Filhas Gostosas 6

Depois de um tempo bebendo alguma coisa, nos recuperando dos orgasmos, relaxando, já começamos a sentir vontade de continuar a noite de jogos que minha mulher tinha planejado. Já tinha devolvido as calcinhas pras meninas, só pelo prazer de ver elas vestindo de novo, e de tirar daqui a pouco. "Bem, meninas", disse minha esposa, "vão uma de cada vez fazer xixi, que agora vamos continuar jogando. Com a porta aberta, que acho que o papai gosta de olhar. Vamos fazer mais um joguinho, e depois vamos dormir e continuamos amanhã". A primeira a ir fazer xixi foi a Erica. De onde eu estava sentado, tinha uma visão quase frontal do banheiro. Enquanto conversava com minha mulher e as meninas, via a Erica sentar no vaso, baixar a calcinha, e começar a ouvir o barulhinho correspondente. Vi ela pegar papel, secar a buceta, ir com a calcinha nos tornozelos até o bidê, se lavar, se secar, levantar a calcinha (num gesto exagerado, enfiando bem na racha, de costas pra mim) e voltar. Ela chegou perto da gente, levantou a saia, pegou na buceta enfiando a mão dentro da calcinha e disse: "tá novinha!". As meninas riram. Depois foi a Delfi. Ela baixou a calcinha, sentou, apoiou os cotovelos nas pernas e o rosto nas mãos. Demorou um pouco. Acho que ficou meio envergonhada de ser olhada, pelo menos por mim (sei que as meninas não têm problema em mijar em público entre elas). Finalmente fez, passou pro bidê, se lavou, se secou, e voltou. Foi a Anto. Ela baixou a calcinha, sentou, fez, e gritou: "Paaaaai...". "O que, filha", falei. "Já fiz. Me seca?" ela perguntou, com um tom de menininha. O tesão explodiu minha cabeça de novo. Minha mulher me olhou, com cara de safada. Levantei, com a pica duríssima. Cheguei perto, cortei um pedaço de papel, me ajoelhei na frente dela, e passei com suavidade pela buceta dela. Através do papel, senti o calor e a umidade. "Me lava?". Levantei ela, levei pro bidê, e devagarzinho, Lavei com um pouquinho de sabão. "Pai", ela disse, "me dá um beijinho ali?". Com ela sentada no bidê, a calcinha nos tornozelos, aproximei meus lábios e passei pela buceta dela. Senti ela tremer. Sentia uma mistura avassaladora de tesão e ternura ao beijar a buceta da minha filha. Sequei ela com uma toalha, levantei, subi a calcinha dela e dei um tapinha amigável na bunda dela. Ela me olhou com cumplicidade. Voltamos para as outras. Minha mulher estava anunciando como continuava tudo. Íamos fazer um jogo de competição, um jogo para deixar a mamãe feliz. Depois dormir, e amanhã (ela adiantou) algo mais pesado. O primeiro jogo consistia no seguinte: Ela ia se deitar com as pernas abertas, pelada, no sofá, com os olhos vendados. Nós íamos formar dois times, por sorteio, para chupar a buceta dela com duas línguas, dez minutos cada um. Para o time vencedor, ela ia retribuir a gentileza. Fomos ao banheiro e sorteamos lá, com uns papelzinhos. Eu caí no time com a Anto, contra a Delfi e a Erica. Elas iam primeiro. Uma loucura, ver a loira e a Delfi fazendo aquilo. As meninas nunca tinham chupado uma buceta, além disso. Era a iniciação delas. Minha mulher esperava com as pernas abertas, completamente depilada, uma buceta linda, que há anos eu vinha chupando com gosto. De onde estávamos sentados, dava para ver como as linguinhas da Erica e da Delfi faziam contato. Parecia que estavam indo muito bem. Eu enquanto isso dava umas instruções para a Anto, baseadas na minha experiência, de como a Mami gostava de ser chupada. A Erica e a Delfi já estavam fazendo ela gemer. Com a Anto já estávamos nos esquentando. "Fazemos uma punheta juntos enquanto isso?" falei para a Anto. "Bora", ela disse. Eu tirei a pica e comecei. Ela enfiou a mãozinha na calcinha. "Isso me excita muito, pai", ela disse, e soltou uma risadinha tímida. Já estavam acabando os 10 minutos. Era a nossa vez. Nos aproximamos. Colocamos a estratégia em prática. Eu ia cuidar do clitóris, a Anto ia chupar a entrada da buceta. Usei a palavra: buceta da minha mulher brilhava de umidade própria e da saliva da Eri e da Delfi. A gente se olhou, e partimos pra cima com tudo, com um baita resultado. Não íamos nem cinco minutos, e já percebi que minha mulher tava prestes a gozar. A Anto chupava muito bem, mexia a linguinha pra todos os lados. Faltando um minuto, ela colocou em prática meu último conselho: separou uma nádega dela e enfiou na bunda a pontinha do dedo indicador. Minha mulher começou a se contorcer de prazer. A Anto foi empurrando devagar, enfiando a ponta do dedo, aos poucos, na bunda da mãe dela, que se contorcia num orgasmo violento. Quando finalmente ficou parada, tirou a venda e nos olhou com um sorriso exausto, toda suada, com a buceta brilhando molhada. “Time 2”, disse, enquanto eu e a Anto comemorávamos e a Erica e a Delfi faziam biquinho de choro. “Tão certos em comemorar, porque ganharam um prêmio”, disse minha mulher. “Vamos lá, pro sofá. Filha, sem calcinha. Você tira a cueca. Quero vocês abraçados, pai e filha”. A gente sentou no sofá, abraçados. Minha mulher se ajoelhou e, com uma destreza digna de atriz pornô, começou a intercalar punheta e chupada, começou chupando a buceta da Anto e me batendo uma, e foi alternando assim. A Anto continuava me abraçando, me apertava cada vez mais forte, a gente tava como se estivesse vivendo uma experiência muito intensa numa montanha-russa. Eu via a língua dela se esfregando na buceta virgem da nossa filha, enquanto a mão dela subia e descia brutalmente no meu pau, depois via ela esfregar o clitóris da nossa filha com o polegar e enfiar e tirar o indicador da buceta, enquanto chupava meu pau até a garganta. De repente, a Anto começou a soltar gritinhos. Percebi que ela tava gozando. Minha mulher focou em chupar ela, e fez ela gozar muito forte. Notei atrás dela que a Delfi e a Erica estavam se masturbando uma à outra, e também tavam gozando. Minha mulher tinha elas bem treinadas. Por último, meu O pau já tava quase cuspindo porra, quando minha mulher enfiou ele na boca dela e pegou tudo. Engoliu, se levantou, e falou pra gente: "aí está o prêmio". A Anto, sem calcinha, ainda tremia abraçada no meu corpo. "E amanhã vem uma mais forte, quem não tiver coragem, ou quem não quiser, avisa agora. Assim que a porta fechar amanhã à noite, tem que ir até onde eu mandar, putinha dos meus amores", disse minha mulher. As minas riram. Dava pra ver que estavam excitadas demais pra deixar passar a próxima noite de putaria.

5 comentários - Filhas Gostosas 6

Excelentemente escrito (toda la serie), más que caliente, morbo glorioso a flor de piel. Quizás lo mejor que he leído en poringa. ¡Esperamos la continuación!
Me quede sin puntos luego te doy, excelente relato, por favor seguilo....
POST a FAVORITOSHijas 6

Nos dejás el morbo a todo lo que da amigo!! mortal 🤤 🤤

papa+10 para VOS