Mi Cuñadita...

Meu nome é Mr Hyde, a história que vou contar é parte da minha juventude e até hoje com a minha cunhada... Lá pelo ano de 98, quando fui morar com minha esposa, na casa da família dela, onde também morava minha cunhada. O corpo dela bem magrinho, com uns peitinhos lindos aparecendo naquele corpo escultural... Até aquele momento, eu não me dava conta de nada do que essa menina queria de mim... Em algumas ocasiões, eu a via se trocando com a porta entreaberta, pra mim era só um descuido da parte dela. Várias vezes cheguei em casa e ela, sozinha, andava de calcinha e uma camiseta minha comprida pela casa... Minha mulher não estava, e eu pensava que ela ia ficar com vergonha e se trocar... mas isso nunca acontecia. A situação começou a me excitar pra caralho, pra não dizer que eu queria meter nela sem parar. Ela, só com minha camiseta, roçando os peitos doces nas minhas roupas, e quando eu olhava, ela esfregava a camiseta na buceta dela, como se fosse sem querer... Numa certa ocasião, a garota veio ao meu quarto me pedir uma opinião sobre como ficava um vestido que ela tinha comprado, tipo rendado com um forro por dentro. Falei que ficava muito bem, mas que o forro tinha subido. Não terminei de falar essa frase e ela solta um "você me ajuda...?". Minha mulher estava por perto, mas mesmo assim a situação me deixou com muito tesão e eu me arrisquei. Devagar, comecei a subir a mão por trás dela, do joelho até roçar a bunda dela e tocar de leve na buceta dela por cima da calcinha fio dental... Ela abriu um pouco mais as pernas, mas naquele momento eu tirei a mão e, num segundo, minha mulher apareceu... Eu tava com um pau duro que não aguentava mais, e a safada da Anabella — é assim que ela se chama — pergunta pra minha mulher: "Como é que tá esse vestido em mim?" E eu consegui me safar e fui esperar aquela ereção do caralho que a menina Anabella tinha me causado com aquela situação gostosa baixar... Tudo seguiu como se nada tivesse acontecido, nenhum dos dois tocou no assunto, durante vários dias... até que... ela um dia sozinha como de costume com uma camiseta minha que mal cobria a bunda empinada e gostosa dela... que quando se abaixava de propósito dava pra ver a buceta bem depiladinha... e a calcinha fio dental bem molhada, ela puxando conversa pra quebrar o gelo me pergunta como foi meu dia? -bem, bem respondi. e você, como foi? - bem, vim da academia, tô toda molhada... "literalmente" ela retruca... ah é...!? pergunto... surpreso com a resposta dela... sim ela afirma de novo... e me conta que na academia tava lembrando enquanto roçava um haltere na buceta lembrando de como você ficou outro dia com a história do vestido... e nem vou falar como eu tava... pensei que você ia puxar minha calcinha e me esfregar toda... não, não dava respondi, -e sobre isso, quero te pedir desculpas porque acho que não é certo eu me passar, não podemos fazer isso com sua irmã... -você acha? pra mim você tá igual a mim... -como? -não aguenta a vontade de me ver pelada... e me fazer um love... o que ela não sabe é que eu já fazia um tempo que tava espiando ela pela janela do quarto, e via ela se trocar quando saía do banho e acabava se masturbando na frente do espelho e eu lá fora olhando e também me masturbando vendo aquela cena gostosa... -não falo nada me fazendo de desinteressado no que ela tava propondo. e ela me diz - pode ser... já vamos ver.. perguntei onde todo mundo tava, eu estudando na sala, e ela responde não tem ninguém em casa... -ah bom vou ficar confortável antes de tomar banho ela diz... -beleza. e ela começou a tirar a legging na porta do banheiro bem sensual apontando a bunda linda e empinada dela pra onde eu tava depois tira o top de academia que não precisa de nada por baixo e ficou de peitos de fora, eu não acreditava tava com um tesão danado vendo ana fazendo um mini strip só pra mim... a calcinha fio dental bem enfiada naquela bunda gostosa quando ela vira Vejo que está toda molhada essa calcinha, pelo que ela me diz...
— "É assim que você me deixa, cunhado" — toda safada, e não consigo parar de pensar em você... vou pegar roupa no meu quarto e, se você quiser (ela me diz), olha o show que vou te dar... pela janela, como você sempre faz...

Eu não sabia o que responder, meu pau murchou na hora até eu reagir e perguntar meio como um idiota...
— Do que você tá falando?? Você é louca, Ana...?
— Qual é...! Você acha que eu não sei que você me espia pela janela quando me troco e me masturbo pensando em você comendo minha irmã, eu pensando que um dia a gente podia fazer um menage... você me deixa louca, não percebe... — e ela entra no quarto dela, eu imediatamente vou olhar pela janela. Ela se coloca na frente do espelho, começa a esfregar os peitos devagar, passa a mão neles, lambe os próprios dedos, desce uma mão até a calcinha e começa a esfregar devagar aquela bucetinha toda molhada — não precisei de muita saliva, já estava bem lubrificada. Ela se contorce igual atriz pornô, como se estivesse prestes a pegar fogo. De repente, senta com as pernas bem abertas na frente do espelho, separa elas bem e começa a puxar a calcinha de lado, esfrega o clitóris que tá no ponto máximo de ereção, se esfrega até que um dedo escorrega pra dentro daquela gruta toda molhada que jorra líquido igual fonte quebrada, dois dedos e ela começa a gemer como uma louca...

Eu, nessa hora, tava com o pau duro pra caralho, pronto pra furar poço... e ela olha pra janela e tira de trás do espelho algo que me surpreendeu, porque nunca tinha visto ela fazer aquilo: pegou minha escova de dentes e levou à boca pela ponta do cabo, começou a lamber, como se estivesse lubrificando. Me olha com um olhar que nunca tinha visto na minha inocente cunhadinha, se vira de costas pro espelho e começa devagar a deslizar o cabo da minha escova pela vagina dela, de frente pra trás, e de repente me olha, abre a boquinha e vejo que começa a enfiar na bucetinha pequena dela, com a cara entre sofrimento e prazer, até que entra só uma vez, uma... Pequena pontinha, tiro de novo e volto a brigar com aquele objeto várias vezes até que, num vai e vem, começo a enfiar tudo dentro da minha buceta... desaparecendo e ficando só a parte das cerdas pra fora. Aí ataco de novo minha buceta virgem e fiquei assim por mais de 15 minutos, e dou uma gozada tremenda. Ele me olha, tira a escova e enfia a parte das cerdas, tira, lambe, coloca de novo, e eu fico exausta, jogada no chão com a calcinha fio-dental corrida e de bruços... Dou uma gozada tremenda e vou embora pra dentro... Bato na porta dela — e ela responde com a voz cansada: — Pode entrar... Abro a porta e vejo ela jogada no chão. Finjo surpresa e pergunto: "Você tá bem? Ouvi gemidos, pensei que estivesse passando mal." Ela responde: "Gostou do que viu? Podia ser você, mas... você tá insistindo que não se interessa. Não comeria essa buceta virgem e essa bunda...?" "Do que você tá falando, Ana? E o que minha escova tá fazendo no chão...?" "Vem pegar e eu te conto..." Entro no quarto e sou inundado pelo cheiro de buceta molhada, cheiro de gozo feminino. Não aguento mais e me jogo nos peitinhos dela, começo a esfregar, lamber, beijar os lábios lindos dela... Ela quebra o silêncio e pergunta: "Gostou?" "Sim, amei, minha vida..." "É isso que você provoca em mim, seu bobinho... Quero que você seja o que vai comer essa buceta virgem, que só foi penetrada pela primeira vez pela sua escova de buceta..." Eu derretia pensando em você, Ana... Não sabe quantas vezes te espiei pela janela, bati umas punhetas enormes te vendo trocar de roupa. Achava que você nunca tinha me visto. "Não sei há quanto tempo você faz isso, mas percebi depois do que aconteceu com o vestido, e umas coisas me chamaram a atenção. Por exemplo, um dia deixei uma calcinha fio-dental no banheiro depois de voltar da academia, toda molhada porque tinha pensado em você na escola, e no caminho pra academia. Deixei no quarto porque tirei lá, já que minha mãe tava em casa e não quis sair. nua pra tomar banho e quando voltei à noite, notei que a tanga não estava onde eu tinha deixado e parecia limpa, e eu sei perfeitamente como aquela tanga tava porque fui eu que molhei ela! a partir daí, comecei a deixar minhas calcinhas ao seu alcance pra ver se era verdade o que eu tava pensando... e um dia você se animou e gozou nela... fiquei louca com seu sêmen, você tentou limpar, mas ficou seu cheiro, e eu conheço ele muito bem porque cheiro as calcinhas da minha irmã depois que ouço vocês fodendo como loucos e me imagino entrando e me juntando a essa cavalgada do caralho... eu me masturbo fazendo isso, vocês são uns malucos lindos, como transam, eu amo... lambo todo o sêmen que sai da buceta da minha irmã misturado com os sucos dela, fazem um néctar lindo... Quero que você me coma igual a Vanessa, nem melhor nem pior, igual você come ela, quero que pense que é ela quando tirar minha virgindade, vai, gordo, me faz feliz...
-quando ela me disse essas coisas, quase gozei tudo... fui pro meu quarto, trouxe pra Ana uma cinta-liga da minha mulher, uma anágua de seda e um conjunto de renda de algodão... e falei: veste isso... além disso, coloquei meu anel no pau, ela topou na hora, naquele quarto eu tinha tirado a virgindade da Vanessa uns anos atrás, não podia acreditar que ia tirar a virgindade da putinha da Ana também, mas pra minha surpresa, a primeira coisa que ela me pede é:
-gordo, antes de você arrebentar minha buceta, quero que você me coma o cu... quero que você seja o primeiro a arrombar meu cu também, antes da minha buceta... pode ser??
-não posso acreditar, tava acontecendo o que eu sempre desejei com a Vanessa, mas com a irmã dela era a garota da Anabella me pedindo pra comer o cu dela... -Claro, vida, a gente tenta, se você quiser...
-bom, já trocada, eu via ela como a Vanessa anos atrás quando perdeu a virgindade, mas com roupa atual era algo incrível, eu ia comer o cu da Ana antes do da minha mulher e por pedido dela mesma... continua...

7 comentários - Mi Cuñadita...

ojala a mi me pasara lo mismo, te felicito capo esperamos el resto de la historia