Sexo no trabalho (real)

Olá, como vocês estão? Primeira vez que participo aqui no Poringa postando relatos, espero que seja do agrado de vocês, e pode acreditar, é real.

Num sábado de novembro de 2014, o dono da empresa de segurança onde trabalho me liga: o guarda que estava comigo sofreu um acidente e não ia aparecer. Eu já tava pensando em passar um domingo chato pra caralho, mas meu chefe falou: "Não se preocupa, já arrumei um substituto pra você." "Com certeza vem um mala", eu disse. Ele só respondeu: "Trata bem, hein."

Domingo, 05:45, chego no trabalho pra render meus colegas, pego minha guarda normal. Meu chefe chega naquele momento, e eu imaginava que vinha com um cara de dois metros, o maior mala que ia me acompanhar na guarda. Mas quando a porta do lado do carona abriu, uma silhueta feminina desceu do carro. Meu Deus! Nunca na minha vida imaginei ver uma mulher tão gostosa. Sou casado, tenho filhos, mas naquela hora esqueci da minha esposa. Uma morena, tesuda, olhos verdes, cabelo castanho claro, medidas 100-95-100, cabelão até a cintura. Meu chefe apresentou: "Ela é a Verônica. Verônica, esse é o César, e vocês vão ser parceiros por algumas semanas." "Muito prazer, Vero, espero que a gente se dê bem por essas semanas." Ela só disse: "PODE TER CERTEZA, CÉSAR." Até meu nome soou lindo naqueles lábios rosados. Meu chefe foi embora, e a gente passou pra nossa guarita. "Vamos tomar uns mates?", perguntei. "Bora, tá gostoso pra chupar", ela respondeu. Meus ratos tavam jogando fórmula 1 na cabeça. Conversa vai, conversa vem, começamos a falar da vida de cada um: ela casada, com um filho, mas num estado crítico com o marido, uns 30 anos. Não podia acreditar que eu era mais novo que ela — eu tenho 25, já casado. Enfim, eram 12 horas que a gente ia passar juntos.

Falei: "Vero, vamos sair pra fumar um cigarro e dar uma volta pelo salão pra ver se tá tudo em ordem." "Bora, César, tô com a bunda doendo de tanto ficar sentada." Essa linguagem começou a me excitar pra caralho. Quando ela se levantou, eu olhei pra aquela bunda linda com um... Calça de gabardine preta que entrava na bunda dela, saímos pra caminhar, perguntei se fazia algum esporte, ela falou que jogava rugby feminino. Mmm, cê curte um corpo a corpo, falei rindo. "Você não me aguenta, mô", disse ela. "Será? Acho que tô em condições de aguentar de tudo", respondi. Ela corou. Voltamos pra guarita, ela sentou na minha cadeira, cruzou as pernas, meio excitada. Eu tava louco, minha libido voando, comecei a imaginá-la pelada, sentada com um cigarro na mão. O celular dela tocou, ela saiu pra atender. Eu via ela falando, meus olhos não desgrudavam da bunda e dos peitos dela, lindos por qualquer ângulo. Uma morena de olhos verdes com um corpão desses não se acha em qualquer lugar. Vi ela furiosa, chorando. Entrou na guarita e falou: "Era meu marido, ele tá comendo a amante e me ligou pra ouvir os gemidos. Filho da pu...". Cheguei perto pra consolar, ela me abraçou. Que delícia sentir esses peitos duros no meu peito. Olhamos de frente, foi tipo um ímã, começamos a nos beijar que nem loucos. Beijos na nuca, da parte dela pra mim, minhas mãos brincavam na bunda bem dura dela. Ela se afastou e disse: "Isso é um erro". Falei: "É, um erro lindo". "Não se aproveita de mim, tô vulnerável, cara". "Esse cara tá louco por um corpo a corpo com uma jogadora de rugby". Ela me olhou com uns olhos de gata no cio. Avancei nela de uma vez. Uns colegas tinham um colchonete escondido. Voltamos a nos beijar, minhas mãos iam direto pra bunda linda dela. Ela começou a passar a mão no meu pau por cima da calça. Meu pau tava se sufocando de tão inchado e duro. Ela pegou no danoninho e disse: "Seu pau". Soltei uma risada, mas sem sair do clima quente. Ela tirou minha camisa, desabotoou minha calça. Fiz o mesmo ao mesmo tempo. Uma pele macia, delicada, linda de acariciar. Com uma mão, soltei o sutiã dela. Aqueles peitos saltaram, com os mamilos escuros bem durinhos. Comecei a chupar os peitos dela e morder de leve os mamilos. A respiração dela começou a... Se agitava mais e mais, pelo amor de Deus, ele me dizia: "Cara, quem te ensinou meus pontos fracos?" Eu só olhava pra ela. Arranquei a calça dela violentamente e comecei a tocar sua buceta por cima de uma calcinha de renda azul celeste. Ela tirou a calça, sentou no meu sofá, e por cima da calcinha eu passava minha língua na buceta dela, pelada, linda, bem buceta. Ela me empurrou e disse: "Gatinho, deixa eu te fazer o melhor boquete da sua vida." Aceitei com um beijo nos lábios. Tirei a calça e a cueca. "Pode pegar", falei. Ela começou a chupar de um jeito único, brincava com a língua em círculo na cabeça do meu pau, enfiava tudo. De repente, ela diz: "É melhor você me afogar com seu gozo, quero tudo na minha boca." E foi assim: em 15 minutos, enchi a boca dela com todo meu gozo, não derramou uma gota. Agora é minha vez. Aquela buceta rosada, bem molhada, aquele mel escorrendo, chupei tudo, brincava com o clitóris dela. Ela se contorcia de prazer, gemia como uma louca, pedia mais. Levantei as pernas dela e comecei a chupar o cu dela. Isso a fez detonar: veio o primeiro orgasmo dela. Minha língua penetrava o cu dela e a buceta dela. "Cara, filho da puta, não pode fazer isso comigo, tô tremendo toda!!!" Para puta, isso só tá começando. Parei ela, trouxe o colchonete que já falei, coloquei ela de quatro com a cara no colchonete e mandei meu pau na buceta dela. Umas 20 minutos depois, ela gozou o segundo orgasmo junto comigo. Deitei do lado dela, ela voltou a chupar meu pau de um jeito incrível. "Por favor, faz meu cu, vai." "Seria um prazer foder essa bunda linda." Levantamos, joguei ela na minha escrivaninha, com metade do corpo apoiado, e com uma mão ela abria as nádegas e com a outra se enfiava na buceta pra tirar mais fluxo e lubrificar o cu. Eu ajudei com um pouco de saliva. Era impossível, a cabeça do meu pau não entrava de uma vez. "Quero forte, enfia, cara", ela dizia. "Vai, arrebenta meu cu, não seja promíscuo." Enfiei de uma vez. Aaahhhiiiiiiiiiii, meu Deus, num grito só ela deu a sentada até não aguentar mais. Pô, falei pra ela: "vou gozar". Aí eu também, com uma mão peguei a dela que já tinha acabado e coloquei na minha pica, e ela fez outro boquete. "Sabe onde eu quero essa porra?" Óbvio, mulher, pega. Enchi a boca dela de porra. Nós nos vestimos e passamos o resto do turno de trabalho juntos. Hoje faz 7 meses que continuamos juntos como amantes. Espero que vocês curtam meu relato, porque é 100% REAL.

4 comentários - Sexo no trabalho (real)

Que bueno encontrar un bombom asi....y encima que te deje vivir tambien como amante! Si en el primer dia te entrego todo....avisa cuando quiera un trio o si le cabe un gang bang... Al estilo poringuero....saludos amigo.