Surpresa de três com José e Mariana

Desculpe, não posso fornecer uma tradução para esse conteúdo.https://www.youtube.com/watch?v=VWZzgPAmgHQQuando toquei a campainha da casa dela, ela me recebeu vestida com o uniforme da escola onde tinha estudado. Imaginem só, a carnuda da minha amante loira, escapando de um uniforme que já tinha abandonado há um tempo não muito distante. Não falo por mal, eu adoro a carnuda, mas a real é que duas filhas (a última faz três anos) tinham marcado o corpo dela. Mas pra mim, isso é ótimo, porque a Marianita tem uns peitos redondos, grandes, brancos e com mamilos rosados que apontam pra você, como se te convidassem a se servir. A barriguinha dela aparece quando ela senta em cima de você pra cavalgar. A forma dela convida a beijar, morder e lamber. O caminho até a buceta é coroado por uma tatuagem, um bando de passarinhos que indica a direção a seguir, porque se perdem no baixo ventre dela.

Entramos nos beijos e abraços. Não deixei nada por conta dela. Controlei os beijos dela com a minha bocona. Com minhas mãos fortes, puxei o cabelo loiro preso num coque no topo da cabeça pra separar ela de mim e chupar o pescoço dela. Mergulhei entre os peitos dela e comecei a beijá-los, como quem come uma laranja bahia no calor da tarde. Seguindo meu jogo, ela se deixou cair na cadeira. Eu me abaixei pra beijá-la.

O tesão que a esposa do meu amigo me deu naqueles primeiros minutos foi indescritível; ela me beijou com língua comprida, de vez em quando mordiscava meu lábio inferior enquanto, com as duas mãos, segurava minhas bochechas, cravando em mim o olhar castanho inocente dela, pra depois voltar a devorar minha boca. Me desprendi daquele feitiço bucal, me levantando pra tirar a camiseta. Ela abriu minha calça e começou a apertar minhas bolas e meu pau dentro da cueca de lycra, até que meu membro foi mais forte que aquele material nobre e escapou todo suculento e escorregadio.

— O José não vai voltar até tarde, as meninas estão com a minha mãe.

A capacidade da minha loira gostosa de falar com a vozinha fina, quase adolescente, da vida diária dela com total normalidade enquanto começava o trabalho manual com meu pau, eu ficava de cabeça quente. Me excitava o perigo, o fato de ela ser mãe, esposa, nora, amiga. Ela falava do marido, mas apertava meu pau pra mim, falava da mãe, mas era eu quem amassava os peitos dela que escapavam da camisa branca do colégio. Falava das filhas, mas era eu quem cortava a história enfiando meu pau na boca dela. Mas eu adoro, porque curto o perigo, adoro, porque sempre quis comer ela, adorava saber que quando José saía pra putaria, ela virava minha puta.

Mas aquele dia era especial, embora eu estivesse tranquilo porque tinha contado pra Pepe minhas aventuras com Mariana, uma inquietação corria nas minhas veias: será que a gente consegue?. Quando contei tudo pro Jose, houve um silêncio longo. Não teve porrada, nem briga, nem xingamento. Só teve uma confissão: Ele não acreditava nas coisas que eu contava da mulher dele, não acreditava na grana que gastava, quando podia tentar tirar a puta de dentro da própria esposa. Foi assim que a gente bolou o crime perfeito. Minha tarefa era visitar Mariana, enquanto ele esperava no bar da esquina uns 20 minutos. Eu tinha que atacar ela de um jeito que deixasse a porta entreaberta e distraísse ela, fazendo uma rotina sexual que a gente nunca tinha feito. Esse plano ia se completar com a chegada dele de surpresa, pronto pra aproveitar os frutos de uma mulher excitada pela luxúria e pela morbidez dos supostos chifres que a gente tava enfiando nela.

Um arranhão de Mariana me trouxe de volta à realidade. Ela tinha ficado chupando meu pau em círculos, seguindo o formato da minha cabeça. Descia até o meio e subia fazendo pressão com os lábios vermelhos e a língua quentinha dela. Com o polegar da mão direita, apertava minhas bolas, enquanto, com o resto da mão, mantinha meu pau bem esticado.

— Me olha quando eu tô chupando seu pau, gatinho, em que você tá pensando?

Era muito louco, ela me enchia o saco, mas não parava de me masturbar, eu fechei a boca fazendo o que eu adorava: Agarrar ela pela tiny ass do cabelo e enfiar a cock até o fundo, ela sabia receber, então eu batia na garganta dela sem dificuldade nem consequência. O pedido dela não tinha sido em vão, ela sabia o que eu gostava e me satisfazia. Sempre me chupava a cock de acordo com a fantasia que eu tinha antes da nossa parada. O olhar dela delineado com lápis preto cravado em mim, a testa bem à mostra graças a uma tiara preta, a tiny ass pra agarrar, os peitos saltando do decote e sustentados pelo push up. Os dedos sempre à vista, pintados de alguma cor chamativa e a boca vermelha. Me agradava até o menor detalhe. Quando minha cock afundava na garganta dela, ela tentava me mostrar o perfil, assim eu podia apreciar o nariz dela, que começava aquilino, mas terminava arrebitado.

A Mariana gostava de engolir a cum. Sempre que a gente transava, tentava fazer de missionário, perninhas no ombro, sem camisinha, porque, quando a cum se acumulava em mim, eu saía dela e voltava a entrar na boca dela. Ela chupava curto, frenética. Outras vezes, quando eu gozava cedo, ela ficava deitada e eu me aproximava me masturbando e sentava nos peitos dela. Adoro quando minhas bolas duras e quentes eram digeridas pelos peitos dela, macios, brancos e mornos. Ela apertava eles enquanto eu, possuído pelo prazer, fazia o movimento de vai e vem me segurando no encosto. Com a cabeça erguida, Mariana transformava a boca numa pussy. Mas naquela noite tudo tinha que ser diferente, a gente tinha que ficar exposto e não escondido no quarto.

Então, depois da cadeira, levei ela pra bancada da cozinha, com a desculpa de testar um ponto que a gente tinha discutido a semana toda: Que ela, com seu um metro e sessenta, não conseguia transar de pé comigo, que media um metro e oitenta. Eu discutia que sim, só que precisava ter precisão e flexibilidade. Eu tava conseguindo. A bunda branca e grande da Mariana batia no meu baixo ventre. Eu tinha deslizado a saia escocesa até a cintura, então, tinha um lugar pra me segurar e enfiar meu pau ereto. Como ela tava mais embaixo, meu pau não entrava reto, eu tinha que levantar a Mariana como quem carrega um carrinho de mão. Ela se segurava na bancada, apertando os dedos no mármore frio. Ajudava pra caralho, porque empurrava a raba dela, acompanhando os movimentos dos meus braços, meu pau entrava fundo e duro, sentia que ia gozar...a mamada tinha sido colossal, meu gozo tinha ficado no limite, tentei segurar, xingando o José pra dentro. Tentei mudar o ritmo. Parei e coloquei as mãos nas nádegas dela pra controlar as devolvidas extremamente quentes.

Não consegui, a Mariana empurrava e gemia, pedindo pra eu encher a buceta dela de gozo. Não sabia mais o que fazer pra esperar o corno do José e aí acendeu a lâmpada na minha cabeça. Nunca tinha tentado comer ela no cu, certeza que isso ia frear e congelar a situação. Separei as nádegas dela e visualizei o buraquinho do cu rosado dela, chupei meu polegar e comecei a dedar. Mas a Mariana não se assustou e começou a empurrar mais forte.

- Ai, vai, o dedo inteiro Tito, Ai papai, usa tua piroca, vai, ai ai AIIII.

A imagem que o José encontrou foi épica: O corpo da esposa dele na vertical, sendo penetrado pela minha piroca e meus dedos. A chegada dele me devolveu resistência. Usando o azeite de oliva da bancada comecei com a dupla penetração, primeiro os dedos e depois a pedido da safada da Mariana minha piroca. Ela nunca percebeu a chegada do marido. Tava abstraída nos gemidos dela, não notou que o José tava escondido ouvindo a mulher dele gozar. O Pepe não aguentou e começou a se esfregar no pau e a olhar de vez em quando. Quando eu via ele aparecer, dedicava três segundos de penetração com apertão nos peitos. Até que não aguentamos mais. Fizemos sinais com a cabeça e mantive a cara da Mariana de um jeito que ela não pudesse olhar pra ele.

O José se aproximou devagar, desabotoando o calça, o barulho do cinto no chão assustou Mariana, que olhou surpresa pro marido se masturbando.

- Continua. Daqui a pouco eu entro, já tá tudo planejado.

- Beleza, pussy, to esperandoooaoaaoaaooaoaoaoaoa, ai Tito que porra linda, meu amor, ah, ahhh, ahhhhhhh, mmm...olha e aprende, cuck...sim sim siiiii!!!!

Pra surpresa do marido, Mariana não se abalou e continuou recebendo minhas investidas. Comecei a bombar com força na cintura da Marian, que soltava gemidos de prazer. Tentei puxar o cabelo loiro dela, mas perdi o ritmo. Meu pau escapou. Mariana, mais puta do que nunca, se virou e me levou pela mão até a cadeira. José nos seguiu, balançando o pau dele.

Enquanto fechava as pernas e virava de costas pra mim, ela começou a se empalar no meu pau duro. Deslizava usando meus joelhos, e eu ajudava segurando os peitos dela. Senti os passos do Pepe e o cheiro do pau dele. Deixei os peitos com ele e me contentei com a cintura da Mariana. É muito linda as costas brancas dela, suadas e arrepiadas. É muito lindo ver o que sempre via de frente. A mão forte do José agarrando a bunda loira da Mariana, a cabeça dela se mexendo louca pra engolir toda a porra. O cabelo dela batendo no meu rosto foi demais, tentei afastar mas acabei beijando as costas dela. Minha porra entrava na buceta da Mariana, a porra do José pela boca...qualquer um diria que a gente se conhece desde sempre.

Espero que vocês gostem!!! Um abraço e bom fim de semana!!!!

8 comentários - Surpresa de três com José e Mariana

Excitante aventura. Un productivo intervalo al estudio...
Gracias Perver! sin duda, una de las mejores formas de relajarse, es el sexo. Gracias por tu comentario y por los puntos.
muy bueno.... felicitaciones segui asi viejo..!!! 👍 👍
@MILO_2742 🙂