Siete por siete (100): El amor no es matemático




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Compêndio IÉ a mesma história de toda segunda-feira.
Eu e Hannah acordamos cedo.
Mesmo tendo transado várias vezes na noite anterior, não é o suficiente e a gente se beija e brinca um pouco debaixo das cobertas.
Ela me olha com seus olhos tristes azulados, acariciando meu queixo sem barbear, como se tentasse gravar meu rosto na memória dela.
Sei que ela não quer ir embora. Esse mundo é o lugar onde a gente se encaixa e ela se sente como minha esposa.
Entramos no chuveiro, nos beijando e nos abraçando forte, e é ali que a gente transa mais uma vez.
A água, banhando nossos corpos, purifica nossa união e renova nossos votos, escorrendo pelo ralo, misturada com o sabão e meu gozo que jorra de dentro dela.
Ela continua sorrindo com tristeza, mas se conforma em saber que ainda é minha mina.
No terminal, a gente troca mais uns beijos. É difícil nos despedir, mas é algo que precisa ser feito.
Quase 4 horas de viagem, com uma paisagem diferente e uma boa música de fundo.
Estaciono na entrada e a porta da casa ao lado se abre quase na hora. Como se ela estivesse me esperando.
"Marco, você voltou!" me cumprimenta Fio, mostrando a metade de cima de uma camisola branca e seu decote poderoso. "Pode vir aqui um pouco?"
Ainda me incomoda a situação com o Kevin. Mas cada um é responsável pelas próprias escolhas...
"Tô cansado!" sorrio com aflição. "Acabei de chegar!"
"Entendo." Ela responde decepcionada.
"Talvez amanhã eu te veja!" falo, pra consolá-la.
Ela sorri com ternura.
"Tchau!" se despede e fecha a porta, pegando minha palavra bem mais animada.
Pego a bolsa com minha bagagem e abro a porta bem devagar.
Ouço o barulho da televisão ligada e vejo as pequenas, conversando entre si na sua linguagem fofa especial, enquanto a dois passos está Liz, pintando uma tela.
Meus pimpolhos começam a pular, animados ao me reconhecer, e chamam a atenção da babá.
"Marco!" ela exclama, largando impetuosamente seu trabalho e ela se joga em cima de mim, pra me dar um beijo apaixonado.
As pequenas me esperam, sem entender que esses tipos de beijo eu só posso dar pra mamãe e que não é legal a responsável pela segurança delas me abraçar pela cintura, se apoiando na minha bunda e encaixando a pélvis na minha, com outras intenções.
Ela se recupera, me sorri e pede desculpa.
“É que faz muitos dias sem te ver!”
Mas mais do que ela, o que me interessa é ver as pequenas. Minha gordinha acompanha a irmã, mas cai sentada, morrendo de rir.
Pego as duas no colo e fico um tempão com elas, brincando, enquanto a Liz fica me olhando toda animada.
Pego minha bolsa de novo e carrego a máquina de lavar, pra ligar. Liz me segue, ansiosa igual uma colegial.
“Senti sua falta!” ela fala, mas eu sei o que ela realmente quer…
Até eu conhecer a Marisol, eu não acreditava no amor verdadeiro.
A matemática e as estatísticas mostravam a improbabilidade de existir uma única pessoa ideal pra cada um.
Uma só, num universo atual de mais ou menos 6 bilhões de pessoas, eram chances baixíssimas. Então, tudo que eu achava sobre o amor era um coquetel neuro-hormonal.
“Se fosse assim, a gente já teria se extinguido há muito tempo.” Eu concluía naquela época.
Mas eu tava errado.
Eu poderia ter conhecido outra mulher (a Hannah, por exemplo) e ter tido outros filhos. Mas o que sinto pela Marisol não teria sido a mesma coisa… ou talvez sim, mas isso fica pra especulação.
Tendo uma mulher tão sensual quanto a Fio ou uma tão gostosa quanto a Liz, mais que disposta a se entregar aos meus desejos, a única que eu quero penetrar naquele dia é a Marisol.
Preparo o almoço (Sou o que cozinha melhor dos 3) e enquanto as pequenas brincam inocentes na sala, aproveito pra devorar a buceta da babá, sentada no balcão da cozinha, com as pernas abertas e a saia levantada.
“Isso!... Isso!...” ela exclama quando eu atendo ela, enquanto deixo o arroz ferver na panela.
O corpo dela treme e os peitos Estão durinhos, enquanto ela recebe o prazer que a distância negou por uma semana.
“Não!... Não vá!” ela implora por mais, mas preciso deixá-la.
Senão, o arroz vai queimar ou ficar empapado.
Refogo a carne e a cebola, e o aroma abre o apetite do estômago, mas não sacia o do corpo.
Nos beijamos mais uma vez, e ela me envolve com os braços e as pernas, desejando que meu bastão invada seu templo de prazer, enquanto os peitos dela, empinados, exigem atenção e me tentam a prová-los.
“Não posso!” digo, resistindo à boca dela e ao aperto das pernas. “Estou esperando a Marisol!”
Ela geme frustrada, mas suspira muito mais aliviada ao sentir meus dedos lá dentro e meus lábios beijando seus seios quentinhos.
Estimulei o botão dela e explorei seu interior molhado, enquanto provava mais uma vez seus pezões suculentos.
As pernas dela não queriam me deixar escapar.
Eu estava duro e mais que tentado a satisfazê-la. Mas só 20 minutos me separavam de ver meu rouxinol.
Nos arrumamos e deitamos as pequenas, que já estavam cochilando quando demos as mamadeiras.
Poucos minutos depois, minha mulher finalmente aparece.
“Love! Você voltou!” ela diz e me abraça, com todo direito. “Tenho tanta coisa pra te contar!”
Ela me pega pela mão e me leva pro nosso quarto. Me dá um beijo surpresa e desabotoa minha calça.
É um alívio sentir os lábios dela no meu pau. Ela chupa com ansiedade.
Dá pra ver que sentiu falta.
Ela não me conta o que queria dizer e me pede pra não falar nada. Tá muito ocupada, subindo e descendo intensamente, lambendo com verdadeira desesperação, enquanto eu me apoio na parede, acariciando, encantado, os cabelos dela, com a habilidade que a boca e a língua dela têm.
Sinto que minha carga vem e preciso segurar a cabeça dela, porque ela quer receber tudo na boca ardente e incansável.
Ela solta um gemido de surpresa, meio abafado, porque nunca faço isso. Mas fecha os olhos, esperando ansiosa.
É refrescante sentir a língua dela me espremer e chupando ansiosa os restos da minha gozada. Ela engole com elegância, de uma vez só e me olha sorrindo, enquanto a língua dela, brincalhona, lambe a pontinha do meu pau.
Depois de limpar os lábios e os últimos resquícios que ficam no meu pinto, dá um beijo carinhoso e depois beija meus lábios.
“Queria mostrar como senti sua falta!” ela sorri pra mim, com cara de safada.
A Liz percebe o motivo da minha demora. Me sinto mais calmo e sentamos à mesa pra almoçar.
“Você me serviu demais!” exclama a Marisol, olhando cúmplice pra Liz. “Já comi um lanchinho que tirou um pouco da fome.”
A Liz também sorri.
Chega a hora de ir embora e ela vai, deixando a casa só pra nós dois.
Minha esposa e eu levamos a louça pra cozinha. Mas enquanto ela começa a lavar, desabotoo a calça dela.
Ela fica quietinha, enquanto vou baixando devagar e dou lambidas suaves nas nádegas branquinhas dela.
Abaixo a calcinha dela, que tem um cheiro delicioso de mulher, e ela estremece gostosinho ao sentir meu nariz se enfiar entre as bandas dela e minha língua provar a fenda molhada.
Ela abre as pernas e me deseja, desabotoando os botões de cima da blusa. Abaixo minha calça e libero minha ferramenta, sentindo a felicidade de estar definitivamente em casa.
Ela reclama, mordendo os lábios, enquanto enfio devagar no interior apertado e molhado dela.
Começo a meter e ela apoia os braços na pia, enquanto minhas mãos exploram a cintura dela e massageiam os peitos gostosos.
“Marisol!” sussurro o nome dela baixinho, enquanto absorvo o cheiro do cabelo dela e ela geme, satisfeita.
Brinco com os peitos dela, acariciando e pesando. São lindos, volumosos e macios, e os moranguinhos já estão durinhos.
Me mexo mais forte, me firmando naquela cintura sensual, enquanto a bunda linda e branquinha dela me lembra uma lua enorme, com uma fenda tremenda no meio.
“Te amo!” ela diz, extasiada, e procura meus lábios, que também querem sentir os dela. dele.
Nossas carícias ficam cada vez mais quentes e, eventualmente, chega o que ambos esperamos por uma semana.
Sinto os joelhos dela fraquejarem de prazer e a ponta dos peitos dela chega a se molhar com a água da pia.
Me apoio nas costas dela, acariciando suavemente e dou beijos esporádicos, enquanto meu corpo continua explorando o corpo da minha mulher, que tanto senti falta.
Lavamos a louça e tudo volta ao normal, por enquanto, porque ela sabe que não é suficiente com isso.
Lá pelas seis e meia, ouvimos as pequenas acordarem.
Pegamos elas no colo e elas estão muito felizes que papai e mamãe estão juntinhos de novo. Brincamos com elas mais um pouco e eu foco na minha gordinha aprender a andar.
A irmãzinha dela brinca com a mamãe, mas ela vê a mãe todo dia e vem me dar um abraço.
Damos um banho nelas e cuido da minha girl, enquanto a mamãe amamenta a mais gordinha. Minha esposa e eu nos olhamos com ternura, sabendo o quanto nos amamos, e eu embalo minha gordinha, enquanto a girl recebe a ração de porra dela.
Com entusiasmo, vestimos o pijama. Ela vai ao banheiro e prende o cabelo, fazendo um rabo de cavalo, enquanto veste a camisola semi-transparente mais bonita dela.
Ela me beija e quer ficar por cima, e eu deixo, porque a vista de baixo não tem igual.
Aqueles peitos enormes e branquinhos balançam de um jeito impressionante, pedindo para serem segurados, enquanto o movimento do quadril dela é uma das sensações mais incríveis que já senti.
Sinto que ela enfia quase com perfídia dentro dela. Ela me quer dentro, me quer dentro, e os solavancos da cama são testemunhas fiéis do desejo dela.
Os movimentos dela ficam cada vez mais fortes e a sucção entre as pernas dela me enlouquece. Eu gozo e ela faz uma cara de felicidade e satisfação, enquanto se deita no meu peito para me beijar.
Viro ela e ela sorri. Sabe que o primeiro round não me abala nada e, embora ela quisesse mais que eu estivesse tão cansado quanto ela, ela não para de sorrir de orelha a orelha, sabendo o que a espera.
Enterro até o fundo, arrancando gemidos deliciosos dos lábios dela, enquanto a boquinha dela procura freneticamente a minha para contê-los. Agarro os peitos dela e ela fecha os olhos, enquanto beijo o pescoço dela, suspirando ofegante.
Minhas mãos percorrem desde os lindos peitos dela até as bundas apetitosas, que só de pensar que vou meter, já me deixam mais duro, e a cintura dela, suada e macia, me atrai cada vez mais.
Vou metendo cada vez mais forte e o tom dos gemidos dela fica mais agudo, ao sentir que meu lado selvagem começa a roçar nela.
“Você é minha putinha! Minha putinha gostosa!” eu falo, pra deixar ela mais feliz. Embora naqueles momentos, ela não seja isso.
Ela é a mulher que eu amo.
Quando a cama treme de um jeito infernal e a ardência na ponta do meu pau não dá mais pra aguentar, eu solto mais uma vez minha carga.
Ela dá um gemido, mas segura mordendo os lábios e me abraça forte, pra me sentir mais perto.
Não consigo parar de pensar que aqueles peitões enormes estão enterrados e pressionados no meu peito e que aqueles olhos verdes me olham tão felizes, por saber que eu a fiz minha mulher de novo.
“Posso te comer de cu?” eu pergunto, com timidez.
Ela é minha esposa e já comi ela 3 vezes naquele dia. Sei que ela tá tão cansada quanto eu e eu respeito isso. Mas meu corpo não se cansa dela.
“Quase pensei que você não ia pedir!” ela responde, toda animada.
E fica de quatro. Aquela bunda enorme, branca como leite, me espera ansiosa mais uma vez pra eu meter.
Não entendo como ela pode ser sempre tão apertada, se já aproveitei tantas vezes. Os gemidos da Marisol variam de intensidade quando ela recebe por trás.
Acho que deve ser a surpresa de não poder ver quando entra. Mas ela curte mais do que por frente.
E comecei a rebolar devagar, assim como ela. A respiração dela tá ofegante e dá pra ver pela costa suada a expansão e compressão. Dos pulmões dela.
A bunda de cavala dela me esquenta e eu me firmo mais forte na cintura dela, saboreando com minha língua a sorte de provar aquela bunda larga e deliciosa.
Começo a sentir os fluidos dela escorrendo pelas minhas pernas. Ela também fica excitada por eu ir deformando o interior dela com mais brutalidade.
Não consigo me segurar, porque é como uma mensagem subliminar: aquelas costas branquinhas, envoltas num tecido tão fino e transparente, aqueles peitões enormes balançando e os gemidos dela me fazem convites cada vez mais pervertidos.
Pego os peitos dela e ela dá outro suspiro, como se estivesse contendo a satisfação. Pouco depois, novas gotas de amor fluem entre a junção das nossas pernas.
Começo a bombar ela com mais intensidade. Como se estivesse se rendendo a mim, ela apoia o rosto no colchão, me dando total liberdade pra minhas investidas.
Vejo a carinha meiga dela, mordendo os lábios pra não acordar nossas pequenas, e lágrimas de prazer brotam dos olhinhos dela, enquanto eu continuo metendo cada vez mais forte.
A sensação do buraco dela é excelente. Nessa altura, enterro até o fundo e nós dois gememos juntos, curtindo nossa proximidade.
Tento me segurar o máximo que posso, mas não aguento mais. Gozo e fico deitado nas costas dela.
"Tô feliz... que você voltou... pro meu lado!" ela fala num tom bem alegre e com um pouco de cansaço.
Eu também tô cansado. Queria fazer mais nela, mas o dia foi longo.
Deito do lado dela e abraço ela pelos peitos, meditando sobre a conclusão que cheguei: Que o amor não é matemática e é uma sorte danada a gente ter se encontrado.
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