da minha buceta. Não consegui me segurar e, só de sentir sendo penetrada, gozei de novo.

Ele começou uma metida e tirada desajeitada e forte, e eu tive que guiar pra que os dois sentíssemos o maior prazer.

- Devagar, meu amor… Não tem pressa… a mamãe não vai embora…

- Mamãe… ahhh, desejei isso com todo o meu ser, pega ela inteira… te amoooo

- SIIIIM, meu amor, e eu… te desejo desde o outro dia, desde que você me viu batendo uma… ahhhh, meu amor..

- Você gosta, mamãe… eu faço bem?

- Siiim, meu amor, perfeito… ahhhh, vamos, meu amor, goza comigo.

- MAMÃE, tô gozando, vou gozar, não aguento, ahhhhh, laaa. Tira…

- NÃOOOOO, não tira, meu amor, me enche, me enche com seu leite, preciso dele dentro, por favor, me dááááá.

E olha se ele me deu. O pau dele se alojou no fundo e começou a jorrar uma quantidade incrível de leite. Minha buceta não conseguia aguentar tanto dentro, e uma parte escorreu pra fora, descendo pelas minhas nádegas em direção à cama. Ficamos deitados, ele em cima de mim, descansando do orgasmo simultâneo que tivemos. O pau dele não perdia a força e continuava duro como no começo dentro da minha buceta.

Meus quadris começaram um movimento giratório, buscando o atrito daquele pau duríssimo lá dentro. Devagar, ele começou a meter e tirar de novo, enquanto nos fundíamos num beijo apaixonado, cheio de amor e ternura lasciva. O pau dele não parava de queimar dentro da minha buceta, mas eu precisava de algo mais. Olhei nos olhos dele e, sensual, falei:

- Amor, você gosta da minha bunda?

- Adoro, mamãe, me deixa louco. Por quê? Quer que eu te coma pelo cu?

- Sim, meu amor, preciso dele dentro de lá.

Me virei, agarrei as bandas da minha bunda e falei pra ele me foder com força. Esperava uma estocada mortal da parte dele, mas, em vez disso, ele começou a lamber meu buraco negro, enfiava a língua até o fundo, me dilatando e me excitando como uma puta no cio. Uns minutos depois, notei que a glande do pau dele se alojava na entrada do meu cu e, aos poucos, começou a pressionar pra dentro. A foda dele começou devagar, mas meus suspiros e o tesão dele fizeram com que logo acelerasse o ritmo. Embora eu não fosse virgem de cu, o tamanho do pau dele fazia meu esfíncter apertar como um cu apertado. Por inexperiência, o coitado não durou muito e, depois de uns 5 ou 6 minutos, começou a gritar que ia gozar, acelerando com as palavras meu orgasmo. Com uma estocada forte, comecei a sentir o pau dele cuspindo porra dentro de mim. Ele se deitou em cima de mim, jogando todo o peso nas minhas costas; os dois estávamos exaustos, mas felizes.

A gente dormiu abraçado, e depois de um tempo, notei que alguém lambia minha buceta, limpando os restos que meu filho tinha deixado dentro de mim. Levantei a cabeça e lá estava meu amado marido, limpando a bagunça feita pelo filho dele. Me deu uma vontade terrível de mijar com as lambidas dele, e, pegando ele pelo braço, meti ele no chuveiro. Ele já sabia o que fazer: encaixou a boca na minha buceta e começou a engolir minha preciosa urina, sem deixar escapar uma gota daquele néctar maravilhoso. Quando terminei, vi Júlio olhando da porta do chuveiro com o pau duro de novo. Olhei pra ele, e, entrando também, ele enfiou o pauzão na minha buceta enquanto o pai lambia meu clitóris e partes do pau dele. Depois de duas gozadas, ele aguentou um pouco mais, me fazendo gozar duas vezes até sentir ele se esvaziar dentro de mim mais uma vez. O resto do fim de semana a gente passou na cama, fodendo como loucos enquanto o corno limpava as gozadas de dentro de mim.

3 comentários - Meus começos com meu filho

ooosooo +1
Muy bueno me gustaría ser tu hijo esperó otros relatos
fede4u
el mejor relato que he leido en mucho tiempo!!!!