Às 5 da madrugada (primeira parte)

Antes de mais nada, vou me apresentar... Meu nome é Nicolas e a história que vou contar aconteceu há um tempo já.. Trabalhando num hospital, eu fazia parte da segurança, mais precisamente numa guarita por onde entravam fornecedores e que o pessoal usava pra sair pra fumar nos momentos de folga.. Foi lá que conheci 2 colegas do setor de limpeza, uma a gente vai chamar de A e a outra de P. Digamos que a primeira, a A, é bem mais chamativa que a P, e com muito mais cara de puta, mas depois das primeiras conversas que tivemos, vi que tinha mais química com a P. Uma mulher de uns 35 anos, loira, cabelo na altura dos ombros, com um corte meio selvagem... E olha, pelo uniforme que ela usava na época... dava pra ver pouco do corpo dela, a única coisa que dava pra notar é que ela se cuidava, magra, pouca maquiagem, e tinha começado a me dar mole, falando umas merdas que qualquer um fala nessas situações, hehe.
Mesmo tentando lembrar, não me recordo direito como rolou a situação, ou o papo, mas era óbvio que ela queria ação e eu, no começo, não me sentia tão atraído, admito, e acho que na época eu tava muito bem com minha mina..
Chegou num ponto que foi praticamente ela quem tomou a iniciativa e me disse que entrava às 5 da manhã no hospital e que tinha que fazer a limpeza do 2º andar, uma área só de escritórios, e que até as 6 não chegava ninguém pra trabalhar. A gente coincidia no horário, e até as 6 eu não precisava substituir ninguém, ou seja, tinha uma horinha livre se quisesse subir pro 2º andar.
Foi assim que combinamos que eu mandaria mensagem de texto quando chegasse no hospital e ela me daria o OK pra subir. Chegou o dia, a madrugada de inverno, lembro que tava muito frio, e mais ainda por causa da situação e do lugar, aquela sensação de proibido e perigoso me deixava excitado.. e mais ainda quando abri a mensagem e li: "sobe, tô sozinha..". As escadas até o 2º andar, eu subi. Mais que rápido, num instante eu já tava lá... O ambiente era foda... Pouca luz, silêncio e, na penumbra, ela tava lá.
Cheguei perto e a única coisa que falei foi "oi", junto com um beijinho nos lábios. Na sequência, outro beijo e mais um, um pouco mais fundo, procurando a língua dela. Ela respondeu abrindo mais a boca e me dando a língua toda pra eu pegar devagar e chupar. Amo chupar língua assim e ver que a pessoa se entrega. Nessa altura, minha tora já tava dura, marcando na calça do uniforme. Mas eu queria saber o que tinha por baixo da calça branca dela. Enquanto a gente se beijava, minhas mãos foram pro booty dela. E como só tinha elástico na cintura, facilitou pra caralho. Me surpreendi ao sentir uma bunda divina, bem redondinha, carnuda, firme e fria! Ela tava de meia-calça de nylon, que em outra ocasião eu teria arrancado, mas era a primeira vez que a gente tava naquela situação e eu me segurei. Passei a mão nos peitos dela por baixo da jaqueta. Ela tava com uma regata justa, que deixava ver como os bicos ficavam duros... Comecei a roçar eles com a ponta dos dedos, sempre por cima da roupa, e nessa hora ela soltou um gemido... Ela tava curtindo tanto quanto eu, ou até mais... (continua...)

4 comentários - Às 5 da madrugada (primeira parte)

jjaaaa....!! lo cortaste en lo mejor... espero que subas el segundo...esta bueno..