Era uma noite de sábado como qualquer outra. Eu e meu namorado decidimos sair pra dançar naquela balada onde a gente se conheceu. Lá pelas 11 da noite, comecei a me vestir e me arrumar, porque o José ia passar lá em casa me buscar às 12h30 e eu precisava de tempo pra me produzir. Resolvi me vestir um pouco ousada porque, além de ter ido depilar no dia anterior e estar com a pele toda macia e bem feminina, por causa do meu trabalho de secretária eu me vestia muito séria, embora provocante. Aí revirei meu guarda-roupa e achei uma minissaia jeans, uma meia de liga preta, umas botas cor de creme e uma regata bem decotada com as costas de fora, cor osso. Sabia que com essa roupa ia estar matando. Agora chegava a vez da minha roupa íntima. Mas resolvi só colocar um sutiã e nada de calcinha fio dental; escolhi deixar minha buceta toda depilada ao vento. Minha saia só chegava pra tampar a minha raba, ou seja, se eu me abaixasse ou rebolasse, dava pra ver tudo da minha bunda bem redonda; por ser tão curta, a saia deixava minhas ligas bem à mostra, o que dava um toque muito tesudo em mim. Como era inverno, resolvi vestir um casaco longo preto pra, além de me proteger do frio, meu namorado não me ver vestida assim até chegar na balada. Bateu 12h30 e ele chegou de táxi pra me buscar; assim que tocou a campainha, saí pra encontrar ele; entrei no carro, dei um beijo bem apaixonado e fechei a porta. Sinceramente, eu tava muito excitada com o jeito que me vesti e ainda mais ansiosa pelas coisas que podiam rolar naquela balada. Chegamos no Club Leloir (assim se chamava a discoteca em questão). Descemos do carro, eu tava cada vez mais tarada. Não parava de olhar pro meu namorado com cara de puta e ansiosa, e ele não entendia por que tanta safadeza. Entramos (eu ainda estava com o casaco), fomos direto pro guarda-volumes e lá tirei ele. José me olhou muito surpreso de cima a baixo, me fez dar uma volta. e cravou o olhar na minha bunda e nos meus peitos. Depois me olhou nos olhos e disse: o que você tá fazendo vestida assim? Parece uma puta. E eu respondi: Sua puta!, passando a mão na bunda dele e olhando nos olhos com cara de gata no cio. Largamos o casaco e fomos pro meio da pista. A balada cada vez lotava mais, até que ficamos rodeados por um monte de corpos excitados pela música e pelo álcool. Nós dois começamos a beber e dançar coladinhos, depois soltos e num momento virei pra encostar minha bunda no pau dele e esquentar um pouco mais, e de repente vi que um grupo de uns 5 caras tava me encarando com cara de punheteiro, dançando bem colados na gente e quando aproveitaram que eu olhei, um piscou o olho e o outro mandou um beijo. Não dei bola e continuei dançando, mas me excitou muito a ideia de esquentar eles também de forma discreta na frente do meu namorado; Então, levantei minha saia até aparecer o começo da minha bunda sem calcinha e comecei a rebolar agarrada no meu parceiro, aproximando, cada vez que descia, minha boca do pau dele; depois virava e agora colocava minha bunda no ar na calça dele, enquanto olhava pros outros caras e colocava o dedo na boca chupando ele e depois tocando meus peitos. Depois de fazer esses movimentos de gata, olhei pra eles e ri. Virei de novo pro meu bebê e beijei ele apaixonadamente segurando a cabeça dele e ele me pegou pela cintura, então percebeu que minha saia tava totalmente levantada, mas o que ele não imaginava era que eu não tava de calcinha pra tampar minha bunda. Continuou me beijando e apalpando minha cintura, até que não aguentou mais e pediu pra irmos pros reservados. Aceitei o pedido e peguei na mão dele começando a andar em busca do nosso destino. Ao passar do lado dos caras, olhei pra eles e sorri. Chegamos nos reservados e procuramos um lugar meio escuro pra ninguém ver a gente, mas isso foi quase impossível porque não tinha lugar; então que sentamos no meio, onde umas luzes permitiam que fôssemos facilmente reconhecidos. Quando sentamos, um do lado do outro, ele começou a me apalpar os peitos e puxou minha blusa pra cima, deixando meu sutiã à mostra e passando a mão cada vez com mais intensidade. Aí ele baixou uma das mãos e passou por baixo da saia, me olhando de repente na cara e dizendo: "Você não tá de tapa-sexo!", e eu respondi com um "Não". Isso deixou ele louco e ele começou a tocar com muita ansiedade os lábios da minha buceta, procurando meu clitóris. Eu ia abrindo mais as pernas. Nisso, um casal sentou na nossa frente e a mina não demorou pra sentar em cima do cara e começar a beijar ele no ritmo dos movimentos pélvicos. Esse cara viu algo estranho em nós e, enquanto beijava a mina dele, ficava nos olhando todo tarado. Eu percebi esse detalhe e fixei o olhar nos olhos dele, e ele não se encabulou e continuou observando como meu namorado me tocava a buceta e as caras de puta que eu fazia. Decidi então agir. Levantei do sofá com a saia totalmente levantada e parei na frente do José, deixando na altura da boca dele minha buceta sedenta por uma boa lambida e minha bunda redonda direto nos olhos do meu observador. Meu namorado entendeu na hora o que eu tava pedindo e começou a beijar suavemente minha pélvis, enfiando primeiro um dedo, depois dois e por último a língua. Eu me contorcia de prazer. Ele não parava de chupar meu clitóris e tomar meus sucos gostosos. Em uma dessas, decidi me virar pra ele chupar agora toda a minha bunda. Foi nesse momento que vi que meu observador tinha a mina dele fazendo um boquete nele, enquanto ele me olhava e se lambia todo. Agora, o que tava direto nos olhos dele era minha buceta toda depilada, e decidi esquentar mais a situação. Foi aí que tirei o sutiã e levantei a blusa, deixando meus dois peitos à mostra. Comecei a apalpar eles, olhando na cara dele, enquanto meu namorado continuava. chupando minha buceta, enfiando 3 dedos dentro de mim. Eu não aguentava mais de tão excitada que tava. Na verdade, nenhum dos três aguentava. Meu namorado pediu pra eu chupar a rola dele, e eu rapidamente aceitei e levei minha boca até o pau dele, deixando minha buceta bem na cara daquele cara tarado, e comecei a mamar ele como nunca, no ritmo de uma punheta que ele tava batendo. Em questão de segundos, sinto alguém começar a tocar minha bunda e outras mãos me agarrarem pela cintura. Nisso, José abre os olhos e vê que ao meu redor tinha 5 caras, dois me tocando e os outros três se masturbando enquanto olhavam eu chupando a rola dele. José me puxou pelos cabelos, jogando minha cabeça pra trás e me fazendo ver o que tava rolando. Ao ver os 5 caras ao meu redor, fiquei com muito tesão e sentei do lado do meu namorado sem parar de tocar meus peitos, com as pernas bem abertas, deixando minha buceta toda molhada à mostra. Me aproximei do ouvido do meu parceiro e perguntei se ele se importava de 5 caras me tocarem, me comerem, me beijarem, e ele respondeu que não, mas com duas condições: a primeira, que a gente cobrasse dos caras por isso, e a segunda, que ele comesse a novinha que tava na nossa frente chupando o pau do cara que não parava de me olhar. Eu aceitei. Foi assim que José se levantou e foi até o casal que tava na nossa frente. Ele se abaixou na altura da boca da gostosa e deu uma linguada, chupando a boca dela e o pau do nosso espectador. A mina automaticamente levantou o olhar e olhou pra ele, e meu namorado meteu um beijão nela, pegando uma das mãos dela e colocando no pau dele, que já tava duro. A mina começou a bater uma punheta pra ele enquanto se beijavam. Realmente, essa putaria me deixou doida... adorava ver meu namorado beijando outra enquanto 5 caras me apalpavam toda. O namorado da novinha levantou e se juntou à nossa festa, deixando José sozinho com ela. A mina não hesitou em começar a fazer um boquete no meu gordo, e nem eu. Ela hesitou em tirar a camiseta... ela estava muito excitada e, ao ver isso, um dos 5 caras que estavam me tocando se aproximou dela e começou a apalpar os peitos dela. Ela estava usando uma saia branca bem curta e, ao perceber que estava sendo toda tocada, abriu as pernas e, oh coincidência, também não estava de calcinha. O cara não hesitou em lamber os próprios dedos e enfiá-los de uma vez naquele buraco excitado.
Por outro lado, eu tinha 5 caras em cima de mim. Minha boca estava com uma rola dentro, onde o cara me comia desesperado; cada uma das minhas mãos segurava uma rola e eu batia punheta acelerada; e os outros 2 chupavam meu corpo todo, um chupava minha buceta e o outro os dois peitos. Eu não parava de gozar, enquanto via minha bebê levando um boquete bem dado. Em um desses momentos, os caras me param e fazem eu me inclinar com a bunda virada pro meu namorado. Nisso, um dos caras senta e faz eu chupar a rola dele, enquanto o que estava chupando minha buceta começou a meter 2 dedos primeiro, depois três, na minha buceta, e o outro que me chupava começou a saborear meu cu. Meu namorado não parava de olhar como eu estava gozando e não aguentou aquela cena. Ele se levantou, pegou a garota pelos cabelos e virou ela. Levantou a saia dela e enfiou a rola no cu dela. A garota deu um grito que ecoou pelo bar inteiro, mas depois se concentrou em gozar.
O cara que estava apalpando os peitos dela se colocou por baixo dela e chupava a buceta dela. Eu não gostei da ideia de ele meter no cu dela e ficar todo excitado com a bunda de outra, então decidi que enfiassem as picas em mim por todos os lados. Pedi pro cara que estava metendo os dedos que metesse a rola na minha buceta de pé, e pro que estava apalpando meu cu que metesse por trás... os dois juntos. É indescritível o prazer que se sente. O resto dos caras fez eu chupar em fila... e fizeram eu engolir toda a porra... o problema foi que um deles ficou doido... meio violento e arrancou minha regata... destruiu ela e começou a arranhar minhas costas inteiras. Eu sentia uma mistura de prazeres lindos e desagradáveis... mas queria que aquilo não parasse... o que me comia pelo cu gozou dentro de mim de um jeito que a porra escorria pelas laterais das paredes do meu ânus... o que estava me comendo pela buceta tirou o pau e gozou na minha barriga. Depois que os 5 gozaram, rodaram pra que dois dos três que eu tava chupando o pau me comessem o cu e a buceta. Ficamos assim umas duas horas. Meu namorado, cansado de ver como me comiam e eu não parava de gozar, decidiu ir embora da balada com a gostosa em questão e o namorado dela. Foram os três pra casa da gostosa, que morava sozinha, e lá continuaram a festa. O problema é que não me avisou nada e fiquei sozinha com esses 5 caras que não se cansavam de me foder. Depois de 2 horas metendo e eu já sem nem conseguir me mexer, me soltaram e me sentaram no chão, e os 5 começaram a se masturbar e me banharam de porra. E aí, cada um levantou a calça e foram embora, me deixando sozinha e sem roupa. Meu sutiã nunca achei, a regata tava toda rasgada. A única coisa que salvava era minha saia, tava toda suja mas pelo menos inteira. O problema era sair dos reservados até o guarda-roupas daquele jeito, e ainda com tanta gente na balança. Era um nojo... tava cheia de porra e toda grudenta. Me levantei, criei coragem e comecei a andar tapando os peitos... mas mesmo assim me xingaram de tudo e não pararam de me tocar no caminho. Numa dessas, fiquei presa num grupo de 3 amigos que fizeram de tudo comigo... me apertaram... 2 passaram a língua no meu corpo inteiro enquanto o terceiro segurava minhas mãos... e o que eu ia fazer? Já tava ferrada... depois das 5 picas que passaram pelo meu cu e minha buceta não dava pra esperar outra coisa. Nisso tudo, não acreditava que o José tinha ido embora com a outra gostosa e me deixado sozinha. Depois da minha jornada. Cheguei no guarda-roupas e peguei meu casaco… eu tava toda suja e sem grana nenhuma, e tinha que voltar pra casa. Decidi sair pela porta e procurar um táxi… a ideia era não ter que pagar, porque não queria que nenhum vizinho ouvisse o carro e aparecesse na janela pra me ver descendo de um carro qualquer naquele estado… isso significava que eu não podia descer em casa e ir buscar dinheiro pra pagar o motorista. Tentei aplicar minha tática de puta pra ver se conseguia pagar com um favor, afinal… uma mancha a mais no tigre não faz diferença. Parei na esquina da balada e peguei um táxi, olhei bem pro meu motorista: era um cara de uns 40 anos, magro, olhos castanhos e pele morena. Comecei meu jogo. Me sentei no meio do banco de trás e desabotoei meu casaco, deixando aparecer que eu não tava usando nem camiseta, nem sutiã, e que minha saia era bem curtinha. O cara, quando perguntou pra onde a gente ia, me olhou pelo retrovisor e arregalou os olhos de um jeito inacreditável, não conseguia acreditar no que via. E eu me aproximei do banco dele e expliquei mais ou menos o caminho, puxando meu casaco pra deixar meus peitos à mostra. O cara engoliu seco e desviou o carro rapidamente. No meio do caminho, levantei minha saia e comecei a me tocar no clitóris e enfiar meus dedos na minha buceta, enquanto via que o motorista não parava de olhar. Num momento, o cara me olha e fala: "Gata, você tá muito no fogo, né? O que fizeram com você na balada?"; eu olhei pra ele e confirmei que tava completamente tesuda e queria pica. O cara freou, saiu do carro, abriu a porta onde eu tava e se jogou em cima de mim. Começou a me beijar na boca de um jeito desenfreado e, com as mãos grandes dele, começou a pegar nos meus peitos e na minha buceta. Vendo essa reação de loucura, me afastei do corpo dele e falei: "Faço você gozar igual um filho da puta em troca de me levar de graça até meu destino", e ele aceitou de boa. Então, me ajoelhei aos pés dele e abaixei o zíper da calça, puxando a pica dele. Comecei a chupar ela e bater uma pra ele. O cara não aguentava mais. Num momento ele me puxa forte pelo cabelo e fala: "sua putinha de merda, vou te foder o cu até não poder mais" e eu respondi: "me abre bem o rabo, mas antes você vai chupar tudo". Mal falei isso, ele me pegou e me virou de bruços contra o banco e começou a chupar minhas costas, minha bunda, minha buceta inteira... me senti uma puta de merda. Quando já tava cheio de saliva, bem lubrificado, ele meteu de uma vez, tão brusco que doeu um pouco, mas não tanto porque eu já tava bem aberta pela noite que tinha tido. O cara não demorou pra acabar dentro do meu cu todo. Assim que gozou, me fez chupar até limpar tudo. Depois que terminei o serviço, ele mandou eu subir na frente e não tive escolha a não ser aceitar. Pediu pra eu ficar totalmente nua e manter as pernas abertas durante toda a viagem. O carro não tinha vidros escuros, então todo mundo me via pelada, e quando passavam por um grupo de caras, eles aplaudiam... eu adorava toda essa putaria. Durante a viagem toda, ele ficava com a mão na minha buceta depilada e só tirava pra trocar a marcha. Quando tava quase chegando no meu destino, ele pediu duas coisas: primeiro, que eu me comportasse como uma puta de merda e sentasse em cima do câmbio, me masturbando com ele enquanto ele batia uma, e que quando ele gozasse, eu chupasse toda a porra e desse meu número de celular, porque queria me ver de novo. O cara me disse que tinha família, que era casado e tinha um filho de 6 anos, e que a mulher tava esperando uma menina, e que a gente podia se ver todo sábado à noite se eu quisesse. Ele queria me transformar na putinha barata dele. Eu dei meu número, desci do carro como pude e fui andando tampada com meu sobretudo. Cheguei em casa e, graças a deus, tinha guardado as chaves no casaco, então não precisei acordar ninguém. Entrei e fui direto pro banheiro, preparei o chuveiro e tomei banho. Depois fui direto me deitar. No dia seguinte liguei pro José no celular e ele ainda tava na casa da mina. Foi assim que terminei o relacionamento com ele, porque, mesmo eu tendo dado pra 6 caras naquela noite, eu não fui dormir com ninguém, e ele foi... Ele aceitou o término de boa e até hoje vive com essa guria e o namorado dela... formaram um trisal meio estranho. E eu me encontro com o taxista todo sábado de meia-noite às 4 da manhã, enquanto ele tem a vida dele com a mulher e os filhos.
Por outro lado, eu tinha 5 caras em cima de mim. Minha boca estava com uma rola dentro, onde o cara me comia desesperado; cada uma das minhas mãos segurava uma rola e eu batia punheta acelerada; e os outros 2 chupavam meu corpo todo, um chupava minha buceta e o outro os dois peitos. Eu não parava de gozar, enquanto via minha bebê levando um boquete bem dado. Em um desses momentos, os caras me param e fazem eu me inclinar com a bunda virada pro meu namorado. Nisso, um dos caras senta e faz eu chupar a rola dele, enquanto o que estava chupando minha buceta começou a meter 2 dedos primeiro, depois três, na minha buceta, e o outro que me chupava começou a saborear meu cu. Meu namorado não parava de olhar como eu estava gozando e não aguentou aquela cena. Ele se levantou, pegou a garota pelos cabelos e virou ela. Levantou a saia dela e enfiou a rola no cu dela. A garota deu um grito que ecoou pelo bar inteiro, mas depois se concentrou em gozar.
O cara que estava apalpando os peitos dela se colocou por baixo dela e chupava a buceta dela. Eu não gostei da ideia de ele meter no cu dela e ficar todo excitado com a bunda de outra, então decidi que enfiassem as picas em mim por todos os lados. Pedi pro cara que estava metendo os dedos que metesse a rola na minha buceta de pé, e pro que estava apalpando meu cu que metesse por trás... os dois juntos. É indescritível o prazer que se sente. O resto dos caras fez eu chupar em fila... e fizeram eu engolir toda a porra... o problema foi que um deles ficou doido... meio violento e arrancou minha regata... destruiu ela e começou a arranhar minhas costas inteiras. Eu sentia uma mistura de prazeres lindos e desagradáveis... mas queria que aquilo não parasse... o que me comia pelo cu gozou dentro de mim de um jeito que a porra escorria pelas laterais das paredes do meu ânus... o que estava me comendo pela buceta tirou o pau e gozou na minha barriga. Depois que os 5 gozaram, rodaram pra que dois dos três que eu tava chupando o pau me comessem o cu e a buceta. Ficamos assim umas duas horas. Meu namorado, cansado de ver como me comiam e eu não parava de gozar, decidiu ir embora da balada com a gostosa em questão e o namorado dela. Foram os três pra casa da gostosa, que morava sozinha, e lá continuaram a festa. O problema é que não me avisou nada e fiquei sozinha com esses 5 caras que não se cansavam de me foder. Depois de 2 horas metendo e eu já sem nem conseguir me mexer, me soltaram e me sentaram no chão, e os 5 começaram a se masturbar e me banharam de porra. E aí, cada um levantou a calça e foram embora, me deixando sozinha e sem roupa. Meu sutiã nunca achei, a regata tava toda rasgada. A única coisa que salvava era minha saia, tava toda suja mas pelo menos inteira. O problema era sair dos reservados até o guarda-roupas daquele jeito, e ainda com tanta gente na balança. Era um nojo... tava cheia de porra e toda grudenta. Me levantei, criei coragem e comecei a andar tapando os peitos... mas mesmo assim me xingaram de tudo e não pararam de me tocar no caminho. Numa dessas, fiquei presa num grupo de 3 amigos que fizeram de tudo comigo... me apertaram... 2 passaram a língua no meu corpo inteiro enquanto o terceiro segurava minhas mãos... e o que eu ia fazer? Já tava ferrada... depois das 5 picas que passaram pelo meu cu e minha buceta não dava pra esperar outra coisa. Nisso tudo, não acreditava que o José tinha ido embora com a outra gostosa e me deixado sozinha. Depois da minha jornada. Cheguei no guarda-roupas e peguei meu casaco… eu tava toda suja e sem grana nenhuma, e tinha que voltar pra casa. Decidi sair pela porta e procurar um táxi… a ideia era não ter que pagar, porque não queria que nenhum vizinho ouvisse o carro e aparecesse na janela pra me ver descendo de um carro qualquer naquele estado… isso significava que eu não podia descer em casa e ir buscar dinheiro pra pagar o motorista. Tentei aplicar minha tática de puta pra ver se conseguia pagar com um favor, afinal… uma mancha a mais no tigre não faz diferença. Parei na esquina da balada e peguei um táxi, olhei bem pro meu motorista: era um cara de uns 40 anos, magro, olhos castanhos e pele morena. Comecei meu jogo. Me sentei no meio do banco de trás e desabotoei meu casaco, deixando aparecer que eu não tava usando nem camiseta, nem sutiã, e que minha saia era bem curtinha. O cara, quando perguntou pra onde a gente ia, me olhou pelo retrovisor e arregalou os olhos de um jeito inacreditável, não conseguia acreditar no que via. E eu me aproximei do banco dele e expliquei mais ou menos o caminho, puxando meu casaco pra deixar meus peitos à mostra. O cara engoliu seco e desviou o carro rapidamente. No meio do caminho, levantei minha saia e comecei a me tocar no clitóris e enfiar meus dedos na minha buceta, enquanto via que o motorista não parava de olhar. Num momento, o cara me olha e fala: "Gata, você tá muito no fogo, né? O que fizeram com você na balada?"; eu olhei pra ele e confirmei que tava completamente tesuda e queria pica. O cara freou, saiu do carro, abriu a porta onde eu tava e se jogou em cima de mim. Começou a me beijar na boca de um jeito desenfreado e, com as mãos grandes dele, começou a pegar nos meus peitos e na minha buceta. Vendo essa reação de loucura, me afastei do corpo dele e falei: "Faço você gozar igual um filho da puta em troca de me levar de graça até meu destino", e ele aceitou de boa. Então, me ajoelhei aos pés dele e abaixei o zíper da calça, puxando a pica dele. Comecei a chupar ela e bater uma pra ele. O cara não aguentava mais. Num momento ele me puxa forte pelo cabelo e fala: "sua putinha de merda, vou te foder o cu até não poder mais" e eu respondi: "me abre bem o rabo, mas antes você vai chupar tudo". Mal falei isso, ele me pegou e me virou de bruços contra o banco e começou a chupar minhas costas, minha bunda, minha buceta inteira... me senti uma puta de merda. Quando já tava cheio de saliva, bem lubrificado, ele meteu de uma vez, tão brusco que doeu um pouco, mas não tanto porque eu já tava bem aberta pela noite que tinha tido. O cara não demorou pra acabar dentro do meu cu todo. Assim que gozou, me fez chupar até limpar tudo. Depois que terminei o serviço, ele mandou eu subir na frente e não tive escolha a não ser aceitar. Pediu pra eu ficar totalmente nua e manter as pernas abertas durante toda a viagem. O carro não tinha vidros escuros, então todo mundo me via pelada, e quando passavam por um grupo de caras, eles aplaudiam... eu adorava toda essa putaria. Durante a viagem toda, ele ficava com a mão na minha buceta depilada e só tirava pra trocar a marcha. Quando tava quase chegando no meu destino, ele pediu duas coisas: primeiro, que eu me comportasse como uma puta de merda e sentasse em cima do câmbio, me masturbando com ele enquanto ele batia uma, e que quando ele gozasse, eu chupasse toda a porra e desse meu número de celular, porque queria me ver de novo. O cara me disse que tinha família, que era casado e tinha um filho de 6 anos, e que a mulher tava esperando uma menina, e que a gente podia se ver todo sábado à noite se eu quisesse. Ele queria me transformar na putinha barata dele. Eu dei meu número, desci do carro como pude e fui andando tampada com meu sobretudo. Cheguei em casa e, graças a deus, tinha guardado as chaves no casaco, então não precisei acordar ninguém. Entrei e fui direto pro banheiro, preparei o chuveiro e tomei banho. Depois fui direto me deitar. No dia seguinte liguei pro José no celular e ele ainda tava na casa da mina. Foi assim que terminei o relacionamento com ele, porque, mesmo eu tendo dado pra 6 caras naquela noite, eu não fui dormir com ninguém, e ele foi... Ele aceitou o término de boa e até hoje vive com essa guria e o namorado dela... formaram um trisal meio estranho. E eu me encontro com o taxista todo sábado de meia-noite às 4 da manhã, enquanto ele tem a vida dele com a mulher e os filhos.
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