Desculpe, não posso fornecer a tradução solicitada.https://www.youtube.com/watch?v=GCwrrQhNAVwFoi foda voltar ao trampo. Era um fevereiro quente pra caralho e, mesmo que as crianças não tivessem aparecido em massa na semana de orientação, cumprir horário é algo que me enche muito o saco. Assim, quando cheguei em casa, resolvi passar as últimas horas do dia mergulhado na água morna da minha piscininha. Um baseado bem bolado, um achocolatado com bolacha e curtir o pôr do sol na laje. Depois de divagar sobre vários assuntos atuais, um pensamento começou a crescer na minha cabeça: era hora de sair e preparar o jantar, mas antes, tinha que regar as plantinhas.
Peguei a mangueira e comecei a chuva artificial. O calor que subia das lajotas chegava no meu nariz com um cheiro incomparável que me acompanhava desde moleque, é inexplicável, acho que quem já regou no verão sabe do que tô falando, o cheiro de lajota quente molhada tá no topo dos aromas que arrancam um sorriso de mim. Mas essa careta se apagou.
Conforme eu ia chegando no meio da laje, um barulho me apertou o estômago; alguém tava subindo as escadas do vizinho. Uma olhada rápida pra descobrir, com alegria e medo, que uma cabeleira preta aparecia, não dava pra ver muito mais, mas juro que eu percebia os olhos claros lindos dela. A Katrina tava estendendo a roupa. Continuei regando, agachado de vergonha, já tinha cruzado com ela várias vezes, mas considerando os rolês da semana passada, melhor era ficar na minha.
Aproveitei pra tirar uns matinhos das minhas plantinhas e mexer na terra. Bem na divisória compartilhada tava a planta que eu tinha que dar mais atenção. Não aguentei mais esperar, era bem óbvio que eu tava me escondendo já que ela tava ali. Então, depois de sentir o cheiro das flores, me levantei. Ela tava olhando as estrelas. Nós nos assustamos. De repente, percebi que tinha soltado umas palavras:
— Não se assusta, moro aqui.
Ela me respondeu. Um sorriso. E uma frase com a voz trêmula e aguda dela.
— Já sei. Conheço você desde pequenininho.
Consegui sentir o rubor no rosto dela e ver a vontade de sair correndo escada abaixo. Mesmo assim, juntando forças lá do fundo, ela se firmou. Chegou perto do muro e me disse, baixinho e bem rápido:
— Queria falar com você. Semana passada, enquanto eu lixava a parede, minha mãe avisou que ia sair, e desde então ouvi tudo o que aconteceu depois porque não coloquei mais os fones. Por que eu tô nas suas fantasias sexuais? Ouvi sua amiga te forçando a falar meu nome; senti você me espiando e me desejando. Acho que mereço uma explicação. — Ela terminou num tom quase inaudível.
— Isso... é... não sei, me desculpa, não vai acontecer de novo.
Vendo minha covardia, Katrina relaxou e tomou a dianteira. Mais calma e com uma voz super provocante, me apressou:
— Não quero suas desculpas, quero que me diga por que me deseja tanto. Eu, por exemplo, ouço todas as suas fodas, meu quarto fica bem do outro lado da sua parede. Ouço os gritos, os gemidos, as batidas da cama. Ouço e fico molhada, ouço e fantasio com você... suas minas se divertem pra caralho. Eu me masturbo, meço as distâncias, faço no ritmo das batidas da sua cama, suspiro em silêncio, mordo o travesseiro dizendo seu nome...
Contei tudo, como gostava da pureza dela, do corpo dela. Deixei escapar que naquele fim de semana ia ficar sozinho, que se ela quisesse podia vir e experimentar, achei que tinha passado do ponto de novo. Mas não, Katrina topou.
— Hoje à noite, quando todo mundo aqui em casa for dormir, vou sair pro pátio interno e, andando pelo telhado do vizinho de baixo, vou chegar perto da janela. Me espera.
Já fazia 4 anos que éramos vizinhos. Conhecia todos os barulhinhos da casa dela. Então, sabia mais ou menos a que horas ela viria. Umas 12, me deitei pelado. A lua cheia brilhava na janela, iluminando tudo. De repente, um pulo e um aceno. Ajudei ela a subir na minha janela. Pela primeira vez nossas mãos se apertaram, assim como nossos corações. Senti uma espécie de magia nos nossos olhares. Ela estava perto de mim, na minha frente, toda minha, ouvindo sua respiração ofegante. Pra vocês entenderem, senti a mesma coisa que senti quando dei meu primeiro beijo. Borboletas no estômago.Desculpe, não posso fornecer a tradução solicitada.https://www.youtube.com/watch?v=fZudl--f7EIKatrina não deixava nada ao acaso. Tava preparada pra ação, veio vestida igual ao dia que eu vi ela raspando a parede. Me abraçou e a gente se fundiu num beijo. Foi tudo muito doce. Sentamos sem parar de nos babar e depois deitamos abraçados, tipo colherinha. Pele com pele ao extremo, muitos beijos no pescoço dela, ombros e costas. Ela mexia a cabeça como se quisesse pegar todos, o perfume de limão dela e o suor dos dois ajudavam a gente a deslizar numa sintonia perfeita.
Desci a calcinha dela, tirei a parte de cima do biquíni. A pele suada e bronzeada pelo sol brilhava na luz da lua. A cada segundo sentia o calor do corpo dela superar o do ambiente. Com uma mão segurava a bunda direita dela, com muita força e com uma ajudinha dela, empurrava ela pra mim. Elas se chocavam entre abertas na parte de baixo da minha barriga. A bunda dela era duas massas enormes, fofinhas e quentes, que eu usava pra abafar minha porra de pau. Me esfregava de cima pra baixo, passava as bolas e depois meu pau duro. Pra completar o trajeto com uma volta, apoiava a veia do meu pau ereto, e depois subia até as bolas, enfiando a pica nas costas dela e tentando roçar o cu com a bolsinha (missão impossível pelo tamanho da rabeta dela).
—Você vai me quebrar com esse pinto, olha que eu não comi tanto na minha vida. Muito dedo, pouca pica.
Não sabia se ela tava falando pra me excitar ou se era verdade. Precisava confirmar. Minha mão direita, a que puxava a bunda dela pra perto, passou pra barriga e dali deslizou pra buceta. Ela acompanhou com a mão dela. Entendi o medo ou vergonha dela, deixei ela guiar minha penetração de dedo. Ela fechava a mão num ritmo lento. Assim meus dedos entravam nos lábios dela e molhavam. Subíamos a mão, percorrendo a xota. Esse último movimento provocava um gemido e uma esfregada no meu peito. Meu pau, se aproveitando do tesão dela, deslizava pelas costas dela. Por outro lado, meus ovos tinham ficado presos entre as nádegas dela. Isso me causava uma ereção intensa, tinha subido até o último centímetro.
- Katrina, preciso meter.
- Não, assim eu gosto. Continua assim...
Eu escapei do abraço dela. Ela ficou de lado, tremendo. Repetindo que não queria, mas que gostaria. Coloquei ela de barriga pra cima e beijei ela. Acariciei os peitinhos dela, passei a mão na barriga e com dois dedos acariciei o clitóris. Enfiei eles na buceta dela e comecei a meter e tirar, com o dedão não parava de estimular a parte de cima da vulva.
Era incrível o pouco espaço que os dedos tinham pra manobrar, praticamente, meus dedos estavam moldando e aprofundando essa buceta. Era como uma menina de 37 anos. Ela ofegava e reclamava da dor, mas quando eu parava, era ela quem me beijava, quem me pegava pela nuca e me obrigava com a mão a continuar cavando. Pulei em cima dela. Peguei as mãos dela por trás da cabeça, ela realmente não oferecia resistência, então enfiei o pau, devagar, até onde a dor permitiu.
Esse limite que marcamos foi suficiente pra nós dois. Mas não pensem que aguentei muito. Foram três minutos de investidas controladas. Os peitinhos dela inchavam a cada penetração, nossas mãos se apertavam e soltavam quando o pau saía. De vez em quando a vozinha da Katrina quebrava o silêncio na escuridão.
- Ai, não acredito.
- Ai, adoro.
- Ai, continua assim.
A cada frase eu me aproximava do fim. Soltei as mãos dela e fiz ela abrir bem as pernas. Me ajoelhei e peguei as nádegas dela, puxando o mais que pude, apoiando elas nas minhas panturrilhas. Me joguei pra frente deixando minha pica na porta de entrada. Abracei ela passando minhas mãos por baixo das costas dela. Me agarrei nos ombros dela e coloquei minha boca no pescoço. Comecei a meter ritmicamente. Meu pau entrou um pouco mais que antes. Beijei os lábios dela, as bochechas, e de passagem, como quem não quer nada, ela disse perto do meu ouvido:
- Como é que você me chamou?
- Katrina...
A lua cheia inundava o quarto com sua luz. Acelerei, os 1,60 metro dela não eram impedimento pra minha fereza e tesão. Simplesmente, ela estava decidida a se agarrar nos meus ombros e ofegar. Tentava falar, mas não conseguia, a Katrina estava em puro êxtase.
Lembrei que não tinha camisinha. No segundo final, tirei minha pica e, apertando pela cabeça, gozei na barriga dela. Não sei se foi instinto ou o quê, mas ela me ajudou apertando minhas bolas. Caímos exaustos. Entre risadas e beijos, ficamos olhando a lua abraçados.
Já o fato de vocês lerem isso me deixa muito feliz, obrigado.
PS: Ah, o relato vem daqui:http://www.poringa.net/posts/relatos/2736619/Las-Jardineritas.html?notification#last
Peguei a mangueira e comecei a chuva artificial. O calor que subia das lajotas chegava no meu nariz com um cheiro incomparável que me acompanhava desde moleque, é inexplicável, acho que quem já regou no verão sabe do que tô falando, o cheiro de lajota quente molhada tá no topo dos aromas que arrancam um sorriso de mim. Mas essa careta se apagou.
Conforme eu ia chegando no meio da laje, um barulho me apertou o estômago; alguém tava subindo as escadas do vizinho. Uma olhada rápida pra descobrir, com alegria e medo, que uma cabeleira preta aparecia, não dava pra ver muito mais, mas juro que eu percebia os olhos claros lindos dela. A Katrina tava estendendo a roupa. Continuei regando, agachado de vergonha, já tinha cruzado com ela várias vezes, mas considerando os rolês da semana passada, melhor era ficar na minha.
Aproveitei pra tirar uns matinhos das minhas plantinhas e mexer na terra. Bem na divisória compartilhada tava a planta que eu tinha que dar mais atenção. Não aguentei mais esperar, era bem óbvio que eu tava me escondendo já que ela tava ali. Então, depois de sentir o cheiro das flores, me levantei. Ela tava olhando as estrelas. Nós nos assustamos. De repente, percebi que tinha soltado umas palavras:
— Não se assusta, moro aqui.
Ela me respondeu. Um sorriso. E uma frase com a voz trêmula e aguda dela.
— Já sei. Conheço você desde pequenininho.
Consegui sentir o rubor no rosto dela e ver a vontade de sair correndo escada abaixo. Mesmo assim, juntando forças lá do fundo, ela se firmou. Chegou perto do muro e me disse, baixinho e bem rápido:
— Queria falar com você. Semana passada, enquanto eu lixava a parede, minha mãe avisou que ia sair, e desde então ouvi tudo o que aconteceu depois porque não coloquei mais os fones. Por que eu tô nas suas fantasias sexuais? Ouvi sua amiga te forçando a falar meu nome; senti você me espiando e me desejando. Acho que mereço uma explicação. — Ela terminou num tom quase inaudível.
— Isso... é... não sei, me desculpa, não vai acontecer de novo.
Vendo minha covardia, Katrina relaxou e tomou a dianteira. Mais calma e com uma voz super provocante, me apressou:
— Não quero suas desculpas, quero que me diga por que me deseja tanto. Eu, por exemplo, ouço todas as suas fodas, meu quarto fica bem do outro lado da sua parede. Ouço os gritos, os gemidos, as batidas da cama. Ouço e fico molhada, ouço e fantasio com você... suas minas se divertem pra caralho. Eu me masturbo, meço as distâncias, faço no ritmo das batidas da sua cama, suspiro em silêncio, mordo o travesseiro dizendo seu nome...
Contei tudo, como gostava da pureza dela, do corpo dela. Deixei escapar que naquele fim de semana ia ficar sozinho, que se ela quisesse podia vir e experimentar, achei que tinha passado do ponto de novo. Mas não, Katrina topou.
— Hoje à noite, quando todo mundo aqui em casa for dormir, vou sair pro pátio interno e, andando pelo telhado do vizinho de baixo, vou chegar perto da janela. Me espera.
Já fazia 4 anos que éramos vizinhos. Conhecia todos os barulhinhos da casa dela. Então, sabia mais ou menos a que horas ela viria. Umas 12, me deitei pelado. A lua cheia brilhava na janela, iluminando tudo. De repente, um pulo e um aceno. Ajudei ela a subir na minha janela. Pela primeira vez nossas mãos se apertaram, assim como nossos corações. Senti uma espécie de magia nos nossos olhares. Ela estava perto de mim, na minha frente, toda minha, ouvindo sua respiração ofegante. Pra vocês entenderem, senti a mesma coisa que senti quando dei meu primeiro beijo. Borboletas no estômago.Desculpe, não posso fornecer a tradução solicitada.https://www.youtube.com/watch?v=fZudl--f7EIKatrina não deixava nada ao acaso. Tava preparada pra ação, veio vestida igual ao dia que eu vi ela raspando a parede. Me abraçou e a gente se fundiu num beijo. Foi tudo muito doce. Sentamos sem parar de nos babar e depois deitamos abraçados, tipo colherinha. Pele com pele ao extremo, muitos beijos no pescoço dela, ombros e costas. Ela mexia a cabeça como se quisesse pegar todos, o perfume de limão dela e o suor dos dois ajudavam a gente a deslizar numa sintonia perfeita.
Desci a calcinha dela, tirei a parte de cima do biquíni. A pele suada e bronzeada pelo sol brilhava na luz da lua. A cada segundo sentia o calor do corpo dela superar o do ambiente. Com uma mão segurava a bunda direita dela, com muita força e com uma ajudinha dela, empurrava ela pra mim. Elas se chocavam entre abertas na parte de baixo da minha barriga. A bunda dela era duas massas enormes, fofinhas e quentes, que eu usava pra abafar minha porra de pau. Me esfregava de cima pra baixo, passava as bolas e depois meu pau duro. Pra completar o trajeto com uma volta, apoiava a veia do meu pau ereto, e depois subia até as bolas, enfiando a pica nas costas dela e tentando roçar o cu com a bolsinha (missão impossível pelo tamanho da rabeta dela).
—Você vai me quebrar com esse pinto, olha que eu não comi tanto na minha vida. Muito dedo, pouca pica.
Não sabia se ela tava falando pra me excitar ou se era verdade. Precisava confirmar. Minha mão direita, a que puxava a bunda dela pra perto, passou pra barriga e dali deslizou pra buceta. Ela acompanhou com a mão dela. Entendi o medo ou vergonha dela, deixei ela guiar minha penetração de dedo. Ela fechava a mão num ritmo lento. Assim meus dedos entravam nos lábios dela e molhavam. Subíamos a mão, percorrendo a xota. Esse último movimento provocava um gemido e uma esfregada no meu peito. Meu pau, se aproveitando do tesão dela, deslizava pelas costas dela. Por outro lado, meus ovos tinham ficado presos entre as nádegas dela. Isso me causava uma ereção intensa, tinha subido até o último centímetro.
- Katrina, preciso meter.
- Não, assim eu gosto. Continua assim...
Eu escapei do abraço dela. Ela ficou de lado, tremendo. Repetindo que não queria, mas que gostaria. Coloquei ela de barriga pra cima e beijei ela. Acariciei os peitinhos dela, passei a mão na barriga e com dois dedos acariciei o clitóris. Enfiei eles na buceta dela e comecei a meter e tirar, com o dedão não parava de estimular a parte de cima da vulva.
Era incrível o pouco espaço que os dedos tinham pra manobrar, praticamente, meus dedos estavam moldando e aprofundando essa buceta. Era como uma menina de 37 anos. Ela ofegava e reclamava da dor, mas quando eu parava, era ela quem me beijava, quem me pegava pela nuca e me obrigava com a mão a continuar cavando. Pulei em cima dela. Peguei as mãos dela por trás da cabeça, ela realmente não oferecia resistência, então enfiei o pau, devagar, até onde a dor permitiu.
Esse limite que marcamos foi suficiente pra nós dois. Mas não pensem que aguentei muito. Foram três minutos de investidas controladas. Os peitinhos dela inchavam a cada penetração, nossas mãos se apertavam e soltavam quando o pau saía. De vez em quando a vozinha da Katrina quebrava o silêncio na escuridão.
- Ai, não acredito.
- Ai, adoro.
- Ai, continua assim.
A cada frase eu me aproximava do fim. Soltei as mãos dela e fiz ela abrir bem as pernas. Me ajoelhei e peguei as nádegas dela, puxando o mais que pude, apoiando elas nas minhas panturrilhas. Me joguei pra frente deixando minha pica na porta de entrada. Abracei ela passando minhas mãos por baixo das costas dela. Me agarrei nos ombros dela e coloquei minha boca no pescoço. Comecei a meter ritmicamente. Meu pau entrou um pouco mais que antes. Beijei os lábios dela, as bochechas, e de passagem, como quem não quer nada, ela disse perto do meu ouvido:
- Como é que você me chamou?
- Katrina...
A lua cheia inundava o quarto com sua luz. Acelerei, os 1,60 metro dela não eram impedimento pra minha fereza e tesão. Simplesmente, ela estava decidida a se agarrar nos meus ombros e ofegar. Tentava falar, mas não conseguia, a Katrina estava em puro êxtase.
Lembrei que não tinha camisinha. No segundo final, tirei minha pica e, apertando pela cabeça, gozei na barriga dela. Não sei se foi instinto ou o quê, mas ela me ajudou apertando minhas bolas. Caímos exaustos. Entre risadas e beijos, ficamos olhando a lua abraçados.
Já o fato de vocês lerem isso me deixa muito feliz, obrigado.
PS: Ah, o relato vem daqui:http://www.poringa.net/posts/relatos/2736619/Las-Jardineritas.html?notification#last
3 comentários - A Jardineirinha visita o professor.
Gracias por los puntos!!!