RELATO ANTERIOR:http://www.poringa.net/posts/relatos/2708912/De-vacaciones-con-mi-Hermana-menor-3.htmlGeralmente, quando terminávamos de comer, meus pais costumavam passar a sobremesa vendo TV, e acabavam dormindo no sofá de tão sonolentos. Minha irmã, também como de costume, se trancava no nosso quarto ou na sala pra estudar as duas matérias que tinha ficado pra setembro, e eu tirava uma soneca numa das espreguiçadeiras da varanda ou no quarto que dividia com ela, quando ela ia pra sala. E naquela tarde, nada ia fugir do normal — pelo menos era o que a Laura e eu queríamos aparentar. Enquanto comíamos, não parávamos de trocar olhares cúmplices, pra mostrar uma pro outro como a gente tinha se divertido minutos antes e o quanto ainda estávamos com tesão. Quando estávamos arrumando a mesa, cheguei por trás da minha irmã, que naquele momento colocava vários pratos na pia. Colando minha boca no ouvido dela, com a voz mais safada que consegui (nem precisei me esforçar muito, aquele tom já vinha natural do estado que eu tava), sussurrei:
- Essa putinha quer que o irmão ajude ela a estudar essa tarde?
Assim que terminei a frase, aproveitei a proximidade e dei uma mordidinha na orelha dela. A reação dela foi um pequeno arrepio e um suspiro longo e profundo, antes de se virar pra me olhar nos olhos:
- O que você pedir, quero ser sua rabuda, Javi... - respondeu com a voz trêmula, enquanto começava a ficar vermelha de tesão, tanto pela mordidinha quanto pelo fato de eu ter xingado ela. Foi aí que percebi que ela ficava louca quando eu a insultava, sempre de um jeito carinhoso, e não foram poucas as vezes que, dali em diante, ela pedia pra eu xingar ela enquanto a comia. Mas não vamos nos adiantar.
Como de costume, meus pais foram pra sala depois que todo mundo ajudou a arrumar a mesa. Olhei as horas: três e quinze. A gente tinha combinado de passar na casa dos vizinhos às seis pra tarde de piscina de sempre. Pensei em falar pra minha irmã a gente ficar em casa, tava excitado demais e queria me deliciar nos prazeres proibidos que ela guardava a tarde inteira. Mas sabendo que era impossível quando meus pais acordassem da soneca e tendo quase três horas pela frente, mudei de ideia. Na TV, o deserto do Serengeti era o cenário de um documentário sobre a vida e os costumes dos leões. Calculei uns dez minutos de atenção dos meus pais antes de caírem no sono, dominados pelo calor, pela moleza e pela voz monótona do narrador do programa. Depois de comentar que preferia deitar um pouco na cama a ver um documento televisivo tão instrutivo, levantei do sofá e fui pro quarto. Minha irmã, vendo que eu saía da sala, se apressou pra reagir.
— Pô, você tem sorte hein, eu tenho que estudar aquela maldita matemática — disse ela, fingindo um tom de irritação.
Na sequência, levantou do sofá preguiçosamente e foi em direção à sala de jantar, lugar escolhido pra estudar naquela tarde, já que eu tinha decidido tirar uma soneca no quarto. Sabendo que meus pais não iam se dar ao trabalho de levantar, em vez de entrar no quarto, fiquei bem na porta. A sala ficava numa das pontas do corredor da casa, e o sofá onde meus pais descansavam depois do almoço estava no fundo da sala, que se abria pra esquerda, então, sentado lá, não dava pra ver o corredor. Quando vi minha irmã sair da sala, supostamente indo pra sala de jantar estudar, fiz um sinal pra ela fechar a porta.
— Vou fechar pra vocês, senão depois não consigo me concentrar com o barulho da TV — disse Laura pros meus pais enquanto fechava a porta. Assim que fechou, vejo ela aproximar a rotundidade do corpo dela até onde eu estava. Me abraçou e me deu um beijo longo e molhado, enfiando a língua até quase tocar minha campainha. Grudados um no outro como estávamos, agarrei ela na bunda, apertando ela junto a mim. Aproveitei e com uma mão dei um desses apertos na racha da bunda dela, sentindo o calor que irradiava daquela parte do corpo. A língua dela continuava explorando minha boca, uma língua que parecia não ter fim, molhada e quente como ela toda. Depois do beijo longo que conseguiu me arrancar uma ereção rápida, considerei as possibilidades que aquela língua insaciável também oferecia.
- O quê, você gosta de até onde a língua da sua irmãzinha consegue chegar? - ela disse, como se lesse meus pensamentos. Sorrindo com um ar debochado, abriu a boca e mostrou a língua que há segundos tentava se estender infinitamente pela minha boca. Foi tirando ela aos poucos e dobrando para cima, e eu pude ver como ela conseguia alcançar o próprio nariz. - Acho que vamos tirar proveito disso.
Nós nos certificamos de que a porta da sala ainda estivesse fechada com meus pais lá dentro cochilando na frente da televisão antes de nos trancarmos no quarto. Laura reparou nos livros, foi pegá-los, arrumou a mesa do quarto como se estivesse estudando e, dessa vez sim, nos certificamos de trancar a porta antes de qualquer coisa.
Como naquela hora o sol batia direto no quarto pela janela, baixamos a persiana, o que nos isolava completamente de olhares indiscretos. Minha irmã acendeu o pequeno abajur da escrivaninha, distribuindo por ela livros, anotações, folhas e canetas de um jeito mais convincente, para que parecesse mesmo que ela estava estudando pesado, caso meus pais quisessem entrar no quarto. O abajur derramava uma ilha de luz no cômodo, que ficava na penumbra ao redor da escrivaninha, o que me permitia, sempre aos olhos alheios à cena, tirar a tão desejada soneca.
Quando, depois de alguns minutos, terminamos de preparar tudo, nós dois estávamos no centro do quarto, nos olhando, sorrindo um para o outro com luxúria, aproveitando aquele momento, o silêncio que precedia a quebra de toda norma moral, o desejo animal de possuir. e ser possuído pelo outro, ao prazer de descobrir e nos entregar ao sexo sem inibições, sem barreiras, sem tabus. Naquele momento, eu desejava a mulher que estava na minha frente, sem me importar com os laços que nos uniam, e queria descobrir e aproveitar tudo o que ela pudesse me oferecer. Repetimos o beijo que minutos antes tinha me deixado a mil, um beijo ainda mais molhado, mais animal. Senti a língua de Laura ao unir nossos lábios, uma língua tenra, macia, molhada que explorava cada canto da minha boca, seus dentes que me mordiam suavemente. Agarrei ela com força pela bunda, afundando meus dedos no tecido do shortinho que cobria suas nádegas, para puxá-la mais para perto de mim, apertando-a contra um corpo que a desejava. Suas tetonas enormes pressionavam meu peito enquanto eu sentia o calor que seu sexo emanava, mesmo através da roupa, pressionado pela ereção que eu sentia. A pressão do meu pau e a força das minhas mãos na bunda dela a excitaram ainda mais; sua língua se movia mais rápido, enquanto sua respiração ficava mais ofegante. Separamos nossos lábios bem devagar, e o excesso de saliva que nossas bocas tinham produzido fez com que um fio de cuspe ficasse ligando as duas. Conforme fomos nos afastando, pude ver aquele fio cair sobre a camiseta da minha irmã. Embora eu achasse que era impossível, me excitou ainda mais ver aquela imagem, com a baba escorrendo pelo canto dos lábios dela até as tetonas enormes. Pela minha cara, Laura percebeu o que aquela imagem me fazia pensar. Na sequência, ela limpou a saliva devagar com a palma da mão e levou à boca, para lamber com lascívia.
Não precisei me apressar para tirar a camiseta dela, ela mesma tirou, deixando à vista as lindas tetas, os mamilos rosados, agora eriçados pela excitação que compartilhávamos. Exatamente quando eu ia me jogar para acariciá-los, Laura me empurrou violentamente sobre a cama, fazendo com que eu caísse deitado de barriga para cima. Ela se aproximou e, deslizando em minha direção, se posicionou de modo que sua Seus peitos ficaram a meros centímetros da minha boca. As tetonas enormes dela balançavam pela gravidade sobre mim, fazendo o tamanho parecer ainda maior. Levantei o pescoço e comecei a lamber um mamilo. Ele estava duro. Mas não achei suficiente e usei as mãos para beliscá-los. De leve no começo, enquanto alternava de um para o outro com a língua, para apertar com força, mas não o bastante para machucar. Ela começou a gemer de prazer enquanto meus dedos acariciavam e beliscavam, enquanto minha língua lambia e mordia aqueles mamilos enormes. Consegui deixá-los duríssimos, igualzinho à minha pica naquele momento. Minhas mãos juntavam os peitos dela, apertavam enquanto eu continuava saboreando o objeto das fantasias de muitos. Foi então que notei minha irmã, mantendo a mesma posição com um dos braços apoiados na cama, enfiar a outra mão dentro da minha calça, dentro da minha cueca, e agarrar minha pica. Ela começou a me masturbar devagar, para depois passar a fazer rápido e compulsivo, me fazendo sentir o mesmo nível de excitação que eu sentia nos mamilos dela. De repente, ela parou. Sentou-se um pouco e, depois de se recompor por alguns segundos, desceu devagar em direção à minha virilha sem tirar os olhos dos meus, até ficar de joelhos no chão na frente da cama. Puxou violentamente minha calça, que caiu junto com a cueca, deixando minha pica à mostra, apontando para o teto, coroada por umas gotinhas de líquido pré-seminal que a faziam brilhar na penumbra do quarto. Sem cerimônia, Laura enfiou na boca, sem parar de me olhar, consumida pelo desejo de saboreá-la. Vi minha pica desaparecer entre os lábios da minha irmãzinha; ela tentou enfiar tudo, mas o tamanho que tinha alcançado tornou impossível de primeira. Ela começou a chupar minha pica de cima pra baixo, até onde o tamanho permitia, mexendo a língua e me masturbando ao mesmo tempo, para me dar, se possível, ainda mais prazer. Num momento, ela tirou da boca e, sem parar de Enquanto ela me masturbava, disse:
— Você gosta do jeito que eu faço?
— Adoro, Laura, de verdade, adoro — respondi como pude.
— Só que não cabe inteiro, chega até a campainha. Mas fica tranquilo, não me dá ânsia nem nada. Quer tentar colocar ele todo? Se você empurrar um pouquinho, pode chegar na garganta. Adoraria chupar seu pau inteiro, irmãozinho.
As palavras dela, junto com o tom incrivelmente sensual que usou, me deixaram pasmo. Ela queria chupar ele inteiro. Não sem malícia, pensei que não ia negar o desejo dela. Segurei a cabeça dela com as mãos e fui forçando meu pau até a garganta. Quando chegou na campainha, vi ela respirar fundo pelo nariz, fazendo força pra frente pra que meu pau passasse. A pressão que senti no pau conforme ele avançava pela garganta dela quase me fez gozar. Quando ele desapareceu completamente, engolido pela boquinha da minha irmã, ela voltou a chupar, tirando meu pau da boca e colocando de novo. Em uma das investidas, que já não precisavam das minhas mãos segurando a cabecinha dela, ela parou quando ele estava bem dentro, na garganta. O prazer que senti quando ela começou a me masturbar com os músculos da garganta quase me enlouqueceu. Tive que morder o lábio inferior pra não gritar de prazer enquanto Laura exercitava os músculos guturais, como se estivesse engolindo. Depois de alguns instantes, ela tirou ele completamente da boca. A quantidade de saliva que saiu da boca dela me fez pensar, num primeiro momento, que eu tinha gozado, e que era meu leite escorrendo entre os lábios dela. Ela levantou a cabeça e, com o olhar perdido, abriu a boca toda pra me deixar ver a saliva escorrendo entre os lábios até desaparecer entre os peitos dela.
— Você gosta do jeito que a putinha da sua irmã chupa seu pau, Javi? — disse.
A atitude e as palavras dela não paravam de me surpreender. Poucas horas antes, a tia que estava me fazendo o primeiro, e melhor, boquete da minha vida, Ela era minha irmãzinha de alma, a irmã responsável e comportada que parecia não ter quebrado um prato na vida, com quem eu costumava brigar quando criança, pra quem eu passava os apontamentos no colégio e que eu não via nua desde que tínhamos 5 anos.
- Pois é, não se engana, você é o primeiro. E quero que você também seja o primeiro a me comer, agora. E fica tranquilo, depois eu continuo com essa pica - ela continuou, apertando os dentes enquanto falava. - Quero que você goze na minha boca, mas agora é sua vez.
Me levantei ainda com a pica apontando pro teto e Laura me substituiu na cama, se deitando sobre os cotovelos enquanto os pés dela ficavam no chão. Os peitos lindos dela pareciam se espalhar pros lados nessa posição. Ela ainda estava de calção de esporte rosa, e pude notar nessa posição uma mancha escura na região da buceta, deixando bem claro que minha irmã estava encharcada. Beijei ela na boca e me ajoelhei até colocar minha cabeça entre as coxas dela. O cheiro dos fluidos dela inundou meus sentidos.
- Mas você não vai tirar meu calção ou o quê? - ela soltou, apressada pra sentir minha língua na bucetinha dela. Mas antes que ela mesma tirasse a roupa, dei uma lambida lenta e apertada no espaço que, debaixo daquela peça e da calcinha que ela usava por baixo, ocupava a preciosa bucetinha adolescente dela. A reação dela foi tão surpreendente que chegou a me assustar. Só de sentir minha língua naquele lugar, o corpo dela se tensionou, os braços perderam a força e ela desabou na cama com um gemido que era só um fio de voz. Não podia acreditar, minha irmã tinha gozado num piscar de olhos. Quando entendi, perplexo, não pude evitar perguntar: Já? A resposta dela foi se levantar devagar, sorrindo com o olhar perdido, pegar meu rosto que aparecia entre as coxas dela, me levantar e me dar um dos beijos mais doces que eu lembro.
- Foi incrível, obrigada. Agora quero que você goze na minha boca, irmãozinho - e ela se preparou pra levantar pra continuar o que a gente tinha começado. Aquele agradecimento fez com que eu recompensasse a Laura dedicando um pouco mais de tempo àquele cunnilingus. Empurrei ela na cama quando ela tentava se levantar e, num movimento só, puxei bruscamente a calça e a calcinha dela, tirando tudo e deixando ela completamente pelada. O inesperado da situação e a violência com que tirei a roupa dela quase levaram ela a um segundo orgasmo. Separei as coxas dela o máximo que pude e vi, a pouquíssimos centímetros do meu rosto, o clitóris maravilhoso e hipnótico dela, coroado por uma penugem pubiana rala, tão loira quanto o resto do cabelo. Fui me aproximando devagar, sentindo o cheiro forte que a buceta da minha irmãzinha exalava, e depois sentindo o cócegas dos pelinhos dela no meu nariz. Sentindo minha respiração na buceta dela, ela começou a se contorcer, como se tentasse conter o orgasmo que vinha. Levantei as mãos para encontrar os peitos generosos dela, que agarrei pra evitar que ela escapasse da comida de buceta que comecei a dar. Comecei a lamber de baixo pra cima, parando no clitóris inchado dela, chupando a quantidade enorme de fluido que a excitação provocava. Laura se contorcia, tentava se virar, se agarrava aos lençóis e gemia fraquinho sob a pressão das minhas mãos nos peitos dela enquanto eu trabalhava a bucetinha dela. Mesmo pensando na possibilidade de ela escapar pra tentar conter a enxurrada de orgasmos que se seguiam dentro da Laura, segurei ela pelos tornozelos, levantando as pernas dela o máximo que pude pra deixar o buraquinho escuro do cu dela tão acessível quanto a buceta dela naquele momento. O percurso da minha língua ficou mais extenso então, passando do cu até chegar no clitóris, parando no períneo, a área que separa as duas partes, o que deixou minha irmã louca, que eu segurava bem pelos pés. Dei um jeito de segurar os dois tornozelos dela com uma mão só e, sem aviso, comecei a enfiar um dedo da mão livre na buceta dela. Empapada, a gatinha, enquanto tentava furar o cu apertado com a língua. Como não pareceu doer, continuei a manobra mais rápido, começando um vai-e-vem que fazia minha irmã quicar na cama. Sem parar, soltei os tornozelos dela e usei outro dedo para desvirginar a bunda ardente dela. A lubrificação da minha saliva, junto com os sucos abundantes que escorriam pelas coxas dela, facilitou o trabalho. Meu dedo médio afundava nas entranhas da minha irmã devagar, enquanto o indicador da outra mão sumia e aparecia rápido entre os lábios da buceta dela. Os movimentos violentos que vieram com as convulsões dos orgasmos seguidos me fizeram perder o equilíbrio, mesmo de joelhos, e num último giro, meus dedos saíram de dentro da Laura, que ficou exausta, deitada de bruços na cama. Dava pra ver ela ofegando, como a respiração agitada fazia as costas dela arquear, enquanto eu fiquei sentado no chão com o rosto coberto pelos próprios sucos dela.
- Tá bem? - perguntei, sabendo que ela tava mais que bem.
- Você é um filho da puta - respondeu como pôde, enquanto recuperava o fôlego sem mudar de posição, com a bundinha empinada na cama. Senti uma vontade irresistível de foder aquela bunda quente e, graças à minha língua e meus dedos, menos apertada que o normal. Falei pra ela.
- Quero te foder o cu, irmãzinha.
- Nem sonha, seu safado - disse com violência enquanto se virava - , agora quero que você goze na minha boca.
Tanta autoridade nas palavras dela me surpreendeu, e depois de me levantar, ajudei ela a ficar de pé. Ela se grudou em mim, e senti o roçar da barriga dela no meu pau cansado, que pedia pra ser liberado da pressão que sentia. Pra minha surpresa, ela me beijou, então pude sentir o gosto do fluxo dela, que inundava minha cara. Pareceu gostar, ou deve ter pensado que ia me excitar mais quando começou a lamber meu rosto pra me limpar dos próprios fluidos dela. Senti o Língua lambendo minhas bochechas, o queixo, o nariz, os lábios... Aí me deitou na cama e se ajoelhou pra deixar meu pau ao alcance da boquinha dela. Enfiou ele inteiro na boca de novo, brincando com minha cabecinha com a língua, engolindo até onde a garganta permitia, enquanto as mãos dela, quem diria que inexperientes, massageavam meus ovos e batiam uma no ritmo que a boca marcava. Aconteceu então algo inesperado, pelo menos pra mim. Um peido sonoro escapou da minha irmã, um peido que saía da mesma bunda que minutos antes eu lambia com gosto. Também surpresa, ela parou na mamada colossal e me olhou nos olhos envergonhada, como pedindo desculpa e entendendo que talvez eu não quisesse continuar oferecendo meu pau ereto pra ela por causa daquela ousadia sem querer. Mas longe de me desagradar, a espontaneidade do ato e imaginar aquela bunda empinada, segura pelos tornozelos naquela posição, me excitou ainda mais.
- Adoro como você é promíscua, gostosa - falei sorrindo e levando minha mão na cabeça dela pra indicar que não parasse. Naquele momento, notei o sorriso cúmplice nos olhos dela, e ela continuou chupando meu pau com mais vontade, sem tirar os olhos de mim. Outro peido ecoou no quarto, um alívio pra minha irmã, que até fechou os olhos no instante em que a bunda dilatada expelia, pra me olhar imediatamente com uns olhos que transpareciam aquela cumplicidade e um vício que a fazia perder o controle do próprio esfíncter. A excitação enorme acumulada, junto com a naturalidade consentida com que Laura se aliviava, me fez impossível aguentar mais. Um jorro enorme de porra saiu disparado pra garganta da minha irmã, que se assustou ao sentir a boca enchendo do meu leite quente. Cada golfada que jorrava do meu pau vinha acompanhada de uma convulsão. Quando finalmente terminei de esvaziar os ovos na boca da minha irmã, olhei pra ela e a imagem fez eu não perder a ereção. Laura, com um olhar de Golfa de campeonato, tinha a boca cheia de porra. Abriu a boca e começou a escorrer pelo canto dos lábios, caindo devagar sobre os peitos, deslizando por eles e pelo pescoço. Ela colocou a língua pra fora e vi que tinha uma quantidade enorme presa; fechou a boca, engoliu e quando abriu de novo, meu gozo tinha sumido. Com as mãos, esfregou a porra que tinha caído nas tetas, espalhou tudo e começou a lamber, levando cada teta até a boca. Em seguida, enfiou meu pau na boca pela última vez pra deixar bem limpinho e terminou engolindo cada gota da porra que eu tinha gozado. Ela se deitou do meu lado na cama e me beijou docemente.
- Você gosta do gosto da sua própria porra, irmãozinho? - disse ao desgrudar os lábios dos meus. Não respondi, só abracei ela, nus do jeito que estávamos, sem saber se teria forças pra propor pra Laura fazer amor, já que a imagem que eu guardava dela engolindo minha gozada fazia com que o tesão não baixasse de jeito nenhum. Tem vezes que eu acho que minha irmã tem algum tipo de poder sobrenatural, porque não foram poucas as vezes que ela conseguiu ler meus pensamentos.
- Quer foder sua irmãzinha agora, Javi? - Com mais vontade do que eu esperava ter, respondi:
- Agora não, a gente tem tempo. Não sei você, mas mesmo não baixando, eu tô moído. Além disso, combinamos com a Alicia e o Manu, se a gente não for, eles vão ficar putos.
Com um gesto, ela concordou, e se recostando do meu lado apoiada num braço, me olhou e, sorrindo, me desconcertou perguntando:
- Você também gostaria de foder a Alicia?
Continua...
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- Essa putinha quer que o irmão ajude ela a estudar essa tarde?
Assim que terminei a frase, aproveitei a proximidade e dei uma mordidinha na orelha dela. A reação dela foi um pequeno arrepio e um suspiro longo e profundo, antes de se virar pra me olhar nos olhos:
- O que você pedir, quero ser sua rabuda, Javi... - respondeu com a voz trêmula, enquanto começava a ficar vermelha de tesão, tanto pela mordidinha quanto pelo fato de eu ter xingado ela. Foi aí que percebi que ela ficava louca quando eu a insultava, sempre de um jeito carinhoso, e não foram poucas as vezes que, dali em diante, ela pedia pra eu xingar ela enquanto a comia. Mas não vamos nos adiantar.
Como de costume, meus pais foram pra sala depois que todo mundo ajudou a arrumar a mesa. Olhei as horas: três e quinze. A gente tinha combinado de passar na casa dos vizinhos às seis pra tarde de piscina de sempre. Pensei em falar pra minha irmã a gente ficar em casa, tava excitado demais e queria me deliciar nos prazeres proibidos que ela guardava a tarde inteira. Mas sabendo que era impossível quando meus pais acordassem da soneca e tendo quase três horas pela frente, mudei de ideia. Na TV, o deserto do Serengeti era o cenário de um documentário sobre a vida e os costumes dos leões. Calculei uns dez minutos de atenção dos meus pais antes de caírem no sono, dominados pelo calor, pela moleza e pela voz monótona do narrador do programa. Depois de comentar que preferia deitar um pouco na cama a ver um documento televisivo tão instrutivo, levantei do sofá e fui pro quarto. Minha irmã, vendo que eu saía da sala, se apressou pra reagir.
— Pô, você tem sorte hein, eu tenho que estudar aquela maldita matemática — disse ela, fingindo um tom de irritação.
Na sequência, levantou do sofá preguiçosamente e foi em direção à sala de jantar, lugar escolhido pra estudar naquela tarde, já que eu tinha decidido tirar uma soneca no quarto. Sabendo que meus pais não iam se dar ao trabalho de levantar, em vez de entrar no quarto, fiquei bem na porta. A sala ficava numa das pontas do corredor da casa, e o sofá onde meus pais descansavam depois do almoço estava no fundo da sala, que se abria pra esquerda, então, sentado lá, não dava pra ver o corredor. Quando vi minha irmã sair da sala, supostamente indo pra sala de jantar estudar, fiz um sinal pra ela fechar a porta.
— Vou fechar pra vocês, senão depois não consigo me concentrar com o barulho da TV — disse Laura pros meus pais enquanto fechava a porta. Assim que fechou, vejo ela aproximar a rotundidade do corpo dela até onde eu estava. Me abraçou e me deu um beijo longo e molhado, enfiando a língua até quase tocar minha campainha. Grudados um no outro como estávamos, agarrei ela na bunda, apertando ela junto a mim. Aproveitei e com uma mão dei um desses apertos na racha da bunda dela, sentindo o calor que irradiava daquela parte do corpo. A língua dela continuava explorando minha boca, uma língua que parecia não ter fim, molhada e quente como ela toda. Depois do beijo longo que conseguiu me arrancar uma ereção rápida, considerei as possibilidades que aquela língua insaciável também oferecia.
- O quê, você gosta de até onde a língua da sua irmãzinha consegue chegar? - ela disse, como se lesse meus pensamentos. Sorrindo com um ar debochado, abriu a boca e mostrou a língua que há segundos tentava se estender infinitamente pela minha boca. Foi tirando ela aos poucos e dobrando para cima, e eu pude ver como ela conseguia alcançar o próprio nariz. - Acho que vamos tirar proveito disso.
Nós nos certificamos de que a porta da sala ainda estivesse fechada com meus pais lá dentro cochilando na frente da televisão antes de nos trancarmos no quarto. Laura reparou nos livros, foi pegá-los, arrumou a mesa do quarto como se estivesse estudando e, dessa vez sim, nos certificamos de trancar a porta antes de qualquer coisa.
Como naquela hora o sol batia direto no quarto pela janela, baixamos a persiana, o que nos isolava completamente de olhares indiscretos. Minha irmã acendeu o pequeno abajur da escrivaninha, distribuindo por ela livros, anotações, folhas e canetas de um jeito mais convincente, para que parecesse mesmo que ela estava estudando pesado, caso meus pais quisessem entrar no quarto. O abajur derramava uma ilha de luz no cômodo, que ficava na penumbra ao redor da escrivaninha, o que me permitia, sempre aos olhos alheios à cena, tirar a tão desejada soneca.
Quando, depois de alguns minutos, terminamos de preparar tudo, nós dois estávamos no centro do quarto, nos olhando, sorrindo um para o outro com luxúria, aproveitando aquele momento, o silêncio que precedia a quebra de toda norma moral, o desejo animal de possuir. e ser possuído pelo outro, ao prazer de descobrir e nos entregar ao sexo sem inibições, sem barreiras, sem tabus. Naquele momento, eu desejava a mulher que estava na minha frente, sem me importar com os laços que nos uniam, e queria descobrir e aproveitar tudo o que ela pudesse me oferecer. Repetimos o beijo que minutos antes tinha me deixado a mil, um beijo ainda mais molhado, mais animal. Senti a língua de Laura ao unir nossos lábios, uma língua tenra, macia, molhada que explorava cada canto da minha boca, seus dentes que me mordiam suavemente. Agarrei ela com força pela bunda, afundando meus dedos no tecido do shortinho que cobria suas nádegas, para puxá-la mais para perto de mim, apertando-a contra um corpo que a desejava. Suas tetonas enormes pressionavam meu peito enquanto eu sentia o calor que seu sexo emanava, mesmo através da roupa, pressionado pela ereção que eu sentia. A pressão do meu pau e a força das minhas mãos na bunda dela a excitaram ainda mais; sua língua se movia mais rápido, enquanto sua respiração ficava mais ofegante. Separamos nossos lábios bem devagar, e o excesso de saliva que nossas bocas tinham produzido fez com que um fio de cuspe ficasse ligando as duas. Conforme fomos nos afastando, pude ver aquele fio cair sobre a camiseta da minha irmã. Embora eu achasse que era impossível, me excitou ainda mais ver aquela imagem, com a baba escorrendo pelo canto dos lábios dela até as tetonas enormes. Pela minha cara, Laura percebeu o que aquela imagem me fazia pensar. Na sequência, ela limpou a saliva devagar com a palma da mão e levou à boca, para lamber com lascívia.
Não precisei me apressar para tirar a camiseta dela, ela mesma tirou, deixando à vista as lindas tetas, os mamilos rosados, agora eriçados pela excitação que compartilhávamos. Exatamente quando eu ia me jogar para acariciá-los, Laura me empurrou violentamente sobre a cama, fazendo com que eu caísse deitado de barriga para cima. Ela se aproximou e, deslizando em minha direção, se posicionou de modo que sua Seus peitos ficaram a meros centímetros da minha boca. As tetonas enormes dela balançavam pela gravidade sobre mim, fazendo o tamanho parecer ainda maior. Levantei o pescoço e comecei a lamber um mamilo. Ele estava duro. Mas não achei suficiente e usei as mãos para beliscá-los. De leve no começo, enquanto alternava de um para o outro com a língua, para apertar com força, mas não o bastante para machucar. Ela começou a gemer de prazer enquanto meus dedos acariciavam e beliscavam, enquanto minha língua lambia e mordia aqueles mamilos enormes. Consegui deixá-los duríssimos, igualzinho à minha pica naquele momento. Minhas mãos juntavam os peitos dela, apertavam enquanto eu continuava saboreando o objeto das fantasias de muitos. Foi então que notei minha irmã, mantendo a mesma posição com um dos braços apoiados na cama, enfiar a outra mão dentro da minha calça, dentro da minha cueca, e agarrar minha pica. Ela começou a me masturbar devagar, para depois passar a fazer rápido e compulsivo, me fazendo sentir o mesmo nível de excitação que eu sentia nos mamilos dela. De repente, ela parou. Sentou-se um pouco e, depois de se recompor por alguns segundos, desceu devagar em direção à minha virilha sem tirar os olhos dos meus, até ficar de joelhos no chão na frente da cama. Puxou violentamente minha calça, que caiu junto com a cueca, deixando minha pica à mostra, apontando para o teto, coroada por umas gotinhas de líquido pré-seminal que a faziam brilhar na penumbra do quarto. Sem cerimônia, Laura enfiou na boca, sem parar de me olhar, consumida pelo desejo de saboreá-la. Vi minha pica desaparecer entre os lábios da minha irmãzinha; ela tentou enfiar tudo, mas o tamanho que tinha alcançado tornou impossível de primeira. Ela começou a chupar minha pica de cima pra baixo, até onde o tamanho permitia, mexendo a língua e me masturbando ao mesmo tempo, para me dar, se possível, ainda mais prazer. Num momento, ela tirou da boca e, sem parar de Enquanto ela me masturbava, disse:
— Você gosta do jeito que eu faço?
— Adoro, Laura, de verdade, adoro — respondi como pude.
— Só que não cabe inteiro, chega até a campainha. Mas fica tranquilo, não me dá ânsia nem nada. Quer tentar colocar ele todo? Se você empurrar um pouquinho, pode chegar na garganta. Adoraria chupar seu pau inteiro, irmãozinho.
As palavras dela, junto com o tom incrivelmente sensual que usou, me deixaram pasmo. Ela queria chupar ele inteiro. Não sem malícia, pensei que não ia negar o desejo dela. Segurei a cabeça dela com as mãos e fui forçando meu pau até a garganta. Quando chegou na campainha, vi ela respirar fundo pelo nariz, fazendo força pra frente pra que meu pau passasse. A pressão que senti no pau conforme ele avançava pela garganta dela quase me fez gozar. Quando ele desapareceu completamente, engolido pela boquinha da minha irmã, ela voltou a chupar, tirando meu pau da boca e colocando de novo. Em uma das investidas, que já não precisavam das minhas mãos segurando a cabecinha dela, ela parou quando ele estava bem dentro, na garganta. O prazer que senti quando ela começou a me masturbar com os músculos da garganta quase me enlouqueceu. Tive que morder o lábio inferior pra não gritar de prazer enquanto Laura exercitava os músculos guturais, como se estivesse engolindo. Depois de alguns instantes, ela tirou ele completamente da boca. A quantidade de saliva que saiu da boca dela me fez pensar, num primeiro momento, que eu tinha gozado, e que era meu leite escorrendo entre os lábios dela. Ela levantou a cabeça e, com o olhar perdido, abriu a boca toda pra me deixar ver a saliva escorrendo entre os lábios até desaparecer entre os peitos dela.
— Você gosta do jeito que a putinha da sua irmã chupa seu pau, Javi? — disse.
A atitude e as palavras dela não paravam de me surpreender. Poucas horas antes, a tia que estava me fazendo o primeiro, e melhor, boquete da minha vida, Ela era minha irmãzinha de alma, a irmã responsável e comportada que parecia não ter quebrado um prato na vida, com quem eu costumava brigar quando criança, pra quem eu passava os apontamentos no colégio e que eu não via nua desde que tínhamos 5 anos.
- Pois é, não se engana, você é o primeiro. E quero que você também seja o primeiro a me comer, agora. E fica tranquilo, depois eu continuo com essa pica - ela continuou, apertando os dentes enquanto falava. - Quero que você goze na minha boca, mas agora é sua vez.
Me levantei ainda com a pica apontando pro teto e Laura me substituiu na cama, se deitando sobre os cotovelos enquanto os pés dela ficavam no chão. Os peitos lindos dela pareciam se espalhar pros lados nessa posição. Ela ainda estava de calção de esporte rosa, e pude notar nessa posição uma mancha escura na região da buceta, deixando bem claro que minha irmã estava encharcada. Beijei ela na boca e me ajoelhei até colocar minha cabeça entre as coxas dela. O cheiro dos fluidos dela inundou meus sentidos.
- Mas você não vai tirar meu calção ou o quê? - ela soltou, apressada pra sentir minha língua na bucetinha dela. Mas antes que ela mesma tirasse a roupa, dei uma lambida lenta e apertada no espaço que, debaixo daquela peça e da calcinha que ela usava por baixo, ocupava a preciosa bucetinha adolescente dela. A reação dela foi tão surpreendente que chegou a me assustar. Só de sentir minha língua naquele lugar, o corpo dela se tensionou, os braços perderam a força e ela desabou na cama com um gemido que era só um fio de voz. Não podia acreditar, minha irmã tinha gozado num piscar de olhos. Quando entendi, perplexo, não pude evitar perguntar: Já? A resposta dela foi se levantar devagar, sorrindo com o olhar perdido, pegar meu rosto que aparecia entre as coxas dela, me levantar e me dar um dos beijos mais doces que eu lembro.
- Foi incrível, obrigada. Agora quero que você goze na minha boca, irmãozinho - e ela se preparou pra levantar pra continuar o que a gente tinha começado. Aquele agradecimento fez com que eu recompensasse a Laura dedicando um pouco mais de tempo àquele cunnilingus. Empurrei ela na cama quando ela tentava se levantar e, num movimento só, puxei bruscamente a calça e a calcinha dela, tirando tudo e deixando ela completamente pelada. O inesperado da situação e a violência com que tirei a roupa dela quase levaram ela a um segundo orgasmo. Separei as coxas dela o máximo que pude e vi, a pouquíssimos centímetros do meu rosto, o clitóris maravilhoso e hipnótico dela, coroado por uma penugem pubiana rala, tão loira quanto o resto do cabelo. Fui me aproximando devagar, sentindo o cheiro forte que a buceta da minha irmãzinha exalava, e depois sentindo o cócegas dos pelinhos dela no meu nariz. Sentindo minha respiração na buceta dela, ela começou a se contorcer, como se tentasse conter o orgasmo que vinha. Levantei as mãos para encontrar os peitos generosos dela, que agarrei pra evitar que ela escapasse da comida de buceta que comecei a dar. Comecei a lamber de baixo pra cima, parando no clitóris inchado dela, chupando a quantidade enorme de fluido que a excitação provocava. Laura se contorcia, tentava se virar, se agarrava aos lençóis e gemia fraquinho sob a pressão das minhas mãos nos peitos dela enquanto eu trabalhava a bucetinha dela. Mesmo pensando na possibilidade de ela escapar pra tentar conter a enxurrada de orgasmos que se seguiam dentro da Laura, segurei ela pelos tornozelos, levantando as pernas dela o máximo que pude pra deixar o buraquinho escuro do cu dela tão acessível quanto a buceta dela naquele momento. O percurso da minha língua ficou mais extenso então, passando do cu até chegar no clitóris, parando no períneo, a área que separa as duas partes, o que deixou minha irmã louca, que eu segurava bem pelos pés. Dei um jeito de segurar os dois tornozelos dela com uma mão só e, sem aviso, comecei a enfiar um dedo da mão livre na buceta dela. Empapada, a gatinha, enquanto tentava furar o cu apertado com a língua. Como não pareceu doer, continuei a manobra mais rápido, começando um vai-e-vem que fazia minha irmã quicar na cama. Sem parar, soltei os tornozelos dela e usei outro dedo para desvirginar a bunda ardente dela. A lubrificação da minha saliva, junto com os sucos abundantes que escorriam pelas coxas dela, facilitou o trabalho. Meu dedo médio afundava nas entranhas da minha irmã devagar, enquanto o indicador da outra mão sumia e aparecia rápido entre os lábios da buceta dela. Os movimentos violentos que vieram com as convulsões dos orgasmos seguidos me fizeram perder o equilíbrio, mesmo de joelhos, e num último giro, meus dedos saíram de dentro da Laura, que ficou exausta, deitada de bruços na cama. Dava pra ver ela ofegando, como a respiração agitada fazia as costas dela arquear, enquanto eu fiquei sentado no chão com o rosto coberto pelos próprios sucos dela.
- Tá bem? - perguntei, sabendo que ela tava mais que bem.
- Você é um filho da puta - respondeu como pôde, enquanto recuperava o fôlego sem mudar de posição, com a bundinha empinada na cama. Senti uma vontade irresistível de foder aquela bunda quente e, graças à minha língua e meus dedos, menos apertada que o normal. Falei pra ela.
- Quero te foder o cu, irmãzinha.
- Nem sonha, seu safado - disse com violência enquanto se virava - , agora quero que você goze na minha boca.
Tanta autoridade nas palavras dela me surpreendeu, e depois de me levantar, ajudei ela a ficar de pé. Ela se grudou em mim, e senti o roçar da barriga dela no meu pau cansado, que pedia pra ser liberado da pressão que sentia. Pra minha surpresa, ela me beijou, então pude sentir o gosto do fluxo dela, que inundava minha cara. Pareceu gostar, ou deve ter pensado que ia me excitar mais quando começou a lamber meu rosto pra me limpar dos próprios fluidos dela. Senti o Língua lambendo minhas bochechas, o queixo, o nariz, os lábios... Aí me deitou na cama e se ajoelhou pra deixar meu pau ao alcance da boquinha dela. Enfiou ele inteiro na boca de novo, brincando com minha cabecinha com a língua, engolindo até onde a garganta permitia, enquanto as mãos dela, quem diria que inexperientes, massageavam meus ovos e batiam uma no ritmo que a boca marcava. Aconteceu então algo inesperado, pelo menos pra mim. Um peido sonoro escapou da minha irmã, um peido que saía da mesma bunda que minutos antes eu lambia com gosto. Também surpresa, ela parou na mamada colossal e me olhou nos olhos envergonhada, como pedindo desculpa e entendendo que talvez eu não quisesse continuar oferecendo meu pau ereto pra ela por causa daquela ousadia sem querer. Mas longe de me desagradar, a espontaneidade do ato e imaginar aquela bunda empinada, segura pelos tornozelos naquela posição, me excitou ainda mais.
- Adoro como você é promíscua, gostosa - falei sorrindo e levando minha mão na cabeça dela pra indicar que não parasse. Naquele momento, notei o sorriso cúmplice nos olhos dela, e ela continuou chupando meu pau com mais vontade, sem tirar os olhos de mim. Outro peido ecoou no quarto, um alívio pra minha irmã, que até fechou os olhos no instante em que a bunda dilatada expelia, pra me olhar imediatamente com uns olhos que transpareciam aquela cumplicidade e um vício que a fazia perder o controle do próprio esfíncter. A excitação enorme acumulada, junto com a naturalidade consentida com que Laura se aliviava, me fez impossível aguentar mais. Um jorro enorme de porra saiu disparado pra garganta da minha irmã, que se assustou ao sentir a boca enchendo do meu leite quente. Cada golfada que jorrava do meu pau vinha acompanhada de uma convulsão. Quando finalmente terminei de esvaziar os ovos na boca da minha irmã, olhei pra ela e a imagem fez eu não perder a ereção. Laura, com um olhar de Golfa de campeonato, tinha a boca cheia de porra. Abriu a boca e começou a escorrer pelo canto dos lábios, caindo devagar sobre os peitos, deslizando por eles e pelo pescoço. Ela colocou a língua pra fora e vi que tinha uma quantidade enorme presa; fechou a boca, engoliu e quando abriu de novo, meu gozo tinha sumido. Com as mãos, esfregou a porra que tinha caído nas tetas, espalhou tudo e começou a lamber, levando cada teta até a boca. Em seguida, enfiou meu pau na boca pela última vez pra deixar bem limpinho e terminou engolindo cada gota da porra que eu tinha gozado. Ela se deitou do meu lado na cama e me beijou docemente.
- Você gosta do gosto da sua própria porra, irmãozinho? - disse ao desgrudar os lábios dos meus. Não respondi, só abracei ela, nus do jeito que estávamos, sem saber se teria forças pra propor pra Laura fazer amor, já que a imagem que eu guardava dela engolindo minha gozada fazia com que o tesão não baixasse de jeito nenhum. Tem vezes que eu acho que minha irmã tem algum tipo de poder sobrenatural, porque não foram poucas as vezes que ela conseguiu ler meus pensamentos.
- Quer foder sua irmãzinha agora, Javi? - Com mais vontade do que eu esperava ter, respondi:
- Agora não, a gente tem tempo. Não sei você, mas mesmo não baixando, eu tô moído. Além disso, combinamos com a Alicia e o Manu, se a gente não for, eles vão ficar putos.
Com um gesto, ela concordou, e se recostando do meu lado apoiada num braço, me olhou e, sorrindo, me desconcertou perguntando:
- Você também gostaria de foder a Alicia?
Continua...
próximo relato:http://www.poringa.net/posts/relatos/2714558/De-vacaciones-con-mi-Hermana-menor-5.html
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