Faz tempo que não posto um conto, se vocês tiverem interesse, passo algum anterior!
O da punheta com a Mica pelo áudio do celular:http://www.poringa.net/posts/relatos/2662194/Micaela-mi-turrita.htmlNa saída do Konex, na rua:http://www.poringa.net/posts/relatos/2648636/Mi-turrita-Micaela-va-al-frente-como-loca.html
MADURA RE ATREVIDA:De tanto andar pelo Once, me aconteceram duas coisas. Fiquei saturado de ver tanta gente, e os ovos ferveram de ver uma gostosa atrás da outra, todas um absurdo. Não conseguia evitar que, enquanto a Mica tava tocando em algum tecido ou se pendurando em alguma loja, eu ficasse uns metros pra trás só pra admirar o desfile de caminhões que tinha pra qualquer lado que eu olhasse. Umas minas decotadas prestes a explodir, que ainda trocavam olhares provocadores...
Uma me chamou a atenção, especialmente, que por acaso nos acompanhou por um bom tempo. Coroa, devia ter seus 40 anos ou um pouquinho mais, muito bem vividos. Cabelo comprido, liso mas com ondas, meio avermelhado (tingido). Uma regata e uma calça tipo jogging, daquelas que não enganam ninguém. E ali tava o forte dela. Tinha uma raba impressionante. Não era possível. Com a calça cinza, que é a coisa menos insinuante que existe, marcava a bunda como se tivesse de legging, com a fenda e tudo. Não consegui evitar de ficar de olho nela o tempo todo enquanto caminhava na nossa frente na Lavalle. E, justo na loja que ela entrou, a Mica seguiu pra ver um tecido. Eu não conseguia parar de relancear a bunda da coroa, que em algum momento me olhou por um segundo ou dois, sabendo que eu tava devorando ela com os olhos. Ela me encarou e se virou pra perguntar algo a um funcionário. E ficou de costas pra mim, com a raba em primeiro plano. E adivinha o que ela fez. Foi descendo a mão devagar e primeiro acariciou a bunda, uma bochecha inteira. Depois, enfiou a mão na fenda e, mostrando que tava usando uma micro calcinha fio dental, puxou ela pra fora da racha. Fez de propósito, pra eu ver.
Na hora, o pau subiu e ficou duro que nem um ferro quente, com vontade de me ajoelhar e chupar a bunda toda dela. A gostosa se virou, me olhou por um segundo de novo, olhou um segundo pra Mica, me encarou de novo e saiu da loja passando do meu lado, quase roçando o braço dela no meu.
— Gostou ou não? Tô falando com você... — disse a Mica, e eu voltei à realidade.
— Sim, mais ou menos. mas na real, é bem elástica.
-Pode ser... bom, é uma possibilidade-
Saímos e fomos pra outro lugar. E assim que entramos... sim, a coroa tava lá parada, mexendo nuns tecidos. O pouco que tinha acalmado a pica, endureceu de novo na hora, virou pedra. Comecei a olhar pra bunda dela sem vergonha, de novo, desejando ela como nunca tinha desejado ninguém na rua. E a safada nem percebia que eu tava a um metro dela, no máximo.
-Aqui acho que não tem nada - falou a Mica
-Tem certeza? - respondi pra ela ficar - vamos perguntar, só por garantia-
-Cê acha? mas olha as coisas que tem aqui, nada a ver...
-Vamos esperar e perguntar, nunca se sabe-
Nisso, um dos funcionários chegou perto da Mica e ela perguntou sobre um tipo de tecido. A coroa ouviu e virou a cabeça. Assim que viu a Mica, me encarou com um olhar foda. Me comeu com os olhos. Eu olhei de volta e não fiquei atrás. A atrevida virou pro meu lado e veio ver um tecido que tava do meu lado. Literalmente, a bunda dela tava a centímetros da minha mão. Tava me convidando pra apalpar com a barraca armada. Eu tava respirando ar quente, com a pica duríssima e, sem perceber, tava até tocando ela um pouco. Ela mexia no tecido e virava a cabeça de leve, deixando eu ver o pescoço dela. A Mica segurava minha mão enquanto falava com o cara. Eu, com a outra mão a centímetros da bunda da coroa, tentava ajeitar a pica pra não ficar tão na cara.
Até que não aguentei. Ela deu um passinho pra trás e encostou a bunda de leve na minha perna. Na hora, voltou pra frente e repetiu o movimento. Passou a bunda duas vezes na minha perna. Eu não aguentava mais de tesão e do puta morbo que a situação me dava. Com a mão livre, sem me importar se alguém via, fingi que tava fazendo outra coisa e apoiei a palma da mão na bunda dela, e tirei. Ela deixou e mostrou mais o pescoço, como sinal de tesão.
-O que cê acha do preço? - falou a Mica me olhando. Eu tava cego, a mão suando e a Boca só aberta e os olhos pegando fogo.
—Beleza — respondi quase sem reação.
—Eu também, então — olhando pro atendente — me dá 3 metros.
A Mica me puxou pra perto dela e a coroa foi pra rua.
—O que foi, amor? Tua mão tá suando.
—Tô com muito calor.
—Já já a gente vai pra casinha... aguenta.
—Tudo bem, tranquilo.
Fiquei com os ovos fervendo e uma puta vontade de arrebentar a buceta daquela coroa ali mesmo, dentro da loja. Pagamos o tecido e fomos pegar o busão pra casa da Mica.A primeira vez pela buceta.Chegamos na casa da Mica e o pai dela tava tomando um café e lendo um livro. A gente se cumprimentou. A excitação do momento tinha passado, mas depois que você se empolga, fica carregado. Eu tava com os ovos duros e cheios, e a pica num estado de meia ereção que não ia sossegar.
A Mica foi tomar banho e eu fiquei no quarto dela, mexendo nas redes sociais do celular. Quando ela voltou, já tava vestida.
— Quer algo pra beber?
— Só água
— Beleza
A Mica saiu pra buscar água e nisso chegou a mãe. Saí do quarto pra cumprimentar ela e a gente bateu um papo rápido. Depois ela foi falar com o marido, e a Mica veio comigo pro quarto dela e fechou a porta. Me deu o copo d'água.
— Esses dois aqui sempre... já tô de saco cheio.
— É, faz parte, você mora com eles.
— Sim, mas nunca fico sozinha! Por que eles não dão um passeio, vão ao cinema, tomar um café, sei lá? — eu olhava pra ela sem saber o que falar, lembrava da minha última fase na casa dos meus pais e entendia o rolê — Nunca tenho privacidade, nunca.
— Bom, então vai planejando a saída, junta grana, vai dando uma olhada... é assim, ou convive ou sai fora.
A Mica se deitou do meu lado e me abraçou, séria, meio preocupada.
— Além disso, quero transar com você e gritar à vontade, e aqui nunca dá — ela falou baixinho.
Mal terminou de falar, a mãe entrou sem bater.
— Gente, vamos fazer umas compras e já voltamos. Você fica pra jantar? — ela me perguntou.
— Ah... sim, claro, valeu!
Ela saiu e deixou a porta entreaberta. A gente ouviu a porta do apartamento fechar.
— Tanto reclamando... — falei sorrindo pra Mica.
— Parece de propósito — ela disse e começou a beijar meu pescoço.
A gente se beijou e na hora ela pegou na minha pica por fora da calça. Eu respondi na mesma hora, ficando duro e passando a mão na buceta dela. Tava molhada. A Mica desabotoou minha calça e, me masturbando devagar, foi enfiando tudo na boca, com os lábios bem fechados (assim, abrindo eles com a pica). (empurrão do meu pau). Ela engolia ele inteiro e tirava, passava a língua por todo o tronco e engolia de novo inteiro.
- Você gosta? - ela perguntava enquanto me olhava.
Eu mordia os lábios e balançava a cabeça que sim. Ela parou e tirou a calça, mas logo em seguida voltou a colocar meu pau na boca. A língua dela, os lábios, tudo uma suavidade. Incrível.
Enquanto ela me chupava, fui me deitando em direção às pernas dela e de repente ela cruzou uma das pernas por cima de mim e ficamos no 69. Puxei a calcinha dela e comecei a chupar a buceta dela. Primeiro o clitóris, chupando e tomando toda a aguinha dela, todo o tesão que adoro tomar. De vez em quando eu sugava, tipo chupão, e de vez em quando passava a língua bem rápido, de lado a lado, intenso. A Mica tirava o pau da boca só para gemir de prazer com a minha comida de buceta. Eu não gemia, mas não aguentava mais de tanto prazer.
- Ahh... meu amor... aiiii que delícia que você me chupa, por favor... aiii... assim... - ela dizia e eu me enroscava mais para passar a língua intensamente de lado a lado da buceta.
De repente, ela mesma saiu dali, me levantou e me levou até o móvel de roupa que ela tem, que é mais baixo, tipo na altura da cintura. Ela virou de costas e deixou a bunda e a buceta de frente pro meu pau, que pulsava igual um trem. Não consegui evitar me ajoelhar e continuar chupando a buceta dela por mais um tempo. Dessa vez, enfiei a língua pra dentro, tomando de novo todo o tesão dela, todo aquele suco de buceta lindo que brotava do corpo dela. Subi a língua e chupei o cu dela. Pela primeira vez, nunca tinha feito isso. Ela não só não falou nada como gemeu ainda mais forte.
- Ai... Deus, assim!! - ela gritou.
Continuei chupando o cu dela e, inconscientemente, me lembrei da puta madura da Once. Me enrosquei como nunca e comecei a enfiar a língua dentro do cu dela sem parar.
- Ahhh!! Ahh! AAhhh Ahhh sim, Ahhh continua!!! continua!!! Ahhh... Ahhh- ela gemia alto e igual uma louca. Eu não parava de enfiar e tirar a língua no cu dela, imaginando o da coroa gostosa. Sentia o cheiro de limpeza, de sabonete na pele da Mica, mas também sentia aquele cheiro de buceta quente e cu quente. Aquele cheiro de mulher no cio. Eu tava batendo uma punheta enquanto chupava ela e percebi que ela começou a gozar pelos gritos que soltou e porque começou a tremer as pernas. Então, do nada, me levantei e enfiei tudo na buceta dela sem avisar. Até o fundo. A pica toda inteira. O grito que ela deu foi monumental. Ela começou a gemer pior do que nunca enquanto as pernas ainda tremiam e eu enfiava sem camisinha até o fundo.
- Que pedaço de raba que você tem, Mica, pelo amor de Deus -
- AHHH... AHHH, AIII, AHH, AAAH, AHH!!! -
- Vou te comer todinha, sabia? -
- ME COME, ME FAZ DE CU...AHHH AHHHHHH AAAAAIIIIAAAHHHHAAAA -
Ela tava gozando de novo. Nunca tínhamos transado assim. O mel dela escorria pelas minhas bolas e caía gotinhas no chão. Eu tava com a pica toda molhada e as bolas todas meladas. Segurava ela bem firme pela cintura enquanto bombava a buceta dela. Com um dedo, toquei nas minhas bolas e, quando molhei bem, enfiei no cu dela.
- ME FAZ DE CU, MEU AMOR, AAAAAAHHHH, ME FAZ DE CU, VAI, VAI, VAI!! -
- Não vou te fazer, vou te arrebentar -
- ME ARREBENTA, ARREBENTA BEM MEU CU, VAI, AI COMO ME EXCITA FALAR ASSIM -
- Te excita eu falar que vou arrebentar teu cu todinho? -
- AI, AHHH, SIM, DEMAIS -
- Vou arrebentar. A pica toda que você tá engolindo, vou meter no teu cu -
- JÁ, AHHHHH, JÁ, AGORA -
Tirei o dedo e encostei a pica no cu dela. Apesar de toda a putaria, sabia que tinha que ser cuidadoso. Mas por sorte, o cu dela tava terrivelmente molhado, todo melado pela minha baba, pela buceta dela, pela excitação anal que tava pedindo aos berros pra ser comida. A cabeça entrou rápido e o resto da pica eu enfiei. Devagar, entrando e saindo. Não doeu muito.
—Tô inteiro dentro do teu cu—
—Adoro, meu amor, faz isso, tô morrendo de vontade de você foder meu cu—
Comecei a me mover um pouco mais rápido e ela começou a gemer de novo. De repente, ouvimos a porta. Os velhos tinham voltado. Eu estava com a calça nos tornozelos, a pica inteira enfiada no cu da Mica, e ela totalmente despenteada, de calcinha e com a calça jogada na cama desfeita. Inacreditavelmente, a Mica não parava de se mexer pra frente e pra trás. Meio que arrastando, caminhamos como deu até o guarda-roupa, abrimos a porta e eu me sentei lá dentro, num espaço de madeira que tem gavetas. Ela sentou em cima de mim e começou a subir e descer. Não dava pra acreditar no que tava rolando. Ouvimos alguém se aproximar, então a Mica ficou parada, sentada em cima de mim.
—Já voltamos!— disse a mãe quase sem espiar pela porta—
—...Beleza.— respondeu a Mica como pôde, disfarçando que tinha minha pica toda enterrada—
A gente tava sentado dentro do guarda-roupa, ela sem calça, e eu fodendo o cu dela enquanto os pais tinham acabado de chegar e estavam circulando por ali.
—Não vou ficar assim, sem você encher meu cu de porra— ela falou sussurrando—
Eu segurava os peitos dela por trás e apertava. A Mica não parava de pular em cima de mim. Não dava pra acreditar que ela não tava nem aí pros pais estarem por perto. A gente tava muito exposto. Se a mãe dela resolvesse entrar pra perguntar qualquer coisa, ia ver a filha pulando na minha pica, e pelo cu.
—Você disse que ia arrebentar meu cu, garoto...— ela sussurrou—
Eu me levantei e virei ela. Agora eu tava de pé e ela de quatro, apoiada na mesma cômoda onde eu tinha sentado. Comecei a comer ela tão forte que dois gemidos escaparam.
—Calma a boca, sua putinha! Vai dar merda!—
—Que se dane, arrebenta meu rabo—
Não dava pra acreditar. Tampei a boca dela pra não gritar, mas enfiando o dedo comprido. dentro da boca dela.
Ela tava toda vermelha, suada, descabelada e eu encharcado de suor, arrombando literalmente a buceta dela que já tava toda vermelha. Não aguentava mais pra gozar.
-Vou gozar tudo, hein-
-Na minha cara, amor, quero a porra na minha cara- ela falou tirando minha mão da boca dela e num tom baixo.
Tirei a pica da buceta dela e na hora ela se ajoelhou (igual nos vídeos pornô) atrás da porta do armário. Fiquei na altura do rosto dela e comecei a bater uma com tudo. Ela me olhava e sorria, com as bochechas todas vermelhas e levantava a camiseta pra me mostrar os peitos. Não demorou nada, e comecei a esporrar toda a porra na carinha dela. Foi uma quantidade fudida de porra que saiu, como nunca. Gozei tudo, no nariz, na boca, nos olhos, na testa, no cabelo, e respingou na porta do armário e no chão.
-Mica- a mãe chamou bem perto da porta-
A Mica tava com a cara toda cheia da minha porra, e tava ajoelhada de calcinha.
-O quê?- ela respondeu-
-Você pode vir um segundo?-
-Sim, mãe, já vou- e se referindo a mim, mas em voz alta pra mãe dela ouvir, falou- Continua arrumando aí, os moletons vão ali em cima, já volto-
Tudo pra disfarçar. Disfarçar que tava com toda a minha porra no nariz e que tinha dado a buceta pro namorado enquanto os pais dela circulavam pela sala.
O da punheta com a Mica pelo áudio do celular:http://www.poringa.net/posts/relatos/2662194/Micaela-mi-turrita.htmlNa saída do Konex, na rua:http://www.poringa.net/posts/relatos/2648636/Mi-turrita-Micaela-va-al-frente-como-loca.html
MADURA RE ATREVIDA:De tanto andar pelo Once, me aconteceram duas coisas. Fiquei saturado de ver tanta gente, e os ovos ferveram de ver uma gostosa atrás da outra, todas um absurdo. Não conseguia evitar que, enquanto a Mica tava tocando em algum tecido ou se pendurando em alguma loja, eu ficasse uns metros pra trás só pra admirar o desfile de caminhões que tinha pra qualquer lado que eu olhasse. Umas minas decotadas prestes a explodir, que ainda trocavam olhares provocadores...
Uma me chamou a atenção, especialmente, que por acaso nos acompanhou por um bom tempo. Coroa, devia ter seus 40 anos ou um pouquinho mais, muito bem vividos. Cabelo comprido, liso mas com ondas, meio avermelhado (tingido). Uma regata e uma calça tipo jogging, daquelas que não enganam ninguém. E ali tava o forte dela. Tinha uma raba impressionante. Não era possível. Com a calça cinza, que é a coisa menos insinuante que existe, marcava a bunda como se tivesse de legging, com a fenda e tudo. Não consegui evitar de ficar de olho nela o tempo todo enquanto caminhava na nossa frente na Lavalle. E, justo na loja que ela entrou, a Mica seguiu pra ver um tecido. Eu não conseguia parar de relancear a bunda da coroa, que em algum momento me olhou por um segundo ou dois, sabendo que eu tava devorando ela com os olhos. Ela me encarou e se virou pra perguntar algo a um funcionário. E ficou de costas pra mim, com a raba em primeiro plano. E adivinha o que ela fez. Foi descendo a mão devagar e primeiro acariciou a bunda, uma bochecha inteira. Depois, enfiou a mão na fenda e, mostrando que tava usando uma micro calcinha fio dental, puxou ela pra fora da racha. Fez de propósito, pra eu ver.
Na hora, o pau subiu e ficou duro que nem um ferro quente, com vontade de me ajoelhar e chupar a bunda toda dela. A gostosa se virou, me olhou por um segundo de novo, olhou um segundo pra Mica, me encarou de novo e saiu da loja passando do meu lado, quase roçando o braço dela no meu.
— Gostou ou não? Tô falando com você... — disse a Mica, e eu voltei à realidade.
— Sim, mais ou menos. mas na real, é bem elástica.
-Pode ser... bom, é uma possibilidade-
Saímos e fomos pra outro lugar. E assim que entramos... sim, a coroa tava lá parada, mexendo nuns tecidos. O pouco que tinha acalmado a pica, endureceu de novo na hora, virou pedra. Comecei a olhar pra bunda dela sem vergonha, de novo, desejando ela como nunca tinha desejado ninguém na rua. E a safada nem percebia que eu tava a um metro dela, no máximo.
-Aqui acho que não tem nada - falou a Mica
-Tem certeza? - respondi pra ela ficar - vamos perguntar, só por garantia-
-Cê acha? mas olha as coisas que tem aqui, nada a ver...
-Vamos esperar e perguntar, nunca se sabe-
Nisso, um dos funcionários chegou perto da Mica e ela perguntou sobre um tipo de tecido. A coroa ouviu e virou a cabeça. Assim que viu a Mica, me encarou com um olhar foda. Me comeu com os olhos. Eu olhei de volta e não fiquei atrás. A atrevida virou pro meu lado e veio ver um tecido que tava do meu lado. Literalmente, a bunda dela tava a centímetros da minha mão. Tava me convidando pra apalpar com a barraca armada. Eu tava respirando ar quente, com a pica duríssima e, sem perceber, tava até tocando ela um pouco. Ela mexia no tecido e virava a cabeça de leve, deixando eu ver o pescoço dela. A Mica segurava minha mão enquanto falava com o cara. Eu, com a outra mão a centímetros da bunda da coroa, tentava ajeitar a pica pra não ficar tão na cara.
Até que não aguentei. Ela deu um passinho pra trás e encostou a bunda de leve na minha perna. Na hora, voltou pra frente e repetiu o movimento. Passou a bunda duas vezes na minha perna. Eu não aguentava mais de tesão e do puta morbo que a situação me dava. Com a mão livre, sem me importar se alguém via, fingi que tava fazendo outra coisa e apoiei a palma da mão na bunda dela, e tirei. Ela deixou e mostrou mais o pescoço, como sinal de tesão.
-O que cê acha do preço? - falou a Mica me olhando. Eu tava cego, a mão suando e a Boca só aberta e os olhos pegando fogo.
—Beleza — respondi quase sem reação.
—Eu também, então — olhando pro atendente — me dá 3 metros.
A Mica me puxou pra perto dela e a coroa foi pra rua.
—O que foi, amor? Tua mão tá suando.
—Tô com muito calor.
—Já já a gente vai pra casinha... aguenta.
—Tudo bem, tranquilo.
Fiquei com os ovos fervendo e uma puta vontade de arrebentar a buceta daquela coroa ali mesmo, dentro da loja. Pagamos o tecido e fomos pegar o busão pra casa da Mica.A primeira vez pela buceta.Chegamos na casa da Mica e o pai dela tava tomando um café e lendo um livro. A gente se cumprimentou. A excitação do momento tinha passado, mas depois que você se empolga, fica carregado. Eu tava com os ovos duros e cheios, e a pica num estado de meia ereção que não ia sossegar.
A Mica foi tomar banho e eu fiquei no quarto dela, mexendo nas redes sociais do celular. Quando ela voltou, já tava vestida.
— Quer algo pra beber?
— Só água
— Beleza
A Mica saiu pra buscar água e nisso chegou a mãe. Saí do quarto pra cumprimentar ela e a gente bateu um papo rápido. Depois ela foi falar com o marido, e a Mica veio comigo pro quarto dela e fechou a porta. Me deu o copo d'água.
— Esses dois aqui sempre... já tô de saco cheio.
— É, faz parte, você mora com eles.
— Sim, mas nunca fico sozinha! Por que eles não dão um passeio, vão ao cinema, tomar um café, sei lá? — eu olhava pra ela sem saber o que falar, lembrava da minha última fase na casa dos meus pais e entendia o rolê — Nunca tenho privacidade, nunca.
— Bom, então vai planejando a saída, junta grana, vai dando uma olhada... é assim, ou convive ou sai fora.
A Mica se deitou do meu lado e me abraçou, séria, meio preocupada.
— Além disso, quero transar com você e gritar à vontade, e aqui nunca dá — ela falou baixinho.
Mal terminou de falar, a mãe entrou sem bater.
— Gente, vamos fazer umas compras e já voltamos. Você fica pra jantar? — ela me perguntou.
— Ah... sim, claro, valeu!
Ela saiu e deixou a porta entreaberta. A gente ouviu a porta do apartamento fechar.
— Tanto reclamando... — falei sorrindo pra Mica.
— Parece de propósito — ela disse e começou a beijar meu pescoço.
A gente se beijou e na hora ela pegou na minha pica por fora da calça. Eu respondi na mesma hora, ficando duro e passando a mão na buceta dela. Tava molhada. A Mica desabotoou minha calça e, me masturbando devagar, foi enfiando tudo na boca, com os lábios bem fechados (assim, abrindo eles com a pica). (empurrão do meu pau). Ela engolia ele inteiro e tirava, passava a língua por todo o tronco e engolia de novo inteiro.
- Você gosta? - ela perguntava enquanto me olhava.
Eu mordia os lábios e balançava a cabeça que sim. Ela parou e tirou a calça, mas logo em seguida voltou a colocar meu pau na boca. A língua dela, os lábios, tudo uma suavidade. Incrível.
Enquanto ela me chupava, fui me deitando em direção às pernas dela e de repente ela cruzou uma das pernas por cima de mim e ficamos no 69. Puxei a calcinha dela e comecei a chupar a buceta dela. Primeiro o clitóris, chupando e tomando toda a aguinha dela, todo o tesão que adoro tomar. De vez em quando eu sugava, tipo chupão, e de vez em quando passava a língua bem rápido, de lado a lado, intenso. A Mica tirava o pau da boca só para gemir de prazer com a minha comida de buceta. Eu não gemia, mas não aguentava mais de tanto prazer.
- Ahh... meu amor... aiiii que delícia que você me chupa, por favor... aiii... assim... - ela dizia e eu me enroscava mais para passar a língua intensamente de lado a lado da buceta.
De repente, ela mesma saiu dali, me levantou e me levou até o móvel de roupa que ela tem, que é mais baixo, tipo na altura da cintura. Ela virou de costas e deixou a bunda e a buceta de frente pro meu pau, que pulsava igual um trem. Não consegui evitar me ajoelhar e continuar chupando a buceta dela por mais um tempo. Dessa vez, enfiei a língua pra dentro, tomando de novo todo o tesão dela, todo aquele suco de buceta lindo que brotava do corpo dela. Subi a língua e chupei o cu dela. Pela primeira vez, nunca tinha feito isso. Ela não só não falou nada como gemeu ainda mais forte.
- Ai... Deus, assim!! - ela gritou.
Continuei chupando o cu dela e, inconscientemente, me lembrei da puta madura da Once. Me enrosquei como nunca e comecei a enfiar a língua dentro do cu dela sem parar.
- Ahhh!! Ahh! AAhhh Ahhh sim, Ahhh continua!!! continua!!! Ahhh... Ahhh- ela gemia alto e igual uma louca. Eu não parava de enfiar e tirar a língua no cu dela, imaginando o da coroa gostosa. Sentia o cheiro de limpeza, de sabonete na pele da Mica, mas também sentia aquele cheiro de buceta quente e cu quente. Aquele cheiro de mulher no cio. Eu tava batendo uma punheta enquanto chupava ela e percebi que ela começou a gozar pelos gritos que soltou e porque começou a tremer as pernas. Então, do nada, me levantei e enfiei tudo na buceta dela sem avisar. Até o fundo. A pica toda inteira. O grito que ela deu foi monumental. Ela começou a gemer pior do que nunca enquanto as pernas ainda tremiam e eu enfiava sem camisinha até o fundo.
- Que pedaço de raba que você tem, Mica, pelo amor de Deus -
- AHHH... AHHH, AIII, AHH, AAAH, AHH!!! -
- Vou te comer todinha, sabia? -
- ME COME, ME FAZ DE CU...AHHH AHHHHHH AAAAAIIIIAAAHHHHAAAA -
Ela tava gozando de novo. Nunca tínhamos transado assim. O mel dela escorria pelas minhas bolas e caía gotinhas no chão. Eu tava com a pica toda molhada e as bolas todas meladas. Segurava ela bem firme pela cintura enquanto bombava a buceta dela. Com um dedo, toquei nas minhas bolas e, quando molhei bem, enfiei no cu dela.
- ME FAZ DE CU, MEU AMOR, AAAAAAHHHH, ME FAZ DE CU, VAI, VAI, VAI!! -
- Não vou te fazer, vou te arrebentar -
- ME ARREBENTA, ARREBENTA BEM MEU CU, VAI, AI COMO ME EXCITA FALAR ASSIM -
- Te excita eu falar que vou arrebentar teu cu todinho? -
- AI, AHHH, SIM, DEMAIS -
- Vou arrebentar. A pica toda que você tá engolindo, vou meter no teu cu -
- JÁ, AHHHHH, JÁ, AGORA -
Tirei o dedo e encostei a pica no cu dela. Apesar de toda a putaria, sabia que tinha que ser cuidadoso. Mas por sorte, o cu dela tava terrivelmente molhado, todo melado pela minha baba, pela buceta dela, pela excitação anal que tava pedindo aos berros pra ser comida. A cabeça entrou rápido e o resto da pica eu enfiei. Devagar, entrando e saindo. Não doeu muito.
—Tô inteiro dentro do teu cu—
—Adoro, meu amor, faz isso, tô morrendo de vontade de você foder meu cu—
Comecei a me mover um pouco mais rápido e ela começou a gemer de novo. De repente, ouvimos a porta. Os velhos tinham voltado. Eu estava com a calça nos tornozelos, a pica inteira enfiada no cu da Mica, e ela totalmente despenteada, de calcinha e com a calça jogada na cama desfeita. Inacreditavelmente, a Mica não parava de se mexer pra frente e pra trás. Meio que arrastando, caminhamos como deu até o guarda-roupa, abrimos a porta e eu me sentei lá dentro, num espaço de madeira que tem gavetas. Ela sentou em cima de mim e começou a subir e descer. Não dava pra acreditar no que tava rolando. Ouvimos alguém se aproximar, então a Mica ficou parada, sentada em cima de mim.
—Já voltamos!— disse a mãe quase sem espiar pela porta—
—...Beleza.— respondeu a Mica como pôde, disfarçando que tinha minha pica toda enterrada—
A gente tava sentado dentro do guarda-roupa, ela sem calça, e eu fodendo o cu dela enquanto os pais tinham acabado de chegar e estavam circulando por ali.
—Não vou ficar assim, sem você encher meu cu de porra— ela falou sussurrando—
Eu segurava os peitos dela por trás e apertava. A Mica não parava de pular em cima de mim. Não dava pra acreditar que ela não tava nem aí pros pais estarem por perto. A gente tava muito exposto. Se a mãe dela resolvesse entrar pra perguntar qualquer coisa, ia ver a filha pulando na minha pica, e pelo cu.
—Você disse que ia arrebentar meu cu, garoto...— ela sussurrou—
Eu me levantei e virei ela. Agora eu tava de pé e ela de quatro, apoiada na mesma cômoda onde eu tinha sentado. Comecei a comer ela tão forte que dois gemidos escaparam.
—Calma a boca, sua putinha! Vai dar merda!—
—Que se dane, arrebenta meu rabo—
Não dava pra acreditar. Tampei a boca dela pra não gritar, mas enfiando o dedo comprido. dentro da boca dela.
Ela tava toda vermelha, suada, descabelada e eu encharcado de suor, arrombando literalmente a buceta dela que já tava toda vermelha. Não aguentava mais pra gozar.
-Vou gozar tudo, hein-
-Na minha cara, amor, quero a porra na minha cara- ela falou tirando minha mão da boca dela e num tom baixo.
Tirei a pica da buceta dela e na hora ela se ajoelhou (igual nos vídeos pornô) atrás da porta do armário. Fiquei na altura do rosto dela e comecei a bater uma com tudo. Ela me olhava e sorria, com as bochechas todas vermelhas e levantava a camiseta pra me mostrar os peitos. Não demorou nada, e comecei a esporrar toda a porra na carinha dela. Foi uma quantidade fudida de porra que saiu, como nunca. Gozei tudo, no nariz, na boca, nos olhos, na testa, no cabelo, e respingou na porta do armário e no chão.
-Mica- a mãe chamou bem perto da porta-
A Mica tava com a cara toda cheia da minha porra, e tava ajoelhada de calcinha.
-O quê?- ela respondeu-
-Você pode vir um segundo?-
-Sim, mãe, já vou- e se referindo a mim, mas em voz alta pra mãe dela ouvir, falou- Continua arrumando aí, os moletons vão ali em cima, já volto-
Tudo pra disfarçar. Disfarçar que tava com toda a minha porra no nariz e que tinha dado a buceta pro namorado enquanto os pais dela circulavam pela sala.
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