Tudo aconteceu ao mesmo tempo. Manu girou a maçaneta, empurrei ele pra dentro e fechei a porta atrás de mim, em frações de segundo. E a cena nos deixou mais gelados do que já estávamos, todos. A primeira coisa que vi foi o rosto da Alicia, os olhos dela, que passaram de uma expressão de prazer pra uma de medo, vergonha e humilhação. Minha irmã estava com o rosto enfiado entre as pernas da vizinha, e ainda demorou uns segundos pra se virar e mostrar a cara toda melada dos fluidos da Alicia. Ela, por outro lado, não demonstrava sentir nenhum pudor por ter sido pega no flagra chupando a buceta da amiga. Levantou-se, com uma cara de puta de dar orgulho. Mas não foi o rosto dela que chamou minha atenção; quando se afastou, deixou uma visão perfeita da bucetinha da nossa tão desejada vizinha, que brilhava com a mistura dos sucos dela e da saliva da Laura. De repente, ela fechou as pernas e tentou se levantar, vermelha de vergonha.
- Manu, Javi... mas o quê...? - tentou dizer, tomada pelo pânico e humilhação. Minha irmã impediu que ela se levantasse de vez e, empurrando-a, sentou-a de novo na cama. Aproximou-se de nós, nos rodeou com o olhar fixo nos nossos volumes e, dessa vez sim, trancou a porta do quarto.
- Não queria uma pica boa? - Laura disparou pra vizinha com uma voz mais que sugestiva - Pois aqui tem duas. Dito isso, agarrando eu e o Manu pelo cu, nos aproximou da cama onde a Alicia, com a calcinha nos tornozelos, parecia não reagir.
Manu e eu ainda não tínhamos dito uma palavra, estávamos os dois alucinando. O sentimento de humilhação no rosto da Alicia ia sumindo, mas a vergonha parecia não ir embora. Com carinho, levantei o queixo dela com uma mão e me abaixei pra beijá-la. O beijo começou meigo, inocente, mas foi se transformando em algo mais urgente, mais selvagem, e sem perder tempo, aproveitei a situação pra pegar a mão da vizinha e levar até meu volume. Ela começou a... acariciármelo, e não demorou pra ela pegar na minha rola por cima da calça e acariciar, com uma pressão da porra, enquanto com o movimento da mão ela ia descobrindo a cabecinha e começava a me masturbar. Sem deixar que as mãos dela parassem de me apalpar, me afastei um pouco pra poder vê-la, pra poder ver a cara dela, uma cara onde já quase não sobrava vergonha nenhuma, pra poder ver os peitinhos lindos dela, com os mamilos escuros durinhos e eretos, pra poder ver como ela já nem se esforçava mais pra esconder a bucetinha molhada com a calcinha esticada entre os tornozelos. Uns gemidos leves me tiraram do devaneio em que eu tava; Manu não perdia tempo, de joelhos no chão tava chupando a ppk da minha irmã, que, completamente pelada, tinha se escancarado na beira da cama. Os gemidos dela, junto com a imagem dela torcendo os próprios mamilos, me fez reagir. Tirando as mãos da Alicia do meu pacote, baixei a calça de uma vez, arrastando a cueca junto e deixando livre uma rola que pedia guerra aos berros. A vizinha não fez questão, e pegando nela com força e descobrindo a cabecinha do meu pau, meteu na boca. Começou a fazer um boquete do caralho, aproveitando o vai e vem pra se masturbar de um jeito selvagem, o que me obrigou a me segurar na cabeça dela se não quisesse cair no chão. Acompanhando o ritmo, puxava a cabeça dela e empurrava de novo pra que cada vez fossem mais fundas as investidas na boca dela, fazendo com que a ponta batesse na campainha da vizinha. A gente tava com tanta vontade que uma das vezes, minha rola passou da campainha e eu achei que ia sumir inteira entre os lábios dela, o que fez ela dar uma ânsia de leve que a obrigou a tirar da boca sem parar de me masturbar. Com os olhos marejados, Alicia me sorriu enquanto soltava um arroto pequeno em resposta à ânsia. A velocidade que ela dava nas mãos quase me fez gozar correr, então decidi dedicar minhas carícias a ela enquanto me recuperava pra aguentar mais.
- Quer que eu coma sua buceta, hein, Alicia? - falei com um tom de autoridade, apertando os dentes pra ela ver o quanto eu tava excitado.
- Siiim... - respondeu entre os gemidos que a provocação causava.
Mas bem na hora que ela se deitou, esperando que eu imitasse a comida de buceta que o Manu tava dando na minha irmã, aproveitei pra virá-la, deixando ela de bruços, me mostrando aquele rabo sensacional. Deitei por cima, esfregando meu pau entre as nádegas dela, enquanto colava minha boca no ouvido dela e sussurrava:
- Minha irmãzinha já trabalhou sua bucetinha, seria uma pena esse rabo não ganhar uma recompensa também...
Entre gemidos, a Alicia se deixava levar, então me levantei um pouco, segurei a cintura dela e ergui até deixar a bunda dela bem na altura da minha boca. Separando as nádegas com as mãos, pude ver como as dobras escuras do cu dela se contraíam e relaxavam, como se, com vida própria, pedissem pra ser trabalhadas. Enfiei a cabeça e comecei a lamber aquele buraquinho escuro repetidamente, descendo até o períneo e subindo de novo, uma e outra vez, enquanto, entre uma lambida e outra, enfiava mais a cabeça pra tentar penetrar o cu dela com a língua. A bucetinha dela, no entanto, não ficava esquecida: com uma mão, eu brincava com o clitóris dela, e com a outra, agarrava os peitos dela por baixo.
Enquanto isso, o Manu e a Laura também tinham mudado de posição. Agora o Manu tava de pé, enquanto minha irmã, sentada na beira da cama, fazia um boquete espetacular, separando de vez em quando os peitões enormes pra chupar ele. Sem parar de masturbar a Alicia, tirei a cabeça do cu dela por um momento e encontrei o olhar da minha irmã, que não escondia a satisfação de ter conseguido o que queria. Devolvi um sorriso pra ela, como agradecimento. Levantei a vizinha da cama e Eu me deitei; quando ela ia voltar a chupar meu pau, peguei ela de novo pela cintura, incentivando ela a deitar em cima de mim pra fazer um 69. A sensação de sentir a língua dela deslizando pelo meu pau enquanto eu tinha a vista incrível das pernas dela abertas me fez reagir com novas lambidas ao longo da buceta molhada dela, subindo até o cu e descendo de novo, com gosto, sentindo o cócegas dos pelinhos da ppk dela no meu nariz, apertando com a língua o máximo que podia. Isso arrancava gemidos abafados dela, porque com meu pau na boca, a vizinha soltava uma espécie de ronronar gutural no ritmo do boquete.
A boca dela subia e descia, e de vez em quando ela tirava o pau, continuava me masturbando e abaixava mais a cabeça pra chupar minhas bolas. Bem quando eu achava que a sensação não podia ser mais gostosa, algo me desestabilizou de tesão. Não era mais uma boca que tava comendo meu pau, agora eu sentia duas línguas que, com vontade, passavam de cima a baixo, mordiam minha glande com cuidado, lambiam meu saco, chupavam meus testículos, brincavam com o buraquinho que coroava meu pau... levantando um pouco a cintura da Alicia, pude ver como minha própria irmã disputava com a Alicia meus encantos, enquanto o Manu comia ela por trás. Segurei a vizinha com a cintura pra cima por um bom tempo, passando a masturbar os dois buracos dela com as mãos, pra poder curtir também a visão das duas minas tentando devorar meu pau. Aí não aguentei mais, puxei a Alicia, que saiu da cama, ficando bem na frente da Laura, que aproveitou pra beijar ela, pra chupar a boca dela, segurando a cabeça dela com as mãos pra não se soltar com o movimento que o Manu tava dando na buceta dela por trás. Com uma mão, abaixei as costas da vizinha pra deixar expostos a buceta maravilhosa dela e a bunda sensacional por trás. Senti uma vontade louca de furar o buraquinho que acabava de comer ela, mas pensei que, pra começar, melhor sentir a buceta molhada e quente dela me fazendo explodir. Quase não precisei me esforçar pra meter naquela gruta apertada, a Alicia tava encharcada, o que facilitava demais as minhas estocadas, que batiam no fundo daquela xota que eu sentia em chamas.
Lá estávamos nós quatro, as duas amigas se beijando e apalpando os peitos enquanto o Manu e eu, de frente um pro outro, as furávamos. A sensação de estar comendo a vizinha enquanto tinha uma visão perfeita da cara de cada respectiva irmã era foda, e, mesmo que já fosse desnecessário no caso da minha irmã e eu, ajudaria pra que os vizinhos não tivessem nenhum tipo de tabu na hora de meter uma relação incestuosa.
Quando minha irmã percebeu que o Manu ia gozar, se inclinando pra frente, tirou o pau dele de dentro, e em vez de aproximar os lábios pra ele jorrar na boca dela, apontou pra cara da Alicia, que levou vários tiros de esperma quente. O efeito foi imediato, os gemidos do vizinho se misturaram com os da irmã dele, que, entre convulsões, chegou a um orgasmo enorme provocado pelas minhas investidas nas entranhas dela e por receber na boca o leite do Manu. As convulsões que ela teve, enquanto contraía os músculos da buceta, fizeram com que eu não aguentasse mais pra gozar, então tirei o pau, bem na hora em que a Laura se colocou praticamente em cima da Alicia pra receber minha gozada interminável.
Um calafrio enorme percorreu minha espinha enquanto jatos de esperma saíam em direção à boca da minha irmã; a porra escorria pelo queixo dela e se perdia entre as coxas da vizinha, que, ainda com os joelhos esticados, tinha apoiado as mãos no chão pra não cair sob o peso da minha irmã. Ela, depois de limpar as últimas gotas de porra com a língua, deslizou ela até o cu da Alicia, que tinha levado um belo jato de esperma, até deixar ela limpinha e tremendo pelos espasmos. do orgasmo que acabava de ter. Assim que tudo terminou, ficamos deitados nas camas, exaustos, e demoramos um bom tempo pra nos vestir e nos despedir até o dia seguinte.
Continua...
Próximo relato:http://www.poringa.net/posts/relatos/2736277/De-vacaciones-con-mi-Hermana-menor-8.html
- Manu, Javi... mas o quê...? - tentou dizer, tomada pelo pânico e humilhação. Minha irmã impediu que ela se levantasse de vez e, empurrando-a, sentou-a de novo na cama. Aproximou-se de nós, nos rodeou com o olhar fixo nos nossos volumes e, dessa vez sim, trancou a porta do quarto.
- Não queria uma pica boa? - Laura disparou pra vizinha com uma voz mais que sugestiva - Pois aqui tem duas. Dito isso, agarrando eu e o Manu pelo cu, nos aproximou da cama onde a Alicia, com a calcinha nos tornozelos, parecia não reagir.
Manu e eu ainda não tínhamos dito uma palavra, estávamos os dois alucinando. O sentimento de humilhação no rosto da Alicia ia sumindo, mas a vergonha parecia não ir embora. Com carinho, levantei o queixo dela com uma mão e me abaixei pra beijá-la. O beijo começou meigo, inocente, mas foi se transformando em algo mais urgente, mais selvagem, e sem perder tempo, aproveitei a situação pra pegar a mão da vizinha e levar até meu volume. Ela começou a... acariciármelo, e não demorou pra ela pegar na minha rola por cima da calça e acariciar, com uma pressão da porra, enquanto com o movimento da mão ela ia descobrindo a cabecinha e começava a me masturbar. Sem deixar que as mãos dela parassem de me apalpar, me afastei um pouco pra poder vê-la, pra poder ver a cara dela, uma cara onde já quase não sobrava vergonha nenhuma, pra poder ver os peitinhos lindos dela, com os mamilos escuros durinhos e eretos, pra poder ver como ela já nem se esforçava mais pra esconder a bucetinha molhada com a calcinha esticada entre os tornozelos. Uns gemidos leves me tiraram do devaneio em que eu tava; Manu não perdia tempo, de joelhos no chão tava chupando a ppk da minha irmã, que, completamente pelada, tinha se escancarado na beira da cama. Os gemidos dela, junto com a imagem dela torcendo os próprios mamilos, me fez reagir. Tirando as mãos da Alicia do meu pacote, baixei a calça de uma vez, arrastando a cueca junto e deixando livre uma rola que pedia guerra aos berros. A vizinha não fez questão, e pegando nela com força e descobrindo a cabecinha do meu pau, meteu na boca. Começou a fazer um boquete do caralho, aproveitando o vai e vem pra se masturbar de um jeito selvagem, o que me obrigou a me segurar na cabeça dela se não quisesse cair no chão. Acompanhando o ritmo, puxava a cabeça dela e empurrava de novo pra que cada vez fossem mais fundas as investidas na boca dela, fazendo com que a ponta batesse na campainha da vizinha. A gente tava com tanta vontade que uma das vezes, minha rola passou da campainha e eu achei que ia sumir inteira entre os lábios dela, o que fez ela dar uma ânsia de leve que a obrigou a tirar da boca sem parar de me masturbar. Com os olhos marejados, Alicia me sorriu enquanto soltava um arroto pequeno em resposta à ânsia. A velocidade que ela dava nas mãos quase me fez gozar correr, então decidi dedicar minhas carícias a ela enquanto me recuperava pra aguentar mais.
- Quer que eu coma sua buceta, hein, Alicia? - falei com um tom de autoridade, apertando os dentes pra ela ver o quanto eu tava excitado.
- Siiim... - respondeu entre os gemidos que a provocação causava.
Mas bem na hora que ela se deitou, esperando que eu imitasse a comida de buceta que o Manu tava dando na minha irmã, aproveitei pra virá-la, deixando ela de bruços, me mostrando aquele rabo sensacional. Deitei por cima, esfregando meu pau entre as nádegas dela, enquanto colava minha boca no ouvido dela e sussurrava:
- Minha irmãzinha já trabalhou sua bucetinha, seria uma pena esse rabo não ganhar uma recompensa também...
Entre gemidos, a Alicia se deixava levar, então me levantei um pouco, segurei a cintura dela e ergui até deixar a bunda dela bem na altura da minha boca. Separando as nádegas com as mãos, pude ver como as dobras escuras do cu dela se contraíam e relaxavam, como se, com vida própria, pedissem pra ser trabalhadas. Enfiei a cabeça e comecei a lamber aquele buraquinho escuro repetidamente, descendo até o períneo e subindo de novo, uma e outra vez, enquanto, entre uma lambida e outra, enfiava mais a cabeça pra tentar penetrar o cu dela com a língua. A bucetinha dela, no entanto, não ficava esquecida: com uma mão, eu brincava com o clitóris dela, e com a outra, agarrava os peitos dela por baixo.
Enquanto isso, o Manu e a Laura também tinham mudado de posição. Agora o Manu tava de pé, enquanto minha irmã, sentada na beira da cama, fazia um boquete espetacular, separando de vez em quando os peitões enormes pra chupar ele. Sem parar de masturbar a Alicia, tirei a cabeça do cu dela por um momento e encontrei o olhar da minha irmã, que não escondia a satisfação de ter conseguido o que queria. Devolvi um sorriso pra ela, como agradecimento. Levantei a vizinha da cama e Eu me deitei; quando ela ia voltar a chupar meu pau, peguei ela de novo pela cintura, incentivando ela a deitar em cima de mim pra fazer um 69. A sensação de sentir a língua dela deslizando pelo meu pau enquanto eu tinha a vista incrível das pernas dela abertas me fez reagir com novas lambidas ao longo da buceta molhada dela, subindo até o cu e descendo de novo, com gosto, sentindo o cócegas dos pelinhos da ppk dela no meu nariz, apertando com a língua o máximo que podia. Isso arrancava gemidos abafados dela, porque com meu pau na boca, a vizinha soltava uma espécie de ronronar gutural no ritmo do boquete.
A boca dela subia e descia, e de vez em quando ela tirava o pau, continuava me masturbando e abaixava mais a cabeça pra chupar minhas bolas. Bem quando eu achava que a sensação não podia ser mais gostosa, algo me desestabilizou de tesão. Não era mais uma boca que tava comendo meu pau, agora eu sentia duas línguas que, com vontade, passavam de cima a baixo, mordiam minha glande com cuidado, lambiam meu saco, chupavam meus testículos, brincavam com o buraquinho que coroava meu pau... levantando um pouco a cintura da Alicia, pude ver como minha própria irmã disputava com a Alicia meus encantos, enquanto o Manu comia ela por trás. Segurei a vizinha com a cintura pra cima por um bom tempo, passando a masturbar os dois buracos dela com as mãos, pra poder curtir também a visão das duas minas tentando devorar meu pau. Aí não aguentei mais, puxei a Alicia, que saiu da cama, ficando bem na frente da Laura, que aproveitou pra beijar ela, pra chupar a boca dela, segurando a cabeça dela com as mãos pra não se soltar com o movimento que o Manu tava dando na buceta dela por trás. Com uma mão, abaixei as costas da vizinha pra deixar expostos a buceta maravilhosa dela e a bunda sensacional por trás. Senti uma vontade louca de furar o buraquinho que acabava de comer ela, mas pensei que, pra começar, melhor sentir a buceta molhada e quente dela me fazendo explodir. Quase não precisei me esforçar pra meter naquela gruta apertada, a Alicia tava encharcada, o que facilitava demais as minhas estocadas, que batiam no fundo daquela xota que eu sentia em chamas.
Lá estávamos nós quatro, as duas amigas se beijando e apalpando os peitos enquanto o Manu e eu, de frente um pro outro, as furávamos. A sensação de estar comendo a vizinha enquanto tinha uma visão perfeita da cara de cada respectiva irmã era foda, e, mesmo que já fosse desnecessário no caso da minha irmã e eu, ajudaria pra que os vizinhos não tivessem nenhum tipo de tabu na hora de meter uma relação incestuosa.
Quando minha irmã percebeu que o Manu ia gozar, se inclinando pra frente, tirou o pau dele de dentro, e em vez de aproximar os lábios pra ele jorrar na boca dela, apontou pra cara da Alicia, que levou vários tiros de esperma quente. O efeito foi imediato, os gemidos do vizinho se misturaram com os da irmã dele, que, entre convulsões, chegou a um orgasmo enorme provocado pelas minhas investidas nas entranhas dela e por receber na boca o leite do Manu. As convulsões que ela teve, enquanto contraía os músculos da buceta, fizeram com que eu não aguentasse mais pra gozar, então tirei o pau, bem na hora em que a Laura se colocou praticamente em cima da Alicia pra receber minha gozada interminável.
Um calafrio enorme percorreu minha espinha enquanto jatos de esperma saíam em direção à boca da minha irmã; a porra escorria pelo queixo dela e se perdia entre as coxas da vizinha, que, ainda com os joelhos esticados, tinha apoiado as mãos no chão pra não cair sob o peso da minha irmã. Ela, depois de limpar as últimas gotas de porra com a língua, deslizou ela até o cu da Alicia, que tinha levado um belo jato de esperma, até deixar ela limpinha e tremendo pelos espasmos. do orgasmo que acabava de ter. Assim que tudo terminou, ficamos deitados nas camas, exaustos, e demoramos um bom tempo pra nos vestir e nos despedir até o dia seguinte.
Continua...
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